Tudo acontece na cozinha - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Tudo acontece na cozinha

Eu e a minha mãe sempre tivemos uma relação difícil e distante e quando eu bati à porta de casa dela e do seu atual companheiro a pedir para residir com eles durante algum tempo, eu percebi logo que a ideia não lhe agradou. 

Quando ela me viu com várias malas de roupa, a primeira pergunta dela foi um tanto rude e brusca, “o que estás aqui a fazer?”, e eu respondi, “mãe, tu sabes, o meu marido pôs-me fora de casa, eu só preciso de um teto alguns dias até organizar a minha vida”. 


Eu falava com ela quando apareceu o companheiro junto à porta, um homem assim na faixa etária da minha mãe, até um pouco mais velho, que eu mal conhecia e só tinha visto algumas vezes, que quando ele me viu disse, “então não vais deixar entrar a tua filha? Entra Sandra! Vamos te arranjar um quarto”. 

Eu entrei dentro da casa, com ele a levar as minhas coisas, e quando ia à minha frente, ele dizia, “anda, ficas no quarto dos fundos, está perto da casa de banho, fica o tempo que quiseres”, ele levou-me até ao quarto e não sei porquê, eu reparei que ele me mirava o corpo todo. 

O meu corpo é um pouco parecido com o da minha mãe, mas claro muito mais jovem, ambas, sem parecermos gordas, temos eu e ela, umas mamas generosas, bem grandes e redondas, e as coxas, ancas e o rabo bastante largo. 

Quando ele me deixou no quarto, eu disse “obrigado, eu sei que a minha mãe não gosta de me ver aqui, mas eu não estarei muito tempo”, e ele respondeu a olhar muito para as minhas coxas, como se ele estivesse a ver-me nua, “não te importes que eu posso bem com a tua mãe, eu tomo conta de ti”. 

Durante a noite, eu ouvi-os a discutir e ela dizia para ele, “não quero a minha filha aqui, eu sei muito bem como tu és, tu começaste a olhar para o rabo dela e eu percebi logo que a queres aqui para a foder”, ele respondia, “olha que a Sandra pode ouvir, anda cá amor anda cá, deixa-me foder.” 

Uns minutos depois eu ouvi a cama deles a chiar, e percebi que o companheiro da minha mãe a estava a foder, eu imaginei que ele a estava a penetrar e o que estranhei foi ouvir os gemidos sinceros dela quando a cama batia na parede, porque sabia que a minha mãe era tão puta que não era qualquer homem que a conseguia satisfazer. 

No dia seguinte, quando se preparava para sair de casa, ela veio ter comigo a dizer, “Sandra, não te quero cá muito tempo, o meu companheiro é um muito fraco, eu sei que ele não vai resistir, ele vai querer comer a tua cona, e eu sei muito bem, tu és mais puta do que eu e não vai tardar tu vais lhe fazer a vontade, eu sei”. 

Eu respondia, “mas mãe, ele é muito mais velho que eu”, mas ela insistia, “tu não te deixes enganar, filha, que este é um touro, ele não é como o teu marido”. 

O meu marido e eu nunca fomos compatíveis, ele nunca fez muito sexo comigo, e eu, pelo contrário, era tudo o que eu queria, como ele não me fodia, eu passava os dias a masturbar-me, e depois desagradava-me ele ser pouco dotado e de ter um pénis tão pequeno, quando eu sempre tinha sido fodida com paus bem grandes. 

Foda-se!!, pode não estar relacionado: o meu pai comeu-me

E foi por isso que outras coisas aconteceram, o meu marido costuma juntar em nossa casa alguns amigos do trabalho, eles ali bebem cerveja, vêm futebol, ou jogam às cartas, umas vezes à tarde, outras vezes à noite, e eu sou para eles uma espécie de criada, embora eu começasse a perceber que eles se punham a olhar para o meu rabo e o meu marido não dizia nada. 

Um dia um deles decidiu arriscar, quando eu passava perto dele, eu reparei que ele olhava para a minha saia curta, para as minhas coxas e para o meu rabo, e depois ele sorria para mim e mexia com a mão no pénis que dava para eu ver que estava teso. 

O meu marido estava no alpendre a beber com dois ou três amigos, falavam e gritavam alto as suas histórias de homem, quando o outro foi à cozinha, eu estava a lavar louça, ele roçou-se por trás de mim, a encostar o pau no meu rabo generoso, e ele disse baixinho ao meu ouvido, “foda-se Sandra!!, tu dás-me tanto tesão, adorava comer o teu cu”. 

Eu sorri para ele e disse, “cuidado, olha que o meu marido ouve”, mas ele respondeu, “não ouve nada, Sandra!, põe a mão no meu pau, gostavas de o ter dentro do cu?”, da janela da cozinha eu via o meu marido de lado, e meu deus!!, eu não tive vergonha, e agarrei no pau dele. 

Ele encostou-se nas minhas costas, a mão dele subiu pelas minhas coxas, por baixo da minha saia, eu estava sem cuecas, ele meteu a outra mão por baixo da minha blusa, agarrou-me numa mama, a brincar com o meu mamilo rijo, e meteu os dedos dele na minha vagina a acariciar-me o clitóris. 

Eu senti que estava toda molhada, a mão dele não parava a rodar nos meu lábios tesos, a minha mão batia o pénis dele, assim de lado por baixo e devagarinho, até que ele chegou perto da minha nuca a dizer, “eu vou enterrar-to todo”, e o que eu fiz?, eu empinei o meu rabo para trás, e ele agarrou nas minhas nádegas e escorregou o caralho para dentro da minha cona. 

Eu ouvia o meu marido a rir lá fora, quase por pouco o conseguia ver, e quando senti aquele pau grosso a entrar em mim, ai!! que foi tão bom!!, há quanto tempo que não sabia o que era foder, o amigo do meu marido começou a bombear, ele entrava e saía da minha cona. 

Eu não dizia nada e só saboreava, eu abri-me toda para ele me foder melhor, e ele continuou a bombear o pau para dentro de mim, eu fechei os olhos e ouvia o meu marido a falar, até que eu soltei um gemido surdo, eu comecei depois a vir-me, e o amigo dele a ejacular dentro de mim, a encharcar-me toda de porra. 

Pouco depois eu fiquei um tempo à espera e ouvi o meu marido a dizer para o amigo que me tinha fodido, “então estavas demorado, onde é que andaste”, e eu ouço o outro responder, “há nada!! estive um pouca com a tua mulher”, e o meu marido só disse, “humm está bem”. 

Outra vez, numa dessas noites em que eles se reuniam lá em casa, quando o meu marido e outros três amigos estavam na mesa da sala a jogar, um outro homem veio sentar-se comigo no sofá, e sem que o meu marido visse o que estávamos a fazer, o tal homem abriu o zip das calças e tirou o pénis ereto para fora. 

De onde estava, eu conseguia ver o meu marido e o meu marido conseguia ver-nos a nós, mas sem ele se perceber eu agarrei no pau do amigo e comecei a bater-lhe uma punheta suave, a fazer festas no pénis para o excitar, enquanto eu olhava para a televisão, o amigo dele fechou os olhos, soltou um suspiro calado e uns jatos quentes encheram-me a mão de porra. 

O tempo foi passando, e eu fui continuando, o meu marido perguntava-me se eu me importava que ele levasse os amigos lá a casa, e eu dizia, “claro, não amor, não me importo”, e eles apareciam!!, primeiro três, depois quatro, e aos poucos, chegavam a ser oito, dez homens, que me pediam coisas, e o meu marido gritava, “Sandra, amor, faz o meu amigo feliz, vai com ele à cozinha ver onde estão as cervejas”, e eu ia e atrás de mim vinha logo um deles. 

Houve um que estava tão aflito de tesão, que quando entrámos na cozinha, ele já trazia o pau na mão, eu pus-me por baixo e comecei a chupar, ele agarrava-me na cabeça a empurrar o pénis para dentro da minha boca, quando eu me assustei, eu olho para a porta e sinto passos de uma pessoa a entrar, mas foi uma sorte minha!!, não era o meu marido mas um outro amigo dele. 

Ele olhou para mim a ver-me chupar o pau do outro e aproximou-se, ele sacou o pau dele também e quando dei conta, eram dois paus que eu chupava, o primeiro começou a vir-se, ele baixou-se ao meu ouvido, “engole és tão puta, engole a minha porra”, eu fiquei tão excitada que engoli tudo. 

Depois continuei a chupar o outro, e ele pediu o mesmo, “engole a minha porra vai”, e eu voltei a engolir a porra dele, e foi quando ouvi o meu marido, “Sandra, amor, traz-me qualquer coisa para beber”, e eu levantei-me e fui a correr com uma cerveja na mão cheia de espuma a sair. 

Os outros dois homens depois apareceram, e o meu marido perguntou “então onde estavam vocês?”, eles olharam para mim a dizer, “estávamos com a tua mulher”, e ele dizia, “humm está bem”, e continuava a jogar com os outros. 

Devem ter passado meses, em que eu os rodei a todos, todos os amigos do meu marido sempre que estavam na nossa casa, eles tinham vontade de ir à cozinha, eles faziam um aceno de cabeça e eu começava a chupar os paus deles ou a bater-lhes punhetas, o tempo não dava para mais, porque a qualquer momento podia aparecer o meu marido. 

O pior é que quando os amigos saiam, o meu marido ia para a cama, e na cama ordenava, “Sandra amor, chupa o meu pau”, e eu que tinha estado a noite inteira a chupar os paus dos amigos dele, respondia, “não amor, que estou muito cansada”. 

O meu marido disse-me coisas desagradáveis, “não percebo, Sandra, dantes chupavas o meu pau, e agora não fazes nada”, e um dia eu estava tão irritada, e aborrecida de só chupar paus, que eu queria muito mais, e para isso devia pensar como um homem. 

Na noite seguinte dava um jogo de futebol, importante para os homens, achei que era uma oportunidade, durante o jogo, os amigos dele iam todos à cozinha, e pensei, vou fodê-los todos. 

A meio da primeira parte do jogo, um deles levantou-se e eu vi logo pela janela que ele vinha à cozinha, e quando ele entrou não esperei, eu chupei no pau dele um bocado, e depois encostei-me ao balcão e pedi-lhe ao ouvido, “anda fode-me a cona”, e ele não perdeu um minuto, eu levantei a saia, e ele apontou o pau duro à minha vagina, assim de frente encostado a mim, ele dobrou as pernas arqueadas, e enterrou o pénis para dentro de mim. 

Eu abri as coxas para que ele me penetrasse melhor, e eu ouvia-o a arfar de me foder, eu agarrei-lhe nas nádegas a forçar, a puxá-las ao máximo para me foder, até que ele começou a ejacular e a encharcar-me de leite a cona, quando reparei que já outro amigo entrava, e eu dei-lhe a ordem que ele não esperava. 

Eu bati uma punheta rápida ao segundo, só mesmo para o pôr mais duro ainda, e disse, “anda, tu queres cona ou cu”, ele respondeu, “dá-me antes cu”, e eu virei-me de costas, e segundo começou a espetar, eu ainda suspirei, não queria que o meu marido ouvisse, mas com aquele pau a entrar, eu quase que gritei, “aihmm foda-se!!, tão grande!!, aihmm!”, o segundo fodia-me o cu até que estremeceu e de tanto me bater por trás, ele ejaculou e encheu-me de porra outra vez. 

Eu não sei como porque não combinei nada, mas nessa noite quando um amigo do meu marido saia da cozinha, logo a seguir outro chegava, o meu marido gritou, “goloaaaooooooo, caralho!”, minutos depois do último me ter fodido. 

Nessa noite, quando eu e o meu marido estávamos na cama, ele disse para mim, “mas que belo jogo Sandra!!”, eu assentia e dizia, “verdade grande jogo, pena que quase não tenha conseguido ver nada”, e ele continuava, “não viste nada, mas porquê?”, e eu respondi, “os teus amigos não me deram descanso”. 

Depois ele continuou, “eu sei amor, desculpa amor, eles foderam-te muito a cabeça?”, e eu respondi, “se fosse só a cabeça!!”, e depois o meu marido insistiu, “Sandra amor, chupa o meu pau”, e eu continuei, “não amor, que estou muito cansada”, e sabem o que ele irritado me respondeu, “que eu tinha de sair de casa, ele estava farto, porque eu não fodia nada.”

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