Fórmula da vagabunda (Slut Formula) - Biografias Eróticas

Fórmula da vagabunda (Slut Formula)

Aqui temos mais um caso para a rubrica de supositório!! Não é possível acreditar que ainda haja tanta ignorância neste mundo. Tanta gente irritada com tanta coisa óbvia. Uns génios concluíram após muito estudo feito, muitos casos analisados, que para uma virgem se tornar primeiro vagabunda e depois super-vagabunda tem de foder muito. Olha que ciência!!

E veja-se bem, consumiram tantos recursos, tanta energia, tantas vagabundas ouvidas, para chegarem a uma fórmula matemática. E está aí: V (de vagabunda)=Número x F (de fodas).

É bem simples de compreender, quanto mais fodas a virgem der mais possibilidades tem de virar vagabunda de topo, e se der muitas mesmo, pode receber o título máximo, a medalha, de super-vagabunda, o que toda a mulher com algum juízo, deseja mesmo.

Para desmascarar tão pouca ciência, o biografias eróticas foi obrigado a pôr os seus génios do supositório a trabalhar nisto, para esclarecer o cidadão comum, e salvar a imagem das verdadeiras vagabundas. Porque pode haver aqui alguns enganos e nossa função é fazer luz onde ela falta e muito.


Para isso fomos falar até com D. Gina, nossa especialista em vagabundas. D. Gina tem muitos anos de reflexão no assunto, recebeu o título de super-vagabunda quando se casou com o marido, diz ela, não há homem mais feliz no mundo, ao menos sabe quem sou, não falho, e que tem o que conta.

Disse-nos D. Gina. Olha que porra!!! Não é vagabunda quem quer!! Que caralho, o que há aí mais é virgem que fode como ó caralho, e continua, essas são vagabundas? Não, não pode ser, caralho, vagabunda a sério tem que ter provado muita coisa, muito metro de caralho, muitas posições, muito pessoal, muita raça e condição, ter estórias para contar.
Exalta-se D. Gina, vida de vagabunda, para ter mesmo o título, exige sacrifício, ter mamado muito caralho, conta-nos, um dia estava com um namorado, apanhando sol na esplanada, bebendo uns drinks e caipirinhas, apareceu um negão assim bem alto, começou olhando nele abrindo pernas, namorado não viu mas o negão ria, levantou-se e foi no banheiro, negão foi andando atrás dela, e o que fez? mamou nele, claro!!

E foi só, D. Gina?, perguntámos a ela, não, claro!! baixei a calcinha ele pedindo, me encostei na parede bem colada, senti um frio na espinha, ele alçou meu rabo puxando, me abriu bem a cona toda, o negão me enterrou o pau grosso, e me fodeu ali mesmo, depois voltei pra meu namorado, ele estava à espera perguntando, me disse, "tanto tempo, Gina", isso sim, vocês estão vendo, é que é ser vagabunda.

Vagabunda como deve ser não tem de foder muito, tem de fazer coisa certa no momento certo, D. Gina não era uma qualquer, sabia bem do que falava, muita experiência para contar, perguntámos-lhe "e seu marido? você continua assim vagabunda?", o que nos disse depois deixou-nos estarrecidos, era essa a verdade importante, o caminho tinha sido escolhido, e nessa viagem chegara ao destino.

Disse-nos ela, agora é que chegaram ao ponto, vagabunda a sério dá a volta, já viveu tudo e se conhece, dela própria e de suas fraquezas, de seus desejos mais profundos, um domínio forte e adquirido, que só vagabunda consegue, ser ou não vagabunda quando quer, vejam por aí essas meninas, suspirando por caralho, se é grande grosso e comprido, muitas coisas que nunca viram.

Diz-nos D. Gina com orgulho, apanhei no cu muitas vezes, fiz tripla penetração todo o dia, mamar e bater punheta em sete homens, sete!? foda-se!! pensámos nós, namorados ao mesmo tempo, anos inteiros a comer e dormir sem pagar, levei na cona em todo o sitio, vos digo rapazes, só vagabunda é mesmo mulher.

Ficámos esclarecidos, finalmente percebíamos, os tais génios não sabiam nada, a matemática deles não contava, a melhor mulher é vagabunda, sabe do que sente, e sabe do que fala, tanto importa que foda ou não foda, foi vivendo a vida e com escolha, e no momento certo, ama como quer.

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