BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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No verão fiz sexo com um amigo

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No verão fiz sexo com um amigo
Aqui estava eu e o meu amigo Bruno acampados num parque de campismo, já com a tenda montada.

Conto a história destas férias em que fui ao cu do Bruno, um amigo da minha adolescência. Era uma daquelas coisas que só estava à espera de acontecer. E há muito tempo. 

Desde rapazes que íamos para o meu quarto conversar sobre tudo e nada, e reconhecia-lhe nos gestos, como se sentava, como se deitava na minha cama, esse desejo disfarçado inconsciente de querer foder comigo. Os calções justos, os toques subtis, o rabo empinado, o despirmos-nos-nos muitas vezes, mostrando o pénis e o ânus um ao outro, tudo estava lá.

Um desejo contido em anos no grupo de amigos fechado por convenções e medo, todos machos latinos, o pensar de se ser paneleiro ou chamado disso, fazia com que não se passasse disso mesmo, de um desejo. Víamos-nos nus, com os caralhos tesos, as costas dele, o rabo rijo, aberto para mim, redondo como o de uma menina, o ânus húmido, e queria muito ir-lhe ao cu e que ele fosse ao meu.

Por diversas vezes, discretamente, às vezes com outros amigos e amigas na praia, olhava-lhe o rabo rijo, empinado e redondo, quando saia da água do mar, o frio, a pele de galinha, e só nós, ele e eu, trocávamos aquele olhar, porque esperamos?.

Queria muito, ali no meu quarto, deitar-me em cima dele, que ele me abrisse as pernas ao de leve, enterrar-lhe o meu caralho no cu de apetite pedido, os nossos corpos quentes unidos, sem tempo, ou censura, até vir-me e vir-se ele de prazer. 

Mas ali estávamos agora, sozinhos, a dormir e a passar noites juntos, dois rapazes em férias, sem críticos ou vigias,  

Para o mês do ano que era, agosto, não se estranhava que estivesse tanto calor. No interior da tenda então o calor era insuportável, à noite deviam estar 30 graus ou mais, sem uma pequena brisa para nos refrescar.

Photo by Scott Goodwill on Unsplash
De manhã íamos ao refeitório do parque para comer qualquer coisa, e depois era praia e piscina o dia todo, a tomar banho e a bronzear os nossos corpos. 

À noite deambulávamos por Lagos a apreciar o andamento e o pouco mais que dois putos com 18 anos conseguiam fazer, até cairmos prostrados de cansaço na tenda até de manhã.

Nesta aventura, eu e o Bruno conhecemos duas irmãs dinamarquesas, mais ou menos da nossa idade, nossas vizinhas no parque, que ali estavam com os pais num bungalow.

Juntávamos-nos a elas todos os dias na praia, apreciando a sua presença, o prazer de conhecê-las, mas sentia, estava longe a nossa ideia, não existia desejo em comê-las, com a nossa cabeça noutro sitio.

Conversávamos, riamos, belos corpos jovens ao sol, mas parecia e era só isso.

Por mim, quando estava na tenda ou na praia, divertia-me mais a olhar a mãe e o pai delas. 

Excitavam-me aqueles dois corpos adultos. Sentia o meu pénis duro e teso, o ânus ardente de convite, só de estar a olhar para eles.

A mãe Alicia, uma mulher loura perfeita linda, uns seios espetados em topless à vista, umas pernas longas e rijas, seguia-a com os meus olhos de jovem recente sempre que se mexia. 

Sentada na areia a ler, de perna caída ao lado, a outra encostada ao peito, ia ao banho, regressava só para ver-lhe a rachinha da vagina impressa na calcinha fato de banho.

Via-me e apercebia-se num sorriso contido do meu tesão não escondido, quando olhava obsessivo para as mamas dela e para a vagina. 

Admirava-lhe o tonzinho da pele levemente mais escura da vagina, os lábios grossos quando a calcinha escorregava para o clitóris, ajeitando-a, com olhos de encontro nos meus, quase em provocação, vendo eu com ela, os lábios grossos duma vagina pelada e rosada.

O pai Peter, com aqueles calções cueca justos, olhava-lhe os pelos do peito e o volume generoso entre as pernas, percebia-lhe um pénis teso do sol, que, desconfortado e mexido, escondia quando olhava para ele. 

Estará relacionado? talvez?: coisas que não se esquecem

Sorria para ele, oferecia-lhe as minhas costas e o meu rabo com querer, sem dúvidas para ele, imaginando-o a escapulir-se das filhas e da Alicia para me vir ao cu.

Por ele, com um desejo adulto, via-me com ele, nas rochas perto, escondidos, o meu rabo aberto, o cheiro, os pelos do peito dele nas minhas costas, e o pénis teso dele a penetrar-me o cu.

À noite esquecia o dia, sentia na tenda a respiração do corpo do Bruno junto ao meu, cada dia que passava, o mesmo desejo sentido, só à espera das palavras, para nos abrirmos os dois, da voz de permissão.

Numa noite, eu e o Bruno fomos com as duas irmãs para a discoteca ao pé do parque, já nem me lembro do nome.

Bebendo e dançando, o Bruno não as largava, zangando outros mais velhos que as queriam engatar. Não tardou muito, ainda a noite ia curta e já elas se abriam e roçavam em dois marmanjos com cara de malandro.

O Bruno dizia "são umas putas, não nos ligam nenhuma". Quanto a elas não sei, saíram e desapareceram na noite só as vendo no dia seguinte, com aquela cara satisfeita de mulheres fodidas.

Regressamos à tenda. Entrámos, tocados pela bebida, despimos a pouca roupa, todos nus, caímos nos sacos de cama. O calor era muito, sentia o meu corpo e o dele quentes e suados.

Já o tinha visto nu, mas não como naquela noite. Os nossos corpos bronzeados, suados e ainda ferventes do sol do dia e da praia, banhava-os uma espécie de luz, não sei se da Lua, se de iluminação do parque, que mexia com as minhas coxas, com a minha respiração, e com o meu pénis teso.

Senti muitas vezes este desejo de foder com ele, mas não com esta intensidade. Queria muito ir-lhe ao cu ou ele a mim. Havia ali uma urgência que senti também nos olhos e na boca dele. 

Trocámos olhares, tocaram-se os nossos corpos lado a lado, falando por si, dizendo "vem vês o meu rabo está aqui à espera para ti".

Antes, vindos da praia, nos chuveiros, tomámos banho nus juntos. 

Não sei se do calor, se por estarmos nus, entesávamos, e não sei, os nossos corpos e pénis tocavam-se. Roçava-lhe o cu e ele o meu. Brincámos com isso. Com essa electricidade que atraía. Com o ânus tremente, batemos punhetas juntos, nos chuveiros, na tenda quente.

Na tenda, os nossos corpos tocavam-se ao de leve, sentia-lhe os pelos do corpo e ele os meus, um e o outro completamente nus. 

Sentados, via-lhe o ânus e ele via o meu, como promessa de algo que estava para acontecer.

Agora, o Bruno mexia as pernas, abria-as lânguidas, as nádegas ferventes, o ânus sentido, a boca, as gargantas secas, que aconteça, os olhos húmidos de expectativa, a falar-me por gestos "vem come-me enraba-me eu quero que se foda".

Não sei porquê, ou sei, soltaram-se-me as palavras, disse-lhe "tens um belo rabo". 

Acho que já lho tinha dito muitas vezes, mas agora era a sério, íamos em frente, as palavras eram desnecessárias, as permissões e consentimentos estavam dados.

Saltasse-lhe eu para cima, abrindo-lhe o rabo e penetrando-o e ele nada diria. Os silêncios os gestos encandear-se-iam e resolviam tudo naturalmente.

Mas o Bruno riu-se forçadamente e retorquiu "porquê, queres que eu te deixe vires-me ao cu?"

Fervíamos dentro da tenda, não sei como, respondi "quero, deixas-me ir-te ao cu?"

Esta pergunta fez-me lembrar a mesma pergunta que o meu amigo Adérito me fez, um ano ante, quando me perguntou se eu o deixava ir-me ao cu. 

Já tinha sido desflorado pelo Bernardo, disse-lhe logo que sim, virei-lhe o cu e ele penetrou-me e comeu-me.

O Bruno virou-se para mim, tinha o pénis teso, ardia como eu em tesão, e disse-me sem surpresa "vem-me ao cu se quiseres".

Atravessámos a linha temida, a da resolução e da consequência, qual fosse ela. Ele encostou a cabeça nas mãos, e vi que abria o rabo e as pernas ao de leve ainda mais a dar-me autorização. 

O rabo dele redondo e empinado abria-se para mim como uma fruta, um pêssego. Não era uma experiência nova para ele. Disse-me, um primo mais velho já lhe tinha ido ao cu.

Passei-lhe a mão ao de leve pelo rabo, pelo ânus, entre as pernas, abrindo-as e ajeitando-as para mim ainda mais. Com a outra sentia o meu caralho retesado e rijo a explodir de desejo.

Abracei o meu corpo ao dele, os pénis tesos a tocarem-se e a quererem-se, as pernas dele a rodearem-me, o meu caralho sozinho a tocar o ânus do meu amigo, os pelinhos a cocegarem, a minha boca na boca dele, fiz força e, como promessa, a tirar e pôr, enterrei-lhe a cabeça do meu pénis no cu.

Deitei-me depois sobre as costas dele, ao de leve, em silêncio, só a nossa respiração ou as vozes que passavam junto da tenda, abri-lhe as pernas e as nádegas e enterrei-lhe no ânus a ponta do meu caralho.

Empinou o rabo para que fosse mais fundo, fui enterrando e tirando para não o magoar. 

Sussurrei-lhe ao ouvido "estás a gostar?". 

Moveu o rabo em harmonia com o meu pénis, virou-me a boca, as nossas bocas e línguas húmidas juntaram-se em união, as minhas ancas a recolherem a penetrá-lo, "é bom", disse-me.

Entrei nele ainda mais, deu-me um gemido de prazer junto com os meus. Senti-o a massajar o pénis dele, e a gemer.

Os nossos corpos quentes e suados iluminados por uma luz desconhecida moviam-se como um só. Beijei-o na boca, nas costas, enquanto as minhas ancas vinham atrás, batiam-lhe nas nádegas.

O meu caralho entrava todo nele, indo atrás e à frente, até que o senti como eu a estremecermos de prazer e a virmo-nos. 

Sexo jovem, minutos que pareceram uma eternidade. Sem trocarmos palavras, deixámos depois os nossos corpos em repouso, até de manhã.

Fui puta numa noite ardente

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Fui puta numa noite ardente
Tenho 40 anos, mas tenho-me cuidado, acho que estou bem conservado, sempre fiz e faço muito desporto, de maneira que pareço, ou pelo menos acredito que sim, mais novo do que a idade que realmente tenho. Sou casado, tenho mulher, duas filhas, e uma enteada, filha da minha mulher, que vive connosco.

Não sei porquê, mas sempre senti uma forte atração por homens, que fui escondendo da minha mulher, filhas e enteada.

E não é por todos, sinto, não sei, uma forte excitação por aqueles homens mais efeminados, quando passam por mim a bambolear o rabo, e eu fico com tesão. Tive algumas experiências em mais novo, mas foram apenas brincadeiras, nada de sério.

Também não sei porquê, tenho sonhos eróticos acordado de me imaginar como mulher a ter relações com homens machos e com pénis grandes a irem-me ao traseiro.

Muitas vezes, quando a minha mulher e as raparigas estão fora de casa, eu visto-me com roupas delas, e adoro sentir aquelas cuecas de renda minúsculas no rego do meu cu. Adoro ver-me ao espelho com a mini-saia da minha enteada tendo por baixo a tanga curta. 

Quantas vezes vejo anúncios, nos jornais e na net, a querer avançar, arranjar um homem, ou ter um encontro, mas sempre tive, não sei, medo, que as coisas corram mal, sem saber bem o que ia encontrar e como fazer as coisas. 

E depois sinto também alguma vergonha, inibição, afinal apesar de ter mil fantasias em relação ao sexo, não me sentia promiscuo ou devasso, como se tivesse restrições e barreiras pessoais que me impedissem de me entregar aos meus desejos.

Mas um dia perdi a cabeça, ou melhor, fui de cabeça!!

Liguei para um travesti que encontrei no jornal. Tinha aquela ideia de que os travestis por serem travestis só levam no cu. Mas acho que me enganei, querendo ser enganado.


Mais ou menos pela tarde fui ter com ele a um prédio, e encontrei um travesti, mais mulata brasileira, com umas pernas e um corpo deslumbrante, vestido com uma lingerie em renda preta que lhe realçava as mamas, as curvas do rabo e o volume entre as pernas.

Sentia-me estranho, mas também muito excitado.

Fomos para o quarto e ele disse-me para me despir e ele, quando se despiu, vi logo um pénis enorme meio tombado. Quando se aproximou de mim, perdi logo as ideias feitas que tinha, e agarrei no pénis dele, levei-o logo à boca e comecei a chupá-lo.

Afinal era isso mesmo que eu queria!! Fazer sexo com um homem, experimentando o desejo intenso de me sentir mulher e ser penetrado.

A cada chupada que dava o pénis dele ficava ainda maior, bastante duro na minha mão, lambia-o com experiência, com a língua e os meus lábios a apertar-lhe a cabeça, como se já tivesse chupado muitos.

Sentia-lhe o cheiro doce do corpo a entrar-me pelas narinas, um gosto a salgado dos testículos, olhava para ele já sem vergonha a cada chupada como se lhe pedisse aprovação, e quando já estava bem teso perguntou-me o que eu queria ou como queria. 

Acho que não tive escolha, eu sabia bem o que tinha ido à procura, e só sei que lhe virei o rabo a dizer-lhe que gostava que me viesse ao cu.

Do meio dos seus cabelos pretos compridos, ele sorriu acenando que sim, depois ele deitou-me de barriga para baixo, eu senti o seu peso nas minhas costas, e depois o pau dele tocou no meu ânus, e eu senti-o a entrar no anel da minha fenda, a fazer força a entrar.

Ele pediu-me para alçar o cu, colocou uma almofada por baixo, e depois enterrou o pénis fundo dentro de mim, estando ele um bom bocado até a suar a partir-me o cu. 

Sentia pelo tom de voz dele, quase carinhoso, afinal não parecia ser só uma troca de dinheiro e favores, que ele estava a gostar de mim e de me foder.

Mesmo para a minha idade, acho que tenho um rabo de fazer inveja. E acho que ele se desforrou no meu cu, ou então não sei, achou que comendo-me forte eu voltaria lá para mais.

A partir daí, eu voltei muitas mais vezes, só que a minha maior fantasia era difícil de conseguir. Eu gostava de foder com um homem mas como se eu fosse uma mulher, com lingerie, e que ele me chamasse puta.

Um dia falei num desses sites com um homem, que depois descobri mais tarde, fiquei vermelho e até com medo quando o vi, que vivia no mesmo bairro que eu. 

Pensei coisas más, ele deve ter pensado o mesmo, mas depois vi-o com a mulher e o filho e ele viu-me com a minha mulher e as raparigas, e percebemos a coincidência. 

Naquela altura, decidimos encontrar-nos num desses hotéis baratos, falámos pouco, ele era simpático, bonito, bem constituído, eu disse-lhe que gostava que me fossem ao cu e gostava de me vestir de mulher, ele disse que sim que gostava e fomos para o quarto.

No quarto, eu vesti-me escondido dele com uma saia pequena da minha filha, uma lingerie de renda preta, uma meias de renda fina até acima também pretas, e apareci-lhe quando ele já estava na cama nu a acariciar o pénis teso.

Eu deitei-me com ele, e ao principio tratou-me de uma forma doce, como se estivesse enamorado de mim, deu-me beijos na boca, passava-me a mão pelo corpo todo e eu pelo dele. Tinha um cheiro agradável, perfumado, a pele jovem e macia, de um homem de pouco mais de 30 anos. 

Ele tinha um pénis generoso que comecei a chupar e sentia a mão dele a passar pelo meu rabo e pelo meu ânus, entre as cuecas apertadas, pelas minhas costas, a dar-me um tesão muito grande.

Eu chupei o pénis dele, bem de cima para baixo a saborear aquele gosto salgado de caralho, a prepará-lo para mim excitado com a antecipação crescente.

Depois, eu senti-o mais duro e violento comigo quando me começou a comer o cu. Dava-me palmadas no rabo e dizia "sua puta, és a minha putinha, dá-me esse cu todo, puta".

Não era nada que eu não gostasse, era o que eu queria, que ele me fodesse com força e me martelasse o cu a chamar-me o que lhe viesse à cabeça, puta e porca, que me dava muito prazer e gozo. Ele comia o meu cu, a bater forte com as coxas nas minhas nádegas, a enterrar o caralho dele.

Depois eu cavalguei em cima dele, a querer sentir-me uma puta desalmada, com as minhas ancas a dar a dar a descer pelo pau dele, a deixá-lo louco de tesão, a beijá-lo na boca como se fosse a amante e puta dele. Eu vi-me todo húmido e ele também.

Adorei. E como disse encontrei-o uns dias depois no café do meu bairro. Foi uma surpresa. Depois conto mais.

Punheta anal masculina

23:29 0
Punheta anal masculina
Zonas erógenas masculinas o ânus é a principal
Acredito que todos os homens têm desejos eróticos com o ânus
Essa ideia errada que só é para homossexuais resulta de uma interdição religiosa
É por isso que os homens que transgridem procuram travestis

Não há ninguém que não saiba o que são zonas erógenas do corpo. Se existe alguém que não saiba são partes do corpo que ao serem tocadas, produzem uma explosão de sensações. 

São regiões do corpo mais sensíveis a carícias e que podem desencadear o desejo sexual, por vezes mais até do que os órgãos sexuais propriamente ditos.

No homem, um deles é o ânus e toda a zona envolvente, que ao ser estimulado com a mão e os dedos, dá normalmente um enorme prazer no homem, e só o preconceito impede que o mesmo sozinho ou com companheiros, mesmo que seja a mulher, tire prazer dessa estimulação.

Aqui alguns conselhos mais: masturbação anal em 8 passos

Com a mão, ou com penetração, não há homem que não tire prazer da estimulação táctil do orifício externo do ânus, que não só beneficia a saúde devido à massagem da próstata, como dá imenso prazer provocando a ejaculação.

Só o preconceito e as convenções mal formadas criaram essa ideia de proibido e que a estimulação anal é típica de homossexuais ou rabos como eu.

Por mim não ligo a nada disso, transgrido essa ordem social e pronto, e quando me apetece pratico sozinho, com a minha mulher ou outro companheiro sexual aquilo que eu chamo de "punheta anal".

Como a faço é simples, preparo um óleo e passo-o pelo rego do rabo, espalhando-o suavemente pela zona do ânus e envolvente.
Dedão anal sempre bem lubrificado (Foto de Nicolas Postiglioni no Pexels)
Deito-me de barriga para baixo, elevo o rabo e com os dedos começo a friccionar ao de leve a zona do ânus e a zona entre o orifício e a base dos testículos que é onde se situa a próstata.

Gosto particularmente de, ao mesmo tempo que fricciono o ânus, ir passando a mão pelas nádegas e pelas costas, como se simulasse que me estão a penetrar. 

À medida que fricciono vou metendo um ou até mais dedos no cu, até o mais fundo que consigo. 

A punheta anal como não é tão espontânea como a punheta punheta, pode ir-se parando uns bocadinhos para prolongar o prazer. 

Uma punheta anal bem feita, até pela nossa mulher, chega a dar-nos mais prazer que uma boa foda.

Quando a punheta anal vai já prolongada, normalmente o meu corpo começa a estremecer para baixo e para cima, e venho-me sem sequer tocar ou estimular o pénis.

A Ângela, minha mulher tem-me feitas tantas que se tornou uma especialista, e quando se esmera com o ambiente e os adereços, é coisa para nunca mais esquecer.


Masturbação anal em 8 passos

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Masturbação anal em 8 passos
O sexo anal é uma pratica altamente prazerosa, mas muitas pessoas sentem medo de a experimentar, achando que a dor ou os momentos embaraçosos podem acontecer e arruinar o momento. 

Por isso é recomendável explorar a masturbação anal sozinho para aumentar a segurança. 

No entanto, a diferença da masturbação convencional de mulheres ou homens, saber por onde começar a estimular o ânus não é tão intuitivo, por isso damos-lhe alguns conselhos para que descubra como se masturbar analmente e obter muito prazer.

Mais sobre o assunto: punheta anal masculina



Passos a seguir:

1
O ânus é uma zona erógena importante, cheia de terminações nervosas, por isso ao se masturbar analmente conseguirá obter muito prazer. De modo que o primeiro passo para desfrutar é relaxar e não ter medo da dor, quanto mais calmo estiver mais fácil será obter prazer com a estimulação anal.


2 Comece por lavar muito bem a zona anal para a ter preparada para a masturbação. Pode valer-se dos seus dedos ou utilizar qualquer dos brinquedos anais disponíveis no mercado.

Comece masturbando-se como o faz habitualmente, isto ajudará a relaxar e a desfrutar da excitação produzida pela estimulação.


3 Quando estiver excitado o suficiente, pode começar a acariciar suavemente o seu ânus na parte externa, massajando-o com suaves movimentos circulares. Isto ajudará a relaxar a zona e ao mesmo tempo a começar a desfrutar do prazer que se sente ao estimular a área. 


4 Antes de introduzir seu dedo no ânus, tenha em conta algumas recomendações:

O ânus não lubrifica de forma natural, por isso é necessário o uso de lubrificante íntimo para tornar bem mais prazerosa e suave a masturbação anal. 

Coloque uma quantidade abundante em seu dedo, e também um pouco na entrada do reto. 

Se não se sentir cómodo introduzindo seu dedo diretamente no reto, pode usar uma luva cirúrgica durante a masturbação. Deve usar também lubrificante. 



5 Quando tiver lubrificado adequadamente o seu dedo ou o brinquedo sexual, pode passar a penetrar o seu ânus. Comece de forma suave, sem força e sentindo cada sensação. 

Realize movimentos suaves de dentro para fora, simulando a penetração, e se tiver a coordenação suficiente, vá estimulando outras zonas erógenas do corpo para potenciar o prazer. 


6 É normal que ao penetrar com seu dedo ou brinquedo sexual no ânus tenha a sensação de que expulsará algo, não tenha medo! Esta é uma reacção involuntária do corpo, continue com a masturbação anal pois esta resposta passará em breve. 


7 Para quem desejar animar-se a masturbar-se analmente, mas não conseguir controlar o medo à dor, o mais recomendável é utilizar um dilatador anal, que ajuda a adormecer ligeiramente a entrada do ânus ao mesmo tempo que dilata um pouco o orifício, diminuindo a possível dor e dando penetrações mais prazerosas.

Os plugs anais também são uma excelente ideia para quem está começando a explorar a masturbação anal, ajudam a dilatar ligeiramente o ânus enquanto se desfruta de um discreto prazer. 


8 Se você for homem, aproveite a masturbação anal para estimular o ponto P usando um estimulador de próstata, que chega direto ao ponto P oferecendo deliciosas sensações de prazer. 

Horóscopo Erótico dos homens

22:48 1
Horóscopo Erótico dos homens
Carneiro

Ele adora a ideia de ter sexo em lugares públicos, até porque a sensação de perigo mexe com os impulsos e os instintos dele. Num restaurante, acaricie-o por debaixo da mesa. Um de seus maiores desejos é uma relação explícita, sem pudores. Acredita que mostrando a sua virilidade será amado e desejado. Faça com que ele se satisfaça primeiro, um pouco antes de você.
    
Touro

Este é um homem para encontros sensuais e duradouros, sem pressa nenhuma, pois o corpo dele quer sempre mais. Prepare um jantar com comidas e bebidas da melhor qualidade, um bom vinho, flores e lençóis de seda. Tente o erotismo em tardes tranquilas, no campo, na praia ou em qualquer lugar onde a natureza seja o cenário. Deixe que ele conduza a relação do seu jeito, de mansinho, pois morre de medo de ser rejeitado na hora H.
     
Gémeos

Excita-se com palavras e adora ter a mente estimulada. Portanto, fale muito sobre sexo: frases picantes e fantasias são sempre bem-vindas. Durante o jantar, conte que você vai fazer um strip-tease. Deixe-o sempre curioso sobre algo de sua intimidade. Assim, ele vai segui-la instintivamente. Cuidado com o excesso de preliminares ou com sensações orais: ele não consegue se concentrar em nada que seja muito repetitivo.

Caranguejo

Sua sexualidade muda a cada momento. Portanto, tudo o que aguça a fantasia é estimulante. Ele adora ser dominado. Então, mãos à obra: amarre-o numa cadeira com lenços de seda e coloque uma venda nos olhos dele para que apenas sinta o que você faz. Corra os dedos por todo o corpo dele e depois faça o mesmo com seus lábios e seios. Como a água o excita, um bom banho de banheira, com muita espuma, pode ser irresistível. Outra coisa: ele detesta aventuras barulhentas. Prefira o silêncio e o desconhecido. Se ele fechar os olhos, provavelmente estará imaginando seus lábios correndo pela pele dele. Experimente.
     
Leão

A preferência dele sempre será por uma parceira que o faça se sentir um verdadeiro rei. Um ambiente de glamour irá deixá-lo completamente louco. Ele vai adorar ser o centro da cena para liberar suas fantasias. Beije-o no rosto e no peito deixando as marcas de seu batom. Fique sempre atenta ao que ele diz, ouça suas histórias com interesse. Mostre-se apaixonada, porém segura e confiante. Ele também vai gostar de vê-la numa performance sensual e artística acariciando o próprio corpo, exibindo-se.
    
Virgem

Como ele é um pouco tímido no começo, invista nas preliminares até que o pudor seja deixado de lado. Faça com que ele observe minuciosamente seu comportamento. Uma boa dica é um demorado banho de champanhe e um perfume sutil. Sexo oral feito enquanto você desliza os dedos molhados pelo corpo dele vai levá-lo ao êxtase. Prefira ambientes tranquilos, serenos, com muita graça e beleza.
     
Balança

Para ele, a sedução é uma arte. Num ambiente perfeitamente decorado, com bom gosto e elegância, sirva um jantar à luz de velas. Não economize beijos, toques e carícias por todo o corpo dele, pois criarão um clima especial. Depois faça um strip-tease, exibindo sua lingerie. Essa, aliás, é a peça fundamental do momento. Ele nunca esquecerá se você fizer uma performance, terminando com sexo oral. Abuse das fantasias, já que ele prioriza o prazer da mente ao do corpo. Ele nunca está contente com a própria libido, por isso não se assuste se a cada dia ele responder melhor a um tipo diferente de estímulo.
     
Escorpião

Sua fama é a de ser um amante potente, perigoso e insaciável. Gosta de ir direto ao ponto, sem rodeios. Dominador e misterioso consigo mesmo, pode ficar louco com um clima enigmático. Assim, quanto mais obscura você for, mais aumentará a libido dele. Jogos de sedução com poder e submissão alternados e posições diferentes são super excitantes. Façam compras numa sex shop para incrementar o encontro, já que acessórios são imprescindíveis. Não tenha vergonha de usar expressões picantes durante o ato.
     
Sagitário

A vitalidade e a energia dele pedem que você esteja preparada para uma longa e inesquecível noite de prazer. Deixe-o livre para ficar excitado onde quer que esteja e sinta o prazer de seduzi-lo aos poucos. Ele é conhecido por gostar de uma certa promiscuidade, mas, na verdade, só quer se sentir livre, ficando bem longe de mulheres possessivas e de muito envolvimento emocional.
     
Capricórnio

Seja o mais objetiva possível na hora da abordagem. A praticidade deve fazer parte da sedução, pois ele precisa se sentir no controle da situação. Quando estiverem num elevador, com mais pessoas, encoste-se discretamente no seu pénis e deixe-o imaginar que alguém pode perceber. O toque é muito importante. Faça uma massagem, começando pelos joelhos, subindo pelas costas. Repita a dose, mas com a língua.
     
Aquário

Seja criativa e leve-o a lugares inusitados. Quando ele chegar, ainda no hall de entrada, no elevador ou na escada, comece a acariciá-lo. Não fale demais sobre sexo – pratique-o. O olhar recíproco no momento do orgasmo será alucinante. Sua mente é poderosa, e ele exige esforço intelectual de suas parceiras. No primeiro encontro, prepare-se, pois ele será gentil, refinado e tentará parecer o mais cordial possível.

Peixes 

Sensível e romântico, ele adora ser seduzido e submetido. Sua intensidade emocional o torna exigente. Massaje e beije os pés dele. Depois do descanso, acorde-o passando os lábios suavemente pelo seu corpo, leve-o para o banho e façam sexo vagarosamente, libertando todas as fantasias. Ele sempre procura mulheres que cuidam da beleza e que tentam dominá-lo. Invista no sexo oral.

Meu pai fodeu-me?

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Meu pai fodeu-me?
No ano passado os meus pais separaram-se e devido a essa separação o meu pai perguntou-me se podia residir comigo e com o meu marido, apenas por algum tempo até ele arranjar uma nova casa e refazer a vida dele. Como filha, ainda sendo a mais velha e a que tem melhores condições de vida, não lhe podia negar isso.

Eu tenho 27 anos, estou casada há dois anos, e tenho uma vida que se pode considerar normal, de ir de casa para o trabalho, e do trabalho para casa, tanto eu como o meu marido. O problema maior é que o meu marido trabalha por turnos e chega a passar-se a semana toda sem conseguirmos estar muito tempo juntos.

Só que há tempos aconteceu uma coisa um pouco estranha e até constrangedora. Eu tinha acabado de sair do banho e quando estava no meu quarto a vestir-me o meu pai entrou sem bater e apanhou-me totalmente nua. 

Pode ter ou não interesse: coisas que acontecem na cozinha

Não é que ele não me tivesse visto nua outras vezes quando eu era mais miúda, só que agora era uma mulher feita e não estava à espera que uma coisa destas acontecesse.

Eu reparei que, apesar de me ter pedido desculpa, ele não desviou o olhar do meu corpo e ficou até por momentos a olhar fixamente para mim, para as minhas mamas, os meus pelos púbicos, e a vagina. Fiquei um bocado nervosa com a situação porque praticamente sozinha em casa, eu tinha de falar com o meu pai, e havia entre nós um silêncio não resolvido sobre o que tinha acontecido.

O tempo passou, não contei nada ao meu marido, e pensei que a coisa já estava esquecida, quando um dia ele saiu da casa de banho, nu da parte de baixo e aí fui eu que lhe vi o pénis erecto, quando ele ia para o quarto dele. 

Fiquei com a ideia que ele fez de propósito porque tomou banho a uma hora que não era habitual e sabia que só eu estava em casa e que era quase certo que eu o veria daquela maneira.

A partir daí não sabia o que fazer porque passei a ter dificuldade em falar com ele como pai, a olhar-lhe nos olhos, e pensei até que o melhor era pedir-lhe para ir embora porque já tinham passado alguns meses e até o meu marido, apesar de não saber de nada, já estava a acusar o cansaço de ter o meu pai lá por casa.

Reparava que ele olhava muito para o meu corpo, como se tivesse a fazer-me uma radiografia, a ver-me nua com os olhos e não escondia nada disso, pensei também falar com a minha mãe e irmãs para me aconselhar, mas sabia que se eu o fizesse ia deitar achas para a fogueira do entendimento entre eles.

Achei que o tempo poderia resolver, e comecei a perguntar ao meu pai se já tinha procurado uma casa e ele só me dizia que estava tudo muito caro fora do alcance dele e eu que esperasse um pouco mais.

Um dia procurava uma cuecas minhas e, sem saber onde poderiam estar, procurei no quarto do meu pai e fui descobri-las numa gaveta. 

Quando ele chegou, eu já não aguentava mais, decidi falar com ele olhos nos olhos, para saber qual era a ideia dele e o que pretendia fazer.

Perguntei-lhe do porquê de ter as minhas cuecas e o meu pai respondeu "tirei-as para as cheirar, és minha filha mas dás-me tesão e foi para me masturbar", "tenho-te visto nua a tomar banho pela fechadura, e vou logo a seguir bater uma punheta". 

Fiquei incrédula e a desejar não lhe ter feito qualquer pergunta mas ele continuou "acho filha que o teu marido não te dá assistência, e mais dia menos dia, se não for eu, vais acabar por foder com outro".

Soou-me ao ouvido as palavras dele e mais aquelas em que dizia "se não for eu a foder-te", e eu perguntei-lhe "mas tu achas que como tua filha ia foder com o meu pai", e então ele disse "tu tens mesmo a certeza que eu sou teu pai?, a tua mãe sempre foi uma puta, e acredita, ela traiu-me muitas vezes, e como não tens nada meu, é bem possível que nem seja teu pai".

Estava desconcertada, em algumas coisas ele tinha razão, a minha mãe era um puta, eu há meses que não dava uma foda, o meu marido não andava pra aí virado, só que eu não pensava dar uma foda com o meu pai, ou pessoa que eu pensava ser o meu pai.

Estávamos a falar quando ele, sentado no sofá, abriu a perna dos calções e mostrou-me o pénis dele teso, não me lembro de já o ter visto, só reparei que era grande, bem maior que o do meu marido, e não sei bem, mas senti qualquer coisa quando o vi, quase me apetecendo agarrá-lo. 

O meu pai começou a manipular o pénis para cima e para baixo e pediu-me só para eu me despir, que lhe mostrasse mamas e a vagina, queria estar excitado, e bater uma punheta.

Estava com aquela ideia, de lhe fazer um favor caridoso, a uma alma perturbada, e despi-me toda nua para lhe mostrar o meu corpo, deitei-me no sofá e acho que comecei a gostar da brincadeira e então para o provocar, comecei a friccionar a vagina a olhar para ele.

Só que num momento saltou ele sobre mim,mergulhado entre as minhas pernas, ele começou a lamber a minha cona, com a língua dele, e eu então perdi as estribeiras, já não sabia o que fazia.

Quando eu me apercebi, o meu pai penetrava-me a cona, de frente como se eu fosse a mulher dele, e eu deixei e o ajudei, sabia-me bem, tinha pena dele, do que tinha sofrido, às mãos da minha mãe, era como se eu cumprisse, em favor dele uma vingança antiga, e, pensando bem, o meu marido que se fodesse, porque se não fodia, mais valia deixá-lo ir.

De uma forma vigorosa, que me deixou sem resposta, o meu pai virou-me o rabo, e começou-me a comer o cu, agarrado às minhas nádegas, curvada sobre o sofá, gemia doida dele me penetrar, o caralho rijo e grande, a entrar e a sair, louco como demónio, sentia-o a arfar em cima de mim, gritava eu "ai caralho pai ó pai ó pai que é tão bomm", até que deu um urro e veio-se com um jato para cima de mim.

Só posso dizer que me vim toda como uma puta, como a minha mãe, e que enfim estou muito arrependida, quando o meu marido perguntou "então o teu pai quando sai?", "ai filho deixa-o ficar".

O gay Leonardo da Vinci

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O gay Leonardo da  Vinci
Uma nova biografia explora a vida de Leonardo da Vinci como um homem abertamente gay na Florença do século XV.

A obra de Walter Isaacson, Leonardo da Vinci: The Biography, é baseada em milhares de páginas dos cadernos do próprio artista e em novas descobertas sobre sua vida e obra.


Embora a sua sexualidade não seja um segredo desde há muito tempo, muitos não sabem até que ponto Da Vinci viveu a sua vida como um homem gay.

O livro cita a série de companheiros masculinos mais jovens do pintor, a representação da sexualidade masculina na sua arte e acusações de sodomia feitas contra ele durante sua vida.

De fato, o artista foi duas vezes acusado publicamente de fazer sexo gay, e o seu jovem protegido foi removido por causa da "vida perversa que ele levara" com Leonardo, e seus próprios escritos reflectem repetidamente a sua própria atração por homens - e a repulsa pela sexo com mulheres.

Isaacson classifica o autor como "um pouco desajustado: ilegítimo, gay, vegetariano, canhoto, facilmente distraído e às vezes herético".

Os retratos femininos de Leonardo eram em grande parte assexuais, em contraste com seus desenhos eróticos de homens
O livro desafia as afirmações anteriores na história da arte - principalmente antes da aceitação popular dos gays - de que Leonardo viveu uma vida celibatária.

Isaacson escreveu: “Não há razão para acreditar que ele permaneceu celibatário ... pelo contrário, na sua vida e nos seus cadernos de anotações, há muitas evidências de que ele não tinha vergonha dos seus desejos sexuais. Em vez disso, ele parecia divertido com eles.

O autor acrescentou: “Nos seus desenhos e esboços, ele mostrava um fascínio muito maior pelo corpo masculino do que pelo feminino. Os seus desenhos de nus masculinos tendem a ser obras de beleza terna, muitas retratadas em corpo integral.

"Por outro lado, quase todas as mulheres que ele pintou, com exceção de uma Leda e o cisne agora perdidas, são vestidas e exibidas da cintura para cima."
Os retratos femininos de Leonardo eram assexuais, em contraste com os eróticos de homens
O livro também desafia sugestões de que o artista tinha vergonha ou escondeu seu estilo de vida.

Isaacson escreveu: “Leonardo sentia atração sexual por homens e, ao contrário de Miguel Ângelo, sentia-se bem com isso.

“Ele não fez nenhum esforço para ocultá-lo ou proclamá-lo, mas provavelmente contribuiu para o seu senso de não ser convencional, alguém que não estava preparado para fazer parte de uma dinastia familiar de notários.

“Ao longo dos anos, ele teria muitos jovens bonitos que faziam parte do seu estúdio e de casa.

“Dois anos depois de [enfrentar acusações públicas de sodomia], numa página com um dos seus muitos rabiscos de caderno de um homem mais velho e um garoto lindo de frente para o perfil, ele escreveu: 'Fioravante di Domenico de Florence é meu amigo mais querido como se ele fosse meu ...


“A frase está inacabada, mas deixa a impressão de que Leonardo havia encontrado um companheiro emocionalmente satisfatório.

“Logo após esta nota, o governante de Bolonha escreveu a Lorenzo de Medici sobre outro jovem que havia trabalhado com Leonardo e até adotado o seu nome, Paulo de Leonardo de Vinci de Firenze.

"Paulo fora mandado embora de Florença por causa da 'vida má que ele levara para lá'". Acrescenta: “O companheiro de longa data mais sério de Leonardo, que ingressou na casa de Leonardo em 1490, era de aparência angelical, mas de personalidade diabólica, e, assim, adquiriu o apelido de Salai, o pequeno diabo.

“Vasari o descreveu como "um jovem gracioso e bonito, com belos cabelos encaracolados nos quais Leonardo se deleitava muito", e ele foi alvo de muitos comentários sexuais e insinuações, como veremos."

“Nunca se sabia que Leonardo tinha tido um relacionamento com uma mulher e, ocasionalmente, registava o seu desagrado pela ideia de cópula heterossexual. 

“Ele escreveu num de seus cadernos: 'O ato sexual do coito e as partes do corpo utilizadas para ele são tão repulsivos que, se não fosse pela beleza dos rostos e pelo adorno dos atores e pelo impulso reprimido, a natureza perderia a espécie humana.

“A homossexualidade não era incomum na comunidade artística de Florença.

“Verrocchio nunca se casou, nem Botticelli, que também foi acusado de sodomia. Outros artistas que eram gays incluem Donatello, Miguel Ângeloo e Benvenuto Cellini (que foi duas vezes condenado por sodomia).

“De fato, l'amore masculino, como Lomazzo citou Leonardo chamando, era tão comum em Florença que a palavra Florenzer se tornou uma gíria para 'gay'.

“Quando Leonardo trabalhou para Verrocchio, um culto a Platão estava surgindo entre alguns humanistas renascentistas e incluía uma visão idealizada do amor erótico por meninos lindos.

“O amor homossexual era celebrado em poemas edificantes e canções obscenas."

“No entanto, a sodomia foi um crime, pelo qual Leonardo ficou dolorosamente consciente, e às vezes foi processado. 

Durante os setenta anos após a criação dos Oficiais da Noite em 1432, uma média de quatrocentos homens por ano foram acusados ​​de sodomia, e cerca de sessenta por ano foram condenados e sentenciados à prisão, exílio ou até a morte. ”


O livro também investiga alegações de sodomia lançadas em público contra um jovem da Vinci.

Isaacson escreveu: “Em abril de 1476, uma semana antes de seu vigésimo quarto aniversário, Leonardo, foi acusado de se envolver em sodomia com um prostituto masculino. Aconteceu na época em que o seu pai finalmente teve outro filho, um filho legítimo que se tornaria seu herdeiro.

“As alegações anónimas contra Leonardo foram colocadas em um tamburo, um dos tambores de cartas designados para recebimento de acusações morais, e envolveram um adolescente de dezassete anos chamado Jacopo Saltarelli, que trabalhava numa ourivesaria próxima.

“Ele 'se veste de preto', escreveu o acusador de Saltarelli, 'faz parte de muitos assuntos miseráveis ​​e concorda em agradar às pessoas que lhe pedem tanta maldade'.

“Quatro jovens foram acusados ​​de contratar os seus serviços sexuais, entre eles Leonardo di Ser Piero da Vinci, que mora com Andrea de Verrocchio.

“Os policiais da noite, que policiaram tais acusações, iniciaram uma investigação e podem ter aprisionado Leonardo e os outros por um dia ou mais. As acusações poderiam ter levado a graves penalidades criminais se alguma testemunha estivesse disposta a se apresentar.

Felizmente, um dos outros quatro jovens era membro de uma família importante que se casara com o clã Medici. O caso foi julgado "com a condição de que não sejam feitas mais acusações". Acrescenta: “Algumas semanas depois, uma nova acusação foi feita, esta escrita em latim.

“Ele disse que quatro haviam se envolvido em múltiplos compromissos sexuais com Saltarelli. Como também era uma alegação anónima e não houve testemunhas para corroborá-la, as acusações foram novamente anuladas com as mesmas condições. Aparentemente, esse foi o fim do assunto.

“Trinta anos depois, Leonardo escreveu um comentário amargo num caderno: 'Quando eu fiz um filho de Cristo, você me colocou na prisão, e agora, se eu mostrar que ele cresceu, você me fará pior.'

“O comentário é enigmático. Talvez Saltarelli tenha modelado uma das suas representações de um jovem Jesus.

Sobre a sexualidade do artista, Isaacson acrescentou: “Num nível mais profundo, a homossexualidade de Leonardo parece ter-se manifestado no seu sentido de si mesmo como algo diferente, um estranho que não se encaixava. Quando tinha trinta anos e o seu sucesso era cada vez maior, o pai era um membro do establishment e consultor jurídico dos Medici, das principais guildas e igrejas.

“Ele também foi um exemplo da masculinidade tradicional; até então, ele tinha pelo menos uma amante, três esposas e cinco filhos. Leonardo, pelo contrário, era essencialmente um estranho.

“O nascimento dos seus irmãos reforçou o fato de ele não ser considerado legítimo. Como artista gay, ilegítimo, acusado duas vezes de sodomia, ele sabia como era ser considerado e se considerava diferente. Mas, como em muitos artistas, isso acabou por ser mais um ativo do que um obstáculo. ”

De PinkNews credit