BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Este swinger cheira a peixe

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Este swinger cheira a peixe

Bom dia aí gente, do confessionário, tudo jóia, me disseram que podia aqui contar meus pecados, que me davam absolvição na mesma, e eu estou nessa, bem melhor, né, e eu vim, minha mãe que é muito religiosa, me disse aí, "vai no pastor, filho, conta para ele seus pecados", mas, meu amigo, conto mas é o caralho!!!.


Olha aí confessionário, não tenha dúvidas, também sou religioso, tudo bacana na boa, mas lá pro cara pastor, que nem sei bem como é, só confesso o que convém, há coisas que não digo, e nem conto a ninguém, vai ver que o cara sabe o que fiz, e vai dizer a toda a gente, não isso é que não, é por isso que estou aqui.

No outro dia, sabe, um cara amigo lá do meu trabalho no peixe que eu faço, me contou de um sitio swinger aqui perto, me foi dizendo "cara, Calita, meu irmão, você nem sabe, está aí um negócio bem bacana para a gente", "Conta logo, meu irmão", me contou que é gente rica, que se junta para dar uma foda, está tudo muito bem arranjado, os caras vão com as mulheres, e vão trocando e dando-as a outros,  e é assim o negócio.

Falei assim para ele, "mas meu irmão, não sou rico e nem tenho mulher, cara, não dá, né", "Calita, meu irmão, tenho contacto, né, você vai bem vestido, armado em ricaço, meu amigo deixa entrar, e não é preciso mulher, tem é que foder Calita, você sabe né", fiquei mirando ele de lado, me perguntando se sabia, que eu tinha assim coisa grande, o pessoal via meu instrumento, e ficava assim surpreendido, como é que um homem pequeno, tinha sido tão beneficiado.

E eu fui, né, saí do trabalho do peixe, fui logo correndo, que era tarde e não chegava a tempo, meu contacto me arranjou roupa, e entrei no pedaço e, confessionário, fiquei de boca aberta, caras e gatas fodendo, todos espalhados no recinto, muito luxo, confessionário, muito luxo, homens fazendo minete, mulheres dando mamada, e pessoal, estava no meu ambiente.

E não perdi tempo, confessionário, estava me atrasando, tinha que começar rolando, fui muito bem educado, se tenho de fazer, que faça bem feito, soltei roupa e meu cacete, que as donas, meu deus, meu senhor, ficaram suspirando, uma delas me chamou, estava o marido ao lado, bem encostado no sofá, "oi menino, como você se chama?", " Calita, Dona", lhe respondi, "Calita, estou vendo que você não pertence aqui".

"Não Dona?", fiquei com medo de ser corrido, sabe, penetra tem esse destino, "Não, não sei como o deixaram entrar, ainda vou averiguar, mas Calita, me mostra aí seu pau, bem grande menino, é record, nunca vi, vou deixar passar", "sim Dona me desculpe", "me dá aí esse negócio vai, me deixa chupar", bem, confessionário, marido dela estava rindo, de me ver assim assustado, pensei para mim "Corno do caralho!!".

Mas confessionário, sei bem que é pecado, mas a Dona me pegou no pau, começou mamando experiente, e não podia fazer nada, ela agarrava nele com a mão, dando dentadinha na cabeça, e a língua dela, ai meu deus, parecia beijinho de passarinho, minhas pernas tremiam tanto, o corno estava ali olhando, ela a meter na boca o meu caralho, fundo que o engolia e desaparecia pela garganta dela, mas de repente sabe o que ela diz, confessionário, "Calita, seu caralho está cheirando e sabendo a peixe, menino".

Eu estava cheio de tesão, sabe, a mulher sabia o que fazia, "peixe, Dona?", "peixe Calita, você cheira muito a peixe", não sabia o que dizer, sabe, ou deixava e me ia embora, ou achava um negócio para continuar, mas, confessionário, não me ocorreu nada, fiquei chorando para ela "vai Dona não critica vai, chupa meu bacalhau Dona, vai chupa, já viu né tá duro viu algum assim?", o marido dela disse que eu tinha razão, a Dona dele nunca tinha visto coisa tão grande, que estivesse calada e mamasse, que ele estava a gostar de ver.

Bem, quando o corno disse aquilo, a Dona ficou maluca, ainda mais excitada, começou mamando e se masturbando, me mamava entrando com a boca, enquanto passava dedos na cona, o corno não fazia nada e só olhava, a Dona tinha um corpo maravilha, mulher nova ainda, confessionário, mas que bem fodia, pousei-lhe a mão na cabeça e depois no queixo, como se tocasse uma namorada, corno disse para ela, "está gostando do bacalhau dele, querida, estou vendo".

Ela nem dizia nada, agarrada no meu cacete, nossa senhora, mamava e mamava, depois corno pediu a outro cara, para fazer minete na mulher, mãezinha, mas que coisa boa, estava vendo que não aguentava, a enchia logo de porra, mas, confessionário, também tenho meu orgulho, e, meus pecados que são tantos, só pensava numa coisa "quero comer o cu dessa Dona, quero o cu dela", tinha um rabo maravilha, onde meus olhos estavam vidrados, o outro cara que nem pensasse, que aquele cu era para mim.

O corno falou e ficou dando ordens, para mim estava tudo bem, disse ele "Calita menino, vai, dá com o seu bacalhau nela, ela está pedindo", ela se abriu todo para mim, levantou as pernas no sofá, assim bem de frente ao pé do corno, o outro cara saltou para cima, eu comecei espetando ela, mãezinha, quando lhe enterrei meu pau todo na cona, ela saltou, sabe, desesperada, isto que eu tenho não é pilinha, sabe, é coisa grande, bem grossa, ela gemeu e sei que doeu, agarrou na mão do corno, como se estivesse tendo um filho, "ahim Aiiii querido, aihm ai Ai tão grande".

O corno estava gozando, via que se estava lambendo, da foda que estava dando nela, o outro cara pôs o malho na Dona, que ela chupava e eu entrava, com minhas ancas se movendo, partindo ela por dentro, puxei as pernas dela para cima, para lhe entrar bem e comê-la, ela se agarrou depois aos meus ombros, falei para o corno assim "me deixa comer o cu dela, posso? me deixa comer o cu dela".

Só sei que ela não esperou resposta, começou se virando no sofá, me deu o cu branco de seda, as minhas mãos lhe tocaram, rolei meus olhos para o céu, que tão grande é o meu pecado, quando disse, confessionário, me absolvam por favor, "obrigado, meu senhor", abri-lhe as nádegas do tesouro, vai que corno me ajudou, "espeta ela Calita, lhe dá com esse cacete", ele agarrava-a nas mamas, mas que tão rija esta mulher, as costas, as coxas, e o perfume, lambi-me todo quando lhe entrava, comecei a entrar-lhe no cu.

Ela disse, "ai Ai Calita, devagar menino, não estraga, menino, minha sardinha", estava louco de prazer, a voz dela era música, as palavras tão perfeitas, de mulher rica educada, abri-lhe o ânus com a cabeça, centímetro a centímetro entrava, naquele rabo belo escorregava, o meu pau comprido teso, até que estava todo dentro, o corno estava satisfeito, encavalitei-me nela bem a jeito, e só pensava "ai Calita que belo cu, vou parti-lo todo", matraqueava-o toda por trás, ela gritava ou gemia, para o corno de certeza, "ai Ai humm aihm, amor, ele come-me o rabo todo".

O outro cara, finalmente teve uma oportunidade, sabia que a noite era minha, com cheiro a peixe ou a sardinha, o cara meteu-lhe o caralho na boca, ela chupava e eu fodia, as bordas da cona eram apertadas, um anel forte eu forçava, há medida da grossura do caralho, movia as ancas e as coxas danado, "ai Dona que maravilha de rabo Dona, ai", ela mamava no cacete do cara, se masturbava com os dedos na cona, confessionário, não tenho culpa, a Dona estava dando tudo, começou gritando alto, toda a gente na sala a ouvia, quando começou se vindo que percebia, tirei meu pau fora bem molhado, e enchi ela de porra por cima.

Posso dizer, para ajudar minha confissão aqui, que o corno veio falando depois me dizendo que nunca tinha visto a Dona dele levar no cu dessa maneira, tão bom e perfeito, que ela estava muito contente, me convidando para casa deles um dia, me absolve, confessionário, por favor, vai.

Ó marido, deixa que chega para todos

17:05 0
Ó marido, deixa que chega para todos
O negócio não tem estado bom, e vai de mal a pior, o Manel herdou a oficina do pai e ao principio a coisa ainda dava, mas agora é cada vez mais difícil, os clientes são cada vez menos, querem rapidez e em troca são mal servidos, as grandes distribuições ficam-nos com tudo, os mecânicos cada vez mais, querem fazer pouco por muito dinheiro, e é que nem há pessoal a sério, os poucos que temos bem que tentamos agarrá-los.

No outro dia o Manel disse-me, "olha Hortense, o Zé António vai embora", "o Zé António? mas porquê?", o Zé António é o nosso melhor empregado, excelente em tudo o que faz, está connosco há tanto tempo, que pensei que não podia ser, "Ele diz que ganha mais noutro lado, parece que lhe dão mais privilégios", se ele se fosse embora, iam os outros logo a seguir, ficávamos sem gente para trabalhar.

Bom, confessionário, decidir ir falar com ele, "então Zé António, o que se passa? O Manel disse-me que se queria ir embora?", diz-me ele "ó D. Hortense, é a minha mulher, não pára de me chatear, fala que eu tenho que ganhar mais, e melhor é ir para outro lugar", tinha de o convencer a ficar, pensei, que não o podia perder.

Entre ele e eu existia uma ligação, um sentido platónico bem sei, de sonhar com sexo e desejo, mas a coisa nunca passara daí, via-o do escritório a trabalhar, naquele jeito de homenzarrão mal cuidado, num fato de macaco sujo e com óleo, sabia que era muito bem casado, uma mulher cheinha um pouco chata, e ele também sabia que em mulher de patrão não se tocava.

Mas de repente tudo mudara, se havia ideias na cabeça, não havia intimidade, mas agora era diferente, falava com ele mais de perto, como pessoas iguais no mesmo barco, senti-lhe o cheiro do corpo, uma testosterona suada que lhe saia do peito, de um manto plantado de pelos, dos pulsos grossos que tinha, do volume generoso que já tinha visto, é que falar de homem para mulher nunca tinha acontecido.

"Ó Zé António, nós precisamos de si, o que posso fazer para ficar?", "Ó D. Hortense não temos privilégios nenhuns", já se punha de tarde, os outros tinham saído, o Zé lavava-se do trabalho, ia tirando o fato macaco, via-lhe o tronco húmido do serviço, punha água na cabeça que escorria, por ele e pelo corpo todo, o Manel não sabia dos meus esforços, pus-lhe a mão de leve no ombro, "Ó Zé não pode ir embora assim e deixar-nos, ia sentir muito a sua falta".

Foi como um choque eléctrico, tocar-lhe no ombro deu-me um tesão imenso, um água que transbordou por mim toda, senti-me húmida da cabeça aos pés, os lábios, a boca, o ventre, o pescoço, a cona, e, não sei como, li-lhe nos olhos a mesma coisa, tinha um vestido leve do calor que apertava, nem cuecas nem nada usava, olhei-lhe assim envergonhada para baixo, ele tinha ali o pau que crescia.


Nem ele nem eu sabíamos do que falar, o assunto já não interessava, voltar a ele era tempo perdido, arfava do ar seco que estava, olhava-se o corpo e as mamas, que tão tesas e empinadas se achavam, "D. Hortense, sabe, dá pouco, não temos privilégios, a minha Maria, também me rejeita, ando muito nervoso, compreende-me?".

Fiquei perplexa de certeza, soube logo o que ele queria, pensei para mim sozinha, "não é que este cabrão quer dar-me uma foda", pensei mais, queres ver, que é condição para ele ficar, o privilégio de comer a mulher do patrão, passava ele a mão no inchaço, a cada minuto cada vez maior, nem sabia como o abordar, nem sequer o que pensar, faltava-me a respiração, ou que palavras escolher, a minha língua tremia nos meus lábios, tanto que até deixei de o ver.

Ocorreu-me, "não sei não Zé António", acho que me estava a rir, pensei mais para mim, "porque não foder?, fica a coisa entre nós, e se vai embora na mesma? Tenho de lhe perguntar", fui-me aproximando mais, daquele tronco forte e largo, com a minha voz melosa, de mulher de muitos mundos, "sabe Zé depois vai-se embora, e ficamos aqui sozinhos? Não sei?", tinha os olhos esbugalhados, finalmente diz qualquer coisa "mas, eu fico, se tiver privilégio fico, D. Hortense".

Disse-lhe "vai, assim entre nós é só Hortense, eu dou-lhe privilégio, mas você sabe, não temos dinheiro", mas já tinha decidido, ficasse ele ou fosse embora, agora só queria foder, ali mesmo na oficina, no meio do óleo e das ferramentas, aqueles cheiros a máquinas a entrar nas narinas, tanto que tinha desejado que o Manel o quisesse, ou imaginado o Zé António a fazê-lo, que agora podia ser concretizado.

Há coisas que eu já sabia, ou se faz ou não se faz, pousei-lhe a mão no inchaço, a apalpá-lo a apercebê-lo, senti-o grande como já o imaginara, um músculo nervoso de pedra comprido e grosso, o Zé António fervia de desejo, que baixou o fato macaco que faltava, e eu vi finalmente aquela coisa monstruosa, já tesa e oleada preparada, virou-me para cima de uma cadeira, a levantar-me o vestido para cima, "ai D. Hortense, adoro o seu rabo, há tanto tempo que a quero comer".

Senti-o a roçar o monstro nas bordas da minha cona, mexia-se no vale do meu desejo, na minha floresta negra, como caçador à procura de refúgio, até que chegou à porta da gruta, e entrou todo até ao fundo, soltei um suspiro e um ai, pensei "Manel está resolvido", o Zé António martelava-me a cona, "ai D. Hortense estou todo maluco", que eu gemia com o que ouvia "aihmm humm, aihmm, ai Zé foda-se aimm, fica entre nós, Zé".

"Fica, não sou homem de contar isso, e a D. Hortense é meu privilégio, eu fico, compreende-me", gemia doida de tesão e de tão bem fodida, "sim Zé, compreendo, lhe dou privilégio, mas fica, aihmm humm", ele não parava, partia-me a fenda húmida, agarrado ao meu rabo, entrava por mim a toda a força, não estava preparada para aquilo, gritei a estremecer "ai Zé tou-me a vir", "aihmm Huhum humm, também D. Hortense humm".

Ficámos por ali, mas o pior veio depois, o Zé António tinha ficado, o Manel meu marido andava descansado, queria saber o que lhe tinha dito, e como o tinha convencido, gabava-me a competência, que eu era um grande mulher, coisa enfim nunca lhe tinha ouvido, da minha habilidade e capacidade, mas ou o Zé António o disse, ou por alguém ficaram a saber, que uns dias passados, os outros três empregados, apareceram no escritório a pedir privilégio.

O Manel veio ter comigo, a dizer "Ó Hortense o que é que se passa? o Zé António ficou, mas agora os outros três, dizem-me que, ou fazem greve, ou vão embora, se não lhes dermos o privilégio, foda-se!!! o que é essa merda?", não sabia o que fazer, mas que porra lhe ia dizer?, que tinha dado a cona ao Zé António, privilégio que queria para ficar, que eu lhe dava de borla, mesmo que tivesse dito que ia embora, pensei, "está tudo perdido, vai-se o negócio, vai-se o casamento", mas o melhor mesmo é contar.

Contei-lhe no silêncio julgado do escritório, a noite caía quente e pesada, o Manel foi ouvindo de boca aberta, "estás a dizer-me que és uma puta? deste a cona para ele ficar? vou já despedir esse cabrão, e agora os outros também querem foder, é isso?", disse-lhe que assim parecia, mas que ele pensasse bem, com tempo tudo se resolvia, estava furioso mas de razão sentida.

Dizia-lhe "os rapazes andam insatisfeitos, Manel, têm de ter alegrias na vida, senão perdem a motivação, a mim faz-me bem foder, vou-lhes dando privilégios, fazes-me de conta nada saber, dá-lhes a ilusão que fodem a mulher do patrão", acho que ele não queria acreditar, do que eu lhe estava a dizer, até que o ouço "eu posso-te dar descanso, mas eles são logo quatro mulher, não vais aguentar".

Percebi que já o tinha dominado, finalmente o Manel compreendia, que nem tudo é como se quer, para mim os privilégios eram um prémio, que coisa melhor se pode ter, do que uns quantos homens para foder, com o consentimento do marido, "deixa homem, é um por dia, cona e cu vou distribuindo, que eles se vão aguentando, talvez até lhes deixes de pagar, trabalhem por aquilo que lhes dou agradecida.

Minha amiga é uma ordinária

23:10 0
Minha amiga é uma ordinária

Saí à noite com um casal amigo, Valério, o meu companheiro e eu, os conhecemos há algum tempo, ele é brasileiro e ela portuguesa, e é daqueles conhecimentos que se vão tendo, sabe, nos botecos perto, nos mercados, e talvez por Valério ser português e eu brasileira, fazia uma mistura perfeita, que nos acabamos dando, juntarmo-nos no fim de semana, beber uns drinks, dar uma mexida, um samba, num bar ou numa esplanada da costa.

Nesse dia aí, o Valério estava trabalhando até tarde, são turnos seguidos durante a noite, e eles me convidaram, dar uma volta na rua, o tempo estava aprazível, uma brisa fresca se levantava, e eu disse pra eles "não posso, sabe, Valério está trabalhando, tenho que esperar por ele", "dá aí uma ligada pra ele, vai, que você está connosco, está bem", e eu liguei, Valério me dizendo "vai vai, se diverte".

Estivemos num bar, depois em outro, já muito bem bebidos, e a Isadora, a dada altura, saiu dizendo para mim "como é Margarete, você gostava de me ver com Rolando", não estava percebendo, ele estava ali mesmo ao lado, olhando prás outras mulheres, armado em moleque, que a gente já o conhece, Isadora lhe dá um tapa na cabeça, "ver como?", perguntei, "ora ver-nos fodendo, ora".

O que disse mexeu comigo, não esperava dela esse pedido, "você, está maluca, não está?" falei eu para ela, "É Rolando querida, ele é tarado, vibra quando alguém está vendo", perguntei-lhe se ela ia nisso, e se ia porque ia?, que ela me ficou falando que também gostava, lhe dava prazer estar a foder com alguém olhando, já tinham feito muitas vezes, e que eu ia gostar.

"Mas Valério?", perguntei, disse-me "não conta pra ele", me pediu desculpa, que Valério era muito quadrado, que muito certinho também cansa, que quando ele viesse, eu já estava em casa, e bem, ela tinha razão, Valério me amava, mas é um cara muito sério, são sempre os seus princípios, não se diverte quando pode, me parece que já nasceu velho.

Fomos para casa deles, Rolando estava conduzindo o carro, acho que não falava, nem dizia coisa estúpida, para que não mudasse minhas ideias, que me fosse embora porque já não queria, era Isadora que tomava as rédeas, ficou me falando no carro, na viagem que íamos fazendo, "não se assusta Margarete, Rolando é bruto comigo, dominador, sabe?", vi que o safado estava sorrindo.

Entrámos no quarto deles, me sentei de lado, esperando, vi-os tirar as roupas, Isadora tinha um corpo lindo, para portuguesa foi o que pensei, e Rolando, meu deus, um corpo bruto, mal cuidado e barrigudo, mas o caralho?, ai meu senhor, que coisa grande, apertei meu punho medindo aquilo, que em pensamento percebi, que era grosso mas mesmo grosso, Isadora andava fodendo nele, que pele maravilha tinha, só podia ser mesmo disso.

Rolando era bruto como ela avisara, se esquecia que era mulher dele, a começou chamando de puta, Isadora se ria e gostava, lhe chamava nomes também de volta, "vai-se foder, seu cabrão", Rolando perdia o tino, a empurrou para baixo, "vai sua ordinária, rola aí sua boca, me chupa, sua puta", a agarrava pelos cabelos, me assustava a violência, mas mesmo tempo eu gozava, estava-me excitando e não queria, via Isadora mamando aquele caralho.

"Mama nele, sua vaca desgraçada", era o que Rolando mandava, em gritos a instruía, como um general a um soldado, agarrava-lhe os cabelos e forçava, "enterra bem dentro da boca, malvada", custava-me a respirar, tinha a garganta seca, procurava saliva e não a tinha, a minha língua aspra mexia, de um lado para o outro nervosa, o cheiro de sexo era intenso, as mãos dele peludas as de um macaco, "sua puta, não chupa nada, não sabe chupar, incompetente, vai pagar, vou-lhe dar porrada nessa buceta e nesse cu".

Rolando gritava isso e eu toda me apertava, as pernas me fervendo por dentro, o clítoris molhado do que via, meu rabo meu ânus se mexendo, não parava na cadeira escorregando, ele empurrou ela na cama, "vou amarrar você, desgraçada, vou castigar você com porra", a prendeu brusco à cama, nos pulsos com corda não se mexia, Isadora estava fervendo de tesão, mas estava sentindo medo por ela.

Rolando se virou para mim, com aquele pau grosso espetado, me assustou de medo, "sabe o que essa sua amiga ordinária fica dizendo, gostava de me ver fodendo você, e de comer Valério o seu marido, essa aí é ninfa, gosta mesmo de levar porrada", Isadora abanava presa na cama indefesa, não sabia se devia de a ajudar, ou se ficar calada, "canalha, seu cabrão, me bate vai, seu porco, safado, sempre olhando gaja, tarado, me come me parte toda, malandro", era ela que gritava.

Vi Rolando puxar o rabo de Isadora, "tá vendo, essa aí, com essa buceta toda molhada", com a mão grande agarrava-lhe a nádega, ela tinha a cona toda aberta, mandou-se para cima dela, queria que visse bem o que fazia, enterrou-lhe o caralho na fenda, de violento e uma só entrada, que ela deu um grito alto "aihhm cabrão, filho de uma puta, aihmm aii Aiii, cabrão, não vales nada", puxou as cordas que a prendiam pelos pulsos amarrados, como se se quisesse soltar mas não podia.

Rolando agarrou-lhe os cabelos, como se fosse a crina de uma égua, puxava-os para trás agarrado a eles, para melhor se ajeitar como fodia, e começou a martelar-lhe a cona, "desgraçada dói não dói é para aprenderes, puta ordinária", ela baixava a cabeça, olhou para mim, via-lhe os olhos em lágrimas, mas não era dor era prazer, disso tinha a certeza quando gemeu, soltou um "aihmm maldito que me partes toda, cabrão malvado".

Via-lhe a cona aberta, a receber aquele martelo, ele puxava atrás e enterrava-o até ao fundo, eu só me mexia na cadeira, olhava o Rolando a fazer o movimento, as ancas vinham e iam, ecoavam-me as palavras da Isadora, a de querer que ele me fodesse, e eu agora já não sabia, se queria sim não ou agora, o meu ventre os meus pulmões ardiam por dentro, queria passar os dedos na cona mas não devia, esperava que o Rolando me chamasse para a cama, e como estava se o pedisse eu ia.

"Vou partir o cu todo à sua amiga, sabe, vai ver, essa puta não quer outra coisa, ordinária", abriu-lhe as nádegas como se abrisse um pão, queria chegar ao ânus da Isadora, onde cuspiu violento e sem espera, ela tinha o rabo todo aberto, "aihmmm amor devagar não precisas de ser violento, dói-me muito, sabes bem", ele ruminava doido e tarado, "puta maldita, vou partir esse cu a você, danada".

Tinha medo por ela, sabia bem o que doía, uma enrabadela mal executada, mas Rolando sabia o que fazia, meteu-lhe três dedos no cu, foi cuspindo e abrindo, um buraco se encancarava, quando lhe apontou o pau grosso, forçou-lhe o ânus a entrar, a ameixa grossa rubra encarnada, "que cu tem esta puta não acha?", me perguntava quando a fodia, "ai ai ai, foda-se cabraaaão, que me partes toda, sacana do caralho, grande filho da puta", estava amarrada mas gritava, quando mais o fazia, mais ele a partia.

"Quer porra não é? vou-te encher de porra, ordinária", ela agora só gemia, não lhe ouvia outro som da boca, "ai ai desgraçado, humm aih umm malandro malvado aihhm", começaram a estremecer, já sabia o que os esperava, ela estava toda molhada, vinha-se toda que eu bem via, ele sacou do pau grosso do rabo dela, pós-se em pé em cima dela, agarrado ao pau o espremia, "toma porra em cima sua puta", "taradão", dizia ela

Tatuados no campo que brincam

17:26 0
Tatuados no campo que brincam
Foi quando ia a caminho do sul, em direcção ao sitio onde o sol faz mais sol do que em outros lugares, para mal dos meus pecados, não em lazer mas em trabalho, que conduzia o meu carro, para ir ter com uns clientes, quando o problema se deu, e eu que nunca gostei de problemas, furou-se-me o pneu do carro.

Saí, confessionário, comecei a dar pontapés no pneu vazio, de entre irritação e de ter mesmo a certeza, e a pensar o que uma mulher sozinha, naquela estrada secundária, ia fazer com aquilo, bom, chamar o reboque, quando de repente uma rapariga passou, de cabelos de fogo a voar, em cima de uma mota mágica.

O sol e a areia do sitio, o cheiro dos eucaliptos, feriam-me os olhos e os sentidos, quando a vejo regressar, parou a mota ao meu pé, maliciosa a perguntar, "então, um pneu furado, aqui neste deserto? sou a Cristina", "Renata", respondi-lhe, vi-lhe as tatuagens dos braços, enquanto me olhava de alto a baixo, tinha um ar selvagem descuidado, de uma amazona a cavalo, uns olhos que me arrepiaram, um azul marinho compreensivo.

Não o devia sentir, mas foi instantâneo, senti-me ridícula no que vestia, não sei bem se condizia com o que era, ou com o que queria transparecer, com sapato de salto alto, meias de nylon em saia curta, mulher de negócios ou funcionária, camisa de seda branca enfolhada, se ela era liberdade, eu senti-me mais uma escrava, da vida que me conduziu, até aqui onde estou agora, quando ouço a sua voz doce, que me deixou tonta do clima, "vai eu ajudo-te, mudamos o pneu".

"Eu não sei como?", era confirmação e pergunta, no modo afectado com que falei, da minha ignorância e inércia, tive vergonha do que era, mais quando ela se baixou, "não te preocupes, eu trato disso", a mudar o pneu sozinha, via-lhe os braços rijos, as imagens de cor nas coxas, uma mulher em força bruta, os cabelos rastas que caiam, como bênção no meu regaço, como cascata fresca pelas costas, que em meu preconceito pensei, "tem ar de ser lésbica".

Tinha acabado o trabalho, via-lhe as mãos sujas, que limpava num sorriso, tinha de lhe dar alguma coisa, menina de cidade como era, não estava habituada a receber, sem ter de dar nada em troca, senti esse desconforto interior, como se agisse condicionada, por comandos que eu mesmo desconhecia, mandavam em mim? não sei.

Balbuciava alguma coisa, quando a voz hipnótica dela "vem atrás de mim, a aldeia é aqui perto, hoje é dia do Mané fazer o almoço, vais gostar, vem", não tinha resposta, sentia-me obrigada?, tinha-me mudado o pneu, uma mulher como eu, ali no fim do mundo, e se queriam fazer-me mal?, o Mané era o companheiro, já tinha ouvido tanta coisa, mas inspirava-me confiança, com aquele ar solto, de quem não quer nada e tem tudo, só de querer viver o momento.

Sentou-se na mota, e poucos quilómetros que ia atrás dela, ia-lhe mirando o rabo sentado, os calções de ganga justa, as coxas as mamas, no meu interesse de mulher, "como viveria ela aqui? Como seria? O que fazia?", era isso que me perguntava, embrenhada nos meus pensamentos, chegámos à casa onde o Mané estava, o cabelo longo liso e curtido, do sol violento daquele lugar, alto forte e tatuado, senão do mesmo género, da mesma espécie, ideais que entre eles comungavam, numa fé única e solitária, vi-o com roupa tão tão reduzida, que eram só umas cuecas o que vestia.
Photo by Jack Finnigan on Unsplash
"Quem é ela?", ouvi-o dizer-lhe, mirava-lhe o volume que tinha, uma coisa grande entre as pernas, enrolada como um gato à espera, da hora que lhe dessem de comer, e eu bem tentava esconder, esse meu olhar indiscreto, não achava próprio do meu ser, entrava naquele espaço, o jardim inundava-se de verde, a casa de pedra escondia-se, parte dela enterrada, sem sequer vontade de o ser, livros roupas coisas caos no interior, "encontrei-a na estrada, com um pneu furado", riu-se ela da minha miséria.

"Anda amor, está-me a apetecer", continuou ele, "agora? e ela?", "deixa, ela fica a ver, de certeza que não se importa", insistiu o Mané, mandou-a para a cama, ou algo que se parecia com isso, tirou as cuecas ali à minha frente, a mostrar-me o pau comprido, esperou a Cristina que tirava a roupa, virou-lhe o rabo assim para o ar, e começou a roçar-lhe o caralho nos papos da cona.

Não sabia se havia de fugir, dizer qualquer coisa como "obrigado por tudo, vou indo", mas não, fiquei ali a vê-los, num canto em pé a admirá-los, pareciam-me deuses gregos e terrenos, num plano real inexistente, de heras que subiam pelas paredes, seria vingança do meu aspecto, de algo que detestavam, mas porque me ocorria isto, quando ela saltou para cima dele, a enterrar-se-lhe toda assim para baixo, o caralho grosso entrava-lhe todo, na cona apertada e bem molhada, que de onde estava eu bem via.

Gemiam como se não fosse nada, como se ali eu não estivesse, o rabo dela preso nas mãos dele, subia e descia pelo caralho que apertava, nervos carne desejo num só conjunto, tatuagens misturadas como um filme, de cores e traços exóticos, arqueou-se para trás agarrada às mamas, conchas presas nos mamilos tesos, "aihmm aihmm amor tou-me a vir aihmm amor", gritou ela tão alto, movimentava as ancas e o rabo, indiferente ao êxtase em que eu estava, via explodir por dentro que todo o seu ser tremia, "aihmm, amor, aihmm, aihmm", ele agarrou-se a ele num abraço, num jeito de armadura que a apertava, estremeceu também a vir-se todo, caiu ela com a fenda encharcada.

Foram minutos intensos para mim, só me apercebi depois que tinha deixado de respirar, quando se viraram para mim e se riram em conjunto, de eu estar ali a vê-los foder, parada, suspensa no ar, silenciosa, os mamilos me envergonhavam, de tão espetados e rubros que estavam, a garganta estava-me seca, tanto rouca de os ver, som não me saía da boca, apetecia-me tirar tudo, roupa e ser em conjunto, fazer de mim outra Renata e foder, sentir fresco por dentro a entrar.

As minhas pernas eram rochas, o meu clitóris sentia-o húmido, da memória dos pelos louros, dos meus dedos mergulhados, nessa fonte do meu ser, o meu rabo e ânus contraídos, de prazer desejo e querer, e eu que gostava tanto de levar no cu, sem ninguém saber claro, com discrição.

Ele levantou-se, o pau ainda o trazia teso, a caminhar na minha direção, a dizer "bom é hora de almoçarmos", e para mim, enquanto vestia as cuecas, "vai ter de nos contar a sua vida, não temos muita companhia por aqui, é sempre bom aparecer alguém para nos divertirmos", não sabia o que queria dizer, pensei eu estúpida, era o pagamento da minha dívida?, da Cristina me mudar o pneu, se calhar era isto que queriam, de me apanhar desprevenida, será que me iam comer?.

Mas o almoço era surpreendente, uma dádiva do céu não deles, que parecia estar à minha espera, de figos, de natureza, e de uvas, senti-me indolente e fodida, ingrata por ser mal-pensante, fiquei ali no calor da tarde a falar com eles, de beleza, de livros, de palavras, de amor e de nada também.

Quando me fui embora, era outra pessoa, diferente da que chegara, de palavras retive as do Mané "não temos muito, mas precisamos de pouco, é esse o segredo, o que temos mesmo é tempo, e isso para nós é quase tudo", da Cristina a rir-se, "Renata, estás à vontade, vem-nos ver, da próxima vez em vez de comida, provas o Mané, ele gostou de ti, que eu vi", não sei se brincava, se o queria dizer era o que eu pensava, mas parecia-me falar a sério, estivesse eu mais à vontade, e o Mané e ela tinham-me comido, mas ficaram os gestos, o prazer dos sentidos, por momentos breves, em que consegui sentir cheiros, cores, sons, gosto, e texturas.

Poemas Eróticos dos Cancioneiros Medievais Galego-Portugueses

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Poemas Eróticos dos Cancioneiros Medievais Galego-Portugueses

A poesia trovadoresca galego-portuguesa faz parte da nossa cultura desde o início da nacionalidade, com destaque para o conteúdo erótico das cantigas de escárnio e maldizer, é o que nos mostra o livro 'Poemas Eróticos dos Cancioneiros Medievais Galego-Portugueses', organização e tradução Victor Correia, ed. Guerra & Paz



Estudos de história literária confirmam a riqueza e a diversidade desses textos, revelando autores que assim podem ser resgatados de um injusto esquecimento a que estavam votados desde há séculos. É o caso dos trovadores cujas obras são apresentadas nestas páginas: João Soares Coelho, de Cinfães (c. 1211-1278 ou 79), era descendente de Egas Moniz, o célebre aio de D. Afonso Henriques.

É o caso dos trovadores cujas obras são apresentadas nestas páginas: 

João Soares Coelho, de Cinfães (c. 1211-1278 ou 79), era descendente de Egas Moniz, o célebre aio de D. Afonso Henriques.

Este trovador é dos poucos cuja biografia é relativamente bem conhecida, tendo sido estudado pelo historiador José Mattoso. Esteve ao serviço do conde de Serpa, irmão de D. Sancho II e, mais tarde, de D. Afonso III. 

O seu neto Estêvão Peres Coelho também foi trovador. Duas filhas suas foram mortas pelos maridos por ‘mau preço’, isto é, por adultério.

João Garcia de Guilhade, cavaleiro de Guilhade (Barcelos), viveu no século XIII, tendo frequentado a corte de D. Afonso III.


O galego Pero da Ponte frequentou a corte de Afonso X de Castela (rei de 1252 a 1284). Autor de sátiras contra os homossexuais, narra na cantiga ‘Eu digo mal, como homem fodilhão’ o episódio em que foi alvo de uma tentativa de violação.


João Vasques de Talaveira (Talavera de la Reina, Toledo) terá feito parte do círculo de trovadores da corte de Afonso X.


João Garcia de Guilhade


"Elvira Lopes, muito mal sabeis
acautelar-vos com esse vilão
que convosco dorme, com intenção
de vos roubar, e vós não entendeis;
receio que se convosco estiver
algum dia sozinho e vos foder,
essa traição provar não podereis.
(...) Eu vos aviso como ficareis
com esse vilão que trazeis assi
convosco, dormindo aqui e ali:
se com ele mais vezes dormireis,
esse vilão, se vontade tiver
de foder, foder-vos-á, se quiser,
e o que era vosso nunca mais tereis.

Dele direis: – Fodeu-me este vilão!
Mas ele dirá: – Oh mulher, eu não!
E com que provas o acusareis?"


João Soares Coelho

"Maria do Grave, grave é saber
porque vos chamam Maria do Grave,
dado que não sois grave no foder,
mas conseguir foder convosco é grave;
quero com conhecimento dizer,
apesar de eu pouco letrado ser,
que é difícil explicar este grave.
No entanto eu sei bem trovar e ler,
por isso quero explicar esse grave:
não sois grave no dinheiro a querer
pla vossa cona, mas fazeis-vos grave
pra quem gostar muito de vos foder;
por essa razão se deve entender
porque vos chamam Maria do Grave.
E dado que já expliquei esse grave,
tenho-me agora por bom trovador;
e bem vos juro, por Nosso Senhor,
que nunca eu encontrei mulher tão grave
como Maria – eu mesmo já provei –
do grave; e nunca uma mulher achei
que para foder me fosse tão grave."


Pero da Ponte

"Eu digo mal, como homem fodilhão,
o mais que posso sobre estes fodidos,
contra eles trovando e seus maridos;
um dele me deixou em grande espanto:
topou comigo e arregaçando o manto
quis em mim espetar o caralhão.
Ando fazendo versos e canções,
o mais que posso, e ando escarnecendo
dos invertidos que se andam fodendo;
um deles que de noite me espreitou,
quis dar-me do caralho, mas errou,
ao lançar-me por trás os seus colhões."
João Vasques de Talaveira
"Maria Leve, onde se confessava,
eu vos direi o que manifestava:
– Já sou velha, ai capelão!
Não sei de pecadora mais burguesa
do que eu; mas vede o que ora mais me pesa:
– Já sou velha, ai capelão!
Sempre pequei desde que fui fodida,
mas eu vos direi porque estou perdida:
– Já sou velha, ai capelão!"


Prefácio aqui

Meu primo deu-me sem pedir

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Meu primo deu-me sem pedir
Sempre pensei ao principio que o meu primo Jorge era um pouco ingénuo, mas com o tempo fui-me apercebendo que era mais querer que tomasse a iniciativa sem ser ele a pedir, e havia modos nele que me pareciam assim um pouco de menina, na forma como se comportava, a voz, as maneiras, o vestir, como se contorcia, quase que parecia uma boneca, quando falava com a minha tia, com a minha mãe, e comigo.

Mas não ligava, não era exagerado, era mais o que pedia e como o fazia, que me ia deixando desconfiado, até que pronto um dia, a coisa era por demais evidente, havia da parte dele um interesse que correspondi, e fui-lhe ao cu.

Ainda me lembro, estávamos no quarto dele, era costume passarmos por lá, mais a minha mãe para estar com a irmã, às vezes pedia-me que eu fosse e eu ia, com vontade de ver a minha prima, a Raquel que gostava dela, mas então ele, baixou-me as calças, deitou-se na cama, a perguntar-me se tinha qualquer coisa no rabo, se era um borbulha ou uma irritação na pele.

E só sei que, quando lhe vi o rabo, assim tão redondo e empinado, ele olhava para mim a insistir, que eu visse bem de perto, mais parecia aquelas conversas, a fazer de médico e doente,  já nem éramos nenhuns miúdos, mas fiquei com um tesão tão grande, que comecei a dizer-lhe que sim, que havia ali um toque vermelho, mas que fechasse os olhos que eu ajudava, e naquele tarde ensolarada, no silêncio daquele espaço, saquei do caralho teso, pus-me em cima dele, nus ali entre nós, e enterrei-lho no cu.

Ao principio nem sabia como fazer, era a minha primeira experiência, ele deitado na cama assim com o cuzinho para o ar, deu-me um óleo que tinha guardado, que eu esfreguei pelo caralho, enterrei-lhe a cabeçinha como pude, a fazer força para entrar, ele sorriu a dizer "vê-se logo que não sabes, trapalhão vem que eu ajudo", mexeu o rabo a ajeitar-se, fui entrando nele aos poucos, até que o senti todo até ao fundo.

Tão empinadinho e tão bom, que era aquele cu bonito, já tranquilo o fodia, o meu peito nas costas dele, só meu rabo levantava, encavava-o todo a dizer-lhe "deixa estar primo que eu te curo", ele gemia quando lhe entrava, "humm ai primo humm cura cura hummm", baixinho para ninguém nos ouvir, só o som nas nádegas do bater, os nossos gemidos no ar, que elas estavam na sala em baixo, ouvia-lhes as vozes e os risos, enquanto os dois colados, o penetrava a foder.
Foto da Brodie Vissers do Burst 
Passei depois a ir mais vezes, para ver o meu primo como estava, a Raquel a irmã até estranhava, mas era sempre a mesma coisa, o Jorge já sabia o que queria, mas ele sempre arranjava, coisas estranhas para dizer, de que estava constipado, que precisa de um remédio, fazer-me ser eu a decidir.

Até que eu falava "se quiseres eu dou-te um supositório", ele respondia logo "que sim que precisava", virava-me depois o rabo, bem gostoso e arredondado, via-lhe o ânus enrugado, húmido e febril de desejo, abria-lhe as nádegas como um pêssego, despia-me e nu em cima dele, dizia-lhe assim lentamente "estás melhor, vou-te dar um supositório", enterrava-lhe depois o caralho no cu, a escorregar bem fundo a entrar, com as minhas ancas a martelar, puxava-as atrás e ia à frente, silêncio era o lema, até que me vinha todo dentro dele.

Numas férias que fomos, todos juntos em família, os meus primos e a minha tia, ia também eu e a minha mãe, decidiram-se as mulheres que os homens dormiam juntos, numa tenda montada ao lado, da maior que já lá estava, e nessa noite encostei-me ao Jorge, pressionou o rabo contra mim, sentiu o meu pau que estava teso, dizia-me "ai primo está tanto calor, vou-me despir todo", respondi-lhe que fazia o mesmo, no escuro insectos cantavam, um cheiro a ervas húmidas lá fora, o meu caralho teso fervia, quando todos já dormiam.

Não o via naquele bréu nocturno, encostei-me a ele e ele pôs-se de lado, pedia-me com gestos que o comesse, agarrou-me no pau com uma mão, e guiou-me por entre o rabo dele, apontou-o ao ânus que desesperava, de desejo de ser comido, senti a pressão dele nas minhas coxas, que eu entrasse e o fodesse, um anel rijo de nervos, apertou-me forte e justo o caralho, misturava-se o meu suor no dele, ia-mos gemendo de fininho, "ai primo tens um cu tão bom, aihm, estás a gostar?", "estou, humm, huhm".

Rebolou depois a abrir-me as pernas, que o comesse de frente o queria, como o companheiro da mãe a fodia, meti-lhe o caralho dentro a abri-lo, a minha boca encostada à dele, vinha atrás e enterrava-o, naquele vaivém compreendido, martelava-lhe o cu sem parar, não falávamos e só fodíamos, até que nos vínhamos juntos, depois a cair indolentes, e a dormir até de manhã.

Ao acordar perguntava a minha tia, "então dormiram bem, ontem à noite estava muito calor", olhávamos depois entre nós, a responder que sim ou mais ou menos, nem pensava o que tínhamos feito, de que todas as noites seguidas, deitados na tenda nos despíamos, para enrabar o meu primo, já lhe tinha perguntado, se tinha sido a primeira vez.

"Não" disse-me com confiança, que já tinha sido enrabado, por um amigo dele da escola, que tinham ido para uma mata lá perto, que o amigo lhe tinha pedido, se ele lhe dava o cu e queria ser comido, e que ele respondera que sim, e num monte de capim e ervas, ele baixara as calças e as cuecas, e que esse outro o enrabara, e muitas vezes depois nas aulas vagas.

Sempre tivemos cuidado de não ser apanhados, e da única vez que me pediu sem rodeios que o comesse, fomos apanhados pela minha prima Raquel, pedia ele que o fotografasse, quando o meu caralho o enterrava, estávamos na garagem da casa, uma espécie de arrecadação, com uma carpete e um colchão, a meia luz assim era, fodia ele em cima de mim, com o meu caralho no cu, tirava uma fotografia por trás, a ver como lhe entrava e o abria, quando apareceu a Raquel.

Ele gingava as ancas ondeando, as nádegas flectiam a apertar-me, descendo por mim até baixo, que a Raquel bem viu o meu caralho, bem teso a entrar-lhe no rabo, foram segundos de tempo parado, congelados num só momento, mas ela viu e foi-se embora, que depois comigo falou, que não contava nada a ninguém, ficava tudo entre nós, que não queria mal ao irmão.

Ela sabia do que ele gostava, que já tinha dado o cu muitas vezes, era coisa de que se falava, mas disse-me "nunca esperei é que tu gostasses", respondi-lhe "não tenho culpa, ele pediu tentou-me e não aguentei, se fosses tu era a mesma coisa", ela riu-se descontraída, "o meu irmão é mesmo assim, mas quem sabe nós um dia, talvez te tente também".

Corno gosta de passeio de barco

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Corno gosta de passeio de barco

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O sol tem estado uma maravilha, e estas férias tão curtidas, que pedi ao meu marido para irmos dar uma volta de barco, tinha ele sugerido uns barcos que se alugavam, para dar um passeio pela costa, víamos as arribas e praias, e nuns recantos mais escondidos, dávamos uns mergulhos no mar.

É isso que gosto no meu marido, nunca me nega nada, mesmo as coisas mais estranhas, até as difíceis de suportar, às vezes sei que me estou excedendo, pedidos que vão contra o bom-senso, mas ele insiste porque quer, me agradar e me dar prazer, amo-o tanto que nem sei, como consegui encontrá-lo, quando se vagueia nesse mundo de deus.

Alugámos um barco, daqueles grandes de rico, uma lancha bem maneira, com comandante capitão e tudo, era só eu e meu marido, mais aquele homem tão bonito, sozinhos naquele mar imenso, quando entrei fiquei chocada, olhei ele nas calças apertadas, naquele uniforme branco impoluto, uma forma assim encostada, de um pénis longo dormente, que lhe descia e tombava para o lado, que pensei "ai meu deus, que caralho tão grande, imagina Luana, ele teso na sua mão".

Fiquei logo meio doida, Arnaldo meu marido ficou percebendo, que eu estava assim alterada, mar mergulhos, não pensava em nada, comparado com o prazer de ter aquilo, me comendo e fodendo, mamando nele com gosto salgado, ele já tinha falado dizendo "sou o vosso piloto, o Marcelo", eu comecei brincando com ele "posso lhe chamar de meu capitão, Marcelo?", e ele assim para mim, se rindo e gozando, "com certeza, pode claro não é problema, me chame de capitão".

"Então, vamos andando? se ponham à vontade", a voz dele parecia-me música, fui tirando a minha roupa, rodava o meu corpo para que me visse toda, mostrei-lhe as mamas à solta, sempre me cuidei muito bem, não sou nova mas me sinto boa, sentei-me para ver meu capitão, tripulando a nave para o mar, com Arnaldo de olho no meu interesse.

Olhava as calças do capitão, para aquele tecido fino, de um algodão branco engomado, justas às coxas de homem novo, musculado e bronzeado, admirava a forma daquele caralho, a ameixa gorda definida, ponta de cobra bem comprida, sonhava passar-lhe a mão, pôr-me de joelhos encostada a ela, a minha boca aberta como pássara, para o tirar e o chupar, ali com o Arnaldo a ver, como eu sou a mamar.

A lancha já navegava em mar aberto, sentia a minha cona molhada, do calor do sol e do tesão, abria-lhe as pernas quando olhava, para os meus papos tesos encorpados, no meio o risco do tecido, nas cuecas do meu bikini, que entrava por mim e o formava, um vale de desejo e promessa, não aguentava assim tanto, a espera era uma tortura e o Arnaldo, bem via os meus mamilos rubros, que me conhecia e bem sabia, que na minha cabeça só andava, o desejo de foder com o capitão.

Os meus olhos foram de súplica, para o meu marido em pensamento, "Arnaldo meu amor me deixa foder, me dá isso amor, vai, quero muito comer o capitão", meu marido tinha um ar inexpressivo, se interessava pelo fresco do mar, os salpicos que batiam na face e no corpo, quando a lancha se movia ao andar, meu capitão falou comigo "senhora, temos aí uma praia secreta para darem um mergulho, vamos nessa?", disse logo a correr "ai meu capitão, por favor, me chama de Luana, vai, não sou tão velha assim para me chamar de senhora", ele se riu e falou, como obtendo permissão do Arnaldo, "você não é velha, você é muito bonita, sabe disso, né?".

Bem, agora o safado me apanhou, me chamando de bonita, me deixou ainda mais fervendo, lhe via o caralho preso, de tão teso que estava, a fazer força para saltar das calças, não lhe era indiferente, só podia estar querendo, me comer ali no barco, quem sabe com Arnaldo vendo, voltei mirando meu marido, quase vi ele permitindo, me dizendo "amor, foda meu bem, vai, dê uma foda, que eu gosto, não me importo".

Me aproximei dele mais perto, sussurrei no ouvido confirmando, "Arnaldo amor, você sabe o que quero, me dá isso, amor, dá, vai", ele me deu um beijo na boca, puxou-me assim para ele me apertando, me deu um abraço forte dizendo "ele tem pau grande, viu né, vai partir seu cu todo amor, vai doer, né, quer mesmo isso amor?", "quero amor, estou fervendo, estou tremendo de prazer, estou querendo tudo, querido, você vai adorar ver aquele pau me partindo o cu, vai ver, vai gostar".

Continuava, "quero muito, o capitão é forte e bonito, olha só a pele dele, e aquele caralho ali teso, quero muito mamar ele, sua mulherzinha vai adorar levar no cu dele, vai gostar de ver, amor, vai gostar vai ver", foi o que lhe disse, quando olhava o capitão, parando a lancha na praia secreta, não se via mais ninguém, ele fundeou a lancha ali mesmo, numa baía tranquila e tão bonita, que eu me levantei e junto dele, fui falando, "meu capitão não se importa de eu me despir toda?".

Ele não se surpreendeu, "tira à vontade Luana, você é muito bonita", tirei a calcinha que tinha, "acha mesmo", perguntava, ele olhou os meus pelinhos dourados, bem aparadinhos encaracolados, num triângulo bem perfeito, a minha cona rosada, de dois lábios inchados, de tanta lúxuria e desejo, húmidos e brilhantes que estavam, quando lhe passei os meus dedos, olhei-o com os meus olhos de gata, me colei a ele insistindo, o meu corpo nu entesado, "acha mesmo que sou bonita?".

"Acho, claro, muito mesmo", dizia-me ele, olhando o Arnaldo de lado, meu marido fez um aceno com o braço, nem era preciso falar "foda-a amigo é o que ela quer, não vê que está sofrendo", ouço o capitão dizer "não se importam que me dispa também", fiquei louca por esse som, tirou camisa, calças e o que tinha, saltou-lhe empinado e arqueado, um caralho teso, escuro, e rijo, a ameixa grossa era como um punho, tinha o braço no ombro dele, soltei um gemido quente, tão baixo para o capitão, "quer-me comer capitão? sou toda sua".

Nem era preciso dizer, fazem-se palavras com silêncios, aproximou-se de mim com aquele pau, num corpo moreno definido, músculos lindos de um atleta, desci por ele até abaixo, de joelhos como uma devota, puxou-me a cabeça pelos cabelos, pôs-me aquele caralho na boca, que comecei a mamar sôfrega e lenta, a lambuzar-me nele todo, a minha língua tremia lesta em todo o lado, a chupar na ameixa grossa, que apertava com os meus lábios, enquanto o Arnaldo se despia, e aquecia o caralho que entesava.

Olhei o Arnaldo enquanto mamava, satisfazê-lo com o que via, as minhas mãos naquele caralho, tão grande tão grosso e tão preto, como os colhões de touro que tinha, chupava-os para dentro da minha boca, dos meus lábios e da minha língua, trémula frenética e desesperada, um cheiro de almíscar e mar que me entrava, pelas narinas e pelos olhos, de carne e algas marinhas, de sal e de muito sol, o meu corpo fervia, os meus mamilos rubros ardiam, o meu clitóris incendiado se abria, todo aquele pau me entrava na garganta, para não cair movia as ancas, o meu capitão fodia-me a boca, olhava o meu marido excitado.

"Ai amor, estás mesmo a adorar esse pau, chupa amor, foda-se, mama amor mama, foda-se, mamas mesmo bem, diz-me, estás a gostar?", era o Arnaldo ao pé de mim, queria ver o caralho a entrar, a minha língua e lábios a chupar, aquele caralho tão teso e tão grosso, que me salivava toda a mamar, um cuspo brilhante saía-me da boca, "ai amor, é tão grande, tão rijo, hummm, tão bom, amor", engolia-o todo a chupá-lo até ao fundo, o Arnaldo abria a boca impressionado, daquele pau grosso que me fodia a boca, "gosta maridão da tua mulherzinha, estou mamando bem amor?".

O Arnaldo nem falava, também ele fervia me vendo, a engolir a ameixa roxa, para dentro da minha boca, aquela rolo duro e comprido, cheio de nervos e de veias, que explodiam de tesão para fora, como as cordas daquela lancha, retesadas pela água, ou as lianas de uma árvore, presas ao tronco enroladas, escorregou-mo todo para dentro, não respirava não sentia, tanto era a força como chupava, esticava a língua à frente, como pingo de mel o bebia, a vontade continuava e era muita, que podiam passar horas a mamar.


O capitão me foi depois virando o rabo, me abria as nádegas com as suas garras de aço, os dedos movia-os nos meus papos, de molhados que tanto estavam, agarrava-os com uma mão, na minha cona dominada, de tesão toda aberta e exposta, mandou-me ele "vai Luana vira para cá esse cu, se põe de quatro, menina, vou abrir você toda com este pauzão", Arnaldo me via de gatas, o capitão me apontando, o caralho grosso me cavalgando, parecia uma égua ou uma vaca, de cu empinado para o ar, forçou a minha cabeça para o chão, quando senti a estaca a entrar, correu pelos meus papos guiada, como comboio no seu carrilho, e penetrou-me a cona bem fundo.

Soltei um "ai ai capitão, ai devagar, ai capitão tá doendo capitão, é grosso de mais capitão", encurvei-me toda para o ar, "ai meu senhor que doeu tanto", como se rezasse uma prece, lágrimas me vieram aos olhos, meu marido tinha avisado, capitão me foi entrando e saindo, me encharcando a cona escorregando, as suas ancas se movendo, como molas articuladas disparavam, me batendo nas nádegas quando entrava, o capitão dizia ao Arnaldo "então maridão está gostanto? tou bem, me diga", Arnaldo abria a boca se masturbando, mexia com a cabeça aprovando, eu gemia louca de tão fodida, "aihmm aihmm amor obrigada amor, tão bom aihmm que foda amor, ai que me parte toda amor".

Eu gritava, "aihhmm capitão me parte toda, me come a cona toda, meu bem, aihmm Ai ai", as mãos dele me apertavam, os dedos na carne se cravavam, no meu rabo fácil que abria, deixavam marcas vermelhas, tanta era força como me fodia, "Aihmm capitão, Aihmm capitão, ai estou toda aberta, ai amor, Ai, capitão me come toda amor", mirava Arnaldo vendo-me fodendo, me dava prazer ver meu marido olhando, a minha fenda toda aberta, e aquele pau grosso entrando, me esquecia de tudo à volta, do mar do barco e das nuvens, só da plenitude do ar envolto, e do sol que me queimava, quando aquele caralho em brasa, que bem me fodia a cona toda.

Saiu de mim o capitão, aquele caralho grosso que me partia, "Luana vou lhe dar no cu agora, gosta meu bem? maridão lhe dá no rabo? vai meu bem, vou lhe partir esse cu todo, vai adorar", dizia ele se preparando, senti uma palmada forte nas nádegas, todos os meus nervos se contraíram, deu-mas ele ao puxar-me, mais o rabo para cima elevado, que o ânus se abrisse como o queria, disse-lhe "gosto capitão, gosto muito de levar no cu, Arnaldo não consegue, mas vai doer capitão", enterrou-me no cu a ameixa grossa e dura, os meus músculos apertaram, o ânus fechou-se numa argola, que ele fez força para entrar, soltei um "ai ai capitão, não não dá, ai não consigo, ai é tão grosso capitão, de mais, nem consigo respirar, ai não".

"Se acalma vai, você vai levar com ele todo, com calma, vai", ele me enterrava a ameixa ainda mais, centímetro a centímetro entrava, o rolo duro e comprido, "ai capitão não ai não ai que é tão grosso, ai capitão, Aihh capitão", o meu ânus latejava, tal era o aperto que levava, "ai humm ai capitão, ai que me parte toda, ai capitão, ai, não não, Ai é tão grosso ai que dói capitão", ele continuava insistindo, saia e furava como podia, dava-me palmadas no meu rabo, faziam-me tremer por todo o lado, até que o senti todo dentro, o meu cu era um buraco, por onde o caralho entrava e saía, encavalitado em mim me martelava, por cima das minhas coxas, "vou lhe partir esse cu todo, Lu, todo Lu, todo", dizia o capitão me cavalgando, suas ancas retesadas me dominavam.

Baixei a cabeça na lancha, aguentando a força a violência, do embate do homem que me fodia, capitão não parava e parecia máquina, me partindo o cu impiedoso, "ai capitão não estou aguentando você é tão grosso capitão, ai ai humm ai" chorava eu de dor, não sabia, de felicidade ou o que isso fosse, Arnaldo via e se vinha, da punheta que batia, comecei gemendo e gritando "ai capitão que me estou a vir toda", senti-me toda encharcada, fechei os olhos e gritei, bem alto e para o ar, "aihmm aihmm amor aihmm que me venho toda" era uma lagoa que se abria, uma barragem e um vulcão, que das suas prisões latentes, água e lava se soltavam, senti um calor quente na minha anca, de um leite branco do capitão que esguichou quando se vinha.

Tínhamos todos acabado de foder, sentia-me toda quebrada, estendida no convés, o capitão sentado nu ao sol, o caralho molhado meio teso, o meu marido satisfeito, apetecia-nos um banho de mar, revigorante e fresco, naquela praia secreta, mergulhei naquelas águas, límpidas transparentes que se via o fundo, a minha cona e o meu cu arderam, subi ao convés sentia-me nova, Arnaldo me beijou e abraçou "amor, gostei muito deste passeio de barco, temos de repetir mais vezes, está nessa, não é, amor".