BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Não conseguia esquecer o marido

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Não conseguia esquecer o marido
A
Gabriela tinha regressado e com ela a obsessão. Eu sabia o que ela não sabia e isso aumentava ainda mais o vulcão que se instalava cá dentro. Não tinham passado mais de seis meses desde que lhe dera uns conselhos sobre ruptura conjugal, coisa de que não percebo nada, mas que ela agarrou ferozmente para se libertar, e eu, não sei, se calhar para a comer.

Vinha mais linda, brilhante, uber sexy, mas nada sabia do marido, de como passara esse tempo, de como o vivera, ela não queria saber, mas eu sabia. 

Eu conhecia o André há algum tempo, daquelas festas de empresa, quando ia com a mulher, um homem quase perfeito, afável nas maneiras, distante na presença, a parecer não estar ali, e depois mais de perto, quando me entrou no gabinete, a gritar "foste tu a pôr-lhe ideias, só para a comeres, a insultar-me, que eu não era homem". 

E depois soube que ia à sauna gay, a dizerem-me sempre com o Paulo, que lhe ia ao cu sempre que podia, e eu a pensar, conheço aquele Paulo, gajo perigoso e pouco sério, problema com certeza para ele e a Gabriela, e em mim, esse desejo inconfesso, de o salvar e ver se o fodia.

Caia em mim a pensar, como podia o André mudar tanto, no pouco tempo que passara, de um heterossexual religioso, para agora ser paneleiro, só podia estar lá esse desejo, no mais fundo do seu ser secreto, explodido agora em liberdade e descrição, vindo ao de cima essa vontade, de dar o cu quando pode, escondido no armário.

Queria salvá-lo, tê-lo, fodê-lo, a Gabs não sabia, mais intenso o meu prazer, queria surpreendê-la e libertar os dois, essa obsessão incontrolável, de sonhar com o André, noite e dia a comê-lo, o meu tesão incontido, de ela vir a ver, também o marido escolhera o seu caminho, não havia criticas ou recriminações, de que também ele gostava de foder.

Encontrei-o pela tarde, num sitio habitual, ainda não era hora de sauna gay, cheguei-me perto dele, dele vindo um estranho olhar, surpreendido por lhe falar, perguntei-lhe pela Gabs, a dizer-me "ela faz a vida dela, puseste-a maluca sabes, anda a foder com todos", "mas estamos bem, acho", quando me aproximei mais do ouvido dele "eu sei".

Olhou-me de lado, a não fingir-se descrente e ingénuo, já sabia ele que eu sabia, andava o dar o rabo doido como a Gabriela, escravos agora libertos enfim, estavam bem um para o outro, ela a dar a cona a taxistas, uberes e o que aparecia, ele menos promiscuo a dar o cu ao Paulo, e eu ali cheio de tesão, a fazer-lhe a cabeça.

Baixou a cabeça de vergonha, disse-lhe ao ouvido, não tenhas medo que eu também gosto, anda comigo vamos até um sitio, uma escapadinha quero falar-te, para teres cuidado com o desejo, nem sempre o dado a alguns é merecido, afasta-te do Paulo meu querido, vem vem comigo.

Fomos para aquele hotel escuso, o M da receção já me conhecia, "lá vem ele levar no cu ou espetar", o cheiro a caralho, cu e cona nas paredes, despi-me para ele teso, naquele estranho momento, as calças, as cuecas a sair, "achas que a Gabriela vai saber", "pensemos em só nós agora", "por mim está descansado não lhe vou dizer", o suor dos nossos corpos a tocarem-se, ao André a abraçá-lo como um menino a ferver.

"Meu deus, que momento e que prazer", a confusão no meu cérebro, os meus lábios a encontrarem os dele, pensava na Gabriela, como seria bom se ela estivesse a ver, ele agora agarrado ao meu caralho, e eu agarrado ao dele, um sessenta e nove perfeito, perdidos ambos para a paixão, dois homens a foder.

Estava doido com aquele rabo de menina, redondo e branquinho de leite e seda, num corpo de homem com poucos pelos, aguardava a abrir-lhe as nádegas, a correr-lhe a mão pelo ânus fervente, a prepará-lo para o meu caralho duro, ele a mamar sufocado, gotas que nos corriam na testa e no corpo, não aguentava mais.

Trouxe-o para cima de mim, como se fosse ele a puta sabida, para trabalhar e aprender, escorregou o meu caralho no cu dele, a forçar-se a si próprio para ter prazer, a dar-me o ânus para o comer, movimentava as ancas para baixo e para cima, uma onda de volúpia a foder, a procurar a minha boca lá em baixo, para o beijar como amante, a fundir-se a mim no meu calor.

Virou-se a pedir por trás, com um gosto desnorteado, a querer querer mais e mais, sem a razão no seu sitio, montei-me em cima dele a penetrá-lo fundo, "meu deus que cuzinho", o André gemia num "hummmm" consistente, o meu caralho a partir-lhe o cu, já sem ser homem ou mulher, era para ele se lembrar, a masturbar-se ao meu andar, fodia fodia com força e ele caído, queria arrebentar aquele rabo, e não conseguia parar.

Queria abri-lo mergulhar nele ainda mais, quando me vim perdido sem aguentar, e ele comigo num momento único, dois corpos a cair num urro violento.

Indolentes perguntava "e a Gabriela?", "ela é super, ela vai gostar de saber, que fizeste as tuas escolhas, vai compreender e se calhar gostar mais de ti", disse-lhe, "tenta contar-lhe arrisca liberta-te".

Deitado sobre o meu corpo

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Deitado sobre o meu corpo

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Provavelmente não era a melhor ideia que eu pudesse ter, mas naquela altura era demasiado irresistível, há semanas que eu e ele falávamos em mensagem privada, sobre um pouco de tudo, mas das coisas mais intimas.

Saindo do banho

Tinha tudo começado com uma brincadeira da minha namorada, eu sei que ela é um pouco bissexual e um dia estávamos a ter sexo, e ela perguntou, “já alguma vez tiveste sexo gay?”, eu olhei para ela e disse, “não, amor, eu sou mais para o ativo!”,

Ela riu-se e perguntou, “sim, mas podias ter sexo gay e ser ativo! Não gostavas de foder um gajo, comer o cu dele?”, eu respondi, “para comer um cu como o teu”, mas ela insistiu, “excito-me com cenas gay, eu adorava ver um gajo a comer o teu cu!”, e depois deu uma gargalhada.

Uns dias depois eu estava num chat a falar com um gajo que dizia que gostava de cu e queria um passivo para foder, eu dizia à minha namorada, “amor, este gajo, não, eu não quero dar o meu cu para um gajo me comer! mas ela dava-me instruções, “diz-lhe que és virgem, e tens um desejo muito forte de experimentar”.

Eu teclava isso mesmo, “que era virgem, que queria ser fodido”, e isto excitava a minha namorada, ele perguntou-me, “mas és virgem como? no cuzinho? Já comeste alguma gaja?”, eu respondi, “sou virgem do cuzinho, e sim e sim”, ele continuou, “deves ser apertadinho, se nunca levaste com uma ponta rija”.

Eu dizia aquilo ao gajo e à minha namorada, mas eu tinha um pequeno segredo, o meu cu já não era bem virgem, fora só umas vezes, mas com muita força, numas férias da faculdade trabalhei num bar a servir bebidas e uma noite quando fechava o bar, um colega de trabalho perguntou-me se eu queria ir até a casa dele, e talvez dormir lá.

Ele era como eu, jovem e, um homem bonito, e o dizer-me se eu queria ir até casa dele e dormir lá, eu devia ter percebido logo o que ele queria, mas mesmo assim “eu disse que sim”, e já na casa dele, ele despiu-se todo, mostrou-me a ponta tesa e perguntou se eu queria ter sexo com ele, e eu não consegui negar e eu “disse que sim”, novamente.

Foi a minha primeira vez, o meu colega fodeu-me todo, chupei-lhe o pau que não era muito grande, e lembro-me bem que não resisti, foi como se eu quisesse mesmo, deixei-me querer ser fodido, ele deitou-se sobre o meu corpo, e penetrou-me toda a noite.

Nos dias seguintes, parecia que eu não pensava noutra coisa, no bar olhávamos um para o outro, e o desejo juvenil invadia-me de alto a baixo, o ânus ardia-me de tesão, inchado de querer que ele me agarrasse por trás e me fodesse ali mesmo, na rua, num carro ou no campo, mas foi como uma experiência única que a minha cabeça depois negou e acabei por me esquecer.

Depois, uns anos depois, fui viver uns dias para uma espécie de dormitório, um amigo meu alugava ali uns beliches, e numa noite ouvi um gemido ao lado, e um gajo negro estava a foder o cu a esse meu amigo, e no dia seguinte ele disse, “não sabias?”, eu perguntei, “o quê? Que gostas de caralho?”.

Ele riu-se, eu conhecia-o há muitos anos, éramos amigos da adolescência, mas nessa altura não se falava nessas coisas, ele disse, “não resisto, adoro ter uma piça dura a abrir o meu ânus”, eu sussurrei lembrando-me da outra vez, “eu também às vezes”, e nessa noite, ele ofereceu-me o negro.

Mas agora o gajo do outro lado do teclado, ele prosseguiu, “e chupar? Já chupaste alguma piça?”, eu não sabia o que dizer, a minha namorada disse, “diz que sim, que gostas de mamar paus”, eu disse que sim e ele escreveu, “o meu é grosso, ias adorar mamar nele, queres?”, eu estava de tal maneira excitado que disse, “adorava sim”.

A minha namorada acariciava a cona e tremia de excitação, ele continuou, “e a minha piça no teu cuzinho? Queres muito levar com ela?”, eu respondi, “quero, mas tenho medo que doa muito a penetrar-me”, ele prosseguiu, “não querido, eu não te faço doer, quanto o meu caralho estiver todo enterrado no teu cu, ainda vais pedir mais”.

A minha namorada estava a ter um orgasmo da masturbação, ela disse, “pergunta amor se ele se importa da tua namorada assistir?”, eu repeti o que ela queria, e ele respondeu, “a tua namorada? Ela gosta?”, eu acrescentei, “sim, ela excita-se com cenas gay”, acabámos ali com ele a dizer que sim.


Depois desta conversa eu tremia de antecipação por ir conhecer um homem para ter sexo que não tinha há muito tempo, era agora em heterossexual conformado com algumas experiências distantes de sexo homossexual, ainda podia ter recusado, dizer à minha namorada que só pensava em cona.

Mas a memória de me submeter voltava, faltava-me a respiração, uma força única na garganta, eu perguntei à minha namorada, “amor e se não gostares?”, ela disse, “eu sou doida, vou-me excitar toda a ver o pau dele a entrar no teu cu”, depois perguntei, “e se ele quiser foder-te também, amor?”, ela respondeu, “e, amor, importas-te?”.

Eu pensava que não me importava, quando ele tocou e abrimos a porta, era mais do que tinha imaginado, mas alguém fora do nosso contexto, como se fosse uma pessoa obscura, sem presente ou passado e a única vida vivida posse satisfazer-se a satisfazer homens com sexo.

Silencioso e prático foi direto ao assunto, olhou para mim e disse, “já estou com o tesão todo”, os olhos dele rodearam o meu corpo, “meu deus, não acredito que esse cu seja virgem”, e enquanto se despia, olhou para a minha namorada, “ele gosta de comer a tua cona?”

A minha namorada riu-se com a linguagem dele, ele continuou, “se gosta, querida, o teu namorado vai deixar de gostar quando lhe meter esta piça no cu”, e abanou um pau imenso na mão, “queres ouvi-lo gritar por mais?”, a minha namorada riu-se novamente, excitada pelo volume do caralho, que não parava de se mexer, era hipnótico para ela e para mim.

Ela tirou a roupa, primeiro mostrou as mamas, depois as coxas, e o resto do corpo, no sofá abriu as pernas, os dedos dela dedilhavam o clitóris, com violência, atrás do climax que fugia à sua frente, quando ele se senta ao lado dela, e a tocar-lhe na perna, ele sorriu para ela e diz para mim, “ajoelha-te, cabrão, mama no meu caralho”.

Foi uma ordem, ajoelhei-me entre as pernas dele, senti-lhes a força e os pelos, olhei para os olhos da minha namorada, e ela disse, “chupa, querido, chupa no pau dele”, eu agarrei no pau, enchi a mão com ele e apertei-o entre os lábios, e comecei a chupá-lo, o pau nervoso e tendo, como se fosse explodir na sua pele, engolia-o e perdia-se na minha boca, eu saia e entrava, descia lambendo a ponta roxa, ele dizia, “isso, vê-se que gostas de pau, isso”.

Ele virou-se para ela, “então querida estás a gostar, posso chamar-lhe cabrão?”, a minha namorada disse, “chama, sim”, e depois ela virou-se para mim e perguntou, “és o meu cabrão, amor?”, eu tirava o pau da boca e dizia que sim, ele continuou, “gostas de levar no cu, não gostas cabrão?”

Ele mexeu-se e eu larguei aquela enorme verga e ele disse, “agora o cu”, puxou-me para o tapete, “mete-te em posição, de joelhos”, eu pus-me de quatro, com o cu empinado, quando senti a força das mãos nas minhas nádegas, eu olhei para a minha namorada, ela lambia os lábios, e a ponta quente, como ferro em brasa, encostou-se ao meu ânus, primeiro parecia uma caricia, depois um empurrão, fez força e entrou.

Depois foi todo em frente, com ainda mais força, empinei o corpo para cima, vergado ao contrário, e gritei em silêncio, “uhhhummm, foda-se”, ele riu-se, “eu disse-te que ias chorar por mais”, ele puxou-me pelo pescoço enquanto me martelava o rabo, com batidas fortes e constantes, “estás a gostar cabrão?”, ela dizia, “parte-lhe o cu todo”.

Ele continuava, “ahh foda-se, humm, foda-se bicha que cu tão bom, não me aguento mais, um liquido de pérola saia da minha pila, quando ele gemeu, “ai foda-se, venho-me todo”, ele tirou o caralho do meu cu, começou a bater a piça, espremia e voltava a entrar, bateu mais como se não parasse, “não me apetece parar, aihh foda-se que cu”.

A minha namorada tinha a vagina toda molhada de liquido, os pelos num pequeno traço, brilhavam como um óleo essencial, ele perguntou-lhe a ela, “fodo mais o cu a este teu cabrão?”, ela dizia que sim, “não pares dá-lhe mais uma foda”, ela aproximou-se da minha boca, “estás a gostar amor, tens o cuzinho todo aberto e cheio de porra dele”.

O gajo contorceu-se de dor, “foda-se, não aguento mais, venho-me outra vez”, e depois de me bater ainda mais, parou, as fodas tinham terminado.

Mais à noite, quando eu e a minha namorada nos íamos deitar, ela perguntou, “estás cansado?”, eu olhei para ela, “doí-me o ânus amor, estive uma hora a levar no cu, amor”, ela riu-se, “eu adorei ver”, eu perguntei, “o que é que gostaste?”, ela respondeu, “o pau dele a entrar em ti, o teu ânus parecia que não aguentava a verga dele tão grande”, e depois prosseguiu, “deu-me prazer ver que o deixaste satisfeito”.

Ensaio de Tribadismo por Dublin Jack

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Ensaio de Tribadismo por Dublin Jack

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erseguindo a sodomia caminha o tribadismo ou lesbianismo, um vício em que não há homem que no seu coração não olhe com bons olhos.


Este vício irmão parece ter existido desde todas as épocas. É pelo menos tão antigo quanto a sodomia, e ainda vive, sim, floresce entre as supostas donzelas modestas dos nossos dias.

Em toda a Europa civilizada ele existe entre as mulheres solteiras que foram excluídas dos homens, geralmente num sentido restrito, raramente assumindo outra forma que não a fricção mútua.

Mas entre algumas prostitutas da classe alta e algumas matronas de gostos viciosos educados, floresce, indo as francesas à frente de todas.

No último caso, o sexo oral entra em jogo livremente; uma mulher ama outra com tanto ciúme quanto um homem jamais poderia, e conhecemos casos na Inglaterra de grande infelicidade resultante de uma lésbica desistir da sua namorada por outro homem ou mulher; e num caso memorável, uma que se vingou e quase envolveu a ruína de ambos.

O Conde de Grammont menciona um exemplo nas suas memórias de Miss Hobart, em que uma dama de honor na corte de Carlos II, foi-lhe proibida a presença real por tentar violar outra dama de honor.

Não está claro como ela fazia isso, e certamente é um mistério ainda maior do porquê daquele monarca pervertido ter sido tão severo com ela.

Ninguém pode ler os poetas romanos sem estar convencido de que no tempo deles o tribadismo floresceu em Roma. As suas descrições das festas da Deusa Bona Dea não deixam dúvidas disso.

Deusa da fertilidade e da virgindade, era especialmente venerada pelas matronas romanas. Ela tinha um templo no monte Aventino, onde se faziam os seus rituais secretos, conduzidos por uma mulher assistida pelas virgens vestais.

Só as mulheres eram admitidas e até representações de homens e animais eram removidos, e as estátuas de homens, não podendo ser removidas, eram cobertas.

Os ritos santificavam a remoção temporária das restrições costumeiras impostas às mulheres romanas de todas as classes pela tradição romana e sublinhavam a potência sexual pura e legal de virgens e matronas num contexto que excluía qualquer referência a pessoas ou criaturas masculinas, luxúria masculina ou sedução.

Depois os gregos que não distinguem conceitos, o que havia eram práticas sexuais, mais entre os homens, porque nas mulheres era reprimido. Não se pode afirmar com certeza como as relações entre mulheres se davam ou quanto tempo duravam.

Poucas são as figuras importantes conhecidas sobre a sexualidade feminina na antiguidade clássica.

Voltando ao lesbianismo ele floresceu até mesmo para mulheres com clitóris aumentado (hermafroditas) tendo meninos. Isso é perfeitamente racional.

Sodomia e tribadismo andam de mãos dadas. Onde um reina o outro floresce, e no seu desenvolvimento são vícios quase idênticos.

Meninos privados de mulheres fodem-se, fodem uns com os outros e depois têm um ao outro, e são afortunados se não crescerem e se tornarem sodomitas.

As meninas excluídas dos homens fazem o mesmo com o seu próprio sexo e florescem em tribos perfeitas para o sexo lambido.

Esta é uma ponta da vara; a outra é como quando um homem, tendo mergulhado em todas as libertinagens possíveis com mulheres, finalmente recorre à sodomia, ou quando uma mulher, digamos uma prostituta de boa posição com muitos amigos, fica saciada e cansada depois de esgotar todas as fantasias masculinas; então ela volta-se para o seu próprio sexo em busca de um prazer novo e picante.

Não faz muito tempo que estávamos sentados num café quando uma francesa de cerca de trinta anos atravessou a sala para uma jovem inglesa e ofereceu-lhe dinheiro para poder beijar-lhe a cona.

Ensaio sobre Sodomia de Dublin Jack

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Ensaio sobre Sodomia de Dublin Jack

Sobre Dublin Jack


Dublin Jack foi um prostituto irlandês que apareceu em dois grandes escândalos homossexuais e como personagem em duas obras de literatura pornográfica da época.

Considerado "notório em Dublin e Londres" e "tornado infame pelo testemunho sensacional que deu num escândalo que aconteceu.

Depois de morar em vários endereços em Londres, em 1887 mudou-se para um bordel masculino administrado por um colega também prostituto e com quem ele tinha morado anteriormente.

Ele era um dos vários profissionais que trabalhavam lá, e o escândalo aconteceu quando vários herdeiros e homens da realeza e da aristocracia foram encontrados no bordel masculino onde tinham relações homossexuais.

Ensaio sobre Sodomia de Dublin Jack


A sodomia parece ter sido um dos vícios e divertimentos romanos mais importantes; não foi de forma alguma considerado impróprio. Falamos claro de sodomia com homens, pois não encontram nada muito dito sobre sodomia com mulheres na literatura da época romana.

Dizemos agora que uma mulher é toda ela cona, e o Marquês de Sade diz que deve ser realmente um principiante aquele que não teve um jovem rapaz, ou fez dele o seu amante.

Um poeta romano tratava a sodomia com mulheres com bom humor e, sem dúvida, os romanos praticavam-na .

Os modernos tendem a ter as mulheres por baixo, e a maioria dos homens que se entregaram a qualquer coisa como devassidão e vicio, fizeram sodomia de vez em quando; às vezes ouvimos falar de casamentos infelizes por causa desse gosto infeliz do marido.

Mas pensamos que com os europeus modernos (exceto na Turquia, Grécia e parte da Itália) é uma exceção encontrar um homem casado com essa prática; mas com os antigos romanos deve ter sido um vício muito comum para ser mencionado. Se as mulheres são todas vadias agora, o que elas deveriam ter sido então?

A sodomia com homens, com as exceções acima, ainda é mais rara nos dias de hoje e, embora tenhamos feito uma pesquisa mais cuidadosa, não sabemos de muitos sodomitas profissionais em Londres; quando éramos mais jovens temos lembrança de um cavalheiro que mantinha um jovem alto, um crioulo, na zona baixa da cidade.

Os relatórios criminais mostram que tais coisas acontecem, e não faz muito tempo que eu estava no tribunal e ouvi um cigano considerado culpado, primeiro de sodomizar o seu próprio burro, e depois o filho mais velho de um vizinho.

O crime é comum na França. Um especialista francês fala de ter investigado duzentos e dezassete casos de sodomia passiva - nem sempre casos de súbditos franceses - e fala do aumento extraordinário do esfíncter ani decorrente disso.

O vício é evidentemente atraente, pela quantidade de coisas que diferentes admiradores dele inseriram no seu ânus, na falta de algo melhor, como garrafas e copos.

E ele fala especialmente de garrafas de água húngara e água de colónia sendo inseridas no orifício do fundo, também pedaços de madeira, e menciona que neste último caso todo o punho do cirurgião poderia ser introduzido no ânus.

Outra pessoa, para apostar, enfiou um copo no traseiro; e os dois filhos, o irmão de dezasseis anos e a irmã de dezassete, foram apanhados um dia a enfiar colheres, cenouras e batatas no traseiro uns dos outros; e ele menciona que o ânus da jovem estava tão dilatado que quase se confundia com a vagina.

Esses factos dão-nos uma ideia do alargamento do ânus que pode surgir da sodomia e ajudam a explicar algumas das coisas que têm sido ditas.

Também houve algumas observações interessantes publicadas em particular por um viajante recente pelos reinos de um rei do oriente. Ele fala daquele monarca como tendo duas salas no seu harém, uma para jovens rapazes e outra para raparigas.

Quando o rei quer ligar-se com um dos seus jovens, este último é bem purgado e levado ao rei em jejum, com aromas e óleo que é injetado no seu traseiro.

De seguida, o menino janta para dar-lhe coragem e ânimo para divertir o rei, após o que Sua Majestade o recebe na presença geralmente de duas ou três das esposas reais.

Este viajante fala dos modos lascivos desses jovens, o alargamento dos seus buracos do fundo e crescimentos ao redor do orifício, que o faziam parecer muito com as partes íntimas de uma mulher.

Outro entendido francês também fala desse crescimento, mas fala também de outros desdobramentos como as consequências da sodomia passiva, a exemplo de hemorroidas e outros assuntos mais desagradáveis.

Pensamos, também, que o hábito desse rei de purgar os seus jovens antes de ter contacto com eles corrobora a afirmação daquele entendido e as observações de muitos outros, que o efeito de ser continuamente entorpecido (há quem sugira o uso de pomadas laxantes) relaxa o esfíncter ani.

Nos lugares mais civilizados dos dias atuais, a sodomia com homens raramente é praticada - com mulheres é praticada com mais frequência; mas em Roma era o hábito, o hábito reconhecido, e só se tornava odioso quando o homem só recebia a atenção e nunca a dava.

Naqueles dias, os homens amavam um sujeito luxurioso tanto quanto as mulheres amam agora, e o sujeito luxurioso podia dar tanto prazer a um homem quanto a uma mulher, sem ser considerado pior por isso.

O vício era tão geral e elegante que o mais casto dos césares, Augusto, foi acusado por muitas bocas por praticá-lo com frequência; isto embora o seu biógrafo dizer, que exceto a sua fraqueza por desflorar raparigas, todas as acusações feitas contra ele eram calúnias.

Tibério deleitava-se com a sodomia e estava cercado por vigorosos jovens, e tornou o seu nome inesquecível ao ligá-lo a moedas próprias de bordeis de prostitutos.

Nessa casta corte, Vitellus foi aprendiz, e logo adquiriu o nome de um prostituto, criando a sua família com a sua prostituição, e mostrando quando ele chegou ao trono no seu tempo, que uma longa linhagem de maldade um homem mau no poder pode estabelecer.

As prostituições mútuas de Calígula com o seu amigo Pantomino eram bem conhecidas, assim como a sua ligação com certos reféns; e o estado de decência romana pode ser presumido quando nos é dito que Catulo, um jovem de família consular, gritou publicamente que estava tendo o imperador por trás até as suas costas doerem.

Cláudio apegava-se às mulheres, embora não visse mal algum em rapazes serem debochados. Até mesmo o seu próprio genro (para mostrar a prevalência do vício), podemos observar, foi esfaqueado e assassinado no ato de sodomizar o seu filho favorito.

Nero, é claro, não está atrasado e mostra-se um verdadeiro imperador romano ao ter o jovem Plácido à força e depois executá-lo - o terrível resultado de desejos desgastados, o impulso irresistível de remover da face do terra o homem ou a mulher com quem se saciou.

O velho amigo Vitellus, quando subiu ao trono, administrou o estado inteiramente pelo conselho das classes mais baixas, cujo chefe era o liberto Asiático, e o seu conselho de gabinete nada mais era do que uma série de poluições mútuas anti-natura.

Deixando de lado Tito, o Eunuco, diremos uma palavra sobre o Imperador Galba, que carrega na palma da mão os sodomitas romanos.

Ele não gostava de mulheres, nem tinha muitos homens melhores. Ele gostava de machos, o que não era incomum; mas ele só gostava deles quando já tinham passado do auge, e lá estava ele sozinho na sua sodomia - ele nem mesmo tinha a desculpa de dizer que os quadris rechonchudos e o rosto liso dos jovens pareciam de meninas.

Como outro célebre membro da realeza gostava de ostras más, o seu gosto era por velhos - por homens que viveram demais para desfrutar do prazer ou para dar prazer a qualquer um.

Mas Galba, mesmo quando o velho Icelas trouxe a notícia da morte de Nero, enquanto ele estava sentado cercado por amigos, levantou-se, beijou o velho cavalheiro e pediu-lhe que lhe fizesse "umas costas limpas", levou-o para uma sala privada e o velho cavalheiro o fez .

Só podemos dizer que teria sido muito mais parecido com Galba, se ele tivesse os velhos senhores lá e antes de toda a companhia.

Histórias eróticas? Ficção Pipi!!

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Histórias eróticas? Ficção Pipi!!

A
nossa paixão são as pequenas histórias eróticas. A ficção PIPI. Histórias flash que senhoras lúbricas leem no comboio a caminho do trabalho ou amantes  na Smart TV, antes de fazerem sexo

As histórias eróticas são o que há de melhor para excitar sexualmente o órgão sexual mais importante que temos, o cérebro. E então se está em busca de maneiras de trazer brilho que faltava no relacionamento, as nossas histórias são do melhor. 

Se acha que falta intimidade física real na sua vida amorosa, envolva-se com o parceiro na história, genuína ou imaginária, e a química do sexo começa logo a funcionar.

As nossas histórias são para todos e são muito apreciadas pelas meninas. Relacionamentos românticos combinados com erotismo é um estilo extremamente procurado por elas.

Aqui, o objetivo principal não é apenas associar experiências sexuais, mas também ilustrá-las criativamente. Nas histórias eróticas, o sexo é apresentado como algo adorável, algo desejado e também algo correto, mas na verdade também gostamos do pornográfico, que não seja extremo, porque há limites no ser-se adulto.

Ao ler as nossas histórias eróticas, vai ver que melhora não só o seu desempenho em baixo, mas também em cima. 

A imaginação criativa desperta o seu cérebro e as habilidades mentais são acionadas para criar neurónios. Se aumenta a nossa criatividade, ativa os nossos recetores de dopamina. 

A dopamina é a hormona do cérebro humano que lhe dá uma sensação muito boa de satisfação. É a mesma sensação que evoca quando no início da manhã tomamos um pequeno almoço refrescante. 

Ler histórias eróticas é como olhar para revistas pornográficas sem realmente ter de as comprar.

Você também recebe novas sugestões que ajudarão a aumentar as suas rotinas noturnas ou românticas ou, digamos, a ter sucesso! Não há melhor maneira de trazer as hormonas para a flor da pele. Trazer o sangue quente para cima!! Afastar a depressão!!

O benefício das nossas histórias eróticas é a maneira como o sexo mexe com o nosso interior. E são bem sucedidas quando provocam excitação sexual que transmite sensação de realização.

Depois pode sempre aplicar-se, e transmitir com sucesso a energia a um parceiro. Quem nos lê sabe, que as nossas histórias mudam muita gente.

Relevância de um DJ num club de strip

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Relevância de um DJ num club de strip

J
á não falava com ele há bastante tempo, contava-se nos corredores do saber que os negócios do Mestre Aurilindo andavam mal por causa da pandemia, mas quando ele ligou com aquela alegria natural dos homens de negócios com muita experiência, eu percebi que afinal era tudo mentira.

Ainda perguntei, “então Mestre, dizia-se por aí que a sua escola de cunilingus andava com algumas dificuldades?”, do outro lado ouvi uma gargalhada, “nunca ganhei tanto dinheiro como agora”, eu estava surpreendido, “afinal a pandemia!!.

Mas ele continuou, “pensa bem nisto bem, 99% dos gajos no planeta não sabem lamber uma cona, e até as gajas!! têm dificuldades em manobrar um bom pau, o meu negócio nunca acaba, e se há coisa que os faz felizes são as minhas aulas, ficam com saberes e ferramentas para toda a vida”.

Ainda fiquei a pensar, se lamber um clitóris ou um galo ereto era assim tão importante, mas o meu Mestre Aurilindo levava aquilo a sério, havia livros e conferências, coisa que não se acreditava.

Ele continuou, “nem imaginas a assistência que tenho tido pelo zoom, agora querem tudo digital”, eu balbuciei, “digital ..?”, ele prosseguiu, “sim... até punhetas .. há gajos e gajas que nem uma punheta sabem bater em condições ... isto é um mundo ... tudo desconhecido”.

Ainda falámos em mais algumas coisas quando ele aprofundou o assunto, “eh pá mas estou cansado disto!”, eu perguntei, “de quê, Mestre?”, ele continuou, “disto do digital, tu sabes, sempre gostei de mexer e sentir o material”, eu ouvia com atenção, ele continuava, “se quero ensinar bem uma mulher a fazer um broche ao marido, eu tenho de estar lá para ela exercitar, ela chupar o meu pau e eu explicar, dar instruções de como se faz”.

Eu pensava que a vida deste homem tinha destes sacrifícios, ele continuou, “tu compreendes, uma língua a lamber bem viva, é diferente! O digital não chega”, ele prosseguiu mais um pouco e então finalmente esclareceu, “eu estou a pensar abrir um clube de strip de gajas, o que achas?”.

Eu perguntei, “o que acho? Mas porquê o que acho?”, ele prosseguiu, “eh pá contaram-me que tu e a tua mulher tinham alguma experiência!”, eu insisti, “experiência? eu e a minha mulher? porquê?”, ele continuou, “disseram-se que tu e a tua mulher gostam, como hei-de dizer, gostam de clubes de strip até masculinos”.

Mas quando eu ia responder, ele insistiu com a pergunta, “a tua mulher não foi já puta?”, a minha mulher ser puta trouxe-me boas memórias, e eu respondi, “quer dizer, foi, mas ... daí a ter experiências em clubes de strip? Vai alguma distância”, ele desligou, “sim, não interessa, dá um beijo à tua mulher por mim, sabes que gosto muito dela, já a fodi e é uma loucura”.

Eu devia estar a dizer que sim, sim, qualquer coisa, quando ele quis saber, “eh pá, preciso dos vossos conselhos, o que é que faz um club de strip de gajas ser diferente e melhor que os outros?”, eu respondi, “concentra-te no Disc Jockey (DJ), é muito importante”, do outro lado o silêncio e depois, “não tinha pensado nisso, pensei que não fosse importante, mas elabora... elabora”.

Então eu disse que um bom DJ para um clube de strip de sucesso, tem de ser como um antigo namorado da nossa mulher para que haja um relacionamento bem sucedido; se escolhermos a namorado certo, nós teremos uma mulher feliz e satisfeita nas nossas mãos, mas se escolhermos o namorado errado ele vai acabar por foder o nosso sustento, e depois enfiar o pau na nossa mulher sem nós sabermos”.

Por momentos achei que o Mestre Aurilindo estava confuso, “mas o namorado é para quê? não estou a perceber? Para comer a tua mulher?”, ele disse aquilo e a ideia de um antigo namorado da minha mulher a fodê-la atravessou a minha cabeça, e eu disse, “não, o que queria dizer é que tem de ser uma boa escolha”, ele disse “hummm”, pouco convencido e eu prossegui.

Eu disse que já tinha estado em todas as posições, que já tinha sido DJ de clube, dono de bar de strip, marido e namorado, e por isso sentia-me em condições para esclarecer uns quantos aspetos simples que qualquer dono do clube podia usar para contratar um bom DJ, eu disse, “Mestre, um clube de strip é como uma cozinha: as gajas ficam loucas quando um gajo diz a elas que estão no sitio certo, os homens são os que fodem tudo.”

Ponto mais importante: “Certifique-se de não contratar um “DJ que diz que é DJ”, a menos que ele ou ela saiba trabalhar com gajos e gajas nuas. Um DJ de night-club poderá “ler a multidão e o caralho” tão bem quanto um DJ de clube de strip, mas a principal diferença é que os clientes num night-club estão lá, em principio, bem, para dançar.”

Num clube de strip, os clientes estão lá para ver gajas a dançar nuas, e o DJ tem de entender as pessoas que observam as dançarinas. O club pode ter um formato mas um bom DJ não tem de ligar ao seu gosto, um bom DJ tem de estar focado é no dinheiro, em vez da vibe, mix, ow, e o caralho.

Um bom DJ trabalha orientado para o dinheiro, sugerindo e incentivando a música, somente quando é de benefício monetário para as dançarinas, porque se junto ao palco estão motociclistas tipo “hell angels”, então puxar no metal deve ser a melhor ideia, uma stripper feliz é uma stripper sexy, e uma stripper sexy faz dinheiro.

Por isso contratar um DJ famoso, que só é conhecido por trabalhar em night-clubs é má ideia, é como contratar um estudante de arte para fazer uma tatuagem.

Eu continuei, “Mestre, existem basicamente três tipos de DJs de clube que você tem de estar atento:”.

A primeira variedade: estes estão sempre a pensar como vão comer uma mulher que os outros pagam para ver nuas. Este não interessa, porque o mais provável é não aparecer se for chamado quando o club precisa, e afasta os motociclistas dos turnos diurnos.

A segunda variedade, é um sobrevivente dos anos 80, que costumava fazer tournés com umas gajas e tem amargura dos dançarinos mais jovens por não saberem quem ele é. Esses gajos começam a suar sempre que é preciso conectar um cabo ou fazer uma coisa técnica mais moderna.

O terceiro tipo, é o tipo que o Mestre quer contratar; ele tem alguns crimes sob o seu cinto, entende o jogo sem se deixar queimar por ele, não tem medo de mudança, e nem traz isso para o próprio clube.

O DJ é pago em dinheiro para olhar para gajas que a maioria dos homens não podem tocar, e os clientes gastam esse dinheiro a olhar para gajas que só eles acham que puderam ver.

Eu disse, "é como a mística da Nossa Senhora, elas são imaculadas, não estão ali para foder, por isso, arranje alguém que trabalhe, sem usar e estragar o material.

O Mestre disse, "Imaculada, fuck, Nosso Senhor".

Irmãs inseparáveis têm coração

21:48 0
Irmãs inseparáveis têm coração

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Foi sem querer que ouvi a conversa entre a minha mulher e a irmã, ao principio não percebi muito bem porque não se encaixava no normal, elas falavam na cozinha e não devem ter dado conta que eu tinha entrado, e o que me chamou a atenção é que parecia uma discussão entre as duas.

Eu ouvia qualquer coisa como, “tens de partilhar, sempre fizemos isso”, da minha cunhada a falar, e a minha mulher dizia, “mas mana, agora sou casada, não sei se faz sentido”, a outra insistia, “eu até posso estar melhor servida, mas é a nossa ligação”.

Elas não eram gémeas, mas na prática, era como se fossem, a minha mulher era mais calma, a minha cunhada, uma leoa nervosa, e elas dividiam tudo, às vezes era terrivel, na comida, na casa, no trabalho, tanto que pensava se não eram as duas que estavam casadas.

Voltei a ouvir a minha cunhada, “tens de o partilhar”, e a minha mulher a responder, “e tu? Também! Vou pensar”, a irmã a referir, “tu já provaste, mas se quiseres mais, é só dizeres”, a minha mulher a voltar à carga, “não é nada de mais”, e foi quando eu entrei a perguntar, “partilhar o quê?”, e elas calaram-se logo.

Elas diziam, “nada, nada”, a minha cunhada olhava com os olhos abertos, a mirar-me de alto a baixo, e depois a olhar para a irmã, “tenho de sair, pensa nisso”, eu fiquei a fixar a minha mulher, “algum problema na paraíso?”, a minha mulher balbuciou, “é que sempre partilhei tudo com a minha irmã!”.

Fiquei em silêncio a aguardar compreensão daquilo, a minha mulher diz, “sabes, eu e a minha irmã sempre partilhámos os homens”, eu olhei mais fundo para ela, “quando eu ou ela tínhamos um namorado, ele dava para as duas”, eu disse, “é melhor explicares isso melhor? Dava para as duas, como?”.

Ela levantou-se para ver o jantar, “dava assim!”, ela deu uma palmada no rabo, “fodia-nos as duas, compreendes?”, eu esbocei um esgar de surpresa, ela continuou, “era uma coisa nossa, e os namorados até gostavam, davam duas fodas com o mesmo esforço”, e ficou a sorrir para mim.

Eu estava a fazer os cálculos daquilo tudo na minha cabeça, ela diz, “mas já disse à minha irmã que agora estou casada”, e depois perguntei, “mas qual era a ideia?”, a minha mulher respondeu, “a ideia era foderes a minha irmã e o namorado dela foder-me a mim, era assim como que uma troca de casais, querido”.

A minha cunhada é daquelas mulheres apetecíveis, parece ter sido feita com um único propósito, dar a cona e o cu a homens que apareçam, mas ao mesmo tempo que é desejável, também mete medo, é preciso sentir-se muito seguro para comer aquele avião.

E o namorado dela que eu já conhecia, era um gajo bem provido e isso era evidente, quando se olhava para os calções, um alto bem elevado entre as pernas, e eu pensei, “se foder a irmã, acho que não tenho encomenda para aquilo tudo, e o gajo com aquela verga enorme a comer a minha mulher”.

A minha mulher voltou-se a sentar, “o que dizes, querido? É só para a satisfazer, nem é pela foda, é mais mania dela, tem medo de perder a irmã”, eu balbuciei sem concluir as palavras, “a tua irmã mete-me medo, eu não vou satisfazê-la”, a minha mulher insistia, “querida, isso não importa, ela só quer preencher calendário”.

Eu pensava, “foda-se, calendário, o que quer isso dizer?”, e depois prossegui, “e tu, amor?”, “eu, o quê, querido?”, eu continuei, “nós sabemos que ele é bem fornecido, depois, querida, vais sentir a diferença”, a minha mulher deu uma pequena gargalhada, “amor, é a ti que eu amo, lá com ele é só uma foda, querido”.

Estivemos ali um pouco, saía vapor da panela, e depois eu perguntei, “e como fazíamos, querida?”, “podemos combinar aqui em casa, todos juntos”, eu estava desesperado, “todos juntos? a piça dele grande ao lado da minha pequena, amor, não vou estar à vontade, e depois, parece que fico sempre a perder”, ela perguntou, “a perder? como?", eu respondi, "então, se ele tem mais piça, como sempre mais do que eu, é muito injusto", ela rodava a cabeça e disse, "então como fazemos?”, “não sei, a tua irmã vem cá e eu dou-lhe uma foda e depois vem ele e come-te a ti”.

Ela abanava a cabeça ainda mais, “não sei, querido, a minha irmã gosta de estarmos as duas juntas, tudo ao mesmo tempo, até podemos ir trocando”, eu insistia, “não estou á vontade”, a minha mulher fez um beicinho com os lábios e disse, “amor, não há problema, podes ficar a ver, o namorado dela fode-nos as duas, e depois logo vês se entras”, eu punha as mãos no queixo, e ela continuou, “descansa querido a minha irmã está cheia de truques, vais acabar por fodê-la e ela faz-te sentir um garanhão”.

No sábado seguinte, vinha eu de algum lado, e ouço a minha mulher, “querido, não tinhamos combinado?”, eu ainda ia a perguntar porquê, quando vejo a minha cunhada e o namorado a circular pela casa todos nus, como se parecesse uma colónia de férias e eles estivessem no seu elemento, a minha mulher disse, “anda querido, vamos até ao quarto”.


Eu caminhei atrás dela e ao meu lado ia o namorado, a verga gigante estava preparada, ele sorriu e disse, “vais gostar de ver, eu também vou gostar de ver a foderes a minha”, e depois sussurrou como um segredo, “estou farto de foder a tua mulher, é uma foda fantástica, então quando meto no cuzinho”, e não sei porquê, não fiquei desagradado da maneira que ele falou, eu senti-me duro cá em baixo.

No caminho a minha mulher ia subindo o vestido, deu várias palmadas no rabo, e olhou para mim a sorrir, eu via-lhe a cueca justa, e ela esperou por mim e a dar-me um beijo, rodeou-me o pescoço, e dizia, “querido, ele gosta de foder o meu cu, vais-me ver a gemer de dor e prazer, amor”, e depois prendeu a verga grossa na mão, “queres ver, querido? Ela a entrar toda cá dentro”.

Ele encostou-a junto a um móvel e não perdeu tempo, levantou-lhe o vestido, tirou-lhe a lingerie apertada e eu via os lábios dela por trás à espera e a piça grossa e ereta começou a fazer força e depois deslizou entre os vales das nádegas e entrou toda para dentro da cona.

Não esperava que me excitasse tanto, ver a minha mulher a ser comida pelo namorado da minha cunhada, a irmã aproximou-se de mim, tirou-me a pouca roupa que trazia e depois ao ouvido sussurrava, “e tu és meu, vais-me comer toda com esse teu pauzinho, e não penses que não gosto deles assim, todos encolhidos e cheios de medo”.

A minha cunhada pôs-se de joelhos e começou a chupar-me a verga enquanto eu admirava a levar no cu. Nunca pensei que pudesse ser tão bom ...