BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Aprendi com a empregada doméstica

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Aprendi com a empregada doméstica
Não sei se me posso confessar aqui, é que cometi um pecado tão grande, e se há pecado há segredo, é que me custa tanto contar, eu sei, meu marido devia saber, que não foi traição, foi um serviço, o que foi de bem à instrução de um miúdo, que me tentou tantas vezes, que eu, confessionário, tive de acabar por ceder.

Todas as semanas vou a casa deles, pelo menos duas vezes, sou uma empregada doméstica honesta, e nada tenho a dizer, nunca tive tão bons patrões, mas o filho Toninho é uma peste, o raio do miúdo não me largava, não sei como, descuidei-me um dia, quando engomava a roupa, do ferro o vapor quente subia, e eu pensando estar sozinha, fui-me da roupa aliviando.

Baixei a camisa que trazia, e apertei na cintura a saia que vestia, o Toninho estava em casa, e ao chegar perto de mim, sorrateiro como uma raposa, olhou-me os seios e as coxas, a partir daí nunca mais me largou, quando chego aparece logo, segue-me a ver se me baixo, como me movo pela casa, a imaginar-me como me viu, com as minhas partes à mostra, só para ter a oportunidade, de ver mais alguma coisa.

E o diabo que não percebia, que a diferença de idades é muita, o Toninho tem dezoito anos, quando eu tenho quase quarenta, mas isso não o impedia de me olhar, com aqueles olhos de me há-de comer, não sabia se devia falar, com os pais dele para o afastar, não sei, contar-lhes, como as hormonas o faziam entusiasmar, e não sei ainda, que luxúria lhe via, quando me andava a rondar.

Mas não disse aos pais, pensei que as coisas iam passar, era uma fase de juventude, o Toninho ia entender, que não é bom comer a empregada, nessa altura já sabia, que a intenção dele era foder, grande era o pau feito que exibia, dentro dos calções a fingir, cruzado e agarrado à mão, passava por mim a dizer, bom dia Joaquina, como quem não quer a coisa, a perguntar-me o que fazia.


A limpeza do quarto era um horror, deixava o computador aberto à vista, com filmes de foda a correr, enquanto dissimulado ia ao banho, aparecia depois de corpo molhado, enrolado numa toalha curta na cintura, deixou-a cair um dia à minha frente, de uma maneira tão vistosa que eu via, que foi de propósito que o fez, só para me mostrar o caralho teso.

No inicio eram só gestos e olhares, ainda pensava para mim, "Joaquina és uma mulher adulta, para mais muito bem casada, não dês corda ao miúdo, senão não tarda dás-lhe tudo, o que ele sem palavras te pede, que lhe dês uma foda bem dada, mas no outro dia, não ouvi barulho e pensei que não estava, fui ao quarto fazer a limpeza, o diabo estava nu na cama, tombado de lado que o rabo lhe via, a fingir-se que dormia, não aguentei pensar que o miúdo era muito bonito.

Resolvi falar com ele, esclarecer os silêncios estranhos, perguntar-lhe porque que me queria, e foi por isso, que minutos depois de o ver nu, me virei para ele a dizer, "Toninho já percebi que anda de volta de mim com quereres impróprios, o menino tem de se deixar disso, tem de arranjar meninas da sua idade".

Ainda tentou escapar, não queria falar do assunto, ainda me perguntou "mas que quereres, Joaquina?", respondi-lhe "ora menino, já se viu, pela maneira como me olha, o de me querer foder", pediu-me depois desculpa, que nunca mais o fazia, dizia-me ele que me desejava, que adorava as minhas pernas roliças.

Continuou a falar, nu sentado à minha frente, o diabo agarrava o caralho, que bem teso e comprido estava, "gostava muito de te foder, para aprender e saber como é, Joaquina", contou-me que era virgem ainda, e que tinha vergonha de o ser, quando todos os seus amigos, já sabiam na prática o que era foder.

"Mas menino, eu sou empregada dos seus pais, Toninho porque acha que ia foder, eu sou uma mulher mais velha", mas ele insistia, dizia que não sabia, que eu era mulher e amiga, que gostava tanto de mim, e que era tão bonita, que lhe podia dar umas aulas, como se fosse professora dele, que entre nós era possível, não tinha vergonha e conseguia, e que olhava as minhas coxas, e ficava cheio de tesão.

Na altura disse que não, mas levei o sentimento para casa, ao mesmo tempo as imagens do Toninho, que tinha semeadas na minha cabeça, um corpo jovem e bem bonito, o caralho teso e comprido, ai que tinha tanta pena dele, precisava de ser ajudado, há coisas que não se nasce ensinado, para foder com desenvoltura, é preciso ter alguma prática.

Quando cheguei no outro dia, vendo que ele pouco mudara, continuava a olhar as minhas coxas, para o meu rabo quando andava, rodeios dele não paravam, que pensei "o que vou dar-lhe é uma ajuda, dou-lhe umas fodas para aprender, afinal vou ser professora dele" e ri-me para dentro, "de educação sexual".

Não foi preciso chamá-lo, ele andava perto cheirando, fomos para o quarto, onde lhe disse "Toninho, vou-te ensinar o que sei, que é pouco, a minha experiência também não é muita", era uma mentira que lhe dizia, muitos homens me tinham comido, mesmo casada com o meu marido, não era coisa que gostasse, de o ver assim cornudo e traído, mas agora não era grave, ele não precisava de saber, que era só um miúdo.

Despi-me toda e deitei-me na cama, abri-lhe as pernas para os lados, para que ele visse a minha fenda húmida, bem peluda e molhada, de um rosado teso brilhante, passei os dedos por ela, a acariciá-la aos olhos dele, pedi-lhe que me tocasse, que a visse bem de perto, que a lambesse se quisesse, dedos trémulos por mim passaram, os de um gato a apalpar terreno, ia explorando e prosseguindo, por mim toda, ventre e mamas, eu contente com o que via, o meu menino estava a portar-se bem.

Tentou logo saltar-me para cima, disse-lhe "miúdo tem calma, que o principio mais importa, antes de  foder quero lamber-te", agarrei-lhe no caralho, a mamá-lo sôfrega e sedenta, a minha língua corria por ele, apertei-lhe a ameixa tesa, surpreendido não o esperava, um broche primeiro nesta vida, enquanto ele deitado gemia, a ver-me a fazer o meu trabalho, ouvia-lhe um "ai ai foda-se tão bom, ai Joaquina foda-se ai ai hummm", apertava-lho nos meus lábios, fazendo força em roda da boca, chupava para baixo e para cima, estava a ver que o miúdo se vinha, mas como era forte, aguentou-se para a aula seguinte. 

Deitei-me de costas na cama, com as pernas bem abertas, tinha a fenda encharcada, do tesão que o Toninho me dava, disse-lhe "anda salta-me para cima", via-se-lhe a pouca experiência, não sabia o que fazia, usava a lógica e o que ouvia, para se pôr em cima de mim, desajeitado entre as pernas, como não soubesse onde entrar, a tentar encavar-me na cona, até que se encostou, e ao meu corpo se colou, levando o caralho na mão, que o senti a entrar, pedaço a pedaço, até o enterrar.

Sentia-lhe a respiração junto à cara, um bafo quente que lhe vinha, de boca ofegante me fodia, apertei-lhe as nádegas com força, a obrigá-lo a martelar-me mais dentro, com as ancas a moverem-se intensas, apertei-lhe o corpo com as pernas, e com os braços as costas dele, quando em cima de mim entrava, sentia-lhe o caralho que me fodia, "ai Toninho que foda ai ai que foda miúdo, come-me toda miúdo", dizia-lhe ao ouvido sussurrando, "ai ai Toninho estás-me a partir toda".

Ele quis mudar-me de posição e comer-me como uma cadela, procurei-lhe antes a boca, para um beijo que não correspondeu, estava centrado no meu cu, como se não soubesse como agarrá-lo, como me encavar aquele caralho, puxei-o então mais para mim, como se pusesse um filho nas costas, que se encostasse, que me agarrasse por trás, que me fodesse era o que queria, via-o desajeitado a esforçar-se, o caralho escorregou-me pelo cu, até que o senti a entrar, entre as bordas da cona, até ao fim.

Dei um grito bom, nesta altura já me perdera, o meu raciocínio se o tivera, agora já se fora embora, o Toninho partia-me pelo traseiro, a minha fenda aberta, à passagem daquele caralho, o miúdo aprendia depressa, com estas aulas que lhe dera, estava tão feliz, já quase tudo sabia, senti-o tremer e a vir-se, ao mesmo tempo que soltei, um grito a molhar-me toda.

E tem sido assim confessionário, é como ter dois empregos, empregada doméstica e professora de sexo, e o meu marido já sabe, já lhe contei, aqui não há segredos ou traições, é trabalho, só que ele não está gostando do meu empenho.

Atenção vem aí o Feminismo Fufa

16:42 0
Atenção vem aí o Feminismo Fufa
Isto sim não é supositório, até que enfim um estudo a sério, aqui não há manipulações ou desvios, cada clique conta como um ponto, não há intermediários idiotas, cheios de opiniões ou de ideias, de tanta cultura vazia, ou daquela tendenciosa, que nos obriga a modos de ser ou de estar, a ir por caminhos escolhidos pelos outros, para nos mandarem para uma forca que já colocaram à nossa espera.

Não não, aqui foi o Pornhub que recolheu os quereres e desejos das gajas do mundo todo, na forma de termos e categorias escolhidas, e pode-se enfim, com muita segurança e certeza, chegar a esta conclusão: pelo menos 35% das gajas do mundo são fufas, ou têm pensamentos pecaminosos com fufas, mais de um terço caralho, os homens estão fodidos e então aqueles idiotas que  só pensam em reprodução.


E não é só isto, é dramático demais, porra!!! que os números não enganam, as gajas não param, não vêm só filmes de gajas a lamberem-se, é também comprar dildos à força toda, é strap-ons que é mais ou menos uma liga com um caralho grande na ponta, é pilas grandes de preto mais que muitas, estão a substituir tudo, carninha da boa por borracha mais dura, é uma espécie de novo feminismo fufa, está tudo fodido.

Pense-se que no mundo há mais homens que mulheres, é um dado estatístico há muito tempo recolhido, numa razão dois terços para um, nunca se viu tanto corno como agora, o futuro já estava à porta, cada gaja podia ter mais que um, mas agora foda-se!!! ainda é pior, está explicado, isto é um movimento de gajas, para acabar com os homens.

E agora é que se percebe, tanta procura por caralho grande, a oferta é o que manda, homens preparem-se que por este andar, têm de interiorizar que vão crescer sem cona, pilas pequenas e com defeito, esses estão todos fora, com sorte que é pouca, vão passar a vida toda a só bater punheta.


O Pornhub não tem dúvida, as mulheres adoram pornografia, cada vez mais dizem eles, e nesse estudo mundial, ver ‘Lésbicas’ é, de longe, a categoria mais procurada pelas consumidoras de vídeos porno, nomeadamente as portuguesas.

Vejam bem, que isto não é para brincar, até a categoria "Anal" vem muito depois, entre a de fufas e esta ainda estão as de ‘Madura’, ‘MILF’, ‘Mulheres Tatuadas’, ‘Dupla Penetração’, ‘Vintage’ e ‘Masturbação’, que mais não são mais gajas fufas de espécie mais elaborada, verdadeiramente problemático, um problema ambiental, cada vez haverá menos gajas com que os homens, só os "escolhidos", possam contar.

Os outros, a arraia miúda, os disfuncionados, impotentes, pilas médias e pequenas, com banhas, todos ficam pela punheta ou então pelos artefactos, conas de borracha, bombas, bathmates, etc., o melhor é habituarem-se porque se isto é onda, meus amigos, tão cedo não vai mudar.

ha ha ha, e desta vez o Pornhub arrebentou, havia os patetas românticos que achavam que mulher é púdica por natureza, tem sempre muito amor para dar, e que se vêm filmes pornográficos é porque procuram essencialmente cenas românticas, porque, supostamente, esse é um fator essencial para aumentar a libido.


Cum caralho, é difícil acreditar, que ainda há idiotas que assim pensam, as gajas são como os homens no mesmo desejo, de querer entesar a ver pessoas a foder, a ver filmes pornográficos, e depois imaginar ou mesmo aplicar, o que aprendem de tão ilustre saber, se diferentes são é na forma como os vêm, os homens para bater punhetas, elas para aprenderem como proceder.

Só que os homens são poucos, e dos poucos que há não desenvolvem como deve de ser, a gaja vê o filme e pensa logo ser comida como a atriz do filme, vai lá homem competir com os caralhos grandes do protagonista, e daí, se calhar, começa a frustração, passa a mulher a procurar gajas a foder, que oferecem melhor ilusão.

E aí não há mesmo dúvidas, o Pornhub descobriu que sobre as pesquisas dos utilizadores, dividindo-os por género, as gajas são 29% do total de visitantes, sendo "Lésbica" o termo mais pesquisado pelo público feminino.

E quanto ao crescimento de ano para ano, não pára, meus amigos, não pára, isto é terrível, quase assustador, não se sabe o que aí vem, salvem-nos as bonecas de borrachas, robots de gajas fodilhonas, qualquer coisa, mas salvem-nos desta praga, dêm-nos cona, dêm-nos cona, por favor, a mama está-se a acabar, as pesquisas de gajas pelos termos "strap on lésbico" cresceram 392%, e vejam que "transexual", ou seja gajo com vagina, ou gaja com pila, registou só uma pequena subida de 73%.


O PornHub também explica que as mulheres têm mais 281% de probabilidade de ver a categoria "Cunnilingus" quando comparadas aos homens, cunnilingus, meus amigos de estrada, preferem isto que vídeos de "Homens a Solo", ou seja, de gajos de pau feito, isto é incompreensível, uma revolução, o mundo está em mudança, e não se sabe para que sentido, dizendo eles que "As mulheres continuam a preferir pornografia de lésbicas. Elas podem ver atos que gostam que sejam praticados em si mesmas - é por isso que 'cunnilingus' é popular". 

E dizem mais que, "Todos os anos vemos um aumento, o que indica que as mulheres estão cada vez mais confortáveis com explorar a sua sexualidade, afastando-se da ideia de que a pornografia é só para homens - que mudança em apenas algumas décadas!", e meus amigos, até no "Pussy licking" elas estão à frente, para quem não saiba inglês, quer dizer "lamber cricas", isto é inacreditável.

E vejam bem, aquele número dos quase 30% é uma média mundial, porque nalguns países, o feminismo fufa já atinge proporções consideráveis, nas Filipinas têm a maior proporção de visitantes do sexo feminino, em 38%. Seguem-se o Brasil e a África do Sul, com 35%. O Japão e a Itália viram as visualizações femininas crescer 6 pontos percentuais em comparação com 2017.


Foda-se que isto não pára, e em Portugal, as principais conclusões são:

- Mais de metade dos utilizadores usam dispositivos móveis, tais como smartphones (47%) e tablets (10%);

- A segunda-feira é o dia da semana que regista um maior tráfego de visitantes portugueses, especialmente entre as 23H e a uma da manhã. Já o sábado é o dia com menos visitas;

- Em média, os portugueses passam cerca de 9 minutos e meio no PornHub em cada visita, sendo que há uma grande discrepância em determinadas regiões como, por exemplo, o Porto (25 segundos) e Santarém (33 segundos);

- a categoria mais vista é "Anal", seguida de "MILF", "Lésbica" e "Mais Velho(a)"

- as mulheres representam 22% dos visitantes oriundos de Portugal.

Olhem para isto, 22% dos visitantes portugueses do Pornhub já são gajas, caminham para os 30% a passos largos, valha-nos é o facto de serem ainda tradicionais, ainda mantêm a categoria de levar no cu ("Anal") como o seu interesse principal, só depois das mulheres de cornudos (Milf), é que vêm as lésbicas, aqui ainda há alguma esperança, comecemos já a trabalhar, a prevenir o futuro que aí vem, e talvez, digo talvez, ainda se consiga ir a tempo de minorar o impacto do feminismo fufa.

Apesar de não augurar grande sucesso a esse propósito.

Minha Vovó aprendeu computador

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Minha Vovó aprendeu computador

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Até me custa contar no confessionário o que se tem passado com a minha avó, ela agora não tem mais cura, daquelas coisas bem intencionadas, queremos fazer o bem, e acabamos, como se diz por aí, fazendo "merda".


E foi o que eu fiz, quando vi minha avó sofrendo, pensava eu que era de solidão, devia estar louco quando tive essa ideia de ensinar computador à minha avó, eu perguntava "então Vó o que tens? pareces tão em baixo", ela respondia "então neto o que é que queres, estou velha filho e nem sei o que fazer".

Continuava eu "então Vó podes, sei lá, fazer o que fazem as outras idosas, ir ao centro de dia?", vi-lhe faiscas nos olhos "fazer o quê, bordados? pinturas? estás doido neto? estou velha mas não estou morta", a minha avó não suportava a idade, sempre fora muito ativa, estar agora sem fazer nada, deixava-a desnorteada, e pelo que eu via, a cada dia definhava.

"Oh Vó, sei lá podias conhecer pessoas, fazer voluntariado? Vejo idosas nos hospitais?", ela riu-se, "parece que não conheces a tua avó", que conhecia conhecia, pelo que sabia já tinha enterrado uns quantos maridos, era tudo tão falado, que os homens fugiam dela, qualquer ligação podia tornar-se perigosa.

E então tive a tal ideia maluca, "e então aprender computador, Vó? podias, sei lá, ver coisas na internet, conhecer pessoas e falar", até que me pareceu interessada, mas desconfiava da tecnologia, dizia ela "oh neto, não sei se consigo aprender, com esta idade não sei, e depois fala-se tão mal disso, tanta gente maluca filho".

"Oh Vó não custa nada eu ensino", e ensinei, nem passou o mês e a minha avó navegava como uma cibernauta, passava por ela e nem me ouvia, agarrada ao ecrã entusiasmada, até ao dia, confessionário, até ao dia, que me começou a cobrar saldo.

Eu perguntava "mas Vó o que anda fazendo? há anos que ando na internet e não me custa nada, e você agora, não passou um mês e já anda gastando dinheiro", minha avó parecia outra, o computador era uma revolução, parecia até mais nova, dava-me beijos de gratidão, dizia quando passava "ai neto se eu soubesse, há mais tempo que aprenderia".

Era tudo muito estranho, eu precisava saber o que se passava, um dia vim mais cedo do trabalho, fui assim devagarinho para o quarto dela, e deus meu apanhei um susto do caralho, a minha avó estava se acariciando, passava os dedos nos lábios cá de baixo, corriam-lhe húmidos brilhando nos pelos, no ecrã no computador, via-se um grande caralho.


Do lado de lá na câmara web, um mulato grande estava-se gingando, com o pau teso mostrava-o, à minha avó enternecida, que o raio da velha nem se apercebeu que a via, o mulato dizia "então está gostando, menina, ele é bem grande, gosta assim grande?", a minha avó gemendo "é grande amor, mexe com ele, mexe para eu ver, bate punheta bate".

O mulato não parava "diz gostava de mamar ele, gostava?", a minha avó falava "gostava amor gostava, mamava-o todo e depois comias-me toda, gostavas?", o mulato gingão "lhe partia toda menina, lhe comia esse cu, vai mostra para mim, vai".

A minha avó levantava-se, mostrava-lhe o rabo, com uma ginástica que não lhe conhecia, depois sentava-se, masturbava-se lenta, sem pressas na vagina, os lábios entesavam, rijos à passagem dos dedos, de uma cona que se lhe abria toda, e de onde estava eu que tudo via, e a minha avó não parava.

Devo ter feito um ruído, que a fez voltar e aperceber-se, que estava a ver o que fazia, a língua corria-lhe tesa na boca, nos olhos que encontraram os meus, no momento mais estranho de todos, quando a minha avó se vinha num tremer satisfeito, num leite quente que saía dela.

Encontrou-me na sala à espera, abraçou-me por trás das costas, sussurrou-me ao ouvido "sabes miúdo és a pessoa que mais me ama, obrigado meu amor, por compreenderes esta velha agradecida".

Mãos de seda da irmã

22:02 0
Mãos de seda da irmã
Conto aí confessionário para ficar registado. Estou vivendo com a minha irmã e o companheiro faz algum tempo, talvez quase um ano, e não é mesmo viver dentro da mesma casa, eu estava desesperado, sem um tecto para me abrigar, e eles me deixaram ficar num anexo ao lado da casa junto à horta.

O companheiro dela, já percebi, não está  gostando, pensou que era coisa de pouco tempo, mas eu fui ficando e ele agora anda mal encarado, me mandando olhares de desprezo, para ver se vou embora.

Só que eu e minha irmã sempre fomos muito unidos, nossos pais nos abandonaram, fomos criados numa casa que mais parecia um orfanato, e nossa união é tão forte, que nos conhecíamos de todo, eu lhe mostrava meu pénis, e ela as mamas e a vagina.

Mas com a idade tudo se torna complicado, o que era natural agora parece pecado, e é por isso que o Valdir não gosta quando vê minha irmã beijar-me na boca, assim de amor mesmo de sangue, anda sempre bêbado achincalhando, ela e eu por ali viver.

Tenho pensado ir embora, mas agora a história é outra, há uns dias atrás andava sofrendo, era de dores fortes num colhão, sentia assim qualquer coisa por baixo, que não conseguia ver mas passava com a mão, e tinha uma ferida ou outra coisa, que eu precisava descobrir.

Pus-me à frente do espelho para ver, todo nu e sentado no chão, puxava o caralho para cima, e agarrava no colhão por baixo, mas mesmo puxando tudo o que podia, não conseguia ver o que era, e sendo solteiro e sozinho, precisava de alguém para ver que não tinha nada.

Fui ter com a minha irmã, foi o que me ocorreu na altura, perguntei-lhe "o teu companheiro está aí", respondeu ela "não saiu foi beber para o bar", disse-lhe eu assim gemendo, "é que Amélia, tenho um colhão dorido, cá em baixo e não vejo, podias mana ver o que é", pensei que o sentisse normal, mas vi-a surpreendida e receosa, afinal já éramos crescidos, e ela uma mulher casada.

"Vê lá", pedi-lhe, "isto dói-me pra caralho", ela fez-me sinal para andar para o lado, que regressasse ao anexo que já lá ia, o melhor era mesmo ter cuidado, a qualquer momento o companheiro vinha, não seria bom que a visse, agarrada ao caralho do irmão.


Regressava a custo para o anexo, quando ela me apanhou no caminho, já lá dentro de casa, disse-me "tira as calças quero ver", pus-me nu ao pé dela, sentado no sofá para me ver, ao de leve pôs-me a mão, a levantar-me o caralho, para ver o que havia, agarrou-me no colhão, e abaixou-se assim curvada, vai ela a dizer-me, "olha que não tens nada".

"Vê melhor" dizia-lhe eu, ela ia mexendo no meu caralho, fechei os anos a senti-la, com as mãos de seda me mexia, tão leves eram de veludo, quando dei por ela, já todo me entesava, pensei que reagisse e dissesse, "então porque estás com o pau teso?", só que batia-me para baixo e para cima, um bela punheta sem já dizer nada.

Soprou-me depois ao ouvido, "olha que estão cheios, se tens dores é disso", pensei ai que alivio, de tão bela punheta me fazia, acho que estava desesperada, o companheiro não valia nada, procurava uma oportunidade, e agarrada ao meu caralho, ela não o deixava, ia-me martelando duro, para gozar de prazer e me vir.

Tínhamos esquecido o sangue, pus-lhe os meus lábios nas mamas, chupava-lhe os mamilos duros, rolou ela a mão entre as pernas, de dedos que a masturbava, desceu sobre mim o seu corpo, de lábios a tocarem-se nos meus, era assim que me beijava.

Colocou a cabeça no meu ombro, fazia-o de olhos fechados, quando começou a estremecer, a vir-se toda sobre  mim, deixei-me ir na mão dela, sai-me um jacto branco de leite, que aguentei ao morder o pescoço dela.

Deu-me um beijo na boca e saiu a correr, ouviam-se gritos ao fundo do Valdir a gritar, de onde se tinha metido a minha irmã.

Faço o que quero do teu namorado

15:14 0
Faço o que quero do teu namorado
Tudo isto começou com uma guerrilha entre mim e a nova namorada do meu ex, já lhe tinha dito que não queria saber dele, que ele para mim não importava, mas ela insistia em dizer-me que continuava a agir como se ele fosse meu, mas que era ele que não queria nada comigo.

Que gostava era dela, até que lhe disse "ouve esquece, ele gosta é de foder, não quer saber nem de ti nem de mim", mas continuava que ele a amava, coisa de menina mimada, fui depois mais dura com ela quando lhe disse "ouve é só eu querer e ele fode comigo", e não é que a miúda retorquiu "bem gostava de ver isso, tenta que não consegues.


Estávamos acampados, eu até já fui amiga dela, mas sentia-me revoltada, bem conhecia o meu ex, sabia que só pensava em cona, mostrasse-me eu disponível e ele vinha a correr, disse a uma amiga minha, olha ficas aí a filmar para eu depois mostrar a ela como se faz.

Banhos de espuma lésbica no ginásio

18:55 0
Banhos de espuma lésbica no ginásio
Foi a Ângela, a minha mulher que me contou, aconteceu há uns dias no ginásio, que teve uma espécie de dejá-vu lésbico masculino, nunca me ocorreu que isso fosse possível, que era mais coisa de homens, mas é a minha mania preconceituosa de pensar que as mulheres são mais certinhas, que brincam, riem e saltam como crianças desprevenidas.

A Ângela é que gosta de ginásio, por mim só arrastado por ela e outros desejos, vagueio por aquele espaço deambulando, de toalha ao pescoço e de máquina em máquina, quase que finjo que suo ou faço alguma coisa, gosto de olhar para mamas e os cus que passam, para os volumes dos instrutores nas calças, inchados mais ainda quando, a parecer que treinam, tocam no rabo da minha mulher.

Não gosto do ar que respiram, naquele espaço imenso onde treinam, mas agrada-me o cheiro dos balneários, onde muitos homens nus ali andam, a exibir pénis avantajados, àqueles envergonhados que se escondem, ou dependendo da hora, aos muitos paneleiros que ali vão.

Também gostava do que caçava, mais do que um cuzinho já eu comera, ou do que me acontecia, havia sempre alguma coisa, era só preciso estar atento e forçar, e agora que me lembro, história como a que a Ângela contou é mais comum e já me aconteceu.

Disse-me ela que estava a tomar banho, tinha-se despido toda nua, e eu bem que estou a vê-la, as mamas lindas pequeninas, o corpo de pêra bem cuidado, os mamilos rosados bem espetados, os pelos em baixo lourinhos aparados, num triângulo bem perfeito, uns lábios tensos bem abertos, aquele tremer de pele do clitóris.

Do outro lado dos chuveiros, estava uma outra mulher, pelo que dizia, bela, mais nova e selvagem, de cabelos soltos descuidados, reparou nela a olhá-la, de um modo intenso que a comia, quando deixou cair o sabonete, para o lado onde ela estava.

Disse-me que primeiro ficou surpresa, pensou que fosse um trejeito, da boca da água do chuveiro, parecia que lhe mandava um beijo, como que a dizer-lhe com os olhos, mais os gestos que lhe lançava, "deixa-me beijar-te, és tão boa que te comia toda".

Contava-me ela e achava estranho entre mulheres, dizia-me a Ângela que se sentiu lésbica e mulher, como se fosse um homem a cortejá-la, mas mais sensual e determinante, apeteceu-lhe começar a brincar com ela, numa conversa de silêncios e telepatia, disse a minha mulher que passou a mão pelas coxas, os dedos entre as pernas, soltou-lhe a outra a língua a dizer-lhe que a lambia.


Que lhes corria a água pelos corpos, a uma e à outra enquanto falavam, desta maneira tão perfeita, ensaboou-se a Ângela levemente, pelas mamas e pelo ventre, até abaixo entre as pernas, num bailado improvisado, a mão pelas nádegas e pelo rabo, enquanto a outra o fazia nas coxas e no clitóris que lhe exibia.

Ao lado delas outras mulheres tomavam banho, mas indiferentes foram brincando uma com a outra, a Ângela virou-se e mostrou-lhe o rabo, deixou cair o sabonete, a mostrar-lhe os lábios da cona, por detrás que a outra a viu entesada, do prazer e da vontade que a outra lhe dava.

As mãos corriam-lhe o corpo todo, escorregadas à vontade no sabão, para baixo e para cima, a língua e os olhos da outra, percorriam-lhe cada centímetro em desejo, de a ter e querer de algum modo, pudessem elas tocaram-se ali sem as verem.

Que num dado momento, reparou que a outra se masturbava intensamente, os olhos molharam-se de prazer, os dedos frenéticos enterrados nos papos do clitóris, escorregavam por dentro dela metidos, até que a viu tremer de pernas abertas, em olhos com olhos encontrados, quando a outra se veio.

Disse-me ela que a outra, saiu do banho, se encaminhou para ela, rodeou-lhe a mão por volta do pescoço, que a beijou na boca, que não lhe negou o beijo e que correspondeu, as suas línguas se encontraram e tocaram, bem nas pontas molhadas, num longo e terno momento, como se a amasse ali pelo que tinha feito, e depois foi-se, vestiu-se, só a voltou a ver na rua quando entrámos no carro.

Meninas lésbicas sendo elas

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Meninas lésbicas sendo elas
Meninas se divertindo e sofrendo com a vida e a liberdade que escolheram. Sem palavras. Os escribas também necessitam de descanso...