Leva-me de volta a casa - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Leva-me de volta a casa

Foi um acidente, um encontro fortuito numa rede social, em que trocámos mensagens, primeiro públicas e depois mais privadas, numa altura em que me sentia insaciável, esfomeado, também triste e vazio, e a voz dele em palavras, eram simples, básicas, sem rodeios, brutas e com arestas.

Não me causavam dúvidas, sobre quem era e como era, alguém rude, pouco instruído, ou então nada disso, mas também tímido, num sentido envergonhado, e era o que eu precisava.

Falámos de sexo, do que ele e eu gostávamos, disse-me que era casado, mas que tinha trabalhado num barco, era no beliche que se satisfazia, a ir ao cu de um colega, e que agora só pensava nisso, a mulher não lhe dava desejo, quando um dia me perguntou "gostava de te ir ao cu, davas-me o teu cu?".

Eu disse que sim, respondi "gostava, tu sabes que gostava", tínhamos trocado fotografias, dele do corpo todo, vi que era como esperava, bruto, peludo, e mal cuidado, mostrava o pau teso levantado, mandei do meu rabo empinado, lembro-me quando o viu, "adoro o teu rabo querido, adorava dar-te com o meu pau?".

Lembro-me das primeiras conversas, perguntou-me "se já tinha estado com homens", eu disse-lhe que sim que já tinha estado, e ele insistia "e então como foi?", eu dizia-lhe para o excitar "queres saber todas as vezes?", ele mandava logo mensagem "conta-me da tua última vez então".

Contei-lhe que a minha irmã é lésbica, que tinha fodido o pai da companheira dela, perguntou-me ele "e como é que aconteceu?", disse-lhe que foi uma coincidência, tinha ido jantar a casa delas, e que o pai também apareceu, era um homem mais velho, mas muito interessante, estava sozinho naquela noite, e deu-me boleia de volta para casa.
E a primeira vez com ele foi nessa viagem, começou-me a perguntar o que achava da relação da filha com a minha irmã, de serem lésbicas e assim, ele falava e eu mal o ouvia, o cheiro dele a dar-me tesão, um viril tão forte e másculo, as coxas grossas e o volume das calças, disse-lhe "se calhar elas se amavam", ele riu-se e achou-me ingénuo, que não me contive e lhe disse "eu também gosto de homens".

Ele olhou para mim e foi como uma explosão, um cheiro quente de suor e desejo, em onda que se soltou dele, "mas diz-me, gostas de levar no cu rapaz?", agarrava o volante com força, os punhos grandes que o apertavam, respondi-lhe "gosto sim, porquê? gostava de me comer o cu?", ele estava engasgado, num querer e o seu contrário, continuei a assediá-lo, pus-lhe a mão na perna a escorregá-la, até ao centro dele onde estava, um caralho bem teso pela nossa conversa.

Continuei "gostava de te dar o meu cu, gosto de homens mais velhos", via-se que fazia contas de cabeça "e a minha filha? e a tua irmã?, eu fodo-te o cu e se sabem? não digas nada a elas, nem a minha mulher", quando disse ele isto, apertei-lhe o caralho, desci-lhe o zip das calças, ele foi-se ajeitando de lado, tirei-lhe o pau para fora, curvei-me quando conduzia, e comecei a mamá-lo.

Ouvi-lhe um suspiro, um ai foda-se! que bom, na boca chupei a ameixa, num beijo húmido lento, a minha língua rodava dos lados, ia até baixo seda fresca, naquele caralho deslizado, que ele dizia "vamos ai a um sitio escuro, quero comer-te esse  cu", ele parecia que acelerava, tal era pressa de chegar, foi perto do mar junto à praia, que ele me puxou as calças para baixo.

Virei-lhe o rabo a abrir-me todo, ele desajeitado empoleirado em mim, senti o pau a forçar-me o ânus, duas garras nas minhas nádegas, ele gemia "ai caralho que tesão, ai que ainda me venho todo", senti um dor forte daquele caralho, grosso rijo e bem teso, a entrar a abrir o meu anel enrugado, foi cabeça foi tronco até ao fundo, "ai hum ai ai foda-se! meu cu ai fode-me vai", ele começou a bater atrás, a enterrar-me o caralho no cu, na noite enevoada e fria que estava, os vidros do carro embaciados, "ai caralho meu cu hummm ahi aii ai".

"Foi lindo", contava ao meu amigo das redes sociais, "ele fodeu-me o cu todo, quando nos viemos ficámos a olhar para o mar, ele a dizer-me "que foda rapaz, não dava uma foda tão boa há tanto tempo", que ainda arrisquei perguntar "foi a sua primeira vez?", não parecia envergonhado, "foi, mas era uma fantasia minha, adorei comer o teu cu, e tu gostaste?", disse-lhe "gostei muito".

O meu novo amigo então disse "vem ter comigo anda, adorava comer-te o cu também", a viagem seria longa, mas havia festa na cidade, aproveitei e fiz-me ao caminho e fui ter com ele.

Encontrei-o onde combinámos, não fiquei surpreendido, numa taberna esquiva e manhosa, mas isso é outra história.

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