Não conseguia esquecer o marido dela - Biografias Eróticas

Não conseguia esquecer o marido dela

A Gabriela tinha regressado e com ela a obsessão. Eu sabia o que ela não sabia e isso aumentava ainda mais o vulcão que se instalava cá dentro. Não tinham passado mais de seis meses desde que lhe dera uns conselhos sobre ruptura conjugal, coisa de que não percebo nada, mas que ela agarrou ferozmente para se libertar, e eu, não sei, se calhar para a comer.

Vinha mais linda, brilhante, uber sexy, mas nada sabia do marido, de como passara esse tempo, de como o vivera, ela não queria saber, mas eu sabia. 

Eu conhecia o André há algum tempo, daquelas festas de empresa, quando ia com a mulher, um homem quase perfeito, afável nas maneiras, distante na presença, a parecer não estar ali, e depois mais de perto, quando me entrou no gabinete, a gritar "foste tu a pôr-lhe ideias, só para a comeres, a insultar-me, que eu não era homem". 

E depois soube que ia à sauna gay, a dizerem-me sempre com o Paulo, que lhe ia ao cu sempre que podia, e eu a pensar, conheço aquele Paulo, gajo perigoso e pouco sério, problema concerteza para ele e a Gabriela, e em mim, esse desejo inconfesso, de o salvar e ver se o fodia.


Caia em mim a pensar, como podia o André mudar tanto, no pouco tempo que passara, de um heterossexual religioso, para agora ser paneleiro, só podia estar lá esse desejo, no mais fundo do seu ser secreto, explodido agora em liberdade e descrição, vindo ao de cima essa vontade, de dar o cu quando pode, escondido no armário.

Queria salvá-lo, tê-lo, fodê-lo, a Gabs não sabia, mais intenso o meu prazer, queria surpreendê-la e libertar os dois, essa obsessão incontrolável, de sonhar com o André, noite e dia a comê-lo, o meu tesão incontido, de ela vir a ver, também o marido escolhera o seu caminho, não havia criticas ou recriminações, de que também ele gostava de foder.

Encontrei-o pela tarde, num sitio habitual, ainda não era hora de sauna gay, cheguei-me perto dele, dele vindo um estranho olhar, surpreendido por lhe falar, perguntei-lhe pela Gabs, a dizer-me "ela faz a vida dela, puseste-a maluca sabes, anda a foder com todos", "mas estamos bem, acho", quando me aproximei mais do ouvido dele "eu sei".

Olhou-me de lado, a não fingir-se descrente e ingénuo, já sabia ele que eu sabia, andava o dar o rabo doido como a Gabriela, escravos agora libertos enfim, estavam bem um para o outro, ela a dar a cona a taxistas, uberes e o que aparecia, ele menos promiscuo a dar o cu ao Paulo, e eu ali cheio de tesão, a fazer-lhe a cabeça.

Baixou a cabeça de vergonha, disse-lhe ao ouvido, não tenhas medo que eu também gosto, anda comigo vamos até um sitio, uma escapadinha quero falar-te, para teres cuidado com o desejo, nem sempre o dado a alguns é merecido, afasta-te do Paulo meu querido, vem vem comigo.

Fomos para aquele hotel escuso, o M da recepção já me conhecia, "lá vem ele levar no cu ou espetar", o cheiro a caralho, cu e cona nas paredes, despi-me para ele teso, naquele estranho momento, as calças, as cuecas a sair, "achas que a Gabriela vai saber", "pensemos em só nós agora", "por mim está descansado não lhe vou dizer", o suor dos nossos corpos a tocarem-se, ao André a abraçá-lo como um menino a ferver.

"Meu deus, que momento e que prazer", a confusão no meu cérebro, os meus lábios a encontrarem os dele, pensava na Gabriela, como seria bom se ela estivesse a ver, ele agora agarrado ao meu caralho, e eu agarrado ao dele, um sessenta e nove perfeito, perdidos ambos para a paixão, dois homens a foder.

Estava doido com aquele rabo de menina, redondo e branquinho de leite e seda, num corpo de homem com poucos pelos, aguardava a abrir-lhe as nádegas, a correr-lhe a mão pelo ânus fervente, a prepará-lo para o meu caralho duro, ele a mamar sufocado, gotas que nos corriam na testa e no corpo, não aguentava mais.

Trouxe-o para cima de mim, como se fosse ele a puta sabida, para trabalhar e aprender, escorregou o meu caralho no cu dele, a forçar-se a si próprio para ter prazer, a dar-me o ânus para o comer, movimentava as ancas para baixo e para cima, uma onda de volúpia a foder, a procurar a minha boca lá em baixo, para o beijar como amante, a fundir-se a mim no meu calor.

Virou-se a pedir por trás, com um gosto desnorteado, a querer querer mais e mais, sem a razão no seu sitio, acanzanei-me nele a penetrá-lo fundo, "meu deus que cuzinho", o André gemia num "hummmm" consistente, o meu caralho a partir-lhe o cu, já sem ser homem ou mulher, era para ele se lembrar, a masturbar-se ao meu andar, fodia fodia com força e ele caído, queria arrebentar aquele rabo, e não conseguia parar.

Queria abri-lo mergulhar nele ainda mais, quando me vim perdido sem aguentar, e ele comigo num momento único, dois corpos a cair num urro violento.

Indolentes perguntava "e a Gabriela?", "ela é super, ela vai gostar de saber, que fizeste as tuas escolhas, vai compreender e se calhar gostar mais de ti", disse-lhe, "tenta contar-lhe arrisca liberta-te".


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