BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Quando até corno tem de saber

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Quando até corno tem de saber
Tinha-me metido numa enrascada, e acredita confessionário, uma destas demorou algum tempo para resolver. Casei-me com um homem que não é impotente, mas com o tempo, tornou-se, como hei-de dizer, impotente de mim.

Não me considero uma mulher de deitar fora, mas assim de um dia para o outro, para quem me fodia a qualquer hora, acabou. Ainda pensei que tinha amantes, ou gostos mais esquisitos, e fiz de tudo para o agradar e inspirar, vestia-me de matadora, de mulher mais liberal, mas nada o fazia mudar. 

E eu via que ele fodia, sentia-lhe o cheiro da roupa, andava com os amigos e com as putas, chegava já tarde e mal falava, caía redondo na cama, como se eu não existisse. 

E um dia aconteceu ...foi essa a minha estupidez, estava fraca e vulnerável, liguei-me a um homem de repente, um fornecedor nosso do negócio, já o conhecia há muito tempo, fazendo flirt comigo quando lá ia, e nem acreditei que me acontecia, quando passei a estar com ele, assim mais escondida, com esse meu amante secreto.

O meu marido nem via que eu saía, passava tardes com o Fernando, encontrando-me em casa dele,  mamava-o bem como o fazia, comia-me a cona e o cu quanto queria, sentia-me feliz só por sexo, e estimada como mulher.

Só que um dia o Fernando começou-me a pedir dinheiro, que o negócio dele andava mal, era o que dizia, se gostava dele tinha de o ajudar, que enganasse o meu marido, lhe tirasse o que fosse preciso, mas apesar do meu marido ser corno, e eu andar a foder com outro, a nosso negócio e vida era sagrado, e disse-lhe que não podia.

Mas começou-me a ameaçar, que lhe ia contar, toda a gente ia saber, que eu era uma puta qualquer, que enganava o marido com outro homem, só para andar a foder, e confessionário, para mal dos meus pecados, tinha medo de perder o meu marido, e pior que isso, a vida que construímos, então comecei a roubar, a tirar do negócio para dar ao Fernando.


O pior não tinha chegado, o Fernando insistia por mais dinheiro, mas depois o contador chamou-me um dia, o Paulinho era um seboso, como homens que estão vertendo, suor e gordura misturados, então ele me foi dizendo, "D. Gabriela anda gastando dinheiro do negócio, não pense que não estou vendo, esse Fernando que a anda comendo, vou contar a seu marido".

"Paulinho me ajuda não faça isso!! o que você quer, me diga", quase estava chorando, e não é que o gajo se virou falando "Se Fernando come, eu também quero, e fico de bico calado", ainda pensei ser outra coisa o que ele queria, mas percebi logo, Paulinho queria me foder.

Não tinha escapatória, e falei para ele "Paulinho é assim eu lhe dou uma, mas só uma percebe?", ele estava, não sei, brilhando, com aquele corpo redondo não devia ver cona há muito tempo, ele falou "vamos agora lá em baixo no armazém não está ninguém", era um bocado arriscado, mas o fui seguindo.

Eu estava assim, não sabia como fazer, se sequer me ia excitar, Fernando é sacana mas é um homem bonito, mas Paulinho meu deus não tem nada, nem sequer graça deus lhe deu, mas quando baixou as calças e saltou dele uma coisa grossa e comprida, eu disse assim "Paulinho o que você está perdendo, meu deus o que podia fazer com isso".

Agarrei no caralho dele, a movimentá-lo na minha mão, mais lhe mexia mais ele crescia, me debrucei para baixo dele, apertei os lábios naquela coisa imensa, do tamanho de um chouriço grande, Paulinho chorava deitado de prazer, de uma coisa que não esperava, baixei os meus calções e pus-me nua, "queres foder fode Paulinho", que era o que queria.

O Paulinho abriu-me o rabo, sem dúvidas ou hesitações, como se já nascido aprendido, encostou o corpo gordo no meu, aquela cabeça que me entrava, que ele querido me enterrava, não esperava e adorava, aquele momento tão perfeito, do meu empregado mais esquisito, me estar a partir o cu satisfeito, resfolegava e gritava até que se veio.

Mas o problema não acabava, o Fernando ordinário insistia, o sacana já nem me fodia, estava dando ao Paulinho minha coisa melhor, meu corpo nu que ele desejava, respeitando meu marido, até que Paulinho me disse "Gabriela você vai ter de contar para o Sr. João, seu marido, mas meu bem não conta nada sobre mim não!!", "mas meu marido me afasta, perco o negócio com ele e a vida que tinha, e você sabe que eu gosto dele, mesmo apesar de não me foder".

E confessionário, tive de contar mesmo, senão meu marido estranhava, as contas estavam doendo, Fernando enlouquecendo, o negócio indo pra baixo, e um dia cheguei perto ele, tinha passado algum tempo, "preciso falar contigo, é coisa que não vais gostar, mas tenho que dizer que te arranjei um problema", quando ele me respondeu "o Paulinho já me disse", fiquei de boca aberta a ouvi-lo, "sim sei que andaste a comer o Fernando, deixa amor já tratei dele, só estava à espera de quando vinhas, para ser eu a pedir desculpa".

"E Paulinho", perguntei, "O que é que tem Paulinho?", bem confessionário, aqui eu me calei.

# 4 Eroretrato de Toninho D´Água Santa

22:27 0
# 4 Eroretrato de Toninho D´Água Santa
Estou aí mandando meu retrato erótico pra vocês, me pediram e eu aceitei contar minha história de gigolo de cu de aluguer, e vocês estão vendo sempre tive um rabo bem bonito, os homens ficam doidos para me comer, mas meu traseiro tem-me dado bom rendimento e não é só levar com caralho não!! 

Faço fotografia cinema arte tudo e há meninos que gostam mesmo é de ficar mexendo nele, assim nas minhas nádegas, diz que acalma, faz bem à ansiedade.

Mas como começou isso? Bem, foi bem cedinho, mas já era grande, quase maior de idade, e lá na minha terra costumava fugir, todo o dia ia para um sitio, bem escondido que ninguém lá ia, lembro-me bem como era, um ribeiro e uma lagoa, onde me deitava horas a fio, nu naquela água fresca.

Naquela altura não tinha amigos, só mesmo a Laura quando vinha de férias, e lhe contava as minhas histórias mais secretas, quando ela me perguntava se gostava de meninas, e lhe respondia dizendo que ainda não sabia.

Um dia na minha lagoa recebi uma companhia, apareceu-me de repente o Fred, um miúdo lá da aldeia, me viu nu e se despiu, sorriu para mim e mergulhou, naquele manto fresco que o cobria, saiu tremendo de frio a abanar-se, sacudia o cabelo a esfregar-se, olhei-lhe para o caralho teso, como um espeto arrebitado, de onde eu estava sentado.


Perguntou-me "não sabia que havia este lugar, já vens para aqui há muito tempo?", respondi-lhe com orgulho, que aquele sitio era só meu, mas também triste ao dizer-lhe, que se soubesse o iria perder, falámos algum tempo, estranho para mim que não tinha amigos, começou-me depois a olhar para o corpo, a ver o meu rabo guloso, enquanto afiava o pau teso na mão, até que me perguntou rindo, se eu gostava que me fosse ao cu.

Eu era virgem, mas não me pareceu estranho dizer-lhe que sim, que gostava que me fosse ao cu, oferecer-lhe o meu traseiro, era uma dádiva a um amigo, levantámos-nos nus naquele espaço, e assim num cantinho aconchegado, baixámo-nos ali juntos, pus-me de gatas aberto para ele, a senti-lo nas minhas costas, a forçar-me o ânus resistente, até que me fodia em movimento, a enterrar-se todo em mim.

Não passara uma semana, em que todos os dias me encontrava, na lagoa eu e o Fred, fodia-me e ia-se embora, eu ficava até entardecer, até que um dia apareceu o Âmandio, homem casado bem mais velho, com mulher e filhos lá na aldeia, aproximou-se de mim e dizia, "eu vi-te a dar o cu ao Fred, mas está descansado que não conto nada".

Lembro-me que depois contei à Laura que o Âmandio tinha aparecido, ela a perguntar-me "e o que fizeste?", respondi-lhe "ele começou a perguntar se queria ver o caralho dele", sem eu dizer nada soltou-o para fora, abri a boca ao vê-lo, de tão grosso que era, ela riu-se quando contei isto, e depois sem dar conta, despiu-se todo nu, tinha muitos pelos no corpo, e ali mesmo nas pedras do ribeiro, junto a umas canas que ali havia, levantou-me as pernas para os ombros, enterrou-me aquele caralho grosso, e minha amiga, contei-lhe, começou-me a comer o cu, nem te passa o que eu gemia.

Voltei à lagoa ainda três vezes, à minha espera estava o Âmandio, em todos esses dias me fodia, não sabia como era, ou sequer se o queria, mas ela disse-me "podias não ter ido lá, é porque querias mesmo foder", e continuava ela a perguntar, a nossa amizade o permitia, "gostaste de levar no cu?", em que lhe respondi "gostei, deu-me prazer, foi só diferente um e outro".

Depois o tempo passou,  e com ele o crescer do meu desejo, o meu rabo se tornou mais fino, a adorar escolher quem o abre, tanto homem necessitado, apanhados pelo meu traseiro arrebitado, estalava os dedos e era assim, faziam fila para me comer o cu, e ainda me dando um bom dinheiro.

Mas agora com a revolução, dos costumes libertinos, é-se gay convenciando, porra!! ninguém acha mal ser rabo, até mãe e pai vão aprovando, padre diz que é filho de Deus, nunca vi tanto paneleiro, dando o cu no tá-se bem, tanta concorrência aparecendo, porra!!! foda-se!!! que agora, para um gajo ter caralho, só mesmo indo preso. 

As plataformas da senhora doutora

16:57 0
As plataformas da senhora doutora
Tenho alguma vergonha de contar isto, é que confessionário, há aqui muita intimidade, sobre isto que me aconteceu, é que fui para o hospital, sentia-me dorido do que sofria, mas mais ridículo pelo que sentia.

É que doíam-me os tomates, mais o esquerdo que o direito, a bem ver só aquele, por que raio não o sabia, se uma causa havia, só podia ser desta mulher, uma de há pouco tempo, onde a descobri não percebi, actividade cerebral não tem nenhuma, na cabeça só um chip e uma ideia, a de foder foder foder e foder, a malvada não me larga.

Até lhe disse ontem queixoso, "eh pá, Quitéria, não aguento mais, é que me doem os tomates", queria ela mais uma, não se sentia satisfeita, porra!! que era de mais, tão tamanha humilhação, se calhar não fazia o devido, respondeu-me dizendo "é melhor ir ao Hospital, assim vai ficar sabendo, que não sou eu pelo que estou pedindo, do seu colhão esquerdo estar doendo".

Foi assim que me arrastei pró hospital, que tão triste figura fazia, agarrava o tomate com a mão, a esquerda aberta em concha, como se segurasse coisa tão preciosa, ovo frágil de casca fina, que estava quente assim o sentia, em saco guardado feito de couve, e à direita, andando de lado, como que agarrado a um cajado, virtual porque não se via, a Quitéria a ajudar-me, eu ridículo a dizer "ui, ui, ui".

Deixou-me no hospital sentado de lado, aquele cérebro vazio gritou alto, ouviram doentes, médicos e enfermeiras, "doem-lhes os tomates coitadinho", antes de me largar e ir embora, vi gente rindo do meu martírio, levaram-me depois para um sitio, com os pulinhos que eu dava,"ui ui ui", com o tomate esquerdo na mão, "vá sente-se aqui que a Dra. Patrícia já vem vê-lo".


Ali estava eu sentado na cadeira dura, como cornos era e mais me doía, se era só o colhão esquerdo ou também o direito, quanto a isso já não sabia, passou a Dra. Patrícia por mim, com um sorriso nos lábios, "já vamos ver esse seu problema", fiz-lhe um esgar de dor sentida, ela voando e rindo foi andando, notei-lhe o corpo forte debaixo da bata branca, que na minha cabeça pensei "que boas mamas ela tinha".

Passou depois na mesma postura, sádica que tortura era a espera, vi-lhes os pés perfeitos nas plataformas calçada, de cortiça sisal e bijuteria, quando andava movia as ancas, num corpo de foda bem dada, a minha imaginação corria, ainda com o tomate na mão, a agarrá-lo de leve não caísse, mas que tesão ela me dava, ao pensar nessa ideia de filme, que fodia com colegas ou amigos, uma "anatomia de grey" cá de casa, de mais caralho e cona que medicina.

Passou uma hora e eu ali, vi-a ao fundo vindo na galeria, as mamas espetadas abanavam leves arrebitadas, de ventre firme liso a apertá-la, em coxas grossas se montavam, esfregava o pau quando chegava, veio a mim dizendo e rindo, "tem de esperar, depois já vemos ... o seu, como hei-de dizer, coiso ....está melhor? ..", numa voz profunda gutural, lá fui falando "ui ui dói muito, sra. Doutora, dói muito", ela riu-se mais para trás "não é que foi esforço?".

Saiu voando nas plataformas, se me doía já não sabia, se era do tomate doente, se do pau entesado, mas que via que gozava, isso era percebido e bem se via, cabrona da doutora estava brincando, fazendo-me sofrer todo o dia, ali sentado naquela cadeira, de lado e de pernas abertas, me mexia e a coisa doía, soltava aiis de dor ao pé das pessoas, que tinham ouvido a Quitéria a gritar, que me doíam os tomates, é uma sádica do caralho!!!

Horas a fio passaram e eu à espera, o meu desejo de vingança crescia, até que a Dra. Patrícia finalmente me chamou, "bom traga lá isso para ver-mos isso", levantei-me assim a custo, saltava tipo ao pé coxinho, a mão nas calças a agarrar o colhão, e o meu pau teso dos meus pensamentos, com os colegas a foder, por ela sra. dra. a imaginá-la.

"vá vá lá isso não é nada, deite-se ali", pensava eu "não era nada mas é o caralho!!, o que esta porra me doía!!", continuou ela, "mas bateu em alguma coisa?", e eu "nada nada nadinha", "nada? mas então relações sexuais?", "bom isso já é pior", respondi eu, "esta mulher ou lá o que é que arranjei agora é terrível, sra. Dra", "terrível, como?", "não me larga sra. Doutora", "oh homem deixe-se de coisas, conte lá, não o larga como?", "a coisar, sra. doutora, relações sexuais, muitas, a mulher não pára, é de fugir, ontem, oral, anal e vaginal, muitas vezes, várias vezes".

Via-se que estava impressionada, não sei bem se do meu relato, do martírio a que fui sujeito, ou das capacidades que eu tinha, quando lhe disse que tinha feito oral, anal e vaginal várias vezes, senti-lhe um tremor nos lábios e na pele, uma humidade lhe veio de dentro, "bom baixe as calças para ver isso de perto, é só o esquerdo?", era agora o momento, pra minha vingança o esperava, do que dizem é bem verdade, que ela se serve sempre bem fria, e foi quando disse "oh sra. Dra. agora dói-me também aí junto aos pelos, na base do coiso....".

Baixei as calças e soltei o meu pau teso, que ela se assustou eu bem via, grande e grosso colado à barriga, disse-lhe fingindo e gemendo "ai sra. dra. aí na base aí aí em baixo", ela virou-se para a enfermeira, "traga-me umas luvas de plástico vou ter que mexer", vieram as luvas e calçou-as, levantou-me assim com as mãos, o caralho bem pró lado, a ver se eu tinha alguma coisa, "é aqui? sente alguma coisa?", que eu sentia sentia, do frio das luvas dela, e das mãos que me agarravam o pau, com uma força suficiente, "ai dra. dói dói".

Quando mais me agarrava, mais o meu tomate se queixava, e o meu caralho crescia, ela brincava com ele, como médica era o que seria, senti-lhe o bafo da boca, que mo aquecia assim bem perto, acho que queria ver bem o que tinha, que tanto se dobrava e me cheirava, na mão dela o meu pau grosso levantado, antena virada pró céu esperava, meteu depois os meus colhões, um a um na mão dela, como para os melhor ver os pesasse, quase que me vinha dos toques dela, tão doces e sensíveis que eram, nos modos como ela agia.

"Bom, não sei, você está com ele, digamos, erecto, assim é difícil de ver, oh senhor mas você está sempre assim, até aqui no hospital?", "sra. dra. sabe demorou, e depois o calor aqui do hospital, e bem, a sra. dra.?", "sra. dra. o queeeê?".

"bem, a sra. Dra. é uma mulher sexy e quando passava por mim fiquei assim que modos entesado com o seu andar, nas plataformas, e a imaginá-la coiso ...sem nada", senti depois um forte abanão, ela a largar-me o caralho com força, que tão profissional agarrara na mão, que só me lembro de dar um grito "ui ui ai sra douuuuutoooora...".

Minha vovó faz voluntariado

09:27 0
Minha vovó faz voluntariado
🔮

Minha avó tem andado estranha, sei dela de ter tido vários maridos, uns morreram e outros fugiram, ela sempre foi assim meio saída, sempre curtindo assim pessoal mais novo, rolando bem gostosa e apresentada, mas agora se reformou e sai de casa a toda a hora.


Fico perguntado, "então vovó? que anda fazendo?", vejo ela de shorts bem apertados, tops mostrando as mamas generosas,  e ela me responde "ando fazendo voluntariado menino", eu fico assim meio esquisito, voluntariado de shorts aí não sei não,  "vou pegar um solzinho, meu filho e depois vou aí dar umas horas ajudando a comunidade".


A coisa passou, no café encontrei o meu amigo, Marcos me perguntando "eh pá cara, o que tá acontecendo? meu filho Luís não pára de perguntar onde está a sua avó?, cara", eu fiquei estranhando, e ele continuando, "e é os meninos todos, cara, sua avó é um sucesso, parece qua anda dando aulas".

"Aulas? de quê, meu irmão?", perguntei, "Bro, não sei, os meninos não contam, mas dizem que é importante, revolução, cara, na vida deles", saí furioso já tava tremendo com o que andava acontecendo, minha avó eu bem conhecia, tinha em casa as fotografias dos falecidos, encontrei Luizinho na rua, vinha saindo de uma casa, "ei aí menino, chega aí", Luizinho começou fugindo, se esquivando assim pro lado.

Apertei bem orelha dele, "me diz menino o que está acontecendo?, vai diz pra mim", "o que tá acontecendo com a minha avó", eu apertava orelha dele bem forte, vendo bem que lhe estava doendo, menino desesperava para guardar segredo, tinha de ser coisa muito importante, "vai diz menino", ele já não tava aguentando.

Finalmente começou falando, "sua avó ensina pra gente mamada sabe, pra gente saber como é", "mamada?", estava de boca aberta, "mamada? mamada o quê?", "não conta pra meu pai, vai, broche boquete isso aí, é maravilhoso, ela diz que está dando aulas na gente, de voluntariado, sabe? estou aprendendo muito, vou nas aulas todas, não falto", "caralho", pensei, "essa velha danada vai morrer fodendo".


De três faço um, Dr. Manecas?

18:35 0
De três faço um, Dr. Manecas?

Tenho andado desesperada, cansada que é difícil, de aturar homem e de ser mulher, porque não dão tudo o que se quer, vou resolvendo mas não consigo, de que fique bem certinho, falei assim com D. Manuela, minha amiga de infortúnio, ouvi ela me dizendo, "Florinda amiga, fala com Dr. Manecas, que ele resolve pra você".


Ela me contava continuando, ele é um jovem muito bonito, muito bem sabido na sua arte, psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia, e ensinador de verdades ocultas à noite. 

Não sabia o que pensar, o que iria encontrar, será que um jovem me podia ajudar, meu problema era assim bem sério, D, Manuela me tinha dito, "com Dr. Manecas você paga o preço", o que me iria acontecer?  Será que ele ia mesmo resolver? Eram essas as minhas dúvidas.

Quando entrei fiquei tremendo, minha vagina estava encharcada, era o que sentia quando me beijou na cara, senti vergonha que se apercebesse, de meu cheiro e minhas hormonas, dando sinal e me traindo, fiquei tão entesada só de o ver, coxas grossas, formas torneadas, estava ele saindo do banho, se enxugando como se não fosse nada, ainda húmido no corpo todo, se limpando bem no meio das pernas, onde estava um coisa grossa levantada, minha boca seca e minha respiração, meu coração batia acelerado, D. Manuela não me avisou, disso aí que me estava acontecendo, e por pouco não me matou.

Ele entretanto falou, ali todo nu à minha frente, "então D. Florinda o que a trás por cá?", saiam-lhe palavras que mal entendia, os meu olhos pousados naquele caralho, ele se divertindo me provocando, comecei balbuciando, tinha de sair dali com meu problema resolvido, "bem Dr. Manecas tenho um problema aí grande, mas tenho vergonha de dizer", ele estava acariciando os tomates, mexendo pondo eles numa mão, minha língua desesperada, me correndo cobra na minha boca.

"Florinda, tem de contar vá lá", "Bem Dr. Manecas tenho três homens sabe", ele soltou um grito "três? você anda comendo três homens? menina que você é fogo", via ele bem entesado, um pau grosso em que ele mexia, como se fosse brinquedo quando falava, se concentrando nas palavras que dizia, batia assim punheta soft me mostrando, que belo instrumento ele tinha, me via queria ver com ele fodendo, toda espetada rija esperando.

"É isso Dr., logo três e não estou bem resolvendo, estão dando muito trabalho e não sei como escolher um deles", continuou ele "Então menina, se calhar aquele que deixa você mais satisfeita, não é assim meu bem", eu estava desesperando, aquele caralho me hiptotizando, não me deixava pensar direito, como som forte no meu ouvido, "mas Dr. Manecas, os três me deixam satisfeita, mas de maneira diferente, sabe".

"Conte lá isso que não tou percebendo", senti o cheiro dele do tesão, a fragância húmida dos seus pelos, misturados no meu desejo, "Bem Dr., Juraci, sabe, me dá muito dinheiro, Vinicius me está sempre enchendo de beijos e me dá amor, e Toninho esse safado passa a vida me fodendo, e eu gosto dos três assim".

"Eia menina que você tem aí um problema bem sério", eu via ele admirado, se levantou andando na sala, nu como tinha nascido, com o pau espetado gingando, minha boca querendo beber nele, meus mamilos estavam espetados, e meu clitóris fervendo, D. Manuela me dizendo, que eu ia pagar o preço, estava tanto desejando, abrir as pernas para ele, ele pensando e me fodendo.

"Então, eles sabem menina, que você tem os três?", eu respondi correndo, "bem não né", "mas como caralho é que a Florinda arranjou uma coisa dessas?", "Então Dr. Manecas, Juraci gosta de me ter por perto e me dá muito dinheiro, mas está um pouco velho e não fode, né",  e então o outro o dos beijos?, "ah Vinicius me enche de beijos, me sinto amada, mas é pobre, não tem dinheiro, não me sustenta, e às vezes me cansa, amor platónico, compreende?".

"Sim sim, esse pode correr com ele que não servem pra nada", disse ele me resolvendo, "mas eu gosto dele me dá amor, Dr. Manecas", e o outro, o das fodas, esse não lhe dá amor, "esse não Dr. Toninho só está pensando em buceta, esse menino quando olha não vê uma mulher, ele só vê buracos, me querendo comer o cu e buceta, né".

"Bem menina, só vejo uma solução, você fica com os três, de três bocados de homem faz um, mas eles vão ter de saber", eu estava ficando fria, como é que Juraci ia ficar sabendo, eles eram homens tinham suas maneiras, estava difícil ficar acertando, corria de um para o outro escondendo, "mas Dr. isso é complicado né, eles vão ficar pensando que são cornos, né".

Dr. Manecas explodiu quase de raiva, "olha foda-se Florinda cornos já eles são, você só vai estar oficializando, dando a eles uma oportunidade, de viver consigo como é, de eles serem só um bocado do que quer, chama eles aqui que eu resolvo", eu estava mordendo os lábios me encolhendo, queria dizer mais uma coisa que me roía, por dentro em minha alma desesperada, ele estava apercebendo minhas dúvidas "então o que está passando?".

"Bem Dr. Manecas, não contei tudo, agora tenho mais um homem, são quatro", "quatro? porra! caralho! Florinda o que me está contando? e esse aí o que faz? qual é a especialidade dele?", "oh Dr. Manecas, estou desesperada, com esse aí, o Cindinho eu comunico, ele diz uma coisa mesmo sem graça, e eu saio quase me cagando de riso, ele fala e eu entendo".

"Oi caralho Florinda agora é mais complicado, você e esse cara falam a mesma linguagem, tem certeza que esse cara não é gay?", "Gay Dr. porquê gay dr. não Cindinho anda me farejando, é assim um bocado acanhado, mas está ligado nas minhas mamas, já pensei e estou querendo, abrir-lhe as minhas pernas, só que dr. Manecas, nossas mentes estão se apaixonando, isso é uma porra, né, Dr. Manecas".

"Estou vendo, menina , estou vendo, eu vou resolver para você, mas me deu muito material, o que de uma só vez é muito, me deixa agora foder você vai, para eu ficar relaxando e a ajudar", esperei tanto a contar meus problemas, queria pagar o preço quando entrei, ele me fez sinal pra aquele caralho teso, estava impaciente que eu bem via, me baixei agarrando ele, que na minha boca húmida o apertei, mamando coisa linda que me esquecera, que já não tinha problemas.

Quanto mais se geme melhor!!!

16:40 1
Quanto mais se geme melhor!!!
Parece que as pessoas que gemem são as que têm melhor desempenho na cama, isto é a conclusão de um estudo no Reino Unido, foram gastos milhões em dinheiro dos contribuintes, para se ter a certeza de uma coisa destas.

Isto é matéria para supositório, muita tinta correu, programas de televisão, grande entusiasmo na atmosfera blogueira, associações, jornais, revistas, gajos, gajas, todos queriam saber mais, do segredo, cum caralho, do segredo, o grande segredo, aquele que parece que ninguém sabia, 

Houve então uns pesquisadores da Universidade Central de Lancashire e da Universidade de Leeds, na Inglaterra, que estudaram 71 mulheres sexualmente ativas com idade entre 18 e 48 anos e perguntaram sobre como elas agem vocalmente no sexo.

A conclusão foi que apesar de muitas das mulheres terem mais orgasmos durante as preliminares com o parceiro ou enquanto se masturbam, a maioria dos gemidos foram feitos antes e durante o orgasmo do homem.

ha ha ha, antes e durante... ha ha 

Dentre as entrevistadas, 66% disseram que geme para acelerar o clímax de um parceiro e 87% disseram que gemeram durante o sexo para aumentar a autoestima do homem.

Para os tais pesquisadores, chame-se-lhes isto, muitas mulheres mascararam a forma de sentir prazer para simplesmente agradar os parceiros, e veja-se bem isto, que é comum essa postura, pois muitas mulheres não sentem nada de prazer no sexo e têm vergonha ou receio de falar abertamente sobre isto com o homem. 

E gaja fingir o que sente é mau?

Porra que não sei!!! Deve ser bom para o homem que pensa que está a fazer um trabalho sério e bem feito, que as coisas estão a correr maravilha, a merda mesmo, vem depois, quando o homem sente que a gaja mentiu, pensava que estava arrasando, andava a repetir a mesma receita, se ela gritava de prazer, então a coisa estava a dar, e depois foda-se!!! cai na real, aquilo era tudo conversa, que vergonha e que humilhação.

O que importa mesmo é gemer?

Dizem os camaradas pesquisadores, método cientifico é o que tem de ser, e que isto de suposições só não chega, então, que o principal é mesmo não esconder o que sente e gemer à vontade.

Nem vou dizer de gaja que não sente nada ... mas continuando ...

Homens e mulheres que gemem alto durante o ato sexual terão momentos melhores e sentirão mais satisfação sexual em comparação com aqueles que fazem isso em silêncio.

Porra que não estou compreendendo ... ainda há pessoal fodendo em silêncio .. tipo bora aí fazer isso, pouco barulho estamos fodendo, ruído não interessa, toalhinha branca no momento ...



Mesmo abusando dos gemidos?

Fazer ruídos é uma forma de comunicação, dizem eles, vou repetir ..."fazer ruídos é uma forma de comunicação", ha, ha, ha, ha, fazer ruidos caralho é uma forma de comunicação, não sei se estamos pagando isso, para sair essa verdade incrivel, também um peido pode ser ... comunicar ...

Mas pronto, vá lá, fazendo ruído gemendo ajuda tanto o parceiro quanto a parceira a saber do que o outro gosta ou não durante o sexo e que, isso, bem feito claro, pode impulsionar a confiança dos amantes, pois sentem que têm competência sexual e que a relação está sendo bem sucedida.

Outro ponto importante é que as pessoas que gemem durante o sexo tendem a ter mais certeza das próprias habilidades sexuais , já que não têm vergonha de expressar o que gostam e não ficam com medo de possíveis julgamentos.

Mas será que as mulheres realmente gemem por prazer? Prazer ou fingimento?

Os gemidos podem ser voluntários ou de forma involuntária, sendo estes aqueles que em que se acaba gritando de prazer porém nem percebe,

Só que bem, eles dizem que a principal razão das mulheres gemerem durante o sexo é para aumentar o ego do parceiro fazendo ele achar que tem um bom desempenho na cama. É isso aí, não há solução, pessoal estava dando o litro, e com esse estudo aí, fica sabendo que não vale a pena, é tudo fingimento, ou a coisa aconteceu mesmo, e já foi nos preliminares, ou não aconteceu nunca.

Além dos gemidos, e então as frases de efeito?

Além do gemido, frases de efeito também podem ajudar a aumentar o prazer na hora do sexo. Uma outra pesquisa revela que dizer pequenas palavras durante a relação também pode aumentar o prazer e se você acha que o ideal é falar frases mais quentes estão enganados.

Dizer “eu te amo” no meio de uma relação sexual foi o melhor comportamento para garantir a satisfação para ambos os sexos, semelhante ao efeito de gemer, isto está escrito ..

Conclusão do supositório:

1. Fazer preliminares q.b., nada de abusar, querendo aquecer aquecer pensando que é melhor para funcionar, é melhor não ter certeza disso;

2. Esquecer se dá prazer ou não, já viu desse estudo que não dá, então é dizer logo, menina grita por favor, mesmo que não esteja gostando, gemer bem alto, esse negócio aí, gritar para levantar bem meu ego lá no alto, pau esquece;

3. Dizer "meu amor", muitas vezes, mesmo quando doido, tesão grande esquece, meu  amor meu amor, não dizer pra ela "puta, ordinária, danada", nem ela dizer pra ele "safado, ordinário, malandro" na relação, isso não dá, isso não funciona.

Bom deixo aí um video de uma menina gemendo para saber como fazer, instrução, sabem ...

Poupa na boleia do colega

00:24 0
Poupa na boleia do colega
Ainda mal me tinha levantado, já a minha mulher fora esperar o colega, na esquina à saída de casa, gritou-me "querido vou andando", não é que goste muito, mas sempre dá para poupar algum dinheiro, e o rapaz colega dela, parece ser boa pessoa.

Um amigo meu que bate aqui os cafés, ainda me disse "eh pá, isso de boleia, pá, não dá boa coisa", mas o gajo é um fala barato, só diz mal de toda a gente, não tenho de desconfiar ...quando é para poupar.

"Mãezinha, não é que a danada anda mesmo mamando colega de trabalho, e na perfeição".