BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Tarde com a minha sogra

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Tarde com a minha sogra

V
olta-me à lembrança o dia em que a Ângela, minha mulher, quando entrou em nossa casa, deve ter ouvido ruido, ou gemidos, e foi ao quarto de visitas, e viu-me a comer o cu de um amigo estrangeiro que costumava vir ao nosso país e passar uns dias connosco.

Sendo ela também amiga desse nosso amigo, não é que a minha mulher não soubesse que ele era homossexual, e que soubesse também que eu gostava de ter homens de vez em quando, mas esta situação com ele era diferente, para ela foi como uma traição, porque a nossa ligação era muito forte.

Na altura a minha mulher explodiu, e forçou-me a aceitar termos sexo com outras pessoas desde que cada um de nós fosse informado sobre quem eram essas pessoas e que ambos gostássemos de ver o outro a foder.

Não sei porquê, primeiro foi só um sentimento, quando fomos passar uns dias à quinta da minha sogra, naquele dia, quando a Vanda me abordou, pressenti logo que ela sabia de mim e da minha mulher, e dessas nossas novas liberdades, o que me irritava muito saber que a minha mulher contava tudo.

Eu nem queria imaginar o que a minha mulher tinha contado à mãe, quando ela se aproximou de mim e disse, “então .. já sei ..”, eu olhei para ela, “sabe o quê?”, ela continuou, “quer dizer, eu já sabia desses teus prazeres especiais com homens …”, ela riu-se e prosseguiu, “o que gostas? és passivo? gostas no cu?”.

Eu abanei os ombros e não liguei, mas ela insistiu, “gostei foi do vosso acordo!!”, eu virei-me, “o quê?”, ela deu uma gargalhada matreira, “não me importa que gostes de levar no cu, eu gostei foi disso de vocês darem umas fodas fora do casamento”.

Eu conhecia a história da minha sogra dentro e fora de casa e então quando o companheiro dela e padrasto da minha mulher saía, ela ficava ainda mais doida para foder.

Tentei sondá-la, saber detalhes, para perceber melhor o que a Ângela falara das nossas liberdades, não sabia o quanto a minha mulher tinha contado, estava irritado com isso, dela saber que o acordo previa sexo com outros homens, eu e ela, por gostar de foder e também levar no cu deles.

Pensava e olhava para as belas pernas e mamas da minha sogra, quando ela se apercebeu, eu recordava o belo corpo dela quando a vira nua a foder noutras situações, e come-la era um tipo de proibido que desejava há muito, comer a mãe da minha mulher e agora ali estava ela aberta para mim, oferecida e ardente.

Lembrei-me que uma vez estávamos lá na quinta e quando eu vagueava entre uns armazéns velhos sem qualquer direção especial ou objetivo, vi a minha sogra a ser fodida por um gajo que praticamente lá vivia e fazia pequenos trabalhos, sendo que ela quando se apercebeu da minha presença, fez de propósito, e durante muitos minutos que ele esteve a penetrá-la, ela fixou-se no meu olhar, abrindo a boca de prazer com aquela piça enorme a entrar nela com toda a força.

Logo depois, ao almoço, eu vi a minha sogra a chegar, ainda rosada de tesão, os mamilos saltavam no vestido, ainda duros da foda que eu vira, apareceu depois o outro gajo, e o companheiro da minha sogra perguntou aos dois, “onde têm andado?”, uma pergunta com pouco ênfase como parecesse que soubesse que eles tinham acabado de dar uma foda.

Depois foi com um rapaz, ajudante lá na quinta, quase um miúdo, ainda nem barba tinha, mas aí foi a minha mulher Ângela que me disse, “a minha mãe andou a fodê-lo”, e quando eu perguntei, “mas como soubeste?”, ela continuou, “a minha mãe conta-me tudo, ela gosta de rapazes novos”.

Quando eu contei à minha mulher que vira a mãe a ser fodida pelo outro gajo, ela sorriu e disse, “hum e o que achaste?”, eu olhei para ela, e ela insistiu, “a piça dele? grande verga?”, eu concordei, “belo pau, sim”, ela voltou, “eu sei, ela contou-me”, e antes que eu pudesse dizer mais qualquer coisa, ela desabafou, “adorava ser fodida com aquela piça dura”.

Agora estava ali a minha sogra, lembrei-me desse desejo da minha mulher e pensava se ela não daria com ele uma foda, quando a minha sogra aproximou-se ainda mais de mim, “já te imaginaste alguma vez a comer-me?”, eu via aquele corpo esguio e branco, quase transparente, ela continuava, “eu sei que sim”, aproximou os lábios do meu ouvido, “chupo-te o pau, queres? vem comigo”.

Ela sussurrava sem parar e eu não conseguia pensar, “vamos, eu sei que queres enterrar essa piça em mim”, eu deixei-me arrastar, “anda vamos para o carro, vamos sair daqui”, entrei no carro como um zombie, e só acordei no meio do mato, junto a uns pinheiros à sombra.

Ela pôs a mão na minha coxa, vi-a puxar para cima o vestido a correr pelas pernas até um lugar peludo e quente ao meio delas. Não tinha cuecas era mesmo dela, estava preparada para foder.

Virou-se para mim, a perna cruzada no banco do jipe, a ver-lhe a fenda húmida e um triângulo de pelos, ela puxou os meus calções para baixo, “hum que bom pauzinho, também guosto deles assim médios”, e depois dobrou-se sobre o meu corpo e engoliu o meu caralho.

Eu só tive tempo de fechar os olhos, e senti as almofadas dos lábios a acariciar a ponta rocha com pequenos beijos e mordidas, eu soltei um suspiro, “foda-se caralho, tão bom!!”, ela tirou o pénis da boca, tinha os lábios molhados e sorriu, voltou a chupar para baixo e não aguentei, a minha mão passeou pelo corpo dela, os meus dedos apertaram-lhe o cu, viajaram pelas nádegas e mergulharam na cona, ela sorriu novamente e disse, “malandro, queres comer a minha cona?”.

Senti-lhe o cheiro, um perfume quente de sal nos meus dedos do clitoris dela, ela gemia baixinho a mover as ancas de tesão, contorcia-se rebolando sobre si própria, eu pensei logo "quero comer-te o cu".

Ela pareceu ouvir os meus pensamentos, virou-me as nádegas, e encostei o meu pau no ânus, eu procurei os ouvidos dela e perguntei a sussurrar, “queres no cu?”, ela girou a cabeça, “gostas de cu, meu paneleiro?”, eu sussurrei novamente, “quero, quero enterrar-te o meu pau todo”.


Antes que ela pudesse falar, enterrei-lhe o meu caralho com força, senti que o cu se abria todo, ela gemia a fazer força na minha perna, “devagar, querido, entra, entra todo”, comecei a avançar o meu caralho até ao fundo, a cavalgar em cima dela até que urrei como um boi, a fodê-la toda até que vim nela e senti-a a vir-se.

Regressávamos quando eu disse, “é melhor não dizer à Ângela!”, ela estava agarrada ao volante e respondeu, “querido, quando nós chegarmos ela percebe logo que estivemos a foder”, eu fiquei a pensar no que poderia acontecer, quando ela continuou, “não te preocupes amor, eu pedi autorização ..”, eu virei a cara, ela prosseguiu, “e eu também dei a minha autorização …”

Eu perguntei, “autorização? para quê?”, ela sorriu, “depois podes perguntar à tua mulher se aconteceu, eu disse que se o meu amigo da verga grande a quisesse foder eu não me importava”, e ela ainda acrescentou, “se acontecer, ele parte o cu da minha filha todo”, eu pensei para mim próprio, “foda-se!!”, e depois perguntei, “e o teu marido?”, ela mostrou os dentes brancos, “ele é quase como tu, gosta de entretenimento com outros homens bem mais novos, gosta de tê-la no cu”.

Que bela foda, pensava eu, quando chegámos a minha mulher falava com o “verga grande”, aproximei-me e perguntei, “então amor, o que tens feito?”, “estive aqui com este amigo no barracão, ele mostrou-me o que tem, estou esgotada, querido”, e depois sorriu … comprometida …

Espelho de cristal

21:38 0
Espelho de cristal

S
ó lá mais ao fundo é que está tudo escuro. Aqui onde estou com a minha mãe numa das três portas de um quarto que se abrem para um terraço cheio de madressilva numa quase noite de verão, muito clara, em que a lua ilumina toda a parte onde estamos.

O quarto tem móveis de formas pesadas e antigas, e no centro dessa semi-escuridão reina um alto espelho estilo Império, sustentado de cada lado por longos pescoços de cisne com bicos de cobre.

Noto nele um reflexo de luz, que visto do terraço iluminado, não parece vir da lua, inunda toda a sala como se dele nascesse uma luz própria que que se adapta às formas e aos corpos, numa sensual harmonia.

Sem alertar a sua atenção, eu olho para a minha mãe num silêncio consentido, olhos vivos, boca delicada, uma voz que afaga, uma figura jovem e delineada e, eu conheço-lhe o corpo, belo, fixo, e marmoreado como uma estátua, que agora se esconde dentro do elegante roupão preto com uma mantilha de renda branca.

Eu fiz há dias vinte anos, sinto-me magro, desajeitado, uma obra inacabada, um produto tosco sem sentido, que faz perguntas sem respostas, e estou aqui, em frente à porta do terraço, flutuando dentro de um roupão branco, com a minha mãe, deitados em esprequiçadeiras.

Passou um tempo, de olhos semi-cerrados, parecia contemplar a natureza que enchia os nossos olhos à frente, ela virou a cabeça e perguntou, “em que pensas, filho? Tenho-te sentido muito calado!”, e antes mesmo que eu dissesse alguma coisa, ela continuou, “não sentes querido, o perfume, a madressilva, não te intoxica?”.

Eu sorri da observação, ela esticou as pernas na cadeira, um pouco do roupão abriu-se e pude ver-lhe as pernas, a pele branca até meio das coxas, e disse, “intoxicação?”, ela continuou, “querido, intoxicação como a de licores femininos e masculinos que se unem, o que nos faz ferver e excita as células do nosso corpo”.

Ela rebola-se ao som das próprias palavras, e como se eu ali não estivesse, “uma vontade que nos inunda por dentro, um licor doce, leitoso, que nos penetra”.

Voltou outra vez a cara para mim, como se tivesse regressado à realidade, “tens frio?”, estávamos os dois nus por baixo dos nossos roupões húmidos, “não, mãe, até está calor, abafado”, ela prosseguiu, encheu os pulmões da brisa, “sim, querido, que noite doce”.

Regressou o silêncio, apenas algum tempo, e depois ela disse, “eu sei, sinto-te de coração partido, querido? Vejo-te cada vez mais magro, afastado de tudo”, eu respondi, “não mãe, não importa, não amo mais ninguém além de ti”.

Ela disse, “vamos arranjar-te uma rapariga, que dizes a isso?”, ela entrou com a mão no meu roupão, passeou-se no meu corpo nu e pousou em cima do meu pau, “e tens isto amor, és tão bem servido”, aliviei a tensão das minhas coxas, a abri-as um pouco mais, e ela continuou, “só não quero é que passes a gostar delas!”.

A minha cara fez um esgar de repulsa e eu disse, “estás a provocar-me”, e ela continuou, “nós temos dinheiro, podemos dar-te uma mulher”, eu abanava a cabeça, a mão dela saiu de mim, deixando aberto o meu roupão, “ou tens desejo de outra coisa, vocês os homens e os vossos vícios!”, e depois suspirou, “a nossa carne é tão fraca”.

Por cada explosão, regressava o silêncio a seguir, ela abriu o seu próprio roupão e admirei aquela linha branca de seda e pele no preto do roupão, e ela disse, “e os meus vícios? Eu perco a cabeça só de olhar para ti, meu filho”, a mão procurou o meu pénis e acariciou-o de mão fechada, apertando-o levemente, “e depois tenho de correr a satisfazer-me”.

Ela procurou os meus olhos, “tu assustas-me amor, não quero aborrecer-te, mas pergunto-me sobre o que te anda a perturbar, estás diferente comigo”, e depois numa explosão irrefletida, “será que anda por aqui alguma puta que eu não saiba?”.

E depois ela prosseguiu, “tens andado distante, amor, se não é uma puta, será um desses vícios sodomitas que nós mulheres nem suspeitamos mas que muitos homens parecem apreciar?”, ela dominava a conversa, agarrou na minha mão e puxou-a para o meio das suas pernas nuas, e disse “espero querido que não seja isso, eu duvido!”.

Eu dizia que não, e ela continuou, “tu és meu, o meu amor, e amanhã? porque não? convidamos mulheres, meninas, cá para casa, e a tua prima? a Silvia? Para te conhecerem e desejarem!”, a minha cara de repulsa regressou, dizia ela, “a mulher deve de ser a única preocupação do homem.”

Eu ri-me daquela declaração bombástica, eu disse, “Meu Deus! mulheres, meninas, não, não é esse o meu desejo...”, e depois continuei, “não estou doente, não desejo mulheres, só a ti, minha mãe”, eu precisava de falar, movimentei o meu corpo para o lado, “eu vi, mãe, senti como uma traição”.

A face dela mudou, as sobrancelhas cerraram, e eu continuei, “eu já devia ter falado antes, mas ... senti dor e agonia ...”, ela não compreendia, eu apontei para o grande espelho imperial, que apanhava grande quase toda a largura e altura do quarto, “eu vi-te nua a mirares o teu corpo nele”.

Ela riu-se, voltou as costas na espreguiçadeira, “mas amor, quantas vezes tens visto e apreciado o meu corpo nu? Porquê o espelho?”, eu continuei, “eu vi-te num dia diferente deste, mais escuro e húmido, as portas estavam fechadas, a chuva batia lá fora, olhavas o teu corpo movendo-te como uma dançarina, quando ele depois entrou no quarto”.

Agora estava surpreendida, “quem amor? O teu pai?”, e depois ela corrigiu, “não o teu pai estava fora, o jardineiro?”, eu abanei a cabeça que sim e ela sorriu, de olhos no espaço, como se imaginasse um filme, e perguntou, “e viste-me a fodê-lo?”.

Eu respondi, “eu vi e ouvi tudo, ao principio pensei que sonhava, quando o vi a ter-te completamente, mas depois acabei por perceber, que se estava a assistir, é porque já tinha percebido”, ela parou-me, “percebido, amor?”, eu continuei, “sim, percebido que ele te visitava no quarto e eu queria ver um homem a satisfazer-te”.

Ficamos um pouco mais em silêncio, e depois ela regressou, “dizes que o viste a ter-me, o que viste? Isso excita-me, contares o que viste!”, eu respondi, “não foi muito, vi que chupaste a piça dele, e depois ele penetrou-te na vagina e no rabo”, e depois perguntei, “compraste-o, mãe?”, ela deu uma gargalhada seca, “não amor, dar-lhe sexo é como um bónus do salário, achas que os empregados não gostam de foder a patroa?”.

Rimo-nos juntamente, mas depois ela revirou os olhos, como uma obsessão numa palavra solta, “mas falaste em traição, amor, isso é que não compreendi”.

Fez-se um silêncio continuo, mais longo do que o esperado, a noite caíra totalmente, fechamos as portas, e recolhemos para dentro, deitámo-nos juntos na cama, dois confidentes com os seus segredos, depois eu disse, “eu também tinha estado com ele”.

Ela perguntou, “tinhas estado com ele como? Com o nosso jardineiro?”, eu respondi, “sim, mas foi por curiosidade”, ela insistiu, “sim, mas ... estado como, amor?”, eu prossegui, “estado, bem, a ter-me, como ele te teve a ti”.

Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, eu contei que uma vez quando passeava pelos jardins a pensar nestes meus assuntos do desejo, parei numa zona abrigada e perto de uma árvore, eu baixei as calças e comecei a masturbar-me, e o sentimento nos meus sentidos foi de que estava na natureza, e quando já estava a ejacular, vi o jardineiro a olhar para mim, e a bater também uma punheta.

Uns dias depois, eu senti curiosidade por outras partes da casa a que nunca dera atenção, mas a minha vontade era encontrá-lo, e por ali andei a vaguear até que fui encontrar uma casa pequena, pobre, antiga e mal cuidada, cujos arranjos são sempre deixados para o fim, corrosão e humidade, tapetes sujos e esburacados, o teto pingava, ouvia-se um inicio de chuva a bater num telhado de zinco.

Era como um retiro abandonado, e enquanto ia vendo as coisas, os objetos e as formas, banhados por uma luz cinzenta, percebi um leve ruído humano vindo de um quarto mais intimo da casa, e perguntei a mim mesmo se tinha invadido o espaço de alguém, e quando já dava meia volta, eu ouvi a voz, “o menino não precisa de ir embora, fique mais um pouco”.

Eu virei-me e lá estava ele, um pouco encurvado, jovem como a minha mãe, devorava o meu corpo com os olhos, ele perguntou acentuando o final, “depois daquele nosso encontro na floresta, o menino procurava alguma coisa mais ssss?”.

Eu recordava o que me surpreendeu e senti quando o vi a masturbar-se comigo, primeiro a grandeza da piça, uma verga enorme que ele segurava na mão, e depois o desejo que me atormentou o corpo de ser penetrado por ele, de querer submeter-me, dele fazer o que quisesse comigo, e ele perguntou, “quer vê-la?”.

A garganta estava seca, os meus olhos vidrados, não consegui mover as pernas, e eu disse, “sim, se achar que eu sei ao que se refere!”, ele sorriu de gozo, baixou os calções que trazia, tirou-os completamente, ficando só com a camisa, “isto?”, os meus lábios moveram-se, a excitação era tanta, ele manobrava o caralho, acariciando-o e fazendo o crescer à medida, ele perguntou, “o que acha?”, eu respondi a sorrir, “acho grande, enorme”.

Ele aproximou-se e eu senti a pressão da ocupação do espaço por aquele corpo maior, que ia estando mais perto, quando ele perguntou, “quer mostrar-me a sua?”, havia algo de intemporal naquele momento, como se estivéssemos a ser observados, uma espécie de aura ou brilho das faíscas das gotas da chuva que inundavam o interior.

Eu olhei para ele indeciso, e ele disse, “tire os calções!”, e eu tirei, deixei-os cair devagar, e lembro-me que levantei as pernas, uma de cada vez, como uma mulher, num ambiente erótico já sem controle, porque o fim via-se o que vai acontecer, ele disse, “deixe-me vê-lo melhor, dê uma volta”, eu rodo e ele solta um suspiro, “meu deus, que cuzinho!”.

Paro aqui e a minha mãe pergunta, “ai amor, não sabia, o meu menino esteve com um homem? Gosta disso, querido? Não me vai dizer que o meu menino tem prazer nesses gostos novos, dos sodomitas? E depois amor?”, eu contei que ele perguntou, “queres tocar nela?”, e que eu disse que sim, ela soltou um gemido, “não acredito, está a inventar histórias fantásticas? E só porque me viu foder com ele?”.

“Eu sei mãe, nada aconteceu, ficamos apenas a falar, a contar histórias e segredos vergonhosos, não escorregámos nos braços um do outro, foi ele também que me contou que a fodia e não foi a minha primeira vez ....”

Entre marido e mulher

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Entre marido e mulher

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Um dia a minha mulher Karla numa dessas reuniões de amigos que se estendem na conversa pela noite toda, quando lhe perguntaram se gostava de ter feito ou fazer outras coisas na vida, ela respondeu “gostava de ser atriz porno”, com uma grande gargalhada.

E depois um colega da minha mulher, acompanhou a gargalhada a dizer, “era capaz de dar certo, Karla”, olhou o corpo dela de alto a baixo, e depois mostrou os dentes para o meu lado, “a karla tem um belo corpo para ser atriz porno, não tem?”, eu olhei para ela, para as coxas grossas, as mamas ainda rijas, e eu respondi, “dava, dava, claro, estou certo de que era um sucesso”.

A minha mulher sorriu e nessa altura uma amiga perguntou, “e o teu marido?”, a Karla quase tremeu de prazer ao responder, “então o meu marido era o realizador”, eu para não ficar mal dizia, “sim, eu ia gravando os melhores planos”, e depois eu disse uma coisa estúpida, “eu já quis gravar os nossos momentos, mas a Karla é que não quis”, e a conversa acabou ali.

Quando regressávamos, a minha mulher puxou a conversa, “eu nunca disse que não queria”, apertou o meu caralho com força, como se fosse aplicar um castigo, e eu respondi, “desculpa querida, as palavras saíram da minha boca, foi sem intenção, lembrei-me só duma situação, mas era outra coisa”

Mas depois a brincadeira que tínhamos começado em grupo, pareceu-me agradável continuar enquanto fazíamos o trajeto para casa, e perguntei, “gostavas mesmo de fazer filmes porno?”, ela riu-se, “acho que já estou velha para isso, querido”, mas eu insisti, “não, eu pergunto é se gostavas? podíamos fazer uns filmes caseiros”.

Ela aproximou-se, senti-lhe o hálito de tabaco e álcool do convívio de onde vínhamos, as mamas a roçarem nos meus ombros, “eu gostava e tu querido? eras o meu realizador?”, eu abanei a cabeça a dizer que sim, e ela prosseguiu, “mas querido, os filmes não se fazem sozinhos, íamos precisar de algumas estrelas”.

Quando entrámos em casa, senti uma espécie de liberdade estranha, a nossa vida sexual mudava sem mudar o fundo que continua, havia uns elementos mais teatrais e eu pensava, “até gostava de ser artista”, algumas encenações que nos divertiam, e perguntei, “tens alguma ideia sobre os atores?”, e ela respondeu, “amor, para começo, gostava que fosse negro”, pelo que quando cheguei no dia seguinte à noite e disse, “querida, já arranjei, dois negros grandes que contratei”, ela só ficou surpreendida com a quantidade, “logo dois amor”.

Nesta antecipação, eu nunca pensei que me pudesse sentir tão exitado, coma visão da Karla a chupar uns caralhos e a levar na cona e no cu enquanto eu filmava, mas ela também tremia de desejo, num gemido de pré-orgasmo, a cona devia estar toda molhada.

Os negros chegaram e quando ela os viu ficou abismada, eram duas máquinas de foda, que, se pensado bem, pôr os negros a fazer outra coisa era um total desperdício, quando estavam nus exibiram dois caralhos inchados e foda-se!! sentia o meu dentro das calças, ela não estava habituada e temi pela minha mulher.

A minha mulher perguntou, “querido como é que queres que eu faça?”, eu respondi, “amor, não temos um guião, vamos improvisar, vai, amor, chupas os paus deles e depois logo se vê como as coisas vão acontecer”, a Karla agarrou num caralho enorme e engoli-o para dentro da boca, enquanto o outro negro ia aquecendo a cona, os dedos rodavam no clitóris e a minha mulher abria cada vez mais as pernas.

O corpo da minha mulher movia-se em ondas de desejo, enquanto resfolegava com o caralho grosso na boca que o negro metia e forçava para dentro, eu via as pernas dela abertas de lado a lado, com um brilho vítreo bem ao centro, em dois ou três dedos que a penetravam, eu dizia, “querida, amor, mexe mais, estás a gostar?”.

Eu disse ao negro que a minha mulher a chupar tinha tempo a mais de gravação, tínhamos de avançar, “amor, geme e pede a ele para foder a tua coninha”, a minha mulher fazia um grande papel, eu via que adorava estar a ser fodida, mas também havia a ação dela e o filme, o outro negro puxou-lhe o rabo para cima, “aí amor, quero tanto levar na coninha”, eu respondia, “na coninha e no cuzinho também amor”.


O negro abriu as pernas da minha mulher e pousou em cima dela como se estivesse a acasalar, o caralho de alcatrão resvalou para dentro dela, e eu via os lábios tensos da cona, do pau que ia e vinha de dentro, a minha mulher finalmente gemia, “aí, amor, foda-se! ai amor, que foda, parte-me toda, come-me a cona toda”, e eu percebia que não era teatro, ela estava mesmo a gozar de prazer, de estar a ser fodida.

Eu percebi que o outro negro também queria um pedaço da minha mulher, estava a ficar impaciente, também queria cona para foder, e eu disse, “avança com tudo, quero ver esta puta a gritar de prazer”, ele virou-a e montou-a por cima, o caralho grosso entrou para dentro dela, e eu perguntei, “diz amor, diz a ele que queres no cuzinho”.

Ela gemeu mais alto que o costume, num som arrastado e lento, “aí amor estás a gravar tudo? Estás a gostar de ver a tua mulher a atuar? eu girava por cima deles até pousar a câmara a acariciar o meu pau espetado, “estou a adorar, queres no cuzinho, amor?”, ela disse que sim, um dos negros começou a enterrar o pau preto no cu da minha mulher e a chupar o pau do outro.

Os negros não falavam, só executavam o serviço, tinha-lhes sido dito o que fazer, e eram dois atores secundários, porque ali a grande estrela era a minha mulher, ela estremeceu toda com um grito que nunca tinha visto, um orgasmo múltiplo e tinha a cona encharcada, ainda estava prostrada e adormecida na cama, as pernas abertas e amaciadas, quando os dois negros saíram.

Junto à porta de casa quando lhes pagava, eles diziam que ainda tinham uns serviços, estavam com um pouco de pressa, mas eu não consegui resistir, “o que vocês acharam da minha mulher? É boa a foder?”, um deles respondeu, “muito boa, adorei quando ela estava a chupar o meu pau, vê-se logo que tem muita experiência, você é um homem de sorte, quando quiser mais é só telefonar, está aí no cartão?”

Eu sorri satisfeito, com o cartão na mão, guardei-o num daqueles sítios preciosos, onde nunca se perdem as coisas .. perguntei depois à minha mulher o nome a darmos ao filme, e ela disse "Entre marido e mulher", eu achei perfeito.

Há homem cansado de buraco de mulher?

23:22 0
Há homem cansado de buraco de mulher?

V
enho contar os meus lamentos aqui para o confessionário, meus amigos, pode ser que alguém esteja sofrendo como eu, passei a minha vida fodendo, contando por buraco, foram mais que muitos, milhares e milhares de buracos, bocas, vaginas, e cus, de todo o tipo e feitio, e, pode-se dizer assim que estou um bocado esgotado.


Pode parecer filosofia, pessoal, se calhar até é, que andava fodido, buraco mesmo é bom para quem tem pouco, seja masculino ou feminino, mas quando se fala em números como eu, dos mais que muitos, meus amigos, acreditem, já começa chateando.

Muitas vezes eu sinto-me como aqueles ricos, esse pessoal que já tem tudo, que compra coisa que não gosta, que deseja por desejar, que já esqueceu viver de um modo natural, se amigo tem também quer ter, e eu ando assim, meus amigos, deprimido por não saber mais o que foder.

Houve um tempo que era orelhas, pensei que isso só chegava, mas duas logo era muito, a do lado direito e do esquerdo, houve tanto ouvido que assim comi, meu deus, que fiquei logo entediado, e depois, vejam bem, orelha tem pouco para comer, entra ponta e nada mais.

Depois disseram-me que tinha de fazer terapia, esquecer os buracos de uma vez e concentrar a minha atenção em coisa que parece buraco mas não é buraco.

Primeiro foi a "espanholada", disseram que era bom para o meu desenvolvimento como ser humano interessado em todas as esferas do conhecimento, e comecei a fazer isso, como se fosse uma punheta de mamas, eu pedia para a mulher prensar o pau no meio, e depois ficava ali mexendo para a frente e para trás, e quando eu me vinha a minha porra saia disparada para o pescoço como um colar de pérolas.

Depois aproveitei esta técnica nas nádegas, e como a minha mulher é um pouco gorda, a coisa até funcionava, claro que aqui neste caso, o trabalho é todo meu, e, meus amigos, estar a prender o pau no meio de duas bochechas e a agarrar tudo ao mesmo tempo, podem acreditar, é muito cansativo.

Durante algum tempo depois, fiquei-me pela mão, a nossa velha conhecida masturbação, a minha mulher aperta o pau, de maneira que até parece um buraco, mas não é a mesma coisa, não me deixava deprimido, mas como é sempre a mesma coisa, também não trás nada de novo.

Passei depois ao sexo intercoxa, uma espécie de espanholada, disseram-me que era uma prática antiga e que eu até ia gostar, em vez de buraco, em prendia o pau entre as pernas gordas da minha mulher e depois era só trabalhar a coisa, mexer para a frente e para trás.

Depois desesperado por novas soluções e novidades, eu queria experimentar tudo que me tirasse deste sofrimento, aconselharam-me masturbação com pés, footjob, também apertar o pau debaixo do braço, armhole job, até técnicas orientais eu experimentei, tudo, não havia mais nada para explorar, nem buracos, nem trabalhos apertados.

Desta última, de foder sovaco eu até estava a apreciar muito, meus amigos, é bem bom como o caralho, e nem me importo que tenha pelos, ou um cheirinho bom molhado, bem pensado até gosto, sovaco para eu comer batendo.

Claro que a minha mulher reclamava muito, dizendo "Fred mas com isso aí tão grande, você é maluco não estar querendo, eu tenho buraco aqui tão bom, me come o cu e a cona, chupo o teu pau com a boca, e você quer sovaco?".

Eu batia com caralho no sovaco, e sentia assim uma pressão, me dava tanto prazer fazendo, mesmo sabendo que não é bem buraco, escorrega da mesma maneira muito bem, mas até isso tinha um fim.

É difícil pessoal, como vêm eu estava a sofreu muito, ao principio era excesso de cona, vocês têm de acreditar, também faz mal, depois excesso que coisa que não é buraco, nem coisa nenhuma, e agora estou assim deprimido porque não sei o que consigo foder.

Estive a falar com bicha meu conhecido, e ele garantiu, "o problema não é de buraco, o problema é da sua mulher, excesso de buraco de mulher, pode acreditar, faz mal, mas um cu de homem, sabe, faz toda a diferença, você vai gostar, acaba logo a depressão".

Eu fiquei a olhar para ele e ele a olhar para mim, de cima para baixo, e ele acrescentou, "e você é tão macho!! tão bem proporcionado!! no meu cu!! tão apertado!!".

Eu pensei um pouco mais, se calhar ele tinha razão, comer bichas era um bom remédio, tinha de falar com a minha mulher, ela vai gostar

A mesma velha história por Dublin Jack

22:32 0
A mesma velha história por Dublin Jack
D
esde que Nero comeu a sua mãe e Calígula fodeu o seu cavalo, acredito que incesto, sodomia e bestialidade têm sido vícios da moda.

Conheço um homem que regularmente mantém uma cabra, que ele prefere ao homem ou à mulher. Outro, um jovem nobre de vinte anos, faz o papel de Édipo, está apaixonadamente apaixonado e fode a sua própria mãe. Ainda assim, sem dúvida, a sodomia leva a palma da mão sobre todos os outros vícios.

Conheço um caso recente em que uma viúva, proprietária de uma pequena loja, teve um inquilino que ocupou o seu primeiro andar nos últimos três anos.

Recentemente, uma noite depois de fechar a porta, ela imaginou ter ouvido um barulho na passagem da frente, mas não conseguiu ver nada, então, como o homem que costumava fechar as venezianas da loja chegou tarde, ela pediu que ele esperasse um pouco na cozinha.

E colocou-se à escuta. 

Depois de cerca de meia hora, ela imaginou ter ouvido passos e sussurros na passagem, então tirou as botas e foi lentamente escada acima e, de repente, riscando um fósforo, viu o inquilino do primeiro andar, no exato ato de atingir o traseiro de um soldado, que estava com as calças abaixadas e imediatamente saiu a correr pela porta sem esperar para se colocar em ordem e decente. 

O inquilino subiu as escadas e partiu no dia seguinte.

No momento em que este texto é publicado, há um caso no jornal em que um cabo da Guarda Escocesa é apanhado em flagrante cometendo um delito antinatural num café.

Ele é levado a julgamento, enquanto o seu companheiro, que tem a sorte de ser secretário da Embaixada da Alemanha em Londres, é tratado pelo governo alemão e enviado para casa para a terra mãe, que é sem dúvida tudo o que lhe vai acontecer.

Depois, a prevalência da sodomia entre os estudantes é pouco suspeita de ser tão geral quanto realmente é. Recentemente, um médico de grande prática foi chamado para consultar o mestre de uma grande academia, onde parece que os estudiosos aprenderam algo muito mais interessante do que latim ou grego.

A sua história é contada exatamente como ele a relatou ao médico.

"Há um ou dois dias atrás, senhor, as minhas suspeitas foram levantadas quanto a algo altamente impróprio acontecendo nos quartos de dormir à noite, então eu decidi descobrir todos os factos por demonstração ocular.

Tendo várias vagas na escola, aconteceu de ser um pequeno quarto de três camas que estava vazio.

"Aproveitei-me disso e, na tarde de quarta-feira, quando todos estavam no campo de futebol, fiz alguns orifícios para que me dessem uma visão completa de dois quartos de cada lado.

"O quartinho deveria estar trancado, e também o mestre (eu) não estava em casa; então subi as escadas algumas horas antes de dormir e tranquei-me lá dentro.

"A pouco e pouco, todos subiram a rir, acompanhados por dois jovens rececionistas, um dos quais dormia em cada quarto para manter a ordem.

"Ao ficar de pé nas camas, eu tinha uma visão completa de tudo o que estava a acontecer.

“Agora, meu senhor, vamos ver se o seu pau está dolorido depois de ter três de nós ontem à noite!”, eu ouvi um dos rapazes maiores dizer isto, e olhando para a sala, vi que estava uma brincadeira rara a acontecer.

Quatro rapazes mandaram-no para a cama e estavam a tentar desabotoar as suas calças e finalmente tiraram o seu pénis para fora - era de bom tamanho e o mais rígido possível.

Então vi um dos rapazes mais novos a colocá-lo na boca e a chupá-lo, enquanto outro rapaz fazia o mesmo com o seu pau, e assim por diante, até que todos, exceto o rececionista, tinham uma piça na boca.

"Eu estava muito enfeitiçado pela visão para fazer barulho ou interferir. O facto é, doutor, eu não pude deixar de enlouquecer; e todos nós parecemos gozar ao mesmo tempo.”

"Depois disso eles começaram a despir-se silenciosamente, então eu espiei pelo orifício na outra sala, e lá, por Deus, senhor, os rapazes estavam a foder uns com os outros! Isso deixou-me quase louco.

“Se eu não os parar eles vão-me atrair para as suas práticas, e não posso resistir à tentação que os meus olhos mágicos oferecem; então o que deve ser feito eu não sei. Além disso, a minha escola ficaria arruinada se tudo fosse descoberto."

O médico aconselhou o mestre-escola a examinar todos, os rececionistas e os alunos, um por um, e então ele (o médico) fingiria descobrir pelas aparências tudo o que eles estavam a fazer e tentaria amedrontá-los.

Tinham de fazer tudo de novo, para ele descrever todos os terríveis efeitos da pederastia.

Muitos de nossos leitores não teriam gostado do trabalho do médico?

Tentação na escuridão

00:20 0
Tentação na escuridão

A
minha mulher já tinha dito que no final de semana havia o aniversário de um colega de trabalho, que iam todos a um night-club e perguntava-me se eu queria ir, parecia que havia colegas que levavam os companheiros.

Ainda quis saber, “mas querida, à noite? sabes como é, não me apetece muito”, a ideia de ir para um night-club para ver a minha mulher a dançar, a gingar o corpo, a provocar os homens à minha frente, não era o melhor programa da noite, e quando ela disse, “ah, é só um pequeno grupo de amigos do trabalho!!”, eu aproveitei logo, “vai tu, amor, são os teus colegas, vais ficar mais à vontade”.

E foi mais tarde que a vi, quando saía de casa, levava um vestido curto, num vermelho adamascado, com uma racha de lado, e quando se sentou para calçar uns sapatos, o vestido subiu e eu vi, ela não tinha cuecas por baixo, a fenda peluda via-se toda.

Ainda pensei abrir a boca, dizer qualquer coisa, porque ia a uma festa sem lingerie? mas ver a minha mulher assim tão solta deu-me um tesão tão grande que fiquei com o pau duro, e fechei a boca e não disse nada e quando ela saía, ela deu-me um beijo e disse, “eu já volto amor”, e eu respondi, “diverte-te, querida”.

Fiquei a olhar-lhe para o rabo dela e para aquele vestido tão curto que ficava na dobra das nádegas, as longas pernas em baixo, e aquele balançar ao andar, que parecia fazê-la planar, e aos homens que a olhavam, um desejo intenso de a foder.

Pensava precisamente nisso, o de viver com uma mulher que todos os homens, e se calhar até muitas mulheres, querem foder, é desgastante demais, ao principio havia um certo stress, porque todos a rodeavam com flirts e desejos, nunca sabia se ela ia tombar, mas depois há um certo hábito, e vamos começando a aceitar.

Já tinham passado umas duas horas, e a vontade de me deitar e adormecer também não era nenhuma, pensava eu que ia estar cansado, mas acontecia precisamente o contrário, e comecei a pensar se não devia ir até ao night-club ver como estava a minha mulher, pensava naquele vestido curto sem ter cuecas por baixo.

Cheguei e percebi logo que a ideia de ser uma coisa pequena, só um grupo de amigos, não era como ela dizia, o night-club estava cheio, o calor era intenso, um cheiro hormonal impregnava tudo, o suor dos corpos no ar, as pessoas tocavam-se todas, e eu fui caminhando, ziguezagueando, à procura da minha mulher, a atravessar o mar humano, de movimentos ao som da música, e fui para a casa de banho.

Entrei numa espécie de silêncio mudo, sente-se a batida da música lá fora, molhei as mãos a refrescar-me na cara, um fio de suor descia-me pela fronte, quando ouvi um som, “chupa, foda-se, engole-o todo”, fiquei à espreita, “está bem, dá-me a piça, humm, que bom, hummmm”, parecia uma voz conhecida, a voz da minha mulher, e corri para um privado ao lado, e pus-me a ouvir o que diziam.

Pus-me também a pensar, “não pode ser a minha mulher, aqui no meio deste ruído, as vozes são todas iguais”, mas ali ao lado, “isso puta chupa-me a piça toda humm”, a mulher agora não falava, e pensei, “ela deve estar a lamber o caralho do gajo”, eu ouvia os ruídos dela, ela lambia a ameixa roxa, como o de a beber uma coisa fresca, estalidos da língua e de prazer, era o que eu conseguia imaginar, porque ver ver eu não via, até que um gajo qualquer bateu à porta, “como é que é caralho, ainda estás a cagar?”.


Eu pensei, “foda-se, tenho de desocupar, vou sair lá para fora e esperar”, abri a porta a sair, um gajo e uma gaja a olhar, o gajo ainda disse, “vens para aqui cagar? Foda-se!! não tens uma puta para te chupar o pau?”.

Eu saí apressadamente para o exterior, escondi-me numa esquina escura, e não passaram uns segundos, quando eu vejo a minha mulher a sair com um gajo grande, a dizer, “obrigado, amor, gostei muito de reviver velhas memórias.”

Eu vi a minha mulher a afastar-se, a perder-se na multidão, eu ainda estava a processar, tinha ouvido bem, a minha mulher chupou um pau, ali mesmo na casa de banho, a reviver velhas memórias, com um gajo desconhecido, não sabia! eu pus a mão no caralho, e mesmo sem ter a certeza, imaginar a minha mulher com uma piça na boca, deixou-me duro como pedra.

A minha respiração falhava, parecia que não entrava ar nos meus pulmões, e eu não sabia o que fazer agora, caminhei na direção que ela ia, quando a vi misturada num grupo, bebia champanhe ou coisa parecida, as pernas tremiam-lhe, mas não ao ponto de estar bêbada, dava gargalhadas descontraídas, quando eu vi outro gajo a dizer-lhe coisas ao ouvido, como se fossem segredos.

Eu podia dizer que estava ali, mas os meus pés não se moviam, olhava de um canto fundo da sala, quando vejo a minha mulher e o gajo a andar na minha direção, havia colunas e recantos abrigados, eu escondi-me de lado, e eu ouço o gajo a dizer, “Michele, quero tanto foder”, ela responde, “ainda não estou com vontade”.

Ele aproximou-se a apertá-la na parede, “sente a minha piça, querida, estou com um tesão louco”, ele tirou a verga para fora das calças, e eu vi um pau grosso e comprido, a minha mulher agarrou o caralho na mão, e eu ouço-a dizer, “não sou a tua querida, sou querida mas é para o meu marido", eu senti um orgulho do caralho, ela continuou, "está bem duro, mas …”, ela parecia estar a fraquejar, a mão brincava com o pau, puxava a pele para trás e para a frente, ela continuou outra vez, quase a gemer, “hoje não queria …”

Ele roçava-se nas coxas da minha mulher, o caralho grosso rijo e preso pelos nervos, eu pensava se devia aparecer, mas as minhas pernas não se mexiam, ele disse, “vira-te deixa-me comer essa cona”, ela rodou o corpo, mas insistia, “hoje não me apetecia …”, ela rodou o corpo mais um bocado e ele colou-se por trás, eu ainda não acreditava no que via, ele fazia força no rabo dela, uma dança com coreografia, "aihm Michele, tens o melhor cu do mundo", ela deu uma gargalhada, "gostas assim tanto do meu cu", ele respondeu, "adorooooo, caralho, e eu sei que o teu cu também gosta da minha piça, ainda hoje vou foder esse cu"

A minha mulher riu-se, empinou o rabo mais para cima, as coxas abriram-se por trás apetecíveis, ela dizia, “eu não quero …”, ele encostou um pouco mais, levantou o vestido curto, e eu vi, a piça escorregou entre as nádegas, ela gemeu num suspiro continuado, “aihh foda-se!! aihmm hoje só queria brincar …”, ele recuou o galo teso e depois penetrou novamente, um pouco mais fundo ainda, a minha mulher contorceu-se ainda mais, "aihm foda-se, és tão grande, aihmm", eu via um reflexo de luz e de humidade no pau, ele começou a acelerar, encurvado debaixo para cima, entrava na minha mulher, eu fechei os olhos, e ouvia a batida dele agora, martelava as bochechas perfeitas das nádegas dela.

As mãos dele percorriam o corpo da minha mulher, as ancas, o ventre até às mamas, enquanto a piça comprida martelava a cona, os dedos metia-os na boca dela, “chupa puta chupa, ela lambia os dedos dele, fechava os olhos e gemia, “aihmm não quero mais …”, mas o rabo enganava, a minha mulher movia-se para fora, queria mais piça lá dentro, do meu pau saiam gotas, um liquido indistinto, de colhões que já não as aguentavam, ela dizia, "aihmm foda-se, tu fodes-me toda, eu sou tão puta", ele gemia e estava quase no limite, "eu sei, é assim que gosto de ti, o teu marido devia saber que só pensas em piça".

Estavam quase a ter o orgasmo quando vejo um gajo a vir da luz para o escuro, estava irritado, “foda-se!! estão aqui a foder? vão foder para o carro!! caralho!!”, e virou a cara na minha direção, “e tu caralho, aí a olhar”, a minha mulher virou a cabeça pata tentar perceber a quem ele se referia, e eu só tive tempo de me esconder ainda mais no escuro, o gajo tirou a verga para fora e disse à minha mulher, “vamos para o carro, foda-se! caralho, uma foda interrompida!!!”

A minha mulher tinha lágrimas presas nos cantos dos olhos, quebrar um orgasmo com o clitóris em brasa, os mamilos quase explodiam, ela disse, “vamos para o carro, mas ….”, ele ia atrás dela, “mas …”, ela continuava, “estava alguém a ver-nos ….”, ele prosseguia, “o que caralho isso importa, estou com um tesão do caralho”, ela insistia, “não sei, foi uma sensação, um cheiro conhecido …”

Eles saíram do night-club, e entraram num carro velho … eu já tinha visto o suficiente …. era altura de ir para casa, quando a minha mulher chegou a casa, ela perguntou, “amor, ainda estás acordado?”, eu fingi estar ensonado, “estou, amor, não conseguia dormir, ainda fui à tua procura no night-club mas não te encontrei, e vim-me embora", eu olhava fixamente para ela a tentar adivinhar os pensamentos, ela disse, "foste? eu não te vi", eu pensei, "deves estar a lembrar-te quando o vigilante disse que estava um gajo a assistir a tudo", ela continuou, "gostei muito, diverti-me bastante, querido, vou só tomar um duche”.

Mas … eu puxei-a pela mão … “não, vem já para a cama … assim como estás …quero sentir o teu cheiro”, a minha mulher gateou para dentro dos lençóis, vestida e tudo, cheirei-lhe a pele e o corpo, ela disse e riu-se, "o meu cheiro?", eu disse, "sim o teu cheiro e o teu gosto", ela riu-se ainda mais, "cheiro a suor, querido", o cheiro intenso a caralho entrou-me no cérebro, fez-me recordar a piça grossa a foder-lhe a cona, eu sorri a pensar no gajo a dizer, "foda interrompida!!", em sofrimento.

Mas depois pensei, a foda continuou no carro, ele deve ter estado a comer a minha mulher ainda mais, a foder-lhe o cu que ela gosta, eu perguntei, “e como foi a festa?”, ela respondeu, “adorei, encontrei dois colegas de outra altura”, a minha mão percorreu-lhe as coxas, escorregou depois para dentro da cona, eu disse, “estás toda encharcada querida”, ela respondeu, “estava muito calor naquela sala”, eu dei-lhe um beijo na boca, ainda senti um gosto a caralho, e disse, “até parece que estiveste a foder ..”.

Ela respondeu a rir, “querido, hoje mesmo que quisesse, não me estava a apetecer”, eu pensei, “eu sei, mas ….”.

Negócios arábicos facilitados

22:54 0
Negócios arábicos facilitados

⅏
Eu tinha acabado de chegar a casa e acho que eles nem notaram que eu estava a entrar e a ir para o meu quarto quando ouvi a minha mãe a dizer, “por favor leva a tua filha contigo, já não sei o que fazer com ela, são só alguns dias”.


Isto era a minha mãe a dizer ao meu pai, eu sabia que ele ia viajar para o Dubai em negócios, mas também sabia que a minha mãe gostava de ter a casa vazia para receber as visitas de um gajo que ali aparecia de tarde para a foder.

Eu por mim não dizia nada, nas minhas contas era assunto deles, já chegavam os meus problemas, e eu não me metia nisso, e talvez o meu pai já soubesse, pelo menos assim me parecia.

Dou agora um salto para o Dubai, aterrámos em Abu Dhabi, era a primeira vez que ali estava, o meu pai ia ali muitas vezes, mas eram negócios e não festa, entrámos no hotel e ele disse, “filha, ocupa-te com qualquer coisa, eu não tenho tempo para ti, e por favor, não te mostres muito, as mulheres aqui são muito diferentes”.

Quando o meu pai disse aquilo, eu ri-me com as palavras dele, era a maneira dele dizer que eu não mostrasse as pernas, ou tops exibindo as mamas, ou saias curtas a ver-se as coxas, mas isso é o que eu tenho de bom, os homens ficam loucos, eles sentem o meu cheiro de cona, e fazem tudo o que eu quero.

Não liguei ao que ele disse, é claro, passei a tarde na piscina, com um bikini quase inexistente de cor de carne e liso, eu sabia, via-se em mim quase tudo, os seios salientes e os mamilos negros, uma risca da minha cona, e as bochechas das minhas nádegas, e o meu pai numa reunião com um árabe rico.

Quando o meu pai chegou parecia incomodado, ele perguntou, “o que fizeste? até o árabe soube que andavas na piscina quase nua!!”, e depois continuou, “ele vem jantar ao hotel, só espero que te comportes, não posso perder este negócio”.

Sinceramente, eu não sabia o que vestir num jantar com um árabe rico, de repente tudo o que tinha trazido parecia tão infantil, o meu pai dizia, “por favor, umas calças, não mostres a pele!”, pensei, o melhor seria ser simples, parecer despreocupada e mais mulher, de maneira que, quando ele me olhasse, eu não ficasse desconfortável.

O árabe era daqueles árabes que simplesmente se parecem com árabes, com aspeto de quem tem tudo e que isso se reflete na barriga, no modo de falar com os outros, ele olhou para mim, moveu a cabeça para o lado, a tentar ver as minhas formas do corpo, e a imaginar a minha tarde na piscina e o que lhe tinham contado.

Ele perguntou ao meu pai, “a sua filha é demais!” e como se fizesse a pergunta para mim, “tem namorado?”, o meu pai abanou a cabeça, “talvez não sei”, e o árabe, olhando para as minhas mamas e a minha boca, “ela dá-lhe problemas? deve dar”, o meu pai respondeu, “eu estou como a mãe, não sei o que fazer com ela”.

O árabe pediu para falar comigo a sós, o meu pai achou estranho, mas levantou-se e saiu, e ele perguntou, “disseram-me que tens um corpo maravilhoso”, eu olhei para ele, “porquê tanto interesse?”, ele agarrou-me nas mãos, olhou por baixo da mesa para as minhas coxas, “deves ser um vulcão”, eu sorri com um riso sem vergonha, “porquê? sou muito quente?”.

Nesta altura eu olhei também para baixo, e vi vincado na roupa dele, na Kandura branca que lhe cobria o corpo, um pau grosso e volumoso, puxou-me a falar ao ouvido, “posso pedir ao teu pai para te foder, eu posso facilitar o negócio dele, sabes?”.

Eu sorri com um ar malicioso, o árabe a pedir autorização para me foder, pensei no meu pai e no que ele diria, e eu disse, “é melhor ser eu a falar com ele”, mas ele continuou quase a sussurrar, “fodia o teu cuzinho, gostas de apanhar no cu?”, os meus mamilos explodiam, “eu adoro levar no cu, sim”, a maçã de adão movimentou-se rápido, “ai, caralho, deixa-me foder-te, tenho aqui um quarto”.


Eu subi ao quarto, ele disse que me esperava, e o meu pai perguntou, “o que é que ele queria?”, eu respondi, “não sei se vais gostar de ouvir”, ele continuou, “o cabrão passou a noite a olhar para o teu corpo”, e eu disse, “que é o que ele quer”.

O meu pai perguntou, “ele quer o quê?”, eu olhei para o meu pai, acho que o momento pedia, “ele quer comer a cona e o cu da tua filha”, o meu pai abriu os olhos, “mas o que é que ele disse?”, e eu exagerei, a sonhar com o pau grosso, “que facilitava o negócio”, perguntou ele, “e tu?”, eu respondi, “eu disse que sim”.

Ele começou a andar à roda no quarto, “foda-se, não vou deixar foder a minha filha por um negócio!”, e eu disse, “mas eu quero pai”, ele disse com energia, “queres o quê?”, e eu respondi, “quero mesmo fodê-lo”, ele dizia, “mas filha, ele é um homem”, eu sorri, “ele mostrou o caralho teso e eu estou excitada, quero muito foder”.

Ele insistiu, “mas filha, podes dizer que não!”, eu sentia a minha cona húmida das palavras do árabe, o meu corpo fervia de antecipação, queria correr para o quarto do árabe, e que ele me fodesse o cu e me partisse toda, “pai, eu não quero dizer não, eu quero muito chupar o pau dele e que ele me foda toda”.

Comecei a levantar-me e saí.

Quando chegámos a casa, a minha mãe perguntou ao meu pai, “e então? a tua filha serviu para alguma coisa? Conseguiste fazer alguma coisa dela?”, o meu pai passou e encolheu os ombros, “fechei o negócio, a tua filha ajudou muito, o árabe gostou muito dela”.