O meu pai comeu-me - Biografias Eróticas
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O meu pai comeu-me

No ano passado os meus pais separaram-se e devido a essa separação o meu pai perguntou-me se podia residir comigo e com o meu marido, apenas por algum tempo até ele arranjar uma nova casa e refazer a vida dele. Como filha, ainda sendo a mais velha e a que tem melhores condições de vida, não lhe podia negar isso.

Eu tenho 27 anos, estou casada há dois anos, e tenho uma vida que se pode considerar normal, de trabalho casa, tanto eu como o meu marido. O problema maior é que o meu marido trabalha por turnos e chega a passar-se a semana toda sem conseguirmos estar muito tempo juntos.

Só que há tempos aconteceu uma coisa um pouco estranha e até constrangedora. Eu tinha acabado de sair do banho e quando estava no meu quarto a vestir-me o meu pai entrou sem bater e apanhou-me totalmente nua. 

Não é que ele não me tivesse visto nua outras vezes quando eu era mais miúda, só que agora era uma mulher feita e não estava à espera que uma coisa destas acontecesse.

Reparei que, apesar de me ter pedido desculpa, ele não desviou o olhar do meu corpo e ficou até por momentos a olhar fixamente para mim, para as minhas mamas, os meus pelos, e a vagina. Fiquei um bocado nervosa com a situação porque praticamente sozinha em casa, eu tinha de falar com o meu pai, e havia entre nós um silêncio não resolvido sobre o que tinha acontecido.

O tempo passou, não contei nada ao Fábio, o meu marido, e pensei que a coisa já estava esquecida, quando um dia ele saiu da casa de banho, nu da parte de baixo e aí fui eu que lhe vi o pénis erecto, quando ele ia para o quarto dele. 

Fiquei com a ideia que ele fez de propósito porque tomou banho a uma hora que não era habitual e sabia que só eu estava em casa e que era quase certo que eu o veria daquela maneira.

A partir daí não sabia o que fazer porque passei a ter dificuldade em falar com ele como pai, a olhar-lhe nos olhos, e pensei até que o melhor era pedir-lhe para ir embora porque já tinham passado alguns meses e até o meu marido Fábio, apesar de não saber de nada, já estava a acusar o cansaço de ter o meu pai lá por casa.

Reparava que ele olhava muito para o meu corpo, como se tivesse a fazer-me uma radiografia, a ver-me nua com os olhos e não escondia nada disso, pensei também falar com a minha mãe e irmãs para me aconselhar, mas sabia que se o fizesse ia deitar achas para a fogueira do entendimento entre eles.

Achei que o tempo poderia resolver, e comecei a perguntar ao meu pai se já tinha procurado uma casa e ele só me dizia que estava tudo muito caro fora do alcance dele e eu que esperasse um pouco mais.

Um dia procurava uma cuecas minhas e, sem saber onde poderiam estar, procurei no quarto do meu pai e fui descobri-las numa gaveta. 

Quando ele chegou, já não aguentava mais, decidi falar com ele olhos nos olhos, para saber qual era a ideia dele e o que pretendia fazer.

Perguntei-lhe do porquê de ter as minhas cuecas e o meu pai respondeu "tirei-as para as cheirar, és minha filha mas dás-me tesão e foi para me masturbar", "tenho-te visto nua a tomar banho pela fechadura, e vou logo a seguir bater uma punheta". 

Fiquei incrédula e a desejar não lhe ter feito qualquer pergunta mas ele continuou "acho filha que o Fábio não te dá assistência, e mais dia menos dia, se não for eu, vais acabar por foder com outro".

Soou-me ao ouvido as palavras dele e mais aquelas em que dizia "se não for eu a foder-te", e eu perguntei-lhe "mas tu achas que como tua filha ia foder com o meu pai", e então ele disse-me "tens mesmo a certeza que eu sou teu pai, a tua mãe sempre foi uma puta, e acredita, pôs-me os cornos muitas vezes, e como não tens nada meu, é bem possível que nem seja teu pai".

Estava desconcertada, em algumas coisas ele tinha razão, a minha mãe era um puta, há meses que não dava uma foda, o Fábio não andava pra aí virado, só que não pensava dar uma com o meu pai, ou pessoa que pensava ser o meu pai.

Estávamos a falar quando ele, sentado no sofá, abriu a perna dos calções e mostrou-me o pénis dele teso, não me lembro de já o ter visto, só reparei que era grande, bem maior que o do Fábio, e não sei bem, mas senti qualquer coisa quando o vi, quase me apetecendo agarrá-lo. 

O meu pai começou a manipular o pénis para cima e para baixo e pediu-me só para eu me despir, que lhe mostrasse mamas e a vagina, queria estar excitado, e bater uma punheta.

Estava com aquela ideia, de lhe fazer um favor caridoso, a uma alma perturbada, e despi-me toda nua a mostrar-lhe o corpo, deitei-me no sofá e acho que comecei a gostar da brincadeira e então para o provocar, comecei a friccionar a vagina a olhar para ele.

Só que num momento saltou ele sobre mim,mergulhado entre as minhas pernas, fazia-me um minete, e aí, com a língua dele, a lamber-me a cona toda, perdi as estribeiras, já não sabia o que fazia.

Quando dei por ela, o meu pai penetrava-me a cona, de frente como se fosse a mulher dele, e eu a deixar e a ajudar, sabia-me bem, tinha pena dele, do que tinha sofrido, às mãos da minha mãe, era como se eu cumprisse, em favor dele uma vingança antiga, e, pensando bem, o Fábio que se fodesse, porque se não fodia, mais valia deixá-lo ir.

De uma forma vigorosa, que me deixou sem resposta, o meu pai virou-me o rabo, e começou-me a comer o cu, agarrado às minhas nádegas, curvada sobre o sofá, gemia doida dele me penetrar, o caralho rijo e grande, a entrar e a sair, louco como demónio, sentia-o a arfar em cima de mim, gritava eu "ai caralho pai ó pai ó pai que é tão bomm", até que deu um urro e veio-se com um jato para cima de mim.

Só posso dizer que me vim toda como uma puta, como a minha mãe, e que enfim estou muito arrependida, quando o Fábio perguntou "então o teu pai quando sai?", "ai filho deixa-o ficar".

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