BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Emprego
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Trabalhador de sexo retirado

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Trabalhador de sexo retirado

Era tarde na esplanada, anotava algumas tarefas num bloco, entre um café e um cigarro, um dos momentos mais sagrados do dia, o da manhã e o de agora, eram horas de deuses e de silêncios, que tinham encontro marcado comigo. 



“Ouvi risos”, rodei e levantei a cabeça, e o que vejo? três rapazes ali bem perto, trocavam gracejos do meu espanto, até que percebi que “era comigo”, eu levantei também a voz, “há algum problema?”, e ouço “não, não há, sua bicha do caralho”. 

Olhei melhor para eles, e não era difícil de perceber que se metiam comigo por, sendo homem, gostar de ter sexo com outros homens, e talvez até eles sabendo que vivi muitos anos por aqui a fazer dinheiro dando o cu e o caralho. 

Agora, digamos, que estou reformado, nos últimos vinte dos meus quarenta anos consegui fazer dinheiro suficiente para viver os próximos vinte a ter só sexo por amor, não implicando deixar de ser quem sou, ser homem sentindo-me mulher. 

Na rua gosto de ver em mim um toque marcado de elegância, uma espécie de Coco Chanel, sendo ela mulher gostava de marcar o poder dos homens, o fato, as calças típicas, os chapéus, permitem-me passar discreta entre as trevas da ignorância sem deixar de me sentir mulher. 

Em casa, eu parto a loiça, é o meu mundo reservado, gosto de lingerie exuberante, vestidos finos e bem curtos, e maquilhagem muito suave, cabelos compridos e pestanas, não tenho, porém, o que procuro, um homem que me ame. 

Mas não é uma falta que não entenda, em todos estes anos os homens que recebi em minha casa, e que vivem e se apresentam como homens, queriam sempre a mesma coisa, a maioria das vezes o meu caralho, alguns raros o meu cu, e nenhum a minha companhia, por isso o dinheiro que recebia sempre foi muito bem ganho. 

Eu voltei a olhar para os três rapazes e entre o ruido de frases como “comias o cu dele? se calhar queres comer o cu dele? vai lá perguntar”, eu reparei que um deles já eu conhecia, e nem sequer era aquele com ar mais frágil na aparência, digamos que era o do meio. 

Um dia, penso eu que ele devia ter visto o meu anúncio no jornal, ele ligou-me para o meu número de contacto a perguntar se podia subir a minha casa, eu disse que sim e o preço, e quando ele chegou, ele entrou e tremia como folhas ao vento, e eu percebi que para ele era uma experiência. 

Fomos para o quarto, eu disse-lhe para se despir, e quando cheguei nu de saltos altos e ligas pretas, ele olhou para o meu caralho, ainda tombado e indolente, e balbuciou algumas palavras, “eu não sei se devia ter vindo?”, e eu perguntei, “mas então porque viestes?”, ele encolheu os ombros, e disse, “não sei, acho que queria saber como era”. 

Eu pus a mão no caralho dele, ainda murcho e encolhido, senti calor naquele corpo, e enquanto o acariciava, eu continuei, “sim, mas o que é que achas que é, o que queres saber?”, eu encostei-me para trás para que ele apreciasse o meu corpo por completo, o meu pau já meio teso, e ele respondeu, “não sei, diz-me tu”. 

Eu olhei para ele com um sorriso, ele é um rapaz bonito, o normal para a idade em peso e altura, tem uns olhos profundos, um sorriso maroto inteligente, e eu perguntei, “já alguma vez chupaste um pau?”, ele numa voz débil disse que não, “já alguma vez apanhaste no cu?”, e eu ouço “não”, e continuei, “e cu? já alguma vez comeste algum?”, “não”. 

Eu fiquei uns segundos em silêncio, eu tinha o meu caralho teso, e com ele a atenção dele, e perguntei, “gostas do meu caralho?”, ele respondeu, “é grande, eu achava que os travestis tinham um caralho pequeno”, eu ri da ingenuidade dele e disse, “acho que somos como todos, uns maiores, outros mais pequenos.” 

Mas eu continuei a insistir, “mas gostas do meu caralho? se calhar é isso que querias saber”, ele interrompeu-me, “saber o quê?”, eu continuei, “saber se gostavas de chupar o meu caralho e se gostavas de levar no cu!”, enquanto ele ficou à procura de uma resposta, eu prossegui, “queres que eu foda o teu cuzinho?”. 

Eu puxei a mão dele para o meu pau, o contacto da pele dele com a minha era também uma experiência duradora, ele começou a apalpar-me às apalpadelas, como se o meu caralho fosse um brinquedo novo à espera de ser descoberto, a minha mão percorreu-lhe as costas, voou como brisa pelas nádegas e parou no ânus de tão apertado. 

Os meus dedos giravam naquele círculo mágico, e eu insisti, “ainda não respondeste, eu gostava muito de foder o teu cuzinho”, ele sorriu amarelo, “eu pago e ainda fodes o meu cu”, eu ri-me mais uma vez, “só te dou o que tu queres”, eu apontei o caralho para a boca dele e disse, “chupa vais gostar do meu sabor salgado”, e ele gentilmente debruçou-se e engoliu-o para dentro. 

Eu fechei um pouco os olhos e disse, “deixa-te ir querido chupa isso lambe”, naquele momento ele não me ouvia, eu não sei se a tarefa era nova, mas havia uma experiência, um desejo intenso de querer, a língua dele os lábios percorriam o meu caralho todo, enquanto a minha mão brincava com o ânus. 

Passou um momento, eu puxei-o para mim, e disse, “deixa querido deixa gozar no teu cuzinho”, eu virei-o de costas, e montei-me em cima dele, eu percebi que ele esperava, o ânus tremente pedia um caralho, eu aconcheguei a cabeça do pénis nas nádegas, e entrei um pouco, as mãos dele bateram com força, “ai ai não ai devagar aihmm”, eu sussurrei compreendendo, “eu sei querido dói ao principio mais um bocado”, e fui carregando centímetro a centímetro. 

Eu senti que o tinha metido todo dentro do cu, mas esperei a aguardar que a dor o abandonasse pelo prazer, “já está querido espera um pouco já o tens todo no cuzinho”, eu debrucei-me sobre ele e vi que os olhos estavam vítreos de humidade e intenção, ele queria agora que eu fodesse o cu. 

Todo o meu corpo se colou ao dele como se fossemos um só, as minhas nádegas entraram em movimento, e por longo tempo de que nos esquecemos, penetrei aquele rabo, ele colocou os braços de bruços, a boca e os lábios estavam molhados, o rabo empinado, e eu ouvia, “foda-se aihm humm fode o meu cuzinho”. 

Eu fui perto dos ouvidos dele e disse, “acaricia-te querido”, ele começou a bater uma punheta, e eu percebi que, não servindo o meu negócio o meu prazer, naquele momento não aguentei e ejaculei ao mesmo tempo que ele. 

Depois de me lembrar desse momento, eu olhei de novo para os rapazes e eu olhei para o meu amigo e ele olhou para mim, desviando os olhos comprometido.

Resultados? Vagina elástica!!

16:49 0
Resultados? Vagina elástica!!


Porra!! que estou mesmo exausto. Foda-se!!! Caralho!! trinta minutos sempre a bombar, desde que me dediquei por completo ao meu novo modelo Masters A330yii, que me sinto um homem novo.


Foram trinta anos, trinta anos, caralho!! de disfunção erétil, de ejaculação precoce, de encolhimento, de muitas merdas nos colhões, para agora estar a funcionar por completo.

A minha mulher não quer saber, ela agora apanhou a mania de ler as histórias da Elsee Noor, mete aquela merda na TV, umas vezes ela ri-se, outras vezes, vejo-a a tremer, diz ela que fica excitada, com tanto tesão a ver, não consigo perceber.

E enquanto ela está a ler as histórias eróticas da Elsee Noor, estou eu ali agarrado, a foder a minha vagina de borracha, a modelo Masters A330yii, foda-se que é maravilhoso.

Ou melhor maravilhosa, é que aquilo não é só uma cona, é uma máquina de treino, foda-se que faz bem à saúde, agarro-me àquela merda, e foda-se!! que suo, mexo os músculos todos, é menos colesterol e peso, sempre a espetar com força, e porra!! quando comecei eram só dois minutos.

Agora não, agora já consigo foder a minha cona de borracha quase trinta minutos seguidos, ela não reclama, nem a minha mulher que está entretida, a ler as confissões eróticas da Elsee Noor.

No outro dia, um colega meu do escritório que é preto, uma aberração da natureza, não por ser preto, mas por ser preto com um caralho pequeno, olhou para mim e disse, “foda-se!! o que é que se passa contigo? tu estás mais vigoroso, perdeste a barriga antiga, muito mais confiante, enérgico e elástico”.

E foda-se!! quando ele disse as palavras enérgico e elástico, eu tive de contar tudo, que agora tinha a minha cona de borracha, a Masters A330yii, que aquilo era um sucesso, fazia um aquecimento em 10 minutos, depois mais uns alongamentos, e porra!! a seguir era só foder durante trinta minutos.

E ele perguntou logo, “e foda-se!! para o meu caso? essa merda é um aparelho médico, será que dá também para caralhos pequenos?”, e foda-se!! eu já tinha algum conhecimento, e aconselhei-lhe a Masters A320haz, um modelo mais antigo, que é só de mamas, mas que funciona muito bem, no infortúnio do meu amigo.

E acertei mesmo, no dia seguinte, ele disse que já tinha o modelo de mamas Masters A320haz, e já estava a treinar, que era só o começo, mas que a coisa escorregava tão bem que acreditava que ia ter resultados.

Aí eu tive que refrear-lhe as expetativas, eu disse, “eh foda-se!! tem paciência que isto demora, uma coisa é ter um caralho pequeno, outra diferente, é aquele que não se levanta”.

Mas porra!! ele está confiante, que num só dia cresceu meio centímetro, não sou eu que vou dar cabo de sonhos, por estes gajos que sonham, às vezes vêm coisas que não existem.

Eu ainda não tinha contado nada ao meu amigo, e disse, ”eu estou há três meses pelo menos a treinar, e é todos os dias com muita esperança, e até a minha filha que me viu a exercitar, percebeu logo, pelo tamanho, que alguma coisa estava a mudar”.

Ele pareceu espantado por eu falar na minha filha, e disse, “foda-se!! a tua filha? viu-te a foder a cona de borracha, a Masters A330yii?”, e eu respondi, “foda-se!! não há problema, ela dá-me algum estímulo, ela incita-me a continuar, compreendes? estou a pensar bater o meu record, e foder a Masters A330yii durante mais de 40 minutos”.

O meu amigo preto estava atónito, e no meio disso com alguma inveja, esta gente de caralho pequeno!! não têm confiança em nada!!, e então ele perguntou, “foda-se!! quarenta minutos? a foder uma cona de borracha? será que isso é humanamente possível? mesmo com o estímulo da tua filha?”.

Eu tive de contar que a minha filha e a minha mulher deitam-se na cama juntas a ler os contos eróticos da Elsee Noor, ou é no tablet, ou no caralho da TV, até altas horas da noite, aquilo incomoda um bocado, e desconcentra-me do exercício, mas eu ali ao lado, vou fodendo a Masters A330yii até onde posso, que elas não ligam.

Depois eu continuei, “a minha mulher, como sabes, não quer saber de nada, ou melhor, não queria, nos longos anos que passei a pão e água ela dizia que batia, batia, e batia, a punheta, e que ficava cansada, porque o meu caralho não reagia a nada”.

Fui contando então que a minha mulher agora diz “ele estava morto e ao terceiro dia ressuscitou”, e por isso está contente com o meu esforço com a Masters A330yii, embora diz ela, que eu abano demais a cama, e isso não ajuda à leitura que tanto aprecia.

O meu amigo então disse, “foda-se!! apesar de tudo, tens a tua filha, eu não tenho nada, com um caralho destes, e ainda por cima preto, nem mulher, nem esperança de mulher, porque se elas vêm isto, quando esperam por uma coisa grande, eh porra!! fico mal visto”.

Eu bati-lhe nos ombros, com um toque afetuoso, “tens de continuar, disseram-me que a Masters de mamas A320haz, faz maravilhas, é preciso é persistência, um dia destes, em vez dos 10 centímetros, não sei onde vais parar”.

Ele depois perguntou, “a tua mulher já vi que não dá, mas a tua filha dá-te algum apoio? a puxar por ti ainda mais, quero dizer?”, eu respondi, “muito apoio, amigo, muito apoio, às vezes a mãe está lá nas leituras, e a minha filha vem ter comigo, e puxa muito por mim, ela sabe que os exercícios exigem muito”.

Ele parecia não estar a compreender, “foda-se!! mas que exercícios?”, eu continuei, “vais dizer que achas pouco eu estar quase uma hora a espetar o pau na minha Masters A330yii? é que não é só cona!! a minha Masters também tem cu, e a minha filha costuma gritar, pai, agora cu, agora cu, e porra!! e eu tenho de corresponder”.


Eu contei que a minha filha ficava ali perto, primeiro a ver o meu pau meio mole, e depois muito mais duro, a entrar na cona da Masters e depois a fazer transições para o cu, a puxar por mim, a puxar por mim, e foda-se!! eu não conseguia parar.

Depois o meu amigo preto disse, “eh foda-se!! tens de me emprestar a tua filha, era uma grande ajuda, eu ia batendo as punhetas nas mamas da minha Masters A320haz, e ela vendo os resultados à medida”.

Aí foda-se!! eu tive de colocar um ponto nos ii, e disse, “a minha filha não, a minha filha é essencial agora nos meus treinos, se quiseres eu posso emprestar-te a minha mulher, pode ser até que me faças um favor e ela deixe de ler os contos da Elsee Noor, e pelo que percebo, ela não vai ver se tens ou não um caralho pequeno”.

Ele disse que logo que não, a minha mulher não, que isso era um problema meu, que queria bater nalgumas horas, umas quantas punhetas de mamas, e foda-se!! a minha mulher só ia atrapalhar.

Só sei que quando cheguei a casa, fui logo para a cama, foder a minha Masters A330yii, e estava lá a minha filha à espera, e foda-se!! porra!! que estou mesmo exausto, foda-se!!! caralho!! foram quase quarenta minutos sempre a bombar.

Não podia acontecer, não resistir ....

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Não podia acontecer, não resistir ....

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Lembro-me da minha mulher ter dito que teria de ir durante uma ou duas semanas para um país africano em trabalho e não sendo nada de anormal desde que estávamos casados há cerca de cinco anos, encarei isso com normalidade.

As duas semanas passaram e quando ela regressou o meu desejo era tão forte que pensei que fosse reciproco, era muito difícil que eu e ela passássemos sequer dois dias sem dar uma foda, os meus colhões doíam sempre muito, e ela sentia isso de uma maneira que às vezes bastava fazer-me um broche para me aliviar, e chupar-me o meu pau como só a minha mulher sabe chupar.

Mas desta vez parecia diferente, tínhamos saído para jantar, fomos depois para um bar saborear uns cocktails, e no regresso, eu percebi que alguma coisa nova se passava, ainda nem tínhamos falado da viagem, eu parei o carro num parque, via-se o mar daquele sitio, e eu perguntei, “passa-se alguma coisa amor?”.

Ela olhou para mim, sem que os olhos se fixassem nos meus, “eu acho que não vais gostar de ouvir?”, ela deixava-me preocupado, e ela continuou, “foi uma coisa que se passou na viagem”, eu olhei para ela, a luz da lua que vinha do mar com o seu manto de estrelas apanhava a minha mulher no seu caminho, “eu fiz uma coisa que talvez não devesse ter feito”.

A minha mão pousou na coxa da minha mulher, a pele nua descoberta em baixo de um vestido curto, “o que podes ter feito amor? Foda-se querida estou cheio de tesão”, eu puxei a mão dela para cima do meu pau, “está a ferver amor”, a minha mão subia pela perna, “tira as cuecas, amor, quero dar-te uma foda mesmo aqui estou a sofrer”.

Pareceu-me ver na boca dela um sorriso, mas que desapareceu logo a seguir, “oh querido mas .... eu tenho de dizer”, ela soltou um suspiro, “eu lá não aguentei, amor .... eu estive com um homem”, eu perguntei, “não aguentaste como?”, ela respondeu, “ele levou-me até ao meu quarto e .... entrou ... conversámos um pouco e ... estive com ele”.

Eu virei a cabeça, sem pensar que o meu tesão tinha diminuído muito, “estiveste com ele como , amor, não estou a entender?”, ela deu uma pequena explosão como se o que tivesse de sair dela saísse com pressão, “amor, estive com ele no meu quarto do hotel, nem eu percebi o que aconteceu comigo, quando acordei eu estava a ser fodida”, eu ainda disse, “quando acordaste??”. mas depois parei para pensar.

Foram alguns segundos que passaram, eu de um lado e ela do outro, olhávamos para o reflexo do mar, e eu perguntei, “quem é, é teu colega ou isso?”, ela respondeu, “não amor, apenas alguém que apareceu, viu-me sozinha no bar do hotel, e ....”, eu olhei de lado, “e ....?”, ela prosseguiu, “ele atraiu-me amor, um homem negro enorme, bem vestido e com boa pinta, e não resisti, eu estava sozinha e estava a arder em tesão”.

Ela depois prosseguiu novamente, “e a voz dele hipnotizou-me”, eu voltei à carga, “hipnotizou-te como?”, ela olhou para mim e parecia mais relaxada, como o criminoso depois de confessar o crime, “no hotel estávamos naqueles bancos altos e ele meteu a mão como fizeste agora”, eu perguntei, “ele meteu-te a mão na cona?, ela disse, “literalmente querido, tu não sabes o que é África, é difícil andar com cuecas”.

O que a minha mulher tinha acabado de dizer tinha feito regressar o meu tesão, a visão de um homem negro a abrir as pernas da minha mulher e a meter-lhe a mão na cona excitou-me mais do que pudesse estar irritado, e eu perguntei, “ele meteu a mão e tu, gostaste?”, desta vez ela sorriu, “gostei, querido, senti-me como se estivesse num filme, ela começou a acariciar-me os lábios e depois aproximou a boca dele dos meus ouvidos e disse que eu estava toda encharcada”.

A minha mulher rodou o corpo para o meu lado, a mão dela procurou o meu caralho e junto ao meu ouvido, “não foi nada amor, foi só uma foda, antes de nos casarmos eu fodi com muitos homens, e este foi só mais um, só isso querido”.

A mão dela abriu a braguilha das calças, sacou o meu galo ereto para fora, e dobrou-se para baixo, eu fechei os olhos e senti o calor dos lábios a apertar-me a cabeça e a fazer um ruído de chupar, a minha mão passeou pela rabo dela, “amor, e ele como é?”, ela levantou a cabeça, “grande querido, como um gorila, a piça grande e dura como uma estaca, foi uma grande foda, amor”.


E depois abrandou a mamada, e disse, “se fosse cá seria um problema”, e riu-se com uma pequena gargalhada, eu disse, “porquê amor, ias querer mais!!”, ela respondeu, “ia querido, mas só se tu quisesses”, ela levantou a cabeça, “se quisesses ver a tua mulher a ser comida”, e antes que eu dissesse alguma coisa, “gostavas de ver amor?”.

A minha respiração fazia um barulho esquisito, e ela continuou, “lá em cima no quarto ele partiu-me toda, querido, foi de mais”, eu aproveitei para dizer, “gostava de ter visto”, ela prosseguiu, “montou-me toda, como um touro, eu não conseguia resistir, há muito tempo que não era fodida desta maneira, à bruta, mesmo contigo”, eu disse, “nunca fodi contigo à bruta”, e ela continuou, “isso mesmo, por isso é que digo, foi à muito tempo”.

A questão parecia ter acabado, o meu tesão estava como pedra, eu disse, “amor tira as cuecas, quero dar-te uma foda”, ela sorriu, levantou as pernas e deixou escorregar as cuecas para fora, “anda amor, senta-te no meu pau, ela encaixou-se nas minhas pernas, a minha piça penetrou-lhe a fenda, ela apertou-me os ombros, “tenho mais uma coisa para dizer amor”

Eu levantei a cara e ela prosseguiu, “no dia seguinte ele ligou-me, foi ter comigo ao hotel novamente, e .... deu-me mais uma foda, e foi assim quase todos os dias até vir embora”, ela dizia-me isto ao ouvido, o corpo dela ondeava como uma onda, em cima da minha piça, “humm, ai querido, tão bom, também gosto delas pequeninas”.

Eu devo ter rido naquele momento, porque ela continuou, “aihmm querido, imaginas a tua mulher a levar com uma piça grossa?”, eu dizia que sim e quase estava no meu limite, “queres ver a tua mulher a levar com piças grossas?, eu dizia, “quero amor, ele fodeu o teu cuzinho?”, ela respondeu, “fodeu amor muitas vezes, arranjas piças para a tua mulher comer?,”, eu disse “arranjo”, já num gemido agudo, e foda-se comecei a vir-me todo, “arranjo querida, quero ver um grande pau a foder-te”.

Só tivemos tempo de ir para casa e eu estava feliz, a minha mulher estava satisfeita e isso era o que mais importava.

Espelhos inesperados

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Espelhos inesperados


Foi a minha irmã que pediu. A minha sobrinha ia agora para a universidade e a minha irmã queria alugar uma casa para ela viver enquanto a filha fazia a sua formação.

Não era normal, e por isso uma surpresa, que, quando chegámos, a senhoria olhasse para nós e dissesse, “a casa está como está, eu não mudo nada, porque se eu mudar alguma coisa ela acaba assim ou ainda pior, estes estudantes vêm para aqui, e não estudam nada”.

O augúrio não era bom, a senhoria dizer que os estudantes que ali viviam não ligavam à sua formação devia ter-nos feito mudar de ideias e ir à procura de outro lugar, mas ela entregou-nos as chaves, e disse, “vou-me embora, estejam à vossa vontade, se gostarem disto para a vossa filha, depois liguem, eu nem quero aí entrar, ainda apanho alguma doença”.

Ela deve ter pensado que eu e a minha irmã éramos um casal, mas na verdade isso não importava, e nós também não tínhamos dado a ideia contrária.

Já que ali estávamos, e apesar da sensação de medo ou nojo que a senhoria transferiu para nós, como se ali houvesse algo de perigoso à nossa espera, decidimos ainda assim ver a casa.

Abrimos a porta, e a primeira sensação que nos atingiu violentamente foi no olfato, havia ali um cheiro a um quase plástico, borracha, petrolífera e biológica, não identificável com outra coisa qualquer que conhecêssemos, e não é que cheirasse mal, havia ali um cheiro cheio de componentes misteriosos.

Estivemos ali alguns minutos a tentar avançar no terreno mais de um metro para além da porta, até que a minha irmã perguntou, “o que achas que é? não há aqui nenhum morto?”, durante aqueles minutos, os cílios do meu nariz estiveram a trabalhar como os de um cão.

Eu podia agora dar a resposta, “mana, não tenho dúvidas, o que tens aqui é o cheiro a caralho, cona, cu, preservativos, pele assada, esperma, tudo muito suado e bem batido, com muitos tipos e de muitos anos, é isso tudo junto”, ela olhou para mim, “foda-se!! agora que dizes isso, começo a perceber, isto mais parece uma casa de foda”.

Avançámos então no terreno, no primeiro olhar não era difícil perceber que a casa estava bem decorada, e que, no geral, era até muito agradável, mas à medida que íamos verificando melhor, havia ali como que várias camadas.

Havia a camada de base, claramente feita pela senhoria, e em cima dela uma espécie de sedimentação da passagem de várias gerações de estudantes, em que eles adicionavam sempre qualquer coisa e quando se iam embora deixavam-na para trás.

Passámos pela sala, o sofá e as carpetes tinham muitas manchas indeléveis em que não era difícil perceber que estavam ali depositados muitos tipos de porra de várias épocas, e fomos depois para um dos quartos que nos pareceu ser o principal.

A entrada e a visão daquele espaço foram um choque mesmo para as mentes liberais minha e da minha irmã, a cama era exageradamente enorme, do tipo ou maior das que se vêm em qualquer motel dedicado a encontros sexuais, as cores tendiam todas para o vermelho vivo e o mobiliário era preferencialmente feito de materiais facilmente laváveis.

Mas o que impressionava mesmo era a aplicação de espelhos nas paredes e teto, e qualquer outra superfície que permitisse refletir o que acontecia naquela cama e naquele espaço.

Eu sentei-me na cama à espera da opinião da minha irmã, ela mantinha-se em silêncio, observando tudo à roda como se apreciasse os frescos da capela sistina, até que ela disse, “foda-se! como é que ela vai estudar? A minha filha vem para aqui e só vai pensar em foder!!”, eu continuei, “podes acreditar, até eu, estou aqui há quinze minutos e só penso no mesmo”.

A minha irmã perguntou, “em quê? em foder?”, eu respondi, “sim, este cheiro, este ambiente, os espelhos, mesmo sem ter aqui uma cona estou com tesão”, e para ver que era verdade o que eu dizia, apertei o pau teso nos calções.

Ela continuou, “foda-se! também eu, este espaço contamina e quem entra aqui fica meio desnorteada, e a minha filha aqui?”, eu continuava sentado à beira da cama, e olhava para a minha irmã, o corpo roliço sem ser gorda, o cabelo louro que caia em escadas, umas boas mamas, e as coxas via-as em parte, abaixo da saia curta de ganga.

Ela sentou-se ao meu lado na cama, e eu disse, “gostava de saber o que eles vêm com estes espelhos quando estão a foder!”, e ela prosseguiu, “também eu, eles devem estar a foder e a olhar para os espelhos”, e eu continuei, “não sei, achas que conseguem ver o pau a entrar?”, ela respondeu, “não sei, a mulher deve ficar de quatro e o homem em cima, e deve dar para ver o pau a entrar na cona ou no cu”.


Eu disse então, “mana, queres experimentar?”, ela olhou para mim, “experimentar? Como?”, ela riu-se e continuou, “não estás a dizer que queres dar-me uma foda?”.

O cheiro intenso do local já nos tinha chegado ao cérebro, de maneira que não percebi se a minha irmã o que queria era mesmo uma foda, mas eu disse, “não, é só fazermos as posições e simularmos uma foda”.

Ela perguntou como é que eu queria, e pôs-se de quatro à beira da cama, e eu por detrás encostei-me ao cu dela, e comecei a movimentar as ancas para dentro, os meus calções roçavam na saia, e ela disse, “não consigo ver grande coisa por causa da minha saia”.

Eu disse depois que eu podia levantar a saia dela, puxei-a para cima e vi então as cuecas brancas, o rabo cheio e espetado, e comecei a roçar os meus calções no cu dela, nós olhávamos para os espelhos, e ela disse, “assim não tem graça nenhuma, tu estás com os teus calções”.

Eu tirei os calções, e enquanto me preparava, eu tirei o meu caralho para fora das cuecas, e a minha irmã olhou para o meu pau teso, que eu ajeitei dentro de lado, e depois já em cuecas comecei a roçar no cu dela, a fazer os movimentos de foda, ela deitou-se para baixo, mas dizia que não via nada.

Desta vez eu tirei as minhas cuecas e deixei saltar para fora o caralho teso, e comecei a metê-lo entre as pernas dela, e eu sentia que roçava nos lábios da cona, e ela disse, “estou a ver o teu pau a entrar entre as minhas pernas”, e depois continuou, “e o teu caralho está a tocar na minha cona”.

Eu tirei o meu pau, e passei os meus dedos pelos papos da cona, e senti que estavam molhados e tesos, ela mexeu o corpo curvando-se, e eu disse, “deixa-me tirar-te as cuecas, para vermos melhor”, ela abanou a cabeça e eu puxei o tecido pra baixo, e as cuecas escorregaram pelas pernas.

Eu meti outra vez o meu pau entre as coxas da minha irmã, a roçá-lo nos lábios da cona, e eu via uma humidade brilhante de cada bombada que dava, e eu dobrei-me sobre as costas dela, e sem mesmo dizer nada, enterrei o meu pau na fenda.

Montei-a ainda mais por cima, e ela disse, “estou a ver tudo”, ela dobrava-se para baixo, com o cu bem empinado, “estou a ver a tua piça a entrar na minha cona, foda-se! mano, que tesão”, nos espelhos dos lados eu via o meu pau quando entrava e saia, e no espelho das costas, a cona dela toda aberta.

Ela gemeu, “ai, mano, que tesão, acho que me vou vir toda, ai, mano, mete no meu cuzinho, também quero ver o teu caralho a entrar”, eu passei várias vezes no ânus dela, a minha cabeça húmida abriu e depois entrou, “ai, foda-se! mano, ai, parte o meu cuzinho, ai, mano, estou a ver a entrar todo, ai”.

Eu comecei a bombear-lhe no cu, a acelerar a cada momento, a minha irmã olhava para os espelhos, o anel apertado à volta do meu caralho, os dedos dela mexiam-se nos lábios da cona, “ai, mano, estou-me a vir, foda-se!”, e eu não aguentei mais, “arr, foda-se! que cuzinho mana, arrr, caralho”.

Ainda estivemos depois algum tempo no apartamento, eu perguntei, “achas adequado para a tua filha?”, ela respondeu, “acho que sim, é mesmo isto que ela precisa, temos é que vir cá outra vez antes para assinar o contrato.”.

Não conseguia esquecer o marido

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Não conseguia esquecer o marido
A
Gabriela tinha regressado e com ela a obsessão. Eu sabia o que ela não sabia e isso aumentava ainda mais o vulcão que se instalava cá dentro. Não tinham passado mais de seis meses desde que lhe dera uns conselhos sobre ruptura conjugal, coisa de que não percebo nada, mas que ela agarrou ferozmente para se libertar, e eu, não sei, se calhar para a comer.

Vinha mais linda, brilhante, uber sexy, mas nada sabia do marido, de como passara esse tempo, de como o vivera, ela não queria saber, mas eu sabia. 

Eu conhecia o André há algum tempo, daquelas festas de empresa, quando ia com a mulher, um homem quase perfeito, afável nas maneiras, distante na presença, a parecer não estar ali, e depois mais de perto, quando me entrou no gabinete, a gritar "foste tu a pôr-lhe ideias, só para a comeres, a insultar-me, que eu não era homem". 

E depois soube que ia à sauna gay, a dizerem-me sempre com o Paulo, que lhe ia ao cu sempre que podia, e eu a pensar, conheço aquele Paulo, gajo perigoso e pouco sério, problema com certeza para ele e a Gabriela, e em mim, esse desejo inconfesso, de o salvar e ver se o fodia.

Caia em mim a pensar, como podia o André mudar tanto, no pouco tempo que passara, de um heterossexual religioso, para agora ser paneleiro, só podia estar lá esse desejo, no mais fundo do seu ser secreto, explodido agora em liberdade e descrição, vindo ao de cima essa vontade, de dar o cu quando pode, escondido no armário.

Queria salvá-lo, tê-lo, fodê-lo, a Gabs não sabia, mais intenso o meu prazer, queria surpreendê-la e libertar os dois, essa obsessão incontrolável, de sonhar com o André, noite e dia a comê-lo, o meu tesão incontido, de ela vir a ver, também o marido escolhera o seu caminho, não havia criticas ou recriminações, de que também ele gostava de foder.

Encontrei-o pela tarde, num sitio habitual, ainda não era hora de sauna gay, cheguei-me perto dele, dele vindo um estranho olhar, surpreendido por lhe falar, perguntei-lhe pela Gabs, a dizer-me "ela faz a vida dela, puseste-a maluca sabes, anda a foder com todos", "mas estamos bem, acho", quando me aproximei mais do ouvido dele "eu sei".

Olhou-me de lado, a não fingir-se descrente e ingénuo, já sabia ele que eu sabia, andava o dar o rabo doido como a Gabriela, escravos agora libertos enfim, estavam bem um para o outro, ela a dar a cona a taxistas, uberes e o que aparecia, ele menos promiscuo a dar o cu ao Paulo, e eu ali cheio de tesão, a fazer-lhe a cabeça.

Baixou a cabeça de vergonha, disse-lhe ao ouvido, não tenhas medo que eu também gosto, anda comigo vamos até um sitio, uma escapadinha quero falar-te, para teres cuidado com o desejo, nem sempre o dado a alguns é merecido, afasta-te do Paulo meu querido, vem vem comigo.

Fomos para aquele hotel escuso, o M da receção já me conhecia, "lá vem ele levar no cu ou espetar", o cheiro a caralho, cu e cona nas paredes, despi-me para ele teso, naquele estranho momento, as calças, as cuecas a sair, "achas que a Gabriela vai saber", "pensemos em só nós agora", "por mim está descansado não lhe vou dizer", o suor dos nossos corpos a tocarem-se, ao André a abraçá-lo como um menino a ferver.

"Meu deus, que momento e que prazer", a confusão no meu cérebro, os meus lábios a encontrarem os dele, pensava na Gabriela, como seria bom se ela estivesse a ver, ele agora agarrado ao meu caralho, e eu agarrado ao dele, um sessenta e nove perfeito, perdidos ambos para a paixão, dois homens a foder.

Estava doido com aquele rabo de menina, redondo e branquinho de leite e seda, num corpo de homem com poucos pelos, aguardava a abrir-lhe as nádegas, a correr-lhe a mão pelo ânus fervente, a prepará-lo para o meu caralho duro, ele a mamar sufocado, gotas que nos corriam na testa e no corpo, não aguentava mais.

Trouxe-o para cima de mim, como se fosse ele a puta sabida, para trabalhar e aprender, escorregou o meu caralho no cu dele, a forçar-se a si próprio para ter prazer, a dar-me o ânus para o comer, movimentava as ancas para baixo e para cima, uma onda de volúpia a foder, a procurar a minha boca lá em baixo, para o beijar como amante, a fundir-se a mim no meu calor.

Virou-se a pedir por trás, com um gosto desnorteado, a querer querer mais e mais, sem a razão no seu sitio, montei-me em cima dele a penetrá-lo fundo, "meu deus que cuzinho", o André gemia num "hummmm" consistente, o meu caralho a partir-lhe o cu, já sem ser homem ou mulher, era para ele se lembrar, a masturbar-se ao meu andar, fodia fodia com força e ele caído, queria arrebentar aquele rabo, e não conseguia parar.

Queria abri-lo mergulhar nele ainda mais, quando me vim perdido sem aguentar, e ele comigo num momento único, dois corpos a cair num urro violento.

Indolentes perguntava "e a Gabriela?", "ela é super, ela vai gostar de saber, que fizeste as tuas escolhas, vai compreender e se calhar gostar mais de ti", disse-lhe, "tenta contar-lhe arrisca liberta-te".

Relevância de um DJ num club de strip

23:54 0
Relevância de um DJ num club de strip

J
á não falava com ele há bastante tempo, contava-se nos corredores do saber que os negócios do Mestre Aurilindo andavam mal por causa da pandemia, mas quando ele ligou com aquela alegria natural dos homens de negócios com muita experiência, eu percebi que afinal era tudo mentira.

Ainda perguntei, “então Mestre, dizia-se por aí que a sua escola de cunilingus andava com algumas dificuldades?”, do outro lado ouvi uma gargalhada, “nunca ganhei tanto dinheiro como agora”, eu estava surpreendido, “afinal a pandemia!!.

Mas ele continuou, “pensa bem nisto bem, 99% dos gajos no planeta não sabem lamber uma cona, e até as gajas!! têm dificuldades em manobrar um bom pau, o meu negócio nunca acaba, e se há coisa que os faz felizes são as minhas aulas, ficam com saberes e ferramentas para toda a vida”.

Ainda fiquei a pensar, se lamber um clitóris ou um galo ereto era assim tão importante, mas o meu Mestre Aurilindo levava aquilo a sério, havia livros e conferências, coisa que não se acreditava.

Ele continuou, “nem imaginas a assistência que tenho tido pelo zoom, agora querem tudo digital”, eu balbuciei, “digital ..?”, ele prosseguiu, “sim... até punhetas .. há gajos e gajas que nem uma punheta sabem bater em condições ... isto é um mundo ... tudo desconhecido”.

Ainda falámos em mais algumas coisas quando ele aprofundou o assunto, “eh pá mas estou cansado disto!”, eu perguntei, “de quê, Mestre?”, ele continuou, “disto do digital, tu sabes, sempre gostei de mexer e sentir o material”, eu ouvia com atenção, ele continuava, “se quero ensinar bem uma mulher a fazer um broche ao marido, eu tenho de estar lá para ela exercitar, ela chupar o meu pau e eu explicar, dar instruções de como se faz”.

Eu pensava que a vida deste homem tinha destes sacrifícios, ele continuou, “tu compreendes, uma língua a lamber bem viva, é diferente! O digital não chega”, ele prosseguiu mais um pouco e então finalmente esclareceu, “eu estou a pensar abrir um clube de strip de gajas, o que achas?”.

Eu perguntei, “o que acho? Mas porquê o que acho?”, ele prosseguiu, “eh pá contaram-me que tu e a tua mulher tinham alguma experiência!”, eu insisti, “experiência? eu e a minha mulher? porquê?”, ele continuou, “disseram-se que tu e a tua mulher gostam, como hei-de dizer, gostam de clubes de strip até masculinos”.

Mas quando eu ia responder, ele insistiu com a pergunta, “a tua mulher não foi já puta?”, a minha mulher ser puta trouxe-me boas memórias, e eu respondi, “quer dizer, foi, mas ... daí a ter experiências em clubes de strip? Vai alguma distância”, ele desligou, “sim, não interessa, dá um beijo à tua mulher por mim, sabes que gosto muito dela, já a fodi e é uma loucura”.

Eu devia estar a dizer que sim, sim, qualquer coisa, quando ele quis saber, “eh pá, preciso dos vossos conselhos, o que é que faz um club de strip de gajas ser diferente e melhor que os outros?”, eu respondi, “concentra-te no Disc Jockey (DJ), é muito importante”, do outro lado o silêncio e depois, “não tinha pensado nisso, pensei que não fosse importante, mas elabora... elabora”.

Então eu disse que um bom DJ para um clube de strip de sucesso, tem de ser como um antigo namorado da nossa mulher para que haja um relacionamento bem sucedido; se escolhermos a namorado certo, nós teremos uma mulher feliz e satisfeita nas nossas mãos, mas se escolhermos o namorado errado ele vai acabar por foder o nosso sustento, e depois enfiar o pau na nossa mulher sem nós sabermos”.

Por momentos achei que o Mestre Aurilindo estava confuso, “mas o namorado é para quê? não estou a perceber? Para comer a tua mulher?”, ele disse aquilo e a ideia de um antigo namorado da minha mulher a fodê-la atravessou a minha cabeça, e eu disse, “não, o que queria dizer é que tem de ser uma boa escolha”, ele disse “hummm”, pouco convencido e eu prossegui.

Eu disse que já tinha estado em todas as posições, que já tinha sido DJ de clube, dono de bar de strip, marido e namorado, e por isso sentia-me em condições para esclarecer uns quantos aspetos simples que qualquer dono do clube podia usar para contratar um bom DJ, eu disse, “Mestre, um clube de strip é como uma cozinha: as gajas ficam loucas quando um gajo diz a elas que estão no sitio certo, os homens são os que fodem tudo.”

Ponto mais importante: “Certifique-se de não contratar um “DJ que diz que é DJ”, a menos que ele ou ela saiba trabalhar com gajos e gajas nuas. Um DJ de night-club poderá “ler a multidão e o caralho” tão bem quanto um DJ de clube de strip, mas a principal diferença é que os clientes num night-club estão lá, em principio, bem, para dançar.”

Num clube de strip, os clientes estão lá para ver gajas a dançar nuas, e o DJ tem de entender as pessoas que observam as dançarinas. O club pode ter um formato mas um bom DJ não tem de ligar ao seu gosto, um bom DJ tem de estar focado é no dinheiro, em vez da vibe, mix, ow, e o caralho.

Um bom DJ trabalha orientado para o dinheiro, sugerindo e incentivando a música, somente quando é de benefício monetário para as dançarinas, porque se junto ao palco estão motociclistas tipo “hell angels”, então puxar no metal deve ser a melhor ideia, uma stripper feliz é uma stripper sexy, e uma stripper sexy faz dinheiro.

Por isso contratar um DJ famoso, que só é conhecido por trabalhar em night-clubs é má ideia, é como contratar um estudante de arte para fazer uma tatuagem.

Eu continuei, “Mestre, existem basicamente três tipos de DJs de clube que você tem de estar atento:”.

A primeira variedade: estes estão sempre a pensar como vão comer uma mulher que os outros pagam para ver nuas. Este não interessa, porque o mais provável é não aparecer se for chamado quando o club precisa, e afasta os motociclistas dos turnos diurnos.

A segunda variedade, é um sobrevivente dos anos 80, que costumava fazer tournés com umas gajas e tem amargura dos dançarinos mais jovens por não saberem quem ele é. Esses gajos começam a suar sempre que é preciso conectar um cabo ou fazer uma coisa técnica mais moderna.

O terceiro tipo, é o tipo que o Mestre quer contratar; ele tem alguns crimes sob o seu cinto, entende o jogo sem se deixar queimar por ele, não tem medo de mudança, e nem traz isso para o próprio clube.

O DJ é pago em dinheiro para olhar para gajas que a maioria dos homens não podem tocar, e os clientes gastam esse dinheiro a olhar para gajas que só eles acham que puderam ver.

Eu disse, "é como a mística da Nossa Senhora, elas são imaculadas, não estão ali para foder, por isso, arranje alguém que trabalhe, sem usar e estragar o material.

O Mestre disse, "Imaculada, fuck, Nosso Senhor".

Tortura da Alma - Contos do Diabo

22:43 0
Tortura da Alma - Contos do Diabo


Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.


Foi de uma das minhas subidas à terra vindo do inferno, aqui me basto, aqui é o meu céu neste plano, para existir, não necessito de nada mais etéreo, mais acima.

A viagem foi desagradável lá em baixo está calor como o caralho, mas depois chegado aqui acima, o que era suor transformou-se em gordura, era assim a atmosfera sufocante da viela onde fui sair.

A alguns metros, ao longe, na porta de serviço de um bar, estava uma gaja encostada a fumar, formava umas argolas com a boca, e não era difícil, entrar-lhe na cabeça, a gaja ardia em desejo, não levava na cona há meses, coitadinha, tive pena, guardava-se para o namorado, era o que tinha na consciência.

Aproximei-me no escuro o suficiente para vê-la por dentro e por fora, a mente simples sem enigmas, e o corpo delicioso por fora, é destas que eu Diabo gosto, a cona está bem lavada mas tem um travo amargo, entro nela como quero, e a ponta da minha língua prova-a em baixo, que bom, ambrosia de cona, e esteve a trabalhar toda a noite?

Aprecio mais esta mulher, há nela uma musculatura geral, que não é armadura, nem é força, é uma circunstância da vida, tem que ser dura, não pode chorar, tem de aguentar, e ai meu deus, ai que aguenta, o namorado a comer-lhe o cu, Jesus aí em cima, não sabem o que estão a perder.

Estou agora tão perto, que os meus dedos estalam os mamilos espetados que se prendem na farda, naquela roupa ridícula, se fosse um top, um algodão desguarnecido, as mamas saltavam para fora, exuberantes, apetitosas, como bagos de uvas frescas, presas em fruta que só se lambe, só se chupa, é suficiente.

Foda-se!! a gaja sonhou, pensou em sexo, e caralho, pensou em traição, respirou fundo a olhar para o céu enquanto largava a beata no chão, as palavras dela, “como é que alguém me ia foder, sem o meu namorado saber?” e continuava em pensamento, “ai caralho tenho tanta fome, sou uma puta, preciso de um bom pau, sem complicações”.

Ela entrou no bar, ao balcão encostado estava um homem aí dos seus cinquenta anos, era demais para ela, tinha boa figura e é daqueles clientes que ficam, porque a empregada é simpática, mostra um bocadinho das mamas e é quanto basta para ele ficar feliz, e fazer daquele bar a sua segunda casa.

Reparei que ele mordiscava um conhaque, molhando a ponta da língua lá dentro, depois dava um estalido com a boca, enquanto rodava a cabeça a ver o rabo da rapariga, entrei nele e vi, estes colhões já tiveram os seus dias, e para agora não dava, era necessário uma solução rápida e definitiva.

Ela movia-se como um autómato, ia atendendo os clientes mas era como se não estivesse ali, falta de pau tem este resultado, a rapariga nem conseguia funcionar, o clitóris reagia a qualquer estimulo, os olhos molhavam-se entrava um homem mais ou menos.

Foda-se!! eu estava preso nestas considerações todas, quando passo no meio um gajo pequenino, com um ar nervoso, irritado com o mundo, num passo felino, a dar saltinhos, em direção à rua, era o caralho do cozinheiro e deu para ver rápido, o gajo podia ser pequenino, mas foda-se, era muito bem abonado.

O pior é quando ele passou, vi nela um ar de nojo, com certeza eles não combinavam, deviam ter uma história passada, mas porra, era uma emergência, havia uma corrente elétrica a apanhar-lhe o corpo, as pernas abriam-se sozinhas, a garganta seca, a cona encharcada, os mamilos espetados, era preciso fazer alguma coisa, e quando o pequeno regressava do lixo, eu deitei uma mágica nela, que a fez pensar, “foda-se, o Ronaldinho tem um grande pau”.

Comecei a ler-lhe os pensamentos, lembrou-se que o Ronaldinho pequeno uma vez arrancou da cozinha e mostrou-lhe o caralho teso, ela achou que era exibição, e a coisa ficou feia, o patrão teve até de intervir, dizendo que não era assim que se conquistava uma mulher, mas agora? Ela pensou, “o Ronaldinho dava-me uma grande foda, tudo ficava por aí e bico calado, o meu namorado não podia saber nunca, e quando ele viesse ao bar, Ronaldinho não falava”.

Ela estava desesperada, o Ronaldinho e o namorado eram amigos, conhecendo Ronaldinho como é, com o complexo de ser pequeno, ele caralho, ia contar tudo, era isso que ela pensava, mas foda-se, tinha de arriscar, já não aguentava mais.

O dia de trabalho estava no fim, ela aventurou-se na cozinha, e foi quando ouviu o chuveiro, ela pensou, “Ronaldinho a tomar banho, que má hora”, mas foi um segundo, ele saiu ainda molhado em tronco nu, em baixo uns boxers justos e ela olhou, Ronaldinho era pequeno mas era quadrado, e entre as pernas um volume saliente com a cobra deitada de lado.

Ele reparou que ela olhou para o pau dele, e quase sorriu, “o que foi? O que andas à procura por aqui?”, ela olhou para o vazio e disse, “não sei se posso contar contigo!!”, ele insistiu irrequieto, “porquê, diz logo”, ela estava a fazer contas, e ele disparou, “já sei, o teu namorado conta-me tudo, diz que tu és insaciável, e sem ele cá, queres um pouco disto”, e apalpou os colhões de mão cheia.

Nesta altura eu tinha vestido a pele do homem do conhaque, deixado esquecido numa mesa, ela perguntou, “e se quisesse? Não vais dizer que queres negociar qualquer coisa, é por isso que não gosto de ti”, ele rodou sobre si próprio, virou-lhe as costas de cabeça baixa, e disse, “e suponho que queres que isto fique entre nós?”.

Ela abanou a cabeça quando ele se virou e deixou cair os boxers, ela olhou e o caralho bem dotado estava teso e levantado, ele aproximou-se mais, levantou o vestido, saia, ou o que era aquilo, e escorregou os dedos dele para a cona, e depois pondo os dedos na boca, “humm que bom, estamos excitados”.

Ele apertou-lhe o corpo, a agarrar-lhe as nádegas com a mão, “vais me dar este cuzinho para eu comer esta noite?”, ela sorriu, “vou, por hoje é todo teu, por isso aproveita”, ela baixou-se e começou a chupar-lhe o pau.

Ronaldinho encostou-se na bancada e dizia, “foda-se!! caralho!! coisa boa!!”, Ronaldinho estava em êxtase quando me viu, deu um grito alto que a rapariga ia mordendo o pau, “foda-se Annette, o que é que esse gajo está ainda a fazer aqui, olha os olhos dele do conhaque, parece o Diabo.”

A Annete levantou-se ainda lambendo os beiços da brochada, “porra, sr. Manuel, não é hora de estar aqui, você quase estragou tudo ...”, eu já tinha deixado aquele corpo, o homem do conhaque regressara, e disse, “porra!! sua puta, o que eu faço aqui toda a hora à espera de uma foda, e, agora sua puta, dá a cona a esse rapaz, fui, não volto mais”.

A Annette estava surpreendida, mas ouviu Ronaldinho, anda chupar, caralho, estou sem roupa nenhuma ...