BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Cá em casa não somos swingers

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Cá em casa não somos swingers
Já tinha dito à Ângela, minha mulher, estava a pensar trazer cá a casa a Gabriela, "tu conheces, a minha colega do trabalho, lembras-te, dei-lhe uma foda?", e ela respondeu-me que sim, que se lembrava dela da empresa, que o marido a tinha enganado.

Entre mim e a Ângela estava tudo arranjado, tínhamos o nosso acordo antigo, tudo combinado, os nossos prazeres pessoais, podíamos foder com outros, desde que soubessemos, e a Gabriela queria foder connosco, era um desses momentos.

Só que convidei o André, marido dela, ele tinha mudado, a Gabriela desconhecia, do que ele gostava agora, era de uma boa enrabadela, tinha fodido com ele, e irem lá a casa os dois, nem queria imaginar, o que passaria na cabeça dela, mas que grande confusão.

Mas quem teve esta ideia?, ao André disse "quero-te ir ao cu, vem lá a casa que a Ângela gosta de ver", e à Gabriela "vem que a Ângela quer-te ver a foder", sem aos dois dizer nada, e quando chegou lá a casa, já lá estava o André.

Virou-se para ele "O que estás aqui a fazer?", respondeu ele "isso queria eu saber", a olharem para mim e a perguntar, "mas que é isto?", ele a dizer "não me vais ao cu na frente dela", e ela "não o quero a ver-me foder".

Chamei a Ângela de parte e "dá-lhes de beber, talvez se acalmem e comecem a foder", nem queria pensar no que se arranjaria, ele a querer levar no cu, e ela a pensar em me comer, que se foda, aconteça o que acontecer.

Sussurrou-me a Ângela ao ouvido, "eles estão os dois de beiço caído", mais parece swing, era o que pensava, "qual é a tua ideia?, o André vem-me à cona, e tu fodes a Gabriela?", "olha que não sei se é isso", disse-lhe, o André está do outro lado, parece que virou gay sem eu saber, mentia-lhe com os dentes todos a dizer, "é comigo que ele quer foder".

"Foda-se que não me importo, mas o que vai ela pensar", o marido dela agora é rabo, acho que não vai aguentar, mas dizia-lhe vamo-nos despir, e ver depois o que eles vão fazer, começas tu a aquecer o André, enquanto aqueço a Gabriela, e depois trocamos, pregamos-lhe uma partida.

Vi a Ângela a despir-se, aquele corpo e sorriso lindo, puxou o André para a cama, a arrastá-lo como um menino, a obrigá-lo a comer a sopa que não queria, despi-me eu teso e comprido, a apontar para a Gabriela.

A Gabriela quis logo entrar na onda, tirou a roupa a voar, veio-me ao olhar aquela tesão húmida, de que me habituei a gostar, roliça e fodilhona, a provocar o marido com um "tás a ver, quem manda agora? fodo com eu quiser", agarrou-me no caralho, a olhar pró André, apertou-o na boca, a mamá-lo com força, "aiii tão grande que ele é".
Photo by Timothy Dykes on Unsplash
O André tirou a roupa, mais devagar do que devia, a Ângela a beijá-lo na barriga, ele a pensar se ficava ou se fugia, a descer pelas coxas e pelo caralho dele, num desprazer que não queria, tinha de salvá-lo das garras da minha mulher, não fosse ele esbaforido estragar a festa e fugir. 

Trouxe a Gabriela pro lado, a soprar-lhe ao ouvido, "sabes agrada-me o teu marido", ela olhou-me de olhos abertos, "agrada-te como?", disse-lhe "quero ir-lhe ao cu", pareceu-me vê-la rir-se, "então vai quero lá saber", pensava que estava a brincar.

"Ele quer, pediu-me, não te importas?", estava incomodada, "o quê? o André quer que lhe vás ao cu? é por isso que aqui está?", apesar de separados, estranhava que o seu marido agora fosse paneleiro, não lhe parecia normal, estava escrito na cara dela.

Depois esboçou um sorriso, olhei para o lado e via a cara do André, "salva-me da tua mulher", a Ângela não perdia tempo, procurava a boca dele, subia sobre ele a mamar-lhe o caralho, "acho que é tudo treta tua?" dizia a Gabriela.

"Gabs, estiveste fora uns meses, ele perdeu-se um bocado, já estivemos juntos, o teu marido adora levar no cu, já o comi meia dúzia de vezes", "acho que estás a brincar, mas se for, o que faço?".

"Divertes-te com a Ângela, vais gostar dela e ela de ti, até tenho medo disso que se entendam", "sabes que não sou lésbica? eu é homens, sabes disso?", respondeu-me, "mas posso ir brincar com o teu marido, ou não?", "poder podes, sempre quero ver isso".

Juntei-me à Ângela e ao André, puxei a cabeça dele, para o meu corpo, e acho que ele pensou, "que se foda a minha mulher", deitou a boca ao meu caralho, e começou a mamá-lo, a Ângela deitada de lado, belo corpo de marfim, a ver-me gozar de prazer, com o André a descer a língua para cima e para baixo, a olhar para a Gabriela "o que é que queres gosto disto".

A Ângela levantou-se como uma deusa e deitou-se ao lado da Gabriela, dois corpos femininos à procura de encontro, via a recusa indecisa da Gabriela, a Ângela a querer beijá-la e ela a fugir em gestos de pequenos nãos, até que vi os lábios delas a tocarem-se, pele contra pele, cheias de tesão.

Ouço a Ângela a dizer, há já um cheiro ácido no ar, perfumes transpiração e sexo, "não ligues, o André gosta de levar no cu, olha que o Leo também", "a sério?", riu-se, "estou farta de ver, gosto mesmo de ver", "gostas de ver o teu marido a ser enrabado?, és mesmo maluca", riram-se as duas como se conhecessem desde miúdas.

Olhava-as, gingava o meu caralho para dentro da boca do André, queria vê-las, as mãos da Ângela percorriam as pernas da Gabriela em busca do lugar secreto, a fenda húmida dela, unidas como uma só, esfregavam-se uma na outra, de línguas entrelaçadas, gemidos de palavras incompreensíveis, de mulheres a amarem-se.

Trouxe o André mais para o pé delas, onde eu mais queria estar, virei-o, abri-lhe as nádegas, quase sentia o cheiro delas, e penetrei o André no cu, soltou um gemido forte, de dor e prazer desavergonhado, elas riram-se de entre tempos, a ver-me a entrar nele para baixo e para cima, com o meu caralho.

A Gabriela soltara-se, queria a cona da Ângela, desceu sobre ela com a boca e lábios treinados, a correr-lhe o clitóris com a língua, a Ângela a encurvar-se doida, de prazer e de ver que a Gabriela adorava foder.

Partia o cu do André a matraquear-lhe o rabo por trás, o cheiro de sexo a envolver-nos a todos, a sentir, aquelas duas encontrar-se-ão mais vezes, senti o André a estremecer, a vir-se, a gemer de prazer, até que me vim nele também.

Elas já não queriam saber, era como se não estivéssemos ali, beijavam-se uma à outra, na boca, nas mamas, nas conas, até que desvaneceram inanimadas de prazer conseguido na minha cama.

Aqueles dois devoraram-me o frigorífico, e pareceu-me que a discórdia entre eles tinha acabado.

Será que ela é mesmo frígida?

22:16 0
Será que ela é mesmo frígida?
O Geraldo conta ao "Biografias Eróticas" como foi:

Tenho andado muito perturbado, andei a consultar-me com o Salles, um amigo meu, e ele disse-me, "eh pá isso é coisa para o Doutor Manecas, ele resolve". Andei com essa na cabeça "doutor Manecas?, o gajo deve estar a gozar", mas depois soube que o homem era psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia e ensinador de verdades ocultas à noite. 

O problema era com a minha mulher, a Clo, de um dia para o outro só me dizia "tou frígida, filho, tu mexes, isto não dá nada", já tinha ido ao médico com ela, fazer exames e tudo, a coisa estava normal, "mas que diabo de onde vinha aquilo?", só podia ser coisa da seita nova, onde ela andava nas cantorias, a maluca vinha desvairada.

Lá a convenci muito a custo, "ouve mulher vamos ao doutor Manecas, disseram-me que era bom no que fazia", "tá bem", disse-me ela, "mas olha que é tempo perdido, isto já não dá nada, ando sem vontade de foder, filho".

Quando entrámos a Clo ficou possuída, olhou para o doutor Manecas, em vez de fria ficou quente, "porra que pensei, já está curada!", jovem, coxas grossas, formas torneadas, silencioso e raro nas palavras, vindas de um sitio só dele, que até eu fiquei excitado.

"A Clo diz que está frígida, sem vontade de foder", sabia que não gostava de meias palavras, "não lhe vou à cona há três meses", a Clo de boca aberta escandalizada, "então quando começou isso?", perguntou ele, "foi a seita senhor doutor", "hum pois pois tenho cá disso".

"E a Clo o que pensa disto?", perguntou-lhe, "ah senhor doutor, não é a seita, é a vontade", "o geraldo é um animal, quer foder a toda a hora", "mas sabe o que é ser frígida, é não ter desejo, e você tem?", "ai não sei bem senhor doutor, mas não não tenho".

Disse-lhe o doutor Manecas "bom Clo dispa-se então, temos de fazer uns exercícios", "e aí Geraldo é possível que foda a sua mulher", "oh diabo", pensei logo, para isso não estava preparado, curar curar está tudo bem, mas se tem de se fazer sacrifícios, é pelo bem dela pensei, que lhe vá à cona então, que é tratamento.

"Despir-me? doutor Manecas", a desconversar e a despir-se, eu geraldo a vê-la a aquecer, mas que puta ela é, está frígida uma merda, a pensar com os meus botões, o doutor Manecas beliscou-lhe os mamilos, deu ela um grito a saltar, dizia ele para ela "ai Clo que aí vejo prazer", cabra que me anda a enganar.
Photo by Victoria Strukovskaya on Unsplash
O doutor Manecas estava nu, pensei eu "mas que belo instrumento", a ver os olhos dela a brilhar, "bom, agora é assim, a Clo põe-se de joelhos", "abre a boquinha como ó passarinho", batia-lhe com o caralho na boca, e eu a ver e a gostar, a dar-lhe com a cabecinha, para baixo e para cima, a puta da minha mulher a esticar-se toda, "então Clo já está excitada?", "ai não senhor doutor, fria fria".

"Abra agora a boquinha, não precisa fazer nada, vá lá", o doutor Manecas movia os quadris a agarrar-lhe a cabeça, parecia um dançarino a enterrar-lhe o caralho, na sua voz doce dizia, "não precisa chupar, é só agarrar", os lábios dela eram molas, mamilos duros como rebentos, "então Clo já se sente entesada", "ai doutor Manecas ainda tou friazinha", a pensar eu "mas que grande mentirosa, estava toda encharcada".

"Não?, bom então vai abrir as perninhas, assim, vou só esfregar nas bordas, no clitóris, tá bem?", agora é que era, pensava "Geraldo esta puta tem que se vir, tem-me andado a mentir, alguma coisa se passa, para me andar a enganar", o doutor Manecas corria agora o caralho dele, entre os papos da cona dela toda húmida e molhada, o que vai ela agora dizer?.

"Então como estamos?", "ai doutor, um bocadinho melhor, mas pouco", via-lhe na cara o querer foder muito, um sentido que bem conhecia, de com ela há muito viver, "mas que puta me saíste, para fazer esta encenação", deves andar a foder por aí algum, a enganar-me com a frigidez.

"Ela precisa de mais tratamento, Geraldo, posso entrar na sua mulher?", "pode senhor doutor dê com força nela para ela aquecer", não deu tempo nem esperou, puxou-lhe a Clo pelo caralho todo, a apertar-lhe as pernas num grito fundo "aiiii doutor, tou quase boa", a contorcer-se a mover-se para trás, "ai Arnaldo és tão bom assim".

Ela tinha falado num Arnaldo, "mas quem caralho era o Arnaldo, que era tão bom assim'", o doutor Manecas não parava, nem eu os meus pensamentos difusos, batia-lhe na cona com força, ela a gritar "ai tão bom tão bom".

O doutor Manecas virou-a, não conseguiam parar, "vamos ao cu", disse ele, "é agora Clo tem que dar tudo", enterrou-lhe o caralho no cu, com ela a gritar e a gemer "dá-me Arnaldo dá-me dá-me", eu ali sentado a ver, o caralho dele a entrar, "queres ver que sou corno", estava eu a pensar, "quem caralho é o Arnaldo, esta puta anda-me a encornar".

Ouvia o arfar do doutor Manecas, "então Clo já está melhor?", agarrado às nádegas daquela puta, a entrar-lhe no rabo sem parar, veio um gemido dela longo, "aiiii Arnaldo estou-me a vir toda, estou", e cair para o lado satisfeita a minha mulher.

Já descansados no sofá, perguntava o doutor Manecas, "então Clo, diga lá ao seu marido quem é o Arnaldo?", "ai doutor, o Arnaldo é da seita, dá-me fodas tão boas que não aguento as do Geraldo", "Mas que grande puta me saiste", chamei-lhe eu, "não quero mais nada contigo", disse o doutor Manecas "não não o Arnaldo tem que ser vosso amigo".

Que água fresca vem do céu?

20:50 0
Que água fresca vem do céu?
Tinha acontecido no dia anterior. Ainda pensava no Adérito e como tinha abusado da minha sorte. Não me arrependia de ter tido sexo com ele. Tinha-me dado prazer ter-me oferecido a ele, e ele ter correspondido, como um jogo de silêncios em que se pensa, decide, age, e as coisas acontecem.

Nem sempre se pensa é nas consequências e eram essas que me causavam medo, de ser falado e gozado, como aquele que deu o cu, o paneleiro, de ser motivo de risota, num grupo de miúdos pobres, que me pusessem de lado e me humilhassem.

De certa maneira era um sentimento novo, de ter sido imprudente, o Adérito podia contar a outros, sei lá, para se vangloriar, dizer-lhes que me fora ao cu, e, o Guilherme, mais puto como eu, também, tinha a certeza de que vira o Adérito a enrabar-me e podia, não sei, contar a outros putos ou até ao irmão mais velho, o Gabriel. 

Passei a fugir da aldeia, pela manhãzinha cedo, com o meu avô para a propriedade, a cerca de uma hora de caminho, onde já conhecia o lugar, um ribeiro de água nascente, ao cimo da terra agrícola, onde se formava uma pequena lagoa e queda de água cristalinas encimada por fragas de granito.

Era para onde ia, lá em baixo o meu avô amanhava a terra, nu dava mergulhos e estendia-me ao sol, ninguém aparecia por ali, a terra era distante da aldeia e os bocados que a rodeavam eram partilhas de familiares antigos.

Não esperava que me aparecesse o Guilherme naquela lagoa intima em que se viam as pedras do fundo, uma espécie de primo afastado e não era surpresa ele estar ali, aproximou-se de mim, riu-se envergonhado, nós da mesma idade miúda, e perguntou-me como estava, não era normal, quase me pediu perdão para se despir e mergulhar na água fresca. 

Sentia-lhe o desejo de uma experiência com a certeza de que estava ali não por um acaso qualquer, mas para estar comigo, deve-me ter visto passar de manhã cedo com o meu avô, e percebeu logo onde estaria o dia todo, naquele oculto e pequeno paraíso sagrado.

"Vi-te ontem com o Adérito? Gostaste?", perguntou. "Gostei", disse, "ele foi-te ao cu, deixas-me ir?", insistiu, não sei se era isto que me preocupava, se calhar tinha feito uma asneira, só por ser ali na aldeia da minha mãe, por causa do meu avô, e agora iam aparecer putos ou graúdos de todo o lado para me quererem enrabar.

O Guilherme o meu primo distante, tinha andado mais de uma hora a pé, só para estar ali comigo, para ver se o deixava ir-me ao cu, aproveitava a vantagem de só ele saber, imaginava quando todos soubessem.

Ri-me, respondi-lhe "deixo, mas primeiro tens que me dar o teu", "se me deres, sabes que eu dou-te a seguir, mas assim sei que não dizes a ninguém", continuei.

Não devia estar à espera, pensou que eu era fácil, e se abri as pernas ao Adérito, também as abria a ele, leio-lhe nos olhos "ele é paneleiro, e os paneleiros gostam de levar no rabo", e se me pedia para ir ao cu, pensava, como eu gostava, o mais certo era dar-lhe também.
Photo by Levi Morsy on Unsplash
Eu tinha vontade, mas tinha de seduzi-lo, fazer dele meu cúmplice, gostar do que eu gosto, enganá-lo, comer-lhe o rabo, comer ele o meu, e tornar a experiência nossa, não dele ou minha.

Olhava-lhe o corpo, mais seco que o meu, bronzeado, alourado, como um cigano, estendidos ao sol, protegidos na intimidade das árvores, tê-lo ali nu comigo, juntos numa união de carne, sexo e natureza livre, punha-nos os pénis tesos, a aguardar uma expectativa, uma trovoada à espera de rebentar.

"Não te quero dar o cu, não sou paneleiro", disse-me, "se deste o cu ao Adérito, e disseste que gostaste, é porque és", prosseguiu, o pénis dele explodia como o meu, sedento, olhava-me o corpo, o rabo, a pedir-me em gestos de silêncio "vira-te, deita-te e deixa-me comer-te o rabo".

Puxei-o para junto de umas árvores, escondidos ali como dois meninos, pedi-lhe para tocar no meu pénis, que me batesse uma punheta, eu batia-lhe uma a ele, e dizia "isto não é ser paneleiro".

Com a promessa de cu a muito custo, agarrou-me no caralho e começou a movê-lo, para baixo e para cima pedi-lhe "devagar", encostava-me para trás e, olhava-lhe a boca e os lábios húmidos, uma rijeza nos mamilos e dos ombros, que me diziam estar a gostar.

Excitava-o a experiência, mais que o próprio sexo, estar ali comigo, dois amantes a trocar caricias divinas, aproximei o meu corpo do dele, juntei-lhe as pernas com as minhas, sentindo e vendo um ânus tremente, a pedir como o meu para o comer.

Batíamos uma punheta um ao outro, as nossas bocas unidas pelo hálito e o calor, por baixo acariciei-lhe o ânus, relaxando-o com os meus dedos, de desejo sentido nos seus lábios, a mover as ancas ao sabor da minha mão, como se fossem poucos os meus dedos.

Curvei-me sobre mim, metendo o pénis dele na minha boca, massajava-lhe o ânus, abrindo-lhe as pernas e as nádegas, preparando-o para ser meu.

Virei-o, sussurrei-lhe "não tenhas medo, confia em mim", não lhe dei tempo, abri-lhe as nádegas, deitado em cima das costas dele, enterrei-lhe o pénis no cu, senti-o a tremer de medo e prazer, de dor querida e consentida, até ao fim.

Unidos como um, levantava as nádegas a querer mais, eu a dar-lhe tudo, a bater-lhe com as minhas ancas, num momento silencioso e cúmplice, ao som da água fresca, com as nossas cabeças juntas, a minha boca próxima da dele, enrabei o Guilherme.

"Estás a gostar?", perguntava, diziam-me sim os olhos dele, "bate uma punheta em ti", dizia, a penetrar-lhe o ânus, estremecemos juntos a gemer, com um orgasmo único de dois amantes perfeitos, até que ele se veio e eu nele.

Ouvimos o meu avô, era hora de regressar a casa, descemos cúmplices a guardar o segredo nosso, cá em baixo com ele, estava o Almeida, com propriedade na zona, já o vira na igreja, sacristão da terra, com mulher e filhos, ela feia, com buço, eles pequenos presos na ideia dele.

Porque é que a cozinha me atraia tanto?

09:51 2
Porque é que a cozinha me atraia tanto?
A Ana conta ao "Biografias Eróticas" como foi:

Confessionário nem sei como começar a contar isto. Com esta história dos movimentos de estudantes estrangeiros para Portugal, resolvemos alugar um quarto lá em casa.

O meu marido não gostou muito da ideia de meter lá em casa um rapaz, disse ele, "se fosse uma rapariga pá era mais fácil", mas enfim, aí também não ia gostar, não confio nele com mulheres ao pé, quanto mais miúdas, mas o Sven, conhecido até do meu filho, lá foi o escolhido para ficar com o quarto.

Ao principio o meu marido ainda andou a ruminar por ter lá o rapaz, o Sven, enfim, também não ajudou, em vez de ir à escola ver o que se passava, mal chegou a primeira coisa que fez foi ir para o terraço que cá temos, "oh Ana, o gajo está em cuecas lá em cima a apanhar sol", fui logo a correr não apanhasse ele uma insolação.



Lá na terra deles estes suecos mal vêm o sol, e quando aqui se apanham põem-se logo a torrar, lá estava ele de óculos escuros e cuecas, já meio vermelho todo esticado na cadeira, toquei-lhe no braço ao de leve, "oh Sven cuidado tem a pele muito branquinha", olhei-lhe por reflexo para o enchumaço, a corar e a tirar logo os olhos, viu ele que eu olhara e eu que ele me vira a olhar.

O meu marido andava insuportável, nem era o Sven que o preocupava, para ele nenhum homem me queria, e desde que andava metido com a Olinda, a miúda do café empregada de mesa, ele para ela com muitos sorrizinhos e bocas, com ela a devolver agradecida, nem sei bem se ele a comeu ou que a miúda nele via, mas disse-lhe "oh Luís, do que tenho aqui entre as pernas, deixas de ter direito, estás de castigo".

Acho que para ele era igual ao litro, queria comida na mesa, cama e roupa lavada, deixou de se preocupar com o Sven, o miúdo entrava e saía, eram agora muito amigos, o Luís a contar-lhe histórias da sua vida, e eu a ouvir o pantomineiro de tanta garganta que ele tinha.

O Sven passava as tardes em casa a estudar, eu no café a fofocar ou em casa a trabalhar, ao almoço o Sven vinha à cozinha ver-mo arranjar, e um dia, confessionário, apanhei-o a olhar fixamente pró meu rabo, os olhos dele perseguiam os meus movimentos, como se estivesse hipnotizado, pensei logo "queres ver que este puto anda atrás de brincadeira, porra, que é da idade do meu filho".

"Oh Ana não te metas nisso, isto é coisa passageira, deve ser do sol desta terra", só que o Sven não largava, por qualquer coisa aparecia, "oh sra. Ana, sabe disto sabe daquilo", eu dizia-lhe qualquer coisa e lá ia ele emudecido, passava muito tempo no banho, o Luís já se queixava "olha a conta da água".

Mas confessionário, também tenho culpas no cartório, não me esquecia do enchumaço, e um dia acho que fiz de propósito, já conhecia os hábitos do Sven, quando pressenti que ia para o banho, fiz-me ao corredor por onde passava, vinha ele nu enrolado na toalha, e ao ver-me ali surpreso, o diabo não é que a deixou cair.

"Ai cui horror", que eu vi aquilo, belo rapaz bronzeado e teso, como conseguira em tão pouco tempo, pouco estudo e muita praia, fez-me um sorriso maroto, com aquela coisa grossa e comprida, se calhar sabia que o Luís estava de castigo, veio atrás de mim nu e a abanar, "esta gente estrangeira não tem maneiras", "oh dona Ana desculpe desculpe eu não a vira".

Veio para a cozinha almoçar, sem que trocássemos palavras, nem como está a escola, ou como tens passado, nesse dia vesti uma mini-saia, tirei-a do fundo do baú das minhas memórias, lavava a louça com o tempo parado, ele em silêncio a ver-me o rabo, "oh meu deus tá-se a aproximar", as mãos dele entraram por baixo, a subir-me as coxas a tocar, e eu foda-se abandonei-me.

Senti-o a descer as minhas cuecas, de olhos fechados nem o via, o cheiro dele a embrenhar-se no meu, a boca o hálito nas minhas orelhas, ouvi um zip a descer e uma coisa a mexer, as minhas nádegas a abrir em mãos doces, e aquele caralho que eu conhecia, a penetrar-me a entrar.

"Oh Sven, foda-se, o que estou a fazer?", em mim com força no meu rabo empinado,  o caralho dele a entrar e a sair, ali na cozinha entre tachos e panelas, esmagava-me contra o balcão de pedra, num arfar preocupado de entrega e gratidão, gemia envergonhada de ser fraca, deixei-me ir e não devia, "mas meu Deus, que tentação".

A culpa era do Luís, não era minha, ai que ele não me fodia, senti-me a estremecer e eu ao Sven, "aiii, que tão bom tão bom", soltei um grito como há muito não me ouvia, misturado num ronco dele, e viemos-nos juntos ali perdidos.

À noite ao jantar fiz bife mal passado, o Luís comia com agrado, perguntou-me "eh pá estás com boa cara, e então aqui o nosso Sven tem-se portado bem?", sorri entre dentes a olhar o meu sueco, "sim está farto de estudar, coitadinho".

Não há como não ter câmaras de video

19:18 2
Não há como não ter câmaras de video
Os meus gémeos cresceram. Não tardará muito que irão para a escola superior. O Heitor e a Helena estão a apanhar o seu próprio comboio e a seguir o seu próprio caminho, e, para o que conta, a minha influência e da mãe, boa e má, é cada vez menos.

Pensando bem já em nada participo nos projectos da vida deles, eu e a mãe, passámos à qualidade de meros financiadores, entramos com o capital, que as escolhas essas, são deles.

Mas o que eu fiz para os proteger, sempre fui mais mãe galinha que a mãe, por mim punha guarda-costas a vigiá-los, o mundo e a vida é tão implacável, e tão aleatória também, tudo depende do acaso e da sorte, e de inteligência só para os forçar.

Por natureza e por ser mulher, a Helena cresceu mais depressa, embora o Heitor a correr atrás dela, não se deixou ficar para trás, mal as coisas começaram a arrebitar, e a aparecer as experiências sexuais.

Não era habitual que fosse a casa àquela hora, esqueci-me de documentos importantes no escritório, almoçara com um cliente ali perto e aproveitei, a casa estava deserta como esperava, só que ao longe um gemido fundo, pôs-me alerta não fosse um ladrão.

Andando pé ante pé com as maiores cautelas, fui-me aproximando dos quartos dos miúdos, e foi aí que ouvi um gemido, vinha ele do quarto da Helena, pensei para mim "Oh que porra, o que será isto?", "queres ver que a miúda, já anda a premiar algum bandido".

Há anos que a casa tinha câmaras em todas as divisões, há tantos anos que a minha mulher Ângela já se esquecera, nem a cozinha nem a casa de banho escapou, não medi esforços nem despesas para os proteger, e à distância no trabalho ou no escritório, de tempos a tempos passava revista às câmaras para os ver. 

Desta vez não foi diferente, sorrateiro fui para o escritório, sabia que não o devia fazer, um dia hei-de tirá-las mas não resisti, e lá estava a Helena nua na cama deitada.

Ri-me para dentro, "então o gemido era isso?", há muitos anos que não a via nua, conhecia-lhe o corpo em bikini na praia, perfeito, adulto, de mulher, devia ter estado a estudar, não estava ninguém em casa, parou para se masturbar.

Estava eu sem respiração, naquele momento proibido, não largava o monitor, de pernas abertas num clitóris molhado, massajava-o os seus dedos rosados, com os mamilos empinados, esfregava-os a mão em harmonia, a contorcer-se com o prazer provocado.

Refreava eu o meu tesão, de tão envergonhado que estava, pensei "tenho de sair de casa", não vá ela perceber que aqui estou, abandonei-a em silêncio, ainda a vi a soltar um gemido intenso, e logo a seguir, a tombar adormecida.

Corri para o meu carro, dele para o meu trabalho, com uma dor intensa no meio das pernas, na minha cabeça a imagem de Helena, a masturbar-se e a contorcer-se, o meu caralho apertado nas calças e nas cuecas, entrei no escritório e nele para a casa de banho.

Batia uma punheta de olhos fechados, via uns lábios húmidos de romã, uns mamilos framboesas frescas, na minha boca e na minha língua, a pensar "não posso não posso", até que "hemmm", me vim.

Há noite ao jantar a Helena estava satisfeita e a pele brilhava.

Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 3# Carne picada

17:50 0
Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 3# Carne picada
Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao terceiro, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

3. Sonho erótico com carne moída 

Rastreei a web à procura de uma qualquer postagem que me ajudasse a acalmar este desespero de ter tido uma violenta erecção nocturna quando sonhava com carne picada, e nada. De amor eterno, de paraísos feitos na terra, de pureza e higiene, flores e animais felizes, gatinhos e cães, de seres quase divinos, de gente a dizer de tudo um pouco, mesmo sem atributos para tal, disso à muito. 
Já de carne picada e erotismo, nada.

Mas o desconforto do tesão persistia, alguma coisa se alojara no meu subconsciente, passar à porta de um talho ou hamburgueria, que sacrifício meu deus, o volume entre as pernas incha incha se faz favor. 

Pensava nisto quando o Lemos da contabilidade entrou no meu gabinete, eu de pau feito pela carne picada, mal o ouvia e se calhar era isso, ligara-me no dia anterior para falarmos de impostos, vermelho como um pimento e manchas na cara da figadeira, dizia-se dele ter um instrumento, pelo tamanho até dores nas costas lhe dava.

Tanto pensei "Ah porra Lemos, então era isso", lembrei-me da convenção em Atlanta, tantos inúteis juntos numa só sala, grande e imensa, pouca prós receber, doía-me as costas de tanto procurar, caralhos, cus e conas para foder, matéria de meu interesse, era o que eu queria saber.

Trocava notas com um magricela, de finanças e internacionalização, "eh pá, foda-se, doem-me as costas, esta merda não tem solução", "tem tem, vai ter com a Violeta, que aquilo é demais", disse-me, "demais como?", "tântrica livre, meu, uma especialista, sais de lá moído mas novo".

E fui chamei o taxista, "leve-me a esta morada", lá cheguei e encontrei a Violeta, "olhe que estou muito cheia, não há horário", "por favor Violeta, aai aai as minhas costas, preciso de ajuda para já", "então tá bem vou lhe dar uns minutinhos".

Entrei nos aposentos dela, uma estalada de cheiro intenso, amargo e doce de especiarias, óleos velas e incenso, música de um buda que ali estava, "Hummmmm, ahemmm", numa penumbra convidativa, "olhe que eu só dou massagem, foda não há, tábem", "tá ai as minhas costas", "vá despe e deita aí na marquesa".

Deitei-me a muito custo,  oleou-me o corpo todo, sentia as mãos dela a correr nas minhas costas, "vá vou fazer um bocadinho de próstata", meteu-me os dedos no cu, onde brincou algum tempo, "agora vira", massajava-me o caralho teso, de baixo para cima, "foda-se que já não me doíam as costas", que artista que milagre.

Vi-a tirar o robe a mostrar-me um corpo belo, "que mulher linda e que mãos", "agora vou me deitar em cima de ti e rolar com as minhas mamas", "ah caralho que é tão bom", movia-se em mim a deslizar, mamas e coxas a esmagar, carne e ossos nas mãos dela, a minha mente livre a voar.

"Violeta, violeta, tou cheio de tesão, não dá para darmos uma fodinha?", "nem pensar, posso perder a licença, isto aqui na América não é para brincar não", "vá lá eu vou para Portugal e gostava de levar uma recordação, saudades, sabe", "vou-te dar um encosto e vais gostar, mas foder foder não".

Apertou as coxas em redor do meu caralho, as bordas dela a fazer pressão, descia e subia sobre mim a acelerar, "aiii, aii, mas que tesão", saber acumulado numa jovem naquela profissão, puta que pariu prós gajos da convenção, porque lição lição é da Violeta que levo com admiração.

Saí e vi-me embora, a lembrar-me do magricela, "saís moído mas novo", razão tinha ele, sentia-me sem dores, mas como carne picada.

O meu marido é um porco politico

15:02 0
O meu marido é um porco politico
A Estela conta ao "Biografias Eróticas" como tem sido:

Obrigado confessionário por esta oportunidade de falar livremente sem eufemismos. Tem sido muito difícil viver com quem não se sente. O meu marido é uma pessoa assim. Ao principio até tinha prazer nesse sentimento de mulher troféu, levada na vertigem do estar presente, de ser exibida como prova de sucesso, confundia isso com mulher apreciada, entre ruído e obrigações, de estar sempre sorridente e cuidada, para a fotografia e a capa de revista, até que um dia se fez luz.

Já tinha dois filhos deste homem, também eles troféus do seu interesse, neste teatro maldito de actores sem vontade, presa e agrilhoada ao mau gosto dele, era agora uma observadora, não queria viver esta vida, asfixiada assombrava-me a pessoa, ele era uma coisa dentro de casa, sendo outra quando politico se vendia.

Metia-me nojo por ser ele, nojo ainda quando me queria, só foder para se aliviar, nojo por não dizer a verdade, por ser uma coisa e parecer o que não era, não por me humilhar com outras, dizendo-me quem eram, mas por não merecer respeito dos ingénuos que nele acreditam.

Foi por esta altura que conheci a Pilar, detestava que a chamassem de espanhola, para ela era andaluza, de pai português e mãe do outro lado da fronteira, mulher mais linda que se me atravessou no meu mundo, e me deu oferecida uma nova vida.

Confidenciava-lhe que o meu marido era um porco, dizia ela a rir que o dela tinha a mesma natureza, ser politico não era uma vocação, e que antes de o serem tinham de ser porcos, o que era desgraça no meu infortúnio, era agora motivo de risota e conversa.

Nem o meu marido nem o da Pilar nos procuravam há muito tempo, sentiam o nosso cheiro de desagrado, uma espécie de névoa húmida que pressentiam, mais valia encolherem o rabo, e irem à procura de pocilga para outro lado.

Levou-me a Pilar para um dos anexos à sua casa, uma casa imensa ajardinada, mas naquele recanto único e tranquilo, fazia ela o seu mundo protegido, não se ouvia nada de cá fora, éramos só nós os nossos corpos e sonhos, a juntarem-se como almas gémeas.

Parecia uma gruta exótica, Sherazade passara por ali, deixara o seu cheiro erótico, em mantos e lençóis carmim, onde vontades e egos não sobreviviam, como um destino antecipado, um dia entreguei-me a ela, e ela entregou-se a mim.

Naquela tela de veludo, a Pilar tocou a minha boca, nos meus lábios doces de licor, percorreu o meu corpo aos beijos, mamilos, ventre e os meus pelos, ri-me e saltei com a língua dela no meu umbigo, em tardes longas de amor, sem prazo ou hora para marcação.

Abraçava-a como o meu amor, reciproco nos mimos dela, lambia-me numa fúria de prazer, sussurrava-lhe ao ouvido "acho que te amo, Pilar, que merda", "eu sei, eu sei, também eu, amor", naqueles seus olhos negros, que me fazem chorar.

O marido dela e o meu eram quase amigos, porque amigos amigos, só dos seus interesses, cobardes à caça de presas desprevenidas, de ingénuos crentes naquelas vozes, e reunidos pela tarde, eles e mais outros iguais, com suas mulheres troféu e não tanto, eu e a Pilar comentávamos e riamos, de tanta merda ali escondida, com pena nossa de o saber, por isso acabávamos por ser porcas, apesar de contudo não sermos politicas.