BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Marido prevenido e resolvido

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Marido prevenido e resolvido
Nós estávamos a chegar, eu e o meu marido tínhamos feito mais de quinhentos quilómetros para ir até à pequena vila onde a minha mãe nascera e os meus avós tinham passado boa parte da sua vida. 

No caminho, eu ia recordando os períodos de férias que ali tinha passado na companhia da minha mãe quando eu era adolescente, pensando que há mais de duas décadas não regressava àquele lugar. 


Só o facto de ter de acertar a venda de algumas terras de que os meus avós eram proprietários e que para nós não tinham qualquer utilidade fez com que saísse da cidade e das minhas atividades habituais. 

Eu não sabia quem era o comprador, tudo tinha sido arranjado à distância por outras pessoas, e por isso foi com grande surpresa que vim a descobrir que o interessado era o Flávio, um rapaz na altura emigrado em França, que por altura do verão, ele vinha também passar as férias juntamente com os pais na nossa pequena vila. 

Quando nos encontrámos para acertar os detalhes da venda das terras, apesar dos anos passados, eu reconheci-o logo, e disse para ele, “eu nunca pensei que fosses tu a querer comprar, eu pensava que vivias em França”, ele sorriu gentilmente, e disse, “eu voltei, e vim para cá para ser agricultor, eu, a minha mulher e os meus três filhos.” 

O meu marido estava ao meu lado quando eu falava com o Flávio e o modo como eu e ele falámos, despertou ao meu marido um certo interesse, e à noite quando jantávamos, ele perguntou, “eu achei estranho a maneira como vocês se entenderam, tu já o conhecias?”. 

Na verdade, eu já conhecia o Flávio, e quando o vi após mais de vinte anos, veio-me à memória um verão que ali passara e o conhecera pela primeira e única vez. 

Na pequena vila os verões eram muito quentes e intensos, numa terra onde não havia mar, nem rio, e por isso os mais novos procuravam locais para tomar banho e refrescar-se, os rapazes costumavam ir para um tanque enorme de rega onde eles se banhavam todos nus e as raparigas para uma pequena enseada aberta pelas águas da cascata de uma ribeira. 

Estando de férias, sem nada para fazer, e com um calor abrasador, a enseada de água fresca cristalina com fundo de seixos e areias era o nosso maior prazer, as raparigas estendiam-se ao sol totalmente nuas esperando que ninguém aparecesse para as surpreender. 

Eu contei isto ao meu marido, e ele perguntou, “mas o que tem isso a ver com o gajo”, contei-lhe que como as raparigas estavam nuas a tomar banho na ribeira às vezes apareciam rapazes e homens que se escondiam na folhagem das árvores para nos ver. 

E o meu marido perguntou novamente, “humm, já estou a perceber, este Flávio foi um deles que se escondia para vos ver nuas?”, eu respondi que não foi bem assim, que com o Flávio foi diferente, e disse, “uma vez estava eu e a Rosa, uma amiga minha, e nós reparámos que estava um homem mais velho a masturbar-se.” 

O meu marido riu-se e eu continuei, “eu como me julgava mais experiente que a Rosa por ser menina da cidade, eu virei-me para o homem e abri as pernas para ele se excitar ainda mais”, eu lembrava-me bem, “e depois, nós víamos que ele estava a bater uma punheta, e eu passava os dedos pela vagina a abri-la toda para ele ver”. 

Eu acho que o meu marido não estava surpreendido por eu lhe dizer isto, de certa maneira ele conhecia a mulher com quem se tinha casado, e ele perguntou, “e isso aconteceu muitas vezes?”, eu respondi, “muitas vezes, até à vez do Flávio”. 

O meu marido ardia em curiosidade de querer saber dos motivos da nossa reação, eu quando vi agora o Flávio a minha emoção foi tão violenta que não lhe passou despercebida, eu por pouco quase o beijei e uma profunda excitação atingiu o meu corpo todo. 

O meu marido perguntou, “mas conta o que se passou?”, e eu disse, “o que se passou é que ele em vez de se esconder nas árvores, ele veio ter connosco, e quando se aproximou ele ficou a olhar para os nossos corpos nus, e sem dizer nada ou pedir licença, ele despiu-se todo nu e mergulhou na ribeira.” 

“E depois”, insistia o meu marido, eu contava, “depois, quando ele saiu da água a escorrer pelo corpo todo, ele já vinha com o pénis teso de ter estado a olhar para nós”, eu reparava que o meu marido se aborrecia, ele achava a história pouco interessante, e continuou, “e depois”. 

Eu prossegui, “depois ele deitou-se ao meu lado, e quando eu menos esperava fiz o papel de menina experiente e acabámos os dois a foder ali mesmo”, o meu marido abriu a boca, “humm, eu começo a perceber”, e eu continuei, “e durante uma semana em que os dois estivemos na vila, nós fodíamos todos os dias, se queres saber, amor, nem sei como não engravidei”. 

E foi quando o meu marido perguntou, “e tu? lembras-te se gostaste de foder com ele?”, eu realmente lembrava-me que as fodas que tinha dado com o Flávio tinham sido as melhores da minha vida, nenhum homem depois dele me tinha feito gozar tanto como ele, ele apesar de adolescente como eu,  já tinha um pénis de homem grosso e comprido, muito maior do que o meu marido alguma vez teve ou qualquer outro homem com quem eu fodi antes de me casar. 

Eu respondi ao meu marido, “mais ou menos, eu acho que sim, amor, nós éramos muito jovens, eu gostei sim, amor, eu gostei muito de foder com ele”, o meu marido insistia, “mas como é ele?, é bem fornecido?”, achei que eu tinha que contar a verdade ao meu marido, e eu disse, “sim amor, o Flávio era, como se diz agora, ele é muito bem dotado de pénis”. 

Lembrava-me que da primeira vez que nós fodemos na enseada da ribeira a minha amiga Rosa assistiu, ele começou a brincar comigo, a dar beijos na minha boca, nos meus mamilos, no meu ventre, e de repente, ele abriu-me as pernas e ele mergulhou a língua na minha fenda inchada de tesão. 

A minha experiência de sexo não era assim tanta, eu já tinha fodido com alguns namorados antes, mas nunca nenhum me tinha feito o que o Flávio me fez, ele lambeu-me a vagina, os meus lábios mais íntimos abriram-se de prazer, enquanto a minha amiga Rosa via, eu abanava e levantava o meu corpo nas mãos dele. 

O meu marido perguntou, “mas como foi?”, eu achava que não podia dar todos os detalhes, “ora, amor, como foi??, eu estava excitada de lhe ver o pénis teso, eu abri as pernas, e ele veio para cima de mim, e enterrou o pau na minha cona”. 

Eram coisas do passado que interessavam ao meu marido, “e foi muito tempo?”, eu respondi, “acho que sim, foi bastante”, e o meu marido, “e tu? atingiste o orgasmo? Ele ejaculou em ti”, eu assenti, “sim, amor, vários orgasmos, sim, ele veio-se para cima de mim, amor”. 

O meu marido queria saber tudo, “tu disseste que foi durante uma semana”, eu já um pouco aborrecida com tantas perguntas, “mas amor porque é que queres saber isso? Já foi há tanto tempo”, mas ele não desistia, “conta-me amor, eu quero saber”, e eu continuei, “eu e o Flávio íamos para o quarto onde eu estava e fodíamos, nada de mais, se queres saber, ele foi o primeiro que me fodeu o cu, e eu adorei, amor”. 

Eu estava casada com o meu marido há mais de dez anos e ele nunca se aventurou a comer-me o cu, e quando eu disse que o Flávio tinha sido o primeiro ainda despertou mais o seu interesse, “eu não sabia que gostavas de levar no cu, e houve outros, amor?”, eu respondi, “tu sabes, amor, eu tive outros namorados, amor, eles não me deram tanto prazer como o Flávio, mas eles sempre me comeram o cu, amor” 

Por momentos, eu pressenti que ia ter uma discussão com o meu marido, mas depois ele perguntou, “se fosse agora, tu gostavas que ele te desse uma foda, amor, gostavas?”, quem ficou surpreendida com a pergunta fui eu, “agora quê? Estás a dizer agora hoje?”, ele respondeu, “sim, se tu o seduzires vais ver que ele vai querer dar-te uma foda, amor”. 

Eu disse ao meu marido que eu era uma mulher casada, que o passado não se mistura com o presente, que reviver um prazer antigo isso seria impossível, mas a imagem do Flávio mesmo a mais rude recente, não me saia da cabeça, sentia um desejo profundo de foder com ele novamente. 

E eu disse ao meu marido, “oh amor, tu não me digas uma coisa dessas, tu não brinques com isso, ele tem mulher e é casado, o que nos aconteceu é porque éramos jovens, e isso, amor, não se repete”, mas o meu marido insistia, “eu não quero é que tu reclames depois, e regresses a casa a pensar nele, mais valia tu dares uma foda com ele, para a coisa se resolver.” 

No dia seguinte, eu e o meu marido fomos ter com o Flávio para a venda das terras, eu reparei que o meu marido olhava para mim, quando ele me apanhou a olhar para o volume entre as pernas do Flávio, e houve ali um momento em que o meu marido sussurrou ao meu ouvido, “se tu não falares com ele para ele te foder, falo eu”, eu agora estava mesmo irritada, o meu marido dizia, “depois não reclames, depois não reclames”, e reparei que o Flávio nos fixava. 

Foi quando o Flávio veio ter comigo mais à parte, e perguntou, “há algum problema?”, e foi quando eu respondi, “não, ou melhor!!, o problema é que eu disse ao meu marido que nós os dois já tínhamos fodido”, o Flávio sorriu e perguntou, “e o teu marido o que disse?”, eu continuei, “eu acho que não ficou surpreendido, ele disse que nós devíamos foder agora, acho que é para eu não ficar a pensar em ti”, e vem o Flávio e diz, ”se ele não se importa!! E tu, gostavas que eu te desse uma foda?”, agora foi a minha vez de sorrir, “claro que gostava, nós podíamos ir para o nosso hotel.”. 

Eu fui ter com o meu marido e, dando-lhe um beijo na face, disse, “ele falou que sim, tu não te importas mesmo?, querido, tu é que queres que a tua menina dê uma foda, vamos para o hotel?”, o meu marido sorriu, olhou para o Flávio, e disse “oh amor, eu quero é que fiques satisfeita, e eu já reparei que ele tem uma bela ferramenta para te fazer feliz, amor.”. 

Passado um tempo, nós os três estávamos na nossa suite do hotel, e eu disse ao meu marido, “amor, eu e o Flávio vamos para o quarto, queres vir também? O Flávio não se importa, tu não queres vir ver a tua querida a ser fodida, amor?”, o meu marido respondeu, “não, vão vocês, eu fico aqui na sala, vai amor, vai foder”. 

E foi assim, eu e o Flávio fomos para o quarto, eu tive o cuidado de deixar a porta aberta, eu queria que o meu marido ouvisse tudo, o Flávio e eu começámos a despir-nos, e logo depois, nós estávamos os dois nus deitados na cama. 

O Flávio começou a beijar o meu corpo, a minha boca, os meus mamilos rijos como amoras, e como no passado, ele mergulhou a língua na minha vagina, ele lambia os meus lábios inchados, com pequenos beijos no clitóris, e eu não aguentei, soltei um grito,”aihm humm aihhn”, de um prazer aprisionado, “aihm foda-se, aiiii, caralho”, eu sentia-me toda molhada da saliva dele e dos meus fluidos mais íntimos. 

O Flávio subiu depois até mim, a beijar-me na boca, e eu a sentir o meu gosto salgado, eu tinha o pau dele na mão, um pénis grosso como o recordava, “aim Flávio, caralho! que tesão me dás, foda-se! fode-me que não aguento mais”, a mão dele tremia na minha cona, a abrir-me as pernas de lado a lado, um dedo dele que escorregava no cu, “aimm, minha mãe, foda-se!!.” 

Ele fez sinal para eu me virar, ele queria foder-me por trás, ele deitou-se nas minhas costas, a puxar-me o rabo para o alto, eu sentia as suas mãos rudes e calejadas, quando senti o instrumento poderoso a escorregar pelos meus lábios da cona, e a entrar, a entrar, a entrar, até ao fundo, “aihmm Flávio fode-me toda, aihmm, parte-me a cona, aihm, que eu quero tanto, aihmm caralho, aihmm”. 

O Flávio começou a bombear dentro de mim, saía e enterrava o pénis duro, com um força tremenda que me empurrava contra o colchão da cama, tão viril e pleno, ele batia com os quadris no meu rabo, eu sentia as minhas nádegas em movimento, de tantas eram as estocadas que me dava, “aihmm, caralho! que foda!, não pares, parte-me a cona, aihmm”. 

Eu sentia que ele acelerava, eu ouvia ele dizer para mim, “eu adoro a tua cona, foda-se! que eu parto-te a cona toda, humm”, eu ouvia-o respirar fundo, como um cavalo de trabalho, eu ouvia e ele gemia “eu vou comer-te o cu também, queres?”, eu dizia, “quero, aihmm come o meu cu, foda-se!”, até que ele atingiu o limite, começamos os dois a estremecer, eu soltei um grito tão alto, que devia ter-se ouvido no hotel, “aihmm, aihmm, que me venho toda, aihmm, caralho”, e ele também soltou um som rouco, “uhrrrr, caralho! que tão boa foda que tu és!!”, ele começou a ejacular em ondas quentes dentro de mim. 

Os dois caímos na cama cansados e eu disse ao Flávio, “eu vou ver como está o meu marido”, e eu levantei-me da cama nua e fui para a sala descalça, a dar pequenos saltos no chão frio, e o meu marido estava sentado no sofá, do que me pareceu, ele olhava para a televisão. 

Quando me viu chegar perto dele, ele virou a cara para mim e sorriu, “e então? Tu estás a gostar de foder, ele está a comer a tua cona bem, eu estou a ver, ou melhor, estou a ouvir”, eu sentei-me ao lado dele no sofá, dei-lhe mais um beijo na face, e sussurrei ao ouvido “estou a adorar, querido, o Flávio sempre foi a melhor foda que dei”. 

Ele puxou a minha perna para o colo dele, a mão do meu marido desceu pela minha coxa e três dos seus dedos entraram-me na cona, e ele disse ao meu ouvido, “tu estás toda molhada, ele encheu-te a cona de porra?”, eu acenei a sorrir e a dizer que sim, “ele veio-se todo cá dentro, querido, tu estás a sentir”, enquanto isso o Flávio aproximou-se de nos, estava nu e com o pau ainda duro como se não fosse nada. 

Eu agarrei-lhe no pau, a obrigá-lo a aproximar-se de mim e do meu marido ainda mais, e quando lhe espremi o pénis saiu de lá uma última gota de esperma que eu lambi com a minha língua engolindo depois o pau dele todo para dentro da minha boca, eu olhei para o meu marido e eu reparei que estava deliciado, com a mulher dele a chupar um pau tão grande. 

Quando senti que o Flávio estava ainda mais duro, eu forcei-o para baixo, eu levantei as pernas para o alto, e disse, “anda Flávio, come-me a cona, anda”, o Flávio baixou-se, ele levantou as minhas pernas um pouco mais, lancei um braço de volta do pescoço dele e um outro braço no pescoço do meu marido, e o Flávio enterrou o pénis dentro da minha cona, a sair e a entrar com força, ele bombeava e não parava, e o meu marido olhava para baixo, a ver aquele caralho grosso a penetrar-me a fenda. 

Eu gemia agarrada ao pescoço do meu marido, “ai amor que ele fode a tua menina aihmm amor aihmm”, o meu marido ia-me dando beijos na cara e dizia, “a minha menina gosta tanto de caralho, não gosta Flávio?”, o Flávio respondia, "é, ela adora, eu comi a cona e o cu dela com este pau e queria sempre mais", eu gritava, “aihm querido eu adoro caralho querido aihmm que foda, aihhm que foda, aihm, tu gostas de ver a tua menina a levar na cona, querido?”, o meu marido dizia que gostava, quando o Flávio disse, “anda para cima me mim, quero que metas no cu.” 

Eu e o Flávio mudámos de posição, ele sentou-se ao lado do meu marido, e eu subi para cima dele, eu agarrei o pau do Flávio e apontei-o ao meu cu, depois eu fui descendo por ele, eu sentia o meu ânus que se abria, com pregas tensas alargadas ao máximo, eu gemia para o meu marido, “aihm querido, é tão grande, ele parte o cu da tua menina, aihm amor que dói”. 

Eu comecei a subir e a descer pelo pénis do Flávio, num movimento rítmico do meu rabo, o Flávio prendia as minhas nádegas como garras, para me forçar a que o pau dele entrasse mais, o meu marido olhava por trás deliciado com aquela coisa grossa a foder-me o rabo, até que o Flávio disse, “vira-te que estou quase”, eu sai de cima dele e pus-me na posição de quatro agarrada no sofá. 

O Flávio veio por trás, ele apontou o pénis ao meu cu e entrou solto e escorregadio, por momentos eu senti a mão do meu marido a afastar uma das minhas nádegas, e eu disse a gemer, ”tu estás a gostar amor, ele está a partir o rabo da tua menina, aihmm, ai que tão bom, parte-me toda para o meu amor ver”, até que senti o Flávio a estremecer, eu sabia que se estava a vir, ele ejaculou dentro do meu cu, e eu sabia pela cara do meu marido, o que ele estava a ver, um rio de porra que escorria de mim. 

Pouco depois vi o Flávio e o meu marido a despedirem-se como se fossem bons amigos, eles deram um abraço, eu acho que ainda ouvi, "obrigado”, e nem sei se já tinha dito que era ruiva. 

Revelações da melhor amiga

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Revelações da melhor amiga

De tempos a tempos recordo-me daquela noite doce de fim de primavera, pelo menos é essa a memória que eu tenho, em que o calor do dia se prolongou pela noite dentro.

A minha melhor amiga Luana vinha dormir na casa dos meus pais, e para mim era uma satisfação, era com ela que eu falava e trocava os meus segredos, eu contava os meus e ela contava os dela, sempre sobre coisas do nosso corpo, e das nossas experiências de rapazes e de amor.


A Luana e eu, como habitualmente, dormíamos juntas no meu quarto, na mesma cama, cada uma para seu lado, e era nessa união dos nossos corpos jovens de adolescentes, vestidas com as camisas de dormir, que falávamos de coisas novas que nos tinham acontecido. 

Somos da mesma idade, mas na parte do sexo ela começou tudo mais cedo do que eu, enquanto eu sempre tive medo, na maioria das vezes por causa do que a minha mãe me dizia “não acredites na Luana, ela é muito mentirosa, a mãe dela disse-me que ela faz muito sexo com rapazes”. 

E era verdade, a Luana, do que me contava e do que eu ouvira a outros amigos, ela já tinha tido muitas relações sexuais, e o que me dava prazer é que era a mim que ela contava os detalhes das vezes que já tinha feito.

Eu lembro-me bem que quando éramos mais novas, nós passávamos tardes no meu quarto ou no quarto dela a mostrarmos o nosso corpo uma à outra, eu mostrei-lhe os meus seios para ela me dizer se eram bonitos, eu mostrei-lhe o meu rabo, os meus pelos mais íntimos, e até o meu clitóris.

E nós falávamos de rapazes, daqueles que achávamos mais bonitos, ou dos que nós gostávamos mais de foder um dia, e depois nós víamos vídeos pornográficos a ver os atores a foder, nós ficávamos excitadas e riamos dos grandes pénis deles, e já nessa altura era a Luana que fazia sempre as perguntas mais difíceis.

Ela costumava perguntar-me, "Ju, tu já viste algum pénis sem ser nos vídeos?", eu respondia que não, e ela dizia logo, "eu já", e depois era eu que insistia, "de quem?", ela continuava, "dos rapazes!!, eles juntam-se vários num muro perto da minha casa e batem punhetas", eu ficava curiosa, "e eles viram-te?".

Ela dizia que sim, que eles tinham reparado que ela estava a ver, e também na mãe dela que, quando o padrasto não estava em casa, ela também gostava de ver os rapazes a masturbar-se e a virem-se, eu perguntava, "a sério, a tua mãe? estás a dizer a verdade?", e ela respondia dando uma gargalhada, "verdade, há dois, o Paulo e o Leandro, que acho que vão para lá bater punhetas só porque a minha mãe está a assistir.".

E depois, porque tinha dito que os rapazes se masturbavam juntos, ela perguntava-me se eu me queria masturbar com ela e como não sabia se devia dizer que não, tantas vezes no nosso quarto nós nos despíamos as duas e juntas, na minha cama ou na dela, e nos masturbávamos até atingirmos o orgasmo.

Um dia disse-me que tinha visto o pénis erecto do padrasto, que ele tinha saído do duche todo nu, que tinha falado com ela como se não fosse nada, e que depois foi para o quarto dele e da mãe, e eu perguntei, mais uma vez curiosa, "e como é?", a Luana respondeu, "como o dos vídeos, o caralho dele é enorme", eu insisti, "tu achas que ele fez de propósito para tu veres?", a Luana continuou, "acho que sim, mas não tem sorte nenhuma".

Custa-me muito estar a dizer como é a Luana de corpo, por ser minha amiga e também rapariga, mas eu sempre a invejei e compreendia porque é que os rapazes iam procurá-la, por ter um corpo perfeito nas medidas certas de coxas, rabo e seios, muito bonita de cara, um riso contagiante, e depois por ser fácil eles foderem com ela, eu sabia que bastava um rapaz de quem ela gostasse e lhe apetecesse perguntar se ela estava a fim de dar uma foda, e ela dava.

E foi por isso que eu perguntei, "e o teu padrasto já te viu nua?", e ela respondeu, "em cuecas ele vê-me constantemente, deve ser por isso que ele anda tão excitado, eu vou à cozinha de cuecas e reparo ele a mirar o meu corpo de alto a baixo e a ajeitar o pénis no calção", e ela ria-se largamente, "e eu tenho andado a foder no meu quarto e tenho a certeza que me ele já me viu a foder."

A Luana é tão direta a falar que por vezes não sei se ela me está a mentir ou se está a falar verdade, mas ela insistia, "eu ouço-os, ele e a minha mãe, constantemente a foder, eles fodem como se eu não estivesse no quarto ao lado, e eu também já estive a vê-los foder, as portas têm fechaduras grandes e dá para ver tudo, vi o meu padrasto a ir ao cu à minha mãe e ela a gemer, tantas vezes, Ju, nem imaginas!!".

Eu perguntei excitada e a sorrir, “não imagino o quê?”, disse a Luana, “o tesão e o tamanho do pau dele, eu ouço a cama deles a abanar, eu ouço a minha mãe a gemer, e depois eu vou ver, ele tem um caralho grosso e parte o cu todo à minha mãe.” 

Eu ouvia as suas histórias interessada, "É por isso que eu tenho a certeza que ele também me vê, eu sinto os passos e a respiração dele do lado de lá da porta, e há dias o Leandro estava no meu quarto, nós os dois estávamos a foder e ele a foder-me o cu e eu percebi que o meu padrasto esteve a ver", e depois ria-se como de habitual, "ele deve ter gostado de ver o caralho do Leandro a foder-me bem, quando acabámos ele estava a masturbar-se na casa de banho.".

E foi assim que com o tempo, a Luana começou a fazer-me perguntas ainda mais difíceis, “Ju, tens feito muito sexo oral?”, ou então, “Ju, esta semana fiz sexo com o Gui, ele pediu-me para fazer sexo anal, e sabes o que eu lhe disse?”, eu abanava a cabeça a dizer que não sabia, e ela ria-se a dizer, “Gui, porque perguntas?”. 

Nessas alturas, eu para não parecer virgem ou inexperiente, perguntava “e fizeste? Sexo anal?, ela respondia e perguntava, “claro, tu vais me dizer que não gostas?”, e era nestes momentos que eu ficava envergonhada, mas a lembrar-me do que a minha mãe me dizia, “não acredites na Luana, ela é muito mentirosa, a mãe dela disse-me que ela faz muito sexo com rapazes”. 

E eu respondia, “não sei se gosto, nunca fiz”, e ela olhava para mim surpreendida, “e sexo oral? Não me vais dizer que nunca fizeste um broche? com a tua idade?”, e eu dizia numa confusão de sentimentos, “que não, nunca tinha feito sexo sequer, nem vaginal, apenas tinha tido um namorado”. 

A Luana perguntava, “nunca fodeste? E esse namorado, ele não te fodeu?, nem te pediu para lhe fazeres um broche? Nem te quis ir ao cu?”, eu respondia, que o meu namorado bem tinha tentado, mas eu não deixara, e que depois tinham acabado a relação. 

A Luana ria-se da minha desgraça, “oh foda-se!! foi por isso que ele se foi embora, os rapazes querem é foder, e com a nossa idade é o que queremos fazer”, eu dizia-lhe que seguia os conselhos da minha mãe, que me resguardasse para o momento certo, quando eu amasse a sério um rapaz.

E foi quando, nesta nossa última conversa, ela disse-me coisas que eu não sei se acredito, mas que eu percebia que, mesmo sendo mentiras, encaixavam numa verdade possível porque muitas coisas não batiam certo.

A Luana fez uma careta, “a tua mãe? tu achas que a tua mãe não fodia? Ela fodia muito, e fode, e bem, eu é que sei, eu podia contar-te coisas, mas não sei o que vais pensar, vais achar que estou a mentir", de uma maneira que quando ela me disse aquilo eu quis logo saber, "a minha mãe o quê?".

As duas estávamos na cama, os nossos corpos estavam juntos, nós estarmos as duas nuas, ela a ver o meu corpo e eu o dela, a exibir-nos ao espelho ou a tirar fotografias, não era fora do normal, estranho foi o sentir a pele dela, quente como estava e fervia, colada à minha de uma forma tão doce, como nunca tinha sentido antes.

Ela continuou, “a tua mãe e a minha são muito amigas, elas quando eram jovens convidavam rapazes para as foder, e sabes, elas combinavam entre elas, e os rapazes trocavam, eles fodiam uma e depois a outra”, e eu perguntava como é que ela podia saber isso, e ela respondia, "e eu ouço-as falar, elas estão sempre a contar essas histórias."

A Luana colava-se ao meu ouvido, eu sentia-lhe os seios duros colados ao meus, os nossos ventres, os pelos castanhos encaracolados e a humidade da vagina na minha perna, a boca dela, o riso e os olhos, junto da minha, “e achas que elas não faziam tudo? vaginal, anal, oral, tudo”, eu respondia, “não sei, talvez, se calhar”. 

E ela insistia, “eu sei!!, tu podes acreditar!!, elas duas, a tua mãe a minha, são muito putas", ela continuava sempre no mesmo tom, "vou te dizer uma coisa que tu vais ficar maluca!! o meu padrasto já fodeu a tua mãe muitas vezes!”, para mim o que me contava poderia parecer uma novidade, mas eu sempre senti que havia qualquer coisa entre eles, talvez fosse por isso que ele não nunca ia a nossa casa.

A minha amiga deve ter pensado que guardava um segredo há demasiado tempo como se ela me quisesse proteger, e ia dizendo, "ele fodeu e fode a tua mãe, e sabes que mais, o meu padrasto vai ao cu da tua mãe constantemente, eu ouço o meu padrasto dizer à minha mãe que a tua mãe é doida por anal, ela adora levar no cu, nem imaginas".

Eu devo ter dito que não acreditava, não podia ser verdade!!, e então a mãe dela?, e ela respondeu, "ouve Ju, a minha mãe sabe e concorda, o teu pai não tem tesão, de maneira que elas juntam-se, e por minha causa em vez de foderem em casa, elas costumam ir para a garagem e o meu padrasto fode as duas lá, eu sei porque já vi".

Ela falava e eu, perplexa e surpreendida, perguntei, "viste o quê?”, senti a mão dela a percorrer-me a coxa, a subir por mim pelas pernas até à vagina, os dedos dela tocaram-me no clitóris docemente, rodaram os meus lábios húmidos, eu senti um prazer novo desconhecido, do aperto do corpo dela no meu, uma coisa nova que eu estranhava, ela falou ao meu ouvido a sussurrar, “amor, o teu pai não tem tesão, percebes!, a tua mãe é jovem, e a minha é como a tua, elas são umas putas, e elas estão sempre a pensar em caralho”. 

Eu senti o braço dele a rodear o meu corpo, as pernas dela a aconchegarem-se ainda mais nas minhas, ela deu-me um beijo na cara, um beijo molhado que me tocou nos lábios, as nossas vaginas quase se tocavam, ela aproximou-se do meu ouvido novamente, “meu amor, a tua mãe e a minha partilham o meu padrasto, umas vezes ao mesmo tempo, e outras vezes sozinhas".

Eu sentia o corpo da Luana cada vez mais quente e ofegante, numa espécie de torpor quente que nos invadia, ela tirou a camisa de noite, e ouço-a pedir numa voz rouca e insinuante, "amor, Ju, despe-te, amor, eu quero estar mais perto de ti", e eu despi a camisa de noite invadindo-me um desejo ainda incompreendido.

O corpo da Luana movia-se no meu corpo, eu senti aquele desejo que vinha dela ao meu encontro, as duas estávamos na penumbra do quarto, eu e ela estávamos nuas, a cabeça dela mergulhou no meu pescoço, ela continuou numa voz surda que mal se ouvia, “eu nunca me tinha apercebido, mas um dia eu reparei nos três a irem para a garagem, e não sei porquê, eu pensei logo que iam foder os três.".

A Luana continuava, "eu depois fui lá ver, a garagem tem umas frinchas grandes, e eu vi o meu padrasto a ir ao cu à tua mãe enquanto a minha a beijava na boca, ele abriu o cu todo da tua mãe, e eu via o pénis dele a enterrar-se e a sair, ele esteve montes de tempo a bater-lhe por trás, eu via as bolas dele a baterem, eu conseguia ver os dedos da tua mãe a masturbar-se, e depois eles a virem-se, o meu padrasto veio-se no cu dela.".

Neste momento, eu senti que a Luana explorava o meu corpo, os dedos dela tocaram-me nos lábios da vagina, e rolaram e entravam suavemente, ela quase suspirou ao meu ouvido, “Ju amor, eu estou tão excitada, eu estou tão tesa”, a boca dela procurou a minha, e eu, sentia-me envergonhada, mas eu não neguei esse doce prazer, e os nossos lábios tocaram-se. 

Ouço a Luana dizer, e mais uma vez não sabia se ela mentia, “eu acho, tenho quase a certeza, que a tua mãe e a minha já fizeram amor as duas várias vezes, e sabes, eu acho que ainda fazem, como nós agora”, eu fiquei surpreendida mas sentia que o que nós tínhamos começado não acabaria agora , “porque é que dizes isso? estamos a fazer amor?”.

A minha amiga respondeu, "estamos amor, uma vez eu estava em casa, elas pensavam que eu estava fora e quando apareci, elas estavam na sala e depois separaram-se, eu percebi que estavam a beijar-se”. 

A boca da Luana percorria-me agora os seios, os lábios molhados dela pousaram nos meus mamilos, centímetro a centímetro do meu corpo, aquelas almofadas húmidas e ternas encontraram o meu umbigo, os pelos de marta da minha fenda, e mergulharam depois em mim. 

Por momentos que pareciam sonhos, eu adormeci e deixei-me levar pelo vento e pelas nuvens de prazer da língua da Luana na minha vagina, no meu lago que se abria e onde ela bebia, todo o meu corpo explodiu por dentro, uma explosão de prazer e dos sentidos, eu arquei o meu corpo para cima, e soltei um gemido intenso, em mim um dique se abria a deixar sair o meu liquido precioso, eu estava a ter um orgasmo. 

A Luana subiu até mim, ela beijou-me mais uma vez na boca, e sussurrou ao meu ouvido, “eu e tu estamos unidas para sempre”, e riu-se, “deixa, amor, que nós arranjamos uns homens para nos foderem,  fazemos anal e tudo”. 

De manhã quando nós acordámos, e a minha mãe perguntou se nós tínhamos dormido bem, eu ainda tinha dúvidas se a Luana me tinha mentido só para fazer sexo comigo.

Sexo a três no sul de Portugal

19:33 10
Sexo a três no sul de Portugal

Eu e a minha mulher Sandra fizemos vinte anos de casados, e foi para festejar essa data que decidimos ir gozar um belo período de férias no sul de Portugal, no Algarve, o sítio mais fantástico e ensolarado da Europa, com belas praias, boa comida, belas experiências e onde se fazem sempre bons amigos. 

C
hegámos a meio da tarde ao hotel onde nos colocaram num quarto fantástico com vista para o oceano atlântico e para uma pequena vila pitoresca, e logo que chegamos fizemos planos para ir sair e jantar fora, e para isso fomos tomar um banho rápido. 

A Sandra quis ir primeiro tomar banho, dizia que tinha o corpo a ferver de tanto calor, e estando eu um pouco cansado, aproveitei a oportunidade para me sentar num cadeirão a admirá-la. 

Vi-a a despir-se, a tirar a t-shirt, o soutien, os calções, e finalmente as cuecas, até eu ver o seu corpo nu bem cuidado, belo e perfeito para uma mulher de quarenta anos, o tufo de pelos na vagina, as mamas rijas, o rabo e os mamilos tesos. 

Eu liguei o ar condicionado e por momentos deixei-me levar pelo ar fresco que enchia o quarto, a dormitar no cadeirão até a sentir de regresso. 

Ela vinha embrulhada num roupão de feltro, ainda toda húmida, o cabelo molhado, e mais uma vez admirei o seu corpo nu, as marcas brancas nos seios e nos quadris do intenso bronzeado que já tinha e do bikini curto que gostava de usar. 

Eu sentia a minha mulher tesa e excitada, e também eu ao vê-la assim nua tive um momento intenso de desejo por ela, de a querer foder ali mesmo, a apertar na mão o meu pau que engrossava, e sabia ou esperava, com notória expetativa, que se não fosse agora, hoje à noite, os dois íamos foder. 

Também eu despi a minha roupa, e ainda tentei desesperado, “Sandra, amor, vamos dar uma foda”, mas ela riu-se a limpar os cabelos, a dizer-me que tinha fome, a ver o meu pau intensamente teso, a resmungar que eu cheirava a suor, e que fosse antes tomar banho. 

Eu agarrado ao meu pau, caminhei para a casa de banho, numa espécie de má disposição alegre, a acreditar que a espera melhora as coisas, e que melhor elas se desfrutam no momento certo, e fui tomar banho. 

No regresso reparei que a minha mulher estava na varanda, o roupão aberto vendo-se o seu adorável corpo nu, encostada ao varandim virada para dentro e, do que me pareceu, ela observava o que se passava no quarto ao lado, apenas separado do nosso quarto por um pequeno muro. 

Quando me viu a entrar no quarto, ela saiu da varanda e veio ao meu encontro, a fazer-me um sinal com o dedo na boca, ela não queria que eu falasse, e depois sussurrou ao meu ouvido, “está um homem no quarto ao lado”, e eu perguntei-lhe surpreendido, “e depois?”, ela respondeu, “ele estava no quarto todo nu”. 

Agora era eu que queria saber, “e ele viu-te?”, respondeu ela, “viu claro, e eu também vi, ele andava pelo quarto com uma enorme ereção”, e eu disse, “foda-se!! Sandra, tu estavas toda nua, achas que ele te viu nua?”, ela riu-se, “ele viu claro, quando ele reparou que eu estava a olhar, ele acariciou o seu pénis a provocar-me e eu então abri o roupão e mostrei o meu corpo para ele ver”, e aí só me ocorreu dizer, “deves estar maluca, mulher”. 

Era visível para mim que a minha mulher estava muito excitada, havia um brilho especial que dominava agora o seu corpo, e também me deixou sem respiração ter a visão de um homem com o pénis ereto a admirar o corpo nu da Sandra, e por isso continuei, “e como é ele?”. 

Ela respondeu quase fora de si, “é um homem jovem, amor, muito bonito, com um corpo muito bem feito, e havias de ver o pénis dele, simplesmente assustador!!, duro e grande, todo encurvado para cima”, e aí, nem sei porquê, eu lambi os meus próprios lábios molhados, a imaginar aquele pau grosso a foder a minha mulher. 

Eu e a Sandra estávamos no meio do quarto, eu sentia-a indecisa e hesitante, como se esperássemos algo mais daquele momento, ou se o abandonávamos e pronto, passando a outro, até que eu disse, “ouve amor, vai outra vez para a varanda, e nós vemos depois o que acontece”. 

E ela foi, a bambolear o rabo nu, ainda fechado no roupão, a caminhar para a varanda, a virar-se de costas para o atlântico, a encostar-se ao varandim, enquanto eu sentado nu no cadeirão, fiquei no interior do quarto, a aguardar o que ela me dizia. 

Eu reparei que ela estava novamente a olhar para o interior do quarto vizinho, e em segundos, ela deixou abrir-se o roupão mostrando outra vez ao homem do lado o seu corpo nu, e eu percebi, pelos sorrisos dela, e pelo endurecer dos seus mamilos sensíveis, que eles estavam a comunicar. 

Ela fez um sinal com a mão ao homem, a pedir-lhe que aguardasse, e caminhou para o interior do quarto, e perguntei-lhe logo ansioso, “e então?”, ela respondeu com a voz baixa, “quando ele me viu, ele começou a mexer no pénis, a abanar com ele teso, a puxar para trás a pele do pénis, e eu vi a cabeça gorda, amor”. 

A minha mulher percebeu que o que estava a acontecer não me desagradava, o meu pénis estava ereto como pedra, o cheiro da minha mulher entrava nas minhas narinas, ela estava com um intenso tesão e desejo de sexo, o clitóris húmido da sua essência, todo o seu corpo estava tenso e expectante, as coxas, os mamilos, o rabo, e foi quando eu pedi a ela novamente, “vai lá outra vez, amor, e acaricia o teu clitóris para ele ver”. 

Ela voltou para a varanda, e a comunicação entre eles foi tão rápida, que alguns segundos depois vi a minha mulher a passar os dedos na vagina, a acariciar o clitóris, enquanto olhava compenetrada para o que se passava no quarto ao lado, as mãos dela percorreram o interior das suas coxas, ela abriu as pernas para os lados, dando a entender a ele e a mim, do lançar de olhos que me deu, de que queria muito ser fodida. 

Ela regressou novamente para junto de mim, ela rodeou os braços no meu pescoço, e falou ao meu ouvido, “ai, amor, estou tão loucamente excitada, o que fazemos?”, eu senti a respiração dela ofegante, a boca seca quando os seus lábios encontraram os meus, ela continuou, “ai, amor, quero tanto foder agora, amor”. 

A intenção da minha mulher era clara e o meu desejo também, ela olhou-me nos olhos e eu nos dela, nós compreendíamos bem o que nos ia no pensamento, e eu perguntei, “achas que ele quer?”, ela respondeu, “acho que sim, amor, ele deu-me sinal que sim, eu posso perguntar?”, eu respondi que sim, que ela perguntasse ao homem se ele queria vir até ao nosso quarto. 

Ela correu para a varanda, a minha mulher de quarenta e poucos anos, dominada pelo desejo de foder com um homem mais novo, e eu?, dominado pela visão de a ver a ser fodida, de um outro homem a penetrar a minha mulher, enquanto eu de perto assisto a vê-la a ter prazer, e reparo que ela pede ao homem para se aproximar. 

Pela primeira vez, eu consigo ver a cabeça e parte do tronco do homem do outro lado do muro da varanda e eu percebo que é um homem ainda muito jovem, talvez com uns trinta anos, alto, de cabelo preto, com uma sombra da barba muito intensa, e reparo que ele olha para dentro do quarto e nota a minha presença. 

Eu mal consigo perceber o que eles falam, mas parece-me ouvir a minha mulher dizer, “tu gostavas de vir até ao nosso quarto, eu e o meu marido íamos adorar”, eu reparo que ele olha para o corpo nu da Sandra, para as mamas rijas e os mamilos como uvas, para o ventre e para o centro do seu querer mais abaixo, eu vejo-o a olhar para mim a acenar com a cabeça, e eu também aceno a dizer que sim. 

Era a primeira vez que eu e a minha mulher estávamos numa situação como esta, nós estávamos completamente surpreendidos e também expectantes, para nós era um terreno totalmente desconhecido, nós não sabíamos como nos apresentar, se nos vestíamos ou não, e o que nós iríamos dizer. 

Num segundo, ele saiu do quarto dele e entrou no nosso, e logo a seguir, sem dizer palavra, ele reparou que eu estava nu e com o pénis ereto, e também ele deixou cair no chão o roupão que vestia, podendo eu ver pela primeira vez o que a Sandra já tinha apreciado, o corpo dele em forma e em força, e o pénis grosso e comprido totalmente ereto. 

A Sandra deixou cair também o roupão exibindo o seu corpo nu, e mais uma vez apreciei as marcas brancas do bikini que tanto tesão me davam, ela sentou-se na cama e ele aproximou-se de mim e perguntou, “tu tens uma bela mulher, sabes o que ela me pediu?”, eu respondi que não conseguira ouvir tudo porque eles falaram baixo, e ele continuou, “tu sabes não?, ela quer que eu a foda, é isso que tu queres também?”. 

Eu percebi que era conversa de circunstâncias, era uma forma de quebramos o gelo, eu olhei para o enorme pénis dele, e eu não conseguia deixar de imaginar ver aquele pau grosso a penetrar na cona da minha mulher, eu acariciei o meu pénis ereto muito mais pequeno do que o dele, e eu disse que sim, olhando para a minha mulher. 

Ele chamava-se Alex e quando eu disse que sim, ele aproximou-se da Sandra e começou com as mãos a acariciar-lhe os seios, enquanto eu vejo a minha mulher a agarrar no pénis dele, e levemente a puxar a pele para trás a mostrar a cabeça gorda, ela estava com os lábios molhados a querer logo pô-lo na boca, mas eu reparei que o Alex saboreava o momento, e que não tinha pressa nenhuma, por isso ele impediu-a naquela hora. 

Eu assistia nu, sentado no meu cadeirão, na minha mão, eu brincava com o meu pau, quando o Alex procurou os lábios dela, os lábios e as línguas deles cruzaram-se, a minha mulher abraçou-o pelos ombros dele, e durante momentos que pareceram minutos, eles acariciaram-se um ao outro, com as pernas entrelaçadas e deitados de lado na cama. 

De onde eu estava, eu via que enquanto ele a beijava e lhe lambia o corpo suavemente, nos seios e no umbigo, o pénis teso dele roçava gentilmente na cona húmida da minha mulher quando ela se abria toda, as pernas para cada lado, e eu via o clitóris rubro e brilhante da Sandra à espera do que mais aguardava. 

Também as mãos e os dedos dele moviam-se pela pele da minha mulher com uma intensidade frenética, forçando-lhe as coxas para que ela toda se abrisse toda e a mão dele pudesse entrar e agarrar a cona duma só vez, entrando com os seus dedos nela e excitando-lhe ainda mais o clitóris. 

Por momentos ele parecia-me um profissional, um gigolo, o que mais pode fazer um homem sozinho num quarto de hotel de uma região tão intensamente turística que não seja andar a vender o próprio corpo a mulheres mais velhas. 

Ocorreu-me que ele não pedira dinheiro, e só justifiquei aquele pensamento pela corrente de emoções que eu estava a sentir ao ver a minha mulher a ser fodida por ele, e depois pensei, a Sandra apesar da sua idade, era uma mulher muito bonita, inteligente, e por isso desejável, e talvez, ri-me para mim próprio, que talvez devesse ser ele a ter de pagar por eu o deixar foder a minha mulher. 

Ele deitou-se de costas na cama e dando à minha mulher o que me pareceu ser uma ordem, ela agarrou no pénis dele e aproximou-os dos lábios, e quando eles tocaram ao de leve na cabeça gorda, a minha excitação foi tão violenta que quase senti que eu estava a ter um orgasmo e a vir-me. 

Os lábios e a língua da minha mulher tocaram no pénis dele de uma forma tão gentil e cuidada que o Alex exalou um suspiro, “ai foda-se!! caralho, tão bom”, o que foi um incentivo para ela lamber-lhe a cabeça do pénis com leves mordidas, até que o engoliu todo a escorregar preso na sua boca apertada. 

A mim pareceu-me que o Alex gemia, “foda-se!! estás a ver a tua mulher?”, perguntou e eu respondi, “estou”, ele continuou, “foda-se!!, tão bom, humm”, a minha mulher estava totalmente dedicada a dar-lhe prazer, ele fechou os olhos e abandonou-se na cama, e foi quando a Sandra olhou para mim, satisfeita por eu ver a sua língua a subir por aquele pau até ao topo. 

Ela começou a acelerar o ritmo a olhar para mim enquanto ela chupava o pau do Alex mais intensamente, descendo e subindo por ele, ao mesmo tempo ela batia uma suave punheta, ele gemia, “humm, foda-se!!, meu, a tua mulher a chupar pau é o máximo, meu, sorte a tua, caralho”. 

A mim ainda me ocorreu participar naquele momento, eu pensei levantar-me e empurrar o meu pénis também para a boca da minha mulher, mas depois considerei, não, o momento era dela, a foda era dela, o meu desejo completado era só o de assistir e admirar a beleza da minha mulher a foder com outro homem. 

Aí eu vi que o Alex tinha acabado de atingir o limite da excitação com a Sandra a chupar o pénis dele, e ele então prendeu com a mão a cabeça dela para ela parar, e foi quando depois do pau lhe sair totalmente da boca, eu percebi que ainda era maior, mais grosso e mais comprido. 

A Sandra virou-se, e pôs-se de quatro na beira da cama, numa posição que ela queria que garantisse que eu via tudo, e o Alex em pé aproximou-se do rabo dela, e eu vi então o pénis dele a abrir a vagina da minha mulher, a enterrar-se para dentro dela, de um modo que ela gemeu, “aii amor, que ele fode-me toda!!, aii, amor, estás a gostar, amor?”.

Senti a voz dorida da minha mulher, eu acabara de ver aquele pénis muito duro, muito grosso e comprido, muito acima do que ela estava habituada, a escorregar entre os lábios da cona dela, a abri-la num anel largo, ela tinha o rabo levantado para cima, e estava debruçada na cama, eu levantei-me e aproximei-me da sua boca, e disse, "estou a adorar amor, que foda amor!!, estás a gostar?", ela lançou um grito, a agarrar-me na mão, "aihmm amor, estouuu tanto, aii amor".

Neste momento, o Alex fodia furiosamente a minha mulher, ele colocou um pé sobre a cama e, fodendo-a de lado, ele permitia que eu visse tudo, os olhos dele estavam quase vidrados, como se neles uma substância leitosa se tivesse instalado, ele olhava para mim quando o pau grosso se enterrava na minha mulher. 

De onde eu estava, eu tinha uma vista fantástica, o pénis do Alex penetrava a Sandra profundamente, os lábios da vagina estavam tensos e muito apertados, ele entrava e saía sempre a bater, os quadris dele nas nádegas dela, até que ele acelerou ainda mais, a minha mulher começou a gritar, e eu percebi, ela estava a gozar e a ter um orgasmo. 

Eu batia freneticamente no meu pau, era tanto o gozo e prazer que a minha mulher me estava a dar, e senti na minha mão a minha própria porra a sair, a Sandra gemeu e gritou ainda mais, “aihm querido, ai, que foda querido, ai que estou-me a vir toda”. 

O Alex também tinha atingido o seu limite, todo ele tremeu no pau, ele tirou fora a sair rápido da vagina da Sandra, e logo depois ejaculou, vários jatos quentes de porra entravam e saiam da cona da minha mulher, e para mim foi uma excitação tão grande, de eu a ver toda encharcada com o esperma de outro homem. 

Todos estávamos cobertos de suor, e se parecíamos exaustos, ainda não tínhamos acabado, nós deitámo-nos todos na cama, e do sorriso da minha melhor e da vontade do Alex, eu percebi que os dois e eu queríamos mais. 

A minha mulher beijou-me na boca e perguntou, “gostaste da foda, querido, foi maravilhosa não foi?”, respondi-lhe, “adorei, querida”, e ela sorriu ainda mais, “queres que eu foda mais, amor?”, respondi-lhe que sim, e ainda nessa tarde, que se estendeu para a noite, o Alex fodeu a minha mulher mais duas vezes, e foi tão grande o meu prazer de a ver a ter orgasmos seguidos e de ele a ejacular a porra na fenda da minha mulher. 

Neste dia, eu e a Sandra fomos dormir exaustos, sabendo que do outro lado da parede do nosso quarto, nós tínhamos um amigo que nos ia acompanhar até ao fim das férias.


Prazer anal com irmã por perto

17:35 0
Prazer anal com irmã por perto

Talvez não para os outros, mas para mim o verão estava no fim. Tinha passado longas temporadas a bronzear-me ao sol na praia que mais gosto muito perto da minha casa e já estava suficientemente bronzeado e cansado de estar deitado no areal e queria fazer outras coisas. 


Mas a minha irmã tinha chegado a casa após um ano inteiro de trabalho em Macau – ela é representante de uma grande empresa internacional com negócios naquele território - e quando chegou a primeira coisa que me pediu foi para lhe fazer companhia para ir à praia. 

Eu fui porque para ela o verão começava agora. Mas quando chegámos ao areal encontrei o Mateus, um amigo, nem sei se lhe posso chamar assim, que já não via há algum tempo, e disse à minha irmã que ia tratar de um assunto e que já voltava. 

Eu devo ter regressado uma hora depois. Ela olhou para mim e disse “meu deus, que estás todo suado, demoraste tanto tempo, o que estiveste a fazer?”, o nariz dela aproximou-se do meu corpo, e continuou “cheiras a sexo e a homem também, não me vais dizer que estiveste a fazer sexo?”. 

Eu sorri com alguma vergonha, respondi que não e corri para o mar. Precisava de me lavar, mergulhar na água fresca, curar algumas feridas e restabelecer o equilíbrio, e quando regressei reparei que o Mateus tinha estado a falar com ela, e quando me aproximei já ele se ia embora. 

O Mateus e eu já temos uma história. Todos os verões ele trabalha na praia a alugar cadeiras e toldos onde as pessoas se deitam e se protegem do sol, a partir de um barracão que tem junto ao mar onde vive naqueles períodos e guarda as suas coisas. 

Quando cheguei perto da minha irmã, perguntei “o que é que ele queria?”, ela olhava para mim com uns olhos profundos, como se me fizesse uma radiografia, “ele esteve a dizer que vocês são bons amigos”, disse ela, eu sorri a baixar os olhos, como se ainda tentasse guardar algum segredo que ela já conhecia. 

Durante algum tempo estivemos em silêncio, até que ela avançou novamente, “fiquei incomodada com o que ele me disse, não lhe dei essa confiança, mas ele disse que tu és uma boa foda”, não sabia o que responder à minha irmã, e ela continuou, “realmente tu vinhas todo suado e ele também estava, vocês estiveram a foder alguma gaja?”. 

Perguntei, “ele não te disse mais nada?”, ela olhou-me curiosa, e depois ouço-a dizer, “quer dizer, ele pareceu insinuar, mas não compreendi, nem acreditei”, “o quê?”, perguntei ansioso, “ora, ele pareceu dizer que vocês os dois, bem …, que vocês tinham estado a foder”, ouvi e pensei que tinha de ir até ao fim, “nós a foder como?”, foi a vez dela ficar envergonhada, “ora, homossexual, ele quase me disse que lhe tinhas dado o cu”. 

Eu e ela ficámos um pouco a olhar para o mar, à sombra, debaixo de um chapéu de sol, eu reparei o quanto a minha irmã era bonita e perfeita como mulher, e sempre estranhei a pouca vontade dela se comprometer com homens, namorados e maridos, enfim, era a sua natureza, e eu aguardava a sua reação. 

Foi quando a minha irmã perguntou, “é verdade? Estiveste quase uma hora ausente e nessa hora enquanto eu estava aqui na areia, ele estava a foder-te o cu?”, pensei um pouco nas palavras que lhe havia de dizer, e respondi “mais ou menos”, ela insistiu, “mais ou menos como?”. 

Olhámos para o fundo da praia, e lá estava o Mateus com outro homem que mais parecia cigano, com um pouco de barriga, foi quando eles ao longe se aperceberam do nosso olhar, e acenaram e riram-se, e foi quando eu disse “bem …, digamos que foi mais do que menos, foram os dois”. 

A minha história com o Mateus: sol quente em chão fresco

Ela olhou muito para mim, mais surpreendida do que irritada, e do que falávamos sentia na minha irmã alguma excitação na sua voz, como se lhe faltasse o ar, e nesse movimento, a postura do corpo dela mudou de posição, vestia apenas um bikini em baixo, os seios tinha-os à vista, e da nossa conversa, vi que os mamilos dela ficaram duros e tesos. 

Eu não conseguia imaginar o que iria no pensamento da minha irmã, mas ouço-a quase a murmurar, “apanhaste mesmo no cu dos dois?”, eu respondi “sim”, ela continuou, “desde quando gostas de levar no cu? eu não imaginava”, continuei eu, “acho que desde sempre, mas é uma coisa bissexual, compreendes?”. 

Ela sorriu, e percebi que ela me queria provocar, “essa bissexualidade, é mais de foder ou de apanhar no cu?”, agora fui eu a rir, “acho que gosto mais de apanhar no cu”, e rimo-nos juntos. 

Não sei porquê, mas quando eu respondi senti que me olhava para o corpo como se estivesse à procura de sinais que indicassem esses meus gostos e desejos, ela encolheu as pernas junto ao peito, com os braços a abraçá-las, num momento em que deu para eu ver a fenda inspiradora do sitio da sua vagina, quando ela me perguntou, “onde foi?”. 

Eu apontei-lhe o barracão que existia no topo da praia, “foi ali, lembras-te, o Mateus chamou-me quando nós os dois íamos a passar”, ela acenou com a cabeça, “o que é que ele te disse?”, eu respondi, “ele perguntou-me se eu queria levar no cu”, ela depois perguntou se já tinha acontecido antes, e eu respondi que sim, algumas vezes, mas só com ele, com o cigano tinha sido a primeira vez. 

Ela quase que me exigiu saber, e perguntou, “conta-me como foi?”, e eu respondi, “então, ele perguntou se eu queria e eu disse que sim, e fomos para o barracão, e só quando entrei é que vi lá o cigano sentado, em tronco nu, e percebi logo que ia foder com os dois”. 

“E depois?”, perguntou a minha irmã ansiosa, e respondi, "quando entrei no barracão o Mateus tirou a roupa, uns calções e uma t-shirt, e vi saltar lá de dentro o pénis já teso e preparado para me foder o cu.".

E comecei então a contar tudo à minha irmã.

Que também eu tirei a roupa e vi o Mateus aproximar-se, a dar-me uma palmada no rabo, e a dizer para o cigano, “não te disse, já visto o rabo dele, tão bom, redondo e branco, parece de uma menina, já fodi este rabo umas quantas vezes, nem imaginas o quanto ele adora levar com o meu pau no cu”. 

O cigano tinha tirado o pénis para fora, enquanto o acariciava eu reparei o quanto era enorme em grossura, e ouço o cigano dizer, “ya, belo cu, ya, tens razão, eu vou adorar comer este cu também”, e foi quando o Mateus me puxou, “anda chupa no meu caralho”. 

Contava ainda à minha irmã, que aí pedi ao cigano para filmar com o meu smartphone, mais tarde eu queria ver-me a ser fodido, e quando ele começou a filmar, eu pus-me de joelhos e comecei a chupar o pénis do Mateus. 

Eu agarrei no pau e engoli-o para a minha boca, ao mesmo tempo sentia que o cigano filmava, enquanto o Mateus me pressionava para o lamber, o cigano dizia, “este gajo mama bem, olha só ele a engolir o teu caralho todo, lindo, isso chupa”, eu lambia aquele pénis com um gosto salgado a mar, as veias, a cabeça, rijos como pedra, para cima e para baixo, com o meu ânus excitado que se abria todo. 

O cigano aproximou-se e sempre a filmar de cima, empurrou o pau dele para a minha boca, eram dois que eu chupava, tão grossos que quase me engasgava, o Mateus dizia “és mesmo uma puta, vou-te comer esse rabo todo”, e depois continuou, “quem era aquela que estava contigo? Namorada?”, no meio dos dois caralhos, olhando para eles lá em cima, respondi, “não, é a minha irmã”. 

Eles empurravam os caralhos para a minha boca e riam-se, ouço o cigano dizer, “a tua irmã também gosta? Ela tem cara que gosta de chupar caralho e levar no cu, não tem Mateus?”, o Mateus respondeu, “tem, viste os lábios grossos dela? E o rabo saliente?”, e depois virou-se para mim, “podias perguntar à tua irmã se ela também quer levar no rabo, nós queremos dar-lhe pau”. 

O Mateus depois pareceu decidir-se sobre o que fazer comigo. Ele levantou-me e encostou-me a uma bancada onde normalmente trabalhava e com a boca junto do meu ouvido disse, “aposto que a tua irmã gosta de levar no cu como tu, adorava pô-la a chupar no meu caralho, e comer-lhe a cona e o rabo, sabes se ela ia gostar?”. 

Enquanto ele falava senti os dedos dele no meu ânus a rodearem e a entrarem, a pôr gel lubrificante, dois dedos ou três pelo menos, e encostado nas minhas costas, dizia-me ao ouvido, “é para escorregar melhor, e então a tua irmã, achas que ela gostava que eu a fodesse?”, eu respondi, “acho que sim, não sei, ela também gosta, eu sei é que o namorado que tinha costumava foder-lhe o cu.” 

De repente, eu senti a cabeça grossa que entrava, as mãos deles presas nas minhas nádegas, o meu ânus húmido e tenso abria-se todo, o cigano filmava e dizia, “ai Mateus, abre essa puta, que cu tão bom, abre-se toda como uma puta”, os centímetros de pénis saiam e entravam cada vez mais em mim, gemi e perdi a respiração, “heimm, aihmm, aihmm, huuumm”, ajeitava-me para escorregar melhor, o Mateus puxou-me pelo pescoço, agarrado a mim. 

Como um todo indefeso, preso nas mãos dele, no corpo que me apertava, na dureza normal do sexo, o Mateus começou a comer-me o cu, os quadris dele iam e vinham com força, num movimento constante e rítmico, ele entrava com o pau, batia-me nas nádegas, o cigano filmava, eu perdia a consciência, o que era real eram agora vultos, névoas de desejo que atravessavam a minha pele, eu quase gritava, “ohm, caralho, foda-se, ohhmm, aihmm”, o cigano dizia “que foda menino, parte essa puta toda”. 

Os nossos corpos brilhavam do suor, o calor intenso do barracão atordoava-me, senti o pau do Mateus a sair do meu cu e ele dizer, “vira-te e deita-te ali”, eu corri para um monte de tecidos e sacos de serapilheira, ele levantou-me as pernas, ele enterrou o pénis no meu cu. 

Eu senti os pelos dele a roçarem-me o ânus, o seu peito colado ao meu, o hálito da sua boca, da sua língua perto da minha, quase a querer beijar-me, a penetrar-me freneticamente, como se eu fosse uma mulher apaixonada, que ele queria satisfazer a todo o custo, eu abria-me todo para ele, numa violência inaudita ele me fodia. 

Até que estremeceu, senti que ele se vinha, o pénis dele saiu e ejaculou, uma golfada quente me inundou, o cigano dizia, “tanta porra meu, enche essa puta de porra, meu”, o meu ânus se encharcava em sémen que ele largava, ele tirava o pénis e logo entrava, logo a seguir era mais um estocada, ele vinha fora e ainda ejaculava.

O cigano contava, “essa puta está cheia de porra no cu dele, meu”, foi quando o Mateus me deu um beijo na boca, a procurar a minha língua na dele, ele soltou um suspiro “ai foda-se, urr, que cu, que foda boa." 

Quando ele se levantou, o cigano entregou o meu smartphone ao Mateus, eu queria muito que ele filmasse, eu olhei para o pau grosso do cigano, que ele manobrava com orgulho, ele aproximou-se de mim e virou-me a pôr-me de quatro, “ai que cu menino, eu vou partir-te esse cu todo”, eu empinei o rabo para ele, eu senti as suas mãos a abrir-me como se fosse um pêssego, e a cabeça grossa a entrar, e atrás dela um pau imenso até ao fundo de mim. 

“aihmm, aihmm, aiii”, eu senti dor, e perdido no momento, esquecido do que me cercava, eu ouço o Mateus a dizer, “foda-se, abriste-lhe o cu dele todo, que buraco, meu”, o cigano estava em cima de mim, o seu corpo dobrado numa insana tarefa, o pénis dele entrava e saía, eu gemia, “ai mãe, o meu cu, foda-se, aihmmm, aii”, havia gotas de supor que se misturavam no meu, numa fúria louca que me partia o rabo. 

Até que o sinto a estremecer, enquanto também eu me masturbava, o cigano dizia “ai que me vou vir nesta puta, foda-se, toma lá com a minha porra”, jatos quentes me inundaram no ânus nas costas, e logo a seguir ele entrava, e logo a seguir outro jato saía, “ai uurr, toma lá mais porra”, eu também ejaculava, “tão bom foder esta puta, humm”. 

Eu tinha perdido a noção do tempo, devia ter passado quase uma hora, a minha irmã estava lá fora sozinha na praia, eu tinha desaparecido e ele esperava-me, o Mateus e o cigano ainda disseram, quando eu me vinha embora, “és uma boa foda rapaz, não te esqueças, pergunta á tua irmã se também quer levar com o nosso pau”. 

E foi depois quando a vi na areia, deitada ao sol debaixo do chapéu, e fui ter com ela, eu ia muito suado, a cheirar a um sexo intenso, e o meu rabo estava todo aberto, e quando lá cheguei foi quando a minha irmã me perguntou, "estás todo suado, cheiras a sexo e a homem também, não me vais dizer que estiveste a fazer sexo?"

Quando ela disse que não acreditava, eu ainda disse que tinha um filme que o provava..

Férias do meu marido e do primo

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Férias do meu marido e do primo
Eu vinha a conduzir há mais de uma hora, eu e a minha mulher Ângela em silêncio quando ela me perguntou “então a Mafalda também vai lá estar?”, respondi que sim, e pensei que já não via a Mafalda há mais de um ano, ela tinha-se casado recentemente com um gajo rico.

Lá em cima do alto das árvores que ladeavam a estrada o vento batia-lhes nas cristas fazendo-as abanar como espíritos malignos que nos perseguiam no nosso trajeto cá em baixo, fustigados por um sol violento e implacável, a caminho de uma casa de férias que tínhamos alugado com mais dois casais.

Eu conhecia todos menos o novo gajo rico da Mafalda e tinha uma sentida curiosidade de saber como ele era, na antecipação de que, conhecendo-a como eu a conheço, ele fosse o que eu esperava, quando ouço novamente a minha mulher a perguntar “também a fodeste?”, olhei para a Ângela e sorri “todos a fodemos, naquela altura a Mafalda dava a cona a todos nós”.

Naquele momento, eu lembrei-me das tardes que passávamos numa garagem de um amigo nosso, ainda muito jovens, e quando um tinha vontade dizia, "por favor Mafalda chupa-me o caralho", e ela corria como uma cadela esfomeada a agarrar no pau, e de um passava para o outro.

E fodas?, os rapazes adoravam comer-lhe o cu, e naquela altura em que tudo parecia pecado, a Mafalda não se negava a nada e só tinha uma devoção, fazer-nos felizes quando a queríamos foder, e quantas vezes vários rapazes ao mesmo tempo, e havia uma coisa que me agradava nela, não amava, só fodia.

Mas agora eu ia pensando no que podia acontecer com três casais juntos numa casa junto ao mar, e então com a Mafalda ao pé?, quando a Ângela, com um sorriso sarcástico, volta a perguntar “como é que será o novo marido dela?”, olhei para ela e começámos a rir juntos, “aposto que ele deve sofrer, mas que desgraçado”, continuou ela.

Continuámos em silêncio, a rolar pela estrada, até que a minha mulher volta a dizer, "só não sofre se ele for como tu", olhei para ela e percebi o que dizia, mas apeteceu-me provocá-la e perguntei, "porque é que dizes isso? se ele for como eu?", ela riu-se, mostrou-me os dentes brancos num sorriso alargado, "tu sempre gostaste de me ver foder com outros, se calhar ele também gosta".

Ela depois mudou de assunto, e perguntou "quem é que vai lá estar também?", disse-lhe, "o Miguel e a Joana, acho que o conheces", ela continuou, "nunca falei com ele mas já o vi sim, aposto que é uma boa foda", agora fui eu que me ri para ela, "acho que sim já me disseram, e a Joana também", a minha mulher lançou-me um olhar, "gostavas que ele me fodesse?", e respondi-lhe, "gostava claro, e quero ver tudo".

Quando chegámos já todos nos esperavam, a Mafalda veio ao nosso encontro, muito alegre e divertida como sempre foi, e trazia com ela um gajo de meia idade, a parecer estar um pouco acima do peso, e ouço-a dizer “é o meu marido, o Alfredo”, eu cumprimentei desiludido, esperava um homem mais encorpado, mas mais uma vez olhei para a Ângela com um sorriso contido.

A Mafalda trazia também com ela um outro homem que eu não conhecia, a chamar-lhe “o meu primo”, que também cumprimentei sentindo logo a desproporção, um gajo alto, com umas mãos que pareciam luvas de basebol, umas coxas grossas de atleta que fazia sentido ser ele a fodê-la, e me obrigou a mim e à Ângela a pensar “quem é este gajo? E meu deus, se é assim tão grande como é que será o tamanho do caralho dele.”

Quase sem querer, eu e a Ângela, no meio da voz alta e estridente da Mafalda, olhámos para o volume do gigante no meio das pernas e dava para perceber que o que ali dormia era uma salsicha grossa e comprida, para prazer de muitas mulheres, e quem sabe, também de homens, que a provassem.

Encontrei os outros amigos, o Miguel e a Joana que descansavam na piscina quando nos juntámos a eles, a manhã e a tarde foram correndo, quando reparo na Mafalda a vir das traseiras da casa a entrar para a sala e a subir para a zona dos quartos, seguida depois, passados cinco minutos, pelo “mãos de basebol”.

Eu conhecia a Mafalda e para mim não era segredo, eu sabia o que se passava, “era primo mas era o caralho”, e pensei depois “e o marido? Alfredo? onde é que ele anda?”, ia pensando nisso, que merda, vejo-o a chegar, tinha ido não sei onde, ele pareceu gostar de mim, e veio perguntar-me “viu a minha mulher? Onde é que está a Mafalda?”.

Eu pensei logo, ia haver um problema, ainda tentei dizer que não a vi, quando ele disse “ela deve estar no quarto”, ele segue a entrar na sala e a subir lá para cima, que pensei “aquela puta deve estar a foder com o “mãos de basebol”, nem sei o que isto vai dar, mas é melhor ir lá para o segurar.

Eu subi também para os quartos, e vejo o Alfredo com o ouvido encostado à porta, a ouvir o que se passava lá dentro, e dava para perceber, ouviam-se gemidos de uma mulher a dizer “fode-me amor fode-me”, de uma voz indiscutível, era a Mafalda que fodia, o corno do marido estava cá fora, sem saber se abria a porta e a apanhava em flagrante, ou fugia e se ia embora.

Eu percebi que ele estava traumatizado e quando cheguei perto dele, ele sussurrou-me ao ouvido “puta da minha mulher, a foder com o primo?”, eu fiz uma cara a tentar compreendê-lo, como uma amizade de corno para corno, arrisquei eu sei, mas disse-lhe depois, “às vezes tem de ser assim, que tal de nós a vermos a foder?”.

O Alfredo abriu a boca, estava incrédulo com o que eu dizia, ele devia estar a pensar, este gajo está-me a pedir para eu e ele vermos a minha mulher a foder com outro gajo, os segundos iam passando, velozes pela mente dele, eu cheguei perto do ouvido, "eu mais logo deixo-te ver a minha mulher a foder, gostavas".

Eu senti que houve ali um momento entre nós estranho, alguma coisa no cérebro dele tinha-se rompido, e algo de novo abria-se à compreensão, continuei "porque é que achas que estamos aqui todos, pensei que a Mafalda te tivesse dito", o Alfredo estava maluco, "dito o quê caralho?", foi então que deixei cair a verdade, "nós gostamos de foder juntos, viste a minha mulher, gostavas de fodê-la?".

O Alfredo balbuciava, dentro do quarto a Mafalda gritava "ai primo fode-me aihhm humm não pares dá-me todo", e desta vez foi ele que falou, "gostava claro", foi então que perguntei "vamos ver a tua mulher a foder?, até que o ouvi a dizer “está bem”.

Foi então que abri a porta, muito silenciosamente, eu e ele metemos a cabeça, e na cama, foda-se!! meu deus, a Mafalda cavalgava o “primo”, como uma égua danada, o pénis dele grosso entrava, na vagina de lábios tensos que se abriam, as nádegas que ela apertava e desciam, num movimento lógico e constante, ela gemia e gritava “ai foda-se, que caralho amor, fode-me amor”.

Os corpos deles brilhavam de suor e excitação, a Mafalda parecia uma porca forte e rosada, oscilava numa corrente enérgica, eu e o Alfredo víamos o pau que entrava, grosso e duro abria-lhe a cona toda, quando o “mãos de basebol” a virou para a atacar pelas traseiras, encavalitou-se nela com as pernas em tripé de volta, apontou o pénis ao ânus e entrou, direito tenso e rijo, a entrar no cu da Mafalda.

"Aiiii, aimm, foda-se", gritou a Mafalda, eu percebia que o Alfredo se excitava, afinal era a mulher dele a ser fodida, quem sabe viesse a gostar, a adotar o “primo” para viver lá em casa, o homem começou a fodê-la, a dar-lhe estocadas fortes no cu quando entrava, o rabo e nádegas todos elas tremiam, ela gritava “ai amor, parte-me o cu amor, aihhm, uhmm, aihmm”.

O “mãos de basebol” estava no limite, pensei que ele tinha medo, de ser apanhado a foder uma mulher dos outros, aquela foda tinha de ser rápida, as pernas dele tremeram, colunas num terramoto, e vejo-o a tirar o pénis para fora, a jorrar uma lava quente de porra na cona da Mafalda, e depois a entrar novamente, “uhrrm foda-se estou-me a vir”, a bater o pau a espremer, e logo a seguir outro jato de porra no cu.

Eu olhei para o Alfredo e vi que se lambia, talvez de ele ver o esperma a escorrer da cona da mulher, que também a mim me deu prazer, daquela visão branca e molhada, até que lhe bati no ombro “vamos embora, eles acabaram”, e saímos dali para fora, a correr para a piscina.

A Mafalda apareceu depois, reparei na pele, brilhante e fresca, com um cansaço saudável de mulher bem fodida, ela foi ter com o marido “então amor onde andaste? Olha estive a descansar um bocadinho”.

O “mãos de basebol” só apareceu muito depois vindo das traseiras da casa.

Noite de swing gay

21:49 0
Noite de swing gay

E se calhar o pior, não sei, é que também temos as nossas fantasias, as individuais e as coletivas, e desta vez era eu, que andava entediado, a vida parecia sempre a mesma, era dia após dia, não é que não amasse o meu Ivan, ou que o sexo não fosse bom, sempre adorei a forma como ele me fode o cu, mas apetecia-me outra coisa. 

Eu trabalho numa loja de roupa e um colega do trabalho que também é gay disse-me que costumava ir a umas festas organizadas, umas orgias com muito cu e muito caralho, com muitos homens livres mas também muitos casais, e esse colega me contou que agora não tinha uma relação estável com ninguém, mas que foi lá à festa e que estavam lá uns amigos também sós, e disse ele “Bento, meu amigo, foram vários, foderam-me o cu todo”. 

Quando este colega me contou isto, em casa eu não pensava noutra coisa, a ideia de estar na festa com o Ivan e ele a ver outros homens a penetrar-me o cu, era uma coisa que me dava tanto tesão que ele deve ter reparado nisso e perguntou “o que se passa contigo?, andas a suspirar pela casa?”. 

Eu não sabia como responder ao meu homem, ou como fazer para o convencer a irmos a uma festa swing gay, o meu colega do trabalho tinha-me falado nisso há uma semana e nesses dias eu quase tinha pensado em traição, em ir com esse colega que gostava do mesmo que eu, e em engatar uns quantos caralhos para me comerem o cu. 

Mas sem o meu Ivan não era a mesma coisa, e então eu disse “amor eu gostava de sair, podíamos ir experimentar a festa de swing? Gostavas de ir?”, eu percebi que ele já tinha ouvido falar, e voltou-se para mim “swing? Porquê? Eu não te satisfaço?” e eu continuei a dizer “não é isso amor, podemos divertir-nos de vez em quando, o que achas?”, eu não conseguia ler no que ele pensava “queres apanhar no cu de outros, é isso?”. 

Eu tinha que ser direto mas também persuasivo “é amor, quero apanhar no cu de outros homens, mas quero que estejas comigo e tenhas prazer, amor”, ele deu um estalido com os lábios e perguntou “e eu? Também posso comer uns cus? Não te importas?”, e eu respondi “não amor, fazemos amor todos juntos, eu vou gostar de ver”. 

Eu não pensei que fosse tão fácil mas foi, e na noite seguinte eu e o meu Ivan fomos a uma festa de swing, e quando entrámos mais parecia uma orgia romana de homens e rapazes que fodiam, uns homens mais velhos como que em tronos enquanto outros lhes chupavam o caralho, todos sentados ao redor de uma piscina que do vapor que saía era de água tépida reconfortante. 

Por momentos eu e o Ivan não descolávamos um do outro, até que apareceu um homem alto com um manto de pelos no peito que mais parecia um urso, ele tinha um ar rude como se não pertencesse àquele lugar, eu olhei para o Ivan e ele olhou para mim, quando vimos o caralho dele grande e grosso como de um touro, os nossos pensamentos cruzaram-se e eu vi que o Ivan imaginara aquele homem a foder-me o cu. 

E do que vi nos olhos dele, eu percebi que o meu amor gostara, ele não se importava e queria assistir e ver-me a apanhar no cu, quando ouço o homem falar “já percebi que vocês são um casal, qual de vocês é o que gosta de levar no traseiro?”, o Ivan apontou para mim, e ele agarrando no caralho grosso, continuou “gostavas que eu comesse o rabo ao teu parceiro?”. 

Eu quase não queria acreditar no que ouvia, mas ouvi o meu amor a dizer que sim, no meio de tanto caralho e tanto cu e de tantos homens que fodiam, nós os três era mais uma festa privada, deslocámo-nos para um canto e o homem pediu “anda chupa-me o pau, aposto que vais gostar”, e pareceu-me ver o meu Ivan a sorrir quando agarrei no caralho grosso do homem e o engoli para dentro da minha boca. 

Eu dobrei-me sobre ele a chupar-lhe o pau e ouvi o homem a dizer para o Ivan como se fossem dois velhos amigos que se tinham acabado de encontrar, “aqui a tua puta chupa bem?”, eu ouço o Ivan a responder “não é a minha puta, é o meu companheiro”, e foi aí que como que acordei de um sonho, parei de chupar no caralho, e disse para o Ivan “não importa amor, aqui não é real, deixa-me ser a tua puta e a puta dele, amor, que eu gosto”. 

O homem riu-se “tens aqui uma boa puta e não sabias?”, eu via que o Ivan estava mais calmo, eu continuava a chupar no caralho, quando ele continuou “e o cu da tua puta é apertado? Vais adorar ver-me a abrir o cu da tua puta, vais ver”, eu sentia os dedos dele a abrir-me as nádegas e disse para o meu amor “vai mete gel no cu da tua puta para eu a foder melhor senão ela vai gritar quando lhe enterrar este pau grosso”. 

Senti o ânus fresco quando o Ivan me metia gel no meu rabo, os dedos dele finos que eu conheço passaram nas minhas nádegas no meio, em gestos circulares no ânus e entrarem para dentro de mim, o meu amor aproximou a boca de minha e deu-me um beijo, e depois disse-me ao ouvido a sussurrar baixinho “Bento és mesmo uma puta doida, só que és a minha”. 

Eu estava quase distraído com o Ivan quando senti duas garras que se me agarraram às nádegas, e que logo depois as abriram à força a deixar o meu ânus escancarado, foi quando eu senti uma dor tão forte “huhhhhuhhh”, que me deixou sem respiração, era um rolo duro de carne de músculos de nervos e veias que me entrava no cu, “huhhhhuhhh”, que me empinei todo ao céu arqueado o meu rabo branco, que entrava e escorregava até ao fundo, até sentir os colhões do homem a baterem nos meus. 

Eu vi que o meu amor acariciava o pau enquanto apreciava a minha foda, o homem alto movia-se como um macaco em cima de mim, as pernas como um tripé esticado mexiam-se para a frente e para trás, a movimentar o caralho grosso como um ariete a arrebentar, entrava dentro de mim teso a abrir-me o cu, eu gemia quando ele entrava “oh amor, ahuhmm, oh o meu cu, amor”, o Ivan aproximava-se e dava-me beijos na boca. 

Eu ouvia o homem a berrar e eu sabia que ele se estava quase a vir, eu comecei também eu a estremecer, eu senti uma corrente quente nas costas da porra que ele ejaculava que me comecei também a vir. 

Quanto tudo acabou, por aquela noite, já sentados enquanto descansávamos, o homem grande fez-me uma caricia na cara a sorrir para o meu amor “tens aqui uma bela puta, adora mesmo levar no cu”.

Magia negra em noite de ressaca

22:44 0
Magia negra em noite de ressaca

Uma vez irritado com ele, chamei-lhe "seu preto do caralho", e sabes que mais confessionário, ele não ficou incomodado, porque quando eu lhe chamei isso, ele respondeu logo "e tu seu branco do caralho, e se fosses para o caralho!!", e logo de seguida pedíamos desculpa e ficava tudo bem, o Cristophe diz mesmo "se tu és branco eu sou preto, caralho, e pronto", não havia problema nenhum.

Mas isso não interessa agora, o que interessa é o mito escondido na cor do preto e do branco que me deixou de boca aberta. E como?

Sempre gostei muito da Sandra, irmã do Cristophe, meu deus que era tão preta como ele e o rabo dela? deixava-me doido, queria tanto fodê-la, o meu caralho branco a entrar-lhe na cona, e depois ela virar-se, e o meu pau de leite comprido a abrir-lhe o cu, mas que bom baunilha e chocolate, era tanto o que imaginava.

Só que não era só a Sandra, também eram as amigas pretas dela, como poderei eu dizer? Elas para foder só gostavam de pretos, mas sempre pensei, elas querem mesmo é um pau grande, coisa que quase todo o preto tem, eu caralho!! que tinha inveja não me sentia descriminado.

Mas como dizia a minha avó, “não há mal que sempre dure”, um qualquer dia havia de ter sorte e porra! foi o que aconteceu.

Eu, o Cristophe e outros saímos à noite para diversão e desta vez acho que bebemos álcool demais e bem-dito agora, nem é coisa de que eu goste, mas quando chegámos a casa eu sentia um cansaço tão grande e violento que adormeci lá em casa.

Não fui só eu, também as meninas e outro pessoal tombou nas camas e no chão ou em qualquer lugar para deitar, mas perto da manhã quando chegava, havia ainda um crepúsculo húmido lá fora, eu senti, alguém estava a mexer no meu caralho.

Abri os olhos e sentia uma ressaca enorme, o álcool tinha ido embora e deixou-me uma dor de cabeça do caralho, foda-se!! que pisquei os olhos e lá em baixo estava um preta boa com a mão a agarrar-me no pau, ao principio foi uma visão assustadora, porque ela olhava como se agarrasse um gelado, parecia não saber bem o que fazer.

Olhei em redor e toda a gente dormia e ressonava, menos eu e a preta boa, lá está o mito de que eu falava, que as gajas pretas não sabiam chupar, toda a gente sabe, pelo menos era o que eu pensava, que quem quer ter um bom broche ou boquete, tem de ser de gajas brancas, nesse assunto têm muito mais experiência, e sejamos claros, são muito mais debochadas.

Foi então que a preta boa aterrou a boca na cabeça do meu pau, foda-se!! que estremeci todo, as minhas pernas abriram, parecia ter um ataque, todo eu latejava por dentro, da ressaca e do álcool em excesso, eram alucinações que eu tinha, a humidade dos lábios na cabeça do caralho, foda-se! tão bom que quase doía.

O meu coração batia violento, tinha os olhos inchados quando fizeram zoom e se aproximaram da língua dela que brincava no meu pau, em suaves lambidelas ao redor dele todo, via-se que a preta não sabia muito, mas com vontade conseguia e estava a aprender depressa.

Os meus olhos e a minha respiração ofegante estavam perto da cara dela, eram visões incríveis do efeito do álcool ou da falta dele, as nervuras do meu caralho duro e teso como pedra que a preta boa agarrava, dando-me mais um beijo e mais uma lambidela.

A preta engolia-me o caralho todo, naquele silêncio de sono tanto que nem olhava para mim e para ela eu não existia, só o meu caralho como o seu brinquedo que lhe apeteceu ao acordar, nunca pensei que fosse possível, ter uma preta boa a mamar.

E foi só quando comecei a tremer mais, que ela percebeu que eu ia ejacular, que ela finalmente para mim olhou, abriu a boca ao redor como que a aparar o que ali vinha, o vulcão explodia em jatos de lava branca, que ela engolia com gosto, ela chupou-me até à última gota.

Quando amoleci ela soltou-me, e deixou-se cair para o lado, minutos depois ouvia-a a ressonar.