BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Chamei doutor de gajas psicopatas com mania de domínio

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Chamei doutor de gajas psicopatas com mania de domínio
A Bertha contou ao BE como foi:

Foi o Doutor Manecas que me salvou a mim e ao meu marido. Melhor, recuperou-nos o mais importante na união entre duas pessoas, a cumplicidade, os segredos só nossos, a intimidade perdida. 

Não sei como aconteceu, ou como começou, mas a dada altura acho que comecei a infernizar o meu marido, ou homem, digamos assim. Controlava-lhe todos os passos, todas as decisões que tomava, onde ia ou deixava de ir, a contradizê-lo em tudo, preso por não ter e por ter cão, gritava com ele, chamava-lhe nomes, primeiro em casa e depois em qualquer lado, ameaçando-o de tudo e mais alguma coisa, explodindo à menor razão ou por razão nenhuma.

Eu e ele já não vamos para novos, os filhos já abandonaram o ninho, financeiramente temos tudo, e de repente, no que seria o melhor período das nossas vidas, com tempo para tudo e mais alguma coisa, comecei a infernizar-lhe a dele.

Não sei se por um qualquer desequilibro químico, ou por uma depressão inexplicável, estava doida, partia tudo, gritava e injuriava, "és um filho da puta, meu grande cabrão, e se eu for foder com outro?".

Não o sentia humilhado, reconheci isso depois, ele sempre em silêncio a sofrer, dizia-lhe que ele já não me fodia, os anos a passar, explicava-me ele "humilhas-me e queres que tenha tesão para te foder?, não sei o que fazer, estás doente".

E foi quando ele, um belo dia, me apareceu em casa com o Doutor Manecas. O Doutor era um miúdo a rondar o jovem, não mais que 30 anos, bem vestido e com ar professoral, psicólogo de dia, dominador de gajas doidas à noite, descobrira-o o meu marido por um colega do serviço, "se a tua mulher anda maluca, fala com o Doutor Manecas".

Mirei-o com curiosidade, "o que é que este miúdo musculado e bonito está aqui a fazer", "que brincadeira é esta?", pensava. O meu marido virou-se para mim e disse-me "pedi-lhe para vir para nos ajudar, dizem que faz milagres", "milagres, de quê?", perguntei.
"Milagres ao teu estado de humor e ao nosso relacionamento", respondeu ele. O Doutor Manecas estava em silêncio a avaliar-nos, até que disse "Bertha, ele disse-me que tem andado descompensada, e eu vou ajudar-vos nisso".

"Não sei o que o meu marido lhe disse, mas é melhor sair desta casa, ele não quer fazer nada", respondi-lhe, elevando a voz.

O Doutor Manecas de repente saltou do sofá, correu para mim, a pôr-me a tremer, com cara de que me fosse bater, "sua cabra, sua puta, cale-se, quem manda sou eu", apertou-me o pescoço por trás, "aí, no chão de gatas e calada, só fala quando eu mandar".

Olhei para o meu marido e vi que ficou surpreendido e assustado, se calhar do tratamento violento, "não abre a boca, quietinha, sua vaca passada", continuava a gritar.

Fiquei aterrorizada, pensei logo noutra coisa, que me fizesse mal a mim e ao meu marido, um esquema qualquer em que se tinha metido, a agora estávamos fodidos, tínhamos que reagir, mas como?.

"A partir de agora, enquanto aqui estiver, minha puta do caralho, és minha escrava, dou-te um ordem e fazes o que eu te mandar, estamos entendidos?". De gatas eu, como se fosse um animal, um cão, ou outro bicho qualquer, de cabeça apontada ao chão, dizia-lhe que sim, que sim.

O meu marido estava parvo, "grande cobarde, filho da puta", pensava eu, "como vamos sair desta, este cabrão borra-se de medo". Olhei para o Doutor Manecas a despir-se, um pénis imenso, grosso e já meio entesado, "que corpo lindo", olhei eu confusa, "vai violar-me", pensei.

Veio por trás de mim, "não olha, quem mandou olhar?", senti uma palmada no rabo, um castigo por ter virado a cabeça, "para a frente", quando senti uma espécie de saco preto de tecido a ser-me enfiado na cabeça, "vai-me matar", pensei, "socorro", gritei, "não grita sua doida maluca, ou leva mais, ninguém te faz mal", senti a voz grossa dele junto aos meus ouvidos a apertar-me o pescoço.

"Já te disse, eu mando e tu obedeces, certo?", a voz ressonante do Doutor Manecas, "sim obedeço", saiu a minha voz dentro do saco negro. 

Senti um cinto, uma coleira a ser-me apertada ao pescoço, "agora és minha, pertences-me, percebes", dizia o Doutor Manecas, "responde" continuava, "sim sou sua, eu obedeço".

Por trás, as mãos dele alçaram o meu vestido leve, e num gesto violento, senti as minhas cuecas a serem arrancadas, e semi-nua agora, imaginava à vista dele, o meu rabo e vagina disponíveis, não sei porquê, acho que por qualquer reacção psicológica interior, não tinha medo, só pensava no caralho dele que vira à pouco.

De repente, com os meus olhos no escuro, a minha respiração insuficiente, os sons envolventes distorcidos, uma sensação de queda, desde quando isto começara?, perdida no espaço e no tempo, senti o caralho dele a penetrar-me a cona, "ai, que me dói, ai, ai", gritei, num misto de dor e prazer, o meu marido sem me foder.

"Não grita, calada, tem de aguentar", puxava-me a coleira para trás, como cadela desembestada, a cavalgar-me a entrar e a sair, a esfregar-me as comissuras da cona, a martelar-me as nádegas, os quadris fortes dele, não sabia se chorava ou gozava, a minha vagina molhada, "ai, o que está a acontecer?", gritava, "calada, sua cadela".

"Tu aí, despe-me esta cadela, quero apertar-lhe as mamas", gritou o doutor Manecas para o meu marido. Partia-me a cona toda, "a tua mulher tem uma cona apertadinha, quero comer-lhe o cu também, diz que sim, diz que sim", ouvi o meu marido a dizer que sim. 

Senti-me nua, apertava-me as mamas, "ai", gritei de prazer, os meus mamilos puxados, o caralho dele a enterrar-se em mim, com força a bater, para dentro e para fora. 

"Vou comer o cu a esta cadela maluca", gritou o Doutor Manecas, quando senti o pénis dele a forçar-me o ânus, a lembrar-me do meu marido que nunca me fora ao cu, "toma, tens de aprender a obedecer, doida maluca", dizia ele já a abrir-me o rabo com o caralho dele.

"Ai, não que me dói tanto, não não", vieram-me as lágrimas aos olhos, "vá, tu excita esta doida, esfrega-lhe essa rata desordenada", o meu marido junto de mim, conhecia-lhe o cheiro e a respiração, "grande cabrão que me saíste", a dar-me um tesão enorme, toda encharcada em baixo, ao movimento da mão dele.

Acho que perdi por momentos a razão, como se saísse de um buraco profundo, ou do fundo do mar para a superfície, ar fresco nos meus pulmões, gemia desalmada e doida, com o Doutor Manecas a foder-me, o meu marido a excitar-me, o meu clitóris tremente, "merda, estou a vir-me, ai foda-se", a cair dormente.

Por momentos, via de novo, sem o saco preto na cabeça, olhava fulminando o meu marido, cúmplice na preparação e na execução, mas o que tinha acontecido?, "nós agora vamo-nos sentar aqui no sofá, a falar e a descansar, e tu ficas aí no chão caladinha como uma cadela", disse o Doutor Manecas.

Obedeci, sem abrir a boca. Obrigado Doutor Manecas.


(conto erótico cedido a https://biografiaseroticas.blogspot.com)

No colégio amantes em noite de lua de maio

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No colégio amantes em noite de lua de maio
Não tardaria muito. O ano de internato estava a chegar ao fim. Em breve, com os meus pais a fixarem-se em Lisboa, eu e a Bárbara abandonaríamos o internato, e se calhar aquele colégio. Adquiriram uma vinha e pomares perto da cidade, e dividiam-se com o Braz e a D. Sílvia nas explorações de Moçambique.

As férias de verão chegariam de repente, de dia o calor já era intenso, noites cálidas de fim de primavera, o Fragoso, meu amigo daquele ano, regressaria a casa, ou como lhe chamava, ao "seu pequeno inferno", para voltar no ano seguinte. 

Quase como despedida, talvez apenas um até breve, fugimos do colégio, já noite dentro, para como sempre, andarmos à deriva, umas vezes com norte, outras vezes não tanto, a explorarmos coisas, tudo o que encontrássemos, o mais exótico possível. O Fragoso perguntava-me muito pela Bárbara, se a podíamos ir buscar, apesar de lhe dizer que ela agora tinha uma amiga, pelo que sabia, especial, isto para não lhe dizer outra coisa, que ela não estava ao alcance dele, ainda que muito nova, muito sabida e atenta, e ele, infeliz e coitado, limitado de compreensão.

Os filhos dos ricos recebem muito dos pais, dinheiro não só, mas entendimento e cultura, oportunidades que resolvem o futuro, mas o Fragoso era só ele, ele, a escola e os amigos, por isso gostava tanto da Bárbara, do simples contacto dela, pelas suas palavras e ideias, inteligência e muito mais, fazendo-o ver.

Percorremos a noite, já desusada em alguns casos, parecia sempre a mesma, copos e ruído, gajas e gajos, muitos com pouco ou nenhum propósito, e regressámos cansados ao colégio já noite avançada. Saltámos o muro, correndo pelos claustros silenciosos, só ruído dos nossos passos e riso, também de árvores e vento, a lua a vigiar-nos de cima, até que entrámos no bloco dos nossos quartos.

Estávamos sozinhos, só eu e o Fragoso, até o Bucha se fora embora, com padres lá ao fundo, no seu sono despreocupado, o colégio era nosso, e zonzos, corremos para os chuveiros, para tomar um duche. 

Nus, tomávamos banho, a contar as peripécias da noite, o gajo que nos mandou umas bocas, por estarmos a galar a gaja dele, a puta que nos chamou, fazendo desconto por dois, quando, sem sentido ou talvez todo, me aproximei do Fragoso, encostei-me ao corpo dele, e beijei-o na face. 

Senti-o reagir, não com repulsa ou rejeição, mas qualquer coisa parecida com surpresa. 

O Fragoso ia regularmente ao cu do padre Alberico, comia o do Buchinha também, já o vira a comer o cu do Tino, sentia um desejo frequente por me dar a ele, mas eu era o limite, o amigo inviolável, o que sai à noite, o que aparece, o que é só amigo, o que conta para as histórias da vida, o companheiro de ida às gajas, o irmão da Bárbara, não o rabo, como os outros, que quer que lhe vão ao cu.

Correu-me nos sentidos a ideia do homem pronto para fazer com a amante o que rejeita fazer com a mulher. Põe o caralho na boca da amante, vai-lhe ao cu, faz-lhe um minete, fode-a por cima e por baixo, mas a mulher, a casada, a cônjuge, essa, carrega as grilhetas do casamento, ai dela se quer ser puta, ai dela querer que lhe vá ao cu, num pedestal de virgindade e pureza, numa burka social. 

Com os gestos dele senti-me a mulher, quando queria ser puta.

A água corria-nos nos corpos, o silêncio de segundos, a luz mortiça do balneário a tentar combater a luz leitosa da lua, banhando o espaço todo, esverdeando-o com cor de absinto,  aquele verde translúcido, puxei-o para mim, passei-lhe a mão pelo pénis, "eu quero, sempre quis", disse, mais pequeno que ele, mais frágil e franzino, mais miúdo, menos homem, as gotas na minha boca.

"Anda, vamos para o meu quarto", levei-o quase pela mão, uma resistência frágil mas perceptível, o querer dizer não, em cima de uma vontade de sim, entrámos, deitámo-nos na cama como amantes, sem pressas, falas mansas, a luz da lua a inundar o quarto e os nossos corpos ainda molhados.

"A Bárbara sabe?", perguntou, "O quê?", "Que gostas de levar no cu", respondeu. Surpreendia-me a pergunta. Ele sabia que o Padre Estefânio já me fora ao cu, também o Padre Rafael quando o Tino se chibou, só se havia diferença para ele no gostar ou fazer por conveniência.

"Ela sabe que eu gosto, ela sabe tudo de mim, até que gostava de pedir-te para fazeres amor comigo", respondi-lhe. As palavras já iam longas, mais perto dele, colados os nossos corpos, procurei a boca dele e beijei-o. Era uma coisa nova para o Fragoso, beijar na boca um homem, mesmo quando já enrabara muitos.

Para ele, era abrir e espetar. Comigo parecia diferente. Retribuiu os meus beijos, pequeninos e doces, como se fosse eu a Bárbara, a puxar-me contra ele, a correr o meu corpo com as mãos e eu o dele, os nossos pénis tesos e juntos, a encontrarem-se como dois bons amigos, a unirem-se também eles.

Dobrei-me, desci sobre o corpo dele, com um fim único, dar prazer ao meu amigo, a mamá-lo forte, perdido por um perdido por todos, o caralho, os colhões, a minha língua entumescida, a lambê-los todos, queria-o rijo e duro, esquecido e desnorteado, a comer-me o cu.

Puxou-me para si, deitado sobre o meu peito, a olhar-me apaixonado, a sentir-me como mulher, levantou-me uma das pernas, a flectir presa no tronco dele, e penetrou-me o ânus. Sentia-o a entrar em mim, com os nossos lábios unidos, uma experiência de amor, confusão e deleite, imaginara-o assim?, não sei, se calhar sim, a comer-me o rabo lento, sem mágoa, sem dor, o meu ânus todo aberto, o caralho dele a escorregar por mim.

O tempo parara, a dimensão espacial abandonara-nos, apenas a lua e os nossos corpos, o silêncio instalado, entrecortado por gemidos de prazer, rodeava-lhe as nádegas com as minhas mãos, a ajudá-lo a penetrar-me mais fundo, queria-o todo meu amigo, sinto-o a estremecer e a vir-se, prazer dado sem remorso.

O meu advogado quer trans

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O meu advogado quer trans

Tinha acontecido, numa das minhas idas ao ginásio, meio telecomandado pela minha mulher Ângela, "vai, faz-te bem, estás a precisar de descarregar". Conheci o Tomás, um miúdo advogado, do escritório no andar de cima do meu, e fui-lhe ao cu. 

Foi um prémio de esforço de tanto treino, encontrava-o muitas vezes nos elevadores, fazíamos olhinhos um ao outro, parecia predestinado encontrarmo-nos na sauna, um corpo simples, belo e irresistível, o suor a escorrer por nós, na mesma medida do nosso desejo.

Encontrámo-nos depois num hotel barato, uma escapadinha entre exigências de outra vida, deitados lânguidamente nus, a apreciar o calor ameno da tarde, a foder e a falar, sem compromissos ou obrigações, só o tempo preso a correr num espaço infinito, como se não houvesse mundo consciente, apenas aquele momento.

Ouço-o a dizer-me "Leo, tenho uma fantasia que não me larga a cabeça", "o quê?", perguntei. "Gostava que um travesti me viesse ao cu", respondeu-me. Olhei para a cara do miúdo, achei estranho, apesar de mais jovem do que homem, sempre achei que as maneiras dele, o modo simples e livre como me ofereceu o cu, já era para ter tido essa experiência.

Não sei, se calhar é por aí que muitos começam, uma investida desordenada, um desejo antigo que acalentam, e um belo dia, que se foda, vou ligar a um desses travestis para me comer o cu. E lá vão, e nunca mais desistem, como um vicio que se instala.

Não que fosse o meu caso, já tinha sido enrabado por um travesti, uma coisa até muito louca, mas começar começar, foi o Bernardo, um irmão mais velho do meu amigo, que me desflorou. Depois nunca mais parei de foder, e mais miúdo então, era estalar os dedos, para ter um caralho a comer-me o cu.

Disse-lhe, "então, Tomás, se quiseres é só marcarmos, gostava de ver isso". "eu tenho o contacto, um cliente, ou uma cliente, que me apareceu no escritório", respondeu. Então contou-me, um travesti apareceu no escritório para consultar um advogado. Dinheiro não lhe faltava, queria o melhor, e os colegas do escritório, num gozo de machões pequenos e idiotas, entregaram-lhe a cliente.

Parece que o meu advogadozinho quando ela entrou ficou siderado. Disse-me que antes mesmo de falar com ela, com a voz a tremer-lhe, sentiu um tesão enorme, de estar e foder com ela, com o ânus a tremer e a abrir, de desejo intenso por ela. 

Era brasileira, procurava conselho para qualquer coisa, aceitou-o como sendo o melhor, contra o preconceito e ironia dos outros, sentando-o voluptuosa numa cadeira, as pernas grossas traçadas à vista, uns seios reais vistosos e rijos, um rabo firme de homem experiente, uma voz rouca inflamante.

Era um risco muito grande, o meu amante de momento contactou a travesti Carla, conhecia-a e gostei logo dela, um interior profundo, assente numa alma dorida, um corpo magnifico, como uma escultura trabalhada, meio pronta meio acabada, forte no seu todo,  cabelos negros de azeviche compridos, coxas firmes ondeadas como mulher, mamas fartas, mamilos espetados como uma fonte, um pénis negro e grosso, uns olhos de saber feito.

Tombado sobre um colchão, eu via e o Tomás gozava. Nu, lado a lado com a Carla, mamava-lhe o caralho, a instruções dela "meu querido, gostei de si", "a Carlinha quer fazê-lo feliz", a gingar as ancas, a forçar o pénis na boca dele, "menino como você gosta?". 

Via o Tomás a olhar nos meus olhos, deliciado com o caralho na boca, a sentir por ele o seu prazer, queria mamá-lo também, mas era o momento dele, a ver-me vê-lo a foder. O pénis da Carla, negro como um tição, indefinido à cor da sua dona, estava teso e rijo, assustador pelo tamanho, desejado pela promessa de dor e prazer.

A Carla passou lubrificante no pénis e pelo ânus pequenino do Tomás, como se não existisse tempo, lentamente e doce com os dedos pelo cu, apontou-lhe aquela coisa imensa, a abrir-lhe as nádegas franzinas e brancas, como se partisse um pêssego, macio e pronto, partido ao meio pra ser comido, com o caralho a entrar, a escorregar pelo cu do Tomás, "ai, ai, dói-me tanto", "já passa meu amor", dizia a Carla.

O meu advogado tinha lágrimas nos olhos, não sei se de dor se de prazer, a Carla de joelhos, articulações e tendões à vista, molas retesadas em pernas esticadas, enterrou o caralho todo no cu do Tomás, e começou a martelá-lo com dureza. Não queria magoá-lo, queria satisfazê-lo, deixá-lo sem dúvidas, um serviço bem feito, o mesmo que esperava dele, cada um com o seu saber.

De lado, cabeça tombada sobre si, ao som dos quadris da Carla a baterem nas nádegas do Tomás, ele olhava-me a ver-me a vê-lo ser comido, com um caralho preto, grande e grosso, numa memória inesquecível, o rabo espetado ao alto, as plantas dos pés como testemunhas, âncoras a segurar-se, no arremedo de um caralho, a comer-lhe o rabo, sem parar, a entrar e a sair.

Sentia um forte tesão ao vê-los, com o meu caralho na mão a bater uma punheta, o Tomás excitava-se no seu, manipulava-o a atrasar, que o prazer se prolongasse sem prazo, até que não aguentámos mais e nos viemos juntos e dormentes.

Tango viu filme pornográfico no cinema

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Tango viu filme pornográfico no cinema
Não era o meu hábito. Podia ver em casa, no computador, onde quisesse, mas um dia, aborrecido na cidade, tive a curiosidade de ir a um daqueles cinemas que só passam filmes pornográficos sem parar. Nem era pelo filme, que nem me lembro o nome, só me lembro que era um filme gay, de homens e rapazes a comerem-se uns aos outros.


Queria era ver a fauna, quem lá ia, sem ser eu, à procura de qualquer coisa que já tinha ouvido, de gajos a masturbarem-se, a mostrar os caralhos ao mesmo tempo que viam o filme.

Acho que se lá entrei foi porque inconscientemente me excitava vê-los a bater punhetas na sala de cinema, às escondidas dos outros, ou se calhar mesmo, porque também queria fazer o mesmo.

Quando entrei na sala, no escuro, só a luz da tela com um maduro a ir ao cu de um mais jovem, vi logo que os que lá estavam eram só homens, de todas as idades, miúdos, mais e menos jovens, e maduros.

Sentei-me perto de um maduro aí dos seus 55 anos, cabelos a quererem ser brancos, a três ou quatro cadeiras de distância da minha. A meio do filme reparei que olhava para mim com o caralho teso na mão, a afagá-lo de baixo para cima, como que a perguntar "gostas?, está rijo?".

Ao vê-lo a olhar para mim com o caralho na mão, a abaná-lo para demonstrar o tamanho e rigidez, aquilo deu-me um tesão enorme no meu pénis e no ânus. 

O caralho dele era grande e grosso, e deu-me logo o desejo de querer e pensar que me viesse ao cu. Acho que era isso que procurava, um engate em qualquer lado, por causa de um desejo antigo de ter uma experiência de um homem a vir-me ao cu.

Queria provar como era, se sabia se gostava, e ali estava um homem a oferecer-se para me dar essa experiência. Estavam poucas pessoas na sala, e ele compreendendo os meus pensamentos e olhares pediu-me para ir para perto dele. 

Não sei se hesitei, tinha medo de uma coisa nova para mim e tão grave e importante, que sentia que poderia nunca mais ser o mesmo, mas fui ter com ele.

Pousou a mão nas minhas calças à procura do meu pénis, ao mesmo tempo que puxou a minha mão para lhe agarrar no caralho. Fui friccionando o pénis dele de baixo para cima, recostado na cadeira a apreciar de olhos fechados, ao som dos gemidos do filme, a punheta que lhe fazia.

Perguntou-me baixinho ao ouvido "queres vir comigo até à casa de banho?". Eu fui, era como se não tivesse nada a perder, encontrámos os lavados cheios de gajos a comerem o cu uns aos outros, a gemerem e a virem-se quase em comunhão, sem desacerto ou vergonha.

Entrámos para uma cabine, ele pediu-me para baixar as calças, como sabendo que queria que me viesse ao cu, e nas minhas costas, encostou-se a mim, e começou a penetrar-me.

Doeu-me forte como se estivesse a tirar-me a virgindade, batia no meu ânus, leve e muitas vezes, com a ponta do caralho, até que escorregou todo pelo meu cu.

Agarrou-me no pescoço, como que a pôr-me em sentido, de pernas abertas, cabeça baixa, a comer-me com rapidez e força o cu.

Batia uma punheta para me vir, na mesma aceleração dele, sentindo-o a vir-se fora de mim.

A amiga lésbica do colégio da minha irmã Bárbara

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A amiga lésbica do colégio da minha irmã Bárbara
Eu fui para o colégio interno de rapazes e a Bárbara, minha irmã mais nova, foi para o colégio interno só para raparigas. Não estávamos assim tão longe um do outro, e nas nossas escapadelas, minha e do Fragoso, algumas vezes fomos ter com ela. 

Acho que o Fragoso ficou apaixonado por ela, não sei se pelo corpo, pela maneira de ser, mas alguma coisa na Bárbara tocou-lhe. O Fragoso agia por impulsos como um animal acossado e não estava habituado a governar a liberdade, e a Bárbara era especialista nisso. 

Para além de inteligência e perspicácia, a Bárbara tinha uma consciência da realidade que lhe permitia ser o que quisesse sem ter que agradar a ninguém. Se por alguma razão o Fragoso a comesse não seria por ele a conquistar, ou qualquer outro sentimento desconhecido, mas porque ela o quis, e sendo o Fragoso quem é, talvez para lhe dar um presente por ser meu amigo. 

Contou-me a Bárbara que o colégio das meninas não era muito diferente do dos rapazes. Umas quantas alunas, quase sempre as mais problemáticas e malucas, sem visitas dos pais, nem ida a casa na maioria dos fins-de-semana, e durante o dia e a noite, umas quantas freiras mais novas a vigiá-las.

Pensei que a Bárbara mal chegou ao internato, alunas ou freiras, todas se interessaram por ela. O cabelo louro acastanhado fulminante, o corpo preciso e perfeito como a escultura de uma deusa, o brilho dos olhos, o estar tranquilo, a segurança interior, faziam dê-la tema de conversa, objecto adorado e temido ao mesmo tempo.

Apesar de mais nova do que eu, eu e ela tínhamos a nossa história, a Bárbara tinha muitas experiências e capacidade para as absorver, potenciar e transformar em conhecimento aplicado.

Apaixonou-se, não no sentido próprio da palavra, mas pela curiosidade por uma miúda meio gótica, meio diferente, meio indesejada, totalmente problemática, chamada Miranda. Se ninguém a queria, então era certo, queria-a a Bárbara. 
Não aquela ideia de protecção dos mais frágeis, dos patinhos feios, mas da sua guerra pessoal contra o preconceito, a estupidez de só querer conhecer a superfície, sem saber, ou desejar conhecer o mais profundo.

Tanto quanto me contou, a Miranda era uma miúda revoltada, contra os pais, contra as freiras, enfim contra tudo o que mexesse e suscitasse alguma discussão ou controvérsia mesmo que aos olhos de todos fosse inexistente.

A Bárbara foi começando a conhecê-la e não faltou muito para passarem tempo juntas no dormitório, no quarto de uma ou da outra, ou no interior do colégio. Admiravam-se uma à outra, os seus corpos nus, os gracejos imaginados sobre colegas ou freiras, se uma bebia, se fodiam com o padre, se alguma vez o tinham feito, contando uma à outra os seus segredos mais íntimos.

Naquele dia a Bárbara contou que já tinha feito amor com raparigas, contando-lhe a Marisa que também ela o tinha feito. Foi como se abrisse o cadeado que fechava a porta proibida do desejo. A Marina aproximou-se procurou a boca da Bárbara e beijaram-se lânguidamente. 

As línguas procuraram-se e cruzaram-se, presas nos lábios grossos unidos das duas. Conta-me que a Marisa tem um corpo também ele fenomenal. Os cabelos ruivos, a cara sarapintada de sardas, as mamas tesas e leitosas, as ancas fortes e musculadas, o rabo generoso e rijo, uma beleza céltica sem controle, com o diabo à solta dentro dela.

A Bárbara beijou-lhe o corpo, correndo a língua pelos mamilos, ventre e umbigo, beijando-lhe os lábios húmidos da cona, com a Marisa a contorcer-se de prazer sublime, ancas abertas, joelhos situados, a mão na cabeça da Bárbara a exigir pressão para lhe entrar pela vagina a dentro.

Trocavam de posições, a Marisa desceu pelo corpo costas da Bárbara beijando-lhe o rabo, afagando-o com uma mão, os dedos no ânus dela, a chupar-lhe o clitóris rosado e perfeito dela. Gemiam doidas, unindo os corpos como amantes, esfregando as vaginas numa da outra, os dedos delas a masturbarem-se próximas, amigas unidas para sempre pelo amor, a virem-se em silêncio e deleito, gemidos breves e comuns, sorrisos trocados de desejo contínuo.

O seminarista da noite

21:57 0
O seminarista da noite
No tempo que passei no internato o Padre Alberico não aparecia muito. Procurava mais o  Fragoso, pensava eu, o próprio Padre Estefânio, e talvez outros que desconhecia. Já tinha sido visitado pelo Padre Estefânio, que me passou as mãos pelas pernas e pelo pénis, e depois, lá me pediu, com jeitinho, para me ir ao cu.

O Buchinha e o Fragoso já me tinham dito que o Padre Alberico era mais de querer que lhe fossem ao cu, e por isso, já o esperava preparado, como esperava pelo Padre Estefânio quando ia ao meu quarto, ou pelo Buchinha, altas horas da noite, procurava a minha cama.

Naquela noite, na penumbra, senti o Alberico a entrar no meu quarto, e como fazem questão, sentou-se na minha cama e perguntou-me como estava. 

Levantei os cobertores, e nu, com o pénis teso e preparado para ele, disse-lhe "estou assim". Acho que se riu, e sem perder tempo, tirou o hábito e todo nu, apropriou-se do meu caralho e começou a mamá-lo.



A noite estava quente, e um luar caia sobre os nossos corpos, mais do padre Alberico. Surpreendeu-me a nudez dele, o rabo em forma de pera, a pele luzidia e branca, um corpo franzino de fêmea, a voz, a boca, as maneiras, o pescoço, a face, o sorriso, o cabelo, ainda muito jovem, toda uma luz interior que lhe corria no corpo, fazendo dele uma mulher.

Contou-me que fora muito miúdo para o seminário e que passado algum tempo, o Padre que dirigia o local, bastante mais velho do que ele, o tomou debaixo da sua asa, sendo seu protegido, ao ponto de dormir com ele todas as noites como se fosse sua mulher. Que outras vezes, por inveja ou despeito, tinha sido enrabado por outros colegas seminaristas.

Contou-me ainda que quando foi para o Colégio, o padre Rafael o chamou ao seu quarto, e que, por algum tempo, se prestou a ser mulher dele, mas de tão repugnante que ele era, deixou de o fazer, arranjando outros para o satisfazer. Que muitas vezes também se deitava com o Padre Estefânio, não por querer seu, mas dele, evitando dar-se ao mesmo.

Não mencionou o Fragoso, mas eu sabia, e ele sabia que eu sabia, que sempre que o Fragoso precisava de alguma coisa, era ao Alberico que pedia, dando-lhe em troca uma foda. Aí contara-me o Fragoso que muitas vezes foi ao quarto do Alberico na outra ala, limitando-se a levantar o hábito, e o Fragoso ali rápido a ir-lhe ao cu.

O Padre Alberico há mais de meia hora que me mamava no caralho. Fazia-o sem pressa a aproveitar o momento, lambendo e conversando, eu olhando para o corpo dele sinuoso e redondo como o de uma mulher, a aumentar-se-me o desejo cada vez mais intenso de o comer.

Subiu sobre o meu corpo, procurou a minha boca que lhe dei, beijou-me a barriga, o peito e os mamilos, como se fosse meu apaixonado, até que se sentou em mim, e apontou o meu caralho ao ânus, e deixou-se leve penetrar. Corria-lhe com as minhas mãos o corpo todo, as nádegas macias, o rabo em pera, as costas lisas, o pescoço, sentia aquela electricidade feminina que lhe incendiava o corpo.

As nádegas dele moviam-se harmoniosos, a descer sobre o meu caralho, as nossas bocas e línguas unidas, o Padre Alberico a gemer aos meus ouvidos, à penetração do meu pénis no ânus apertado dele, os mamilos fortes dele espetados no meu peito, sendo ele uma mulher, insistente e caprichosa, a querer ser fodida daquela maneira, a ser dona do momento.

A mão dele movia-se entre nós, a manipular o próprio pénis, em busca de mais prazer ainda, levantava-se e arqueava-se para cima, com as ancas em perfeita sintonia, a movimentar-se ao som de uma música desconhecida, compreendida por ambos, a descer cada vez mais, a penetrar-se fundo.

Puxava o corpo dele para mim, agarrava-lhe nas nádegas para o acelerar, queria fodê-lo totalmente, sentir aquele corpo feminino agarrado ao meu, até que gemi de prazer e orgasmo, a vir-me todo dentro dele, e ele a vir-se todo sobre mim.

No colégio interno rapazes nus no chuveiro

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No colégio interno rapazes nus no chuveiro
O Fragoso andava como eu furioso com o Tino Queixinhas. O Tino era como nós aluno internado do colégio interno com direito a todas as mordomias por ter papás ricos, mas por qualquer razão pequena era o chibo do Padre Rafael. Sempre que um de nós fazia qualquer coisa, nem se queixava aos supervisores da noite, os Padres Estefânio e Alberico, ia logo fazer queixinhas ao director, o Padre Rafael.

Tínhamos, eu e o Fragoso, fugido do colégio no fim-de-semana para ir para a discoteca e para os copos. Como sempre, com o acordo dos Padres Estefânio e Alberico, regressávamos noite alta, sem ninguém dar nada por isso. Nos fins-de-semana então quase todos os internados iam para casa, enquanto nós, eu por impossibilidade dos meus pais, o Fragoso, por indiferença dos pais dele, ficávamos no colégio.
O Tino chibou-se ao Padre Rafael, deixou mal os Padres paneleiros Estefânio e Alberico, fez com que fossemos castigados, e a mim, com que fosse ainda enrabado pelo porco do Padre Rafael.

Eu e o Fragoso queríamos vingança. Sabíamos que tinha de haver qualquer coisa entre o Tino e o Padre Rafael. O Tino estava no segundo ano de internato, miúdo franzino, magro, branquinho, menino da mamã, mesmo com aquele corpinho e idade de que o Padre Rafael gostava. Já o tínhamos visto a regressar da ala da residência dos padres, sempre meio escondido e comprometido, com aquela cara de que acabava de ter levado no cu.

Só podia ser, o Padre Rafael aproveitara-se das fragilidades do Tino, carente, miúdo, desquerido pelos outros, tinha-o sobre a sua asa, fazia dele um chibo, para saber de tudo, satisfazia ainda os seus desejos lúgubres, e comia-lhe o cu.

Apanhámos o Tino no chuveiro comum, quando passava por nós, em passo acelerado, não sei se envergonhado com a sua fraqueza, teria ele alguma culpa?, nu a tomar banho. O Fragoso aproximou-se por trás, deu-lhe uma forte palmada no rabo, fez fugir todos os que ali estavam, nus a correr em risota parecendo meninas.

Mais à distância, ouço o Fragoso dizer ao Tino "não olhes para mim, não quero ver a tua cara, vira-te para a parede", com um aceno, o Tino cauteloso e com medo, quase a chorar, a pedir desculpa, "eu disse sem querer", encostou-se dócil à parede, por trás dele a sentir-lhe o bafo, o Fragoso, despiu-se, a fazer-se de mais mau do que era "apetece-me tomar banho também".

Ouço o Fragoso num sussurro só nosso "então Tino conta-nos lá, o Padre Rafael anda a papar-te?", ao ouvido do Tino, encostado nu nas costas dele, o caralho teso a acariciar-lhe as nádegas e o rabo, num movimento continuo a roçar nele, "sim anda", a voz sumida do Tino, "e como é que acontece?", "quando lhe apetece, mas quase sempre à noite", "e alguém sabe", perguntava-lhe o Fragoso, "o Estefânio ou o Alberico às vezes levam-me lá ou vêm-me chamar".

"E porque é que nos denunciaste?", "Tenho medo dele que me castigue, não sei", dizia lamentando-se o Tino, vejo o Fragoso passar-lhe a mão e os dedos pelo ânus, abre-lhe as nádegas com a cabeça do pénis, a enrolar-se no Tino como uma cobra, lentamente e em silêncio, "sabes que é feio? não devias fazer isso, podias mentir", sempre ao ouvido dele.

O Fragoso penetra-o agora em pé ao chuveiro comigo a assistir, "é feio Tino", entrava-lhe o caralho no cu, até ao fundo, o Tino a arquear-se para trás, nos lábios um brilho de gozo, o Fragoso a comê-lo duro, a partir-lhe o rabo todo, quase a levantá-lo no ar, eu a pensar "se não hoje também quero comer este cu", o caralho a sair e a entrar, no rabo pequeno do Tino, agarrado à parede como um prisioneiro.

Entra-me na boca o cheiro do vapor quente, o Fragoso imparável a comer o cu do Tino, os braços dele esticados à parede, pernas abertas e cu alçado, nunca visto o Fragoso em acção, "belo caralho dele", pensava também eu, "não sei como fazer para me comer", batia uma punheta ao movimento deles, a vir-me todo junto com o Fragoso e o Tino.