BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Remorso vivo em tarde de inverno

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Remorso vivo em tarde de inverno

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Talvez não exista nada pior do que não conseguirmos saber, ter essa incerteza, se os outros nos vêm como somos quando tentamos esconder coisas da nossa intimidade que não queremos que saibam. Apenas acreditamos que temos sorte e sucesso, apesar de todo o esforço, como os camaleões fazem, para se disfarçarem.

As coisas começaram quando um amigo de um amigo me apresentou um outro rapaz e foi assim que o conheci, e ele começou a aparecer naquelas cenas combinadas em que nos encontrávamos na praia ou saíamos à noite para beber um copo.

O rapaz era negro e parecia que ao principio entre nós havia uma certa química, daquela maneira que têm os amigos que parecem ter os mesmos gostos ou os mesmos interesses, e tudo corria bem até ao dia em que fiquei a pensar que ele me intimidava com um certo tipo de atos e palavras, e foi rápido, comecei a evitá-lo.

Por exemplo, um dia ele chegou perto de mim, aproveitou um momento em que estávamos sozinhos, e apalpou-me o rabo, a mão dele apertou-me a nádega e quando eu virei, ele e eu rimo-nos porque parecia uma brincadeira.

Passaram uns dias, e uma noite estávamos na discoteca, eu estava na casa de banho a mijar, ele apareceu atrás de mim e pôs-se ao lado, sacou a piça tesa para fora e enquanto sorria para mim, começou a abanar e a dizer, “o que achas? gostavas de comer a minha piça?”, e eu olhei para baixo e vi a verga enorme que ele tinha.

Eu lembro-me que nessa altura fugi, não disse nada e não compreendia, até que passou mais um tempo, estávamos eu e ele sozinhos, num desses bares de praia abertos no inverno, um mero acaso porque os outros amigos não tinham chegado, quando ele encostou o corpo ao meu, e sussurrou ao meu ouvido, “aposto que não te sai da cabeça?”, eu olhei para ele desagradado, “não sai o quê?”, ele continuou, “a minha piça que tu viste, não gostavas que eu a enterrasse no teu cuzinho?”.

Todo o meu corpo tremeu, como se houvesse um segredo que eu queria esconder tanto dos outros como de mim, “porque é que dizes essas coisas? Porque é que achas que eu queria que tu me fodesses?”, ele encostou o corpo dele ao meu, tocando-me de cima a baixo, dos ombros até às pernas, ele sorriu e disse, “não vais dizer que não és gay?”, eu continuei, “porque achas que eu sou gay? Onde foste buscar essa ideia?”.

Houve um momento em que a boca dele quase tocou a minha, ele olhou para o meu corpo esguio, “eu sei que és, eu não digo nada, estou louco para comer o teu cu”, eu respondia, “Fred, mas ....”, ele insistia a sussurrar no meu ouvido, “eu sei que queres, eu vi como olhavas para a minha piça e te lambias todo”, e ele prosseguiu, “estou com um tesão agora, queres sentir?”.

Antes que eu dissesse alguma coisa, ele olhou para os lados rapidamente e depois agarrou na minha mão, e com força puxou-a para dentro de umas calças desportivas, a minha mão escorregou sem grande reação, e eu senti na mão a verga grossa que eu tinha visto, uma onda de excitação apanhou o meu corpo todo, ele suplicou, “aperta-a bem e mexe nela, bate com ela”, eu apertei a sentir o galo teso, tão grande que não cabia na minha mão, e depois eu disse, “tenho de tirar, ainda aparecem aí os nossos amigos”.

Quando eu disse aquilo, o empregado do bar aproximou-se, o tempo lá fora chovia, no interior, uma penumbra da pouca luz do mau tempo, sentia uma espécie de calor intimista, o empregado olhou para mim insistente, como se tivesse visto o que acontecia, depois afastou-se e o Fred, meu amigo, riu-se do empregado excitado e continuou, “com este tempo, não aparece ninguém”, depois sussurrou, “ele viu tu a meteres a mão no meu caralho, mete outra vez!”.

Eu sentia-me envergonhado, de ter estado com a mão a acariciar o pau dele, ainda não sabia porque não tinha reagido, senti a minha verga a crescer, e na cabeça, recordei em breves momentos, a calor da piça dele, a textura nervosa da pele, o tamanho e a grossura, e o cheiro que ficou na minha mão, ele insistiu a agarrar a minha mão, “mete, brinca com ele”, não havia clientes, éramos só nós e o empregado, ele olhava e estava a ver, e não sei porquê, não aguentei, a minha mão deslizou entre as pernas dele e entrei naquele espaço, onde a piça dura como pedra aguardava a minha chegada.

Naquela hora, eu não sabia o que aconteceria, a minha decisão nem eu a compreendia, a minha mão subia e descia a esfregar o mastro ereto, atrás do balcão o empregado fixava os meus olhos, até que o Fred escorregou a mão dele enorme nas minhas calças e eu sabia, enquanto eu o masturbava, ele masturbava-me a mim, eu ouço a voz dele no meu ouvido, “é tão pequenina, é por isso que tens mais prazer no cuzinho!!”.

Estivemos ali muito tempo, e eu percebia, o empregado também se acariciava, comecei a tremer e senti que ia ejacular, e numa contorção agonizante comecei-me a vir, ao mesmo tempo que ele, sentia a minha mão molhada de porra, tire-a para fora e disse, “desculpa, tenho de ir embora”, levantei-me e corri para a chuva.

Acho que durante um mês ou mais desapareci da zona, a situação preocupava-me, comecei a pensar se era mesmo gay e se gostava dessa posição submissa, de agradar a pessoas do mesmo sexo, e em casa, à noite, pensava nele em cima de mim, colado às minhas costas a penetrar-me com aquela piça grossa, e a gemer de prazer nem conseguia dormir, até que a memória se foi perdendo e passado um tempo, tudo voltava ao normal.


A primavera, o tempo, enfim tinha melhorado, e ele ligou-me a perguntar se podia passar pela minha casa, e ao telefone, lembro-me, fiquei em silêncio muitos segundos, ainda era cedo, acabara de me levantar da cama, eu pensava, “o que queria ele? Aquilo não podia voltar a acontecer, era uma loucura”, e eu perguntei, “para quê?”, ele respondeu, “para nada, não tenho nada que fazer e podíamos estar juntos”, mais segundos em silêncio, ele continuou, “tens alguém em casa?”, eu podia responder que sim, mas respondi que não, ele insistiu, “posso passar?”, até que eu disse, “podes”.

Não passaram mais do que alguns minutos, ele bateu à porta e entrou, eu sentia-me envergonhado a esconder os meus pensamentos, como se houvesse alguma coisa combinada sem palavras, caminhámos até à cozinha e eu perguntei, “o que queres? Não tens mesmo nada para fazer?”, eu estava virado para a bancada e sinto o corpo dele a aproximar-se e encosta-se nas minhas costas a apertar-me, e eu sinto a verga grossa a esmagar-se no meu rabo, a mão dele foi descendo, entrou nas boxers que eu vestia, e apertou-me as nádegas, “quero isto”, um dedo dele entrou-me no ânus, “quero foder este buraquinho apertado”, e ao mesmo tempo fez força com os quadris, quase a levantar-me no ar.

Eu rodei o meu corpo para ele, e houve em mim uma sensação etérea em que me senti uma mulher, eu disse, “não posso, o que vão pensar de mim”, as mãos dele rodearam-me as nádegas, puxou-me as pernas para cima, e apertando-as no corpo dele, levantou-me no ar, como se eu fosse um boneco, levou-me pela casa dessa maneira e pousei no sofá, ele de pé olhou para mim, tocou-me nos lábios a abri-los devagar, e baixou as calças de onde saltou um galo ereto e muito teso, ele puxou a minha cabeça, “chupa, mete na boca, chupa, vais gostar”, ele empurrou o pau nos meus lábios, e perguntou, “nunca chupaste um caralho, é a primeira vez?”.

Não me lembro se respondi ou não, ou sequer se podia responder com a verga preta que deslizava na minha boca, os quadris dele moviam-se e acelerava, para dentro e para fora, como se a minha boca fosse um brinquedo, fazia força na minha cabeça, e quando eu disse, “não te venhas na minha boca”, ele parou, puxou-a para fora e num segundo, girou o meu corpo no sofá e arrancando os meus boxers para baixo, olhou para o meu rabo branco como se fosse uma lua.

Durante segundos que pareciam minutos, ele olhou para o meu cu em êxtase e eu condicionado e submisso esperava, ele perguntou, “é a primeira vez?”, respondi que sim como uma mulher que mente ao seu amor, os dedos dele entraram-me no ânus e depois eu senti, força, força, força, devagarinho, a cabeça grossa a entrar e a sair aos poucos, até que, como um vale sombrio que se banha com a luz do dia, o meu cu abriu-se todo e a piça dura entrou toda, os quadris dele roçaram as minhas nádegas e estava toda dentro.

O corpo musculado dele poisou sobre as minhas costas, como uma alma amaldiçoada, sussurrou ao meu ouvido, como se chorasse com lágrimas mesmo, “aihm foda-se! que cuzinho apertado”, a respiração dele era violenta, como se todas as forças se reunissem num só propósito, as ancas foram-se movendo, em batidas rítmicas na minha pele, depois ele foi acelerando, eu masturbava-me um pouco, muito tempo em que me esqueci de tudo, fechei os olhos e deixei-me ir, numa onda à minha volta, em que gemia a cada batida, “hummm, aihhh, não aguento mais”, ele deu um urro como um animal, “ai caralho que me estou a vir”, continuou a entrar com a mesma força, havia mais porra para sair, até ao fim da foda que ele me dava.

Mais tarde, ficámos a olhar um para o outro na cozinha, comíamos qualquer coisa, esfomeados como se tivéssemos feito uma longa viagem, ele olhou para mim e perguntou, “um segundo round?”, eu sorri e disse, “talvez num outro dia ..”

Ambições desfeitas - Contos do Diabo

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Ambições desfeitas - Contos do Diabo
Ϡ Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Eu estava cá em baixo no inferno, bem quentinho a brincar com umas diabas, elas moviam-se com ritmo, a música tinha uma batida pesada, eu mexia os ombros com estilo, e foda-se para o céu! eu estava no paraíso, admirando rabos na minha frente, eu não estava sonhando, quando, caralho!! recebo uma chamada.

O meu chefe, um gajo ainda mais Diabo do que eu, começou a dizer, “tens de ir lá acima!!, mas eu pensava, “foda-se!! lá em cima faz frio para caralho, aquilo não tem piada nenhuma, e para valer a pena, tem de haver uma boa razão, uma pretendente a diaba a chupar um pau bem grosso ou, melhor ainda para a história, ver a diaba a levar no cu, senão foda-se!! é perder tempo, mesmo para um diabo, porra!!.

Ainda tentei reclamar, gastei os últimos segundos, uma diaba gorda no inferno, acenou para mim em despedida, abanava-se toda num ginga-ginga, as mamas grandes adoráveis, eram ondas de pele, carne e banha, a puta derretia-se toda, e foda-se!! até para um diabo, é coisa que boa de ver.

Tinham-me dito para bater a uma porta e depois para ouvir e registar tudo, e foda-se eu bati, e apareceu logo uma gaja boa, mais um cão caniche maluco, a ver quem era, e depois como eu era só gás e mau cheiro, eu entrei a correr no cão, e fui por ali adentro a bater o rabo, até ver que na casa estava outra gaja ainda mais boa que a outra, e como eu podia e era cão, fui cheirar-lhe a cona e foda-se! que maravilha, pensei logo, “obrigado Diabo Chefe, assim é outra coisa”.

Isto de ser cão, ou melhor, de fazer de cão ainda por cima baixo, eu estava ali a abanar o rabo, mas era de tão contente que eu via que as putas só falavam de foda, e eu ali, distraído com as conas delas porque nenhuma caralho!! que tesão!! não usavam cueca, o que para um diabo já nem é de estranhar, porra!! mas era só pelinhos.

Dizia uma à outra, “oh minha irmã tens de me ajudar, o meu filho está a fazer vinte anos e eu acho que ele ainda não provou cona”, a outra respondia, “sim, mas o que eu posso fazer?”, a mãe do rapaz insistia, “oh minha irmã, podias ser tu a dar-lhe cona”, a tia estava estupefacta, “cona? mas que ideia é essa? Porque é que devo ser eu a dar-lhe cona? Já agora também dou o cu ao teu filho!!”.

A mãe do jovem rapaz estava desolada, o filho era quase um homem e nunca vira uma cona peluda, mas eu diabo perguntava-me, “que caralho eu ali fazia?”, se aquela mãe fazia tudo pelo filho, queria dar-lhe cona de qualquer maneira, e isso era uma coisa boa, não estava nas minhas funções ir agora estragar aquilo.

A tia disse, “porque é que não arranjas uma puta?”, a mãe respondeu, “eu já tentei, mas a coisa é mais complicada, eu acho que o meu filho tem medo de conas, não sei, algum trauma, e além disso tu já foste puta e foi por isso que pensei em ti”, a tia estava silenciosa até que disparou, “está bem, mas se calhar o meu sobrinho é bicha, gosta de levar no cu?”, a mãe prosseguiu, “não sei, sei lá, esta juventude de agora, levarem no cu é como irem ao cinema, se calhar gosta e eu estou a perder o meu tempo”.

Elas puseram-se a olhar para mim, como se eu fosse um ser consciente, as conas delas palpitavam, de uma emoção desconhecida, até que a tia perguntou, “nunca viste nada de estranho? Sei lá, uns amigos cá em casa?”, a mãe respondeu, “já, é sempre rapazes, às vezes parecem mais velhos que ele, mas eles fecham-se no quarto!!”, a tia perguntou, “mas não tentas ouvir? O teu filho pode estar a levar no cu cá em casa e tu não queres saber?”.

A mãe respondeu, “não é não querer saber, não quero intrometer-me”, a tia insistia, “deves ter ouvido qualquer coisa? Nesta casa ouve-se tudo, nunca ouviste o teu filho a gemer? Tu sabes bem que eu gosto de levar no cu e tu também gostas, e quando estão a foder o teu cu costumas gemer ou não?”, a mãe respondeu, “costumo claro”, a tia prosseguiu, “então nunca ouviste o teu filho a gemer?”.

Elas olhavam outra vez muito para mim e deviam estar a estranhar o pénis ereto do cão, comigo a fazer uma coisa desagradável, chupava o pau a mim próprio, a tia insistiu, “eu acho que o teu filho é submisso”, a mãe perguntou, “o que queres dizer?”, a tia olhou e sorriu, “acho que ele gosta de dar prazer a homens e é por isso que não sente atração por conas, o cuzinho do teu filho já é uma cona, querida”.

Enquanto estavam ali a ver-me a fazer contorcionismo a chupar o meu próprio pau, elas mantiveram-se em silêncio, até que a mãe disse, “eu já vi o pénis do meu filho”, a tia parecia que acordava de um sonho, “a sério, e como é que é?”, a mãe continuou, “eu achei grande, estava teso e ele estava a bater uma punheta”, a tia riu-se, “e ele viu que tu viste?”, a mãe prosseguiu, “viu, e nem disse nada, continuou a bater a punheta e fez só um aceno com a mão para eu ir embora”, e a tia insistiu, “e tu foste embora claro”.

A mãe disse, “devia ter ido mas não fui, ele fechou os olhos e eu fiquei ali a vê-lo a bater a punheta e a vir-se”, a tia riu-se, “e porquê? Deu-te prazer veres o teu filho a bater a punheta?”, a mãe respondeu, “não sei, mas deu-me prazer ver o esperma dele a sair, e foi por isso que achei que há esperança, que tu minha irmã, se lhe deres cona, se lhe chupares o pau e o obrigares a chupar-te a ti, ele talvez deixe de ser tão bicha, e talvez fique, pelo menos, a gostar das duas coisas”.

A tia sorriu e depois abanou a cabeça em concordância, “o que posso fazer é falar com ele, não vou dar cona nem cu ao meu sobrinho, quando é que ele vem?”, a mãe respondeu, “deve estar a chegar”, quando eu ouvi uma chave a girar na porta, o filho entrava e trazia na sua companhia um outro gajo, deviam ter a mesma idade, ou talvez um pouco mais novo, e ele disse, “oi mãe, oi tia, vamos para o meu quarto”.

Eu acho que quando ouvi aquilo, começou a sair porra do meu caralho de cão, há mais de uma hora que eu chupava no pau, quando a mãe e a tia olharam uma para a outra, com aquele ar de conspiração sabida, eu ouvi encostar a porta do quarto e ficámos todos ali à espera, elas e eu cão e diabo que também queria, saber o mais depressa que podia o que ia acontecer.


Elas começaram a andar para o quarto, a mãe deu-me uma espécie de pontapé, “tu cão fora daqui, vai-te embora!!”, e foi quando eu, caralho, já estava cansado do cão, estava cheio de porra na boca, e entrei então pela tia a dentro, para poder ver o que se passava no quarto.

A porta estava entreaberta, quase parecia que queriam ser apanhados, a mãe e eu diabo que era tia, começámos a olhar por uma fresta e lá dentro no quarto ensolarado, o filho comia o cu ao amigo, a mãe começou a abrir a boca, tinha uma espécie de ar de felicidade e a tia, que me fugiu do controle por segundos, tinha a cona toda encharcada de estar a ver o sobrinho, com um galo ereto enorme a enterrar no cu do outro.

A mãe começou a puxar-me pelo braço, e a sussurrar ao ouvido, “minha irmã vamos embora, já não é preciso dares-lhe cona, ele gosta de cu e eu estou satisfeita”, e a tia murmurava, “sim, mas gostar de cu não quer dizer nada ..........”


Calvário humano - Contos do Diabo

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Calvário humano - Contos do Diabo

👹
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

O anjo tinha-me ligado logo de manhã, a dizer que precisava de um Diabo num batizado para pôr as coisas equilibradas, eu não percebia o que ele queria, mas ele depois foi mais claro, “estes batizados são uma chatice, é tudo muito bonzinho, foda-se!!!”, dizia o anjo, “caralho, demasiado amor enjoa, é preciso ter coisas do outro lado, senão ficamos sem negócio”.

Eu, o Diabo, a ouvir um anjo a falar daquela maneira, pensei, “caralho, que me pareceu exagerado”, eu disse que ia fazer o melhor possível, que não estava habituado áquilo, que ia ser uma experiência nova, quando eu perguntei, já ele estava quase de saída, “e posso entrar em qualquer pessoa?”, ele ascendia agora aos céus depressa, mas ainda gritou para baixo, “entra no caralho do padre, se quiseres!!”.

Não gostei da forma como o anjo disse aquilo, não é por se ser Diabo que não se é sensível, mas foda-se!! que ideia tão fantástica, que melhor hospedeiro de um Diabo que ter um padre num batizado, e quando o apanhei a sair da igreja, entrei nele de corrida, e não sei porquê, o padre mexeu-se todo, como se eu fosse a concorrência, e então chegou uma gaja gorda, daquelas que estão sempre grávidas, era a mãe da criança, “senhor padre, por favor, vem ao almoço? Do batizado?”.

Deixei o corpo do padre falar porque percebi, quando o pai da criança olhou, o padre, eu senti que o padre suou na alma, parecia que tinham uma ligação, mas naquele momento eu não vi nada, era preciso acender uma faísca, entre aquelas duas pessoas, para eu Diabo entrar mais fundo, mas uma coisa sabia, estava agradecido ao anjo, por esta experiência, e era tudo em primeira mão, porque eu estava lá para ouvir tudo.

Entrei no jardim dos sogros do pai da criança, bandos de crianças irritantes gritavam e corriam pela relva fora, num jogo de esconde-esconde entre elas, três ou quatro, não sei, perdi-me a qualquer momento, eram irmãos do batizado, chocando e puxando as saias de mães que pareciam galinhas, quando o pai olhou para mim a acenar com a mão, pareceu-me que queria ir falar para um lugar mais reservado.

A faísca e ligação não se tinha dado, quando ele segredou ao padre, falavam juntos e afastados, “fiquei surpreendido, não conseguia imaginar”, deixei o padre livre para responder, “Não conseguias imaginar?”, o pai respondeu, “um padre a comer-me!”, o padre sorriu, “também tenho as minhas necessidades, assim como tu, estou eu a ver”, e o padre olhou de volta, acenou para a mãe da criança e as outras mulheres, e elas fizeram um aceno longo.

O padre voltou a cabeça e sussurrou, “mas adorei foder-te naquela noite no carro, e acho que tu também gostaste”, o pai segredou novamente, “gostei de mais, acho que foi uma das melhores fodas que tive”, eu estava calado, assistia e ouvia, eu percebi é que o pau do padre tinha crescido, avaliei-o e era grande e grosso, o padre estava bem servido, o pai continuou, “partiste o meu cu todo, doeu-me durante uma semana”.

Foi instantâneo, o pai recordava o momento e eu precisava de ver tudo, e caralho, eu tinha autorização do anjo, entrei a correr no pai, e ainda vi as memórias, tinham combinado pelo facebook, naquele dia, ou melhor naquela noite, ele estava cansado de cona, a experiência de um homem a comê-lo perseguia-o, e, não resistiu, encontraram-se num parque, caia a chuva intensamente.

No parque o padre entrou para a parte de trás de uma carrinha do pai, e eles, assim húmidos e molhados, despiram-se todos e começaram a foder, o pai chupou o pau do padre e dizia, “que loucura, tão inchado, tão grosso, queres comer o meu cuzinho?”, ele virou-se, fechou os olhos e senti, as pernas do padre levantaram voo e abriram as asas, e pousaram depois nas minhas coxas, aquela sensação maravilhosa, pelos a fazerem cócegas na pele, depois a vara dura, abriu-me as nádegas e entrou firme, até ao fundo para dentro, até ser impedido pelos quadris.

Lá fora, caía muita chuva, batia no teto da carrinha, dentro a humidade misturava-se no suor, dois corpos quentes que fodiam, foram minutos que pareceram horas, porque o tempo era difuso, o padre virou-me e começou a comer-me por cima, como se eu fosse a sua namorada, na altura o pai gemia de prazer, “ai caralho, tão bom, aiiii, o meu cuzinho, não aguento mais, aiii, humm”, o padre dizia, “és uma bichinha tão boa, quero que não te esqueças, e que queiras ainda mais”.


As memórias pareceram ter parado ali, havia só a de ter chegado a casa e a mulher gorda grávida outra vez, disse, “querido, onde estiveste? A estas horas da noite? E o teu cheiro?”, ele respondeu, “que cheiro? O que estás a dizer?”, ela insistiu, “a caralho amor, parece que cheiras a caralho, estiveste a foder, eu não te chego?”, ele riu-se, “só pensas nisso querida”, e ela calou-se.

Mas agora estavam ali, regressei ao padre a correr, entrei nele e o padre perguntou, “foi mesmo a melhor foda que tiveste?”, o pai respondeu, “foi, e gostei tanto, que queria mais, só pensava em dar-te o meu cu”, o padre sorriu e segredou, “podias ter pedido mais, eu também queria dar-te mais, mas ...”, o pai continuou, “eu queria muito, à noite na cama com a minha mulher só imaginava estar virado e tu nas minhas costas a penetrar-me, o meu cu todo aberto, mas foda-se perdi o teu contato .......”.

O padre continuou, “eu também perdi .. mas na altura fiquei a pensar que era a tua primeira vez, eras virgem? nunca tinhas levado no cuzinho?” o pai sorriu, “porquê? Porque dizes isso?”, o padre continuou, “o teu ânus, é tão apertado, tu já não te lembras, mas quase choraste!!”, o pai disse, “lembro-me bem, doeu a entrar, depois passou e gostei, mas é por causa do teu pau, é tão grosso, caralho, tão grosso ..”.

O pai ia a dizer, “adorava dar uma foda agora”, olhou e viu os sogros ao fundo a falar e a rir com um grupo de pessoas, o tema devia ser o bebé batizado, quendo senti um leve movimento à minha direita, alguém bateu no ombro do padre, era a mulher do pai a gritar naquela histeria de mulher com felicidade, “então querido, estás a monopolizar o nosso padre?”

Ela continuou, “venha senhor padre, comer um pastel de aves, as mulheres adoram-no”, o pai murmurou qualquer coisa, o padre por dentro ficou irritado, na cabeça imaginava-se a comer um cuzinho, não sabia como fazer com que se fosse embora, até que o pai disse, “querida, ele já vai, nós combinámos ir comer outra coisa”, ela pareceu ficar zangada, “vai-se embora senhor padre?”, o padre estava confuso, “bem, não sei bem!”, o pai interveio, “foda-se amor, eu já conhecia o senhor padre”, ela e o padre olharam para o pai, havia alguma surpresa, “sim amor, eu fiquei surpreendido, já não me lembrava, mas estivemos numas coisas”, ela perguntava, “que coisas, foda-se, que coisas?”.

E ficou a falar sozinha, o pai puxou o padre e disse, “vem quero mostrar-te uma coisa, querida, nós já voltamos, prepara lá os teus pasteis de aves”, entraram num edifício velho, depois umas escadas, depois uns corredores ao fundo, quando entraram num quarto, “aqui estamos sozinhos, ninguém nos vai encontrar aqui”, o pai prendeu com a mão o pau do padre, agarrou-o como um puxador de uma porta, e disse, “come o meu cuzinho todo, agora, estou a ferver de tesão”.

Foi um minuto, eu Diabo a assistir a tudo, o padre habituado ao diabo nem sentia que eu estava ali, enterrou o pau grosso no cu do pai, gemia “ai caralho estou-me a lembrar, aii, parte-me o cu todo ...”

Mais tarde, estava o padre a comer uma empada de aves, o pai e a mulher perto, ela a olhar para o padre a perguntar, “está boa senhor padre? Fui eu que fiz”, quando chegou um dos filhos a correr e começou a falar, “mamã, mamã, o pai e o padre são gays, são gays, gays ..”, ela agarrou no filho, deu-lhe uma palmada na cabeça, “desculpe senhor padre, é a televisão”, “mamã, mamã, o padre estava a comer o cu do meu pai, eu estava a jogar esconde-esconde”.

Quando mais o filho falava mais palmadas ele levava ..


Mulher e Submisso - Contos do Diabo

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Mulher e Submisso - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Não é que um Diabo tenha de se alimentar, mas é o que costumo fazer quando venho cá acima, porque é o sitio, num restaurante, onde por vezes os humanos se juntam, nessa rotina diária de dar de comer ao corpo, onde por sua vez os seus espíritos habitam.

É sempre dececionante, nunca há nada de jeito, na maioria das vezes aqui ando sem nada que fazer, vou olhando para os humanos, a todos achando complexamente estúpidos, tão desinteressantes e dobrados sobre si próprios, espetros de vidas passadas sem o caralho de um esteio que as una e faça valer a pena.

Foi por mero acaso, que olhei para a empregada, devia ser da noite chegada, de estar cansada, mas reparei melhor, estava especialmente rabugenta, então para um gajo, com um ar eslavo muito branco, devia ser o caralho de um russo, sem ser novo não era velho, e que puxava a rapariga, e assim bem perto dela, ele dizia qualquer coisa: “dou-te muito dinheiro!”.

Pela primeira vez, aleluia, depois de tantas semanas de tédio e normalidade, finalmente uma loucura, um desvio, uma merda desarrumada, concentrei-me na empregada, nos seus pensamentos nervosos, como se o seu projeto fosse querer ser feia, descuidada de beleza escondida, em que só a via eu deste modo, o Diabo, e aquele homenzinho excitado, sempre que ela passava.

Eu ocupava um corpo de mulher, uma vaca solitária esvaziada de tudo e de si própria, menos da inveja das gajas boas, e o que estava ela ali a fazer? queria ir para o inferno de uma vez por todas, mas a viagem parecia-me sem sentido, sem proveito e quase inútil, nem eu queria esta puta lá em baixo, e ali estava aquela beleza que eu apreciava de forma diferente do tal gajo.

Ele queria fodê-la, na sua mente, a imaginação daqueles lábios húmidos, pousados na ponta do seu pau, numa mistura de alegria e riso, como se o que fosse proibido fosse proibido duas vezes, como se a inocência, pela sua perda, fosse o prémio maior, ele tinha sussurrado, “Angélica, deixa-me comer essa cona, dou-te muito dinheiro”, e ela não reagia, apenas repelia passivamente.

A gaja em mim mexia-se, às vezes, porra que era tão desconfortável, o caralho destas mamas gordas, e é que ainda há homem que vai para o inferno por isto, olhei para a empregada, ai foda-se que me deixava a cona excitada e eu que sou um diabo, as coxas grossas musculadas, a forma leve como andava, a flutuar dentro do vestido, até que ela sussurrou ao russo, “está bem, espera-me na saída”.

Quando eu ouvi aquilo fiquei excitado como uma puta barata, só pensava em livrar-me da gaja onde eu habitava, o inferno que aguardasse, no inferno já estava ela, pensei, foda-se!! queria ser o russo, comer aquela cona, que nem eu imaginava, o pau a entrar-lhe na fenda e aquela mulher bem esculpida a gemer e a mover-se, numa onda grata de prazer, quando a vi a falar com uma outra mulher, também ela empregada.

Não demorei muito a ocupar aquele corpo, então quando as ouvi dizer que iam com o russo, era uma mulher mas nela sentia um homem, a Angélica disse à Sara, “querida, podíamos ir para o motel, amor? Vamos fazer dinheiro”, ela disse que sim e foda-se!! eu pensei “elas são lésbicas”, e depois de uns minutos, a noite ali acabava, saíram para o ar frio da rua e perguntaram ao russo como é que as transportava.

O russo estava surpreendido, duas gajas por uma era um achado, enquanto o russo conduzia, a Angélica transformou-se toda, o cabelo preso voou numa volta, a roupa mudou-a para um vestido, e deu um beijo na Sara, o corpo que eu ocupava, e perguntou ao russo, “como te chamas?”, ele respondeu, “Vladimir, porquê?”, ela respondeu, “por nada, mas como é que sabias que eu sou puta?”.

O russo Vladimir ficou novamente surpreendido, “foda-se!! não sabia! Só que fiquei com tanto tesão de te ver andar que só pensava em foder-te”, a Angélica riu-se, “a minha profissão noturna mexe com a de durante o dia”, ele ficou a olhar para ela, e depois ela prosseguiu, “mas queres mesmo foder-me? mesmo sabendo que dou-te a minha cona por dinheiro?”, ele olhou, “puta ou não, agora quero, não penso em outra coisa, e também quero comer o teu cuzinho, e da tua amiga também”.

A Angélica mordiscou-lhe a orelha enquanto ele arrumava o carro no motel, “a Sara não é só minha amiga, é o meu amor”, o russo virou a cabeça espantado, e ela continuou, “a Sara é o meu homem, nem imaginas como é que ela me fode”, entraram no quarto, um perfume a sexo passado, o russo ia pesando as palavras, “putas de lésbicas? Caralho e querem foder?”

As duas saltaram para a cama redonda, e a Angélica puxou por mim que era a Sara, “anda amor fode-me toda, lambe a minha cona”, ela contorcia-se toda num vestido que voava, o russo perguntava “e eu?”, e foda-se eu pude ver, o clitóris assim de perto, túrgido num liquido molhado, um brilho de pérola nacarado, toquei-lhe com a minha língua, pequenos toques rápidos com a ponta, a Angélica gritou, “ai foda-se amor, levas-me à lua”.

O russo sentou-se na cama desajeitado, agarrava no pau fino mas comprido, parecia um convidado desconhecido, como alguém se tivesse enganado na lista, aproximou o caralho da Ângela, que o meteu na boca uns minutos, chupava-o devagarinho e depois dizia, “querido, confia em mim, não gostas de ver o meu amor a foder-me?”, o russo dizia que sim, mas ..., e ela continuava, “confia em mim querido, depois damos-te uma prenda”.

Ela pressionou a cabeça da Sara, para dentro da cona, no meio das pernas apertadas, carne e respiração sincronizados, mexiam-se num movimento único, o russo ia acariciando o caralho, “que prenda?”, a Ângela gemia cada vez mais alto, e quase gritou, “ai caralho que me venho toda”, as ancas subiram como arcos, a Sara lambia e engolia aquele liquido precioso, a Ângela soltou-se, o corpo tremeu todo e eu Diabo sabia que ela se estava a vir na minha boca.

Pensei eu, acho que o russo estava incrédulo, não sabia se o que via fazia já parte do acordo, se pagava ou não muito dinheiro, foder foder ainda não tinha fodido nada, e não é que ver só fosse mau, até que a Ângela ia acordando do seu sonho e disse, “o meu amor gosta de comer o meu cu com um strap-on”, ela olhou para o russo que parecia que esperava mais qualquer coisa, e depois ela disse, “é a minha especialidade, é por isso que eu sou tão puta e os homens gostam de mim”.

O russo parecia tão confuso quanto eu, e eu que até sentia o corpo da Sara, o clitóris rijo que mais parecia um pénis duro, o russo girava no quarto de um lado para o outro, com o caralho em pé bem espetado, e perguntou, “não percebo? que especialidade?”, a Ângela respondeu, “de poder, querido, de submissão, eu posso e mando, e tu fazes o que eu quero, enquanto estiveres comigo és o meu escravo”.

O russo estava parado no meio da sala, a mão no caralho como numa jangada, agarrava-o como o leme de um barco, não queria ir ao fundo senão afogava-se, a Ângela levantou-se e caminhou como uma rainha, nua apenas com um diamante no umbigo, rodou felina à volta dele “és o meu submisso amor? fazes o que eu mando? queres ser o meu escravo, querido? de joelhos!!”

Ela encaminhou-se lentamente para um jacuzzi que borbulhava no quarto, acenou-me para vir, e disse ao russo, “de gatas, vem passar água e sais no meu corpo”, escravo ou não, o russo gatinhou com uma criança, desengonçado moveu-se tão rápido, chegou primeiro e já nos esperava, a Ângela entrou na água e foi quando eu vi, porque nem sempre ao ver se repara, os seios rijos empinavam-se carnudos, numa espécie de brilho novo, naquele apogeu da juventude.

Ela ordenou, “vá, escravo, lava o meu corpo, e glorifica-o com esses sais nobres”, o russo ia passando uma esponja, molhava na água morna mais em baixo, e depois num imerso de esponja e liquido fazia-o escorrer nas mamas dela, que a fazia fechar os olhos, durante um longo momento, em que ia suspirando, “ai escravo, passa-a na minha cona, e faz isso devagarinho”, o russo mergulhava o braço no fundo e ali ficava parado e lascivo, com o caralho teso e encurvado, e como se fazer este trabalho fosse a melhor coisa do mundo.

A mão dela pareceu mexer-se na água como um animal anfíbio, apertou a mão do russo contra a cona e gritou, “achas que estás a fazer bem? mais água escravo!!”, o russo tremeu, subia e descia a esponja frenético, “não é assim!! queres ser castigado?”, e depois virou-se para a Sara, “amor, eu acho que ele gosta muito, e está a pedir!”, a boca do meu corpo mexeu-se e disse, “acho que sim, também”.

A Ângela gritou enquanto se levantava do jacúzi, parecia um submarino imenso que emergia, “anda escravo, vais ter de aprender, vais ser punido, põe-te de joelhos e de quatro”, o russo obedecia cabisbaixo, “de joelhos, já”, gritava a Ângela, depois virou-se para a Sara, “amor, queres ser tu, para ele aprender”, eu ouvi um sim, o meu corpo a mover-se, numas tiras de tecido preto, e um pau rijo de plástico grosso, longo como um torpedo, “ai amor, ele vai gostar e depois não obedece”.


A Sara aproximou-se por trás, puxou o cabelo do russo, “escravo danado, não fazes nada certo, fecha os olhos e baixa as costas”, perto da boca dele a Ângela falava, “acho que vai gostar, eu gosto, o meu amor adora foder-me, entra nele, amor”, e quando o russo ainda pensava, o míssil escorregou entre as nádegas e foi andando até ao fundo, ”ai, caralho, malvadas, fodem o meu cu, suas putas lésbicas!!”.

A Sara apertou-o entre as pernas como se cavalgasse um touro bravo, o caralho de 20 centímetros entrava e saía molhado da seiva interior do cu do russo, a Ângela gritava-lhe aos ouvidos, “tens de ser castigado, vai amor, parte o cu dele todo”, a mão dela apertou-lhe o pau por baixo, “ai amor, fode o cu a este submisso malvado, ai amor, ele está teso e está a gostar”, o russo fechava os olhos, sentia-se nele o prazer de se estar a vir a qualquer momento.

O russo fletiu as pernas para facilitar o pau que entrava, empinou o cu todo para cima, o anel do ânus enrugado, tenso e aberto, apertava, o caralho de silicone que o comia, o russo gemia, “ai caralho, suas vacas lésbicas, eu não vou obedecer nunca, podem comer-me o cu todo, suas putas”, nesta imensa batalha, a Ângela dizia, “fode esse cão danado, come esse cu que ele não aprende”.

Eu não sei se a Sara suava, mas foda-se eu suava no corpo dela, a montar o russo em cima, a ver a verga de silicone que o penetrava, a Sara baixou-se nas costas do russo e disse baixinho ao ouvido, “nunca mais questionas o meu amor, fazes o que ele manda”, e deu-lhe uma estocada violenta que o russo empinou o corpo para cima e gemeu de dor verdadeira, “ai, mãezinha, como vai ser quando eu regressar á minha terra”

Quando saímos do motel e o russo nos foi deixar a casa, deu-nos dinheiro e muito, dizia, “gostei muito de ser vosso escravo, o dinheiro vale o serviço, doí-me o cuzinho todo, mas eu sei que fui mal comportado e por isso mereci ...”

Quanto a mim Diabo, olhei as horas e pensei se ainda era tempo de ir buscar a vaca gorda, era tempo de a levar para o inferno e lá não queria que dissessem que eu não fazia nada e que tinha de ser castigado.


Carinhos Orientais - Contos do Diabo

17:37 0
Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias. 

Estava a chegar, há mais de uma hora que estava a conduzir uma carrinha de mudanças, com um brasileiro e um preto ao meu lado, que não se calavam, tinham saído do futebol para outro assunto, e agora, vinham já há algum tempo, com a ocupação idiota de descobrirem a gaja da televisão com melhores habilitações para chupar melhor um pau grosso e fazer melhor um bom broche.


Iam enumerando nomes de gajas, desde pivots, atrizes, socialites, etc, e depois iam realçando as características, boca assim, lábios assado, coxas grossas ou pernas compridas para depois procederem à sua análise complexa e no final, concluírem, concordando ou discordando, dos porquê de uma se sobrepor às outras por atacar melhor o pau antes da língua o lamber.


Devem estar a perguntar o que é que o Diabo está a fazer nesta postura com dois idiotas ao lado, mas o que me interessava mesmo era o casal que ia mais à frente num carro descapotável a indicar o caminho para a nova casa deles.

A situação tinha acontecido um tempo atrás, fui chamado a uma emergência, havia um corno que não aceitava que a mulher não estava fazendo nada, apesar de todos os amigos e os vizinhos dizerem que ela era uma puta, que ficava o dia todo dançando, e oferecendo-se para todo o homem que aparecia.

O corno estava fixado naquela ideia da mulher ser uma santa, aquilo de dançar toda a gente dança, e quanto a homem, ele tinha toda a confiança, e assim, meu amigo, fica difícil levar gente para o inferno.

Quanto eu estava a estudar uma solução, para fazer ver ao corno que afinal não havia solução nenhuma, o corno tomou a decisão de mudar de casa e aí eu só tive tempo de entrar na pele do condutor, e para minha desgraça ter de ouvir o brasileiro e o preto a falar de gajas boas da televisão, a apostarem naquelas que mais gostavam de levar no cu.

Finalmente chegámos, olhei para cima para o prédio e um gajo estava lá no alto, na varanda a olhar para a rua, e percebi que centrava a sua atenção na mulher do corno, a designada santa, uma loura avantajada, uns seios fartos num corpete apertado, uns saltos altos de bico fino, e a saia, bem essa, quase não existia.

O preto e o brasileiro olharam para mim, naquele olhar de quem pergunta se eu vou ajudar a carregar a tralha para cima, e eu disse, “é no segundo andar, estão com sorte, não há elevador, por isso não se esforcem muito”, e depois arranquei, cheguei perto do casal, na cabeça do corno havia a dúvida sobre a mulher, ele pensava, “ela sempre foi assim, excêntrica e oferecida”.

Fui para mais perto dela, o meu nariz e o tato dos meus dedos foram-lhe tocando no corpo, era tudo espirito mas funcionava, os mamilos ficaram rijos, o clitóris retesou-se elétrico, as coxas abriram-se levemente para deixar passar o meu anelar na cona, e o pensamento dela chegou, olhou para o prédio e o homem da varanda, “apetece-me tanto dar uma foda”.

A mudança acabou, o preto e o brasileiro foram-se embora, a falar para um condutor que não compreendia nada, eu tinha-os deixado e subido prédio acima para entrar no homem da varanda, a peça decisiva, tinham-me dito, para resolver esta embrulhada.

O homem era bem servido de pau mas insatisfeito, a mulher que eu ouvia noutra divisão não fazia o que ele queria, ele dizia à mulher, “amor, chupa-me o meu pau, amor, quero comer o teu cuzinho”, mas ela respondia, que ela tinha recebido uma educação, as fodas eram para fazer filhos e não para diversão.

O pobre homem estava resignado, tinha-se casado com uma mulher bonita, na esperança e no seu projeto de dar umas boas fodas e nada, ao fim de uns tempos, tinha-se tornado um punheteiro, uma vez por mês fodia a mulher, nos outros dias ia batendo punhetas, para se aliviar do sofrimento dos tomates cheios.

Tentei sentir a sua pele por dentro, e percebi que ele estava num ponto de viragem, neste momento naquele dilema de, ou separo-me da minha mulher e procuro outra vida ou traio a minha mulher e vou procurar cona e cu noutro lugar.

Para um Diabo, claro, a segunda hipótese é muito melhor, e aí pensei eu, “mas porque deverá este pobre mortal libertar-se de um casamento sensaborão, quando pode mantê-lo e ao mesmo tempo viver as alegrias, a aventura, o risco, tudo isso junto, da traição, fodendo gajas por fora”.

E foi quando senti uma espécie de espasmo, o caralho do observador cujo corpo eu ocupava, levantou-se subitamente, como uma rocha dura e comprida, a mulher do corno tinha olhado para cima, e houve ali um encontro de olhares quentes, enquanto o corno distraído ia dando indicações ao brasileiro e ao preto, “cuidado com esse varão!! é o varão de treinos de striptease da minha querida mulher!!”, ele sorria para aquelas duas almas penadas, e acrescentava, “é só desporto!! a minha mulher é muito atlética”.

Nessa noite, deixei o corpo do mirone à solta, ele deu uma foda na mulher, a cona dela não tinha tempero, sal ou pimenta, era como comer um bocado de borracha, e se o pau fez a sua tarefa, foi porque tinha a cabeça na loura do andar de cima, naquele seu rabo voluptuoso, a imaginar que ele fodia o cu dela todo.

De manhã eu estava na varanda e foi quando vi, a mulher do meu corpo a sair do prédio, antes tinha dado um beijo insipido a dizer que ia para o trabalho, e depois vi sair o corno, com um certo ar apressado, a rodar a cabeça para cima e a despedir-se, pensei eu, da loura que estava no outro andar.

Começava a sentir um certo tédio, foda-se!! que não acontecia nada, nós Diabos não podemos interferir no livre arbítrio, os humanos têm de ser eles mesmos a fazer merda, a tomarem as decisões que entendam, nós só vamos empurrando, quando o meu corpo foi para o computador e começou a escrever, e aí pensei eu novamente, ele trabalhava em casa e dedicava-se à escrita.

Mas não foi por muito tempo, a cabeça do homem estava num estado de confusão infinita, ele imaginava a loura a rolar na cama, e ele em cima a montá-la, ela gritava, “mais mais, fode-me toda querido, enterra tudo no meu cu”, que o fez levantar-se e caminhar para a casa de banho, pensei, “pobre homem, vai bater uma punheta”, e foi quando eu ouvi um ruido vindo do andar de cima, o som de uma música oriental, daquela das dançarinas do ventre, de um harém de gajas lúbricas, e toques no pavimento, o que fez pensar, “a puta está a dançar”, e a mente do corpo acrescentou, “foda-se!! caralho! a gaja deve estar nua”.

O ruido não parava e tornava-se até incomodativo, o homem esqueceu a punheta, e depois, no computador não se concentrava, e como ele estava um pouco estúpido, dos longos anos de sobriedade de cona e de reclusão, eu tive de soprar ao ouvido dele, “vai lá a cima, caralho, a gaja está sedenta de pau, dizes que gostas do barulho, mas que te excita demasiado”.

Ele surpreendeu-me, nem tive tempo para me organizar, o gajo subiu por ali acima pelas escadas e bateu à porta, a música abrandou um pouco, uns passos aproximaram-se da porta, e quando ela abriu, até eu vi melhor aquela mulher, os dotes estampados nas suas maneiras, gritavam ao alto, “hosanas meu senhor”, uma máquina de sexo e desejo que certamente o criador tinha perdido mais de sete dias a fabricar, envolta numa espécie de véu de nuvem a voar e por baixo percebia-se as formas do corpo nu e foda-se!! um pouco suado.

Ela riu-se com uns dentes brancos perfeitos, e disse, “peço desculpa, estava a treinar!”, e perguntou de seguida, “a música estava alta? Peço desculpa! não volta a acontecer”, o meu corpo estava com um volume tremendo, a vara tinha crescido descontrolada, como um animal selvagem indomesticável, e ele disse engasgado, “não, eu até gosto da música, diz que estava a treinar?”.

Tentei varrer o espirito dela, só que tudo estava a acontecer demasiado depressa, ela lambia os lábios de desejo, ela olhou para baixo, para a virilha dele, e viu ali o monstro a querer libertar-se a qualquer momento, e disse, “eu gosto de treinar barra de strip, para me manter em forma”, o corpo fazia um esgar a imaginar a cena, quando ela acrescentou, “gostava de assistir?”.

O corpo abriu os olhos mais do que o normal, as órbitas tremiam dentro das cavidades, achei que ele iria ter um problema cardíaco, tal a aceleração do coração naquele momento, ele avançou para dentro a abanar a cabeça e perguntou, “porquê a barra? você podia fazer pilates ou outra coisa!,” ela deu uma gargalhada adorável, e respondeu, “o meu marido não sabe, mas antes de casar, eu trabalhava numa boîte de strip, e eu mantive o gosto de fazer e o meu marido gosta de ver”.

Houve ali um momento de silêncio expectante sobre o que iria acontecer e ela depois acrescentou, “pode guardar um segredo?”, ele olhou para ela, as mamas viam-se na transparência, as coxas escondiam uma penugem bem aparada, ele disse, “claro, prometo”, ela prosseguiu, "é estranho, quando era stripper, ao contrário do que se pensa, eu não fodia com homens, até tinha um namorado, mas depois .....”

O meu corpo desesperado, “e depois ...?”, ela continuou, “é que, quando me casei ......”, o corpo fervia de antecipação, “... quando me casei, um dia tive um encontro em casa com aquele meu antigo namorado e ....”.

O corpo mexeu-se no sofá, os colhões doíam-lhe de tão inchados que estavam, “... e ele pediu-me para dançar no varão .... com aquelas músicas orientais e ..... depois fodeu-me .... chupei-lhe o pau e ele que gostava ...... fodeu-me o cu .... e a partir daí ....”, o corpo tinha-se encostado para trás no sofá, a mão dela abria-se no volume cheio e apertava-o como se apertasse uma bola de borracha, e continuou, “.... a partir daí ... não quero outra coisa ...”.

O meu corpo finalmente falou, ele nem tivera a perceção que ela abrira o zip das calças e manipulava a vara para cima e para baixo, ele disse, “você não quer outra coisa? ....”, ela sorriu, e depois abaixou-se sobre o pau e começou a chupá-lo, levantou-se um pouco e disse, “isto, chupar caralhos, levar na cona e no cu, dançando ...”, ela voltou à tarefa em que estava, os lábios rodearam a verga dura, para cima e para baixo, como uma mola apertada, e depois disse, “queres que eu dance para ti? Guardas este segredo? Quando ouvires a minha música, vens a correr?”.

Quando se aproximou a noite, o meu corpo estava na varanda com a mulher sensaborona, quando olhou para baixo e viu sair o corno, certamente para uma qualquer das suas muitas atividades, de repente ouviu-se a música, a mulher disse, “ai querido, que coisa desconfortável, esta música? parece que ela deseja sexo? e já viste a mulher, amor? parece, sei lá, amor, uma prostituta .. podias ir lá cima fazer qualquer coisa, sei lá, para ela parar?”.

Vi, com satisfação de dever cumprido, apesar de não saber bem quem eu devia levar para o inferno, que o meu corpo estava no bom caminho ... era tempo de ir embora .. para outro destino.



Na Porta ao Lado - Contos do diabo

20:43 0
Na Porta ao Lado - Contos do diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Na minha atividade estas coisas acontecem por acaso, não tenho uma lista ou ordem de serviço e vou trabalhando ao sabor do inferno e do meu divertimento, umas vezes vou a um sitio e depois vou a outro, mas com nada programado.

Desta vez estava de volta de um daqueles seguranças de um prédio de ricos porque me tinham dito que o homem era um problema, guardar guardar não guardava nada e a sua principal fonte de rendimentos era foder quem passava.

Estava a tentar perceber a sua mente atribulada, porque isto de pobres é uma coisa feia, quando passa uma gaja, ainda nova e esbaforida, mas meu Deus Altíssimo, tinha um cu! Mas que maravilha.

Eu estava ali como empregada doméstica, com os ouvidos bem abertos a tentar saber tudo, e como vi ali oportunidade para um bom serviço, perguntei ao segurança, “foda-se!! quem é esta gaja?”.

Ele respondeu, “era a mulher de um empresário, imobiliário, caralho!”, eu insisti, “era?”, ele continuou, “sim, o gajo desapareceu, a história é complicada, ou foi ele que a apanhou a comer um gajo, ou foi ela que o apanhou a levar no cu, coisa de ricos, ninguém entende nada”.

Foda-se, houve ali um momento que o caracter intrometido da empregada doméstica quase interferiu nas minhas decisões, mas eu percebi, quando a gaja do cu bom passou, ela ia fodida com qualquer coisa que tinha acontecido no elevador, e não era o marido dela, porque esse eu vi logo, ele tinha-se ido embora porque quando ela chegou a casa um dia ele estava a chupar um pau bem grosso.

Achei melhor mandar embora a empregada doméstica e ocupar o segurança da portaria e esperar, porque a coisa não demorou muito, e ela regressou da mesma maneira e eu aproveitei para dizer, “a senhora está bem, quer qualquer coisa?”, ela nem parou, na cabeça um pensamento seguido de outro, “vai mas é para o caralho, queres ver que o Daniel também é bicha como o outro”.

“Daniel, Daniel”, estava a tentar perceber, passei os olhos na mente do segurança, Daniel era o novo vizinho, um gajo que tinha chegado de novo e ocupava o andar em frente, quase porta com porta, de maneira que quando saiam à mesma hora, encontravam-se no elevador.

Quando ela passou segui-a em espirito, no elevador, ela abanava na mão uma mala de rica, o vestido de flores colava-se ao corpo, numa forma voluptuosa como um embrulho gostoso, as pernas roliças de puta, encimadas por aquele cu que eu já tinha dito, duas mamas poderosas a explodir no vestido, e foda-se!! aquele feitio nervoso de gaja em penúria de caralho.

Aproximei-me mais, o marido com muito custo ia mais ou menos contribuindo a contragosto com algum pau de vez em quando e ela lá mantinha aquela pose sofrida e aguentava de gaja que fodia pouco, mas quando ela viu o marido com um caralho na boca, ela ficou doida e os humores todos, foda-se!! explodiram.

O meu nariz roçou na fenda e ela estava húmida de tesão, era quase uma coisa a toda a hora, que acontecia sem razão, bastava ver um homem, um volume nas calças grande, ou até um sonho, para andar assim com a cona encharcada desesperada por caralho.

E parece que o tal Daniel, ou pelo menos era o que parecia, no elevador punha-se a olhar para o cu dela, e ela então imaginava o Daniel a comê-la, a abrir-lhe o cu a toda a hora, bastava passar o corredor de uma porta para a outra, porque ela estava ali apetecível para ser bem fodida.

Só que caralho!! Desde que ele tinha chegado já se tinha passado pouco mais de uma semana e uns poucos dias desde que o marido se fora embora, e ela não era mulher que estivesse habituada a esperar, a sua antiga mente de puta, antes de se casar com o empresário bicha, estava a regressar e, conforme se lembra agora, bastava ela rir-se, lamber os lábios, para cinco minutos depois ter um caralho grosso enterrado no rabo.

Só que, claro, o Daniel não avançava, olhava para o cu dela, mexia no pau volumoso, roçava-se no elevador apertado, as respirações encontravam-se a meio, ele com uns ombros largos, mas foda-se!! era só aquilo, do bom dia e boa tarde e mais nada.

Eu tinha também de perceber isto, alguém não estava a fazer o seu trabalho, fui tentar ver o Daniel e sabia eu que a desgraçada estava em casa, a rata fervia em lume brando, eu passei por perto e coisas batiam, e foi quando entrei lá em casa, do Daniel quero dizer, e estava ele a comer um rabo, só que era de homem e não era de mulher.

Eu pensei, “foda-se!! que até Diabo fica surpreendido”, o Daniel montava um cu de um gajo, as mãos grandes prendiam as nádegas, e o pau grosso entrava no ânus, o gajo gemia alto, “aihm foda-se hummm aihmm”, naquele movimento único, a estaca rolava para fora e para dentro, e eu tentava ver melhor, naquela penumbra da casa, porra!! era o marido da gaja, tinha umas meias de renda nas pernas, e uma saia axadrezada curtinha, parecia mesmo uma puta.

O marido estava a levar no cu, e dizia, “aihm amor Dany aihmm amor, come o meu rabo, amor, come”, foda-se!! eles eram um casal, estava a acontecer há muito tempo, o marido saltava de um lado para o outro, um dia a levar no cu, no outro a comer a gaja, era esta a sua vida, até ao dia em que a coisa estourou.

Eu tinha de resolver isto, porra que Diabo também tem coração, na casa ao lado uma desgraçada sofria com tesão, não era junto com tanto caralho à disposição, mas para dar um rumo a esta questão, tinha de entrar num ou no outro, e como levar no cu não era bom para a reputação de um Diabo, de maneira que entrei no Daniel e logo a seguir quando ia para a frente parei e disse, “amor e a tua mulher?”.

O empresário do imobiliário que estava com o cu espetado disse, “foda-se! O que é que tem a minha mulher agora?”, eu continuei na voz do Daniel, “é injusto, estou aqui a comer-te o rabo e ela coitada com tanta fome na cona, podíamos fazer um acordo?”.

A coisa decididamente tinha arrefecido, ele perguntou, “mas que caralho de acordo?”, eu respondi, “temos de abrir o jogo com ela, ela pensa que eu quero comer-lhe a cona, anda sempre a fazer beicinho”, e ele perguntou novamente, “e queres?”, eu respondi, “a tua mulher é muito apetecível, mas sabes eu gosto de cu de homem, amor, estava a pensar no segurança lá de baixo”.

Ele ficou a pensar para o alto, “podes ter razão, ela é uma puta insaciável, nem eu sei como aguentei, mas eu posso dizer à minha mulher que gosto de chupar no teu pau e arranjo com ela uma maneira do segurança andar a fodê-la, acho que ela vai aceitar e ficamos todos felizes”.

Eu disse para concluir, “e temos de ser rápidos, ela pensa que quero comê-la, mas como o homem da segurança é bissexual, ele pode bem dar conta do recado”.

E o empresário bicha perguntou logo a seguir, “foda-se o segurança é bissexual? ele também gosta de foder cus? E eu que não sabia.”


Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

18:12 0
Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros

A
publicação do Capitulo 17 do Manual Erótico "O Jardim Perfumado" do Sheik Nefzawi, aqui para leitura integral, considerou-se ser absolutamente necessária devido à urgência de certos casos mais complicados.

O Sheik apresentou vários remédios para essa questão tão importante, mas não esquecer claro, que são remédios com mais de 500 anos, e que se funcionavam, se alguma coisa cresceu ou caiu, isso não sabemos, nem podemos garantir que aconteceu.

O que sabemos é que o Sheik não acreditava que o tamanho não importava e por isso testou todos os seus remédios.



CAPÍTULO 17


Prescrições para Aumentar as Dimensões dos Pequenos Membros 


Saiba, ó Vizir (Deus seja bom para você!), que este capítulo, que trata do tamanho do membro viril, e é de primeira importância tanto para homem e mulher. Para os homens porque de bom tamanho e membro vigoroso brota a afeição e o amor das mulheres; para as mulheres, porque é por meio de tais membros que suas relações amorosas e paixões são aplacadas, e o maior prazer é obtido para eles. 

Isto é evidente pelo facto de que muitos homens, unicamente pela razão dos seus membros insignificantes, são, no que diz respeito ao coito, objetos de aversão às mulheres, que também entretêm as mesmas um sentimento em relação àqueles cujos membros são moles, inertes, e relaxados. 

Toda a sua felicidade consiste no uso de instrumentos robustos e membros fortes.

Um homem, portanto, com um membro pequeno, que quer torná-lo grande ou fortificá-lo para o coito, deve esfregá-lo antes da cópula com água morna até ficar vermelho e estendido pelo sangue que nele flui, em consequência do calor; ele deve então ungi-lo com uma mistura de mel e gengibre, esfregando-o diligentemente. Então deixe-o juntar-se à mulher; e ele irá obter para ela tal prazer que ela se opõe a ele saindo dela novamente.

Outro remédio consiste num composto feito de uma moderada quantidade de pimenta, lavanda, galanga e almíscar, reduzida a pó, peneirado e misturado com mel e gengibre em conserva. O membro depois de ter sido lavado pela primeira vez em água morna, é então esfregado vigorosamente com a mistura; então crescerá grande e forte, e dará à mulher uma sensação maravilhosa de volúpia.

Um terceiro remédio é o seguinte: lave o membro em água até tornar-se vermelho, e entrar em ereção. Em seguida, pegue num pedaço macio de couro, sobre o qual espalhe breu quente e envolva o membro com isto. Não demorará muito para que o membro levante a cabeça, tremendo com paixão. O couro deve ser deixado até que o breu esfrie, e o membro ficar novamente em estado de repouso. Esta operação, várias vezes repetidas, terá o efeito de tornar o membro forte e grosso.

Um quarto remédio baseia-se no uso de sanguessugas, mas apenas das que vivem na água, você coloca umas quantas numa garrafa tanto quanto podem ser colocados, e encha-o com óleo De seguida, exponha a garrafa ao sol, até que o calor do mesmo tenha efetuado uma mistura completa. Com o fluido assim obtido, o membro deve ser esfregado várias vezes consecutivas durante dias, e, sendo assim tratado, ficará de bom tamanho e de dimensões completas.

Para outro procedimento, observarei aqui o uso de um membro de burro. Adquira um e ferva-o, juntamente com cebolas e uma grande quantidade de milho. Com este prato, alimente as aves, que você come depois. Pode macerar também a borda do jumento em óleo e usar o fluido assim obtido para ungir o membro e beber dele.

Outra maneira é magoar as sanguessugas com óleo e esfregar a borda com este pomada; ou, se preferir, as sanguessugas podem ser colocadas numa garrafa, e, assim encerrados, enterrados num morno monte de esterco até que sejam dissolvidas numa massa coerente e formar uma espécie de linimento, que é usado para ungir repetidamente o membro. De certeza, o membro tem muito a beneficiar com isso.

Pode-se também tomar breu e cera, misturados com tubípora, asfódelo e cola de sapateiro, com os quais esfregar o membro, e o resultado será que as suas dimensões serão ampliadas. 

A eficácia de todos esses remédios é bem conhecida, e eu os testei.