Ela estrangulou o meu pau - Biografias Eróticas
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Ela estrangulou o meu pau

Eu já tinha reparado que o clima na empresa andava diferente, alguma coisa tinha mudado e isso nota-se, nós sentimos, as pessoas andavam mais agitadas, os homens que se reuniam em grupos, falavam e riam juntos, as mulheres andavam mal humoradas, aos pares aos cochichos, e o normal seria o contrário, até que meu deus!! eu a vi!!, a rapariga nova que entrara ao serviço.

A miúda era estagiária, alguém me disse que se chamava Marilyne, e estava aqui para aprender, mas já se sabe que neste país, é-se temporário definitivo por um dia, e passa-se a definitivo temporário para toda a vida, a rapariga passava nos corredores, ela compenetrada no que fazia, percebia eu que a via, queria fazer o seu trabalho muito bem.

O tempo me ensinara. Os grupos têm uma calma aceite, em que cada um faz o seu papel, aquele que foi o que Deus lhe deu, ou o que mais ele procurou, até que um dia algo muda, move-se pelos pés o nosso mundo, até que outra calma se encontre e se aceite, e assim foi com a Marilyne, que veio abanar o que existia.

A rapariga era um tesão, um concentrado de foda, um extracto de sexo e de prazer, se foi Deus que a criou e desenhou pensou em tudo, no que era importante e no dispensável, a boca com uns lábios grossos carnudos vivos, como fruta fresca que se morde, os olhos de amêndoa, maliciosos e matreiros, como promessa de algo privado, o rabo em forma de pêra, preso numa altura baixa, as mamas, as costas, as coxas, os mamilos, dimensionados e expostos, os cabelos em torrente que caiam.

O seu criador não a fez para casar ou se diminuir numa união sem propósito, não, a Marilyne era uma máquina de foda e de prazer, o alivio de andróides, bonecas, brinquedos, era ela o seu modelo, um principio celeste indiscutível, eram aquelas as medidas, a face, o sinuoso do corpo, as que se tinham por perfeitas.

Olhei mais de perto a fauna que me rodeava, homens e mulheres que eu compreendia, à passagem da Marilyne os homens ajuntavam-se, abriam a boca e ficavam parados, num sofrimento intenso psicológico, do foda-se!! que gaja é tão boa, quem a andará a foder, caralho!! que não tenho sorte nenhuma, e foda-se!! pensava eu, era um prejuízo para a empresa.

Já as gajas, normalmente tão alegres, a falar mal dos homens e do que fodiam, sentiam-se ameaçadas com a Marilyne, eles nunca mais lhes ligaram, e eu que o compreendia, pedi-lhe para vir ao escritório, queria vê-la bem de perto.

Quando ela entrou no meu gabinete eu estava distraído, alguém tinha batido à porta de leve, eu gritei "pode entrar", e senti logo um cheiro a flores frescas, a um perfume de natureza, uma mistura de terra e relva, e quando me virei para ver o que era, eu vi a Marilyne à minha frente.


Caralho!!. Alguma coisa se mexeu no meu caralho e nos colhões, uma pulsão no estômago, uma onda de choque, que os fez tremer, e foda-se!! cheguei mesmo a sentir dor, caralho!! que mulher, de estatura baixa, toda redonda, cona, cu, boca, na medida certa, que pensei logo para mim, aconteça o que acontecer, tenho que a foder.

Ponho-me de joelhos, e tudo o que for preciso, ainda estava com a boca aberta, quando ela me perguntou "o senhor doutor queria falar comigo?", numa voz rouca de harém, de mulher para dar prazer, tinha o pau rijo de a ver, que lhe disse "sabe, a Marilyne tem um efeito nos homens!!", ela respondeu "eu sei, senhor doutor, mas a culpa não é minha", eu continuei "é verdade, mas eles andam tão distraídos, minha querida".

Ela lutava contra as minhas palavras, "mas são eles, homens, o senhor doutor já não é assim", fiquei arrepiado pelo que ouvi, que pensei para mim, "não sou assim o caralho, estou doido para te dar uma foda", mas saíram da minha boca as palavras, "não diga isso Marilyne, você é tão tão bonita, minha querida, até a mim me impressiona, e muito", disse-lhe a ela para se sentar, que estivesse descansada, ela assentou-se na cadeira, o vestido subiu um pouco, ai meu deus!!, não consegui deixar de olhar.

Fugiu-me o ar do peito, as coxas dela eram robustas, como as de uma lutadora, como um gosto de carne e desejo, que eu sentia no ar, ela reparou no meu pau rijo, numa posição desconfortável, levantou-se a fechar a porta, ela me deixou surpreendido, veio até mim bem de perto, olhou-me nos olhos bem de frente, "sabe, eu não me sinto assediada, também a mim me apetece e agora, fique em silêncio senhor doutor e não diga nada".

Ela aproxima-se mais, os joelhos nus tocaram nos meus, o ar que me saíra dos pulmões, entrou de rajada agora, pousou a mão, aquela mão pequena e perfeita, na dimensão exacta, de uma fórmula divina, no meu caralho, "tchuuuu, não diga nada senhor doutor, calado, quem manda sou eu!", ela ia fazendo caricias, pondo-o para fora, acariciando-me o caralho, "ai foda-se!! que estou no céu.

Depois a boca, pequena, redonda, vermelha de cereja, apertou-me o caralho, como uma mola de volta, pregas elásticas e rijas, a língua brincava lá dentro, em suaves beijos na cabeça, ai caralho meu deus, que mamada me fazia, ela tirava a boca que me estrangulava, o meu pau não respirava, para me dizer "tchuuu pouco barulho senhor doutor ainda o ouvem", eu gemia e tremia, as minhas pernas pareciam-me varas, quando ela chupava e sugava.

Eu dizia-lhe "ai miúda que mamada, a minha mulher não vale nada, sei mais contigo num dia, do que com ela a vida toda ai caralho miúda", ela ria-se matreira, escondida atrás dos olhos de amêndoa, "tchuu senhor doutor calado senão vou ter de lhe bater o menino é mal comportado", começou a bater-me uma punheta, acelerava o meu desejo, com o meu caralho na mão, batia batia não parava, até que tremi todo cá em baixo, numa convulsão explosiva, vi-me todo descontrolado.

Vi-a depois sair do meu escritório, bomba sexo em movimento, o rabo espetado e as mamas, os cabelos longos caídos, o meu caralho respirava aliviado, daquele aperto tão sublime, encontrei os homens mais tarde, sabiam que a Marilyne tinha estado comigo, e perguntavam receosos "Oh senhor doutor, por favor, não vai despedir a rapariga? por favor senhor doutor não faça isso".

Depois eu respondia "eu não sei, mas era o que devia, vocês não fazem nada, só olham para a rapariga"

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