Patrão e Capataz - Desaparecidos #2 - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Patrão e Capataz - Desaparecidos #2


A propriedade não crescera e eu é que ficara mais velho e a minha mulher a dada altura começou a dizer, ou melhor, a exigir, que era altura de arranjar um capataz, alguém que ajudasse a administrar e a fazer as coisas por ali porque as minhas forças estavam a acabar.


Eu disse à minha mulher, “muito bem mete o anúncio, vamos ver o que conseguimos arranjar”, ela ficou excitada, eu nem sei bem porquê, talvez a ideia de ter um homem mais novo em casa, porque eu já vira, desde que eu adoecera, ela desaparecia um bocado.

Apareceu um rapaz novo e eu ainda perguntei, “então? e experiência? Tem alguma?”, ele olhou para mim, “experiência, experiência, tenho nenhuma, mas eu tenho muita vontade”, a minha mulher já não via nada, ela só dizia, “contrata, contrata”, eu respondia, “mas mulher, ele não sabe nada”.

Eu fui atrás da minha mulher, com os meus problemas de locomoção tão difíceis, e eu insistia, “mas querida, é um rapaz muito jovem, ele não vai aguentar”, mas a decisão estava tomada e eu só ouvi um enigmático, “não te preocupes, eu ensino-lhe tudo, precisamos de alguém que se consiga mexer”.

O rapaz realmente era muito bonito, tinha até um riso engraçado, mas fazia-me confusão ter aparecido, e eu perguntei, “mas o que procuras neste trabalho?”, ele olhou para mim pensativo, talvez tivesse medo da resposta, “o emprego tem condições, e eu queria trazer a minha mulher”, eu ouvi a palavra mulher e ocorreu-me pensar, “foda-se!! a minha mulher não vai gostar”.

Eu não tinha ilusões com a minha mulher, desde que tivera o acidente as minhas pernas funcionavam, mas era tudo devagar, e depois, entre nós sempre houve alguma liberdade, aceitávamos umas traiçõezinhas sabendo que aconteciam e agora talvez o capataz fosse para preencher um vazio.

Quando a minha mulher viu instalar-se na casa de serviço, o capataz mais a mulher, ela perguntou, “foda-se!! mas o que é aquilo? Eu pensava que era só ele”, eu pensei, “pois, querias ir fazer umas visitas a meio da noite”, mas abri a boca e falei, “eu autorizei querida precisamos de gente por aqui, e ela é mesmo bonita, pode dar-me uma grande ajuda”.

A minha mulher saiu furiosa, “ele tem mulher, não sei se serve”, e eu pensei, “mas qual é o problema? Eu também tenho”, e nos dias seguintes quando estivemos juntos, num pequeno lanche de campo, enquanto a minha mulher ocupava a atenção do capataz, eu chamei a mulher dele e perguntei, “então minha querida está a ambientar-se? estamos no campo, isto por aqui é aborrecido”.

Ela sorriu com um sorriso a dar-me razão e disse, “não sei se vou aguentar? falta tanta coisa, alguma distração, estamos aqui há uma semana e ainda não fiz nada”, eu olhei para os lados para ninguém ouvir, “a menina tem uma cara de marota”, ela sorriu outra vez, “marota, eu, como?”, eu continuei, “não sei, parece-me tão excitante”, e olhei para ela, o vestido de verão, as pernas todas à mostra, os bicos das mamas espetados, e imaginei a roupa por baixo, pensei, “só tem umas cuequinhas”.

Naquele momento eu senti uma excitação forte e o meu volume entre as pernas aumentou consideravelmente, ela bateu as pestanas com força, “acha-me mesmo excitante? e porquê?”, eu continuei, “não quero que a minha querida pense mal deste velho”, ela gracejou, “para mim não é velho, eu até gosto de homens mais velhos, o meu marido é tão jovem, e às vezes tão teimoso”.

Eu via ali uma oportunidade, “é exatamente o que eu digo à minha mulher”, ela perguntou curiosa, “o quê?”, eu prossegui e ri-me, “que eu até gosto de mulheres mais novas”, rimos juntos, olhávamos para a minha mulher e o marido dela, havia ali uma certa tensão, a minha mulher gesticulava e mexia-se, a querer passar-se por menina, e ela perguntou novamente, “o senhor disse que eu o excitava?”.

Eu virei a cara, “o que eu disse minha querida é que a natureza e o campo a excitava, fazia de si uma mulher com mais desejos, e isso excita-me a mim muito, e sexualmente”, eu pedi-lhe com os olhos para olhar para o meu pau inchado, e continuei, “é como se a minha querida quisesse soltar-se, correr por aí nua, deitar-se na relva dos campos, ao sol, beijando-lhe os seios ..”.

Ela ficou algum tempo a mirar a minha cara e o meu corpo de velho aprisionado, e ela disse, “ufa, agora fiquei sem respiração”, eu sorri e ela passou a mão entre as minhas pernas, apalpou o meu pau teso e insistiu, “o meu marido tem estado a trabalhar e acho que com o senhor eu não vou ficar aborrecida”.

Olhámos outra vez para a minha mulher e o marido dela, e ela disse, “a sua mulher liga muitas vezes para o meu marido”, eu perguntei, “liga? Como assim?”, ela respondeu, “ela pede-lhe coisas para ele fazer”, eu queria saber, “pede? ela não me disse nada”, a rapariga riu, “não sei se são coisas que ela devesse dizer-lhe”.

Depois aguardei que ela continuasse, “da última vez ela pediu para ele ir ter com ela às boxes dos cavalos”, e eu perguntei, “e que ela queria nas boxes?”, a rapariga esboçou um gesto na boca e sussurrou ao meu ouvido, “posso dizer?”, eu abanei com a cabeça, “a sua mulher queria caralho, queria que o meu marido a fodesse, ele contou que ela se baixou de propósito e não tinha cuecas”.


Quando ela disse aquilo do marido dela e da minha mulher, isso excitou-me, “e o teu marido contou-te isso? não ficaste incomodada?”, ela respondeu, “contou, incomodada não, nós achámos graça, eu disse ao meu marido que só fodia a sua mulher depois de lhe pedir permissão”, eu dei um estalido nos lábios, “acho que vou dar permissão, mas primeiro gostava de ver uma coisa”.

Acho que ela ficou curiosa e à espera de surpresa, “sabes querida eu não estou incapacitado, mas não tenho aquela agilidade que tinha, sabes do que eu gostava era de ver-te a foder com o teu marido”, ela deu uma pequena gargalhada, “com o meu marido? mas isso não tem graça nenhuma!”, mas eu insisti, “adorava ver-vos a foder, podíamos ir para o campo, mas só nós os três, a minha mulher fica em casa”.

Ela disse que ia combinar com o marido, e no dia seguinte o capataz ligou-me, “patrão, eu e a minha mulher vamos ver como está o pasto, a minha mulher disse que queria ir”, e sai a correr meio agarrado à bengala, entrei no carro que me veio buscar e desapareci com eles.

Entrámos num emaranhado de arbustos e ela olhou para o marido, depois para mim, "como é que gosta?", eu respondi, "como quiseres querida chupa o caralho do meu capataz", eu sorri e prossegui, "e depois quero ver ele a foder-te por trás", e depois olhei para ele, "quero que a faças gemer".

Há noite e umas quantas tardes e noites depois dessas, a minha mulher perguntou-se, “foda-se não sei porque contrataste este capataz, eu peço-lhe coisas e ele nunca está, ligo lá para a casa e a mulher dele não atende, ligo para ti e depois é a mesma coisa, desapareceram todos”.

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