Marido prevenido e resolvido - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Marido prevenido e resolvido

Nós estávamos a chegar, eu e o meu marido tínhamos feito mais de quinhentos quilómetros para ir até à pequena vila onde a minha mãe nascera e os meus avós tinham passado boa parte da sua vida. 

No caminho, eu ia recordando os períodos de férias que ali tinha passado na companhia da minha mãe quando eu era adolescente, pensando que há mais de duas décadas não regressava àquele lugar. 


Só o facto de ter de acertar a venda de algumas terras de que os meus avós eram proprietários e que para nós não tinham qualquer utilidade fez com que saísse da cidade e das minhas atividades habituais. 

Eu não sabia quem era o comprador, tudo tinha sido arranjado à distância por outras pessoas, e por isso foi com grande surpresa que vim a descobrir que o interessado era o Flávio, um rapaz na altura emigrado em França, que por altura do verão, ele vinha também passar as férias juntamente com os pais na nossa pequena vila. 

Quando nos encontrámos para acertar os detalhes da venda das terras, apesar dos anos passados, eu reconheci-o logo, e disse para ele, “eu nunca pensei que fosses tu a querer comprar, eu pensava que vivias em França”, ele sorriu gentilmente, e disse, “eu voltei, e vim para cá para ser agricultor, eu, a minha mulher e os meus três filhos.” 

O meu marido estava ao meu lado quando eu falava com o Flávio e o modo como eu e ele falámos, despertou ao meu marido um certo interesse, e à noite quando jantávamos, ele perguntou, “eu achei estranho a maneira como vocês se entenderam, tu já o conhecias?”. 

Na verdade, eu já conhecia o Flávio, e quando o vi após mais de vinte anos, veio-me à memória um verão que ali passara e o conhecera pela primeira e única vez. 

Na pequena vila os verões eram muito quentes e intensos, numa terra onde não havia mar, nem rio, e por isso os mais novos procuravam locais para tomar banho e refrescar-se, os rapazes costumavam ir para um tanque enorme de rega onde eles se banhavam todos nus e as raparigas para uma pequena enseada aberta pelas águas da cascata de uma ribeira. 

Estando de férias, sem nada para fazer, e com um calor abrasador, a enseada de água fresca cristalina com fundo de seixos e areias era o nosso maior prazer, as raparigas estendiam-se ao sol totalmente nuas esperando que ninguém aparecesse para as surpreender. 

Eu contei isto ao meu marido, e ele perguntou, “mas o que tem isso a ver com o gajo”, contei-lhe que como as raparigas estavam nuas a tomar banho na ribeira às vezes apareciam rapazes e homens que se escondiam na folhagem das árvores para nos ver. 

E o meu marido perguntou novamente, “humm, já estou a perceber, este Flávio foi um deles que se escondia para vos ver nuas?”, eu respondi que não foi bem assim, que com o Flávio foi diferente, e disse, “uma vez estava eu e a Rosa, uma amiga minha, e nós reparámos que estava um homem mais velho a masturbar-se.” 

O meu marido riu-se e eu continuei, “eu como me julgava mais experiente que a Rosa por ser menina da cidade, eu virei-me para o homem e abri as pernas para ele se excitar ainda mais”, eu lembrava-me bem, “e depois, nós víamos que ele estava a bater uma punheta, e eu passava os dedos pela vagina a abri-la toda para ele ver”. 

Eu acho que o meu marido não estava surpreendido por eu lhe dizer isto, de certa maneira ele conhecia a mulher com quem se tinha casado, e ele perguntou, “e isso aconteceu muitas vezes?”, eu respondi, “muitas vezes, até à vez do Flávio”. 

O meu marido ardia em curiosidade de querer saber dos motivos da nossa reação, eu quando vi agora o Flávio a minha emoção foi tão violenta que não lhe passou despercebida, eu por pouco quase o beijei e uma profunda excitação atingiu o meu corpo todo. 

O meu marido perguntou, “mas conta o que se passou?”, e eu disse, “o que se passou é que ele em vez de se esconder nas árvores, ele veio ter connosco, e quando se aproximou ele ficou a olhar para os nossos corpos nus, e sem dizer nada ou pedir licença, ele despiu-se todo nu e mergulhou na ribeira.” 

“E depois”, insistia o meu marido, eu contava, “depois, quando ele saiu da água a escorrer pelo corpo todo, ele já vinha com o pénis teso de ter estado a olhar para nós”, eu reparava que o meu marido se aborrecia, ele achava a história pouco interessante, e continuou, “e depois”. 

Eu prossegui, “depois ele deitou-se ao meu lado, e quando eu menos esperava fiz o papel de menina experiente e acabámos os dois a foder ali mesmo”, o meu marido abriu a boca, “humm, eu começo a perceber”, e eu continuei, “e durante uma semana em que os dois estivemos na vila, nós fodíamos todos os dias, se queres saber, amor, nem sei como não engravidei”. 

E foi quando o meu marido perguntou, “e tu? lembras-te se gostaste de foder com ele?”, eu realmente lembrava-me que as fodas que tinha dado com o Flávio tinham sido as melhores da minha vida, nenhum homem depois dele me tinha feito gozar tanto como ele, ele apesar de adolescente como eu,  já tinha um pénis de homem grosso e comprido, muito maior do que o meu marido alguma vez teve ou qualquer outro homem com quem eu fodi antes de me casar. 

Eu respondi ao meu marido, “mais ou menos, eu acho que sim, amor, nós éramos muito jovens, eu gostei sim, amor, eu gostei muito de foder com ele”, o meu marido insistia, “mas como é ele?, é bem fornecido?”, achei que eu tinha que contar a verdade ao meu marido, e eu disse, “sim amor, o Flávio era, como se diz agora, ele é muito bem dotado de pénis”. 

Lembrava-me que da primeira vez que nós fodemos na enseada da ribeira a minha amiga Rosa assistiu, ele começou a brincar comigo, a dar beijos na minha boca, nos meus mamilos, no meu ventre, e de repente, ele abriu-me as pernas e ele mergulhou a língua na minha fenda inchada de tesão. 

A minha experiência de sexo não era assim tanta, eu já tinha fodido com alguns namorados antes, mas nunca nenhum me tinha feito o que o Flávio me fez, ele lambeu-me a vagina, os meus lábios mais íntimos abriram-se de prazer, enquanto a minha amiga Rosa via, eu abanava e levantava o meu corpo nas mãos dele. 

O meu marido perguntou, “mas como foi?”, eu achava que não podia dar todos os detalhes, “ora, amor, como foi??, eu estava excitada de lhe ver o pénis teso, eu abri as pernas, e ele veio para cima de mim, e enterrou o pau na minha cona”. 

Eram coisas do passado que interessavam ao meu marido, “e foi muito tempo?”, eu respondi, “acho que sim, foi bastante”, e o meu marido, “e tu? atingiste o orgasmo? Ele ejaculou em ti”, eu assenti, “sim, amor, vários orgasmos, sim, ele veio-se para cima de mim, amor”. 

O meu marido queria saber tudo, “tu disseste que foi durante uma semana”, eu já um pouco aborrecida com tantas perguntas, “mas amor porque é que queres saber isso? Já foi há tanto tempo”, mas ele não desistia, “conta-me amor, eu quero saber”, e eu continuei, “eu e o Flávio íamos para o quarto onde eu estava e fodíamos, nada de mais, se queres saber, ele foi o primeiro que me fodeu o cu, e eu adorei, amor”. 

Eu estava casada com o meu marido há mais de dez anos e ele nunca se aventurou a comer-me o cu, e quando eu disse que o Flávio tinha sido o primeiro ainda despertou mais o seu interesse, “eu não sabia que gostavas de levar no cu, e houve outros, amor?”, eu respondi, “tu sabes, amor, eu tive outros namorados, amor, eles não me deram tanto prazer como o Flávio, mas eles sempre me comeram o cu, amor” 

Por momentos, eu pressenti que ia ter uma discussão com o meu marido, mas depois ele perguntou, “se fosse agora, tu gostavas que ele te desse uma foda, amor, gostavas?”, quem ficou surpreendida com a pergunta fui eu, “agora quê? Estás a dizer agora hoje?”, ele respondeu, “sim, se tu o seduzires vais ver que ele vai querer dar-te uma foda, amor”. 

Eu disse ao meu marido que eu era uma mulher casada, que o passado não se mistura com o presente, que reviver um prazer antigo isso seria impossível, mas a imagem do Flávio mesmo a mais rude recente, não me saia da cabeça, sentia um desejo profundo de foder com ele novamente. 

E eu disse ao meu marido, “oh amor, tu não me digas uma coisa dessas, tu não brinques com isso, ele tem mulher e é casado, o que nos aconteceu é porque éramos jovens, e isso, amor, não se repete”, mas o meu marido insistia, “eu não quero é que tu reclames depois, e regresses a casa a pensar nele, mais valia tu dares uma foda com ele, para a coisa se resolver.” 

No dia seguinte, eu e o meu marido fomos ter com o Flávio para a venda das terras, eu reparei que o meu marido olhava para mim, quando ele me apanhou a olhar para o volume entre as pernas do Flávio, e houve ali um momento em que o meu marido sussurrou ao meu ouvido, “se tu não falares com ele para ele te foder, falo eu”, eu agora estava mesmo irritada, o meu marido dizia, “depois não reclames, depois não reclames”, e reparei que o Flávio nos fixava. 

Foi quando o Flávio veio ter comigo mais à parte, e perguntou, “há algum problema?”, e foi quando eu respondi, “não, ou melhor!!, o problema é que eu disse ao meu marido que nós os dois já tínhamos fodido”, o Flávio sorriu e perguntou, “e o teu marido o que disse?”, eu continuei, “eu acho que não ficou surpreendido, ele disse que nós devíamos foder agora, acho que é para eu não ficar a pensar em ti”, e vem o Flávio e diz, ”se ele não se importa!! E tu, gostavas que eu te desse uma foda?”, agora foi a minha vez de sorrir, “claro que gostava, nós podíamos ir para o nosso hotel.”. 

Eu fui ter com o meu marido e, dando-lhe um beijo na face, disse, “ele falou que sim, tu não te importas mesmo?, querido, tu é que queres que a tua menina dê uma foda, vamos para o hotel?”, o meu marido sorriu, olhou para o Flávio, e disse “oh amor, eu quero é que fiques satisfeita, e eu já reparei que ele tem uma bela ferramenta para te fazer feliz, amor.”. 

Passado um tempo, nós os três estávamos na nossa suite do hotel, e eu disse ao meu marido, “amor, eu e o Flávio vamos para o quarto, queres vir também? O Flávio não se importa, tu não queres vir ver a tua querida a ser fodida, amor?”, o meu marido respondeu, “não, vão vocês, eu fico aqui na sala, vai amor, vai foder”. 

E foi assim, eu e o Flávio fomos para o quarto, eu tive o cuidado de deixar a porta aberta, eu queria que o meu marido ouvisse tudo, o Flávio e eu começámos a despir-nos, e logo depois, nós estávamos os dois nus deitados na cama. 

O Flávio começou a beijar o meu corpo, a minha boca, os meus mamilos rijos como amoras, e como no passado, ele mergulhou a língua na minha vagina, ele lambia os meus lábios inchados, com pequenos beijos no clitóris, e eu não aguentei, soltei um grito,”aihm humm aihhn”, de um prazer aprisionado, “aihm foda-se, aiiii, caralho”, eu sentia-me toda molhada da saliva dele e dos meus fluidos mais íntimos. 

O Flávio subiu depois até mim, a beijar-me na boca, e eu a sentir o meu gosto salgado, eu tinha o pau dele na mão, um pénis grosso como o recordava, “aim Flávio, caralho! que tesão me dás, foda-se! fode-me que não aguento mais”, a mão dele tremia na minha cona, a abrir-me as pernas de lado a lado, um dedo dele que escorregava no cu, “aimm, minha mãe, foda-se!!.” 

Ele fez sinal para eu me virar, ele queria foder-me por trás, ele deitou-se nas minhas costas, a puxar-me o rabo para o alto, eu sentia as suas mãos rudes e calejadas, quando senti o instrumento poderoso a escorregar pelos meus lábios da cona, e a entrar, a entrar, a entrar, até ao fundo, “aihmm Flávio fode-me toda, aihmm, parte-me a cona, aihm, que eu quero tanto, aihmm caralho, aihmm”. 

O Flávio começou a bombear dentro de mim, saía e enterrava o pénis duro, com um força tremenda que me empurrava contra o colchão da cama, tão viril e pleno, ele batia com os quadris no meu rabo, eu sentia as minhas nádegas em movimento, de tantas eram as estocadas que me dava, “aihmm, caralho! que foda!, não pares, parte-me a cona, aihmm”. 

Eu sentia que ele acelerava, eu ouvia ele dizer para mim, “eu adoro a tua cona, foda-se! que eu parto-te a cona toda, humm”, eu ouvia-o respirar fundo, como um cavalo de trabalho, eu ouvia e ele gemia “eu vou comer-te o cu também, queres?”, eu dizia, “quero, aihmm come o meu cu, foda-se!”, até que ele atingiu o limite, começamos os dois a estremecer, eu soltei um grito tão alto, que devia ter-se ouvido no hotel, “aihmm, aihmm, que me venho toda, aihmm, caralho”, e ele também soltou um som rouco, “uhrrrr, caralho! que tão boa foda que tu és!!”, ele começou a ejacular em ondas quentes dentro de mim. 

Os dois caímos na cama cansados e eu disse ao Flávio, “eu vou ver como está o meu marido”, e eu levantei-me da cama nua e fui para a sala descalça, a dar pequenos saltos no chão frio, e o meu marido estava sentado no sofá, do que me pareceu, ele olhava para a televisão. 

Quando me viu chegar perto dele, ele virou a cara para mim e sorriu, “e então? Tu estás a gostar de foder, ele está a comer a tua cona bem, eu estou a ver, ou melhor, estou a ouvir”, eu sentei-me ao lado dele no sofá, dei-lhe mais um beijo na face, e sussurrei ao ouvido “estou a adorar, querido, o Flávio sempre foi a melhor foda que dei”. 

Ele puxou a minha perna para o colo dele, a mão do meu marido desceu pela minha coxa e três dos seus dedos entraram-me na cona, e ele disse ao meu ouvido, “tu estás toda molhada, ele encheu-te a cona de porra?”, eu acenei a sorrir e a dizer que sim, “ele veio-se todo cá dentro, querido, tu estás a sentir”, enquanto isso o Flávio aproximou-se de nos, estava nu e com o pau ainda duro como se não fosse nada. 

Eu agarrei-lhe no pau, a obrigá-lo a aproximar-se de mim e do meu marido ainda mais, e quando lhe espremi o pénis saiu de lá uma última gota de esperma que eu lambi com a minha língua engolindo depois o pau dele todo para dentro da minha boca, eu olhei para o meu marido e eu reparei que estava deliciado, com a mulher dele a chupar um pau tão grande. 

Quando senti que o Flávio estava ainda mais duro, eu forcei-o para baixo, eu levantei as pernas para o alto, e disse, “anda Flávio, come-me a cona, anda”, o Flávio baixou-se, ele levantou as minhas pernas um pouco mais, lancei um braço de volta do pescoço dele e um outro braço no pescoço do meu marido, e o Flávio enterrou o pénis dentro da minha cona, a sair e a entrar com força, ele bombeava e não parava, e o meu marido olhava para baixo, a ver aquele caralho grosso a penetrar-me a fenda. 

Eu gemia agarrada ao pescoço do meu marido, “ai amor que ele fode a tua menina aihmm amor aihmm”, o meu marido ia-me dando beijos na cara e dizia, “a minha menina gosta tanto de caralho, não gosta Flávio?”, o Flávio respondia, "é, ela adora, eu comi a cona e o cu dela com este pau e queria sempre mais", eu gritava, “aihm querido eu adoro caralho querido aihmm que foda, aihhm que foda, aihm, tu gostas de ver a tua menina a levar na cona, querido?”, o meu marido dizia que gostava, quando o Flávio disse, “anda para cima me mim, quero que metas no cu.” 

Eu e o Flávio mudámos de posição, ele sentou-se ao lado do meu marido, e eu subi para cima dele, eu agarrei o pau do Flávio e apontei-o ao meu cu, depois eu fui descendo por ele, eu sentia o meu ânus que se abria, com pregas tensas alargadas ao máximo, eu gemia para o meu marido, “aihm querido, é tão grande, ele parte o cu da tua menina, aihm amor que dói”. 

Eu comecei a subir e a descer pelo pénis do Flávio, num movimento rítmico do meu rabo, o Flávio prendia as minhas nádegas como garras, para me forçar a que o pau dele entrasse mais, o meu marido olhava por trás deliciado com aquela coisa grossa a foder-me o rabo, até que o Flávio disse, “vira-te que estou quase”, eu sai de cima dele e pus-me na posição de quatro agarrada no sofá. 

O Flávio veio por trás, ele apontou o pénis ao meu cu e entrou solto e escorregadio, por momentos eu senti a mão do meu marido a afastar uma das minhas nádegas, e eu disse a gemer, ”tu estás a gostar amor, ele está a partir o rabo da tua menina, aihmm, ai que tão bom, parte-me toda para o meu amor ver”, até que senti o Flávio a estremecer, eu sabia que se estava a vir, ele ejaculou dentro do meu cu, e eu sabia pela cara do meu marido, o que ele estava a ver, um rio de porra que escorria de mim. 

Pouco depois vi o Flávio e o meu marido a despedirem-se como se fossem bons amigos, eles deram um abraço, eu acho que ainda ouvi, "obrigado”, e nem sei se já tinha dito que era ruiva. 

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