BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Noite de swing gay

21:49 0
Noite de swing gay

E se calhar o pior, não sei, é que também temos as nossas fantasias, as individuais e as coletivas, e desta vez era eu, que andava entediado, a vida parecia sempre a mesma, era dia após dia, não é que não amasse o meu Ivan, ou que o sexo não fosse bom, sempre adorei a forma como ele me fode o cu, mas apetecia-me outra coisa. 

Eu trabalho numa loja de roupa e um colega do trabalho que também é gay disse-me que costumava ir a umas festas organizadas, umas orgias com muito cu e muito caralho, com muitos homens livres mas também muitos casais, e esse colega me contou que agora não tinha uma relação estável com ninguém, mas que foi lá à festa e que estavam lá uns amigos também sós, e disse ele “Bento, meu amigo, foram vários, foderam-me o cu todo”. 

Quando este colega me contou isto, em casa eu não pensava noutra coisa, a ideia de estar na festa com o Ivan e ele a ver outros homens a penetrar-me o cu, era uma coisa que me dava tanto tesão que ele deve ter reparado nisso e perguntou “o que se passa contigo?, andas a suspirar pela casa?”. 

Eu não sabia como responder ao meu homem, ou como fazer para o convencer a irmos a uma festa swing gay, o meu colega do trabalho tinha-me falado nisso há uma semana e nesses dias eu quase tinha pensado em traição, em ir com esse colega que gostava do mesmo que eu, e em engatar uns quantos caralhos para me comerem o cu. 

Mas sem o meu Ivan não era a mesma coisa, e então eu disse “amor eu gostava de sair, podíamos ir experimentar a festa de swing? Gostavas de ir?”, eu percebi que ele já tinha ouvido falar, e voltou-se para mim “swing? Porquê? Eu não te satisfaço?” e eu continuei a dizer “não é isso amor, podemos divertir-nos de vez em quando, o que achas?”, eu não conseguia ler no que ele pensava “queres apanhar no cu de outros, é isso?”. 

Eu tinha que ser direto mas também persuasivo “é amor, quero apanhar no cu de outros homens, mas quero que estejas comigo e tenhas prazer, amor”, ele deu um estalido com os lábios e perguntou “e eu? Também posso comer uns cus? Não te importas?”, e eu respondi “não amor, fazemos amor todos juntos, eu vou gostar de ver”. 

Eu não pensei que fosse tão fácil mas foi, e na noite seguinte eu e o meu Ivan fomos a uma festa de swing, e quando entrámos mais parecia uma orgia romana de homens e rapazes que fodiam, uns homens mais velhos como que em tronos enquanto outros lhes chupavam o caralho, todos sentados ao redor de uma piscina que do vapor que saía era de água tépida reconfortante. 

Por momentos eu e o Ivan não descolávamos um do outro, até que apareceu um homem alto com um manto de pelos no peito que mais parecia um urso, ele tinha um ar rude como se não pertencesse àquele lugar, eu olhei para o Ivan e ele olhou para mim, quando vimos o caralho dele grande e grosso como de um touro, os nossos pensamentos cruzaram-se e eu vi que o Ivan imaginara aquele homem a foder-me o cu. 

E do que vi nos olhos dele, eu percebi que o meu amor gostara, ele não se importava e queria assistir e ver-me a apanhar no cu, quando ouço o homem falar “já percebi que vocês são um casal, qual de vocês é o que gosta de levar no traseiro?”, o Ivan apontou para mim, e ele agarrando no caralho grosso, continuou “gostavas que eu comesse o rabo ao teu parceiro?”. 

Eu quase não queria acreditar no que ouvia, mas ouvi o meu amor a dizer que sim, no meio de tanto caralho e tanto cu e de tantos homens que fodiam, nós os três era mais uma festa privada, deslocámo-nos para um canto e o homem pediu “anda chupa-me o pau, aposto que vais gostar”, e pareceu-me ver o meu Ivan a sorrir quando agarrei no caralho grosso do homem e o engoli para dentro da minha boca. 

Eu dobrei-me sobre ele a chupar-lhe o pau e ouvi o homem a dizer para o Ivan como se fossem dois velhos amigos que se tinham acabado de encontrar, “aqui a tua puta chupa bem?”, eu ouço o Ivan a responder “não é a minha puta, é o meu companheiro”, e foi aí que como que acordei de um sonho, parei de chupar no caralho, e disse para o Ivan “não importa amor, aqui não é real, deixa-me ser a tua puta e a puta dele, amor, que eu gosto”. 

O homem riu-se “tens aqui uma boa puta e não sabias?”, eu via que o Ivan estava mais calmo, eu continuava a chupar no caralho, quando ele continuou “e o cu da tua puta é apertado? Vais adorar ver-me a abrir o cu da tua puta, vais ver”, eu sentia os dedos dele a abrir-me as nádegas e disse para o meu amor “vai mete gel no cu da tua puta para eu a foder melhor senão ela vai gritar quando lhe enterrar este pau grosso”. 

Senti o ânus fresco quando o Ivan me metia gel no meu rabo, os dedos dele finos que eu conheço passaram nas minhas nádegas no meio, em gestos circulares no ânus e entrarem para dentro de mim, o meu amor aproximou a boca de minha e deu-me um beijo, e depois disse-me ao ouvido a sussurrar baixinho “Bento és mesmo uma puta doida, só que és a minha”. 

Eu estava quase distraído com o Ivan quando senti duas garras que se me agarraram às nádegas, e que logo depois as abriram à força a deixar o meu ânus escancarado, foi quando eu senti uma dor tão forte “huhhhhuhhh”, que me deixou sem respiração, era um rolo duro de carne de músculos de nervos e veias que me entrava no cu, “huhhhhuhhh”, que me empinei todo ao céu arqueado o meu rabo branco, que entrava e escorregava até ao fundo, até sentir os colhões do homem a baterem nos meus. 

Eu vi que o meu amor acariciava o pau enquanto apreciava a minha foda, o homem alto movia-se como um macaco em cima de mim, as pernas como um tripé esticado mexiam-se para a frente e para trás, a movimentar o caralho grosso como um ariete a arrebentar, entrava dentro de mim teso a abrir-me o cu, eu gemia quando ele entrava “oh amor, ahuhmm, oh o meu cu, amor”, o Ivan aproximava-se e dava-me beijos na boca. 

Eu ouvia o homem a berrar e eu sabia que ele se estava quase a vir, eu comecei também eu a estremecer, eu senti uma corrente quente nas costas da porra que ele ejaculava que me comecei também a vir. 

Quanto tudo acabou, por aquela noite, já sentados enquanto descansávamos, o homem grande fez-me uma caricia na cara a sorrir para o meu amor “tens aqui uma bela puta, adora mesmo levar no cu”.

Magia negra em noite de ressaca

22:44 0
Magia negra em noite de ressaca

Uma vez irritado com ele, chamei-lhe "seu preto do caralho", e sabes que mais confessionário, ele não ficou incomodado, porque quando eu lhe chamei isso, ele respondeu logo "e tu seu branco do caralho, e se fosses para o caralho!!", e logo de seguida pedíamos desculpa e ficava tudo bem, o Cristophe diz mesmo "se tu és branco eu sou preto, caralho, e pronto", não havia problema nenhum.

Mas isso não interessa agora, o que interessa é o mito escondido na cor do preto e do branco que me deixou de boca aberta. E como?

Sempre gostei muito da Sandra, irmã do Cristophe, meu deus que era tão preta como ele e o rabo dela? deixava-me doido, queria tanto fodê-la, o meu caralho branco a entrar-lhe na cona, e depois ela virar-se, e o meu pau de leite comprido a abrir-lhe o cu, mas que bom baunilha e chocolate, era tanto o que imaginava.

Só que não era só a Sandra, também eram as amigas pretas dela, como poderei eu dizer? Elas para foder só gostavam de pretos, mas sempre pensei, elas querem mesmo é um pau grande, coisa que quase todo o preto tem, eu caralho!! que tinha inveja não me sentia descriminado.

Mas como dizia a minha avó, “não há mal que sempre dure”, um qualquer dia havia de ter sorte e porra! foi o que aconteceu.

Eu, o Cristophe e outros saímos à noite para diversão e desta vez acho que bebemos álcool demais e bem-dito agora, nem é coisa de que eu goste, mas quando chegámos a casa eu sentia um cansaço tão grande e violento que adormeci lá em casa.

Não fui só eu, também as meninas e outro pessoal tombou nas camas e no chão ou em qualquer lugar para deitar, mas perto da manhã quando chegava, havia ainda um crepúsculo húmido lá fora, eu senti, alguém estava a mexer no meu caralho.

Abri os olhos e sentia uma ressaca enorme, o álcool tinha ido embora e deixou-me uma dor de cabeça do caralho, foda-se!! que pisquei os olhos e lá em baixo estava um preta boa com a mão a agarrar-me no pau, ao principio foi uma visão assustadora, porque ela olhava como se agarrasse um gelado, parecia não saber bem o que fazer.

Olhei em redor e toda a gente dormia e ressonava, menos eu e a preta boa, lá está o mito de que eu falava, que as gajas pretas não sabiam chupar, toda a gente sabe, pelo menos era o que eu pensava, que quem quer ter um bom broche ou boquete, tem de ser de gajas brancas, nesse assunto têm muito mais experiência, e sejamos claros, são muito mais debochadas.

Foi então que a preta boa aterrou a boca na cabeça do meu pau, foda-se!! que estremeci todo, as minhas pernas abriram, parecia ter um ataque, todo eu latejava por dentro, da ressaca e do álcool em excesso, eram alucinações que eu tinha, a humidade dos lábios na cabeça do caralho, foda-se! tão bom que quase doía.

O meu coração batia violento, tinha os olhos inchados quando fizeram zoom e se aproximaram da língua dela que brincava no meu pau, em suaves lambidelas ao redor dele todo, via-se que a preta não sabia muito, mas com vontade conseguia e estava a aprender depressa.

Os meus olhos e a minha respiração ofegante estavam perto da cara dela, eram visões incríveis do efeito do álcool ou da falta dele, as nervuras do meu caralho duro e teso como pedra que a preta boa agarrava, dando-me mais um beijo e mais uma lambidela.

A preta engolia-me o caralho todo, naquele silêncio de sono tanto que nem olhava para mim e para ela eu não existia, só o meu caralho como o seu brinquedo que lhe apeteceu ao acordar, nunca pensei que fosse possível, ter uma preta boa a mamar.

E foi só quando comecei a tremer mais, que ela percebeu que eu ia ejacular, que ela finalmente para mim olhou, abriu a boca ao redor como que a aparar o que ali vinha, o vulcão explodia em jatos de lava branca, que ela engolia com gosto, ela chupou-me até à última gota.

Quando amoleci ela soltou-me, e deixou-se cair para o lado, minutos depois ouvia-a a ressonar.

Sexo a três e cama King Size

20:56 0
Sexo a três e cama King Size

Há uns dias, eu e a minha mulher Carla fizemos uma viagem em trabalho para o norte. Havia informação de mau tempo, baixas temperaturas, e previsão de alguma chuva para a tarde, mas nada que nos fizesse pensar não fazer a viagem.

A meio do caminho as coisas complicaram-se. Começou a cair muita chuva e as estradas ficaram muito escorregadias e perigosas. Decidimos então parar durante a noite no primeiro hotel de beira de estrada que encontrássemos.

Ainda não tinham passado dez minutos, quando vimos o anúncio de um pequeno hotel, e foi para aí que nos dirigimos.

Só que quando entrámos na receção, o homem atrás do balcão disse-nos que tinha acabado de dar o último quarto a alguém que também fugia do temporal.

Mas disse também que o quarto tinha um sofá e uma cama king size, e que poderíamos tentar a nossa sorte e falar com ele. Com o temporal e o frio que estava lá fora, ir para a estrada novamente é que estava fora de questão. Decidimos então arriscar.

Batemos na porta, e depois de ouvirmos uma voz a perguntar “sim?”, a porta abriu-se, e atrás dela, apareceu-nos um homem alto e amigável que se apresentou como Carlos.

A roupa que vestia ainda estava molhada, e enquanto a tirava, mostrando-nos o manto de pelos que lhe forrava o tronco, disse-nos que tinha estado no bar do outro lado da estrada onde bebeu um pouco.

Apesar do frio e da chuva lá fora, o quarto estava muito confortável, um pouco sobreaquecido até, o que nos fez ficar muitos satisfeitos quando ele disse que partilhava o quarto connosco. 

Pedimos à receção mais bebidas, e quando as trouxeram, a minha mulher tinha aproveitado para tomar um banho. Eu e ele enchemos uns copos e poucos minutos depois a Carla saiu, a secar os seus longos cabelos. 

Ela vestia um roupão curto de algodão felpudo e chinelos, e estando eu e ele sentados nas cadeiras, a Carla, sentindo-se à vontade na cama grande, sentou-se nela de lado. 

Lá fora a chuva estava ainda mais intensa, o que nos dava uma sensação de segurança e torpor, enquanto bebíamos e conversávamos. Uma vez ou outra, a Carla movia as pernas e por breves instantes, conseguia ver-lhe a mancha negra dos pelos entre as coxas. 

Quando isso acontecia olhava instantaneamente para o Carlos e percebia que ele também tinha visto. Mas eu mantive-me calado e não disse uma palavra. Eu sabia como ele é que a Carla por baixo do roupão estava toda nua.

Continuámos sentados a beber, a conversar e a ver televisão, por mais duas horas, nenhum de nós sentia cansaço, até que decidimos que era hora de dormir.

Quando falávamos sobre como fazíamos com a cama e o sofá, a minha mulher, um pouco tocada pela bebida, começou a dizer para mim e para o Carlos, "não, a cama é grande o suficiente, podemos dormir os três juntos".

E soltou uma pequena gargalhada depois, "Não se preocupem, eu fico entre vocês os dois”.

Das bebidas e do calor do quarto, e agora do que a minha mulher dissera, vi que o Carlos estava um pouco atordoado, e mais ficou quando ela se virou para mim e disse, ”querido, apaga a luz para me deitar, que estou nua”.

Foi o Carlos que apagou a luz, mas no escuro com um fino raio que vinha de fora dava para ver ela a tirar o roupão, e nua, com o corpo torneado e os seios soltos, a caminhar na cama e a deitar-se no meio dela.

Eu e o Carlos tirámos a roupa, vi que ele como eu, ficava com os boxers, e cada um rastejou na cama a deitar-se ao lado da minha mulher. 

Vi que ele se afastou o mais possível para a ponta, mas percebi que a cama era mais pequena do que parecia, e pressenti, que de certeza o corpo dela, como a mim, tocava no dele.

Enquanto pensava nisto, eu acabei por adormecer, mas durante a noite, acordei com a sensação de que a cama se movia um pouco. 

Habituei os meus olhos ao escuro, e sem me mexer, olhei para o lado, e descobri que a minha mulher subira para cima do Carlos e estava a ter relações sexuais com ele.

O rabo admirável dela descia sobre o pau dele, num movimento oscilante, a entrar e a sair de dentro dela, quase silencioso, enquanto, deitada sobre ele, lhe dava beijos na boca. 

Eu fiquei calado, e não conseguia tirar os meus olhos do movimento que ela fazia ritmicamente com o corpo, com o pau teso do Carlos a entrar dentro da fenda quente e húmida dela.

Uns minutos depois, ouvi um som ofegante a escapar da boca do Carlos, e depois dela, a gemer, e eu sabia, que tinham tido um orgasmo.

Eu fechei novamente os olhos, depois de a ver sair de cima dele, a tirar o caralho dela meio amolecido, não queria que a minha mulher soubesse que a tinha visto a foder com o Carlos.

Eram quase oito horas quando acordei novamente. A Carla estava a acordar também, embora o Carlos ainda dormisse, ela começou a brincar comigo. Ela acariciou o meu peito nu, mordiscou-me a orelha e deu-me longos beijos apaixonados na boca.

A luz do sol entrava no quarto, e percebi pelos olhos e trejeitos da boca, que estava sexualmente satisfeita, e pensei para mim, devia ter-se esquecido que estava nua, porque o Carlos estava a acordar.

Quando o Carlos se voltou na cama, vi que estava tão nu quanto ela, e deu para eu ver o caralho escuro dele, quase preto, grande em comprimento e grossura, e imaginei o pau dele a entrar na fenda da minha mulher, fiquei tão excitado que estava muito perto de me vir.

Ela depois inclinou-se para mim, e junto ao meu ouvido, quase a balbuciar, e perguntou-me, “importas-te que eu cuide dele?". Sorri para ela porque ela já conhecia a minha resposta, e se dissesse não, que chance eu teria?

Ela virou-se para o Carlos, rastejando na cama ao seu encontro, deitou-se entre as pernas dele, e disse “vou chupar o teu pau, eu aposto que queres encher a minha boca de porra." 

O Carlos engoliu em seco e olhou para mim hesitantemente. Mas a Carla tranquilizou-o, "querido, não fiques assim", "o meu marido já me viu chupar outros homens antes, não foi, querido?"

Ela depois agarrou no caralho dele, e bem preso na mão, encheu a boca com ele, e começou a lamber-lhe a parte de baixo do pau enorme. Num minuto, a boca faminta da minha mulher engoliu totalmente o caralho dele.

Só eu é que não estava nu, eu tirei também os boxers, enquanto agarrava o meu pau teso, observava a minha mulher a chupá-lo profundamente, a fazer todo o caminho dentro da boca e da garganta, os seus lábios beijavam a carne em torno de pau do Carlos com cada curso descendente.

Quando o Carlos finalmente explodiu na boca dela, em jatos de leite espesso, ela engoliu um bom bocado, depois virou-se para mim, com porra a escorrer pelo queixo, e eu não consegui esconder a minha emoção, ela beijou-me com a boca ainda pegajosa, e eu lambi-a também.

Depois disso, despedimo-nos e passado uma hora, eu e a minha mulher estávamos na estrada novamente, no nosso caminho.

Minha mulher tem um namorado

22:30 0
Minha mulher tem um namorado

Antes de casarmos eu e a minha esposa não pensávamos que os nossos trabalhos podiam afetar tanto a nossa vida. Eu vou contar o que se passou no confessionário porque pessoal é preciso estar de olho aberto. Não facilitar não.


Ainda muito jovens eu com 28 e ela com 27 anos, nós viajamos muito para fora, havendo períodos especialmente no verão que mal nos vemos.

Tudo isso fez com que eu me desinteressasse um pouco do sexo, mas ela não, porque começou a reclamar muito dizendo que eu não me aplicava e não fazia a quantidade de sexo que ela quer.

A minha esposa para além de jovem é uma mulher sexualmente muito ativa e eu sabia que quando casou comigo já tinha dormido com pelo menos seis homens diferentes.

Um desses homens que namorara a minha mulher antes de se casar comigo, um dia sem saber que eu era o marido, ele contou que a minha esposa gostava muito de foder com dois homens ao mesmo tempo.

Esse homem que até era um pouco desbocado contou qua a minha mulher fodia com ele quando namorava com outro, que por sinal, vim depois a saber, era eu.

E por isso, quando a minha esposa voltou a reclamar por mais sexo eu disse “amor, tens de arranjar um namorado”.

Ela surpreendeu-se com a minha proposta mas eu expliquei “amor eu estou muito tempo fora e assim dá para dividir um pouco, se arranjares um namorado ele te dá muito carinho, e quem sabe um dia a gente possa todos ser bons amigos.”

Algum tempo passou e realmente percebi que a minha esposa andava mais ausente e descontraída, ela não reclamava nem nada pelo que resolvi saber o que se passava.

Quando nos encontrámos em casa, eu perguntei o que se passava e então como não tínhamos segredos ela disse-me que finalmente como eu tinha pedido, ela tinha arranjado um namorado.

Soube pela minha esposa que o namorado era um colega de trabalho que muitas vezes viajavam juntos e que ele tinha uma paixão por ela, mas que por falta de vontade da minha mulher nunca tinha acontecido nada.

Perguntei-lhe “então, mas como é que foi, como é que aconteceu?”, ela disse “sabes ele tinha uma fixação por mim e sempre fomos só amigos, mas quando ele me perguntou se eu queria sair com ele, eu disse que sim”.

Ouvia a minha mulher e sentia-me dominado pela curiosidade e ao mesmo tempo pela excitação da ideia de ela ter estado com outro homem e ela contou-me que na última viagem encontraram-se no hotel e não deu para ela dizer que não.

Eu continuei depois, “mas ele fodeu-te?”, continuou ela “fodeu querido e muito, não estava preparada, na primeira noite ele levou-me ao orgasmo pelo menos três vezes, e não aguenta querido, ele vem-se dentro de mim e deixa-me toda molhada”.

Eu estava satisfeito porque nos próximos meses a minha mulher não ficaria sozinha, eu e o namorado poderíamos partilhá-la e dar-lhe o sexo que ela queria, umas vezes ele quando eu estivesse fora, nas outras vezes eu quando regressava, de maneira que eu lhe disse “amor, eu adorava conhecer o teu novo namorado.”

E depois continuei “querida, nós podíamos combinar eu ver-te a foder com ele um dia amor gostava de ver se te está a dar prazer”, mas ela fez uma pausa e por momentos esteve em silêncio até que me disse “ele é muito possessivo amor, eu acho que não vai dar”.

Eu estava um pouco incrédulo “possessivo? Ele? não vai dar o quê?”, o que ela me contou depois eu não queria acreditar, eu ouço a minha mulher a dizer “ele quer o exclusivo, amor, quando eu lhe disse que ele era só namorado e que eu ia continuar a foder com o meu marido, ele ficou muito ciumento, amor.”

Eu perguntava quase a gritar e a rodar nos calcanhares “ciumento? então eu partilho com ele a minha mulher, metade para mim e metade para ele, só para tu teres mais prazer, e ele diz que te quer só para ele!!, o que é que respondeste?”, disse a minha mulher que lhe disse que ia pensar.

Ela depois foi dizendo “amor tu sabes disseste para arranjar um namorado, do lado dele ele tem um caralho maior e eu já me fui habituando, do teu lado, eu gosto da tua língua e do teu oral que eu não quero perder, e assim fica difícil escolher.”

Eu estava completamente cheio de dúvidas e perguntei à minha esposa, “mas amor nós vamos continuar a foder, estás lembrada que eu sou o teu marido?”, e foi quando ela respondeu que até tomar uma decisão ela não fazia sexo comigo, que tinha prometido ao namorado que até ver só ele é que tinha direitos.

Mas eu reconheço. Ela deu-me esperança, ela disse depois que tinha um namorado com quem preferia fazer sexo, mas sendo eu o marido, que ela me amava muitíssimo.

Mas que caralho, será que entendo alguma coisa disto?


Garagem no inicio de verão

21:35 0
Garagem no inicio de verão

Eu tenho andado ocupado com arrumações na minha garagem e há dias pedi a um rapaz que mora aqui ao lado se me dava uma ajuda com umas coisas mais pesadas. 


Devo dizer que eu gostei do rapaz, já o conhecia como filho do casal vizinho, desde que tinham ido viver para ali, devia ter uns vinte anos, mas é daquelas coisas do mundo de hoje, passam-se anos que vemos as pessoas, nós vamos sendo educados a dizer o bom dia do costume, mas à cautela é melhor sempre manter a distância. 

Desta vez era uma necessidade e ele foi prestável, nós andámos pela garagem, fomos falando de tudo e de nada, mas o dia estava tão quente, que a dada altura eu disse, "vamos até à cozinha beber um pouco de água fresca". 

Quando entrei na casa, ouvi a voz alta da minha mulher, "estou aqui na cozinha", mas quando entrámos ela estava nua, ela continuou, "entra entra", eu engasgado ainda disse, "olha que tenho uma visita", só que ela não ligou, "deixa estar que ele não se importa", e até parecia que a minha mulher estava à espera. 

Quando eu fui para o frigorifico, o rapaz parecia incomodado com a nudez da minha mulher, eu dei o copo de água fresca, mas ele mal me viu ou disse palavra, eu reparei que ela se riu do desconforto dele, e logo a seguir saímos. 

Nós voltamos para a garagem, ele estava mudo, eu senti que ele estava com uma espécie de trauma, e perguntei,” não gostaste de ver a minha mulher nua?”, ele respondeu, “não sei, as mulheres assustam-me um bocado”, eu ri-me do que ele dizia, e continuei, “sabes, eu gosto que outros homens vejam a minha mulher nua, fico assim sempre teso e duro”. 

Eu agarrei no meu pau teso com a mão nas calças de fato de treino, “estás a ver, estou cheio de tesão só de te ver a olhar para a minha mulher”, ele olhou para o meu volume nas calças, e eu perguntei, “queres ver?”, eu ouço-o dizer, “eu quero”, de repente senti um trejeito no corpo dele como se gostasse mais de ver o meu caralho do que a minha mulher nua. 

Eu nem tinha cuecas, baixei só as calças do fato de treino, e soltei o pénis que saiu teso e duro, “gostas? achas grande? mostra o teu”, ele baixou o calção e tirou o pénis para fora, e eu disse, “é bonito, bem grande, a minha mulher ia gostar, gostavas de lhe foder o cu?”. 

O corpo dele gingava de prazer, eu senti que o meu pau teso, eu puxava a pele e ele via a cabeça gorda a sair, e havia ali um interesse inesperado, ele rodou em volta e eu pensei que ele tinha um rabo bonito, todo ele era esguio como uma gazela, e eu perguntei, “se calhar gostavas mais que eu te comesse o cu?”. 

Ele voltou-se para mim e com um sorriso a confirmar, olhei para ele, para o rabo, para as costas, e o desejo veio tão grande, que o meu caralho ficou ainda mais teso e duro, o oxigénio fugia-me dos pulmões, e eu continuei, “dás-me o teu rabo? se me deres quero muito foder o teu cu”. 

Ele perguntou, “e a sua mulher, não vai aparecer por aqui?”, eu respondi, “não, mas se aparecer não há problema, às vezes, eu e a minha mulher fazemos umas coisas", o rapaz fixou a minha voz e eu continuei, "às vezes ela pede e eu deixo", foi a vez de ele dizer novamente, "não percebo!!", e eu fui dizendo, "às vezes ela quer foder com outros e eu não me importo". 

Ele manteve-se em silêncio por alguns segundos, e eu prossegui, “se ela vier, ela vai gostar, ela já me viu a foder uns cus, eu até gosto que ela veja”, eu aproximei-me mais dele e senti a mão dele a agarrar no meu pau, a brincar com ele ao de leve, e continuei, “gostavas que chamasse a minha mulher?”. 

Ele disse logo a correr, “não, nem pense”, eu pus-lhe a mão no rabo, a entrar por dentro do calção, eu sentia as nádegas quentes e o ânus húmido de desejo, todo ele se abria para mim, sussurrei-lhe ao ouvido, “anda amor estou louco para partir esse cu”. 

Eu toquei na cabeça dele para se baixar, “anda amor chupa o meu pau”, a boca dele abriu-se e os lábios doces de veludo aconchegaram-se e apertaram o meu caralho, que ele foi engolindo centímetro a centímetro, com uma língua que tremia e mordiscava sem parar. 

Todo o meu corpo estava rijo como pedra, e eu dizia, “ai foda-se chupa chupa, lambe-o todo amor”, os meus quadris moviam-se para dentro, e ele aguentava o meu pau grosso a agarrá-lo com a mão presa por baixo. 

Eu levantei-o e disse, “anda, deixa-me comer esse cu”, ele tirou o calção fora, e encostou-se a uma mesa, e foi quando eu vi aquele maravilhoso rabo, duas nádegas pequenas e perfeitas, agarrei nelas como se agarra num pêssego e abria-as para deixar passar o meu caralho. 

Foi nesse momento que eu reparei que a minha mulher estava na garagem a ver, ela tinha entrado sem eu perceber, ela ficou em silêncio e eu a sorrir, quando o meu pau tocou aquele ânus, o rapaz empinou o rabo, e quando a cabeça entrou lançou um suspiro, “aihmm, humm, haumm, ai”. 

A mão dele travou-me a perna, eu sabia que tinha de entrar devagar, o cu dele era tão apertado, que aquele anel tenso se foi abrindo, ele gemia, “aihmm, humm, dói tanto, aihmm”, a cabeça saia e voltava a entrar, o pau ia cada vez mais fundo com ele a pedir, até que senti, o caralho tinha entrado todo. 

Eu agarrei-o pelos ombros e comecei a partir aquele cuzinho, a minha mulher não dizia nada e só apreciava, eu sabia que os dedos dela giravam na cona, ela gostava de ver o marido a comer cus a homens.

Eu fui batendo com força nas nádegas dele, o meu pau entrava e saia, numa fúria tremenda o rapaz contorcia-se, ele excitava-se batendo uma punheta, o ânus dele ainda mais tremente e húmido, até que me senti estremecer, um jato de porra saiu e entrou-lhe no cu, ele gemeu alto por se estar a vir. 

Só quando acabámos é que ele se apercebeu da presença da minha mulher, ele disse, “estava a ver?”, ela chegou perto a dar-lhe um abraço, “que boa foda, nunca tinha visto o meu marido a gozar tanto, eu adorei ver ele a comer o teu cuzinho, que grande foda.” 


Nossa primeira vez de sexo e amor

19:54 0
Nossa primeira vez de sexo e amor

Eu e o meu amigo Ricardo tínhamos decidido, e em menos de dois dias estávamos acampados num parque de campismo ao lado de uma das praias mais selvagens do país com vista para o atlântico. 


Sendo nós amigos desde a adolescência com os nossos pouco mais de 20 anos nenhuns segredos tínhamos a dizer um ao outro.


Além de meu amigo com quem partilhava confidências e muitas outras coisas, eu tinha pelo Ricardo uma espécie de luxúria muito forte e sentia por ele, mais do que amizade, um intenso desejo de amante.

Amava-o sexualmente e quantas vezes imaginei o Ricardo a penetrar-me o ânus!!

Lembro-me das vezes em que no quarto dele ou no meu, ele me mostrava o pénis, nas nossas brincadeiras.

Por mais que tentasse conter esse desejo e essa luxúria eles vinham sempre ao de cima quando estávamos juntos.

Sempre me excitei com a visão do corpo dele, os músculos em movimento, o tom brilhante e bronzeado da pele, a respiração, o peito, os mamilos tensos, e os lábios no seu riso aberto, e eu fechava os olhos a imaginar-nos deitados abraçados e nus num ato de amor e sexo.

Desta vez quando explorámos o camping deu para ver que ao lado dele havia duas praias e numa caminhada breve nós vimos o sinal “praia de nudistas” que indicava uma delas.

Foi o Ricardo que se riu primeiro e disse “J., vamos fazer nudismo, claro?”, e eu ri-me também a dizer que sim, sentindo um fogo quente vindo de baixo a incendiar-me por saber que iríamos os dois estar deitados na areia nus lado a lado.

Pela tarde estávamos na praia, num lugar verdadeiramente bonito e acolhedor, no areal imenso de um branco brilhante violento, protegido por um canavial, a três passos do mar, um mar azul nervoso e ainda virgem.

Nós despimo-nos e ficámos nus estendidos nas toalhas, a banhar-nos de sol e mar, e quantas vezes senti o corpo dele tocar o meu quando corríamos vindos do mar frio e arrepiados até às toalhas.

Naquele momento amava-o, o desejo que sentia por ele refletia-se na minha boca, nos meus lábios e na minha língua, com uma força que me tirava o ar do peito e que não passava despercebido, queria-o muito ali mesmo, dar-lhe prazer, tê-lo dentro de mim a foder.

A tarde passou e decidimos que era hora de regressar ao parque, a rirmos da nossa própria dor e do erro de principiante, porque tínhamos estado nus com os nossos rabos brancos sob um sol fervente sem contemplações.

No parque tomámos um banho revigorante, comemos qualquer coisa, e corremos para a tenda como dois miúdos.

Entretanto a noite tinha caído e com ela veio uma brisa fresca que nos dava uma sensação de prazer e de saúde aos nossos corpos bronzeados em tão curto período de tempo.

O Ricardo disse “J. dói-me o rabo, não aguento a roupa”, e respondi-lhe “eu também não, podemos tirá-la”, e ficámos nus novamente, mas agora num espaço apertado e quente, em que os nossos corpos se tocavam um no outro.

A pele dele colada à minha, mesmo que por acidente, cada toque era como uma faísca de prazer que explodia dentro de mim abrindo-me o ânus como o de uma mulher, acelerando-me a respiração sentia-lhe o cheiro do corpo e do pénis dele.

O silêncio durou pouco entre nós, até que ouço o Ricardo dizer, quase a sussurrar, “J. importas-te de me pôr creme no corpo, eu depois ponho em ti”, engoli em seco e as palavras dele custaram-me a interpretar, mas subiu em mim uma pulsão tão forte que apenas disse “sim”.

Ele deitou-se, primeiro com as costas viradas para mim, e eu fui deitando o creme que mais parecia leite pelas costas, pelos ombros, pelas pernas, quando o ouço dizer “J. não te esqueças do rabo”, sim pensei, o rabo dele enérgico de força e de tesão, passei-lhe as mãos e senti-o “meu deus que não acredito”.

Ele não esperou a minha voz, e virou-se depois para cima, eu sabia que nesta parte do corpo ele não precisava de mim para lhe pôr creme, mas perguntei quase a ordenar “deixa-me pôr”, e ele acenou que sim.

O que notei e para mim foi uma emoção, o Ricardo estava com o pénis teso, ereto até ao céu, ele fixou-me os olhos e rimos os dois, mas agora, não sei se o entendi, tinha um riso diferente como se ouvisse os meus pensamentos.

Eu ia-lhe pondo creme no peito, no ventre e no umbigo, sem qualquer disciplina ou ordem, sem princípio meio ou fim, a minha mão queimava-se no corpo dele, fui percorrendo as pernas, subindo por ele, sentindo-lhe os pelos, as coxas grossas, deixando o melhor para o fim.

Coloquei mais creme na mão a preparar-me para a última parte, começo pela coxa por dentro, a minha mão caminhava lenta para a zona proibida, e vejo o Ricardo a abrir as pernas quase a dizer -me “entra põe mais creme por dentro”, os meus dedos sorrateiros tremiam quando eu lhe toquei nos testículos. 

A minha boca enchia-se de saliva e o meu corpo todo ele tremia de antecipação como se eu já soubesse como acabaríamos esta noite e quando eu quase desistia, o Ricardo pousou a mão sobre a minha e com uma força leve, puxou a minha mão para o caralho, e com uma voz doce que me hipnotizava disse "J. mete também aqui no meu caralho, não sintas vergonha", 

Eu deixei a minha mão ir sozinha nem a mente dele nem a minha mandavam em nada, a minha mão foi subindo pelo caralho largando creme a todo o comprido, como uma gordura de suor e pele, até que saltou para a seara de pelos que ele tem em cima.

A nossa consciência tornou-se una porque nós tínhamos ultrapassado um obstáculo e todo o meu corpo tremeu numa avalanche de sentimentos que tomou conta de mim, apeteceu-me muito dobrar-me sobre ele e beijá-lo na boca, saltar-lhe para cima e deixar entrar em mim o pau dele, porque o meu ânus e os meus mamilos tudo em mim fervia.

Mas ouço, entretanto, o Ricardo a dizer, “agora é a minha vez”, pediu que eu me deitasse virado para cima e ele sem vergonha ou obstáculos passou creme pelo meu corpo todo e agarrou no meu caralho teso que esfregou de creme com carinho.

“Meu deus, vai acontecer? É hoje, agora, todo o tempo que estive à espera,” ele mandou-me virar e depois sinto o Ricardo a colocar-me creme no pescoço, nas costas, nas pernas, a subir para mim, e foi quando me arqueei de prazer sentia o pénis dele a roçar-me no cu.

Fechei os olhos e deixei-me levar, sinto o peito dele a colar-se nas minhas costas e ele a dizer “J. tens o rabo a ferver”, ao mesmo tempo as mãos dele abriam-me as nádegas como a um fruto, o caralho dele brincava com o meu ânus.

Neste momento, pelos movimentos rítmicos do corpo eu sabia que ele já se tinha decidido, o pau dele mexia num vaivém para a frente e para trás dilatando o meu ânus, ele desejava ter-me e foder-me tanto como eu, bastava uma palavra um som uma última decisão para fazer cair o obstáculo.

O meu coração batia violentamente e o dele que se metia pelas minhas costelas, o ar na tenda aquecia, o cheiro do creme, dos nossos sexos, eu tinha os olhos fechados e pensava mas não dizia “fode-me amor fode-me entra em mim fode-me o cu”, estava quase a acontecer.

Ele dobra-se novamente sobre mim a quase tocarmos as nossa bocas e ele sussurra ao meu ouvido “não aguento mais J. quero comer-te o cu”, nesse momento abri as pernas mais ainda do que já estavam para lhe dar abertura para ele me foder o cu, e ele correspondeu e entrou.

Lancei um gemido “aihmm ahmm” quando me dobrava e ele enterrava o pau em mim, ele foi entrando devagar, entrava e saía aos poucos, ele gemia também ao meu ouvido “ai J. somos tão loucos mas eu estou cheio de desejo, diz-me, queres-me muito?”.

Eu respondi num assomo de amor conseguido e disse "tu sabes que eu quero não te envergonhes fode-me todo quero que gostes muito", o pau dele pulsava em mim e o Ricardo começou a entrar como uma máquina em movimento, os quadris dele batiam fortes nas minhas nádegas, quando ia à frente a abrir-me o cu, eu sentia-o excitado porque eu empinava o rabo e ele escorregava o caralho até ao fundo.

Ele depois saiu e pediu para eu me virar, depois levantou-me as pernas, ele enterrou-se em mim e começámos a foder como se fossemos namorados, peito com peito abraçados, ele procurou os meus lábios e as nossas línguas entrelaçaram-se, e eu sabia que a partir de agora, acontecesse o que acontecesse eu estava condenado a amá-lo e a sofrer.

Nós estávamos quase a vir-nos porque eu sentia-o gemer, os nossos corpos brilhavam com o suor e a nossa respiração, ele ofegava e fodia-me freneticamente, eu senti o primeiro espasmo da sua carne e a explosão de um jato dentro de mim.

Eu soltei um grito de prazer quando o meu cu se contraiu em torno do caralho dele enquanto ele continuou a foder para dentro de mim e a estremecer de gozo de se vir.

Ele não fez nenhum esforço para retirar o caralho do meu cu, nós entrelaçámos as pernas e deixámo-nos cair indolentes na tenda.

Eu não queria saber do futuro, apenas sabia que este verão iria estar presente para sempre na nossa memória. 

Minha mulher adora discoteca

20:12 0
Minha mulher adora discoteca

Na altura perguntei-lhe e ela com um sorriso disse-me logo que era uma ótima ideia e que tinha muito boas recordações daquele lugar. 

No sábado, eu vejo a minha mulher a descer as escadas lá em casa dentro de um vestido preto muito justo e muito curto, bem acima do joelho, que lhe rodeava a forma do corpo, e fiquei admirado por ver que a Ângela continua uma mulher tão bonita e elegante. 

A minha mulher é muito tranquila e muito segura de si, com um rosto bonito emoldurado nuns longos cabelos castanhos, uns olhos profundos e também castanhos, as pernas longas e torneadas, um rabo maravilhoso, e para mim, o melhor da Ângela, um sorriso enigmático que nos desarma. 

A minha mulher parecia uma estrela de cinema quando apareceram os nossos dois filhos, o Heitor e a Helena, a assobiar e depois a dizerem “ei, a mãe está fantástica tão bonita!!”, tendo eu aproveitado para lhes dizer que o pai e a mãe iam chegar tarde e que eles não esperassem por nós. 

Quando chegámos a discoteca já estava ao rubro, estava cheia de gente a dançar na pista de dança, a música estava fantástica e eu senti um certo “beat” a percorrer-me o corpo, enquanto eu e a Ângela íamos andando entre as pessoas até encontrarmos uma mesa. 

Eu sentei-me, e ao meu lado sentou-se a Ângela, acomodando-se entre mim e um homem negro que me pareceu mais novo do que nós, com muito bom aspeto e muito bem vestido, e eu percebi que daquele lugar dava para ver a pista de dança sem que o som da música fosse tão alto. 

Quando eu e a minha mulher nos sentámos, ela aproximou-se do meu ouvido e dá um pequeno grito de satisfação ao passar a mão pelos bancos de veludo encarnado e sussurra-me “lembras-te, nós passámos aqui alguns momentos fantásticos”, e eu acenei com a cabeça a dizer que sim, satisfeito por ela se estar a sentir feliz. 

Eu inclinei-me para ela e embora soubesse a resposta, perguntei o que ela queria beber e recebi o “gin tónico” do costume, de maneira que eu me levantei e disse que as ia buscar. 

Eu não demorei mais que alguns minutos a regressar, eu sentei-me novamente ao lado da minha mulher, ela agarrou no copo e levou-o à boca e depois sorveu um bom bocado da bebida.

O melhor está para vir, continue a ler

Depois ela deu-me um toque na perna para eu me aproximar, inclinou-se e sussurrou ao meu ouvido “ele pediu para eu pôr a minha mão no pénis dele”, referindo-se ao homem negro ao lado dela. 

Eu fiquei um pouco surpreendido e enquanto eu escolhia as palavras para responder, a minha mulher tocou novamente na minha perna, inclinou-se para mim e com um sorriso rasgado disse “eu sei que é uma loucura, mas eu já estou com a minha mão no pénis dele.”. 

A sala estava um pouco escura, mas não o suficiente para que não desse para me inclinar um pouco e ver a mão da Ângela a entrar sorrateiramente por baixo de um casaco que o homem negro tinha colocado em cima das pernas.

Enquanto fazia isso ela sorria para mim com um sorriso rasgado daquela sua brincadeira de adolescente. 

Eu imaginei que a minha mulher estaria a acariciar o homem na zona do pénis, mas a mim não me pareceu grave e era mais um pequeno prazer dela, afinal era tudo mais que consensual.

Tinha sido o homem a pedir, e depois excitou-me saber que bastou o homem pedir para ela entrar naquele jogo e tocar nele de maneira tão íntima como aquela. 

Eu olhei outra vez para o sítio onde estava o homem negro e vi que estava encostado para trás no banco com as pernas muitas abertas e muito rígido e deu para ver os seus olhos brilhantes como lanternas no escuro. 

Eu vi que as bebidas se tinham acabado e inclinei-me para a minha mulher a dizer-lhe que ia buscar mais, de maneira que me levantei e regressei alguns minutos depois com as bebidas na mão. 
Eu sentei-me e reparei que a mão da Ângela continuava no mesmo lugar, só me parecia que a mão dela se mexia mais energicamente do que antes.

Não demorou mais do que alguns segundos, para ela inclinar-se para o meu lado, e com o mesmo sorriso de antes, sussurrar-me ao ouvido “eu entrei, tenho o caralho dele na minha mão”. 

O homem abria as pernas ainda mais e contorcia-se ligeiramente no assento, a minha mulher voltou a inclinar-se para mim “nem consegues imaginar, estou a acariciar a cabeça do caralho dele, ele está tão teso, querido”.

Ela continuou ainda a falar ao meu ouvido, “querido, o pénis dele é tão duro e tão grosso que mal o consigo apertar com a mão”. 

Eu sabia da voz dela e da forma como falava que ela estava muito excitada e a visão dela a acariciar o pénis de outro homem também me deixou excitado, de maneira que lhe perguntei “estás a bater-lhe uma punheta?”, e ela sorriu para mim a acenar com a cabeça a dizer que sim. 

Ela voltou outra vez a inclinar-se para mim “ai, querido, o pénis dele é enorme, nem imaginas o prazer que me está a dar mexer no pau dele, obrigado, amor”.

Eu senti que o homem tocou-lhe no ombro, ela afasta-se para trocarem umas palavras entre eles, depois a minha mulher volta a endireitar-se para o meu lado, e sussurrou ao meu ouvido, "ele quer que eu vá com ele". 

Eu abri muito os olhos e por segundos fiquei parado sem saber o que pensar.

Ocorreu-me perguntar à minha mulher do porquê de ele querer que ela fosse com ele, mas eu sabia que a resposta imediata da Ângela seria “o que é que achas?”, por isso passei logo à pergunta seguinte e disse “ele quer ter sexo contigo, claro!”, ela acenou com a cabeça a dizer que sim. 

Mas antes que ela pudesse dizer qualquer palavra, eu perguntei-lhe “o que é que tu lhe disseste?”, ela respondeu-me de imediato “o que é que achas? querido, disse que sim, claro”. 

Eu sabia que contrariar a Ângela neste momento ainda seria pior, e depois ela estava sexualmente excitada.

Só que eu também estava, a visão dela a ter relações sexuais com outro homem e ainda mais um homem negro jovem como aquele deixava-me nesse estado.

Ela voltou a aproximar-se de mim e antes que eu dissesse qualquer palavra, ela sussurrou-me novamente ao ouvido “eu quero muito isto querido, eu quero muito foder com este homem, mas quero a tua permissão, amor”.

Eu olhei para ela e vi que tinha os olhos vidrados de excitação a garganta e os lábios secavam e percebi que não podia dizer não. 

De maneira que eu me inclinei sobre ela e perguntei “tudo bem, e onde seria?”, ela voltou a falar com o homem negro e depois ela debruçou-se sobre mim e disse “pode ser no nosso carro, querido, o carro está lá ao fundo estacionado no escuro”. 

Eu ouço-a e me pareceu que o homem era decente e apresentável e ela certamente não estava em perigo, mas eu voltei a perguntar “amor, se calhar é melhor eu ir, tu vais estar sozinha com um estranho”. 

Eu reparei que ela lançou um sorriso enorme, mas voltou a inclinar-se para mim, e sussurrou “não é preciso querido, dá-me só as chaves do carro, eu já volto e depois conto-te tudo.”. 

A Ângela inclinou-se para o homem, e uns segundos depois de me dizer "amor nós vamos indo, eu já volto, fica tranquilo", a minha mulher e o homem levantaram-se e encaminharam-se para a saída da discoteca pelo meio das pessoas que estavam na pista de dança, e depois eles desapareceram. 

Eu devo ter estado mais de uma hora à espera que a minha mulher regressasse.

Eu sabia que a Ângela era doida por sexo e quando começava queria sempre mais, de maneira que a imaginava toda nua a chupar o pénis do negro e depois a querer que ele a penetrasse várias vezes na vagina e no traseiro. 

Por várias vezes, a mim me apeteceu sair também e ir para o carro, mas eu fui-me contendo até que vejo a Ângela a chegar. 

Ela sentou-se ao meu lado no mesmo lugar, depois ela abraçou-me em volta do pescoço e deu-me um longo beijo na boca, sussurrando ao meu ouvido “obrigado querido".

Depois enquanto ela bebia um resto da bebida morna, continuou "ai estou com tanta sede, querido, nem imaginas foi tão bom eu estou toda dorida”.

Eu senti-lhe o cheiro intenso a sexo que lhe vinha do vestido, do corpo, do cabelo e da boca. As pernas e as coxas dela vi-as enxutas como sempre mas com uma sensação de relaxamento e satisfação.

Depois, ela abraça-me ainda mais e dando uma gargalhada adorável, a deixar cair os cabelos para trás das costas, diz “anda vamos para casa que no caminho eu conto-te tudo”.

Eu e a Ângela  levantámos e fomos para o carro, e no caminho eu percebi que o homem estava no bar juntamente com outro negro, e quando passámos a Ângela ainda deu um abraço e um beijo na face aos dois e ouço-a dizer “obrigado também queridos”. 

Eu não podia acreditar, mas a minha esposa acabara de ter sexo com um completo estranho que as únicas palavras que me ocorreu dizer quando entrámos no nosso carro e o pus em movimento, foi “conta-me tudo, vocês demoraram tanto tempo, foi preciso tanto tempo para darem uma foda”. 

Ela soltou outra gargalhada e diz “tu conheces-me querido, achas que com um homem daqueles eu ia só dar uma foda? Não as contei amor, mas acho que foram várias fodas que ele me deu porque eu tive vários orgasmos”. 

E o homem, perguntei eu à minha mulher, e continuou ela “querido, gostava que visses o tamanho do pénis dele, primeiro eu senti-o na mão, mas depois quando o vi, que loucura, querido, enorme, grosso, mas grosso a sério, e tão bom, querido, era rijo e duro, parecia feito de rocha.” 

Depois ela continuou “e ele também teve vários orgasmos, imagina só, ele ejaculou dentro de mim várias vezes, amor, acho que ele também adorou foder-me”. 

Eu queria detalhes, e por isso ela percebeu que estava relaxada e satisfeita por ter tido sexo, mas eu continuava excitado, de maneira que senti a mão da minha mulher a abrir-me o zip das calças e a tirar-me o pénis para fora. 

Depois, a minha mulher encostou-se a mim no banco para o meu lado, colocou o braço esquerdo de volta do meu pescoço, e enquanto me batia uma punheta levemente, falava ao meu ouvido, “oh, o meu querido está tão triste!, não teve sexo! eu conto tudo, vá” 

“Oh amor, eu e ele fomos para o banco de trás, e quando entrei tirei logo a minha lingerie para que ele ficasse com a minha vagina bem disponível para ele, depois eu puxei-o para mim e tirei o pénis dele para fora e comecei a chupá-lo”. 

“Oh amor, foi tão bom, eu estava a chupá-lo e ele com os dedos massajava a minha cona, eu sentia-lhe os dedos a rodarem no meu clítoris, ele pôs-me toda molhada”. 

A voz da minha mulher era sedutora “depois eu deitei-me para trás, levantei o vestido até à cintura , ele tirou as calças, eu abri as pernas e ele penetrou-me, amor, com aquele pau grosso, fiquei louca, amor, de prazer quando senti ele a enterrar-se dentro de mim.” 

“Ele depois esteve a partir-me toda e eu apertei-o bem contra mim para o sentir todo cá dentro"

"Ele começou-me a dar beijos na boca e nos seios, eu sentia as nádegas dele a fazer força a entrar com aquele pau, olha, amor, a bater com tanta força nas minhas coxas, a penetrar-me".

"Eu comecei a vir-me querido, eu tive um orgasmo louco e ele também ejaculou tanto que quando tirou o pau da minha cona mandou jatos de leite para cima de mim, amor”. 

A minha mulher, entretanto, parou de me bater a punheta e continuava “não quero que te venhas já porque há mais para contar” e depois continuou. 

“Eu não queria que ele parasse e eu comecei a chupá-lo outra vez, ele tinha tanto leite, eu engoli tudo, amor, e ele começou a ficar duro outra vez, e sabes o que é que a tua querida lhe pediu?” 

Eu perguntei-lhe “Vai diz depressa”, continuou ela, “eu pedi-lhe para ele me foder o cu, amor, e ele nem respondeu".

"Eu virei-me, e foi tão bom, ai querido, ele deu-me uma foda no cu que foi uma loucura, imagina aquele pau grosso a foder a tua mulher, querido, uma loucura, ele punha-me os dedos na cona, que acabei por ter mais do que um orgasmo.” 

“Depois aconteceu uma coisa que eu não esperava, eu estive a fumar um cigarro, e ele perguntou-me se podia chamar um amigo, sabes o que eu disse?”, eu já sabia a resposta, “que sim, claro".

Uns minutos depois apareceu o outro negro que tu viste no bar, e olha amor, eu fodi com os dois de uma vez, enquanto chupava um o outro fodia-me por trás.” 

A minha mulher voltou a bater-me a punheta mas eu já estava naquele ponto de me estar a vir.

“ai, amor, o outro ainda tinha mais fome, ele meteu-se em cima de mim a enterrar o pénis dentro de mim, ele batia com tanta força que o carro abanava, eu comecei a ter mais um orgasmo com ele a ejacular dentro de mim”. 

Soltei um “ai foda-se” que me estava a vir, a Ângela baixou-se a colocar os lábios húmidos de volta do meu caralho, foi tão bom, que eu senti-a a chupar e a engolir o meu leite todo. 

Quando entrámos em casa os nossos filhos ainda estavam acordados e perguntaram quase ao mesmo tempo “então como vos correu a noite?”, e eu olhei para a minha mulher e respondi “a vossa mãe adorou”.