BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Contos Eróticos de Natal - # Com o Tejo ali tão perto

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Contos Eróticos de Natal - # Com o Tejo ali tão perto
O sr. João Raposo conta ao Biografias Eróticas o que espera:

Aqui estou eu na minha mansarda aquecida, sentado, sozinho, com uma manta pelas pernas, a olhar o Tejo aqui bem perto, a ouvir este som que me inspira.


Cada vez mais velho neste rés-do-chão sem história, e o Natal daqui a alguns dias ainda a lembrar-me mais isso, que os anos passaram por mim, indefinido, sem grandes alegrias ou tristezas, com cada vez menos tempo para ter alguma delas. 

Ouço lá fora alguém a subir as escadas, pelo barulho dos saltos altos, é a nova brasileira, chama-se Lucimar, que bonito nome, está aqui no prédio há pouco tempo, ela e a filha Juliana, cumprimenta-me muito bem quando entra, e bem meu deus, tem um rabo maravilhoso e umas maminhas tão boas.

Se fosse mais novo não me escapava, se calhar com um desses comprimidos, o Viagra, ainda dava conta do recado, mas tem mesmo um rabo tão bom, que mulher tão bem feita e bonita.

E a miúda, que já não é nenhuma miúda, quase uma mulher, tem também um rabo como a mãe, no outro dia vinha com uma saia curta e nem sei bem, a miúda deu-me um tesão??, fiquei com essa ideia, a miúda até um morto levanta.

Gosto da voz delas, aquele português musical, ou mais solar, quando lhe olho para o rabo ela a dizer-me seu raposo é um velho safado, e rindo-se, é um grande prazer que ela me dá, ver que olho para o rabo delas e divertirem-se com isso, mesmo quando me fiz de despercebido e que não estava a olhar para lado nenhum, "seu raposo é um velho safado ha ha ha ha".

Coitada tem sido uma vitima, fugiu ela e a filha para aqui, de um português que nem é pai da miúda mas viveu com elas, a maltratá-las um cabrão com cara de cornudo, no outro dia apareceu por aí a fazer barulho, a gritar à porta do prédio a envergonhá-las.

Fui ter com ele e disse-lhe "oh seu sacana põe-te a andar pra fora daqui, sou velho mas ainda te dou com esta bengala pelos cornos abaixo", e o gajo fugiu, o que é certo é que nunca mais apareceu, no outro dia ela passou por mim disse-me "seu raposo é meu herói", quase me vieram as lágrimas aos olhos, como me estão a vir agora.

Não sei, estou mais velho, mas não estou morto, parece que mais corajoso, não tenho medo, deixei de ter medo, de viver mais, que prazer seria ter a Lucimar, no meu aconchego, na minha cama, ainda fazia boa figura, que bela mulher .... aqui tão sozinha, tão perto de mim, quanto eu ... podia convidá-las, a noite de Natal, não acredito em nada .. só no amor...

Conversas de telescópio?

13:30 1
Conversas de telescópio?
A Antónia continua a contar ao Biografias Eróticas:

Ainda não recuperei do dia de ontem e já aqui estou outra vez, passei o dia de hoje a esperar o que me aconteceu ontem, não conseguia deixar de pensar, andei por aí pela casa, fui até ao café, sentia-me tesa da cabeça aos pés, mamilos clitóris rabo coxas, húmida por dentro e por fora, o ar a entrar-me forte nos pulmões, a minha garganta e boca secas, nunca mais anoitecia.

Pensava quem seria o miúdo, amigos da minha filha, o David ou o Martim, mas estes eu bem conhecia, seria algum da escola, sabia o meu nome e telefone, quem seria o safadinho, que se entesava com o meu rabo, mas que prazer novo este, que me era assim dado.

Em casa era o Matos que me perguntava, "o que tens hoje mulher não ouves nada", queria tudo despachado a dizer-lhe "Matos deixa-me vai pro café", a dizer-lhe que estava cansada, da noite quente que me suava, "vou tomar banho", continuei, quando ouvi a voz dele "até já então".

Saiu o Matos, tocou o telefone, "sim?", perguntei, "sou eu, como estás?", "estou bem, desde ontem", ri-me, "tenho estado a ver-te, gostaste de ontem?", tinha adorado era uma coisa nova, fazia-me sorrir e viver, "gostei muito", disse, "tira a roupa quero-te ver nua", "como estás?" perguntei ousada, "estou todo nu só pra ti, tenho o caralho bem teso e rijinho, e tu?".
Pixabay
"Estou aqui pra te dar prazer, queres?", "sim, rola os dedos na tua coninha, assim devagarinho, sim, sem pressa, és um tesão", fechava os olhos a ouvi-lo, voz de música suave e calmante, embalada em água morna, rodeava-me e entorpecia-me, "isso continua, está a gostar?", "estou", gemia a rolar as ancas, de prazer ao sabor dos meus dedos, e daquele som quase longínquo, do arfar dele do outro lado.

"Estás a bater uma punheta?", perguntei-lhe desibinida, "estou devagarinho, está bem rijinho, gostavas de mamá-lo?", "acho que sim, gostava", "já te vi a mamar, és tão boa a mamar, sabias", estava surpresa doida, sentia-me toda encharcada, o meu ânus a apertar-se de prazer.

"Quando?", "vi-te mamar o teu marido, és muito esforçada", o Matos coitado dera o que tinha a dar, mamava-o para me masturbar, e esforçava-me sim muito para o levantar, "gostava de te dar o meu pra mamares, é grande e rijo, queres muito?", "quero quero", gemia a ouvi-lo, os meus dedos frenéticos na minha cona, "isso no cuzinho também".

"Vira-te quero ver-te por trás, isso continua, quero ver os teus dedos nos papos, adoro o teu rabo", "gostas mesmo?" perguntei, "adoro, gostava de te comer o cuzinho, gostavas?", "gostava acho que sim", "o teu marido já te comeu o cuzinho?", "já há muito tempo", "muitas vezes?", continuou ele, "algumas", "e gostas de levar no cu?", "gosto".

"Tens um cuzinho tão bom, quero comer-te o cu, queres muito?", o meu corpo estremecia todo, os meus dedos molhados percorriam-me toda, "aihiim quero muitooo aiiihmm foda-se que me estou a vir", do outro lado ouvia-o a arfar, num suspirar profundo, "a D. Antónia é tão boa, vi-me todo".

"Ligas-me amanhã puto? e chama-me só Antónia, até amanhã".

Será que tem ejaculação precoce?

13:00 1
Será que tem ejaculação precoce?
O Fernandinho conta ao Biografias Eróticas como foi:

Isto não era suposto ser assim. Conheci a Greta num retiro espiritual, muito bonita, muito caridosa, perfeitinha, bem cheirozinha, bem natureza fresquinha, com uma bundinha bem gostosa, maminhas redondinhas, boquinha boa, e fiquei assim gamado nela. 

Fomos aí dando uns beijinhos, namorico mesmo, ela estava se guardando e, aí um dia, ela me deu oportunidade, e fizemos um amor bem gostoso, bem delicia, fodi ela e ela gemeu de prazer, sabe, eu senti isso, muito bom.

Comigo estava tudo bem, nos dávamos bem na cama, aqueles minutinhos rolando, dando-lhe beijinhos nos mamilos, na bucetinha, e querendo que ela me beijasse também no pénis, né, mas ela dizia não, não estava bem habituada, me dizia "môr não, agora não, depois", comendo ela aí bem uns cinco minutos, até que tínhamos orgasmo muito bonito, ela gemendo bem alto de prazer.

Estava gamadão nela, e um dia disse a um cara lá do emprego, "eh Jonas, sabe meu irmão estou adorando a Greta, acho que quero casar com ela", ele olhou pra mim com os olhos bem abertos, "você está maluco, meu irmão, não casa não", "porquê?" perguntei, "cara essa mulher fode pra caralho meu irmão", "menino, ela já fodeu com os brothers todos aqui, meu irmão". 

"O quê?", "essa menina fode pra caralho meu irmão, até com o Joaquim, meu irmão, não casa não", "o Joaquim?", perguntei, "isso mesmo cara o Joaquim tu sabe como é né, meu irmão, Joaquim não perdoa", foda-se Joaquim era muito conhecido, diziam que tinha um caralho enorme, ele saia sempre se gabando, e partia o cu das meninas todas fodendo elas.

"Sai dessa meu irmão, essa mulher fode pra caralho meu irmão, é buceta é cu é mãos é tudo, cai fora meu irmão", "o Joaquim? você tá seguro disso?", "isso aí meu irmão Joaquim partiu o cu dela também meu irmão, sai dessa meu irmão", "e ela mama, sabe?", "se mama meu irmão, essa menina mama e mama a sério, Joaquim que diga, meu irmão".

Foda-se tava me sentindo fodido, e fui falar com Greta lhe perguntando, "aí menina você já teve outros namorados?", e ela saiu me dizendo "sim môr tive mas eu amo é você, meu môrzinho", "e teve assim muitos Greta?", "tive môr, sei lá três ou quatro, mas não interessaram nada, eu amo muito é você, sabe".

"Me diz Greta, eu sou melhor que eles?", "melhor como, amôr?", "assim se tenho um caralho maior, sabe? se você goza mais comigo que com eles?", e me respondeu "sim môr, você me dá muito prazer, o seu caralho é bem grande e gostoso, não se preocupe, eu gemo sempre muito viu né?"
Não sabia se acreditava nela ou não, mulher sabida geme quanto quer, sabe bem enganar o homem, estava sentindo assim uma insegurança, lembrando o outro cara me dizendo, "meu irmão ela fode pra caralho, e no cu meu irmão, no cu", olhando pra ela bem pertinho, lhe fui perguntando "e Joaquim?", "que tem Joaquim?".

"Me disseram que você foi com ele, sabe como é Joaquimmm", "môr fui, mas sabe, eu gosto é de você, eu amo é você, Joaquim é muito grande, me foi ao cu mas não deu prazer, doeu muito Fernandinho, eu gosto é de você", não sabia o que dizer, só via o Joaquim em cima dela, ela a gritar e o cu dorido, eu a pensar "meu irmão, você tá fodido".

Ela saiu me dizendo "vem môr, vamos foder, vou dar a você o que quer, chupar bem você vai adorar", fomos para o quarto deitar, e quando teso já perto dela, aí é que não estava à espera, num segundo, disparou, foi-se tesão e tudo, sem sequer entrar nela.

Greta me disse logo, "eh menino o que você tem? está ficando com ejaculação precoce?", eu respondi logo "não é nada Greta você dá-me muito tesão", "ai ai", me respondeu, "vamos no dr. Chakra, indiano ali do bairro, que sabe tudo de caralho, para ajudar você, meu filho".

Fomos lá ao consultório, ele ouviu meu problema, me dizendo que ejaculação, é cinco minutos da penetração, dizia eu "sim dr. eu era assim", "pois rapaz você está é com ejaculação precoce secundária".

"Ejaculação precoce secundária?", e eu assim "mas dr. como é esse negócio aí, estava tudo funcionando", ouvindo ele me dizendo, não se sabe a causa, pode ser física ou psicológica, ou simplesmente emocional, ansiedade ou trauma.

"Fernandinho você teve algum trauma meu filho recentemente?", pensei eu "foda-se cara depois de saber que Greta fode pra caralho e ainda com Joaquim, levando no cu dele e tudo, meu velho isso é trauma, né", mas sai dizendo "não dr. deve ser qualquer coisinha aí que tá passando".

"Meu filho, olha, vou dar um tratamento pra você, 35 reais pelo conselho, você quando for comer Greta, você menino antes bate uma punheta, sabe", e eu pensando "cara depois do que fiquei sabendo só me lembro, meu amigo me dizendo, sai dessa meu irmão, cai fora", e eu estou caindo.

Os telescópios não servem só para ver estrelas?

13:00 0
Os telescópios não servem só para ver estrelas?
A Antónia conta ao Biografias Eróticas como foi:

Isto é só nosso confessionário? Nem sei se devo contar? Sabes não vou para nova, aquela idade desgraçada, em que ainda temos o tesão todo, e, dum momento para o outro, somos invisíveis.

Já não há homens a olhar o nosso rabo, a flirtarem à procura de um descuido, virarem o pescoço agora é história, o espelho não é nosso amigo, gordurinhas e rugas aqui e acoli, e o marido, esse, não mais nos procura.

O Matos, meu companheiro, então, tem andado impossível, saber-me foder foder ele sabe, mas atualmente só mesmo o meu juízo, entra em casa, discute e anda bêbado, estou no limite estou no limite confessionário, chama-me puta e que tenho amantes, e eu para mim "foda-se quem mos dera ter".

No outro dia saiu à noite, furioso a chamar-me vaca, a partir tudo e a gritar, eu chorava chorava a minha vida desgraçada, quando confessionário me tocou o telefone, atendi estranhando a hora, "é o Matos esse cabrão", quando ouvi uma voz serena "estou a ver-te, não sei como aguentas?".

Perguntei "quem és tu? alguma brincadeira? a ver-me como?", "com um telescópio", respondeu, "moro do outro lado, e vejo que te maltrata, não te merece", morava eu num 5º andar, olhei para o prédio bem longe, lá estava um luz sumida, com alguém a ver-me a vida.

"Não devias fazer isso, do telescópio, sabes?", disse-lhe, "sei, mas vejo-te sofrer, ele não te merece", fiquei em silêncio, sabia bem falar com alguém, a voz de alguém desconhecido, era arrepiante mas gostoso, doce e tranquila como brisa, quando me saiu uma coisa estúpida, uma esperança doida, "quem e como és tu?".

"Eu sou bem mais novo que tu", disse-me, "mas já te vi nua, e dás-me muito tesão", continuou, "e já te vi a masturbares-te no sofá", "mais de uma vez, quando vejo, bato uma punheta, só de te ver", estava apanhada da cabeça ao ouvi-lo, reconhecia a voz de um jovem ou um miúdo, há quanto tempo ele me via, tantas as vezes que me masturbei quando o Matos saía.

Photo by Dan Meyers on Unsplash

"Ouve puto, não devias fazer isso, de me ver com binóculos ou lá o que é, sabes? não é bom", dizia-lhe eu pouco convincente, "eu sei o teu nome e já te vi na rua, ás vezes vou atrás de ti e fico logo com o pau teso", insistia ele a deixar-me assustada, mas ao mesmo tempo agradecida, "sou um amigo da Mónica, a tua filha, foi assim que soube o teu telefone, não tenhas medo".

A Mónica tinha 17 anos, e o miúdo devia andar por aí, "sacaninha" pensava eu, há quanto tempo andaria nisto, a ver-me nua pela casa, saía o Matos e os meus filhos, eu a masturbar-me e tudo o mais, quando o ouvi dizer "D. Antónia gostava muito de vê-la", "ver-me como?", "ora, masturbar-se, para eu bater uma punheta".

Estava perplexa com o miúdo, sentei-me no sofá a pensar, estava noite quente sem luar, ele do outro lado a ouvir-me falar, "porque não, já me tinha visto", pensei, ajeitei-me melhor a abrir o robe, "estás-me a ver?", perguntei, uma voz rouca do outro lado, "estou, abre mais as pernas, estás sem cuecas?", "estou", respondi.

Desci os dedos pelo meu corpo, a brincar com o clitóris, os meus pelos e os meus papos rosados, perguntava-lhe "estás-me a ver miúdo", do outro lado um barulho persistente, "estou foda-se que és tão boa".

Excitava-me a voz dele, tão grande elogio, mais incentiva os meus dedos a massajar a minha cona, de olhos fechados a ouvi-lo, que prazer tão distinto e fino, "aiiii, D. Antónia estou-me a vir todo", e eu da voz dele tão grande explosão me deu, a vir-me toda molhada.

"D. Antónia, amanhã à mesma hora?, corra com o bêbado do seu marido"

São estas as fantasias sexuais mais comuns entre as mulheres?

11:18 0
São estas as fantasias sexuais mais comuns entre as mulheres?
Foda-se que não há paciência!!! atenção, de preferência este post não é para ser lido, quem o fizer ficará tão confuso quanto eu. 

A verdade é que precisava de aumentar a minha cultura geral sobre matéria tão importante como as fantasias sexuais das mulheres para perceber se se justifica e já agora para saber se o homem sofre de mal semelhante, em que grau e quantidade, e acabei por descobrir que:

Primeiro: há muita gente a estudar o assunto para chegar à conclusão que as gajas têm montes de fantasias, algumas infundadas, outras pouco ou nada estudadas, e que me proponho aprofundar.

Segundo: os gajos não têm fantasia nenhuma e os que têm, ou não é com eles a foder, ou não se lembram de as ter, e os que se lembram, pensam que é fantasia e afinal não é.

Bom o melhor é ir direto à matéria: 

A) Definição de fantasia:

Vamos lá pensar um pouco, se um gajo e uma gaja têm fantasias a única coisa que me ocorre é que fantasia é qualquer coisa que não se faz, quer-se muito, mas m* é isso mesmo, só uma fantasia, ou seja, digamos que o ato projetado nunca ocorre, e, no limite, pode ser um caso de procrastinação crónica.

O gajo ou a gaja pode andar por aí a suspirar, "aii fantasio ir à cona à professora, aiii fantasiava levar no cu, aiii, aiii, e nada, a professora passa a sorrir e o gajo nada, o gajo passa a mexer nos tomates e a gaja nada.

A conclusão a retirar da definição de fantasia é pois só uma - a fantasia não serve para nada e pensando bem só dá chatice.

B) As circunstâncias contam?

Claro que contam, penso eu. 

Vamos lá a ver, por exemplo, uma gaja feiosa é mais suscetível de ter fantasias e, para mal dos nossos pecados, muitas vezes banais, e uma gaja boa, o diabo é que também tem fantasias, só que quer fantasias diferentes das feiosas, e quanto ao gajo que tem um membro pequeno, fantasia comer gajas boas, e o gajo do membro grande, enjoado, só fantasia que não o chateiem.

A ordem natural das coisas de outras fantasias não sexuais é que às vezes resolve as fantasias sexuais, sendo comum as gajas boas juntarem-se com gajos de membros pequenos (não sei porquê o gajo do membro pequeno ganha sempre mais dinheiro) e gajos de membros grandes com gajas feiosas que, também não sei porquê, se esforçam sempre mais.

A conclusão a retirar é que as fantasias mudam com as circunstâncias.

C) O ser da fantasia e o da memória:

Vendo bem, a fantasia é a antecipação da memória para aquelas gajas e gajos que decidem que uma desapareça para dar espaço à outra.

Uma gaja pode andar a fantasiar dar a cona ao vizinho tesudo, andar a vida toda nisso e a fantasia não passar disso mesmo, ou pode decidir encornar o marido, acabar com a fantasia e dar lugar a uma memória, melhor, talvez duas, a da foda com o vizinho e a de ter enganado o marido.

Photo by h heyerlein on Unsplash

Foda-se que a fantasia pode ser multiplicativa!!! e já agora uma desilusão!!! 

Pense-se no gajo que se anda a babar com as mamas grandes da vizinha, enquanto o marido da gaja está já farto delas, fantasia muito lambê-las, chupá-las, brincar com elas, e depois que consegue essa proeza, afinal são umas mamas normais, pior são grandes demais, foda-se que me ia engasgando, lá se foi a fantasia, entrou uma má memória. 

Pior, lá está a vizinha ali tão perto a lembrá-lo todos os dias das mamas dela.

D) As fantasias propriamente ditas e mal explicadas:

Não há aqui uma ordem de prioridade, há ao que parece umas quantias fantasias que revistas de gajas e pseudo estudiosos reuniram.

1. Falar mal durante a foda:

Ha ha ha ha ha , cum caralho, falar mal durante o sexo? verdade? Foda-se, é o que eu digo, "as circunstâncias contam" lembram-se, então porra isto ainda é uma fantasia para tantas mulheres? E para homens será? 

Ainda há homens que se esquecem de equilibrar a balança da rotina e não chamam puta, putinha, vaca, à mulher quando lhe estão a ir à cona? O modelo dos anos 50 de virar na caminha, espetar a mulher, toma lá, esvaziei os colhões, somos muitos felizes, ainda se aguenta? E não dizem "toma lá com este caralho", será possível fazer-se a coisa sem falar mal durante a foda? 

E se isto ainda for fantasia para uma gaja dos dias de hoje, então e para o homem? O homem para funcionar precisa de falar mal e ouvir a gaja a falar mal, "dá-me com esse caralho, seu cabrão, enterra-mo todo, fode-em toda", é por isso mesmo que os homens gostam tanto de putas, isto é absolutamente necessário, não é uma fantasia.

2.  Ir a um clube de strip-tease

Mas que porra de fantasia esta, não sou eu a inventar, são os pseudo-estudiosos que dizem que a maioria das gajas gostavam de ir a um clube de strip-tease, isto realmente é uma pouca vergonha, estes gajos perderem tempo com isto. 

Vamos lá a ver se isto é para levar a sério ou não, então há uma maioria de gajas que querem ir a um sitio onde algumas não têm fantasias nenhumas e é o seu local de trabalho?

A maioria dessas desgovernadas já se entregou às ladys nights para onde levam um policia ou um segurança para lhes mostrar o cu e os tomates para elas poderem gritar à vontade e sem sentimento de culpa, quando no fundo a verdadeira fantasia é quererem sentir-se putas, nem que seja por uma noite.

Porra que a putice é que é a verdadeira fantasia, viver uma vida certinha, sem experiências, sem sal, sem doce, naquele meio termo neutro, a existência a consumir-se, o só sonhar acordada.

Não a gaja quer mesmo agarrar-se ao varão, ser puta por uma noite, ou já agora por todas, com um desconhecido, saído do nevoeiro da vida, ir-lhe à cona e ao cu, e depois esquecê-lo, não como fantasia, mas como memória, boa ou má, que se foda.

Porque pior pior é não ter nenhuma!!!

Já para os gajos não é fantasia aplicável, boa parte deles passa a vida nos clubes, e os outros, fantasiam não é ir lá, fantasiam é que as mulheres não saibam que lá estão ou que vão a caminho.

3. Usar brinquedos sexuais com controle remoto

Porra que esta é demais, quem se lembraria disto? 

Já não chega só brinquedos sexuais analógicos, com baterias, nem produtos naturais como pepinos beringelas bananas, não, parece que há gajas que fantasiam ser comidas por controle remoto. 

Um gajo esperto já nem precisa de usar o caralho para satisfazer uma mulher, basta arranjar uma porra de plástico para lhe pôr na cona e depois por wireless carrega no botão para ela dar saltos e fazer "hummm", e no trabalho então, se não é produtiva, ou se for prá brincadeira com os colegas, é só carregar no botão e vê-la crescer.

Aqui tenho que dar o braço a torcer, se calhar é mesmo fantasia, porque os frutos e os brinquedos normais já é coisa normal e do passado, gajos e gajas têm boas memórias destas coisas.

Agora, isto é mais ou menos aplicável ao gajo, e fantasia só se for pro masoquista, esse é um candidato seguro, por ter o brinquedo a apertar-lhe o caralho, o anel constritor, a gaja carrega no botão e ele grita "ahhh, foda-se que essa doeu, tão bom tão bom".

4. Foder de olhos vendados

Esta é aquela que faz mais sentido, precisamente por isso, anula um sentido, o da visão, e é provável que isso cause maior prazer na gaja, porque na verdade não se desfoca na foda e concentra-se em si, só que é mais individualista, uma máquina de foder fazia bem o trabalho.

E também parece um pouco inútil, boa parte das gajas e gajos fecham os olhos quando estão a foder, por isso podem fantasiar de uma coisa que já sabem como será, há muito pouco desconhecido, e nenhum risco.

Para o gajo é mais uma questão prática, isto bem entendido algumas vezes, o gajo que fantasia foder gajas feiosas com um belo corpo, que as há muito e são sempre as melhores, muitas vezes diz "meto-lhe o saco na cabeça e depois vou-lhe à cona e ao cu".

5. Sentir romantismo na foda

Ha ha ha, esta é demais!!! E nem vale a pena falar muito, mas acontece sim.

As gajas fantasiam foder com o vizinho, fantasiam ser putas, brinquedos e tudo, falar mal, só que com os desgraçados de alguns maridos, querem que o gajo seja romântico. Quem é que vai perceber uma coisa destas? Meu amor pra aqui meu amor pra ali, mas olhinhos aqui e acolá, assim não dá mesmo.

6. Fazer sexo oral na foda

Aqui começamos a falar de coisas sérias. Há gajas por aí e já agora gajos que fantasiam em fazer sexo oral durante o ato e estou perplexo ainda não me recompus. Quando li que havia gajos que fantasiavam fazer sexo oral, ainda pensei que queriam mesmo fazer umas mamadas, mas foi sol de pouca dura.

Não, parece que elas fantasiam fazer umas mamadas e eles de pô-las a mamar, isto é inacreditável, então não sabem que a foda é isso?, que há mais buracos que o buraco propriamente dito? Isto ainda é uma fantasia?

7. Fazer sexo anal na foda

Bom bom gaja que fantasia levar no cu e não leva, é mesmo um caso perdido, ou não tem tido o acompanhamento devido, porque gajo que quer fazer sexo anal, só fantasia se for por querer ter uma experiência homossexual e querer que lhe vão ao cu.

É como o sexo oral, porque gaja que está fantasiando mamar e levar na peida, é mau sinal, é sinal de que não anda só a fantasiar, e já tem perspectiva de concretizar essa fantasia, não aguenta, é demasiado sofrimento, e gajo que vive com ela pode bem estar fodido.

Há muitas mais fantasias ao que parece, mas este estudo está em desenvolvimento e pode bem não ficar por aqui, como se viu as circunstâncias mudam e as fantasias progridem com o desenvolvimento, gajas e gajos a foder por controle remoto já se viu, mas também domésticas a bater punhetas na net, é todos os dias, e isto é só um exemplo ... outros capítulos virão ....

Há melhor namorado que o da irmã?

18:44 0
Há melhor namorado que o da irmã?
O Diego conta ao Biografias Eróticas como foi:

Sabe confessionário me chamo Diego mas assim em casa gosto que me chamem de Bruna, nasci negão e tenho essa coisa que não posso mudar, sempre gostei muito de apanhar no cu.

Conheci o Wilson pela minha irmã, ele era namorado dela, um dia estava lá em casa da gente na Rocinha, dei com ele me olhando pro rabo, e dei com a minha irmã Isaura topando ele e perguntando a ele se era veado, eu tinha assim um calçãozinho apertado e um topzinho pequeno, andando assim bem leve bem espetadinho.

Ali passou, a irmã lhe disse, "olha o Diego meu irmão é veado e se você vai com veado é melhor dizer já, cara", mas Wilson disse "qual é, está me reconhecendo, não sou veado não, estava só olhando seu irmão, parece uma menina", ela dizia "sim eu sei vamos ver né", e eu me ria.

A nossa casa na Rocinha é pequena, espaço apertado, e já tinha dado para ver Wilson malhando na Isaura, comendo a cona e o cu dela, ele dizendo "negra tosuda", com o caralho bem teso e eu ali vendo ele, a foder ela, ela gritando e eu desejando que Wilson me viesse ao cu.

Wilson era assim um negão cara de mau, bem saliente bem musculado, da vida dura da favela, e confessionário quando aparecia para comer a Isaura, eu me apresentava né, mostrava para ele as minhas coxas, meu cuzinho pequeno, meus lábios e minha boca, quase implorando a ele "me vem ao cu Wilson".

Tinha visto ele no boteco, estava esperando por Isaura, e quando me viu passando, ele veio atrás e percebi logo, "Wilson vai-me comer", entrou aí na casa atrás de mim, e nem deu tempo, me empurrou para uma mesa, me baixou a calcinha de renda, baixou os calções dele, saltou o caralho teso e saiu roçando no meu cu.

Wilson estava com medo, olhava pela janela se Isaura vinha, e me enterrou o caralho no cu, assim um pouco violento, me vieram lágrimas de dor, mas estava adorando, ele me comendo o cu, gingando as ancas, me penetrando, e olhando pela janela.
Foto de Chris Czermak no Pexels
Estava ali deitado, na mesa com meu peito apertado, sentindo o caralho dele a abrir-me o cu, meu ânus apertado me doendo, estava gemendo de prazer, ele bem rápido me fodendo, avisado a ver se Isaura vinha, ouvi ela a falar da rua, quando Wilson estremeceu, a tirar o caralho do meu cu, a guardá-lo nas calças a correr, quando ela entrou.

Ela não nos viu ou apanhou, mas a partir daí Wilson ficou vidrado em mim, em meu cuzinho, sabe, bem apertadinho, bem melhor que a cona da minha irmã, me dizia depois no barraco onde a gente se encontrava, que já não dava prazer a ele, muita rotina, abrir as pernas foder e pronto, e foi aparecendo para comer ela, mas depois se foi.

Mas comigo era diferente, nos deitávamos na cama, lá no barraco dele, e eu mamava no caralho dele tempo e tempo e ele me ficando doido, me punha de costas, me abria as nádegas e ficava ali, partindo o caralho dele no meu cu, tão bom durante tanto tempo, estava amando ele, mesmo quando dizia "Diego eu gosto de comer você, mas não sou veado, cara, sabe isso?", e eu dizia para ele "sim você é meu macho, me chama de Bruna, vá".

Um dia ele me chamou de Bruna, eu estava cavalgando ele, com o cuzinho bem empinado, descendo sobre o caralho dele, ele com os olhos fechados, quase se vindo e eu me vindo também, as mãos dele agarrando forte as minhas nádegas, fazendo força me enterrando todo, quando ouvi aquele "Bruna você é demais, adoro esse cuzinho".

Estava tudo bem, mas Isaura andava desconfiada, Wilson tinha desaparecido e eu desaparecia muito também, deve ter-me seguido, quando Wilson me estava enrabando, ela apareceu de repente e saiu gritando para ele "você é um veado", toda a gente ouvindo ela a gritar "está indo ao cu ao meu irmão, veado veado".

Wilson ficou doido e desapareceu da Rocinha, nunca mais vi ele e não estava percebendo porquê, muitos machos na Rocinha conheciam bem a minha boca e o meu cu ...

Dois cometas nunca se tocam

19:24 0
Dois cometas nunca se tocam
A Magda conta ao biografias eróticas como foi:

Conhecia-a num desses programas de formação de jovens meio perdidos e no meio daquela confusão de personalidades difíceis, de existência conturbada, a quem eu dava umas aulas de qualquer coisa para os entreter e sobreviver, a Andreia destacava-se pela rebeldia e a agressividade.

Muito dura nas palavras, para os colegas e para mim, feita de experiências amargas, de perdas e decepções, de más escolhas e de ausências, de perturbação e realismo, num ser físico tão belo, de uns olhos tão doces, um corpo torneado tão excitante, uma inteligência desaproveitada, que com tudo isso, mesmo o mau, me apaixonou logo.

Eu não devia, nem me cabia, era ir além do suposto, naquele mundo não há ilusões, seria para mim uma passagem, mas queria compreendê-la, aproximar-me e perceber, como é que a Andreia chegou ali, onde estava agora, poder salvá-la ajudá-la, a ver mais ou, talvez eu errada, a ver o que eu queria, o que achava certo, mesmo na dúvida se não é o errado.

Também estava confusa, tinha saído de um divórcio, andava a pôr-me de pé, de um casamento sem saída, quando nos aproximámos mais, ela a ver-me velha, tratava-me por senhora, eu a rir-me das loucuras dela, via-a uma miúda, quando a convidei pra minha casa, almoçarmos falarmos, nem sei bem porquê, quando já não pensava nela, apareceu.

Digo que fiquei surpreendida, e com medo dela também, era uma miúda que preocupava, e não sabia bem o que queria, desgovernada a andar pela minha casa, a ver os cantos como um animal, como se procurasse pontos de saída, até que se sentou ao meu pé no sofá, silenciosa a olharmos uma para a outra, a mirar-me o corpo todo, inquieta se pra me atacar, avançou sobre mim veloz, recolhi os braços rápido, a dizer "não me batas Andreia, não te fiz mal".
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"Não sejas tonta", ouço-a dizer-me, a afastar-me os braços doce, com aquele lado oculto de menina, veio até à minha boca e deu-me um beijo, fiquei perplexa e doida, pelas loucuras dela, ela podia ser lésbica, ou senão, ser nada ou só livre, fazer o que queria, repetiu repetiu a dar-me beijos e a fazer-me festas, mesmo vendo que não reagia.

Deve ter pensado que ia dar luta, levantou-se a despir-se toda, "sabes Andreia que fui casada?", "sei e depois?", respondeu-me ela, ria-se do meu gostar de a ver, um corpo macio uns olhos uma boca lábios vermelhos, ferviam os meus preconceitos e o meu sangue, as mãos dela mexiam na minha roupa, mãos pequenas e húmidas a entrar em mim, a tocar-me na pele nos mamilos nas mamas, como autómato me despia, a soltar-me a saia, a tirar-me as cuecas, eu a deixar-me ir, não reagia, não pensava.

Eu não sabia o que fazer, as mãos dela a abrir-me as pernas, senti a língua dela na minha cona, e tombei para trás a gemer, abri ainda mais as pernas a deixá-la entrar, a minha mão nos meus pelos, e o meu clitóris a tremer, há anos que não sabia o que era foder.

A Andreia sentia-a masculina, a subir por mim, a comandar o meu corpo, decidida a dar-me prazer, beijava-me o corpo os mamilos a boca, voltava ao meu cllitoris aos meus papos tesos, uma língua furiosa excitada violenta, a sentir-me cair no espaço nas estrelas de olhos fechados molhada a vir-me.

Dormimos juntas, sentia-a sair de manhã, sem pedidos sem remorsos, para mim era uma loucura, ter estado com outra mulher, uma miúda mais nova, dois cometas a arder e a aproximar-se, mas não se tocariam mesmo.

Como um amor impossível, teria acontecido se em outras circunstâncias, nunca mais a esqueci, via-a uns anos depois, tinha os dois filhos com ela, não me reconheceu e parecia infeliz, como eu tinha sido antes de a conhecer.