BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Anjo da meia noite

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Anjo da meia noite


A casa que eu e o meu irmão herdámos dos nossos pais é suficientemente grande para podermos passar uma parte da nossa vida sem nos encontrarmos lá dentro, isto se não quisermos, e se isso acontecer é por um acaso do momento.

Como o meu irmão é um daqueles gajos que nasceu eróticamente desorientado, noventa por cento das suas ideias é a pensar em sexo, não que ele participe muito na atividade, e do que eu sei, a cena dele é mais de ver os outros a foder, o acordo que temos é que um não incomoda o outro se avisar antes quando está para acontecer qualquer coisa especial.

Do que é habitual, para o meu irmão os acontecimentos especiais são a organização de bacanais em que não há fim-de-semana que ele não ligue e antes de dizer alguma coisa eu soletro a palavra “bacanal?”, ele faz um ruído esquisito como se eu tivesse de entender.

Já tínhamos discutido o assunto, ele dizia que eu era uma pudica, uma solitária assexuada, a gritar palavras obscenas, “precisas de levar na cona”, eu só justificava, “mas, meu irmão, é gajos e gajas a foder pela casa, o que os vizinhos hão-de de dizer?”, mas ele respondia energicamente, “porque é que não apareces, minha irmã, eu arranjo um gajo para te comer”.

Estas pequenas discussões acabavam sempre assim, ele para um lado e eu para o outro, pouco depois ouvia o tilintar de copos e gargalhadas, e à medida que a noite entrava, passavam a gemidos e pancadas e eu, no meu canto, do lado esquerdo da casa, ouvia isso tudo, e sabia, havia gajas a chupar caralhos e a apanhar na cona.

Acho que não resisti!! A noite estava a meio caminho da madrugada, eu no meu quarto dava voltas, a minha mão e os meus dedos esfregavam a cona, e todo o meu corpo desesperava, numa espécie de sede, na boca, na fronte, no peito, no corpo todo, e pensava naquelas palavras do meu irmão, “eu arranjo-te um caralho, para partir-te essa cona toda”.

Quando dei conta de mim mesmo, tinha-me levantado e estava no jardim, tinha uma camisola longa colada na minha pele nua, do calor intenso da noite, e percorri alguns metros na direção do barulho, olhei pela janela, havia bebidas e corpos, nos sofás, no chão, numa espécie de penumbra discreta, três ou quatro gajas chupavam caralhos tesos, e uma mais ao fundo, junto à piscina, levava no cu de um preto alto.

A energia que me fizera chegar até ali estava a chegar ao fim, a minha respiração ofegava, duma forma violenta, quase com medo que fosse ouvida, eu pensei novamente, “tenho de ir embora”, eu sentia, estava excitada, e o que via, o que se passava, não era um bacanal normal, uma coisa heterossexual.

Passei a mão pela cona, estava encharcada, o meu ventre pedia um pénis, que roçasse nas minhas coxas, que me penetrasse toda, mas não sentia confiança, o que pensava que era, era afinal mais complicado, os homens e mulheres não se combinavam só com o outro sexo.

Havia homens uns com os outros, e mulheres que se beijavam, pensei na minha cabeça, “foda-se, tão depravados!”, olhei para o sofá vermelho, um outro preto grande, imaginei-o contratado, um daqueles gigolos pagos, montava o meu irmão em cima, o pau preto entrava todo, do que eu via, a abrir-lhe o ânus todo.

Não queria acreditar, ao fim de tantos anos de convivência, afinal é meu irmão, não imaginava que ele fosse gay, e tinha essa imagem na cabeça quando me afastava para casa, quando de repente senti um porte puxão, uns braços musculados, de um homem nu apertaram-me, arrastaram-me pelo jardim, um mão na boca fechava, não sabia se queria gritar, eu ouvi-o dizer, “queres caralho puta? Já fodi as tuas amigas todas?”.


Eu nem sabia se o meu corpo tinha sido levado no ar, foi tudo muito rápido, para um canto, no meio de uns arbustos, ele dizia, “baixa a cabeça, vou-te foder toda, puta”, duas mãos puxavam-me o vestido, prendiam-me as coxas com as ancas, quando senti, uma verga rija, mexeu-se entre as nádegas e entrou na minha cona, tinha sido há tanto tempo, eu gritei de dor, “aihh hum está a doer”.

A força era a de um animal, os meus joelhos escorregavam na terra, húmida de cheiro de vapor frio, a minha camisola estava em pedaços, que ele arrancara quando me arrastara pelo chão, o caralho dele fodia-me toda, a um momento em que já não doía, ouço a voz dele, “queres no cu, puta? Queres no cu?”.

Não sabia se era uma pergunta ou uma afirmação, sentia o volume dele a pressionar as minhas nádegas, ele diz, “puta, agarra no meu pau e aponta ao cuzinho, não estou a ver nada”, eu pus a mão por trás, puxei a verga rija e grosso, e encostei ao meu ânus, ele fez força e entrou uns centímetros, eu gemi, “aihh o meu cu, eu sou virgem, devagar”, ele deu uma pequena gargalhada, “está quase todo lá dentro”, ele moveu-se como uma onda, pouco a pouco ia entrando, quando ele bateu com as coxas nas minhas nádegas, “está todo no teu cu, puta”.

Naquele momento, o mundo desapareceu dos meus sentidos, não via, não ouvia, não cheirava, apenas a minha pele suada era batida com fúria, “ai caralho, que cu apertado, nem quero acreditar”, eu gemia cada vez mais alto, sabia que ele estava a acelerar, estava quase a chegar o momento, “vou-me vir para cima de ti, humm, caralho”, eu comecei a acariciar por baixo, e uma corrente quente liquida alagou a minha mão, “ai foda-se estou-me a vir toda”.

Antes que eu me pudesse recompor ele tinha-se afastado de mim, um corpo nu a andar, entrou na casa do meu irmão, ouvi uma porta a bater, vozes a dizer, “onde estavas?”, e depois mais copos a tilintar, mais gargalhadas e gemidos de gajos a foder.

No dia seguinte falava com o meu irmão, na minha cabeça a imagem do cu dele a abrir, ele perguntou, “ontem tiveste alguém em casa?”, eu respondi, “não, era só eu, porquê?”, ele continuou, “um amigo meu disse que tinha estado a foder uma gaja no jardim, mas eu estou um pouco confuso ..”, eu perguntei, “porquê?”, ele respondeu, “as gajas estavam todas lá dentro ..ele deve ter bebido demais ...”

Agora, eu imaginava aquele pau imenso a entrar na minha cona e no meu cu, e disse ao meu irmão, “não sei, meu irmão, eu estava a pensar da próxima vez divertir-me num dos teus bacanais, o que achas?”.

Ele olhou para mim surpreendido, “mana, eu vou gostar muito de te ver a levar nessa cona, mas tenho de te contar uma coisa da minha intimidade ....”, ele parecia gaguejar, e eu respondi, “não te importes com isso, eu sei há muito tempo que gostas de levar no cu”, ele ficou ainda mais surpreendido, era mentira, mas ele não sabia.

Segredos de Sacristia

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Segredos de Sacristia

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Foi mais vontade da minha mulher do que minha, esta ideia de me arrastar para a minha terra de origem, que ela insistia em conhecer há anos e que para mim, na minha memória, não era mais que um amontoado de pedras velhas, cheias de musgo, e cravadas no chão como navalhas num ambiente rude, de giestas, selvagem e inimigo das pessoas.

Tínhamos recebido o convite que apareceu assim do nada, e eu então que me julgava esquecido pelas pessoas, eu não queria ir, ainda mais a um casamento, mas a minha mulher não me deu hipótese, para ela era agora ou nunca, apesar de lhe dizer que àquela terra nada me ligava.

Eu devia estar talvez há meia hora encostado a uma coluna dentro da igreja, pensando que nunca aprendera a comportar-me naqueles espaços, como se alguém ou alguma coisa me vigiasse, e encostado não era bem o caso, entre o meu corpo e a pedra havia uma diferença, obrigando-me a estar em pé sem o apoio de coisa nenhuma, a pairar levitado pelo respeito do lugar.

A minha mulher, essa, movia-se para dentro e para fora, falando com quem encontrava, nessa doce ilusão que na minha terra toda a gente era conhecida, eu ouvia-lhe a voz alta de fundo, a fazer muitas referências aos noivos, como se os conhecesse de toda a vida.

De repente, no meu recolhimento refletido e solitário, reparei num homem ao fundo, estava com uma mulher e o que parecia serem os filhos, e não consegui resistir, fixei o meu olhar nele, como se também a mim me lembrasse uma coisa antiga, uma memória de juventude translúcida, antes da minha fuga daquele lugar.

Sim, eu fugi da minha terra, na altura era assim que se fazia, ou se ficava preso ali para sempre, numa escolha sem escolha, ou então num ímpeto de loucura, sem nada nos bolsos ou futuro, apanhávamos o primeiro transporte que aparecia, e íamos simplesmente embora na primeira oportunidade, e no meu caso, à boleia de um homem mais velho com quem ainda vivi uns anos na cidade.

Eu fixava o meu olhar nele, e percorria-lhe o corpo, de cima a abaixo, como se o conhecesse, como se lhe tivesse tocado, algo familiar e intenso, que eu não conseguia recordar, quando reparei estranhamente que ele percebeu a minha atenção e começou também a ler-me nos olhos.

Havia ali um cheiro a incenso e a flores mortas que eu sempre detestei, dessas que esperam a morte resignadas em jarras, uma onda de saias farfalhavam nas mulheres, girando sobre si constantemente, mas o meu mundo naquele momento era só eu e aquele homem, lá ao fundo também fixado em mim.

Acho que ele ficou incomodado e percebi que começou a mover-se na minha direção, o momento era dramático, nem eu sabia porque o fazia, olhar para ele insistentemente, vasculhando na memória alguma lembrança, algum momento inesperado, faltavam alguns metros, quando ele junto de mim pergunta, “conhecemo-nos?”.

Eu balbuciei qualquer coisa como, “peço desculpa, nasci aqui, mas passaram mais de vinte anos desde que me fui embora”, ele manteve-se em silêncio como se esperasse uma novidade que o surpreendesse, e eu continuei, “tinha aqui amigos, mas … aqui perto, costumávamos ir para o rio nadar”.

Não sei se foi alguma palavra que eu disse, ou alguma alusão a um sítio, ele abriu muito os olhos e perguntou, “Adão?”, eu disse que sim e foi como se algo se abrisse no meu cérebro, “Henrique?”, ele riu-se a dizer que sim, e acho que foi instantâneo, trocámos entre nós um abraço que pareceu muito tempo.

A memória tem destas coisas estranhas, um dique abre-se e num segundo a informação chega, eu que há minutos não o reconhecia, dizia-lhe agora, “estás na mesma”, ele olhou-me de alto a baixo e todo o nosso passado estava agora acessível como há vinte anos quando me fui embora.

Ele fez um sinal à mulher a afastar-se, fomos caminhando para longe da igreja até ao rio, e eu perguntei, “então casaste? e filhos …”, ele sorriu, “tem de ser, a nossa terra é pequena”, eu percebia e não percebia ao mesmo tempo o que queria dizer, e ele continuou, “não é que a minha mulher me dê muita satisfação, compreendes?”.

Não tinha a certeza sobre o que ele se referia, lembrei-me do nosso passado, e perguntei, “satisfação sexual? É isso que queres dizer?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, e eu insisti, “não sei se te lembras …”, ele sorriu novamente, “lembro, lembro, as nossas tardes ..”, eu corrigi rindo, “as nossas tardes e as nossas noites, e o padre, lembras-te?”.


Sentámo-nos junto a uma pedra de onde saltávamos para o rio, e eu continuei, “eu comi aqui o teu cu tantas vezes, e tu adoravas .. “, ele revirou os olhos a lembrar-se, “e o teu caralho? quantas vezes eu chupei no teu pau?”, eu disse, “não contei, mas talvez mais de cem”.

Parámos um pouco a conversa, não sei porquê, eu sentia uma excitação, o meu pau estava teso e levantado, apertado nas calças de algodão, ele perguntou, “e tu? a tua mulher? Tens filhos?”, eu respondi, “acho que é um pouco como tu, há aparências ..”, ele fez um esgar na cara, “continuas a comer cus ..?”, eu olhei para os lados, senti a minha mulher que se aproximava, e disse rápido, “sempre que posso”.

A minha mulher disse alto, “estás aqui, querido? O casamento está a começar, o padre já está a falar” e depois olhou para o meu amigo, eu apontei para ele, “é o Henrique, um amigo aqui da terra”, ela fez-lhe um cumprimento e disse, “vi os seus filhos e a sua mulher ..? tem muita sorte ela é muito bonita”, e depois já a afastar-se, “não demores amor, a festa está a começar”.

Ficámos ali os dois numa atmosfera fresca de sombra e brisa de rio, e eu disse, “apetece-me ficar aqui a lembrar as nossas fodas”, ele anuiu, “também eu, eu ficava sempre por baixo ..”, eu bati-lhe de leve na cara, “porque tu gostavas, eu partia-te o cu todo e o padre gostava de ficara ver, até nos oferecia a sacristia para eu te comer, lembras-te?”, ele dizia que sim.

E depois ele disse, “uma vez fomos apanhados …”, eu esforcei as minhas lembranças, e perguntei, “não me recordo bem …”, ele continuou, “pela minha irmã mais nova”, eu então disse, “pois foi … eu tinha o meu caralho enterrado no teu cu, no teu quarto, estava a foder-te e ela apareceu e viu”, e depois insisti, “e como é que ficou isso?”, e ele respondeu, “ela andava a foder com o meu cunhado e combinámos ficar de bico calado, entretanto foste embora”.

Olhámos para o fundo, para a azáfama junto à igreja, a minha mulher já se tinha esquecido de mim, quando ele disse, “e se fosse agora?”, eu olhei para ele, “agora como?”, ele continuou, “não sei .. se tivesses ficado .. continuavas a comer o meu cu?”, eu mirei o corpo dele, um pouco mais rígido pelo trabalho pesado, e disse, “continuas com um cu maravilhoso, talvez …. acho que sim ..”, eu depois ri e continuei, “nós tínhamos casado na mesma, mas todas as tardes íamos para a sacristia e mais o padre e eu partia o teu cuzinho mais uma vez”.

Ele olhou para o meu volume teso, olhou depois para os lados para não ser surpreendido, e pousou a mão no meu caralho, e disse, “continua bom como eu me lembro, eu chupava-o tanto que às vezes não aguentavas, vinhas-te todo na minha boca ..”, eu olhei também, “vamos mais para o lado ..”, eu saquei o meu pau para fora e ele de joelhos engoli-o na boca, e ele disse, “foda-se lembro-me do teu cheiro, senti tanto a tua falta”.

O doce molhado da língua foi mordiscando a cabeça gorda, em pequenos estalidos de satisfação, ele dizia, “ai que temos tempo? de foderes o meu cu?”, eu respondia, “não, a tua mulher e a minha estão ali …”, um calor forte veio de dentro, subiu-me pelos calcanhares, depois pelas pernas acima, e eu sabia, jatos quentes de porra saíram do meu caralho que ele engolia como antigamente.

Mais tarde, estava eu e a minha mulher, na mesa da festa a celebrar, quando sinto a palma de uma mão no meu ombro, “então Adão? Estive com o Henrique .. ele contou-me tudo … vocês não se esqueceram de mim?”, eu respondi surpreso, “então senhor padre, ele contou? Não, não nos esquecemos, ainda vou estar por cá mais algum tempo ..”.

A minha mulher estava curiosa, “o que é que o padre quer dizer com aquilo?”, eu respondi, “nada amor, é coisas de aldeia, amanhã eu e o Henrique vamos ter com ele para confessar os nossos pecados”, ela abriu a boca perplexa, “não sabia que eras religioso?”.

Espinhos da virtude - lagosta e vinho branco

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Espinhos da virtude - lagosta e vinho branco


Eu e a minha mulher tínhamos sido arrastados para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.

Nem devia perder tempo a descrever como é a atmosfera por aqui, uma mesa corrida, daquelas comunitárias, à camarão e outras coisas invulgares, vinho e cerveja para que gostar, que nos deixam um cheiro a mar nas mãos, na roupa, em todo o recanto onde consiga entrar.

Depois de uma semana estendidos nas praias desta ponta da Europa, a minha mulher e eu estávamos deslumbrantes, o sol e o mar juntos têm essa capacidade de curar feridas, depois de apaziguar a alma, tentar esquecer as dificuldades de tudo, e desfrutar em plenitude.

Olhei para a minha mulher, quase pelo canto do olho, sentada ao meu lado, não era difícil para mim perceber que a minha mulher readquirira nestes dias alguma alegria interior, claro que a brisa suave que vinha do mar, o marisco fresco e o vinho branco, tudo isso ajudava, mas mais do que alegria, a minha mulher estava excitada.

Do outro lado da mesa, à frente dela estava um miúdo bonito, e à minha frente um individuo corpulento e com barba que devia ser o pai dele, e mais à esquerda, uma mulher um pouco forte, arrancava as pernas de uma lagosta como se fosse de uma boneca, fazia apenas um pouco de força e zás, com uma cara de quem não gostamos de nos meter.

Eu olhei para ela de novo, para o vestido fino às flores, há uma hora atrás tínhamos estado a foder, não acontecia há muito tempo, os mamilos ainda estavam tesos, e um suor brilhante no pescoço, muito perto das orelhas, denunciava isso nela, tinha estado a levar com o meu pau, e soube tão bem, comer-lhe a cona e depois o cuzinho.

Socialmente a minha mulher é muito tímida, o rapaz bem olhava para ela, oferecia à minha mulher pernas de lagosta, que ele mesmo arrancava, para lhe sacar um sorriso, nem que fosse por gentileza, mas só que ela não reagia nem nada, fazia apenas um sorriso desconfortável, e com os outros e comigo perto, era difícil revelar quem era, e todos a viam como uma mulher púdica.

O estranho mesmo é que na intimidade ela não era assim, pelo menos nos primeiros tempos, porque depois as coisas mudaram, estávamos a afastar-nos todos os dias, e eu temia mesmo, nós íamos acabar em divórcio, e pensava nisso quando aconteceu uma coisa horrível, a perna do gajo barbudo roçou na minha e foda-se! eu senti os pelos suados dele a enrolarem-se nos meus.

Tanto o gajo como eu tivemos uma reação de repulsa e ele recolheu logo a perna da mesma maneira que eu, com um gesto de que não voltaria a acontecer, quando a minha mulher disse baixinho ao meu ouvido, “o rapaz aqui da frente está a roçar a perna dele no meio dos meus joelhos”.

Eu virei a cara para a minha mulher ainda com o horror a pensar na perna peluda e suada do gajo barbudo a roçar na minha, e perguntei, “mas querida a roçar como?”, ela respondeu, “ele põe a perna dele no meio das minhas e faz força para abrir”, eu olhei novamente para ela e para ele, e ela continuou, “eu fiz força a fechar as minhas pernas, mas ele fez ainda mais força para ficar com as minhas pernas abertas”.

Eu tentei interpretar a minha mulher e parecia-me que ela não estava totalmente desagradada com o que o rapaz fazia, que afinal não era rapaz nenhum, era apenas um homem novo, ela debatia-se era com a sua consciência tímida e eu, não sei porquê, excitava-me a brincadeira.

Eu aproximei-me do ouvido dela, “então querida, não faças força, se ele quer as tuas pernas abertas, abre as pernas todas, amor”, ela tocou com os lábios na minha orelha, “és doido e depois? Se eu abrir?”, eu prossegui, “nada, ele fica satisfeito, e pronto”.

Eu percebi que ela tinha decidido abrir as pernas e que o jovem tinha percebido, e perguntei, “sentiste a perna nua dele na tua?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “o barbudo enrolou a perna dele na minha, foi horrível”, ela deu uma gargalhada adorável, e ela disse, “pois, eu adorei, a perna dele doce a entrar no meio das minhas coxas deu-me prazer”.

Eu ainda estava a processar aquelas palavras, eu senti que o meu pau ficou endurecido, quando o jovem se abaixou no chão, e depois levantou-se a correr e eu percebi, o sacana estava a sorrir, eu olhei para a minha mulher, e ela aproximou-se, “querido, estou sem cuecas, ele deve ter visto a minha …, sabes?”.

A visão do jovem a ver a cona da minha mulher deixou-me a tremer de excitação, mas eu não sabia o que ia na cabeça dela, era uma coisa que tinha de arriscar público, o barbudo e a gaja forte lutavam com uma lagosta, eu olhei para o rapaz fixamente, o meu braço moveu-se para baixo e pus a mão na coxa da minha mulher.

O rapaz que nos últimos cinco ou dez minutos não fazia outra coisa que não deixar cair talheres no chão mandou uma coisa qualquer para o ar e baixou-se a apanhá-la, a minha mão subiu o vestido até cima, abri as coxas da minha mulher, e pus os meus dedos na cona dela a acariciar os lábios.

Não sei se foram segundos ou minutos, acariciei a cona da minha mulher, e o rapaz dobrado não vinha para cima, até que começou a ser incomodativo, o barbudo olhava para o lado, e eu tive de parar, a minha mulher tremia de gozo e satisfação, num terreno que nós nunca tínhamos pisado.

Como tinha dito, embora tímida em público, na intimidade ela era furiosa, uma fera sexual que faz do homem a sua presa, quando estávamos a foder, ela agarra no meu caralho, e é vê-la a chupar, ela engole o pau todo e lambe lambe muitas vezes sem parar.

E depois ela gosta de tudo, de todas as posições que conhece, de ficar por baixo a ser submissa, ou por cima como cavaleira, gosta de levar tanto no cu como na cona, gosta de se masturbar e eu a ver, mas nunca fomos além da nossa ideia de sermos só os dois na nossa casa, quando a coisa depois esfriou.

Aquilo que estávamos a fazer era uma verdadeira aventura nossa, talvez por causa deste sítio especial, ou da nossa tórrida tarde no hotel, o jovem subiu para cima obrigado, eu continuei a masturbar a minha mulher, os meus dedos giravam frenéticos, dali só ele conseguia perceber, o que eu estava a fazer e como estava o clitóris teso e encharcado dela.

Eu aproximei-me do ouvido da minha mulher, “estás a gostar, amor?”, ela abanou a cabeça, “estou, mas não que me quero vir aqui, está aqui tanta gente, querido, e acho que vou gritar”, o jovem baixou-se de novo e eu comecei a abrandar, depois ele subiu e fez um gesto com o dedo, que puséssemos a cabeça debaixo da mesa, o que não era estranho, a esta hora todos estavam demasiado alegres, da bebida ou de outra coisa.

Primeiro eu, depois a minha mulher, olhámos por baixo da mesa, e vimos naquele momento, ele tinha aberto o zip dos calções e tinha posto o caralho para fora, e o pau era tão grande que mais parecia um braço teso, e foda-se!! eu imaginei o rolo de carne na boca dela e pensei que ela não ia conseguir engoli-lo.

Quando regressamos à posição normal, ele riu-se com um sorriso alargado, durante uns longos segundos ele acariciou o caralho a baixar a pele para cima e para baixo, e desta vez foi mais a minha mulher que esteve mais tempo dobrada, quando ouvimos o rapaz a dizer, “vou até ao fundo ao banco do jardim”, o barbudo e a mulher forte fizeram uns grunhidos e depois disseram, “quando vieres passa na carrinha e trás o remedio para a azia”.

Não sei porquê, mas aquelas palavras soaram a deixa, como se diz no teatro, o rapaz levantou-se, olhou para nós a parecer um sinal, eu olhei para a minha mulher e pensei, quando ele já se distanciava ao fundo, que sendo ela tão tímida, a brincadeira tinha acabado, quando ela diz, “viste o pau dele, amor? enorme, hã?”, eu abanei a cabeça, “aterrador, aquilo não é um caralho amor, é um elefante”, ela riu-se com aquela gargalhada de satisfação que eu amava.

Ficámos ali uns segundos em silêncio, e depois ela diz, “não te pareceu que ele fez um sinal qualquer?”, eu virei a cara para ela, “porquê, amor, um sinal para quê?”, ela sorriu e sussurrou ao meu ouvido, “querido, ele viu-me a cona, viu-te a masturbares-me, e eu vi o caralho dele teso, amor, para que é que achas que é o sinal!!”, eu estava confuso, e ela continuou, “acho que ele quer que vamos ter com ele”.


O meu raciocínio devia ser lento, numa só noite tínhamos feito mais coisas novas do que o resto da vida, pelo menos era o que parecia, e eu perguntei, “vamos ter com ele e depois, amor?”, o meu corpo fervia da pele bronzeada e da excitação combinada, e eu sentia que com ela se passava o mesmo, ela disse, “logo se vê, querido, vamos à aventura, a noite ainda agora começou”.

Nós levantámo-nos da mesa e começámos a caminhar em direção ao jardim, e eu sentia-me nervoso, “o que vamos fazer?”, ela respondeu, “eu também não sei, mas há ali mais bancos, podemos sentar-nos num, está fresco e a noite está magnifica”, e fomo-nos aproximando, percebemos que ele pressentiu a nossa presença, ele rodou o corpo e chamou-nos.”

A minha mulher fez força nomeu braço para mudarmos de rumo de um banco para o banco onde ele estava, e fomo-nos aproximando, quando ele perguntou, “não querem sentar-se aqui comigo?”, a minha mulher respondeu com uma pergunta para mim, “achas que podemos amor? sentar-nos aqui ao pé deste jovem?”.

-$$$-
Nesta altura .....

O meu marido estava cansado de contar esta nossa história e foi consensual, passei a contá-la eu, o meu marido encaminhou-me para o banco e eu sentei-me entre os dois, e posso dizer, senti um frio inesperado nas minhas coxas e nas minhas pernas, como se me tivesse sentado ao pé de um diabinho, e ele perguntou, “a noite está tão fantástica, não acham?”.

Eu olhei para o meu marido, “o que achas amor, achas que ele tem razão? Que a noite é especial?”, o meu marido resmungou qualquer coisa, e eu pus a mão na perna nua do rapaz, custava-me a perceber sequer que era eu, num segundo voltei a olhar para o meu marido e pensei, “devo estar a ficar maluca”, e depois disse, “o meu marido acha que é especial”, e depois todos rimos.

Eu olhei de um lado para o outro, e vi, o rapaz tinha um volume teso nos calcões do mesmo modo que o meu marido, acho que queríamos todos a mesma coisa, mas sem saber como começarmos, eu sussurrei ao ouvido do meu marido, “amor, quero muito mexer no pau dele”, ele mexeu as pestanas, e a minha mão saltou da perna nua do rapaz e foi para o meio dos calções onde agarrei um caralho enorme tenso a querer saltar de onde estava preso.

A mão do rapaz fez a mesma coisa, subiu pela minha perna, coxa, escondeu-se no meio do meu vestido curto e entrou até ao centro, abriu-se toda como um para-vento e agarrou na minha cona e puxou-a toda, e depois disse com uma respiração intensa a falar com o meu marido, “estou com tanto tesão pela tua mulher, eu fodia-a toda na carrinha”, e apontou para o lado, para uma espécie de furgão.

Nós estávamos num sitio mais escondido, o meu marido parecia que estava a fazer contas, a minha mão manipulava o pau grosso que tinha saltado para fora, e os dedos dele vibravam na minha cona, e eu disse, “ai amor, não aguento, amor, aihmm, quero muito chupar”, o caralho era enorme, a minha mão pequena não o agarrava, eu engoli metade da cabeça e fui lambendo de lado, ele dizia para o meu marido, “foda-se! que mulher, a tua mulher é um tesão, caralho, és um gajo de sorte”.

Eu estava a chupar o pau e só imaginava aquele rolo de carne rija a entrar na minha cona e no meu cu, a excitação era tão forte que eu não aguentava não foder, ele perguntou, “por favor, deixa-me comer a tua mulher, quero dar-lhe uma foda tão boa que ela nunca mais vai esquecer”, o meu marido respondeu com uma pergunta, “ela é adorável, não é? é um fodão de mulher, ela adora levar no cu, sabes?”.

O rapaz insistiu, “eu quero muito foder o cu da tua mulher, vamos para a carrinha?”, o meu marido disse que sim, e entramos no furgão, um daqueles grandes de mercadorias, foi num segundo, sem palavras sequer, ficámos todos nus, até o meu marido, e eu disse, “o meu marido é um malandro, vai ver a mulher dele a ser fodida, queres muito ver, amor?”.

O meu marido mexeu o corpo de excitação, quando eu senti aquele pau grande a entrar na minha cona, ele veio por trás e dobrou-me, o pau escorregou entre as nádegas e como uma cobra esguia moveu-se entre as minhas pernas e entrou no seu esconderijo, ele começou a bater quando eu me agarrava aos ferros, “ai foda!! Ai amor, que caralho tão grande, aii amor que não aguento, ai amor, ele parte a minha cona toda”.

A noite tinha já uma história e passados uns minutos, ele a bater ainda mais forte a acelerar, tirou o pau para fora e forçou-me o cu, bateu bateu à porta do ânus até que ele se foi abrindo, como um anel enrugado, um diafragma fechado, eu sei que me contorci e gemi alto de dor, “ai carvalho amor, aih o meu cu, ai não aih”, o meu marido não falava mas dos seus sons eu sabia, ele tinha ejaculado.

E não demorou muito, o rapaz contorceu-me toda, puxou-me para cima, a apertar-me o pescoço com força, e gemeu comigo, “humm, estou a vir-me todo no teu cu, foda-se!! tão bom”, ele deu mais umas bombadas e eu estremeci toda, a vir-me naquele momento de uma foda boa que não tinha há tanto tempo.

Mais tarde saímos da carrinha, a última coisa que ouvi do meu marido foi ele falar para o rapaz, “quando voltar não se esqueça dos comprimidos para a azia, para a sua mãe, aquela lagosta, sabe como é, é ….”.

O que acontece na cozinha, fica na cozinha

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O que acontece na cozinha, fica na cozinha


Foi numa altura em que estava a trabalhar na cozinha de um hotel para faturar um dinheirinho para viajar e fazer umas férias quando as coisas começaram a correr mal com outro gajo que estava lá a trabalhar, não sei se era inveja, afinal eu estava ali só a tapar um buraco e não era emprego para o futuro.


Mas o gajo quase desde o primeiro dia andava a perseguir-me pelos corredores da cozinha ou nos armazéns dos mantimentos, e eu dizia, “oi, não quero nada contigo”, mas ele não aceitava, era quase uma obsessão que tinha, e ele respondia, “não gosto de você, um dia eu fodo seu cuzinho, sua bicha”.

Um dia eu estava preparando qualquer coisa que o chef tinha pedido e ele veio por trás de mim, “você é o menino querido do chef, ele anda fodendo o teu cuzinho?”, eu disse, “me deixa, está? eu tenho namorado, eu tenho homem, e se você não me deixa eu vou contar para ele”.

Quando ouviu o que eu tinha dito, ele ficou furioso e aproximou-se de mim por trás, encostou-me contra uma bancada, e esmagando o corpo dele contra o meu ele soprou no meu ouvido, “está sentindo, menino, é o meu caralho roçando no teu cu”, e eu senti, colado no meu rabo, o volume de coisa grande, crescendo e ficando duro, “eu baixo as tuas calças e fodo o teu cu aqui mesmo à força”.

E ele começou, fazia o movimento de me estar fodendo, pressionando o meu corpo por baixo cada vez mais contra a parede, e depois continuou, “Jonas da receção disse que adora o teu cu quando passas, nós falámos no assunto, um cu bem redondo de menina vadia, ele também quer foder o teu cuzinho”, e aí eu comecei a imaginar como seria.

Eu pensei que se queria ter sossego, eu teria de fazer alguma coisa, e perguntei para ele, “mas o que tu estavas pensando?”, ele me libertou da pressão, “assim menino estou gostando mais, você tem de ser obediente”, nós estávamos sozinhos na cozinha, ainda era cedo e só estávamos preparando, “mete a mão nas minhas calças”, e sussurrou ao meu ouvido, “só para saberes o que te espera”.

Eu olhei para o lado, não estava ninguém vendo, e coloquei a minha mão por dentro e agarrei no caralho grosso dele, “está vendo, menino, achas que aguentas?”, comecei a puxar a pele para trás e para a frente, eu senti minha respiração a aumentar, o coração alterava no ritmo e eu disse rindo, “acho que aguento, sim”, e depois perguntei, “você está mesmo querendo foder meu cuzinho?”.

Ele respondeu, “eu e o Jonas, e não se cansa muito hoje, no fim do turno estamos te esperando”, e foi assim, o trabalho ia andando, o chef gritava pedidos e ele quando passava por mim, roçava o caralho no meu rabo, e dizia baixinho ao meu ouvido, “está quase chegando a tua hora, sua puta safada”.

Tínhamos acabado e quando o silêncio veio, “o Jonas está no armazém, vamos, menino, venha alimentar os seus donos”, eu conhecia o Jonas de passagem e ele tinha um ar bruto que me agradava ao mesmo tempo que metia medo, como aqueles seres incompletos que se bastam com o que têm e são.

Foi tudo muito depressa, de repente eu estava num lugar escuro com dois homens grandes todos nus a foder, e quando chupava o pau de um o outro enterrou o caralho no meu cu, e eu que estava habituado ao meu namorado, senti aquela vara grossa me penetrando, e foda-se!! comecei a gemer, “aihm, meu cu, me abres todo”.

O Jonas forçava a minha boca no pau enorme dele, “chupa ai sua puta, chupa no pau, vamos partir teu cuzinho todo”, no meu nariz o cheiro ácido de homem atinge o meu cérebro, o outro movia-se rápido, em ondas que vão e vêm, batia com força nas minhas nádegas, a enterrar o pau no meu anel enrugado, “ai foda-se! ai caralho meu cu, aihm que fodaaaaaa, me fode mais, me parte o cu todo”.


Eles mudaram de posição, um por baixo e o outro por cima, começaram a enterrar os paus no meu cu, eu me sentia duplamente penetrado, “aihm hummm aihmm caralho que loucura que foda boa”, eles iam dizendo, “esta puta submissa adora caralho grosso”, e não paravam um segundo, martelando o meu ânus com força.

Eu sabia que eles estavam quase no seu limite e eu também, o líquido branco escorria no meu caralho, estava me acariciando por baixo, quando eles começaram a tremer, um deles saiu a grunhir, largando jatos de porra para fora, enquanto Jonas continuou, encheu de porra o meu cu, que eu sentia no meu vale, escorrendo do ânus para fora.

O Jonas disse, “vem para cima de mim, enterra o teu cu no meu pau”, eu montei ele por cima, e deslizei no cuzinho o pau indo rápido e até ao fundo, e foda-se!!, fechei os olhos por um segundo, sentia o volume grosso no meu reto, e o anel enrugado tenso e apertado.

Comecei a descer e a subir por ele, até que o ouvi a gemer, ele estava-se a vir outra vez, ele bate forte e rápido por mais alguns minutos antes de terminar dentro de mim.

Ele dá mais um grunhido forte, puxa para fora o caralho e o esperma escorre pelas minhas nádegas abaixo, meto o caralho outra vez dentro, bato forte o cuzinho para cima e para baixo, ele geme mais um bocado, “ai foda-se! que foda menino, vou comer o teu cu todos os dias”.

Quando cheguei a casa o meu namorado esta à espera, ele disse, “porra, você hoje demorou muito, saiu tarde?”, eu disse que sim, tínhamos servido muitos jantares, “vou tomar um banho”, no banheiro eu vi o meu cuzinho ao espelho, e ele estava vermelho e ainda tinha porra brilhando.

E eu estava preocupado, o meu namorado aguardava na sala, esperando a altura para me dar uma foda, mas agora eu estava satisfeito e não podia contar nada, o que acontece na cozinha, fica na cozinha.

Não é um inimigo - Quinta Aula

22:05 0
Não é um inimigo - Quinta Aula


Não posso dizer que conhecesse bem o A., ele era um acontecimento mais ou menos recente na vida da minha mãe, mas a coisa parece que foi dando certo, eles foram ficando, ele sabia que ela era doida e depois, ele passava fora longas temporadas, e ela também não queria saber o que ele fazia.


Ele olhou para mim, “hei, cresceste, desde a última vez, quando é que isso foi?” e depois ele mesmo respondeu, “dois ou três anos, talvez”, abriu a porta do carro com a violência que lhe era natural e sentou-se à frente, “vamos amor estou com pressa”.

A minha mãe deu uma pequena gargalhada, era daquelas coisas íntimas que só eles sabiam, mas não era preciso ser esperto, “ele vinha com fome e queria foder”, e então parei a pensar um pouco como é que ele era, um homem grande daqueles com uma pequena barriga, mas com um ar bruto de quem não se sabe o que se espera.

Mas o mais forte no seu semblante, gravado na cara, nas rugas de meia-idade, eram as da experiência de que já vira tudo, nada o surpreendia, não tinha críticas, não impunha obrigações, e tudo aceitava como fazendo parte da vida.

Entrámos em casa e como já se esperava foram a correr para o quarto, eu ouvi eles a falarem, “mulher, o teu filho está cá, mas já sabes, eu gosto de foder a doer, ele não vai chorar se ouvir?”, a minha mãe riu-se, “querido, come-me a cona toda, o meu filho não se vai importar”, ele depois continuou, “o teu filho pareceu-me um pouco bicha, ou é impressão minha?”.

A minha mãe não quis responder, “deixa isso para depois, ele comigo vai perder esse hábito”, eu olhei pela porta do quarto, a minha mãe estava de costas a tirar o soutien, e ele já tirara a roupa, e depois vi, um caralho enorme, gordo e teso que ele segurava na mão, a afiar para baixo e para a ponta, até endurecer.

De onde eu estava conseguia ver tudo, sem que eles notassem a minha presença, a minha mãe parecia desesperada o que me fazia confusão, não queria preliminares nem nada, quando eu sabia que nos dias antes tudo o que fizera era foder, ela pôs-se de joelhos e quase gritava, baixou-se para baixo e com o rabo empinado, gritou, “anda amor fode o meu cu”.

Para mim não era surpresa, já tínhamos tido essa conversa, lembro-me dela dizer, “filho, eu sei que dá prazer levares no cu, eu também gosto de levar no cu, mas também gosto de levar na cona, querido”, eu dizia, “sim, mas tu és mulher, eu gosto de me sentir submisso, não é só levar no cu, eu gosto que um homem me domine e me foda o cu tudo”.

Mas ela não conseguia compreender, o A. aproximou-se dela por trás, a minha mãe facilitou-lhe a abertura do ânus com as mãos e ele entrou, apontou o caralho grosso para o anel apertado e entrou duro até ao fim, ela gemeu, “ai querido aihm foda-se ai meu cu entra amor é todo teu”.


O A. começou a bater com força e eu vi o pau nervoso a abrir caminho no meio das nádegas da minha mãe, ela gemia cada vez mais e ele acelerava, ele começou a estremecer e eu percebia que ele tinha-se vindo e o pau ainda rijo saiu do cu da minha mãe, a largar leite em golfadas que escorriam pelo cu.

Uns minutos depois, talvez mais, o A. apareceu no meu quarto, para onde eu já tinha fugido, ele disse num sussurro, “fala baixo, a tua mãe adormeceu”, depois ele continuou, “gostaste?”, eu perguntei, “se gostei? Do quê?”, ele meneou a cabeça e sentou-se na minha cama, “eu sei que estavas a ver e a ouvir eu a comer o cu da tua mãe”.

Eu perguntei, “sim, mas o que queres dizer com se eu gostei ou não?”, ele riu-se e aproximou a boca do meu ouvido, “ela disse que também gostas de levar no cuzinho”, depois abriu as pernas do roupão e eu vi de novo e perto, o caralho enorme ainda meio teso, “foi com este que fodi o cu da tua mãe, eu sei que gostaste de ver”, e agarrou no pau a afiar, recolhia o prepúcio para trás a mostrar a cabeça roxa.

E depois ele continuou, “eu conheço a tua mãe, ela vai fazer de tudo para deixares de gostar de levar no cu, se for preciso até dá uma foda contigo, mas eu sei que ela não vai conseguir”, ele olhou para mim quase a perguntar, “eu vejo pela tua cara que estás a ver o meu pau e estás a salivar, querias que eu o enterrasse no teu cu?”.

A minha respiração estava muito forte, a ideia de me submeter àquele homem era muito forte, pensava que gostava de me ajoelhar e empinar o rabo, e sentir aquele caralho grosso a entrar, a abrir e a apertar-me o ânus e depois a penetrar forte até se vir, depois ele falou, “mas hoje não, ela não ia perdoar-me, quando estivermos sozinhos eu como o teu cu”, eu olhei para ele, “se quiseres, claro?”, eu abanei a cabeça a dizer que sim, “um dia ….”, e depois ele continuou, “não fiques surpreendido, quando estou fora cuzinho de homem é a maioria do meu alimento.”.

Depois, levantou-se e saiu, ao longe ouvi a voz da minha mãe, “onde estiveste? Anda amor, fode mais o meu cuzinho”.


Patrão e Capataz - Desaparecidos #2

21:10 0
Patrão e Capataz - Desaparecidos #2


A propriedade não crescera e eu é que ficara mais velho e a minha mulher a dada altura começou a dizer, ou melhor, a exigir, que era altura de arranjar um capataz, alguém que ajudasse a administrar e a fazer as coisas por ali porque as minhas forças estavam a acabar.

Eu disse à minha mulher, “muito bem mete o anúncio, vamos ver o que conseguimos arranjar”, ela ficou excitada, eu nem sei bem porquê, talvez a ideia de ter um homem mais novo em casa, porque eu já vira, desde que eu adoecera, ela desaparecia um bocado.

Apareceu um rapaz novo e eu ainda perguntei, “então? e experiência? Tem alguma?”, ele olhou para mim, “experiência, experiência, tenho nenhuma, mas eu tenho muita vontade”, a minha mulher já não via nada, ela só dizia, “contrata, contrata”, eu respondia, “mas mulher, ele não sabe nada”.

Eu fui atrás da minha mulher, com os meus problemas de locomoção tão difíceis, e eu insistia, “mas querida, é um rapaz muito jovem, ele não vai aguentar”, mas a decisão estava tomada e eu só ouvi um enigmático, “não te preocupes, eu ensino-lhe tudo, precisamos de alguém que se consiga mexer”.

O rapaz realmente era muito bonito, tinha até um riso engraçado, mas fazia-me confusão ter aparecido, e eu perguntei, “mas o que procuras neste trabalho?”, ele olhou para mim pensativo, talvez tivesse medo da resposta, “o emprego tem condições, e eu queria trazer a minha mulher”, eu ouvi a palavra mulher e ocorreu-me pensar, “foda-se!! a minha mulher não vai gostar”.

Eu não tinha ilusões com a minha mulher, desde que tivera o acidente as minhas pernas funcionavam, mas era tudo devagar, e depois, entre nós sempre houve alguma liberdade, aceitávamos umas traiçõezinhas sabendo que aconteciam e agora talvez o capataz fosse para preencher um vazio.

Quando a minha mulher viu instalar-se na casa de serviço, o capataz mais a mulher, ela perguntou, “foda-se!! mas o que é aquilo? Eu pensava que era só ele”, eu pensei, “pois, querias ir fazer umas visitas a meio da noite”, mas abri a boca e falei, “eu autorizei querida precisamos de gente por aqui, e ela é mesmo bonita, pode dar-me uma grande ajuda”.

A minha mulher saiu furiosa, “ele tem mulher, não sei se serve”, e eu pensei, “mas qual é o problema? Eu também tenho”, e nos dias seguintes quando estivemos juntos, num pequeno lanche de campo, enquanto a minha mulher ocupava a atenção do capataz, eu chamei a mulher dele e perguntei, “então minha querida está a ambientar-se? estamos no campo, isto por aqui é aborrecido”.

Ela sorriu com um sorriso a dar-me razão e disse, “não sei se vou aguentar? falta tanta coisa, alguma distração, estamos aqui há uma semana e ainda não fiz nada”, eu olhei para os lados para ninguém ouvir, “a menina tem uma cara de marota”, ela sorriu outra vez, “marota, eu, como?”, eu continuei, “não sei, parece-me tão excitante”, e olhei para ela, o vestido de verão, as pernas todas à mostra, os bicos das mamas espetados, e imaginei a roupa por baixo, pensei, “só tem umas cuequinhas”.

Naquele momento eu senti uma excitação forte e o meu volume entre as pernas aumentou consideravelmente, ela bateu as pestanas com força, “acha-me mesmo excitante? e porquê?”, eu continuei, “não quero que a minha querida pense mal deste velho”, ela gracejou, “para mim não é velho, eu até gosto de homens mais velhos, o meu marido é tão jovem, e às vezes tão teimoso”.

Eu via ali uma oportunidade, “é exatamente o que eu digo à minha mulher”, ela perguntou curiosa, “o quê?”, eu prossegui e ri-me, “que eu até gosto de mulheres mais novas”, rimos juntos, olhávamos para a minha mulher e o marido dela, havia ali uma certa tensão, a minha mulher gesticulava e mexia-se, a querer passar-se por menina, e ela perguntou novamente, “o senhor disse que eu o excitava?”.

Eu virei a cara, “o que eu disse minha querida é que a natureza e o campo a excitava, fazia de si uma mulher com mais desejos, e isso excita-me a mim muito, e sexualmente”, eu pedi-lhe com os olhos para olhar para o meu pau inchado, e continuei, “é como se a minha querida quisesse soltar-se, correr por aí nua, deitar-se na relva dos campos, ao sol, beijando-lhe os seios ..”.

Ela ficou algum tempo a mirar a minha cara e o meu corpo de velho aprisionado, e ela disse, “ufa, agora fiquei sem respiração”, eu sorri e ela passou a mão entre as minhas pernas, apalpou o meu pau teso e insistiu, “o meu marido tem estado a trabalhar e acho que com o senhor eu não vou ficar aborrecida”.

Olhámos outra vez para a minha mulher e o marido dela, e ela disse, “a sua mulher liga muitas vezes para o meu marido”, eu perguntei, “liga? Como assim?”, ela respondeu, “ela pede-lhe coisas para ele fazer”, eu queria saber, “pede? ela não me disse nada”, a rapariga riu, “não sei se são coisas que ela devesse dizer-lhe”.

Depois aguardei que ela continuasse, “da última vez ela pediu para ele ir ter com ela às boxes dos cavalos”, e eu perguntei, “e que ela queria nas boxes?”, a rapariga esboçou um gesto na boca e sussurrou ao meu ouvido, “posso dizer?”, eu abanei com a cabeça, “a sua mulher queria caralho, queria que o meu marido a fodesse, ele contou que ela se baixou de propósito e não tinha cuecas”.


Quando ela disse aquilo do marido dela e da minha mulher, isso excitou-me, “e o teu marido contou-te isso? não ficaste incomodada?”, ela respondeu, “contou, incomodada não, nós achámos graça, eu disse ao meu marido que só fodia a sua mulher depois de lhe pedir permissão”, eu dei um estalido nos lábios, “acho que vou dar permissão, mas primeiro gostava de ver uma coisa”.

Acho que ela ficou curiosa e à espera de surpresa, “sabes querida eu não estou incapacitado, mas não tenho aquela agilidade que tinha, sabes do que eu gostava era de ver-te a foder com o teu marido”, ela deu uma pequena gargalhada, “com o meu marido? mas isso não tem graça nenhuma!”, mas eu insisti, “adorava ver-vos a foder, podíamos ir para o campo, mas só nós os três, a minha mulher fica em casa”.

Ela disse que ia combinar com o marido, e no dia seguinte o capataz ligou-me, “patrão, eu e a minha mulher vamos ver como está o pasto, a minha mulher disse que queria ir”, e sai a correr meio agarrado à bengala, entrei no carro que me veio buscar e desapareci com eles.

Entrámos num emaranhado de arbustos e ela olhou para o marido, depois para mim, "como é que gosta?", eu respondi, "como quiseres querida chupa o caralho do meu capataz", eu sorri e prossegui, "e depois quero ver ele a foder-te por trás", e depois olhei para ele, "quero que a faças gemer".

Há noite e umas quantas tardes e noites depois dessas, a minha mulher perguntou-se, “foda-se não sei porque contrataste este capataz, eu peço-lhe coisas e ele nunca está, ligo lá para a casa e a mulher dele não atende, ligo para ti e depois é a mesma coisa, desapareceram todos”.

Golpe decisivo da minha mulher

21:36 0
Golpe decisivo da minha mulher

թ
Ainda estou a processar na minha cabeça a crise de ciúmes que tive quando ontem à noite no bar noturno eu explodi por causa daquela puta, a ex-mulher do meu marido, ela estava a oferecer-se a ele à minha frente como se eu não valesse nada, ela punha-lhe as mãos nas pernas, muito perto do caralho e depois dava uns risinhos forçados.

Quando ela se foi embora, eu disse ao meu marido, “foda-se!! deixas essa puta quase pôr a mão no teu caralho, que eu saiba eu é que sou a tua mulher”, e ele respondia, “não sejas assim, não sejas tão quadrada, ela gosta de ser assim”, eu olhei para o meu marido, “ser assim? como assim?”, o meu marido encolheu os ombros, “ela gosta de flertar, sabes, ela gosta de brincar”.

Eu estava furiosa, olhei lá para o fundo e vi a gaja a encostar-se a outro gajo, “ela é, é uma puta, quando estava casada contigo fodia com outros homens e tu eras um corno”, ele continuava a encolher os ombros a dizer que eu era antiquada, e eu cada vez mais furiosa, levantei-me para sair para a rua e apanhar ar.

Não quis saber se o meu marido veio atrás de mim ou não, eu estava a fumar um cigarro a apreciar uma brisa ligeira que tocava no meu corpo como plumas longas enchendo o meu vestido de ar fresco como uma vela e a lembrar-me que não tinha nada por baixo.

Acho que sorri por pensar que se me desse a um homem naquele momento ele não teria qualquer trabalho, era só levantar o vestido um pouco e eu ali estava pronta para tudo, era encostar-me numa parede ou num muro e foder-me mesmo ali, em pé ou assentada, com um caralho bem teso, eu agarrada ao pescoço e ele a penetrar-me a cona.

Andei um pouco mais para a frente pelo meio de um arvoredo quando apareceu um homem, foi tão repentino que me assustei, senti um arrepio de medo e excitação quando o vi mais de perto, apenas com uma pequena luz que vencia o escuro, mas suficiente para perceber que era um homem tranquilo.

Eu disse, “assustou-me”, ele riu-se, “peço desculpa, não era minha intenção”, depois deixou passar uns segundos, “eu reparei em si, é tão bonita …”, ele olhou melhor para o meu corpo, eu senti que os meus mamilos estavam espetados, e ele disse, “e muito apetitosa também”.

Eu olhei para ele quase como se estivesse a classificá-lo e pensei, “É um touro, meu deus, deve ter um caralho tão bom, eu dava-lhe a minha cona aqui mesmo”, depois olhei para a zana do bar, um pouco cá para fora e reparei que o meu marido olhava e, não sei como, a minha fúria regressou com toda a força.

O homem parecia aguardar uma resposta, e eu perguntei, “apetitosa como? apetitosa de saborear ou de comer mesmo?”, ele sorriu e deu um passo à frente o suficiente para eu sentir nas minhas narinas um cheiro misto de perfume hormonas e sexo, “as duas coisas, para comer com prazer gosto de saborear primeiro com gosto, e você .. é tão … tão boa .. deve ser um prazer enorme ..”.

O meu marido estava suficientemente perto para ouvir a nossa conversa e naquela altura não queria saber se o incomodava ou não, e quando o homem aproximou a mão da minha cintura, eu não fiz nada, ou melhor fiz, eu correspondi, toquei-lhe no braço e avancei um pouco e eu senti e ele sentiu, eu queria ser fodida ali mesmo com o meu marido a ver.

O touro encostou o corpo dele ao meu, a minha mão desceu por ali baixo e apertei o pau rijo que eu sentira encostado nas minhas ancas ainda preso nas calças de linho, e a mão dele subiu pelo meu rabo, subindo o vestido para cima, e ele disse ao meu ouvido, “que maravilha … és um tesão de mulher”.

Eu deixei-me conduzir para uma árvore e quando toquei no caralho percebi que ele estava nu por baixo, eu disse-lhe ao ouvido, “fode-me toda que estou a ferver”, ele apertou-me ainda com mais força e foi quando eu senti o pau grosso a entrar na minha cona, e foda-se! fechei os olhos, foi um segundo de prazer imenso, abri de novo depois e lá estava o meu marido a ver.

Eu não conseguia, nem queria parar, eu abri-me toda, pendurei-me no pescoço do touro e ele começou a mover, acelerava cada vez mais, a entrar e a sair, eu lembro-me de gemer, “ai foda-se! que foda, ai caralho, humm, aiihm, caralho, come-me toda”, o meu marido estava na sombra da noite, ele não reagia e eu não me importava, fechei os olhos a gozar aquele caralho na minha cona.

Eu sentia que o limite se aproximava, agarrei nas nádegas do touro a fazer mais pressão para entrar para dentro, ele levantou-me uma perna e deu mais umas bombadas fortes e senti que estávamos a ter um orgasmo, eu gemi, “aí caralho que foda tão boa”, e eu sei que o meu marido ouviu.

Um pouco depois entrei no bar à procura do meu marido e como não estava, eu fui encontrá-lo à minha espera no carro, entrei e sentei-me no lugar e ficámos ali parados, eu disse, “eu sei que viste tudo, estavas a dizer que eu era quadrada e acho que perdi a cabeça”, ele manteve o silêncio um pouco e depois perguntou, “gostaste? ele tinha um grande pau”.

A pergunta do meu marido parece que renovou o meu tesão, fechei as pernas com força para não ficar ainda mais excitada, e respondi, “eu gostei amor, mas foi só uma foda, não quer dizer nada”, e ele continuou, “ele comeu-te bem a cona, eu vi, deixou-te esgotada”.


Eu sentia nesta conversa a formação de um vento quente que atacava as minhas pernas, subia até ao meio da minha vagina, e depois continuava nas minhas mamas e acabava na minha boca, “foi uma boa foda querido, o dele era caralho é bem grosso, amor”.

O meu marido virou a cara para mim, “deixa-me cheirar-te”, e antes mesmo de eu responder, ele baixou-se entre as minhas pernas, “puxa o vestido para cima querida”, eu ajeitei o corpo para os lados, “abre as pernas amor”, eu abri as pernas, “foda-se amor cheiras a caralho, estás toda molhada de porra”, o nariz a cara a boca do meu marido estavam mergulhados na minha cona.

Ele levantou a cabeça e pôs o carro em movimento, “não nego, também gostei … “, eu perguntei, “gostaste?”, ele continuou, “ver a minha mulher a satisfazer-se como uma leoa, gostei sim”, chegámos a casa e foi quando eu disse, “eu também, eu posso comer mais touros, mas é nas minhas condições”.

Estávamos na cama deitados, “eu escolho os touros”, o meu marido disse, “ok, mas eu estou sempre presente”, eu disse que sim, uns dias depois combinámos com um macho negro para ir a nossa casa, não era um amigo, só alguém que eu tinha conhecido, bebemos café e um drink, e houve uma química imediata.

O meu marido assistiu a tudo, no fim eu dei-lhe um beijo, ele não se importou, viu-me ajoelhar e chupar avidamente o pau preto, e depois de dar a cona a virar o rabo e levar no cuzinho, no fim quando o touro se estava a vir, ele chamou-me de puta e disse para eu abrir a boca e mandou jatos de leite para a minha língua, e depois disse, “dá um beijo grande no corno do teu marido para ele perceber quem manda”.

O meu marido beijou-me com prazer de estar a saborear o gosto do pau preto e a dizer que queria mais ..