BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Corno revigorado ou deprimido?

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Corno revigorado ou deprimido?

ᚕ
Tinha chegado do trabalho há mais de meia hora e a minha mulher não estava em casa, telefonei-lhe, e ela disse que estava com a amiga Glória, e eu perguntei, “foda-se! ainda? a esta hora?”, ela respondeu, “não te preocupes, deixei-te jantar, querido, aquece no micro-ondas”.

Enquanto eu andava agarrado a um tupperware com uma coisa congelada, a rezar para não morrer envenenado, nem me explodir nada na cara, pensava na minha mulher e na tal Glória, elas conheciam-se há algum tempo, como tudo começou não sei, a minha mulher não me tinha dito, mas tudo era assim tão estranho, que, de um momento para o outro, só se sentiam bem juntas, não fossem elas duas mulheres, e eu pensava, “parecia amor à primeira vista”.

A relação entre elas tinha entretanto ficado muito mais intensa desde que a Glória ficou viúva, o marido deprimido sabia que ela fodia por fora, e em vez de aceitar os factos consumados, aproveitar as coisas que são dadas de graça, consumiu-se em desespero, até que se finou, pobre coitado.

Eu perguntei à minha mulher, “o JJ está com vocês?”, o JJ era o meu motorista, um negro dotado que anda sempre comigo, mas de vez em quando a minha mulher pede-o emprestado, e isso até que era bom, ele ia telefonando, punha-me ao corrente de tudo, como ontem, ele contou, “elas foram às compras, e depois, a sua mulher disse para eu não dizer ..”, eu gritei, “desembucha ..”, e ele falou, “elas foram para um motel!!!”.

E foi quando eu fiquei mais preocupado, ela chegou a casa e eu perguntei, “então querida? Isto é que são horas de chegar a casa?”, ela respondeu, “sabes como é a Glória, quando começa a falar nunca mais para, ela parece que tem vinte anos”, eu não queria revelar o que sabia, nem abrir o jogo e denunciar o meu infiltrado, “mas amor, a falar onde? É quase meia-noite!!”

Como ela não respondia, ficava com aquela dúvida, uma curiosidade que não acabava, eu perguntei ao JJ, “porra!! mas o que fazem as duas fechadas no quarto de motel?”, o JJ olhou para mim e perguntou, “quer mesmo saber? Elas hoje estiveram lá umas três horas!!”, eu insisti, “o quê? Outra vez? Isto agora é todos os dias, e porque não me ligaste? É para isso que te pago, para vigiares a minha mulher”.

Eu insisti com ele, “JJ, desembucha, caralho!!”, e ele começou a falar, “eu acho que elas são bissexuais”, eu estava a olhar para ele, com uma certa cara de espanto, ele continuou, “sim! motel!, três horas? Elas ontem vinham no carro atrás e beijaram-se”, eu abri um pouco mais a boca, ele prosseguiu, “e depois pediram que eu parasse junto à praia”, eu perguntei, “praia? Caralho? Onde?”, ele disse, “no estacionamento, e depois ..... e depois ....”, eu disse, “desembucha, caralho ...”, ele respondeu, “começaram a foder ...”.

Eu olhei para ele, não estava a compreender, “a foder? Mas quem é que começou a foder?”, o JJ estava com medo, ele dizia, “eu não quero problemas”, e como eu tivesse um olhar mais fundo, “são elas, elas é que começaram a foder uma com a outra”, eu fechei a porta do escritório, disse a ele para falar mais baixo, “e tu? Não fizeste nada?”, ele arregalou os olhos, “mas como?”, eu prossegui, “mas como? estavas a ver? Elas estavam a foder?”.

Ele sentou-se numa cadeira e eu mirei-o de alto a baixo, estava bem vestido de motorista, mas era evidente, estava a recordar-se do que vira, olhei para as calças e o volume era imenso, ele estava excitado pelo espetáculo, eu perguntei, “mas assististe a tudo, mesmo?”, ele continuou, “eu vi tudo, a Glória chupou a cona da sua mulher, eu nunca vira semelhante coisa, enquanto elas fodiam eu bati uma punheta”.

Agora era eu que estava duro no pau, e pior, uma inveja e revolta chegava, eu disse, “foda-se!! JJ, eu é que devia ter visto, para a próxima, caralho, grava um vídeo, foda-se, gostava de ver a minha mulher a foder uma gaja”, o JJ estava incrédulo, e eu continuei, “e foda-se, ficaste mesmo com tesão?”, ele disse, “fiquei, com um tesão do caralho, estava a ver que me vinha todo, só de ver as duas a foder”, eu insisti, “foda-se, estou a imaginar a ver o teu pau teso e tu a bateres a punheta”.

Não me cansava de querer saber mais coisas, a ideia da minha mulher a foder em locais sórdidos, ou dentro de carros à noite, com outra gaja, não me deixava deprimido, eu estava excitado, só tinha pena de não puder ver mais, eu invejava o motorista, eu perguntei, “mas conta mais, estavas à frente e elas no banco de trás?”, ele respondeu que sim, e que a dada altura virou-se para ver melhor, ele disse, “eu via a rata húmida da sua mulher e a língua da outra a lambê-la no clitóris, depois não aguentei mais, eu não queria dizer ....”.


Eu disse, “desembucha, caralho ....”, ele respondeu, “bem, acho que ocorreu um acidente ....”, eu olhei, “acidente ... como assim? ...”, ele prosseguiu, “elas pediram a minha intervenção ...”, eu estava a adivinhar, ele continuou, “a Glória pediu para eu lhe comer o cu enquanto ela lambia a sua mulher”, eu quando ouvi aquilo ainda fiquei mais duro, um choque no pau quase gerou entorse, “e tu? Não me vais dizer que comeste o cu da Glória?”, ele encolheu os ombros, “comi, eu sou só o empregado!!”.

Pareceu-me que ele tinha mais qualquer coisa para dizer, mas eu estava tão excitado e naquela altura em que já tinha ouvido o suficiente, eu disse, “não aguento mais, vou bater uma punheta, mas amanhã quando saíres com elas, foda-se, caralho, conta-me tudo”, ele saiu acelerado e perguntou, “posso dormir no quarto de cima?”, eu disse que sim, era um espaço que tínhamos, junto ao sótão no último andar, quando chegávamos tarde a casa e JJ por ali ficava.

Fui para a casa de banho bater a punheta e depois passei ao quarto e perguntei à minha mulher, “então, parece que andaste a divertir-te bastante com a Glória!”, ela carregou o sobrolho, “o que é que o JJ te contou? Ele diz que não, mas aparentemente conta-te tudo”, eu continuei, “o JJ não disse nada, porquê, amor?”, ela aconchegou-se a mim no meu corpo, “não quero que fiques deprimido como o marido da Glória!!”, eu pensei, “foda-se!!, o falecido!! o que tem a ver?”, ela insistiu, “hoje aconteceu um acidente ...”, eu perguntei, “foda-se caralho mais um acidente?”, ela nem pareceu perceber, “foi o JJ”, eu disse, “o JJ?”, ela respondeu, “o JJ comeu o cu da Glória ...”.

Eu pensei, “foda-se!! essa já eu sabia”, mas saíram-me palavras da boca, “o JJ, a foder o cu da Glória???”, e a minha mulher insistiu, “não fiques deprimido amor, depois da Glória, comeu o meu cu também”.

Eu pensei, “cabrão do JJ, bem pareceu que queria desembuchar ... foda-se! Estou tão excitado”, eu só disse, “foda-se amor, não aguento mais”, ela olhou para o meu galo, ereto e excitado como um tronco, e os lábios dela quentes e doces como veludo, pousaram na cabeça roxa e começaram a lambê-la devagarinho, eu fechei os olhos, “ai amor, tu sabes, chupa-me bem, ..., eu quero, conta-me tudo ...”

O que fica da relação?

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O que fica da relação?

ቕ
Ela andava estranha desde o inicio da semana, e depois de uns quantos anos a viver juntos nós percebemos, há qualquer coisa que não está bem, procura o melhor momento para largar a bomba, a ver se não faz muitos estragos, e eu à espera do que aí vinha, até que ela disse, “querido, o meu ex-marido ligou”.

Eu olhei para ela e pensei que a bomba fosse pior, nós estávamos divorciados, e foi depois dos divórcios, o dela e do meu, que decidimos viver juntos, eu ainda me sinto culpado por achar que fui o responsável pela separação dela e do marido.

E até era incompreensível, como homem apreciando homens, eu achava-o interessante, seco, atlético, musculado, e tendo-o conhecido à distância, quando lhe fodia a mulher, eu conseguia perceber que ele era bastante dotado, eu reparava no volume, e percebia que ele tinha um grande pau.

Nunca me preocupei em saber, nem perguntei nada à minha mulher, para saber se era ele ou eu, quem era o melhor na cama, eu tinha a arrogância, se tinha ficado com ela, e se não tinha o membro maior, era eu o melhor a fodê-la.

Ela olhou para a minha cara e respondeu à minha pergunta silenciosa, “ele esteve fora amor, e não tem onde ficar, eu ofereci a nossa casa, importas-te querido?”, eu abanei a cabeça a dizer que não, e pensei, “finalmente vou conhecê-lo ao vivo, espero é que não fique fodido comigo”, e depois perguntei, “e quando chega?”, ela disse, “hoje!! deve estar a chegar”.

Surpreendeu-me, ela esperou até ao último minuto para me dizer, e eu perguntei, “mas querida, já sabias isso, e só agora é que dizes?”, ela respondeu, “não sei, fiquei preocupada”, eu insisti, “mas porquê?”, ela prosseguiu, “não sei, amor, podias ficar inseguro, começares a imaginar”, eu insisti novamente, “imaginar, amor?”, ela sorriu, “então, querido, começares a imaginar ele a foder-me a cona”.

Eu concentrei-me nos olhos dela, “ele pode imaginar o mesmo, amor!!, eu também te fodi a cona e eras casada com ele”, ela fez uma careta, “eu sentia-me tão puta nessa altura”, eu perguntei, “e gostavas? Eu dava-te mais prazer que ele?”, ela prosseguiu, “não era mais prazer, amor, era mais revolta minha”, ela viu que não percebi bem, e ela continuou, “amor, ele fodia-me toda no principio e levava-me à loucura, mas depois cansou-se”.

Aquelas palavras não me agradaram muito, passou-me pela cabeça que a visita não ia ser agradável, eu perguntei, “pensava que eu fodia melhor”, ela fez um esgar de sorriso e choro, “não é isso, amor, são diferentes, ele é mais bruto, tu és mais amoroso”, eu perguntei, “e tu gostavas? bruto como?”, ela continuou, “ele tem um fetiche por comer-me o cu, e eu até costumava gostar de levar no cu”.

Não sei porquê, mas imaginei o ex dela a comer o cu da minha mulher e isso excitou-me todo, senti o pau duro, quando alguém tocou à campainha e era ele, mantinha o mesmo estilo, umas calças apertadas, um volume enorme entre as pernas, e estendi a mão para o cumprimentar, senti um arrepio da minha pele ao tocar na dele, e um pensamento passou-me na cabeça, dos dois a foder a minha mulher.

Eu percebi que a forma como ele apertou o corpo da minha mulher foi quase, ou melhor, totalmente intima, o braço dele rodeou-a por trás, e apertou-a contra o peito dele, os quadris juntos e encostados, ele deu-lhe um beijo na bochecha, e era mais que uma amizade, era sexo concentrado pela passagem do tempo.

Ela desapareceu a deixar-nos sós na sala, houve um silêncio inesperado, até que ele perguntou, “se eu disser uma coisa íntima fica chateado?”, eu sorri, “não sei, íntima como?”, ele sorriu em camaradagem, “sobre ela, como ela era, no sexo?”, eu continuei, “diga, não me importo”, ele prosseguiu, “ela adorava levar no cu, eu fodia-lhe o cu e ela nunca ficava satisfeita, consigo também é assim?”.

Eu olhei para ele e sussurrei a mentir, “também, ou melhor, um pouco, se calhar sou eu que não gosto muito?”, ele movimentou-se para trás com estranheza, como se tivesse dito uma heresia, “não gosta? Foda-se, ela comigo era todos os dias, ela tem um belo rabo, não concorda?”, eu disse que sim e ele deu-me uma palmada no braço como se eu fosse o seu melhor amigo, “então, com um cu daqueles e não lhe comes o cu”.

Ela regressou à sala, e sentou-se à nossa frente, vinha a beber qualquer coisa, e percebi, qualquer coisa alcoólica, com uma voz rouca e desinibida, e disse num tom alegre a apontar-nos o dedo, “os dois homens que me foderam, juntos aqui na minha casa”, eu olhei para ele ao meu lado, e percebi, o volume tinha crescido, quase a rebentar dentro das calças e o meu pau também estava duro.

Olhei para o copo que a minha mulher tinha na mão, e ela perguntou, “querem? Vodka?”, e depois abriu as pernas à minha frente e dele, a saia tinha subido e dentro tinha uma fenda no meio, e nós viamos, ela estava totalmente excitada, um brilho vítreo como uma lágrima transpirava-lhe da cona.


Ela deu um salto de repente, e gritou, “querido, apetece-me dançar”, ela começou a rodar na sala, e cada volta que dava, uma peça de roupa voava, até que, de repente eu vi, a minha mulher estava quase toda nua, e foda-se, que eu não me importava, ela agarrou-me no pescoço e no dele, e sussurrou ao meu ouvido, “amor, quero levar no cu”, e depois deu outro salto para a frente, e como as crianças que gritam, em repetição, “quero levar no cu, quero levar no cu”.

Eu ri-me quase descontroladamente para a cara da nossa visita, devido ao comportamento da minha mulher, ele disse, “é melhor fazeres-lhe a vontade”, eu ainda pensei, “ela quer-te a ti, quer sentir esse caralho no cu”, e antes de eu dizer qualquer coisa, ela gritou, “amor, eu quero que ele me foda, amor, está bem, querido?”, eu queria falar, mas ela insistia, a agarrar-me o pescoço como uma bêbeda, “amor, ele é o meu ex, já me fodeu muitas vezes, no meu cu mais de mil”.

Antes de eu poder dizer alguma coisa, ela puxou-o pela mão, ele fez uma cara que me dirigiu, “posso ir, importas-te?”, e eu só fiz um gesto a rodar na cabeça, “está bem, o que posso fazer? fode-a bem, come-lhe bem o cuzinho”, e eles foram para o quarto, e ela ainda perguntou, ao mesmo tempo que andava, “queres vir amor, queres ver, estou a ferver, queres ver a tua putinha a levar no cu”.

Eu fui e encostei-me na porta, ela subiu para uma espécie de sofá e foi tão bom, o galo ereto dele, uma verga comprida e grossa, começou a fazer força no ânus, ela gemia de dor, de onde estava eu via, o anel que estrangulava o pau, de repente abriu-se todo, a minha mulher fechou os olhos, e num segundo, deixou enterrar-se até ao fundo.

Nunca pensei que a relação com a minha mulher ficasse ainda mais forte depois desta experiência, ele começou a visitar-nos regularmente, e do que ele contou, até se tinha casado novamente .... ele disse que um dia ia perguntar à mulher se queria conhecer-me ....

Príncipe e a sua escrava sexual

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Príncipe e a sua escrava sexual

👑
Eu costumava ir a um bar gay que ficava numa terra do interior do país, e que não era bem um bar, era mais uma casa ou um lugar onde quatro ou cinco conhecidos se juntavam para conversar e terem sexo.

Numa quase aldeia ou pequena vila o lugar era um segredo, por isso não era um sitio que estivesse anunciado ou de porta aberta ao público, onde se fosse para consumir uma bebida ou para tentar um engate, não era nada disso, era mais um clube informal de pessoas que sentiam os seus desejos e tendências e foram-se encontrando mais vezes depois de se conhecerem.

Lembro-me duma primeira vez, porque me pareceu na altura ter várias, antes de haver o bar, quando um homem mais velho que eu até conhecia de vista, era casado e tinha filhos, costumava vê-lo passar junto à minha casa, um dia pedi-lhe boleia.

No caminho ele começou a fazer-me perguntas, “já arranjaste namorada?”, eu disse que não com a cabeça, ele insistiu, “se calhar gostas de sexo de outra maneira”, eu olhei para ele e perguntei, “sexo de outra maneira, como?”, ele pôs a mão na minha perna, deixou-a escorregar até ao centro, depois apalpou o meu volume e disse, “uma maneira que te satisfaça mais”.

Na altura, as coisas ficaram por ali, mas eu senti um calor e uma vontade, aquela mão forte e rugosa a esfregar-me o pénis, de uma maneira que me deu prazer anormal, fiquei a pensar e quando ele passava, ele sorria e eu devolvia o sorriso, até que um dia pedi boleia de propósito, no caminho pedi para ele parar, que queria fazer-lhe perguntas, ele desviou o carro e estacionamos num pinhal.

Eu comecei, “disseste que eu podia satisfazer-me? Como?”, a mão dele tocou-me na perna e ele perguntou, “posso tocar-te?”, eu disse que sim e a mão dele furou pela perna dos calções, progrediu mais para dentro, pelas boxers um pouco mais, e depois poisou no meu pénis e nas bolas, ele começou a acariciar, e disse, “gostas disto, dá-te prazer?”, eu senti a minha pequena verga a endurecer, “não sei, acho que gosto”.

A minha respiração aumentou, ele continuou, “nunca tiveste nenhuma experiência mais diferente?”, eu percebia a pergunta, mas fingia, “diferente como?”, “com um homem, posso abrir?”, a mão dele abriu o zip dos calções, ele puxou o meu pénis para fora, ele prosseguiu, “já fizeste amor com uma mulher?”, eu tremia de antecipação, a mão dele manipulava devagarinho, “não, eu sou virgem, não sinto vontade”, ele riu-se, “não sentes vontade?”, “sim, de querer fazer sexo com uma mulher”.

Ele sorriu novamente e aproximou o peito dele do meu e ele perguntou, “és como eu”, eu olhei para ele, “como eu?”, “sim, tens pouco desejos com mulheres”, eu disse, “tu és casado!!”, “sim, mas eu gosto mais de sexo com homens” e depois ele insistiu, “alguma vez fizeste amor com um homem?”, eu sentia a boca dele perto da minha, “não”, ele deu um jeito com o corpo e baixou os calções até aos tornozelos e eu vi, ele sacou de um pénis ereto, enorme e teso, devia ter três vezes o tamanho do meu.

Os meus olhos não largavam aquela verga grossa e encurvada, ele disse, “tira os calções”, eu obedeci logo, ele agarrou na minha mão e puxou-a para o pau, sussurrou-me ao ouvido, “brinca um bocadinho com ele”, eu agarrei no malho, enchia-me a mão e puxei a pele para baixo para ver a cabeça roxa, eu senti a mão dele nas minhas nádegas, dois dedos brincavam no meu ânus, dedilhando o meu furo, ele falou baixinho, “nunca deste o cuzinho?”

Eu brincava com o pau dele, abanei a cabeça a dizer que não, ele sorriu e disse, “queres que eu desflore o teu cu?”, eu não conseguia largar aquele pénis enorme, ele continuava, “gostavas de ser meu?”, eu perguntei, “teu como?”, ele disse, “seres a minha namorada secreta, eu comia o teu cu todos os dias”, a mão dele abria-me as nádegas, ele puxou a minha cabeça para baixo, “chupa o meu pau, mete na boca”.

Naquele momento quando engoli a verga toda, esqueci-me de tudo à minha volta, fechei os olhos e o cheiro dele entrou-me na cabeça, e quase não reparei, quando ele me virou, e eu senti, bateu-me no ânus com a cabeça roxa, eu perguntei, “vai doer, disseram que doía”, ele disse, “não querido, só um bocadinho”.

Depois ele insistiu, “quem disse que doía?”, eu gemi, “um amigo meu, ele confessou-me que gostava de levar no cu”, a cabeça começou a entrar, eu gritei, “aihmm, ai que dói tanto”, ele avançou mais um pouco, “já passa, querido, não resistas, não resistas”, levantei o rabo mais para cima, ele entrava e saia depressa, a cada movimento, mais um centimetro, quando eu me senti a abrir todo, o meu buraco sugou a verga toda e eu senti os pelos dele a roçarem as minhas nádegas como uma caricia.

Durante um tempo em que me perdi completamente, eu não sabia onde estava, ele comeu-me o cu todo, o corpo dele montou-se no meu, rodeou-me o braço no pescoço e foi batendo e acelerando, até que eu o senti tremer e urrar de ejacular no meu cu.

No fim quando regressávamos, eu disse-lhe que não me importava de ser a namorada dele e foi assim que eu conheci aquele lugar secreto onde nos encontrávamos.

Isto passou-se há dois ou três anos e a minha vida continuaria com a minha relação secreta, na aldeia diziam de mim e do meu outro amigo, que não gostávamos de mulheres, que éramos uns gays homossexuais, mas eu gostava de homens mais velhos, disso ninguém sabia, que o meu homem me possuía.


Mas apareceu no bar um visitante que o meu amor trouxe, que se interessou por mim, ele perguntava ao meu homem, “é a tua puta? É uma maravilha, deixavas-me fodê-la?”, há dois ou três anos que o meu cu era só dele, e eu aguardei com suspense de qual seria a resposta, quando ele olhou para mim, e disse, “querido, vais gostar dele”, e depois virou-se para o visitante, “tem um cuzinho apertado, mas tens de ser meigo com ele”.

Começámos a falar, estávamos num canto mais afastado, e ele perguntava-me ao ouvido, “queres ser meu?”, eu ri-me e respondi, “já tenho um dono”, depois ele dizia, “tu agradas-me e ias viver comigo”, eu insisti, “para onde?”, “para a cidade, arranjava-te uma casa e eras a minha namorada”, eu sorri por ele dizia tudo com graça, “à pouco perguntaste ao meu amor, se eu era a puta dele!!”, ele respondeu, “era a brincar, eu olho para ti e agradas-me bastante, estou louco para foder o teu cu”.

Eu olhei e ele tirou a verga para fora e fiquei surpreendido, ainda era maior que a do meu querido, ele perguntou, “queres que o chame para ele assistir”, eu disse que não, que nem eu sabia se lhe dava o cu, e ele pressionou, “ele não se importa, ele quer ver-me a comer o teu cu, vais ver que ele vai gostar, eu sei que ele gosta!!”, eu perguntei, “como é que sabes?”, ele continuou, “eu e o teu querido já fodemos juntos”, ele entendeu o meu silêncio como querer saber mais, “ele quando vai à cidade gosta de estar comigo, o teu amor gosta de cu mas já foi a minha puta, adora levar no cu também, como tu, e acredita querido, é louco pelo meu pau”.

Eu senti naquele momento uma espécie de traição, e foi quando eu disse para irmos para dentro, para um quarto reservado, e quando eu senti aquele galo grosso e ereto no meu cu, foi uma loucura, ele deu-me uma foda por trás e depois virou-me, levantou as pernas, e fodeu-me como se fosse mesmo namorada dele, durante uma hora partiu-me o cu todo.

Quando acabámos eu disse que sim, que ia com ele para a cidade e o que disse prometeu, arranjou-me um apartamento, e só disse que queria que eu fosse a escrava sexual dele, que eu vestisse umas roupas de puta, ele fodia todos os dias comigo antes de ir para a casa ter com a mulher.

E eu fiquei viciado nele, mais do que amor, era desejo de domínio, era o meu príncipe, era bruto mas de uma maneira boa e elegante, sentia-me submisso como desejava, por o satisfazer muito mais que a mulher.

E um dia a mulher dele bateu-me à porta .... mas tudo correu bem ....

Sou a tua cadela

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Sou a tua cadela

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Ela desculpava-se a dizer que era tudo uma brincadeira, que não tinha significado, que a nossa discussão não tinha sentido, depois de confessar-me que conversava num chat de encontros.

Eu não tinha assistido a nada, e fora apenas por acidente que eu tinha percebido, depois de ter visto a tal página aberta, e umas coisas escritas ao lado, que dava para entender as conversas.

Eu disse, “mas querida como é que dizes que é uma brincadeira? Eu vi a conversa! estavas a pedir-lhe para ele mostrar-te o pénis!!”, ela riu e respondeu, “mas querido, é só cibersexo!!, não é mesmo foder”, eu insisti, “mas .... amor, é só cibersexo? e o que fazes? Ele mostrou?”, ela abanou a cabeça, “mostrou sim”, e eu perguntei, “e conseguias ver alguma coisa?”, ela respondeu, “o pau dele? Sim, vi, querido, era grande e grosso, ri bastante”.

Olhei para ela, os mamilos estavam tesos como amêndoas doces, eu disse, “mas amor isso dá-te algum prazer? E o que fazes?”, ela respondeu, “oh amor, dá sim, eu peço coisas e ele faz, e ele pede e eu faço também”, senti o meu pénis a ficar duro, a ideia da minha mulher a fazer pedidos a um estranho provocava-me excitação, “amor, o que é que costumas pedir?”, ela prosseguiu, “peço para ele acariciar o pau, ele masturba-se e eu acaricio-me também”.

Eu estava curioso ao ponto de não aguentar muito tempo, “e como fazes?”, ela continuou, “acaricio a cona”, eu digo, “e ele vê?”, ela não percebeu, “ver como querido?”, “a tua cona, se lhe mostras a cona, amor?”, ela riu-se, “então claro amor, e as mamas, ponho-me toda nua”, eu continuei, “ e ele? ele também fica todo nu?”, “sim, querido, porque conversamos e excita-me ver o corpo dele nu quando falamos”.

A minha mulher e eu já tínhamos esquecido a discussão e parecia que agora explorávamos outra dimensão da nossa relação, ela insistiu, “adoro a voz dele amor, excita-me tanto, querido, quando ele pergunta se eu quero ter o galo dele na minha cona”, eu disse, “e tu, amor? Dizes o quê?”, ela respondeu, “ai amor, eu digo que sim, e digo, no cu também, querido”, eu fiquei surpreendido, “no cu, querida, gostavas de ter o pau dele no cu, mas amor, costumas dizer que não gostas de levar no cu!”.

Eu ardia em tesão, tirei o pau para fora, e perguntei, “e costumas vir-te, querida?”, “ai claro, amor, venho-me toda, é tudo igual, só não tenho o galo teso enterrado na minha cona”, eu continuei, “e gostavas, querida?”, ela perguntou, “gostava como, o que queres dizer?”, eu corrigi, “eu perguntava se alguma vez imaginaste? quero dizer, se imaginaste foder mesmo com ele?”, a minha mulher mordeu o lábio, “já amor, mas eu amo-te muito, e nunca ia foder com outro homem se tu não aprovasses, querido”.

Ela olhou para o meu pau duro, e dobrou o corpo para baixo e chupou durante segundos a minha vara ereta, enquanto ressoavam na minha cabeça as palavras que ela tinha dito, eu dei-lhe um toque no cabelo para mamar ainda mais fundo, “hum, querida, e se eu aprovasse? Gostavas de o foder?”, ela sorriu indecisa, “não sei querido, cibersexo é uma coisa, levar mesmo com a verga dele, é outra coisa, não sei querido”.

Ficámos a olhar um para o outro, e ela perguntou, “porquê amor? aprovavas mesmo?” eu continuei a olhar para ela, para as coxas finas e esguias, para os lábios húmidos da cona, onde está um tufo de pelos, ela continuou, “gostavas querido?”, eu fiz um aceno de cabeça, ela insistiu, “consegues imaginar ele a comer-me e tu a ver?”, eu respondi, “não sei, querida, ainda ..”.

E depois disse, “não sei amor, acho que gostava de assistir a um pouco do teu cibersexo com ele”, ela riu-se com uma pequena gargalhada, “está bem querido, mas ...”, eu percebi uma indecisão, e ela continuou, “querido, já estou cansada do cibersexo!!, gostava de mais alguma coisa”, eu perguntei, “humm, amor, queres mesmo pau? E eu?”, ela voltou, “amor, podias ver, querido, ele está sempre a dizer que quer comer o meu cu”.

Eu senti a sair do meu pénis uma gota de liquido branco espesso como cola, ela aproximou o corpo dela do meu, deu-me uma pequena dentada na orelha, “querido, quero submeter-me a ele, quero ter a piça dele a penetrar-me, a dar-me cabo do cuzinho, não te importes, amor, é só uma foda”, eu estava indefeso e não podia recusar.

Combinámos uma tarde, eu veria a minha mulher a ser fodida, à distância, ela recebia-o em casa, e quando ele entrou, eu percebi a minha mulher a dizer-lhe, “o meu marido está a ver-nos”, e foda-se o resto é história.


Ela chupou-lhe o galo ereto, grande e duro, e depois ele começou a fodê-la por trás, eu pedi, “chama-lhe cadela”, e ele repetiu, a verga entrava e saía, ela dobrou-se para baixo, aquele homem grande a montá-la, caralho preso entre os lábios da cona, como uma mão prende um cabo, escorregava no buraco e ela abria-se toda, quando ela gemeu e disse, “ai amor, pede-lhe para me foder o cu, ai amor”.

Eu digo, “põe essa puta de joelhos, fode o cu a essa puta, faz com que se venha toda”, o pau grosso escorregou entre as nádegas, e a minha mulher empinou, como uma égua fodida, os olhos brilhavam, os lábios inchados de desejo, os mamilos eretos, , “aihmm amor, o meu cu, aihm, ai que me dói, aihh caralho”, as mãos dele prendiam-lhe as ancas e anel pregado todo aberto, engolia a vara que queimava”

Ele começou a acelerar, ele sussurrava ao ouvido, “que boa foda, cadela, vais gritar de prazer”, a minha mulher trabalhava o clitóris, pressionados, a fazer círculos, rápidos, fortes, eles apertam encharcados, ele acelera ainda mais o ritmo, a entrar-lhe no cu com força, eles começam a tremer, e também eu que bato uma punheta, num grito incontrolável a minha mulher vem-se toda, e eu vejo a vulva inchada cheia de esperma do homem.

Ele continua, continua a penetrá-la, mais uns minutos, com mais esperma, a inundar a minha mulher, ele diz, “dá-me prazer, cadela, arrebento-te o cu, danada”, ela gritava, “continua, não páres, fode-me mais”, mas ele não aguenta, com um movimento rápido tira o pau do cu dela, e dá uma última estocada, “ai puta, que boa foda”.

Não passou muito tempo, em nossa casa, sentados no sofá, eu aproximei-me da minha mulher e disse, “ainda cheiras ao caralho dele”, ela riu e sussurrou ao meu ouvido, “ainda estou toda molhada da porra dele, ainda não tomei banho”, eu meti dois dedos nos lábios da cona e senti na pele o liquido espesso, e eu disse, “vieste-te toda, adorei quando ele te chamou cadela”, ela riu-se novamente, “foste tu que pediste, querido, e adorei, e puta também, queres que eu seja a tua putinha, amor?”.

Eu abanei com a cabeça e disse, “quero, amor, és a minha putinha, quero que a minha putinha seja submissa, amor”, “submissa como?”, eu continuei, “quero muito ver a minha putinha a ser montada, a satisfazer homens, a levar no cuzinho, queres amor?”, ela gemeu ao meu ouvido, “aihm humm amor, chama-me cadela, diz-me mais, diz-me que sou a tua puta”, “és a minha puta, a minha cadela”, ela prosseguiu, “és o meu dono, eu ponho-me de joelhos para ser montada, amor, é só pedires”.

Eu não aguentei mais, estava no meu limite, e comecei a vir-me ..

Sedução da Tarde

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Sedução da Tarde
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Foi há alguns dias. Estava no café com a minha mulher, ao fim de tarde, lanchávamos como era habitual, quando reparei na Aurélia, tinham passado vinte anos mas era evidente, o tempo tinha parado nela, porque estava igual como dantes.

Ela estava noutra mesa ao fundo da sala e via-se que estava acompanhada, um homem que estava de costas para mim, e não dava para ver se eu o conhecia, mas ela olhou-me nos olhos e sorriu depois, e isso permitiu-me entender, ela lembrava-se de mim e quando se chegou à frente, disse qualquer coisa ao companheiro, ele rodou o pescoço para trás, e foi quando eu vi que era o filho dela.

Para mim naquele momento foi um choque tremendo, fez-me recuar os tal vinte anos que tinham passado e como em tardes como a de hoje, com um calor suave de primavera, eu e o filho dela, íamos para um anexo da casa e ficávamos por ali muito tempo, enquanto a Aurelia, que era a nossa empregada doméstica, fazia a arrumação da casa.

Da primeira vez, foi ele ter comigo, eu estava no anexo, e começamos a falar de coisas de rapazes e foi quando eu pedi para ele mostrar o pau e, e não sei porquê?, quando o vi ainda murcho, percebi que mesmo assim era grande, mas depois quando começamos a masturbar-nos, o malho dele cresceu, e, em relação ao meu, o dele era gigante.

Daí passarmos a outras coisas foi bastante rápido, ele começou a dizer que já tinha fodido uns cuzinhos, e um dia pediu-me para chupar-lhe a piça, e como ele é mulato, parecia que estava a chupar chocolate, gostei tanto, lambi-lhe a cabecinha, depois a vara na boca, engolia tudo o que podia, porque era um rolo de carne, duro como pedra na minha mão.

Sempre que estávamos juntos ele insistia, “deixa-me comer o teu cuzinho”, eu sentia um desejo enorme de lhe dar o que queria, mas tinha um medo do desconhecido, porque era virgem e não sabia se podia ter problemas e depois o pau dele, que era tão grande, eu tinha medo que causasse dor como a uma gaja.

Mas uma vez, acabei por ceder, a insistência dele era tão grande, quando eu estava a mamar aquele pau, os dedos dele entraram no meu ânus, e rodaram juntos para o meu cu se soltar, ele pediu-me para eu me deitar de barriga, ele depois montou-se em cima de mim, e eu senti a piça grossa a roçar, e depois devagar, fez força força e força no meu anel, eu gemi e disse, “mais não, não dá, o teu caralho é muito grande, o meu cu é muito apertado.”

Mas ele insistiu, “descontrai, vais gostar, aguenta um bocado, depois da dor não queres outra coisa”, eu deixei regressar, ele prendeu as pernas de volta das minhas nádegas, fez mais força para dentro, “vai descontrai, vais levar co o meu pau todo”, eu prendi-lhe a perna, “oh, foda-se, que dói tanto”, ele dizia, “está a entrar um bocado, descontrai”, eu fechei os olhos, o meu anel apertado, abriu-se todo, e eu senti, o meu reto sugou o galo, e ele escorregou todo para dentro, até as ancas dele baterem nas minhas nádegas.

Ouvi a respiração dele, vinda profunda de dentro, “o meu caralho está todo dentro, não custou, pois não?!”, eu nem ouvi o que dizia, tinha os olhos fechados e sentia o gozo daquele malho grosso a encher-me todo por dentro, e lembro-me do prazer, de o sentir em cima de mim a submeter-me, preso entre as suas pernas potentes em redor do corpo, e depois a mover-se, para dentro e para fora, a abrir-me cada vez mais, até que nos viemos os dois.


Tudo seria habitual, se um dia a Aurelia não nos tivesse apanhado a foder. Já tinha chupado o pau do filho dela, e quando eu virei o cu e estava de quatro, com ele atrás de mim para enterrar o pau, foi quando a vi junto a uma janela normalmente fechada mas que dava para ver tudo lá para dentro.

Eu olhei nos olhos dela, mas não disse nada, nem fugi ou parei nada, deu-me prazer ter alguém a ver, nós estávamos totalmente nus, e quando a piça entrou com força, eu soltei um suspiro imenso, o meu ânus estava todo aberto, a apertar aquela vara tesa, e ela pareceu lamber os lábios, quando empinei ainda mais o rabo, e ele começou a penetrar-me com força, eu não largava os olhos dela, eu abria a minha boca e gemia, “aih caralho, tão bom, humm, foda-se! ai tão bom”.

Eu sabia, ela estava a gostar de ver o filho a foder-me, ele puxou-me o pescoço, e montado em mim agachado, começou a acelerar e eu a masturbar-me mais depressa ainda até que ele se veio dentro do meu cu.

Acordei de todas estas memórias, quando a minha mulher perguntou, “em que estás a pensar?”, eu respondi, “nada querida”, mas olhei mais uma vez para o fundo e perguntei-me, “como estaria aquele pau grosso?”.

Contos do Galpão - Tudo em família

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Contos do Galpão - Tudo em família

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Lembro-me bem daqueles encontros em que eu e o meu melhor amigo na altura, íamos para um galpão no meio do mato, a umas centenas de metros das nossas casas, que não se sabia a quem pertencia, que ninguém usava, ou pelo menos isso parecia, e que estava ali abandonado.

A primeira vez que lá fomos aconteceu por acaso, sabíamos que existia ali o galpão, mas ir lá de propósito fazia pouco sentido, e desta vez era mais para estarmos ali, num piso superior que parecia um sótão, escondidos a ver quem passava ou chegava, e a divertir-nos também com nós próprios.

Em cima de uns estrados de madeira, meios ensonados do sol, o meu amigo perguntou, “gostavas de ver o meu pau?”, e antes que eu pudesse responder, ele tirou os calções e depois a roupa toda, e disse, “não queres bater uma punheta? despe-te!!”, eu disse que sim, e tirei a roupa de seguida, mas sentia-me envergonhado, por ter um pau tão pequeno comparado com o do meu amigo.

Começamos a bater uma punheta juntos, e ele dizia, “bate devagar, para estarmos aqui mais tempo”, encostámo-nos um ao outro, eu sentia a pele dele colada à minha, eu via a verga dele, bem grande e generosa, ele girou o corpo sobre mim, sentou-se por cima das minhas ancas, e ele disse, “agarra na minha piça, bate-me tu a punheta”.

Eu agarrei no pau dele e sentia-o grande na minha mão pequena, e comecei a subir e a descer a pele, ele contorceu as pernas, agarrou-se ao meu pescoço, e dizia, “aihmm, foda-se! bate devagarinho”, eu ia abrandando e depois acelerando, ele respirava fundo, o tronco e a barriga moviam-se numa onda, como se eu lhe tivesse a dar uma foda, o meu pau roçava-lhe no ânus, e quando eu pensava que ele se ia vir, ouvimos um barulho.

Ficámos a sorrir um para o outro, tínhamos a certeza de que eram passos, rodámos o corpo sobre as madeiras para vermos o que se passava, e lá em baixo no primeiro andar estava uma mulher que parecia que aguardava qualquer coisa, ele debruçou-se melhor e ele viu a pessoa, “é a tua mãe”, ele fiquei assustado, “a minha mãe?”, ele fez o sinal de silêncio, quando passaram uns segundos e apareceu um homem.

Tentei perceber quem era, e aí foi eu que sussurrei, “é o teu pai, o que estão aqui a fazer?”, ele fez outra vez o sinal de silêncio, e foi quando o pai dele agarrou na minha mãe, e começou a apalpar-lhe o rabo, puxava para cima com a mão a entrar nas cuecas, e depois puxava-a para a baixo, a minha mãe tirou o pau para fora e começou a chupá-lo, eu abria os olhos, a minha mãe engolia a piça toda, a lamber-lhe a cabeça, e nós ali a ver tudo, o pai dele empurrava-a na boca a mexer as ancas para dentro.

Ouvi o pai dele dizer, “onde anda o teu marido?”, ela respondeu, “deve estar a chegar, mas ele não sabe se chego mais tarde, quero uma boa foda”, e riu-se, ele empurrou-a para um colchão, eu via o galo ereto e gordo a entrar no buraco fundo, e a minha mãe gemia, “ai fode-me toda, caralho, come-me com esse teu malho grosso”, ele começou a mover-se em cima dela, “o corno do teu marido devia de gostar de saber que adoras a minha verga”, ela gemia, “humm, aihmm, um dia pergunto-lhe, aihmm, caralho”.


Ele virou-a, a pô-la de quatro, como uma cadela, encostou-se nas costas, e falou-lhe ao ouvido, “e cuzinho? queres levar no cuzinho?”, ela gemia, “aihm quero caralho”, ele puxou-lhe os cabelos, e naquela curva submissa, enterrou a piça no cu da minha mãe, de onde estávamos via-mos tudo, o galo grosso entrava e saía, num aperto danado, ela masturbava-se na cona, os dedos dedilhavam por fora, ele montou-se em cima dela, e como um macaco, uma fera, ia fodendo o cu da minha mãe.

Eu e o meu amigo escondemo-nos mais para dentro, percebemos que eles estavam no limite, mais uns segundos e eles vinham-se, agarrei no pau dele e estava teso, tínhamos interrompido a punheta e ele tocou na minha piça que também esta dura, e sem eu pedir nada, ele virou-se para baixo e começou a chupar o meu pau, eu ouvia a minha mãe, “ai caralho, parte o meu cu, ai, caralho, quero tanto, aihmm”, ele mamava no meu galo, a chupar as bolas.

Ouvi o pai dele a contorcer-se de se estar a vir, olhei e saia porra do cu da minha mãe, ela também gemia, “ai foda-se venho-me toda”, ondas de porra apareciam, o meu amigo continua a chupar, eu torci-me todo e comecei-me a vir na boca dele.

Fechei os olhos, ele estava a engolir, eu deixei-me ir na onda, prendi-lhe a cabeça na minha mão, fleti as ancas para dentro dele, para o minha piça ficar e se vir todo até ao fim da língua e na cabeça que lambia.

Acho que caímos de cansaço, sem ruido, a minha mãe tinha-se ido embora

Comi a chefe da minha filha

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Comi a chefe da minha filha

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Por esta altura aproxima-se o fim das aulas da minha filha, e para mim que sou mãe solteira, é uma enorme preocupação, porque com ele coincide o Verão, junta-se a preguiça com o querer muito, digo eu, que é por estas alturas que os acidentes acontecem, e desculpem o meu segredo, um deles que gostei, foi ter feito a minha filha.

Eu devo ser daquelas raras mulheres que não sabem mesmo quem é o pai, a minha filha pode insistir e querer saber, mas eu tenho aquela vergonha social, que é cruel na boca das mulheres, "ela é tão puta, que nem se lembra quem a comeu", pois houve um Verão que fodi com tantos homens, alguns de que nem me lembro, nem sei se existiram, não ficaram na memória, mas um deles deu a genética à metade da minha filha.

Devo talvez corrigir, não tenho a certeza que o homem, dono do espermatozoide, tenha dado metade do que é a minha filha porque em horas que passo com ela, e em horas que a estudo, vejo nela o todo meu, e diabo, é isso que me preocupa, um dia destes vai querer foder, foder e foder, e eu não posso fazer nada, é como ver-me ao espelho, a simpática puta que fui, e ela que ainda é bem pior que eu, adora agradar e agradar, como se fosse o seu objetivo de vida.

No dia de ontem, vi um anúncio numa loja dessas caras em que pediam uma empregada para substituir uma outra que estava de férias, pensei que seria uma boa solução, fazer sentir à minha filha a responsabilidade do trabalho, e nem queria acreditar, ela aceitou satisfeita, eu nem tinha reparado, foi à noite que me disse, "adorei mãe, é uma loja de lingerie, babydolls, biquínis, cuecas de seda, é uma loucura, mãe, até há conjuntos de dormir", ela riu-se, "para sexo, para excitar uma boa queca".

Eu e a minha filha tínhamos esta liberdade na linguagem, afinal ela nem sabia quem era o pai, e muitas das nossas conversas eram sobre sexo e homens, como se fossemos duas amigas na adolescência, contando uma à outra os seus segredos e pensamentos, estávamos numa esplanada e um homem passava e ela sussurrando perguntava, "o que achas?", eu respondia, "bem constituído, gosto, mas falta qualquer coisa", ela curiosa insistia, e eu dizia, "não sei parece muito certinho, gosto de algum risco, alguma incerteza, querida".

Passaram uns dias e ela começou a dizer, "conheci hoje a minha chefe", agora fui eu que fiquei curiosa, "como é ela?, a minha filha respondeu, "muito bonita, muito, não sei, elegante, diferente, diferente como tu", eu perguntei, "como eu? como?", ela prosseguiu, "não sei, muito livre, sexy, excitante, interessante, com quem os homens pensam logo em dar uma foda".

Eu ouvi e se estava curiosa ainda mais fiquei, "mas ela é vendedora também?", a minha filha continuou, "sim, mas ela é só para coisas caríssimas, clientes especiais", passaram uns segundos, "é tudo mais intimo, há clientes que pagam muito dinheiro, mas gostam de comprar de outra maneira, em sitio reservado, à porta fechada".

E depois a minha filha continuou, “a minha chefe pediu-me uma coisa”, eu mantive-me com atenção, “ela quer que eu faça de modelo”, eu não pensei que o trabalho fosse tão especial, “modelo, como?”, ela foi explicando, “então? ela quer que eu vista algumas peças de lingerie para mostrar a clientes”, e depois ela insistiu, “a minha chefe diz que eu tenho um corpo maravilhoso”, eu nem sabia o que pensar, mas perguntei, “mas, tu vestes e depois desfilas?”, ela respondeu, “sim, temos uma sala especial, eu visto um babydoll ou um biquini, e depois desfilo para clientes”, eu ainda não estava satisfeita, “mas já fizeste isso?”, ela disse outra vez, “já, e foi só com a cueca, os clientes pediram”, eu não sei se percebia, “só com a cueca, e os seios? E os clientes?”, ela riu-se, “em cima nada, e clientes, um casal e depois um homem”.

Eu não estava a acreditar, ela disse, “estão a pagar-me muito bem”, eu dizia, “sim mas .... nada ... homens ...”, ela dizia, “a minha chefe está sempre ao pé de mim, não há problema”, a minha filha já não era uma menina ingénua, era quase uma adulta e ela já tinha visto muito, até lá em casa com os meus relacionamentos, mas deixava-se curiosa a chefe dela e que espécie de mulher seria.

Uns dias depois a minha filha voltou com o tema à conversa, “estive com a minha chefe!”, pareceu-me despropositado ela falar naquilo, afinal trabalhava todos os dias com ela, mas percebendo a minha hesitação, “quero dizer, estive mais intimamente com a minha chefe”, as minhas orelhas movimentaram-se, “intimamente ....”, ela sorriu levemente, “estivemos juntas em casa dela”, eu parecia que já percebia, queria era ter a certeza, “eu e ela estivemos a foder”.

Eu devo ter balbuciado qualquer coisa, “a foder .....?”, por momentos pensei, não era nada que eu estranhasse, como mulher solteira, nessas escolhas de ter homem quando queria, ou de ter mulher se me apetecesse, eu já tinha fodido com outras mulheres, sem qualquer ligação intima, era sexo querido mas pouco ou mais nada, e eu perguntei, “mas foder? Com a tua chefe? Como é que aconteceu?”.

A minha filha contou, tinham estado a fazer uma venda, uma cliente cinquentona queria fazer uma surpresa ao marido, e tinha vindo quase à noite, e quando a loja estava a fechar, estavam as duas sozinhas e quando a minha filha tirava um daqueles conjuntos de queca, a chefe aproximou-se e deu-lhe um beijo que a minha filha correspondeu, e nuas como se viessem ao mundo, começaram a foder logo ali.

Ela continuou, que depois foram para a casa da chefe, que dormiram juntas, coisa que eu depois me lembrei, ela não viera para casa, o que nem era estranho, e eu perguntei, “e então?”, a minha filha olhou e perguntou também, “então? Se eu gostei?”, eu abanei a cabeça, ela disse, “gostei, ela lambeu-me toda e acho que tive vários orgasmos múltiplos”, e eu depois insisti, “eu nunca pergunto nada! Já tinhas tido uma experiência lésbica?”, a minha filha negou com a cabeça.

Ficamos uns segundos a olhar uma para a outra, eu disse, “gostava de conhecer essa tua chefe”, a minha filha deu uma gargalhada, “porquê? gostavas de dar-lhe uma foda?”, eu ri-me também, “porquê? Não te importavas?”, ela prosseguiu, “não mãe, acho que ela também ia gostar, tu e eu somos mais bisexuais, mas ela é mesmo louca por mulheres e ia ficar doida contigo”.

A nossa conversa ficou por ali, mas um dia ia a passar perto da loja e decidi entrar, já era tarde, quase hora de fecho e entrei e perguntei pela minha filha, aguardei uns segundos sentada numa cadeira até que apareceu uma mulher, esguia, jovem, com uma elegância deslocada para o local, aproximou-se e tocou-me na mão, um doce calor que quase me feriu o corpo, “a sua filha saiu, desencontraram-se!”, não conseguia deixar de fixar os meus olhos nos olhos dela, correndo pelos lábios, pela boca carnuda, pelo rosto, cabelos, descendo pelos seios, pelo ventre, até às coxas, sentindo na pele esse mesmo fervor vindo dela, como se nos pudessemos amar mesmo ali, só estando presentes a menos de alguns centimetros de distância uma da outra.

Devo ter sentido uma pancada, porque de certeza que tinha passado tempo, mas a minha mão ainda estava presa na dela, como se estivéssemos perante um altar, ajoelhadas e de mão dada, ela acordou-me, “a sua filha falou-me de si, ela é muito bonita e eu vejo agora, a mãe também é”, ela mirrou o meu corpo parando algum tempo nas coxas, eu disse, “e a chefe dela também me parece muito interessante”, e foi espontâneo, demos uma gargalhada junta, como se fôssemos amigas ou amantes à muito tempo.

Ela encurtou a distância entre nós, os nossos mamilos tocaram-se ao de leve, o calor, o cheiro, e a eletricidade do corpo dela misturaram-se aos meus, e ela chegou ao meu ouvido, mordiscando-me a orelha, “se não tem nada para fazer hoje, podíamos ir até minha casa, não se se gostaria?”, eu perguntei-lhe se estávamos sozinhas, ela disse que sim, eu aproximei-me daqueles lábios brilhantes e cheios, procurei-lhe a boca e a língua e de depois da minha e a da dela se terem enroscado, eu disse, “adoraria, mas é tarde, será que posso dormir lá .....?”