BIOGRAFIAS ERÓTICAS
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish

O sexo com cheiro de rins grelhados

17:07 0
O sexo com cheiro de rins grelhados
O Tino Queixinhas tinha-se ido queixar ao Padre Rafael. Estava internado como nós e, não sei se por carácter, se por educação transviada, andava sempre à cata de faltas deste ou daquele para ir informar o Padre Rafael do que se tinha passado. Era tão mau que nem os Padres Estefânio e Alberico gostavam dele. 

Naquela noite o Fragoso e eu tínhamo-nos esgueirado do colégio, era uma sexta-feira à noite, e por azar nosso, naquele fim-de-semana, já com tudo arranjado com o Estefânio e o Alberico, os pais do Tino Queixinhas não o foram buscar ao colégio.

Para ter benefícios que desconheço foi logo a correr ao Padre Rafael contar da nossa saída, obrigando os supervisores da noite, o Estefânio e o Alberico, a darem explicações, e a nós a ser-nos aplicados castigos.

O Padre Rafael era o director do colégio interno, homem com os seus 60 anos, que vivia segundo muitos lemas, sendo o último, "a pessoa é o que come". Nos últimos meses sempre que tinha uma oportunidade apanhando um aluno ou outro padre desprevenido incapaz de lhe fugir lá se saía com o seu último lema de vida.
Nos últimos meses também alimentava-se à base de rins grelhados que cozinhava no próprio quarto empestando de mau cheiro a carne queimada e morta a ala norte, residências dos padres. Ai de alguém que se aproximasse e comentasse o mau cheiro, não havia veleidades dessas com o Padre Rafael, era suportar e calar.

Quando regressámos da nossa saída nocturna, entre mim e o Fragoso, o Padre Rafael escolheu-me a mim, talvez por ser mais dócil, e menos endinheirado que os pais do Fragoso, para ir ao quarto dele para me explicar e se era mesmo verdade o que o Tino Queixinhas lhe tinha ido contar.

Ele sabia bem que era verdade, que nós fugíramos para nos irmos divertir, discotecas e álcool, compreensível, não tanto por mim, mas pelo Fragoso e o Buchinhas que não sabiam bem o que era ter pais, como sabia dos negócios do Estefânio e do Alberico, já que também ele em tempos tinha sido supervisor nocturno.

"Leo, sabes que isto não pode ser", disse exalando um forte odor a rins. Estava sentado numa poltrona, o hábito subido até à cintura, via-lhe as pernas até acima, sem cuecas quase até ao pénis. "Isso de sair é muita responsabilidade, os teus pais podiam saber e depois", continuou. "Eu não conto nada aos meus pais", já entrevendo o que ele queria.

"Chega-te a pé de mim, aí de joelhos, e pede-me desculpa", disse o Padre Rafael. Sentei-me de joelhos entre as pernas dele, vi o hábito ao sabor da mão dele a escorregar para cima, apercebendo-me agora do pénis dele teso e duro, tombado de lado.

"Vá pede desculpa, como costumas pedir ao Padre Estefânio". 

Dobrei-me um pouco, o necessário para pôr o pénis dele na minha boca, apertei-o com os lábios, e comecei a mamá-lo. Gostava de mamar caralhos, mas neste apercebia-me de um certo mau cheiro da roupa, do corpo, da respiração, nojo do corpo dele, aquela ideia presente de rins grelhados, sem prazer algum, que não fosse resolver um problema e pronto.

Tirou o hábito, reconhecia-lhe o corpo disforme, maltratado pelo tempo, e pelos maus pensamentos, com pelos velhos, brancos retorcidos, por toda a parte, sebo acumulado, nele e nas paredes do quarto.

"Anda despe-te e senta-te aqui", apontava para o pénis dele. Sentado na poltrona, rodei o meu cu e costas para ele, e sentei-me lento no pénis dele, a subir e a descer, a correr por ele até ao fundo do meu cu, ouvindo nas minhas costas o som rouco de um animal, a agarrar-me as nádegas, forte com as suas garras sujas, "isso Leo, dá-me esse cu, estás a gostar?", apetecia-me vomitar, que se viesse e eu saísse dali.

Sinto-o a estremecer e a vir-se, "isto fica entre nós, já sabes quando quiseres sair tu e  Fragoso é vires cá ao meu quarto pedir-me", "Vá, vai embora", dizia enquanto se limpava e vestia o hábito.

Segredos de uma aeromoça ou hospedeira de bordo

16:03 0
Segredos de uma aeromoça ou hospedeira de bordo
Andávamos aborrecidos. Eu, o Fragoso e o Buchinha éramos os únicos sem saídas aos fins de semana porque os pais, ou não tinham condições para os ir buscar, ou, como o Fragoso, faziam tudo, com muito dinheiro e desculpas, para o esquecerem.

O Fragoso era de longe a nossa espécie de mentor naquele local. Apesar de ter a nossa idade era ele que nos conseguia dinheiro ou permissões de saída do colégio para sair à noite para as brincadeiras e quem reunia a experiência para nos levar a sítios e locais fora do comum. Ensinou-nos as maneiras de contornar a idade, parecendo mais velhos, para entrar em discotecas de adultos e beber bebidas alcoólicas.

Sendo menino nascido em berço de ouro, aprendera a sobreviver, não por falta de dinheiro que era sempre muito, mas a sobreviver à solidão e indiferença familiar, que mal um telefonema lhe faziam. Por isso vi-o muitas vezes a chorar sózinho ou no nosso ombro, meu e do Buchinha, com uma espécie de mágoa interior, que muitas vezes se manifestava em violência.
Mas naquele fim-de-semana especial tivemos a visita da mãe do Buchinha quando foi ao colégio para o ir buscar. Sabíamos que era hospedeira de bordo ou aeromoça, como se diz no Brasil, não sabíamos é que era brasileira e uma mulher de perder a cabeça. Soubemos depois que o Buchinha era fruto de uma relação dela com um piloto de avião, e que ela, numa das viagens que fez, o encornou com um comissário de bordo. 


Tratámos logo do plano, o Buchinha tinha de falar com a mãe Marieta e levar-nos aos dois, a mim e o Fragoso com ele. Ela só tinha de aceitar e responsabilizar-se por nós naqueles dias. Não era fácil, porque faltava a autorização dos nossos pais, mas o Fragoso no dia anterior pressionou os Padres Estefânio e o Alberico para fazerem força para sairmos. E assim foi.

Não me lembro bem do sitio, mas lembro-me da casa. Era uma vivenda com piscina, cara o suficiente para perceber que era demais para as posses da mãe do Buchinha, mas de alguma maneira alguém, provavelmente o pai cornudo, pagara ou andava a pagar aquilo.

Quando lá chegámos, numa manhã ensolarada e quente, eu e o Fragoso só tínhamos olhos para a mãe do Buchinha. De bikini branco, num corpo maravilhoso, umas mamas empinhadas, um rabo perfeito, era o suficiente para o Fragoso e eu exibirmos sem vergonha ou retenção os nossos pénis tesos, que ela à passagem, olhava e apreciava.

O Buchinha, invejoso e ressentido, topou-nos logo, estes dois querem comer a minha mãe, e pelo que ele conhecia dela, uma mulher de sangue quente imprevisível, era bem possível. Perto de nós, uma voz doce musical, real e não a treinada para agradar outro tipo de gente, perguntava-nos pelo colégio, pelos estudos e pelo filho.

Bastava olhar para ele, que ela sabia que o Buchinha gostava de levar no cu, e acho que lá no seu interior se perguntava se já lhe tínhamos ido ao cu. Sentia-lhe o cheiro a perfume suave de quem sabe cuidar da beleza extrema que possui, sempre a olhar para o meio das pernas dela, aquele reguinho visto papudo, de uma cona húmida e lábios grossos que os meus gaguejos não escondiam querer comer.

Acho que o Buchinha desapareceu irritado, a dar-nos espaço como se fossemos hienas, e ela, reconhecida, a dar-nos um prémio de amor pelo nosso carinho pelo filho. Foi imediata, via e sentia o nosso sofrimento, as nossas línguas e bocas sem descanso, os paus duros a quererem explodir, ela se calhar excitada, puxou-nos para o interior, uma sombra fresca  a dar descanso aos corpos e foi quando deixou cair o bikini e as calcinhas.

Para nós, Fragoso e eu, foi como uma visão divina, aquela mulher caia-nos do céu, um corpo lindo de mulher adulta, para dois miúdos esquecidos e sem memória, um sopro de humanidade, a dar-nos livre os mamilos para chupar, a fenda húmida para lamber e penetrar.

Em silêncio de palavras, mas com voz de sentidos, olhos, tacto, e cheiro, despimos os calções de onde saltaram de mim e do Fragoso dois caralhos rijos, como se fossem armas prontas a disparar, para a atingir. 

Ela sorria com a nossa surpresa, estava-se a dar-nos sem troca, deitou-se leve sobre umas almofadas, como uma deusa à espera dos seus escravos, de pernas abertas, a apontar-me a clitóris rosado, "vem, lambe-me", e ao Fragoso, a correr-lhe a mão pelo caralho, a puxá-lo para si e a pô-lo na boca.

Já tinha visto filmes pornográficos, e por momentos cai-me nos olhos, afastando a beleza ingénua, um certo ar de puta porno da mãe do Buchinha, com um tesão ainda maior, a correr-lhe com a minha língua aqueles papos grossos, encurvando-se ela, num corpo retorcido de prazer e pulsão juntas, em harmonia com o meu desejo de a comer.

A sorte primeira foi do Fragoso, beijou-lhe a boca e os mamilos, posicionou-se sobre ela, e sem dó nem piedade, quase violento a querer demonstrar uma qualquer força, enterrou-lhe o caralho comprido e duro na cona. 

Contorceu-se com uma dor querida, que aplaquei com o meu caralho na boca dela, a estrangulá-lo nos lábios fortes, uma língua grossa como de uma vaca, a percorrê-lo de alto a baixo, muito cuspo e muito desejo.

O Fragoso deu-me o lugar, ela virou-se com o cu lindo e redondo para mim, como de uma preta bronzeada, enterrei o meu caralho na cona da Marieta, a comê-la por trás, o Fragoso a apontar-lhe o caralho teso, com os quadris flectidos num movimento harmónico, a entrar e a sair, a fodê-la na boca dela.

Só pensava em comer-lhe o cu, pedia ela "vem-me ao cu, menino, vem-me ao cu", enterrei-lhe no rabo, a penetrar-lhe o ânus duro, um "ai", grito alto e profundo dela, quando vi o Buchinha a ver-nos a comer-lhe a mãe.

Sai do cu dela, entrou o Fragoso, a partir-lhe a peida desalmado, a cavalgar nela a rédea solta, batia uma punheta com os meus olhos no Buchinha, a vir-me doido sem meio ou prendimento, ele a gostar como vingança e castigo, ela a agarrar na nádega como uma puta louca, a vir-se a gritar "ai, ai, que bem", encharcada, e o Fragoso a esporrar-se todo nela.

Um fim-de-semana memorável, a comermos a Marieta, como prémio que nos deu por sermos jovens.

Noite rapazes fazendo sexo no colégio interno

12:30 0
Noite rapazes fazendo sexo no colégio interno
Já tinha passado algum tempo que estava no internato. Noite dentro, no meu quarto, já tinha recebido muitas visitas dos Padres Estefânio e Alberico. Como eu também o Buchinha e o Fragoso, meus amigos mais próximos, já tinham sido visitados por eles. Se falássemos em desprotecção, éramos os mais escolhidos por não termos grandes saídas de fim-de-semana.

Os meus pais não tinham condições para me ir buscar, a minha situação era aliás transitória, o que não acontecia com o Fragoso que arriscava uma vida escolar praticamente sem ver os pais, só nas férias com os pais obrigados pela direcção do colégio a levá-lo, e o Buchinha que saía esporadicamente para estar com a mãe.

O Buchinha era de longe o mais sacrificado, filho de pais divorciados, gente de muito dinheiro, pagavam para o ter longe deles. A mãe, hospedeira ou coisa parecida, viajava muito e só raramente, era o que dizia ele, estava em casa para o ir buscar.O pai esse era inexistente, num ano inteiro entre entrar e sair daquele local nunca o vi.

Comparado com ele, má comparação, sentia-me forte e estruturado, vendo no Buchinha uma pessoa com um futuro difícil, correndo a vida aos trambolhões, talvez no futuro salvo pelos pais há custa de muito dinheiro, com um lugar num partido politico, no colégio já havia muitos desses, ou num qualquer interesse corrupto.

Tinha pena do Buchinha, nos dias que os Padres não o visitavam, o quando o visitavam apenas se serviam dele, o Buchinha refugiava-se no meu quarto ou no do Fragoso. Metia-se na minha cama todo nu, cheinho sem ser gordo, e comia-lhe o cu.

O Buchinha não tinha tido a sorte de ser prendado com um pénis grande, e não sei se por isso ou por ser um miúdo submisso, sempre indefeso e amedrontado, a onda dele era levar no cu. Por mim adorava vê-lo a mamar no meu caralho, e depois de muito mamar, já teso e rijo, enterrava-lho nos entrefolhos do cu. 

Adorava sentir o corpo quente dele, o rabo gordinho, as ancas largas, a forma como se entregava a ser enrabado, gemia baixinho, comigo a acanzaná-lo, a entrar nele com força, a empinar o rabo para que o fodesse mais fundo, a forçar-lhe o ânus apertado, até que nos vínhamos livres e depois se escapulia para o quarto.

O Fragoso sabia porque também fodia o Buchinha, os outros e os Padres desconfiavam mas que soubesse nunca viram.

Como se comportar no colégio interno

22:10 0
Como se comportar no colégio interno

Foi um ano complicado. Os meus pais tinham que tomar decisões sobre onde se fixarem mais tempo. Não sabiam bem, se em Moçambique se em Portugal. E para não perturbarem a nossa formação decidiram-se pelo internato. Para o meu pai, era mais uma daquelas ideias de que circunstâncias dessas fortaleciam o carácter e um ano num colégio interno só me podia fazer bem.



A Carlota com mais idade e necessitada de mais vigilância ficou com eles a frequentar o liceu, a Bárbara foi para um internato de meninas, e eu recambiado para um de rapazes. Já sabia mais ou menos o que esperava, pelo menos em parte, um colégio religioso, com regras duras e férreas, onde, como dizia o meu pai, eu aprenderia muita disciplina para além de muita matéria escolar.

Quando lá entrei fui encaminhado por um senhor padre, ou coisa parecida, não sei bem, para uma espécie de bloco onde se situavam em fileira os quartos dos vários alunos. Chamava-se Estefânio e era quem dividia com outro padre, o Alberico, a vigilância nocturna daquele espaço.

O quarto em si era espartano, não muito diferente de uma prisão, uma cama, uma mesa de estudo, uma estante e um cacifo para roupa. As casas de banho eram comuns a vários quartos e no meu caso situava-se a alguns metros da porta do meu quarto.

Não foi preciso muito tempo para perceber que os internados eram muito poucos e que a maioria dos alunos frequentavam o colégio em regime de externato. Comigo, presos naquele local, estavam o Buchinha ao fundo, chamado assim pelo excesso de peso, o Fragoso, menino de famílias ricas, e outros, que nem me dei muito ao trabalho de fixar, porque apesar de internados iam ter com a família aos fins de semana.

Quase todos ricos, não o meu caso circunstancial, em que os pais pouco tempo dispensavam para eles, preferindo tê-los presos naquele local, aturando-os aos fins de semana, enterrando-os em actividades.

Na minha primeira noite recebi logo a visita do Padre Estefânio. Parecia ser habitual naquele lugar fazer a ronda pelos quartos dos alunos para saberem se estava tudo bem. Os Padres Estefânio e Alberico eram muito jovens ainda e tinha sido escolhidos pelos mais velhos por acharem terem as qualidades, como a da juventude, para compreender e ajudar os jovens internados.

Lembro-me que o Padre Estefânio entrou no meu quarto, já noite, sentou-se na minha cama, e senti-o passar a mão pelas minhas pernas "então Leo, tudo bem, vais gostar de estar connosco", e sair com um sorriso de quem espera prémio pela sua dedicação.

Falei com o Buchinha e o Fragoso meus amigos que me disseram depois que tanto o Estefânio como o Alberico se aproveitavam do cargo e da noite para se atirarem a nós para nos comerem o cu. Parecia que o Estefânio era mais de querer enrabar os alunos enquanto o Alberico era mais de os convencer com promessas para que lhe fossem ao rabo a ele.

Não precisei de muito tempo para perceber que o Buchinha não desgostava das visitas nocturnas dos dois, mais do Estefânio, reconhecendo que gostava que lhe fosse ao cu, como depois lhe fui eu várias vezes durante o internato, e que o Fragoso, mais duro e rígido consigo próprio era mais de ir, e para poder fugir à noite, comendo o cu ao Alberico regularmente.

Motivado por interesses menos próprios, recebi primeiro a visita do Estefânio. Já me preparara e quando entrou no meu quarto naquela noite, sentou-se na minha cama, e quando me passava a mão acima das pernas descobri as cobertas e exibi-lhe o meu pénis rijo e teso. Acho que não se deixou surpreender, correu a mão pelo meu pénis agarrando-o ao de leve, manipulando-o para cima e para baixo, como se estivesse hipnotizado.

Baixou-se ao de leve, colocou-o na boca e começou a mamar-me. Percebia o sono dos meus colegas de presidio nas celas ao lado, enquanto agarrava na cabeça do Estefânio e a empurrava para baixo para que me mamasse mais. Soltou-se, despiu-se num segundo, apenas um hábito que soltou pela cabeça como um vestido de mulher, num modo já rotineiro e treinado, e nu ajeitou-se na minha cama.

Senti o corpo quente dele junto ao meu, num arremedo de excitação, um rabo novo e miúdo para descobrir, num espírito ofegante e urgente, cheio de tesão para mim, a puxar-me a mão contra ele para lhe tomar o pénis grosso e teso. Esfregou-se em mim, um cheiro limpo de sabão simples, um corpo agreste, sem contornos ou humanidade, sobre mim e o meu peito, a abrir-me as pernas a procurar satisfação.

Sinto-o a penetrar-me, a entrar com o caralho dentro de mim, num desejo solitário como se eu não existisse, a foder-me forte e uma missão rápida a executar, seu objeto um prazer egoísta, dava-lhe o meu cu sem receber nada em troca, forçei-o e virei-me, ele a enrabar-me por trás, a parecer-lhe novidade, a empinar sobre ele o meu rabo, "vem vem Estefânio, dá-lhe", e masturbar-me doido e a violá-lo, nos seus valores, poder e propósitos, não era suposto eu gostar, senti-o a estremecer e a vir-se.

Fugiu rápido da minha cela.

Sensualidade de mulher e o corpo da Vanessa

00:26 0
Sensualidade de mulher e o corpo da Vanessa
A culpa será do calor Algarvio
O ambiente, as vontades e o desejo unem-se e conjuram
Duas mulheres num acometimento divino
Humanas deusas no Olimpo 


Tínhamos vindo até ao Algarve com os miúdos para casa dos meus sogros, eu e a Ângela, a minha mulher. Pela tarde queimámos os corpos ao sol, momentos em que me permitia admirar a beleza da minha mulher e a sorte que me fora dada por a ter. 

Os cabelos castanhos quase alourados, a face, o corpo de sonho, as pernas, as mamas, tudo na forma e medidas corretas, aquela vagina linda que adorava lamber, o rabo redondo e firme que me perdia por comer, mas mais importante, uma cabeça de génio e percepções que a nós simples mortais, só em presença da luz interior dela, nos dava um conhecimento secreto e solitário de outros mundos.

A Ângela por aqueles dias andava com alguma fisgada, via-a impaciente, tinha passado algum tempo depois do nosso acordo informal, em que o Fontes segurança, a tinha comido, e, não sei porquê, ela aspirava por alguma ação.

Naquela tarde ao sol, virou-se para mim e disse-me "A Vanessa está cá, sabias?", "Não", disse-lhe. "Estive a falar com ela, e convidei-a para vir passar um tempo connosco", continuou.

"Vou gostar de vê-la, já passou algum tempo desde a última vez", respondi. "Sabes, falei com ela do nosso acordo, e, olha não sei o que me deu, e pedi-lhe para ela foder contigo, o que achas?".

A Vanessa era realmente outro sonho de mulher. Nossa amiga hà alguns anos, até mais da Ângela do que minha, e tinha o ar surpreendente de uma mulher, mais do que independente, uma mulher livre. Era o que lhe apetecia ser, e por isso, por esse exemplo, adorávamos a amizade dela.

E depois tinha tudo, foi-lhe dado por deus todo o arsenal que existia, para fazer uma mulher bonita. O cabelo preto liso, a parecer azeviche, o corpo moreno, quase índio, de uma mulher com poder interior, os olhos esverdeados cintilantes, e um sorriso irónico permanente de alguém que decidiu não escolher o sofrimento voluntário dos outros.



Apesar de a conhecer hà alguns anos nunca a tinha comido, não que eu não o desejasse, mas senti-lhe sempre fortes reticências de alguém que não troca um homem e uma foda por uma amizade. 

Era implacável com valores elevados, e talvez por isso, não a visse com desejo de comprometimento com alguma relação, uma mulher solitária a seu gosto, e pelo medo que infundia nos homens quando a abordavam. Qualquer homem sentia-se intimidado perto dela, com aquele sentido de "esta não, é areia de mais para a minha camioneta".

"A Vanessa, queres que dê foda na Vanessa? E ela o que disse?", perguntei. "Disse que sim, disse-me também algo curioso. Que há muito tempo andas a olhar para ela com olhos de comer", riu-se.

Pudera, comer a Vanessa, era o mesmo que ter uma experiência exótica, sentia por ela o mesmo que sentia pela minha mulher quando a fodia, aquele prazer de pertencer a um grupo restrito de homens, a quem é dada a oportunidade de entrar em solo sagrado, de poderem foder o corpo delas juntamente com a cabeça. 

Não duvidava que a Vanessa como mulher sabida já tinha estado com muitos homens mas sentia-lhe no olhar a presença daquele sentimento de que a maioria eram instrumentos de prazer dela, um cabide com um pénis na ponta, para satisfazer as suas necessidades.

Na tarde seguinte, encontrámo-nos na casa da Vanessa em Faro, sorriu-me com aquele ar maroto de que já estava tudo decidido entre ela e a minha mulher, esperava-se apenas a minha execução, que senti na pele, com um constrangimento profundo, de ser avaliado por elas.

Já tinha visto a Vanessa semi-nua na praia em topless, aquelas mamas que me vinham à memória, fartas e rijas a explodir, os mamilos espetados, que eu me imaginava muitas vezes a lamber, que traziam uma ereção constante, mas agora toda nua, revelada a mim, a vagina húmida e rosada, a pedir a minha língua independente e perversa.

A Ângela aproximou-se de mim e disse-me "olha senta ali, mudámos de opinião à última hora". Acho que já o devia esperar, ou pelo menos já o devia ter previsto, era uma partida.

Nuas na cama como deusas, sendo eu o mortal espectador, abraçaram-se as duas aos beijos, os seus corpos unidos nas nuvens, e a minha mão no pénis teso a adorá-las, o rabo da Vanessa movia-se em harmonia com a Ângela, esfregando as fendas húmidas, via-lhes os lábios grossos das conas a tocarem-se forte pela ação das duas, como se quisessem penetrar em vão, pernas entrelaçadas como de uma só.

Nem me lembro bem se batia uma punheta ao vê-las, a sua ligação tão intensa, a língua da Vanessa corria pelo clitóris da Ângela, os gemidos, os cheiros, o sorriso delas ao verem-me vê-las, a fazerem-me uma demonstração, um espectáculo divino só eu o preferido, sem direito de intervenção.

A Ângela descia agora sobre o corpo da Vanessa, as suas línguas a tocarem-se de fugida, como se o melhor estivesse para vir, arqueados os seus corpos, a minha mulher lambia a cona da amiga, os dedos dela friccionavam os papos da sua cona, gemiam forte como em coro, foda-se que me estava a vir, abanavam-se as duas em pleno orgasmo, num transe violento intenso, via-as a cair juntas, molhadas de satisfação, a vierem-se doidas até ao fim.

O meu rabo na piscina de Lagos

17:35 0
O meu rabo na piscina de Lagos
No dia anterior tinha estado na piscina do parque de campismo de Lagos com o meu amigo Bruno. Provocara o homem mais velho, ele e eu, perdemos a cabeça, fomos para a minha tenda foder naquele calor abrasador e destilante.

Dei-lhe o meu cu como lhe prometera quando estávamos à beira da piscina e a mulher e os filhos se tinham ido embora. Abriu-me o rabo todo, deixando-me o ânus dorido, causou-me muita dor e uma comoção violenta pela forma como me comeu. 

Foi violento, como se se quisesse vingar de mim, por o ter desviado, apesar de reconhecer nele uma vontade repetida de quem já foi ao cu a muitos homens, em que circunstâncias não sei, como vi depois até com o saber da mulher, resignada por conhecer o homem que é seu marido, e os gostos, mais do que de a foder a ela, de comer rapazes como eu.

Deu estaladas, palmadas nas nádegas, agarrou-me o cu, e enrabou-me com dureza, quase me sufocando, martelando-me o ânus sem compreensão, ou desejo que não fosse o de se vir em mim e me ver sofrer.

Abandonou a tenda, deixando-me ferido, roto e só, a chorar lágrimas de dor, com o cu todo partido por um caralho enorme e duro, fodeu-me à bruta, e nunca mais o queria ver.

Só que vi, no dia seguinte, voltei à piscina, com o meu ânus magoado a precisar de mar e sol, não  só eu e o Bruno, mas também o Zé Martelo, e outros meus amigos que chegaram ao parque de campismo.

Ao fundo vi o boi, o homem mais velho, com um sorriso descarado de quem diz "então gostaste, se gostas de levar no cu, eu gosto à bruta", e até a mulher dele a rir-se e como que a comentar "é para ele aprender como é, se é rabo e mete-se com homens é assim", com um desgosto incompleto de quem espera não amor mas desejo.

Os meus amigos brincavam, mergulhavam nas águas da piscina, enquanto me perdia em olhares para o meu meu amigo Zé Martelo, de quem eu gostava que me viesse ao cu, a admirar-lhe nos meios das pernas o volume grosso, mas com as convenções a impedir-me, só o Bruno eu tinha comido.

Olhava para o boi, pensava eu "fodeste-me fizeste-me sofrer mas eu até gostei", "se doeu já passou", provocando-o discretamente, levantei-me em direcção dos balneários a passar por ele e a mulher "queres, anda vem-me ao cu".

Notei que me seguiu, com a aceitação calada da esposa, entramos nos balneários vazios, os meus amigos desapercebidos, numa divisão própria e discreta, onde baixei os calções, todo nu para ele, mamei-lhe o caralho já duro, virou-me contra a parede, e enterrou-me duro o caralho no cu.

Levantava-me as nádegas como se quisesse crescer para mim, faltavam-lhe pernas e altura, o meu rabo lindo a ser matraqueado, a entrar e a sair, com um som grave e um cheiro a carne, o meu ânus apertado vermelho de aberto, a resfolegar cansado.

Deitei-me sobre um banco, de pernas abertas para ele, fodeu-me duro como se fosse com a mulher dele, as ancas a rolarem contra mim, gemia eu baixinho, que foda nova me dava, com algum amor e aproximação, afinal dava-me o que desejava, um caralho grande e rijo a comer-me o cu. Só me lembro que se veio como um boi, esporrando-me o rego do cu, e eu com uma punheta excitada, também.

Meu verão escaldante em Portugal

22:55 0
Meu verão escaldante em Portugal
Por vezes o acaso oferece-nos surpresas
Para mim, foi uma tarde de amor jovem
Uma prenda de um corpo de menino a desejar ter sexo
comigo

Mas que tarde tórrida de Agosto. Cometi a imprudência de sair de casa em busca de uma brisa e de um café para uma das esplanadas do bairro. Não havia vivalma como eu gosto, além de mim, só o empregado e um velho numa mesa ao fundo. 

Saboreava o café e um cigarro quando por trás de mim aparece um rapaz, aí dos seus 17 ou 18 anitos, bamboleando o rabo, corpo liso e maravilhoso, calças brancas justas, ténis a condizer, uma blusa lisa de cor salmonada, muito na moda das meninas da idade dele, de fones nos ouvidos e telemóvel na mão. 

Passou por mim, atravessando a esplanada, com o ar tranquilo de um jovem inconsciente que sabe do que gosta, vendo o meu interesse, parando mais à frente, como quem espera por alguém, com um sorriso cúmplice, mirando-me sem reservas, causando-me uma erecção violenta. 

Que miúdo lindo, que prenda me era devida, nesta tarde de verão, um pouco mais novo que o meu filho Heitor, desejei-o logo, imaginando o divino, de um amor grego, provocando-me sem pudor, passava a mão pelo rabo, a fingir ajeitar as calças, coisa que fazia muitas vezes, no interior das pernas, olhando para mim "vem-me ao rabo, pareces o que procuro".

Nem queria acreditar, muita coisa aconteceu comigo, por iniciativa minha, sendo eu o provocador, agora ameaçado pela troca de papéis, a Ângela minha mulher não estava, só eu e ele para nos amarmos.

Continuava ali a dez metros de mim, a passar a mão pela zona, muito perto do ânus, sempre a sorrir e a prometer, numa garganta seca a minha língua húmida, o meu caralho teso a apertar-me os nervos, no meio de um bafo quente e abrasador.

Levantei-me olhando-o intensamente "se queres o que eu penso eu quero dar-te, vem", seguiu-me até casa e entrámos, num ambiente fresco pré-definido, abracei-o logo e beijei-o, mas porque me era dado tanto?, que beleza que céu eu tinha direito, um corpo nu jovem e de mil palavras, quero comê-lo só pensava eu.


Envolvi-o em mim, oferecendo-lhe o meu corpo e o meu pénis que mamou, mamava eu o dele com sofreguidão, beijava-lhe o rabo, abrindo-o sem pressas, esfregava-me nele e no seu cheiro, limpo e adocicado, a língua e a boca enrolada na minha, não queria que fosse passageiro, que antecipação doida que fodemos e queria fodê-lo fodê-lo e fodê-lo.

Forçei-lhe o ânus devagarinho a enterrar-lhe o meu caralho, queria ser doce para que gostasse de mim, como uma boneca de porcelana, a entrar e a sair dele a seu pedido, que corpo meu deus, de menina que rebuçado que angústia, quero-lhe muito, colado a ele, as minhas ancas subiam sobre um rabo lindo apontado ao céu, a enrabá-lo fundo, não queria que acabasse.

Cavalgou sobre mim, havia em mim lágrimas de prazer, abraçava-o e puxava-o para mim, a agarrar-lhe as nádegas para lhe entrar, naquele querer jovem e de menino, a dar-me muito mais prazer do que tenho para lhe dar, beijámo-nos como amantes, e viemo-nos juntos.