BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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O Papiro de Turim e Além: O Sexo no antigo Egipto

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O Papiro de Turim e Além: O Sexo no antigo Egipto
A nossa percepção depende muito do conhecimento e sobre o antigo Egipto aquilo que nos é dado são normalmente pirâmides, múmias e faraós e as polémicas com hebreus e romanos, período da história da humanidade em que mais erótico não há, basta lembrar que é desta altura a história do romano Marco António que se dá ao luxo de atravessar o mediterrâneo só para ir entreter-se com a sua Cleópatra, 

Criativos e liberais, os egípcios experimentaram e documentaram suas actividades sexuais, em que sexo, erotismo e pornografia transbordavam das paredes e estavam presentes na sociedade egípcia.


As imagens e os objectos produzidos por eles demonstram os seus modos de vida e como algumas coisas permanecem as mesmas, mesmo após séculos, e depois de tanto tempo um objectivo permanece: a busca pelo prazer.

E foi somente no final do século XX que a sexualidade egípcia foi retirada do limbo onde estava devido a um puritanismo de arqueólogos cristãos e muçulmanos que dominavam as escavações do país.


Como sempre a verdade e o conhecimento que atinge a nossa percepção é dado por aquilo que nos dão, e normalmente, também uma realidade que persiste através dos séculos, em formas que vão evoluindo e sofisticando, é que há grupos que escondem essa verdade para um outro objectivo: o de poder e domínio.

Sexo antes do casamento, relações extra-conjugais, uma terceira pessoa na relação sexual e actos que remetem a acções sadomasoquistas eram comuns no Egipto dos faraós. 
No século XIX, perto da região do Vale dos Reis foi encontrado numa ânfora um dos mais antigos documentos com conteúdo erótico da humanidade, o Papiro de Turim, que hoje se encontra preservado no Museu Egípcio de Turim na Itália. O Papiro de 3000 anos possui imagens explicitas até mesmo para o nosso tempo. Durante anos, esteve escondido em uma biblioteca com acesso restrito apenas com agendamento e para certo tipo de pessoas. E só foi publicado em 1973.
Infelizmente, o Papiro não se encontra em perfeitas condições, possuindo diversas falhas. Somente no ano de 1980 o estudioso alemão J. Oslin apresentou ao mundo a versão completa do Papiro de Turim. O motivo pelo qual foi criado ainda não foi compreendido, mas as imagens presentes no documento são reveladoras.
As imagens no papiro trazem funcionários da corte egípcia e altos sacerdotes e mulheres que podem ser interpretadas como prostitutas. Os pénis presentes no Papiro possuem sempre um tamanho desproporcional, frisando a ideia do poder do pénis no mundo egípcio. Cada indivíduo da cena traz um pequeno diálogo de teor erótico, como: "Venha e faça-me amor por trás!".
O papiro soma-se a uma longa produção erótica do antigo Egipto, que inclui desenhos e esculturas de membros sexuais femininos e masculinos e representações do próprio ato. A variedade de imagens mostra-nos um Egipto que estava muito aberto para o sexo. No entanto, a sexualidade egípcia não era exposta em todos os lugares. Apesar de bem resolvidos quanto as suas práticas, os egípcios destinavam as imagens eróticas ao espaço privado.

Em diversas tumbas é possível encontrar grafitis primitivos mostrando cenas de sexo, muitas vezes em tom de crítica à realeza egípcia. Os templos também possuíam estátuas de deuses com erecção. O falo que estava presente em diversas imagens representava fertilidade e agressão, mas também indicava o poder sexual dos deuses. E em alguns papiros estava presente a ideia de que os egípcios acreditavam que os seus deuses criaram o mundo através do sexo.
Imagens do coito vaginal são comuns e se dividem em quatro posições básicas: o homem deitado em cima da mulher; o homem ajoelhado e a mulher de barriga para cima; o homem ajoelhado e a mulher apoiada em suas extremidades; e a posição lateral, com a mulher dando as costas ao seu companheiro.
Embora a presença não seja frequente, o coito anal estava longe de ser um tabu e está presente no repertório sexual egípcio. O Papiro de Turim é o documento com imagens mais representativas dessa prática sexual, e nele podemos perceber um homem ajoelhado e a mulher apoiada em suas extremidades e na lateral, um casal reclinado sobre um flanco.
O sexo oral não possuía tanto espaço, mas ainda assim encontramos homens com falos desproporcionais com uma figura feminina segurando o membro e aproximando-se com a boca. Pode ser considerada um dos raros exemplares de representação do sexo oral no mundo antigo.
Figuras femininas cheias de erotismo segurando os membros erectos dos seus parceiros também fazem parte das imagens de diversas paredes de construções egípcias. Exemplos de mulheres a masturbarem-se, muitas vezes com auxílio de consolos, eram bem comuns. 
Objectos de barro e pedra com formato de falo foram encontrados em diversas escavações. O seu uso tanto poderia ser para adoração quanto para o prazer da mulher e, posteriormente, o objecto era oferecido aos deuses, como maneira de ter fertilidade ou recuperar/melhorar a potência sexual.
As possibilidades no mundo egípcio antigo estavam abertas para todos e hoje é possível ter contato com as práticas desse povo, escondidas durante séculos.

Oh amor vê pelo skipe - A minha mulher sabe do que gosta

06:00 1
Oh amor vê pelo skipe  - A minha mulher sabe do que gosta
Ela já me tinha dado alguns sinais uns dias antes, a Ângela, minha mulher, tinha-me dito que o antigo namorado dela, o Zenki, um sacana meio grego meio turco, ia aparecer de novo por aí.

Desde que soubera do acordo entre mim e a minha mulher, de tempos a tempos, ele vinha com as marés, e ela, não fazia esforço nenhum pro desincentivar a passar lá por casa, acordo era acordo, ela adorava foder com ele e eu só tinha que me aguentar.

A minha sorte era que ele para ela só servia mesmo para foder, mal estava satisfeita, encaminhava-o mais ou menos para a saída com um "tchau Zenki, não te esqueças de ligar quando passares por cá", que o desgraçado lá se ia embora com esse sentimento disléxico de ter sido usado como homem objecto.

Mas há coisas que um homem, enfim, tem de reconhecer, há gajos que podem ser idiotas, mas mesmos idiotas, nasceram com tudo e a saber foder, o Zenki então com aquele ar manso de turco, num corpo de homem que parece mais homem do que os outros, cabeça grande, cara grande, nariz grande, porra, tudo grande, as gajas e gajos mandavam-se-lhe para a frente já de pernas abertas.

Tantas mulheres, tantas hipóteses, e cá vinha ele pro meu lado, a Ângela era coisa do passado, para ele um marco profundo, algo que se movia nele, misto de desespero e querer, e eu isso que o diga, bem sabia o que sentia, a minha mulher é única, entregou a todos um sentido, minha sorte ser o mais premiado.

"Estou, tás aí?" ligou-me ela pro escritório, "sim, diz", "Olha o Zenki acabou de chegar", disse ela, "está onde?", "aqui em casa, mas tem de ir já embora", "sim", disse-lhe, "olha ele está com pressa, eu gostava de dar uma queca, importas-te?", diz-me ela, pensei logo "foda-se só me faltava isto", "vês no skipe, querido, não fiques triste, vá lá".

Liguei o skipe e apareceu-me a cara do Zenki, o cabrão aproximava a carantonha do ecrã, ainda parecia maior do que já é, aquela barba cerrada, o ar de fuzileiro, "então tudo bem, estás bom?", "estou Zenki", sacana ria-se "a Ângela está pedindo, sabes como é, ela manda", "tá sim, vou ficar a ver", "okay", resfolegou ele.

Afastou-se do ecrã já nu, as costas e o rabo de homem grande, mexia as mãos e o corpo, parecia preparar-se para um combate duro, a Ângela não lhe daria tréguas, ou fazia o que prometia ou estava feito, nunca mais a veria, vi-a a passar pelo ecrã, acenou e mandou beijinhos, aquele corpo lindo rijo, rosa marfinado.

Aqui estou eu no escritório, na secretária abano a cabeça pros colegas, com a mão afago os meus colhões, vejo-a a aproximar-se a ajeitar o ecrã e a rir-se, o prazer de ser feliz e livre nos olhos, ao lado o meio corpo de gigante, com um caralho enorme a sair dele, teso comprido a atravessar a tela, a Ângela agarra nele e começa a mamá-lo.
Imagem de M Ameen por Pixabay
O prazer dela é dar-mo a mim, é esse o nosso segredo, chupa-o mas são os meus olhos que ela vê, a língua desce por ali abaixo a rodar os testículos do Zenki, já o ouço a gemer e ainda agora começou, as ancas dele movem-se em câmara lenta, a manápula medonha rodea-lhe a cabeça, não força e já sabe como é, dançam mas quem conduz é a minha mulher.

Ouço do Zenki um som cavernoso "Pocha Âng você é mesmo boa", do meu lado nem respiro, tremo de antecipação, a luta será longa sem prisioneiros, a minha mulher procura-o em cima, obriga-o a ajoelhar, o gigante é um servo dela, em pé puxa-lhe a cabeça à cona, quase o sufoca nos pelos dela, "lambe aí cabrão", dizia para mim eu.

Lambia-lhe o clitóris, mais parecia um animal, a fazer ruídos estranhos, uma língua réptil comprida, ela dobra-se sobre ele, naquela posição contraditória, a mover-se ao som de música maldita, uma só mão dele a cobrir-lhe as costas dela, a contorcer-se num S difícil, "meus deus, a minha mulher é linda", ainda não tinha visto nada, e já quase me vinha.

De repente ela puxou pelo gigante, "vem Zenki, dá-me por trás", vi-o a apontar aquela coisa imensa, a escorregar pelas bordas dela, aqueles papos lindos que eu conhecia, a ir até ao fundo vingativo, torcida e virada a vigiá-lo, o trabalho era para ser bem feito, sorria para mim compreendidos, nessa vontade incólume, de boca a aberta a gozar, "mas que boa foda ele lhe dava".

A Ângela deu-lhe ordem para se virar, queria foder de frente a ver-me, eu não podia perder nada, abriu-lhe as pernas desenvolta, o Zenki de arma na mão, baixou-se sobre ela pequena, parecia uma boneca de porcelana, de tão grande que ele é, o caralho apontou-lho à cona, a deslizar para dentro dela, via-lhe o rabo enérgico a flectir e a forçar, a matraque-à-la sem parar, a minha mulher de olhos semi-abertos a gemer.

Pensava eu "ai Zenki és mesmo bom a foder, mas acabarás por ceder, ela ganha consegue sempre o que quer", empurrou-o e obrigou-o a sentar, subiu por ele como gata assanhada, a cavalgá-lo de largada, uma recta final um sprint, toda ela abanava de prazer, mamilos pretos a doer, mãos grandes no rabo dela, a trazê-la acima e abaixo naquele caralho, que eu tão bem via a entrar, "ai Zenki não te vais aguentar", ouço-a a gritar e ele a zurrar, a virem-se os dois num momento aguardado.

Também eu não aguentei, corri para a casa de banho a voar, a Violeta minha secretária a ver a minha coisa inchada, entrei a bater uma punheta, mas que tesão a minha mulher me dera.

Os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 5# amigo

09:42 1
Os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 5# amigo
Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao terceiro, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

3. Sonho erótico com 5 # Amigo

Estive a tentar ler qualquer coisa sobre isto, e se calhar por uma impossibilidade genética da internet, o pouco consegui encontrar é que, se sonhar eróticamente com um amigo, não é que esteja apaixonada ou que deseje fazer sexo com ele, mas porque ele ou ela tem aspectos, qualidades enfim, que também quer ter em si.

Não me será fácil desejar ter as qualidades do meu amigo Zé Martelo, uma juventude de grupo fechado, gajas e gajos, em que o Zé era aquele que tinha o pénis maior, o seu principal atributo, que se esforçava por anunciar, "está aqui este para a martelada", já que das outras pouco se sentiam, ele não devia muito à inteligência.

Mas naquela altura, todos invejavam ter uma coisa daquelas, descomunal, para mostrar, que fazia as delicias das gajas, o Zé Martelo já as tinha comido todas, e eu, nos meus silêncios, num ambiente difícil para se ser paneleiro, também sonhava, a dormir ou acordado, ser comido por ele.

Do grupo de amigos que éramos, a minha relação mais secreta era com o Bruno, ninguém podia saber que fodiamos um com o outro, coisa que acontecera numas férias, seriamos postos de lado e humilhados, mas o que mais desejava era mesmo foder com o Zé Martelo.
Photo by Ramiz Dedaković on Unsplash
Sabia que isso era impossível, a história dele era a do seu caralho, "tás a ver linda, para te comer, aqui está o meu martelo", era este o seu modo de ser, e a ideia de que iria ao cu a um homem, era mesmo só uma ideia, que só me servia para sonhar.

Mas um dia apanhei-o, deitado na cama do meu anexo, sitio secreto de muitas histórias, onde as minhas irmãs Bárbara e Carlota levavam na cona, e onde ia ao cu do Bruno, e outros me iam ao cu a mim.

Tínhamos vindo de uma festa, tomando todos o seu rumo, para casa ou para onde queriam, fiquei eu sozinho com o Zé Martelo, perdido de bêbado naquela cama, explicaria depois, e deitei-o e despi-o, e ali fiquei a mirá-lo, em silêncio naquela penumbra nocturna, as luzes de candeeiro de rua a banharem-lhe o corpo duro, o caralho enorme tombado de lado.

Pensava angustiado "o que vou fazer? ele está aqui, nu, comigo, os dois", o meu ânus tremia de desejo, queria mamá-lo comê-lo, mesmo que bêbado ou a dormir, a minha mão corria sozinha pelas minhas pernas, pelo meu pénis, pelos meus mamilos, o meu rabo, despi-me, pensei "se ele acordar digo qualquer coisa estúpida, achei que estavas mal, não sei, qualquer coisa".

Estendi o meu corpo nu ao lado do dele, ressonava como um porco, a exalar um hálito fétido de álcool e má comida, a barba rústica por fazer, pelos nas pernas e em todo o corpo, a minha mão telecomandada caiu no pénis dele, era a primeira vez que o tinha na mão, sentia-o macio e farto, disse para mim "vou mamá-lo".

Comecei a chupar-lhe o caralho, a pouco e pouco a senti-lo teso, quanto mais eu o lambia, mais rijo ele ficava, o meu amigo Zé Martelo começou a mexer-se, virava a meio corpo, sem eu deixar a minha preso, com o caralho dele ia eu a apertá-lo com os meus lábios, até que estava duro para me comer.

Senti-o a acordar "o que é que estás a fazer?", subi para cima como se fosse um cavalo, antes mesmo dele falar mais, enterrei o caralho dele no cu, a sussurar-lhe ao ouvido "é isto, zé, por favor, vem-me ao cu", e senti uma alegria enorme, ao ouvir um "tá bem", mesmo que dissesse "estou tão bêbado que nem sei".

Ele deixou-se ir debaixo de mim, comia-o eu com o meu cu, aquele caralho enorme a entrar e a sair, ao sabor do movimento das minhas ancas, fechava os olhos e sentia, os nossos corpos unidos naquela noite escura, "vais-te lembrar disto zé", não é um sonho do licor, é mesmo uma foda que me estás a dar, e eu vou-to recordar.

Senti a Bárbara minha irmã a entrar, vinha só ver o que se estava a passar, riu-se para mim e do Zé, a tempo de o ver sem reacção, senti-o a vir-se em mim, e masturbei-me e vi-me também.

No dia seguinte o Zé Martelo voltou ao que era, à sua bravata masculina, fodo todas e mais uma, esses paneleiros que aí andam, a Bárbara ria-se do que dizia, a mim, tinha vindo ter comigo, isto é para ficar entre nós, por favor, não digas a ninguém, nem sei o que iriam pensar, de eu te ter ido ao cu e ainda por cima gostar.

Todos os dias tenho sonhos eróticos com o Zé Martelo, amigo de grandes qualidades.

O que ela faz para ser puta à sua maneira?

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O que ela faz para ser puta à sua maneira?
A Carlota é a minha irmã mais velha, anda há minha frente na idade três anos, e ainda consegue ser mais maluca que a Bárbara, a mais nova. Ambas fazem parar o trânsito e são objecto de desejo de tudo o que é homem e tem pila, e sei lá, ou sei, também mulheres.

São mulheres ardentes, como a minha mãe, sem preconceitos, livres, não integráveis em categorias, e no bom sentido, a Carlota é só a mais puta. Não se vende, tira partido do belo corpo que tem, pouca coisa lhe é negada.

Nunca vi homem que ela não dominasse e não fizesse sofrer. 

Uma espécie de gosto recalcado não sei se escondido na afirmação do que é ser mulher, não deixando que a forçassem a nada ou que lhe pusessem o pé, algo que lhe fora transmitido pelos meus pais, mas que ela levava ao limite da obsessão.

Essa ideia de objecto, ou de mulher objecto, repassava-o para o homem, eles é que eram o seu objecto de prazer, os desgraçados que lhe caiam nas garras, ingénuos na sua teia apertada, sempre ao cheiro de promessas, que ela depois não dava a nenhum, sendo o resultado sempre para ela.

Chamando-lhe de puta, é um termo carinhoso, nunca a via abrir as pernas a um homem, porque muito que ele o desejasse só para conseguir dele algum propósito menos bom, bastava-se com os artifícios da sedução, fodendo sim e muito, mas por ela e mais ninguém.

Foi cedo que a vi masturbar-se, sem acaso, o nosso segredo, continuo, o desejo de vê-la eu a friccionar a vagina ou a foder.

Daquela vez, encarregue de me vigiar, em Moçambique, na praia onde estávamos, deserta quase sempre, na casa que ali temos, toda despida, nus ela e eu, corremos pelo areal, ao sol.

Parava ofegante, numa rocha, em qualquer lugar, acariciava a vagina, as mamas, olhava para mim, sorria, a gostar de gostar que a visse, normal entre nós, um quadro, um filme, a entesar-se, abria-se toda, a massajar o clitóris húmido e os lábios da vagina.

Um mês antes, tinha ela quê dezasseis ou mais, nem sei bem, a experiência, na casa no banho, pela fechadura, vi-a, os olhos fechados, a masturbar-se.

Topou-me logo, levou-me para o quarto dela, ainda molhada, deitou-se, olhos nos meus olhos, sorriso de monalisa, friccionou a fenda húmida, o ânus, os papos da vagina, arqueou o corpo, eu com tesão por ela, que ela viu, até que se veio satisfeita.

Disse-me,-"estou à espera do Nuno", "o Mpingo", alcunha por dizer-se ter um grande pau-preto entre as pernas. Chocolate, empregado na propriedade, grande, rijo do trabalho, nos seus vinte e cinco ou mais, a Carlota punha-o louco. "Não te assustes", dizia.

Ela não sabia do Bernardo. Não se atraiam. Não sabia que o Bernardo me ia ao cu. Nem do Sandro, do Manel, e do Rafa com quem já fodera. Só de pensar no Mpingo o meu ânus ardia de expectativa e curiosidade.

O Mpingo está a chegar, vamos para a casa. Esconde-te no armário. Um armário que serve de passagem nos dois quartos.
Imagem de Foundry Co por Pixabay
De perto o Mpingo era realmente grande, para ela e para mim. Corpo de atleta, seco, um pénis muito preto grande e comprido entesado. Não respirava, agarrou na Carlota, chupou-lhe os mamilos, eu pelas frestas do armário, os meus olhos nos dela, o rabo dela espetado, preparado.

Nu afagava o meu pénis teso, com a mão, o meu ânus em baixo, a imaginar o Mpinga, o caralho dele a ir-me ao cu. Mandou a Carlota para a cama, como se fosse uma boneca, abriu-lhe as pernas, lambia-lhe a vagina e o ânus.

A língua dele, o clitóris dela, sentada com a mão na cabeça dele, sorria-me de boca aberta, língua húmida, a correr-lhe pelos lábios, com um sorriso inesperado, a gemer de prazer, cabeça deitada para trás, ao som de uma música divina.

Afundava-lhe a cabeça na vagina, ela movia o corpo e as ancas, a minha irmã fodia com a língua dele, com os dedos que lhe espetava no ânus e na cona.

Olhava para o rabo do Nuno, rijo e musculado, o caralho preto curvo comprido de tesão, com a mão no meu ânus, por trás, a massajá-lo, a ver na minha irmã o que também desejava.

O Mpingo subiu por ela e pôs-lhe o caralho preto na boca. A ver que a via, o nosso encontro consentido, o Mpingo um instrumento, do nosso prazer, apertou-lhe o caralho com os lábios, desceu e subiu por ele, como se fosse para mim. 

O meu ânus pedia para dividir, mas podia esperar, se quisesse o Mpingo podia tê-lo, como o Sandro ou o Rafa sabia que gostava de rapazes, era só pedir para me ir ao cu e ele ia, na propriedade, onde fosse.

Reconhecia-lhe na Carlota os olhos de puta sabida, que faz só o que ela quer e deseja, a mamar-lhe o caralho, o Mpingo doido, a contorcer-se, agarrado ao pénis preto, empurrava-lho para dentro da boca.

Puxou-a ao de leve para não partir, abriu-lhe as pernas ao alto, via o caralho dele a correr-lhe pelo clitóris de cima a baixo, entesá-la ainda mais, molhá-la toda de tesão, o ânus dela contraído, apertado para ele explorar.

Penetrou-a e ela abriu-se, arqueou a cabeça para trás, soltou um gemido longo de prazer, a ser trespassada pelo caralho grande, de mamilos espetados, nos meus olhos a pedir o meu consentimento.

As nádegas dele movia-se como um relógio afinado, a entrar-lhe pela cona, os lábios da vagina dela a apertar-lhe o caralho, a entrar e a sair.

Virou-lhe o rabo, abriu-lhe as nádegas, enterrou-a na vagina, a Carlota gritava, um grito surdo sem pena ou culpa do Mpinga, a furá-la, a partir-lhe a cona, com querer dele e nosso, o prazer de vê-la a foder, e dele aumentado por gostar de ver-me a vê-la a foder.

O Mpinga coitado, a explodir de excitação, a querer ir-lhe ao cu, levou com a manápula da Carlota, a impor-lhe ordem e respeito, que continuasse na vagina a dar-lhe com o caralho duro, a arragar-lhe nas pernas, a bater-lhe ao de leve, como um cavalo de corrida, acelera Mpinga, vejo-a a gritar doida sem limites ou prudência, a vir-se toda molhada, e o Mpinga também.

Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 4# Aparelho dental

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Sabe quais são os 50 sonhos eróticos mais quentes? - 4# Aparelho dental
Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao terceiro, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

4. Sonho erótico com 4# Aparelho Dental

Já era recorrente, há mais de uma semana que acordava de um sonho pesadelo ao mesmo tempo. Recordava-me que ia correr numa espécie de túnel, todo nu, com um tesão medonho, o caralho a abanar, a fugir de alguma coisa que parecia uma boca do tipo de cobra toda de metal.

O estranho é que quando estava perto, o caralho inchava mesmo a doer, e de repente, encolhia todo como se tivesse acontecido qualquer coisa má, e acordava logo com suores frios, enfim duas ou três semanas de merda nisto.

Havia colegas no escritório a dizer-me, "eh pá andas encovado, o que se passa, mau sono?", os que me conheciam mais de perto, "excesso de cu e de cona?", e não sabia como deslindar este enigma, psicoterapeuta pensei eu, perguntar-lhe, "porque ando eu a entesar-me e a encolher-me por causa de uma boca de metal? que significados ocultos do meu subconsciente, são esses?".

Estava na secretária a trabalhar quando o vi passar, era um estagiário recente no escritório a aprender com um colega meu, e era daquelas coisas, já passara por mim muitas vezes, só que, conscientemente, não lhe dera a atenção devida.

De outras vezes, fisgara o corpo do miúdo assim meio de lado, bem parecido e bem cuidado, aquilo passara, e lembrei-me agora, quando ele passava, olhava de propósito, ria-se para mim, numa boca a abrir-se, com aço nos dentes todos, e eu a corresponder com um sorriso desligado.

"Foda-se, que era isso", não lhe dera atenção toda, o rapaz dera-me um tesão forte, quando passava por mim e se ria, tinha aquele ar altivo dos jovens que desperta, mas quando abria a boca, o meu interesse desaparecia, e o meu tesão também que com ele ia.

Perguntei pelo nome dele no escritório, talvez me ajudasse no meu sonho, Frederico era esse o seu nome, mandei chamá-lo ao gabinete, para saber mais sobre ele, e talvez do porquê deste meu pesadelo.

Ele entrou no gabinete, e deu-me gozo aquele olhar, despertou em mim surpresa e interesse, a inteligência que reconhecia, num corpo belo bem vestido, perguntei-lhe "Fred, tenho sonhado consigo, e não sei porquê", ele riu-se, será que se passa alguma coisa que não sei, "porque se ri tanto para mim?".

Respondeu-me ele "tenho um amigo que me falou bem de si", "quem?", perguntei, "O Tomás", tomás, tomás, pensava, havia um puto advogado do edifício a quem eu tinha ido ao cu no ginásio, muito bom, uma maravilha, um tesão, tinha adorado enrabá-lo, mas não sabia se era esse, e perguntei "ele é advogado?", "é e gostou muito do ginásio, não fala noutra coisa, eu também gosto".

Fiquei cheio de tesão de o ouvir, os dois ali no meu gabinete, um aperto forte nas calças, movia-me para os lados a parecer não caber na cadeira, a respiração faltava-me, golfadas de oxigénio entravam e saiam a correr, olhei-lhe para as pernas à procura do que tinha, ele perguntou "acha que posso ir aí'", "aí onde? junto a mim" pensei, disse-lhe, "sim" embora não soubesse o que pensar.

Deu a volta, meteu-se por baixo da minha secretária, olhava para mim a rir-se, a boca cheia de ferrinhos do aparelho dental, a descer o zip das minhas calças, a soltar o meu caralho das amarras de onde estava preso, e eu a pensar "foda-se vai pô-lo na boca e o caralho dos ferros, vai doer caralho".

O meu caralho deslizou no meio daquela serpentina, parecia um nave espacial a passar por território desconhecido, uma cintura de asteróides, torci-me um pouco a sentir umas cócegas dos ferrinhos, mas o Fred sabia o que fazia, algum tempo de aparelho fora o suficiente para se adaptar e tirar partido dessa circunstância.

Sabia que me causava medo, eu só pensava "vai-me dar uma dentada com aquilo", eram por isso os meus pesadelos, desejava aquele broche bem feito, mas ao mesmo tempo o subconsciente, o animal que está em nós sempre vigilante, primitivo, dizia "foda-se afasta-te daquele boca vai comer-te o caralho e ficas sem nada, uma merda".

Mas o Fred sabia o que fazia, os meus medos eram infundados, encostava-me para trás de olhos fechados, a boca dele descia suave sobre o meu caralho, este fim de tarde prometia, quando me bateram à porta do gabinete, as paredes eram de vidro e eu via quem era, o caralho do Lemos, o contabilista, cabrão para me falar de impostos.

"Sim, Lemos, o que se passa? pode ser mais tarde?", ele meteu a cabeça vermelha dele no gabinete, em baixo da secretária, o Fred não parava os lábios dele a apertar-me o caralho, sentia um desconforto de excitação, dizia eu ao Lemos "mais tarde mais tarde, já ligo".

Os ferrinhos faziam as cócegas, mas que bom, sentia, a língua, os beijinhos na cabecinha, estava-me a vir, o Fred mamava e bebia, vi-me todo na boca dele.

Saiu do meu gabinete, com o seu sorrir de aço brilhante, comigo a pensar, hoje não vou sonhar, e vou dormir lindamente.

Será que se suporta melhor a tristeza de todos?

07:00 1
Será que se suporta melhor a tristeza de todos?
...Ou a felicidade de alguns?

A Mafalda conta ao "Biografias Eróticas" como tem sido:

Como outras, esta frase era dita pelo meu pai, com pouca escola, mas sensível, pensante, de valores, ao contrário da minha mãe, prática, que dizia, se há fome e miséria, os valores vêm no fim, ele, jardineiro de uma câmara, ela, mulher a dias.

O meu pai foi-se, deixou os pensamentos e a pobreza, e a minha mãe encarregue de mudar o meu destino, acho que até o meu nome ela estudou, "Mafalda", encaixava no perfil dos patrões dela, o caminho que para mim queria, ser rica pelo casamento com um deles, a rezar que saísse bonita.

E saí, o plano dela de inicio, era insinuar-me aos ricos, percebê-los nas suas fraquezas, dar-lhes o que queriam ouvir, a uma patroa pedia pra me ensinar a falar, a outra ensinar a vestir, a outra a comportar-me, para no fim, à última, convencê-la a casar.

E foi assim que a filha de uma mulher a dias e de um jardineiro casou com o filho de um proprietário de terras, um latifundiário rico, daqueles que acham que o mundo é deles, que nada mais existe à sua volta, aquele ar que faz de todos todos iguais, fiéis ao seu próprio estereotipo, de meninos bens felizes que têm tudo, e que com os anos que passavam, cada vez mais me enojavam.

É uma merda isto de ter nascido pobre, um ferrete que se me alojou na alma, maior juiz do tribunal da minha consciência, que me dá olhos para ver, o egoísmo e a arrogância, de quem se acha relevante quando na realidade não o é.
Imagem de Arthur Halucha por Pixabay
Que pecado o da minha mãe, queria que fosse rica, deu-me foi mais miséria, troquei o meu amor que tinha, por coisa que não é nada, que me envergonha e me enerva, gente que não vale nada, que não se envergonha do que tem, goza com quem nada tem, que entra num sitio perguntando, "quem é que está aqui a mais pode sair?", e logo a seguir dizer "quem não pode ser, não pode entrar".

Foi por isso que voltei ao meu amor antigo, encontrei a Susana por acaso, numa tarde ensolarada "então como estás? já tens filhos?", "dois", disse-lhe, "mas não estou grande coisa, gostavas de sair um dia?", "gostava", disse-me.

Pelas tardes deste último mês, deixo para trás a propriedade ignóbil, do planeta à parte, conduzo em direcção da casa do meu amor, quando passo o túnel, ponho pisca à direita, encosto, saio e levo com um clarão de sol, sinto-me a entrar na realidade, a das pessoas de carne e osso, as que sofrem e vivem com pouco.

Em casa da Susana, ela está como a deixei, sozinha à espera de mim, um desgosto que levei comigo, quando me casei com uma pessoa de camisa branca de linho, que olha muito para o umbigo, ele e a família sem a noção de que outras pessoas existem.

Se soubessem que eu tenho feito amor todas as tardes com a Susana, chamar-me-iam de "fufa", mas não se sentiriam traídos, porque marialvas só são encornados por outros homens.

Beijo-a toda como regressasse ao passado, sou homem e mulher dela, beijo-lhe o peito, o ventre, os lábios da vagina, entrego-me a ela, e amantes, vimo-nos.

Ó filha aprende, que a mamã ensina

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Ó filha aprende, que a mamã ensina
A Fátima conta ao "Biografias Eróticas" como foi:

Olha confessionário somos só eu e a minha filha, Xana. O sacana do pai da minha filha abandonou-nos e deixou a responsabilidade toda às minhas costas, cuidar da Xana e educá-la. Tem sido muito difícil mas temos conseguido. 

A Xana é uma rapariga muito lutadora, dedica muito tempo ao estudo, quer ser importante quando for grande, e não sei se é bom ou se é mau, não sei bem a quem ela saiu, não a mim e nem ao pai, não se diverte, sai pouco com os amigos, acho que ainda é virgem, apesar de ter o Bernardo, um namorado que arranjou.

Eles têm ido lá pra casa, metem-se no quarto dela, não há confusão, nem ruídos estranhos, mas a cara dele diz tudo, andar com a Xana é uma desilusão, promete mas não cede, dá um beijinho, deixa tocar na mama, mas foder e abrir as pernas, isso não acontece não.
Imagem de Gerhard Gellinger por Pixabay
E meu deus, o Bernardo é um tesão, o miúdo anda aceso, se não fode a Xana, quer-me foder a mim, despede-se colado ao meu corpo, num "até amanhã dona Fátima", vejo-lhe o enchumaço nas calças, a pensar "se a Xana não quer, quero eu isto para mim".

"Então filha? o Bernardo anda triste", "oh mãe, ele quer-me comer, mas não sei como fazer", queixava-se ela, que não tinha aprendido nada, tinha medo por ser virgem, sem amigas que a ajudassem, disse-lhe logo a correr, "oh Xana não te preocupes, a mãe está aqui e ajuda, quando o Bernardo vier, chamas a mamã para ensinar".

No dia seguinte à noite, apareceu o Bernardo, tocou à porta e deixei-o entrar, a ele e ao seu cheiro a adrenalina, "olá dona Fátima", "só Fátima, Bernardo, por favor, sou uma rapariga nova como estás a ver", a obrigá-lo a olhar para o meu corpo, "Xana", gritei, e ao vê-la disse-lhe "não te esqueças do que te falei".

Foram para o quarto, passavam alguns minutos, apareceu a Xana, "oh, mãe, não sei o que fazer, o Bernardo quer-me foder", disse-lhe logo a ela "oh filha, a mamã ensina", diz ao Bernardo que vou entrar, para te ensinar a foder, ficas a olhar e fazes um esforço por aprender.

Entrei no quarto, estava o Bernardo nu, a brincar com o seu pau, rijo e grosso para o ar, despi-me logo em tesão, "filha, senta-te ali a ver a mamã a foder", o Bernardo a compreender, saiu-me a sorte grande, queres tu ver.

Agarrei o caralho do Bernardo com a mão, "filha vais ver agora a mamã a fazer um broche", pus-lhe a boca em cima, a apertar-lhe a cabecinha, os meus lábios a correr nele, de baixo para cima, punhetava-o e lambia-o com a língua, o Bernardo tombava para trás de olhos fechados, a mão dele afagava-me o clitóris, e eu dizia "Xana filha chega aqui perto, tás a ver, é assim que se faz um bom broche".

O Bernardo meio perdido, estava entregue a mim e à Xana, "vá, vê como se faz filha", a perguntar ao Bernardo, "sabes fazer um minete?", "sei dona Fátima, sei", saltou sobre mim, para as pernas que lhe abria, agarrou-me por baixo no rabo, com aquela língua marota, lambia-me o clitóris e os papos da minha cona.

"Ai filha que é tão bom", caía para trás com ela a ver, ciência que aprendia de me ver foder, o Bernardo tinha escola, um menino que sabia, gemia eu a contorcer-me, a Xana a ver o que o Bernardo fazia, dizia o miúdo satisfeito "ai Xana a tua mãe é tão boa".

Quase a vir-me doida, disse-lhe "Bernardo deixa-me ir para cima", subi nele a cavalgar, o caralho que enterrei, na minha cona até ao fundo, subia e descia a gemer, as minhas nádegas a flectir, sobre ele a doer, há tanto tempo que não fodia, bom que a Xana tinha namorado, para eu o comer.

Dizia-me a Xana "mãe tás a gostar?", "oh filha é tão bom, tens de experimentar, o Bernardo sabe-a toda, dá-lhe a cona que vais adorar", beijei o Bernardo na boca, ao ouvido dele a dizer "miúdo és tão bom, fode-me a valer".

Saí de cima dele e virei-lhe o rabo, e o Bernardo acanzanou-se em mim, "aprende filha, vê como é", o caralho grosso a enterrar, agarrava as minhas nádegas a abrir, a matraquear a minha cona sem parar, "oh mãe não te está a doer?", gemia eu sem parar "não filha não dá-me prazer, dá a cona para ver".

"Dona Fátima, posso ir-lhe ao cu?", "Podes filho podes", a Xana estava alerta, queria saber tudo de uma só vez, o Bernardo ia-me ao cu para ela ver, que sacrifício fazia eu, meu deus, só para ela aprender.

Soltei um "aiii" de dor, a Xana deu um salto, quando o Bernardo me penetrou, forçou-me o ânus duro, sem jeito ou saber, "aii Bernardo", disse-lhe, "ainda tens muito que aprender", continuava, tens de vir cá mais vezes, para eu te ensinar, não vás já ao cu à Xana, até tudo saberes.

Gemia eu e o Bernardo a arfar, "filha para teres mais prazer, massaja o clitóris quando te forem ao cu", o miúdo lutava para se aguentar, mas estremecia agora a gritar, "aiii dona Fátima, estou-me a vir", vem-te gemia a vir-me também.

Caídos na cama, perguntava a Xana "oh mamã quando ele enterrou no cu doeu muito?", "dói um bocadinho filha, mas depois passa, ao fim de um bocadinho, passas a gostar", dizia-lhe, depois das lições que der aqui ao Bernardo, vais ver que vais gostar de ele te ir ao cu.