BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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3# Eroretrato de Aleksa do leste

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3# Eroretrato de Aleksa do leste
Já devem ter percebido, o meu retrato erótico é tão difícil, venho vinda de Leste, quando? muito novinha ainda, sempre me sinto tão dividida, pertencendo a nenhum ou aos dois lugares, aquele mais frio distante, é terra dos meus pais, este mais quente perto, é terra em que quase nasci.

Tenho a imagem de um país de gelo, fumo vapor frio na boca, dos gorros peludos, das passeantes na rua,  minha pele branca deliciosa, onde quero, o sol não chega, de fogo, os meus cabelos vermelhos, sinto aqui um calor forte, de um jeito no corpo todo, sem cueca livre e solta, sinto tão quente a minha paxaxinha.

Tenho-a molhada todos os dias, meus mamilos entesados, são pérolas rubis de romã, rebenta-me licor de doces na boca, lábios se lambuzam sedentos, do prazer dos meus dedos, nos meus pelos se escorregam, vermelhos húmidos encaracolados, debaixo de um óleo afrodisíaco, que no meu clitóris brincam, são uvas frescas que derreto, um liquido fresco na garganta, quando me contorço e venho, no silêncio do meu quarto.


A Romana é minha amiga, fez-se paixão e meu amor, em terra de montanha esquecida, de costumes arreigados, mantos negros que não mudam, de corvos agoiros de má sorte, veio um dia ao meu quarto, falámos de rapazes se já os tínhamos, do desejo deles do meu corpo, do da Romana por ser belo, das minhas sardas dos meus seios, do tesão que eu lhes dava, de mais medo da liberdade que tenho, de eu ser mais estranha que estrangeira.

Já não sou nenhuma miúda, não tarda vou para a cidade, saio desta aldeia vila atrasada, que estrangeira assim mesmo amo, como uma portuguesa qualquer, com montanhas cheiro de ervas frescas, liberdade para ser é o que quero, rio-me tanto com a Romana, perguntei-lhe há dias "já fodeste?", respondeu-me ela surpreendida, "já, porquê, várias vezes, aqui na aldeia, duas ou três vezes na vila".

"E tu?", perguntou-me ela, tive vergonha do que dizia, "não, ainda sou virgem", ela riu-se deu uma gargalhada sentida, "com essa idade, vais-me dizer que ainda és virgem? como conseguiste?", "como consegui o quê?", "ora aguentar, não saber como é, de beijar, deles pedirem para mamares, de te fazeres esquisita, mesmo querendo, de levar com ele, de senti-lo".

"Os rapazes aqui têm medo de mim, não se aproximam mesmo eu querendo", ela percebia, não tinham confiança, era meio maluca, isto é o que entendiam, pequenos eram em cima, mesmo se grandes em baixo, o medo era tanto, que não me procuravam, andavam à volta como pássaros, uns que cheiram muito, mas pouco comem, e foda-se, tantas vezes quis foder.

No quarto a Romana disse-me, "mas olha não é nada de mais", tínhamos passeado no campo, debaixo de olhares esquisitos, de onde havia censura o percebia, tocou-me no meu corpo, nas minhas mãos, nas minhas pernas, fui eu não foi ela, dei-lhe um beijo na boca, já eu sabia que o queria.

Nossos corpos entendiam-se um com o outro, sentou-se entre as minhas pernas, sangue quente que latejava, a abraça-la toda em mim, estivemos assim abandonadas, à nossa volta nada havia, só flores num universo de sol, fechámos os olhos a sentirmo-nos, sentimentos amor desejo, numa corrente eles iam e vinham, todos juntos perplexos.

Tocam-me os dedos na vagina, na boca dela me entretia, veio descendo por mim, pelo meu peito minha barriga, coisa húmida no meu umbigo, a língua dela que mexia, no meu clitóris brincava, tão rápida que eu gemia, "aihhm fogo Romana, o que vão pensar de nós? aihmm aihmm", pus-lhe a mão na cabeça mais ela me lambia.

Veio até mim e lambi-lhe a boca, as nossas línguas prenderam-se, uniram-se como um laço, de fogo e de futuro, algo fixo permanente confiável, fica de sangue com sangue, um contrato para a vida, já nos amávamos há muito, o medo de ser livre não deixava, subiu por mim a unir-se, as nossas vaginas se tocaram, quero que entre em mim, puxo-a dentro o seu calor o seu cheiro me enebria.

"Meu amor, meu amor" é o que desejo, dizer-lhe com palavras, assim algo tão sério, dela vem um som rouco, vinha-se a vir-se comigo, num véu lânguido de luz, que entra pela janela, a dizer-me "aleksa amo-te sabes", tremi eu de ouvi-la, de medo de ser tão livre.

Tamanho nem sempre é documento

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Tamanho nem sempre é documento
A pedido de vários amigos do Biografias Eróticas, procurámos alguma informação disponível para aqueles que pretendem um aumento do pénis consistente, ou seja, que depois da intervenção, o instrumento se mantenha operacional, fazendo o seu trabalho, só que em maior, mas já sabemos que pénis sofre, ninguém larga o caralho, toda a gente o quer maior, homem e mulher.

Melhor mesmo os exercícios, Prof. Will Rock promete três centímetros e meio, de crescimento do caralho, isso é o que ele diz, eu não acredito não, isso pra mim é supositório, vejam que ele corrige, gajo sério ainda bem, "cresce cresce a muito longo, longo prazo".

E é isso aí, quando for mais velho ele está bem crescido, a gravidade faz o seu serviço, ninguém lhe escapa é a certeza, mas por favor não se deixe abalar, siga o seu sábio ditado "Quem tem dedo e língua pode fazer qualquer mulher feliz".



Se tiver paciência veja os exercícios, eu cá hoje não estou com nenhuma!!!



Veja também as sábias indicações de Mestre Aurilindo, o rei do minete e agora da detenha (punheta unisexo).


O corno saiu para a amante

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O corno saiu para a amante
Isto, confessionário, começou há alguns meses, comecei por reparar em coisas pequenas, mas depois percebi, o meu vizinho chega do trabalho, com um ar meio cansado, entra em casa a correr, saí depois disparado, com um de quem tomou banho, lavado e perfumado, com um ar saltitante, de quem vai satisfeito, prós braços da sua amante.

Via-o da minha janela, pensava eu "lá vai o Zé", exultante e despreocupado, deixava para trás a mulher, com um ar triste que eu bem via, quando ela vinha à janela, a vê-lo entrar no carro, a sair pra ir embora, algum sitio, que ela bem sabia, pra estar com outra mulher.

O que era, mais dia menos dia, passou a ser habitual, fui falando com ela, cumprimentava-a na escada, ela já reparara que eu vira, que andava a ser encornada, mal me falava envergonhada, de um marido que a desprezava, sendo ela para mim desejada, não que fosse uma mulher bonita, sempre a achei acanhada, não dava conversa aos vizinhos, mas eu gostava daquele seu ser seco, de mulher sem excessos e reservada.

Depois é mais velha, com filhos que nem conheço, sou eu um jovem pra ela, com borbulhas e imaginação, à porta do prédio encontrava-a, fomos tendo aproximação, sabia que ele não estava, falava com ela interessado, queria saber o que se passava, "como podia ele deixá-la?", era o que pensava, até que há dias, confessionário, vigiava o corno pela janela, saiu ele disparado, vai ela do sitio ao lado, onde estava a acenar-me, a dizer baixinho "vem, vem, mas cuidado, olha a tua mãe".


Mal o corno entrou no carro, saí sorrateiro de casa, a dizer alto, "olha já venho, vou ali ao café", dei um toque leve na porta, e entrei na casa da vizinha, da Teresa que é o seu nome, e confessionário, estou com medo de estar apaixonado por ela.

Ela já me disse que não, é só uma ideia de puto, o que quer é foder comigo, saber que existe como mulher, que está-se a cagar para o marido, que ele se foda e coma a outra, e foi assim, confessionário, entrei na casa dela, cores de harém carmesim, e para mim pôs-se nua descoberta, a dizer-me senta-te aí miúdo, que eu trato de ti.

A Teresa é das que se escondem, que vestem mal de propósito, defesa interior o parece, mas quando lhe vi o corpo, rolou-lhe o robe a revelá-lo, que belas mamas ela tem, olhava-lhe prós pelos da vagina, pras coxas que a rodeavam, uma gigante me parecia, ela riu-se a dizer "então nunca tinhas visto?", eu respondi "já mas é mais velha, estou assim meio ..", "eu sei, mas já fodeste outras miúdas?", "já sim claro", dizia.

Ajudou-me a tirar a roupa, levou-me pela mão para a cama deles, empurrou-me na brincadeira, como se fosse também uma miúda, a caminhar nua sobre mim, sentia-lhe um cheiro doce de mulher, de perfume e experiência, deu-me um beijo nos mamilos, no meu peito, no meu ventre, apertou os lábios no meu caralho teso, a mamá-lo e a dizer-me, "ai miúdo que não mamo faz tempo, mas vou-te pôr doido".

Ela não parava, fala e excitava-me, uma voz quente e rouca, de mulher terrena ferida, desperdiçada por um cego, era mais pra mim, do que é normalmente, "aihm miúdo, não te venhas, vais comer-me toda", eu rebolava na cama, contorcendo-me com a sua boca, a puxar o meu caralho quando subia, de beijos que deu ao meu encontro, com os seus lábios húmidos salgados.

Virou-me o rabo, "anda miúdo, não aguento mais, papa-me toda, miúdo, faz-me vir toda", encostei-me a ela meio tremido, àquele seu rabo branco e belo, agarrei-lhe as nádegas a abri-la, queria ser melhor que o marido, dar-lhe prazer que ele não dava, enterrei-lhe o caralho na cona, ela soltou um suspiro, "aihhm miúdo, que me partes toda, aihmm, fode-me fode-me miúdo", subi ainda mais sobre ela, as minhas ancas a parti-la.

Virou-se depois a agarrar-me, como um menino me beijava, os meus lábios nos dela, peito com peito fodíamos, o calor quente daquele corpo e das mamas, não me queria vir nem queria parar, que o momento fosse eterno, e não parasse de a foder, vimo-nos os dois a estremecer, abraçados como amantes enamorados.

Quando regressei, ouvi a minha mãe "estava a ver que não voltavas, onde é que andaste?", disse qualquer coisa que não lembro, mas agora todas as noites, vigio a janela e o corno a sair, e vou logo a correr para a casa da vizinha.

A arte da punheta unisexo - A Denheta

20:36 0
A arte da punheta unisexo  - A Denheta
Tinha recebido a chamada pela manhã, era Mestre Aurilindo, o Rei do Minete, o Cristiano Ronaldo na matéria, dizia ele que tinha informação importante para o Biografias Eróticas, que era uma coisa de outro mundo, eu até perguntei logo, "mas Mestre Aurilindo diga diga, do que se trata?", "INVENTEI A DENHETA", gritou ele, criação dele dizia, que desenvolvera depois de muitos estudos e muita reflexão, "mas tem que vir cá a casa para perceber isto é uma revolução amigo", insistia ele.

Pensei cá para mim, "mas que porra é esta da Denheta?", eu sabia que Mestre Aurilindo era uma autoridade, um catedrático do minete, já o tinha escrito aqui, o homem tinha material publicado, fazia conferências no estrangeiro, a espalhar a mensagem por todo o lado, de um bom minete é meio caminho andado, tudo o que eu sabia a ele o devia.

Corri para casa dele, queria saber da novidade, estava febril da antecipação, mas mal cheguei senti logo, é que no ar pairava um cheiro, de muita cona e muito caralho, uns quantos casais minetavam, eles agarrados às conas delas, e de ter parecido surpreendido, adivinhou logo Mestre Aurilindo, "são os meus alunos, pá, dou aqui um pós graduado de minete, aqui trabalha-se meu amigo, estes que aqui tenho são os melhores", ele era muito procurado, uns quantos a querer ir mais longe, esforçados pelos ruídos que faziam. "e as gajas?", perguntava eu, "são dadoras, meu caro, material para trabalhar não nos falta, estas vêm cá mesmo para lhes fazermos um minete".

Entrava no escritório dele, aquele templo da sua sabedoria, lá estavam os seus livros, fotografias com alunos queridos, "então, Mestre, ainda não percebi isso da Denheta?", "jovem, jovem, vá lá vá lá, tive uma espécie de visão, não percebia do porquê dos homens terem a "Punheta", e não haver uma punheta feminina, percebes?".


"Bem Mestre Aurilindo, desculpe, mas ainda não estou a ver, punheta, denheta, não alcanço", "eh pá, vocês não alcançam caralho nenhum, pá", mestre Aurilindo já estava exaltado, já lhe conhecia os humores, se falava do seu trabalho, não se sabia o que esperar, "foda-se, pá, os homens têm a punheta pá, o punho de agarrar no caralho e a nheta, as gajas pá não têm nada, pá", "não mestre Aurilindo?" questionava surpreendido.

"Eh pá, percorri mundo inteiro, falei com alunos meus pá, professores de línguas, e ...", "línguas, Mestre?", "línguas caralho", lembrava-me da língua dele, parecia de uma vaca, uma verdadeira assombração, motivo do seu orgulho, treinara-a e crescera, daí a sua vocação, "línguas, pá, nas línguas, em lado algum, não há um nome para a punheta feminina, pá, chamam sempre masturbação feminina só".

Realmente nunca me tinha ocorrido, não percebia o interesse, sempre pensara que desde que batesse uma punheta, pouco me interessava a da mulher, se era masturbação feminina, ou se outra coisa qualquer, "mas Mestre Aurilindo, realmente tem razão, não há, é verdade", "pois tás a ver, daí a Denheta, é minha criação total, não é brilhante?".

"Denheta, Mestre, ainda não alcanço", "eh pá porra, realmente, tu com o minete já era o que se via, e agora não percebes nada, eh pá, pensa comigo, punheta de punho mais nheta, as gajas, dedo mais nheta, não é revolucionário, meu caro, as gajas batem uma Denheta, os gajos uma Punheta, pá".

Engasgado balbuciava, a olhar pra ele de boca aberta, se prás gajas era masturbação feminina, é porque ninguém  via outro interesse,  "eh pá vocês os quadrados, nunca fizeram minetes de jeito, consumi a minha vida a ensinar-vos uma coisa útil, e agora não percebem o óbvio", dizia-lhe eu que me parecia desnecessário, que interesse tinha chamar isto ou aquilo, "eh pá, ouve, eu precisava diversificar, e daí os meus estudos sobre a Denheta, mas a razão principal pá é a discriminação, pá".

"Discriminação, Mestre?", "sim caralho, discriminação, as gajas viveram estes anos oprimidas, pá, senti-me um libertador pá ao desenvolver e difundir os meus saberes sobre o minete, e agora pá, pensei, as gajas nunca tiveram direito à punheta feminina porque eram oprimidas, sociedade machista, puritanos do caralho, pá, que não admitia que elas também batessem punhetas, ou melhor, Denhetas, pá".

Nunca tinha visto uma coisa assim, Mestre Aurilindo evoluíra muito, desde a última vez que faláramos, era minete para aqui, e minete para ali, rogava pragas a quem não seguisse o seu método, do do Mestre Aurilindo para um minete top, mas agora parecia-me um filósofo, um feminista defensor dos direitos da mulher, "sinto-me um libertador, porque vocês depois de séculos ainda não admitem, envergonham-se caralho que as gajas batem punhetas femininas, as minhas Denhetas, porque ainda estão no benzinho correcto.

"As gajas batem Denhetas, dedos e nhetas, percebes? e vocês têm que aceitar, pá", ele parecia furioso, parecia-me um missionário, espalhar a sua mensagem, de hoje em diante a mulher seria mais livre, não dizia ou definia, o seu prazer como masturbação feminina, diria ao seu parceiro, de uma forma aberta e generosa, bate tu uma punheta, enquanto me entretenho com a Denheta, "bem Mestre Aurilindo, se for assim, bem nessa perspectiva, até alcanço, realmente a mulher tem direito à sua palavra, também seria estranho o homem dizer, olha aguenta aí que vou bater uma masturbação masculina, pensando bem estou de acordo consigo".

Mestre Aurilindo estava exultante, encontrara em mim o seu primeiro seguidor, um apóstolo das mulheres, em casa diria "amor vai lá bater a Denheta, que hoje não dou uma prá caixa", "estás a ver, finalmente viste, e estou a diversificar pá, uma nova disciplina, já estou a ver livros conferências sobre o método do Mestre Aurilindo para uma Denheta Top, já tenho inscritos".

"Inscritos? Mestre", estava estarrecido, quem quereria perder o seu tempo, a saber e aprender a Denheta, "novos alunos novas matérias", dizia ele satisfeito, "inscritos e inscritas pá, gajos e gajas", "gajos e gajas, Mestre, como é isso".

"Tive a ideia e chegou tipo visão, olhava pro ar, assim, a imaginar a Denheta e depois pensei, a Denheta é unisexo pá", eu estava totalmente confuso, já não percebia nada, nem de punhetas nem de denhetas, só dizia foda-se tenho que fugir daqui, um cheiro a cona e caralho que não se podia, "Eh pá, vocês são mesmo pequeninos, eh pá inventei a Denheta de Cu e a Denheta de Cona, pá, daí unisexo, percebes?".

"Denheta de Cona e Denheta de Cu, agora estou outra vez perdido Mestre Aurilindo", ele abanava a cabeça, exultava e resfolegava, "Denheta de Cona é prás gajas, pá, que bem merecem ter direito à sua palavra própria, e Denheta de Cu prós rabetas, pá", "rabetas, Mestre?", "oi é pá desculpa gays gays gays, pá são muitos anos sabes, isto sai-me ainda pá, gays".

Saí de casa de Mestre Aurilindo abananado, não sabia se era do cheiro a cu e cona, se do que tinha ouvido e aprendido, mas conhecia Mestre Aurilindo, e ele sabia bem o que fazia, se fosse tão bom como no minete, um dia a Denheta seria a punheta da mulher

6 # Fui à república dominicana com a mulher

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6 # Fui à república dominicana com a mulher
Tínhamos viajado para a República Dominicana, eu e a Ângela, não que me agradasse muito, eram umas férias que vinham em má altura, andava com muito trabalho, mas ela já me tinha pedido muito, dizia que precisava de um bronzeado no corpo, mas eu já sabia, desde o nosso acordo, o que ela queria, era dar umas fodas, e não era comigo.

Já não era a primeira vez, começava a tornar-se habitual, pedir-me para lhe arranjar, homens para a comer, e como acordo é acordo, de que também beneficiava, iamo-nos divertindo, brincando com isso, e quando chegámos, foi logo no segundo ou terceiro dia, já nem me lembro, estávamos na praia, tínhamos dado uns mergulhos, ela olhou para o rapaz assim bronzeado, que ajudava na praia, perguntava ás pessoas se queriam de alguma coisa, as mulheres meio doidas, velhas balzaquianas entesadas, a dizer que o queriam a ele.

A Ângela virou-se pra mim, "adorava comê-lo, sabes?", olhando para ele, "o que achas?", perguntou-me, "é bem constituído, tem boa pinta, deve dar-te uma boa foda", disse-lhe e continuei, "também não me importava que me fosse ao cu, o que achas? gosto dele também", ela estava endiabrada e como de costume, as nossas combinações excitavam-na, quando se metia uma coisa na cabeça, não mais a largava, e ficámos ali deitados, a olhar para ele, a vê-lo passar, ela a imaginar, o rapaz a partir-lhe a cona, e eu na minha, quase a pedir-lhe com os olhos, que me partisse o cu.

"Pedes-lhe?", perguntou-me ela, "agora? aqui?", disse eu, "sim aqui, porque não, pedes para ele vir aqui, e depois discreto dizes-lhe, já sabes como é, dizes-lhe que quero fodê-lo, eles nunca se negam", "ok está bem", e ela insistiu, "e não te esqueças, querido, de lhe dizer, gostas de ver a tua mulher a apanhar", queria que visse o rapaz a fodê-la, riu-se na minha cara, "peço-lhe depois pra te ir ao cu, tá".

Ela  sentia-se excitada, mais do que eu até, de me ver vê-la a ser comida, gostava de me virar a cona, para que visse o caralho a fodê-la, ou de mamar à minha vista, a rir a chupar, a mostrar a língua, com o caralho bem dentro da boca, dava-me prazer vê-la servida, de pau grossos compridos e rijos, a entrar-lhe no cu a parti-la, ela a gemer a dizer-me "aihhmm querido é tão bom, obrigado querido aihmm, ai que foda querido, tão me a partir toda".


Chamei-o chamava-se Anton, abeirei-me dele a dizer-lhe "ouve rapaz precisava de uma coisa", olhei para a minha mulher, deitada numa cadeira, com aquele corpo bonito, desejado e teso, mirei-o também de perto, a tentar saber como era, via um volume nos calções, que escondiam um caralho sabido, e perguntei-lhe "Anton, ela quer foder, a minha mulher, davas-lhe uma foda?", ela ria-se pra ele, a abanar a cabeça, num sim ao que eu dizia, que era a nossa combinação, ele nem pareceu espantado, e respondeu "venham vamos pra ali pro lado".

Umas ervas na areia, um banco o necessário, atrás de umas palmeiras, ele sentou-se e sacou do caralho, teso e rijo já ele estava, como se tivesse preparado, a Ângela dobrou-se sobre ele, a mamar-lhe o caralho fora, vai depois, comigo a ver, eu a filmar pra não esquecer, tirou as cuecas pro foder, saltou em cima dele de assentada, enterrou o caralho na coma, e começou a descer, parecia uma égua desenfreada.

"Anton, ela quer foder, a minha mulher, davas-lhe uma foda?", ela ria-se pra ele, a abanar a cabeça, num sim ao que eu dizia, que era a nossa combinação, ele nem pareceu espantado, e respondeu "venham vamos pra ali pro lado".

Umas ervas na areia, um banco o necessário, atrás de umas palmeiras, ele sentou-se e sacou do caralho, teso e rijo já ele estava, como se tivesse preparado, a Ângela dobrou-se sobre ele, a mamar-lhe o caralho fora, vai depois, comigo a ver, eu a filmar pra não esquecer, tirou as cuecas pro foder, saltou em cima dele de assentada, enterrou o caralho na coma, e começou a descer, parecia uma égua desenfreada.


Mexia as nádegas sobre ele, a fodê-lo doida excitada, enterrava o caralho na cona, dizia-me baixinho "amor estás  a  gostar? aihmm como é que a tua menina se tá a portar", lambia-se toda de desejo de me ver, com o meu caralho duro de tanto se entesar, eu dizia-lhe "fode-o bem amor, enterra-a bem nesse caralho, querida", ela não via outras pessoas, que ali passavam  a ver, fodeu o rapaz a quase a vir-se, sempre depressa sem esperar.

Bem eu estava excitado, quando a ouvi a gemer, dizia ela baixinho, "aihhm aihmm aihmm amor aihmm", quase muito sem se ouvir, "aihmm amor que foda amor tou a dar, aihmm ", que me fazia quase vir, estremecia-se a agarrá-lo, vai virou-se a dizer-lhe, que lhe fosse ao cu sem parar, desceu sobre ele o rabo, a enterrar-se toda no caralho dele, coitado não dizia nada, obedecia e fodia, vi que não aguentava quando se levantou a vir-se, apontou-lhe o caralho às mamas, deu-lhe um banho de esporra em toda ela.

Ela depois chegou-se ao ouvido dele, riu-se para mim de perceber, bem sabia eu o que lhe estava a dizer, combinou com o Anton para a noite ir ao nosso quarto pra me foder.

Diálogos passados de irmãos entendidos

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Diálogos passados de irmãos entendidos
Foi naquela tarde de verão na praia, em que decidi pela primeira vez ter aquela conversa com a minha irmã, um diálogo que saiu assim de repente, e para o qual não estávamos preparados, já não a via há algum tempo, comecei eu, irmão mais velho, a perguntar-lhe.

- Então já estás separada do Miguel teu marido há quanto tempo?, "cerca de cinco anos", respondeu-me ela.

Isto porque tinha ido atrás do marido para Londres onde ele dirigia uma empresa, um negócio qualquer internacional, não interessa, e ao que parece, depois de uma década e meia, ele acordou e disse que não queria mais, estar casado com a minha irmã, embora ela soubesse que tinha outra mulher.

Os anos passaram por ela, como também por mim, pouca intimidade tivéramos, nem parecíamos do mesmo sangue, ela muito púdica e certinha, eu mais dissoluto e sem beira, mas finalmente, parecia agora, que éramos irmãos.

- Então, mas e nada?, "nada o quê?", perguntou ela sabendo bem o que queria dizer.

Sempre a mesma, em ser reservada, mas como defesa, de medo das palavras, do sentir pelo ouvir, de se refugiar no silêncio, de não sair da casca, era assim a minha irmã, e mesmo década e meia não chegara para a mudar, cinco anos tinham passado da separação, e não lhe conhecia homem ou relação.

- Então, sabes bem o que pergunto, dares umas fodas, levares nessa cona?, "não fales assim que não gosto, não te vou responder a isso", disse ela muito sentida, muito senhora de si.

As minhas palavras eram brutas, mas compreendias-as bem, não tinham ambiguidades, o tempo passava, a vida com ele, não a gozava, presa no presente, por um passado já distante.

- Então, não sejas a mesma púdica de sempre, liberta-te de uma vez, então tens fodido ou não?, "não", respondeu ela contrariada.

- Então, nada mesmo?, "nada mesmo", continuou ela.

Estendidos ao sol, naquela conversa rispida, derrubávamos barreiras antigas, com palavras certeiras, a mesma carne nos fizera, mirava-lhe o corpo apetecível, o rabo saliente e bem feito, mas que desperdício, ser fonte de desejo,  e não viver apenas.

- Então, mas masturbas-te ao menos?, "sim, às vezes", disse ela a muito custo.

Sabia que para ela era difícil, falar de temas de que fugia, era demasiado directo, até dos pensamentos se protegia.

- Então, mas gostavas de foder com o Miguel?, "mais ou menos, sabes, nunca tirei grande prazer do sexo", dizia-me ela.

Olhei-lhe mais uma vez para o rabo, para as coxas, o peito, até que era um mulher bem feita, muito bonita, podia ser interessante se quisesse, erótica se se mostrasse, mas não, fechada nos preconceitos, nos costumes ensinados, não aprendia, nem mudava nada.

- Então, mas ele fodia-te, muito, pouco, como era?, "sei lá, ao principio era mais, uma, duas vezes por mês, mas depois abrandou, passavam-se meses sem relações, mas eu até agradecia, o Miguel era assim como eu, sem grande interesse por sexo."

Sempre achei o Miguel um beato, daqueles meninos de igreja, que seguem a carreira da mamã, era tipo de que não gostava, nem nele tão pouco confiava, falso e estranho nas palavras, que mal o conhecia nem o queria.

- Então, mas tão pouco assim? e o cu, tens um cu tão bom, ele alguma vez te foi ao cu?, "ao cu? tás doido? não, nunca me foi ao cu", disse ela meio entristecida e irritada.
Photo by Vidar Nordli-Mathisen on Unsplash
Sabia que estava a abusar, mas para a soltar tinha de ser rude, ela que tinha um rabo tão bom, e aquele palerma não o comia, homem que assim estraga, merece ter o que devia, roguei-lhe uma praga surda, para que a gaja que ele comia, tivesse um rabo de padaria.

- Então, e broche, aposto que lhe fazias uns bons broches?, "o Miguel não gostava, achava sujo", disse de olhos em baixo.

- Então, nunca te fez um minete?, "não nem pensar, é como te digo ele achava sujo", continuou ela.

Nem sabia o que pensar, a minha irmã viver com um gajo destes, desta mentalidade tacanha, era essa a minha opinião, cada um escolhe o que quer, mas ela ter aceitado isto, não me parecia do seu ser, foi tempos em que andou perdida, única maneira de o perceber.

- Então, já tinhas tido outros, uma vez estava com o Luís, tínhamos bebido muito, ele disse-me a gozar, que tinha uma boa irmã, que já lhe tinhas feito tudo, e que gostavas?, "algumas coisas sim", disse ela sem querer comprometer-se.

Soube tudo da minha irmã pelo Luís, não fora bem namorado dela, quando descobri mais tarde, percebi que este amigo a comia, quando ele lhe pedia, ela nunca se lhe negava, tinha uma paixão por ele, quando vim a saber, motivo dela se dar fácil, para ele a foder.

- Então, ele foi-te à cona e ao cu tantas vezes, sei que gostavas, ele é que me dizia, não te faças de desentendida, "foi, é verdade, gostava dele como sabes, coisa de miúda", disse cabisbaixa.

Tinha sido uma loucura, pelo Luís ficara maluca, quase me chateara com ele, dela andar desgovernada, fazia mal a ela própria, por isso aquela escolha, de depois se casar com o Miguel, pateta que não era nada.

- Então, e broches, ele dizia-me que ele nem pedia, tu é que querias mamar o caralho dele, "sim gostava e depois?", pela primeira vez nesta tarde quase se riu.

A nossa conversa deixava-a excitada, era coisa que eu via, de apagada que estava, parecia que regressava à vida, a cor da pele parecia outra, mais rosada mais vermelha, com picos de arrepio em toda ela, em que as pernas se lhe abriam, mamilos tesos se espetavam.

- Então, tens de começar a viver, não queres foder?, "foder, como?, pareceu surpreendida.

- Então, arranjares alguém que gostes, para te foder esse cu, se não tomas cuidado, ainda fica estragado, e é uma pena não ser comido, que é tão bom, riu-se ela ainda mais, "tens alguém em mente? olha passou tanto tempo, que eu já nem sei como é".

Falava com ela, e sentia-me entesado, deitado pra baixo, com o caralho enterrado, na areia e não se via, mas da nossa conversa, nascia-me um interesse, talvez se a enganasse, não é que ainda a fodia, voltei-me de lado, a mostrar-lhe o pau feito.

- Então, tá cá o teu irmãozinho, posso voltar a ensinar-te, lá em casa dou-te umas aulas, se quiseres é só dizeres, "vou pensar nisso", riu-se a olhar para mim, "és mesmo maluco", a ver o meu caralho teso.

5# Em manhã de desejos anais ...

18:40 0
5# Em manhã de desejos anais ...
Rebolei toda a noite na cama, em que acordava e adormecia, despi-me todo de olhos fechados, tirei o pijama pu-lo de lado, queria tocar o meu corpo, respirava fundo de tesão, o meu caralho rijo na minha mão, de sonhos que me perseguiam, lembranças do dia de ontem, onde tinha estado com amigos, alguns deles meus desejados.

O ânus ardia-me aberto, de desejo de ser fodido, sentia-me rôto e entesado, os dedos desciam-me pelas nádegas, que as abria bem de lado, a puxar por elas para fora, o dedo anelar corria ao centro, passarinho leve que voava, num vale fértil pousava, o centro do ânus acariciava, quando na cama me rebolava, rodando  sobre ele rodando, a imaginar um amigo que me comia.

Acordei como se fosse nada, o meu pai já saíra, a minha mãe comia, passei por ela na cozinha, disse-lhe "mãe, bom dia", tomar banho o desejava, arrefecer este ânimo depressa, que me fazia o rabo empertigado, não pensava noutra coisa, de dar o cu e ser enrabado, apagar este fogo que me consumia.


Deixei correr a água pelo corpo, encostava-me à parede, de olhos fechados a tocar-me no peito, nos meus mamilos e nas costas, por aí abaixo até ao rabo, lentamente entrava por mim, entre as nádegas entumescidas, ânus duro querido a abrir, os meus dedos não paravam, em que ouço a minha mãe "vá, vou-me embora", ouvia-a bater a porta.

Corri nu pela casa, ainda molhado no corpo, queria muito acariciar-me, estava sozinho como queria, tremia deitei-me nu na cama, do desejo em que me encontrava, fui buscar o lubrificante, que escondo dos demais, naquela gaveta mais funda, passei-o lento pelo ânus, escorregava-o nas minhas nádegas, a minha mão que passava, o dedo que me penetrava.

Acariciava o meu corpo, enquanto me rebolava na cama, puxei de um vibrador que tinha, preto grande que me fodia, enterrei-o no ânus fundo, a movimentá-lo lento em mim, entrava subia e descia, o meu cu levantava empinando, do prazer que me dava de tê-lo, bem dentro de mim a foder-me, aquele caralho grande, imaginava o meu amigo a comer-me.

Gemia de prazer que a mim mesmo dava, do vibrador que enterrava, um som alto soltava "aihmm aimm ohh aihmm ahhm", abanava o corpo a quase vir-me, esquecido do que me envolvia, nem notei na minha mãe, que bem perto de mim estava, na porta entreaberta que deixara, masturbava o meu caralho teso, olho-a olha-me os dois ali, quando a estremecer todo me vim.