BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Sexo na piscina com o homem mais velho

18:05 0
Sexo na piscina com o homem mais velho
Ainda estamos acampados e passaram alguns dias em que eu e o meu amigo Bruno fizemos sexo. 

Naquele primeiro dia, como uma coisa querida, fui ao cu do Bruno. Uma tenda quente, os nossos corpos queimados do sol e do mar, o nosso cheiro, a nossa juventude e desejo, algum álcool à mistura, fizera acontecer uma coisa há muito desejada por ambos.

Tínhamos adormecido e acordado sem palavras. Trocávamos olhares de vergonha e pecado, riamos como crianças, mas no Bruno reconhecia-lhe consciência assaltada, mal resolvida.

Debatia-se com o dilema de ser ou ser visto por si e pelos outros, como um paneleiro, um rôto.

Conhecera a realização de um desejo, mas lá dentro perguntava-se, tinha passado um limite sem retorno. 

O circulo dos nossos amigos, todos hetero reprimidos, as bocas machistas, os maneirismos, tudo isso estava prejudicado, afinal tinha-me dado o cu.

Esperávamos amigos para acampar juntos, e pensava ele, o que seria se sentissem ou vissem alguma coisa nova nele depois de me ter dado o cu. Teria mudado, era o mesmo, está bem que já lhe tinham ido ao cu, um primo, mas isso era coisa antiga.


Fomos para uma praia de nudistas, onde encontrámos os pais das dinamarquesas, a Alicia e o Peter, e estendidos ao sol, só com a roupa que Deus nos deu, o Bruno sussurrava-me ao ouvido, "Leo, ninguém pode saber o que aconteceu. Tenho medo, sabes. Não quero que digam ou pensem que sou paneleiro, porque não sou. Não sei como isto aconteceu, estávamos bêbados."

Eu ouvia-o, dizia-lhe que não se preocupasse, agisse como sempre, ninguém repararia em nada, olhava para a Alicia e o Peter, os seus corpos adultos, totalmente nus.

A Alicia com uma vagina rosada, uma púbis aparada, umas mamas e um rabo divinos quando se levantava e ia ao mar. Não parava de a olhar quando ia e vinha, sem rodeios, sem discrição, nos olhos dela.

O Peter com um pénis volumoso como ela o meu centro de atenções, que via por vezes ou caído ou teso, conforme se encostava a ela ou nos olhava.

Levantava-me para ir ao mar e notava no regresso a Alicia e um desejo escondido,  um sorriso correspondido a mirar o meu corpo, o meu rabo e o meu pénis.

Estranhamente, o Peter abordava o Bruno junto ao mar a mirar-lhe o rabo empinado quando regressava à toalha, com aquele olhar de desejo proibido notado no seu pénis rijo.

Perguntei-lhe, "o que é que ele te disse?", "que fossemos ao bungalow se quiséssemos ir". respondeu. "Acho que ele tá maluco com o teu cu", disse. "Acho que sim, não escondeu nada", "achas que lhe devo dar o cu?", perguntou-me.

Ri-me, ainda há pouco o Bruno tinha paranóia que os amigos soubesse. Respondi "Se quiseres, olha para ele e para o teu rabo, oferece-lho, já via que a Alicia aprova".

Sentia que ambos tinham tesão por nós, e lia-lhes nos olhos o convite e a vontade crescente e urgente de nos quererem ao pé.

Regressávamos à tenda pela tarde, o Bruno abria-se para mim, esquecia os conflitos de consciência, o seu ânus tremente, o calor dos nossos corpos, e ia-lhe novamente ao cu.

Na piscina onde caíamos depois, indolentes, cansados, com o Bruno a dormitar ao sol, foi aí que conheci o boi. O boi era casado, pai de filhos, um à espera na barriga de uma gorda grávida.

Pela tarde, regressávamos à piscina onde o via de volta da mulher e a brincar com os dois filhos.

Mirava-o, ao principio discretamente, saltando-me aos meus olhos o corpo peludo, e um volume apertado nuns calções cueca, grande e generoso.

Olhava-o a sair da água a escorrer água pelos pelos do corpo, com aquele ar misturado de modesto empresário e antigo recluso, provocava-o, as minhas pernas abertas a entesar o meu pénis por dentro do calção.

Encontravam-se os nossos olhos, procurados por ele muitas vezes, quando esfregava os meus dedos no ânus, a dizer-lhe sem remorsos ou meias medidas, "Vem, come-me o rabo, com esse teu pénis grande e peludo".

Naquele dia, eu e o Bruno fomos cedo para a piscina. Chegavam à noite ou pela manhã os nossos amigos e  com eles vinha a meu amigo Zé Martelo, quem eu tentava desviar sem sofrer os terrores de me chamaram paneleiro.

O boi chegou e via-lhes nos olhos o desejo aumentado de me comer, uma certa alegria de me ver, um fogo ardente a queimar-lhes as virilhas a que não consegue fugir . 

Negligenciava agora os filhos e a mulher,  eu sentado na cadeira longa, ele na água à beira da piscina, abria-lhes as pernas, acocoradas ao meu peito, como mulher a excitar a vagina, acariciava o meu ânus pela perna dos calções.

O boi não tirava os olhos de mim, movia as minhas ancas, as minhas nádegas, em momentos sem respiração, abrindo-me todo, a falar com ele, pelos olhos e pela boca, "vem vem o meu cu está cheio de tesão"

De relance a gorda grávida olhava para mim, conhecia o marido que tinha, chamava-o com a certeza sem surpresa de que ele gostava de ir ao cu de miúdos mais novos, e não seria ela conformada a impedi-lo.

O boi saia da água com o pau feito, a atravessá-lo lado a lado, a tentar escondê-lo da mulher gorda, em que o culpado era eu.

Resignada, quisesse eu dar-lhe o cu, ele pronto para me foder, um acordo deles que compreendia, hábitos antigos de homem duro, de mulher sem voz ou decisão, abandonou a piscina levando a barriga e os filhos, com a certeza de que o tesão dele não era por ela mas por mim.

Estava o sol a pino, a piscina quase vazia, o Boi aproximou-se mim, sorrateiro, sentou-se ao meu lado, olhando quem o rodeava, e disse-me "é isto que queres?"

O pénis grosso que lhe saía pela perna dos calções, ali entalado pelo elástico, num sussurro só nosso, quase juntos, agarrei-lho com a mão, manipulando-o para baixo e para cima, disse-lhe "é, sim".

Gostavas de me comer?, perguntei-lhe. Não sei se ele tinha vergonha de ser muito peludo, no peito, nas pernas, nas costas, mas desejava-o por aquele ar de homem mau e violento, de corpo de cultura física caseira, com um caralho grande e grosso entre as pernas.

O Bruno dormitava, não queria saber, daqui a pouco vinham os outros, a sua preocupação, um actor desde que lhe fora ao cu e o medo latente de ser descoberto paneleiro, não por si que sempre soube sê-lo, mas pelo que os outros pudessem dizer.

O Boi perguntou, "para onde podemos ir?". "Vamos para a minha tenda, vem atrás de mim", disse.

Na nossa tenda, cruzei-me com os olhos da Alicia, entrava ele, ela com aquela certeza, pelos olhares para a vagina dela e o pénis do marido, um homem como o Boi com o dobro da minha idade, já sabia o que ia acontecer.

Nus, senti-lhe o cheiro intenso de testosterona, o caralho teso,  a manta de pelos pelo corpo todo, agarrei-o, apertei-o com a boca e os lábios e comecei a mamá-lo.

Suávamos intensamente, um calor intenso, senti-lhe a mão no meu rabo, a acariciar-me o ânus, a dar-me palmadas leves nas nádegas a abrir-me o cu para o receber.

Deitou-me peito com peito como se fodesse a mulher, levantou-me as pernas, inclinou-as para trás, e senti o pénis duro a forçar-me o ânus a abri-lo a escorregar em mim,  até ao fundo.

Sem cuidado senti dor, o Boi parecia urgente agarrava-me todo, pelo rabo, pelos braços, pelo corpo, sem lhe poder fugir, dava-me palmadas nas nádegas, a enterrar-mo todo, num impulso violento, de músculos coxas e ancas, a entrar em mim, um matraquear imparável.

Subi para cima dele, apertou-me o rabo, como se esmagasse uma fruta, as mãos grandes  a puxar-me para si, a apertar-me, os seus dentes a morder-me os ombros, o caralho por baixo a penetrar-me, queria gritar de dor, a castigar-me por ser mau.

Virou-me violento, queria fugir, desferiu-me uma chapada, agarrou-me pernas e braços, enterrou-me  o caralho grosso num impulso bruto e violento,  os seus dentes cravados nas minhas costas, o braço peludo a rodear-me a garganta, a asfixiar-me, queria chorar, aquele bafo quente da sua boca a dizer-me "menino da mamã, era isto que querias".

Vinham-me as lágrimas as olhos, "tu gostas de levar, não digas nada, não grites" resfolegava aos meus ouvidos, "provocaste-me menino da mamã agora aguenta, tu gostas à bruta", a beliscar-me o corpo, a infligir-me dor não consentida, a partir-me o cu todo, sem parar, sem escapatória, preso pelos seus braços grandes, a inundar-me depois o rabo com o seu sémen espesso, a tombar para o lado amolecido.

Senti-o vestir-se e sair, a deixar-me a destilar sozinho mais de uma hora, com o ânus aberto e rôto, de calor e de dor.

Minha mulher fode outros homens

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Minha mulher fode outros homens
Hoje fui flagrado pela Ângela, a minha mulher, pensava que vinha mais tarde, tinha-se deslocado ao norte, sentia-me tranquilo, não era a primeira vez que convidava amigos, para minha casa e pra estarmos sozinhos, confortáveis, e hoje tinha o Kane, meu cliente e amigo, tínhamos alguns negócios, e também prazeres comuns, e depois ela entrou, descontraída bem se via, passou pelo quarto de hóspedes, ouviu barulho e quis ver, estava eu em cima do Kane, a comer-lhe o cu.

Por momentos nem a vi, colava o meu corpo ao do Kane, movia as nádegas ondulando, penetrava-o e beijava-o, o Kane gemia em indolente "aihhhm, aihhm", ao sabor do meu caralho que lhe entrava, sem pressas ou desespero, quando a olhei de lado, estarrecida a ver-nos agarrados, sem palavra ou escândalo, tirei-lhe o caralho do cu, levantei-me ainda teso.

Ali esteve sem reacção a ver, tempo que me viu a foder, não riu chorou ou gritou, calmamente se me dirigiu, "vai ter comigo à sala, está bem?", que eu obedeci sem demora, apareci a ajeitar a roupa, estava ela sentada no sofá, de perna traçada a aguardar, em pose tranquila de deusa, o Kane a tentar fugir, ela a acenar, "sente-se sente-se, não vá embora", ele a obedecer sem resposta, a mim a correr-me um frio pelas costas, de pensar no castigo que vinha aí.

Sentámo-nos ali ao perto, à espera da sentença dela, senti-lhe uma irritação na voz "Não estou surpreendida, sabes, alguma coisa me dizia que eras rabo, não queria era acreditar", respirou fundo, "o meu marido gosta de cu de homens", continuou dura, olhou-me nos olhos, "e levar no cu, também gostas?", não sei se queria a resposta, "então?", perguntou-me, acenei com a cabeça a dizer que sim, mas parecia não ouvir, "sim gosto de levar no cu", disse-lhe, e esperei uns segundos, "mas nunca te trai como mulher, percebes?".

Ela riu-se, de modo quase sarcástico, o Kane parecia querer levantar-se e sair, dizia "hotel, hotel", mas a Ângela acenou-lhe com a mão, para estar quietinho e ele sentou-se,"quem é este?", perguntou, "um cliente e amigo meu", "no mês passado lembras-te, tive fora, em trabalho, na empresa dele, e, bem aconteceu", "aconteceu o quê?", perguntou ela, "então estive em casa dele e fui-lhe ao cu", "desta vez foi ele que esteve cá, ainda tivemos para ir pro hotel dele, mas depois vim cá pra casa, começámos a foder e pronto, foi o que viste".

Qualquer coisa se passava, na cabeça dela, a voz, o corpo, a forma como se mexia, parecia desconfortável, "o que vamos fazer?", perguntou-me, "o que queres fazer?", disse eu, "não sei, separarmo-nos? afinal andas a ir e a levar no cu?, o que te parece?", agora era eu que respirava fundo, afinal fora treinado para estas situações, o meu trabalho era esse, destruir conflitos, encontrar soluções, e então disparei, "só nos separamos se quiseres, podemos conviver com este meu desejo", continuei, "e tu não gostaste de me ver comê-lo? a ir-lhe ao cu, não te deu prazer?, olha que a mim deu-me ver que estavas a ver".

Olhos nos meus olhos, disse, "Não sei, foi um sentimento estranho, de excitação, só que não sei ainda bem em que sentido, faltou-me a respiração", continuei "gostei de ver-te a ver-me ir-lhe ao cu, e senti o mesmo de ti, acho que, bem no fundo, gostaste, excitou-te?", via-lhe as coxas, a cuequinha de renda, as pernas trocadas em gestos repentinos, um fogo vindo de baixo de si, como sempre, a tomar o comando das operações, avançou ela, "acho que sim, mas não podemos ficar da mesma maneira, não me vejo, não sei, casada contigo depois disto, um paneleiro?"

Levantou o vestido curto, abriu-me as pernas que eu e o Kane víamos agora em todo o seu esplendor, apertou a vagina, disse "se ficasse, isto que estás aqui a ver passava a ter outro uso, não faltam por aí homens que me querem foder, agora casada contigo?", estávamos os três em silêncio, ouvia-se a nossa respiração, o Kane virava a cabeça, avancei com cuidado, tinha de haver algo em troca, é assim sempre, "porque não? posso confessar-te uma coisa? chama-lhe o que quiseres, imagino-te a foder com outros e a gostar de te ver foder e tu a gostares de me ver foder a mim,  gostava muito de te ver foder com outros homens, e gostava que tu me visses a mim a foder também".


"Uma espécie de acordo, um nosso segredo intimo", continuei, olhava-me silenciosa, perguntava-me o que iria na cabeça da minha mulher, de repente, atirou "tu gostavas disso? Que tivesse sexo com outros homens? Não te fazia confusão? Chegar a casa e ter estado a ser comida por um gajo qualquer?, se queres saber, pensando bem, não me importo nada, só que além de seres rabo, de gostar de levar no cu, pelos vistos também gostas de ser cornudo e cabrão?", sentia-a a soltar-se, a minha Ângela reaparecia, na linguagem, na acidez dela, na ironia, a resposta mordaz.

Havia qualquer coisa nela, uma excitação da nossa conversa, os mamilos tesos, a boca, a língua a correr-lhe os lábios, um rubor na face, que eu bem conhecia, quando a vagina molhada se abria para mim para a comer, disse-lhe, "é mais do que sexo, é libertar-mo-nos, vivermos mais, não quereria que andasses a foder com qualquer um sem eu saber, mas ficavas a saber sempre com quem fodo e eu com quem tu fodes, compreendes?", de repente disparou, "com quem achas que devo foder então? Como fazemos isso? Está bem, vamos imaginar que sim, tens alguém em mente?, não tenho muita sorte lá na agência, a maioria são rabos, mas há alguns com quem até gostava de foder", disse.

Fiz uma pergunta que me pareceu logo estúpida, "quem?" não sabia se estava a gozar comigo ou irritada, "Olha o meu instrutor de fitness, aquele teu amigo lá da tua empresa, o Fernando qualquer coisa, o Amílcar ou assim, amigo colorido da minha irmã Maria, que está sempre a olhar-me para as mamas e para as pernas, há ali um puto negro na pastelaria que adorava que me fodesse, está sempre a sorrir para mim, até lá na quinta, o Toni, o empregado do teu pai, é um belo homem, passa a vida a olhar-me para o cu."

Mais uma pergunta estúpida, mas já cheio de tesão, pela troca das nossas palavras, "estás a brincar?" continuou, sem qualquer agressividade, com um traço malicioso nos olhos, alguma coisa, um projecto, que começava a gostar de lhe estar a acontecer, "sabes que mais, estou a falar a sério, acho que não pode ser de outra maneira, vi-te a foder com este aqui, pouco só, mas não sei, agora é como se sentisse prazer por ti e por mim.", pareceu-me fácil, mas gostava de a estar a ouvir, e ela continuou, "Gostavas mesmo de me ver a foder com outros? não sei, isso excita-me, mas tenho algum receio. Tínhamos que saber escolher, não ter problemas, e tinha de compreender, percebes?".

Já aceite, a parecer fazer planos, perguntou, "e como é que fazíamos isto?", com um sorriso amarelo, disse, "então, se te interessar um homem ou uma mulher, pedes-me e eu pergunto ou tento saber se essa pessoa quer foder contigo", riu-se, "uma mulher? Tu és rabo? E queres que eu seja fufa? Fodo com gajos e gajas? Para tu veres-me a foder. É assim?", continuou com olhar doce de compreensão e desejo, "não sei, acho que estou maluca, não sei como, mas acho que quero fazer isto, como disseste é o nosso acordo e o nosso segredo."

Não sei porquê, sentia-me enganado, lia-lhe nos olhos uma fantasia antiga, agora realizável e aceite, e o culpado era eu, lia-lhe na voz, no corpo dela, esse desejo escondido de foder com outros homens, nos seus termos e condições, que eu agora correspondia, de chofre, quase surpreendido, diz-me já com um sorriso largo "vai foder com ele, sabes, quero ver", virei-me para o Kane assustado, puxei-o e a ele a à minha mulher para o quarto.

A Ângela olhava nos meus olhos, o Kane a mamar o meu caralho teso, o sol decidido entrava no quarto, iluminava a minha mulher excitada, a massajar a vagina de gozo, por baixo do vestido e da cueca, a ver-me foder, empurrava-me para a boca dele, a apertar-me o caralho, a Ângela a ver, o Kane deitou-se na cama, virou-me o rabo, abri-lhe as nádegas e penetrei-o, senti-o gemer um aihhm profundo, colado a ele, a vagina dela molhada, o nosso cheiro misturado, os nossos sons cruzados, batia-lhe as ancas doces no cu, enquanto lho comia doce, e em tempo parado.

Deitou-se junto a mim a ver as minhas ancas em movimento, as mamas, os mamilos tesos, sem respiração, o ânus apertado, a querer vir-se, os olhos turvos, beijou-me na boca, correndo os dedos pelo clitóris, gemíamos, ao meu ouvido dizia "fode-o bem amor, fode-o bem, vai enterra-lho todo", o Kane excitado, empinava-me o cu, a Ângela agarrou-lhe na face, beijou-o e ao ouvido "Kane estás a gostar?",  Kane gemia de olhos vidrados, num conforteo quente de estímulo e prazer, sentimo-nos todos a estremecer, aliviados de prazer conjunto, o Kane veio-se num aihmm alto a gemer, vi-me todo no cu dele, a Ângela arqueou o corpo, e veio-se também. 

Paixão de juventude em noite de inverno

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Paixão de juventude em noite de inverno
Foi uma daquelas viagens, nem sequer eram férias, que fui com vários amigos para a  pousada da Serra da Estrela. 

Por aquela altura, já o terei dito várias vezes, com os meus amigos de adolescência e juventude, rapazes e raparigas, havia uma imagem a preservar, só admissível a heterossexualidade, com a vida muito dificultada de um paneleiro.

Havia que arranjar a namoradinha de circunstância e de prateleira a quem se ia dando, quando ela queria, se não queria melhor, umas fodazitas aqui e ali, para ir enganando o freguês. 

Dentro do circulo, quando menos conversa melhor, sem mostras ou exibições, e sempre com os cuidados de não cair em tentação com um amigo ou ser visto ou tomado por paneleiro.



Só muito mais tarde, tive um deslize querido com o Bruno, meu amigo mais pessoal, e outro, com o Zé Martelo, fodilhão do grupo, com quem arrisquei e enganei, conseguindo dele, mais importante o silêncio acompanhado de umas boas fodas. 

O Bruno numas férias no Algarve em que lhe pedi para lhe ir ao cu e ele deixou, e ao Zé Martelo, quando o apanhei bêbado, lhe saltei para cima, e me foi ele ao cu.

Fora isso era silêncio e descrição absoluta e se queria festa procurava-o noutro lado e não no grupo de amigos. 

Para foder só se fosse uma das miúdas disponíveis que ao sabor dos seus humores e namorismos infantis ia passando de mão em mão por quase todos. 

Estranho era rapazes como eu já não as terem comido todas, querendo elas, mais fáceis quando malfadadas pelo fim de outros amores.

A Serra da Estrela basicamente era um programa antigo de foda em grupo, mais ou menos organizada, em que as meninas, quase todas com instinto de putas, iam provando de rapaz em rapaz o que cada um valia para depois serem tema de conversa e dos seus comentários. 

Para mim, era quase natural, dizerem "Com o Leo, nada, ele desapareceu", "Foi comer para aí outra gaja alojada cá", o que não só me divertia como conferia algum estatuto.

A pousada estava apinhada de gente, inverno com neve, férias de aulas, com montes de rapaziada, e um terreno de caça para os meus desejos diferentes.

Acontecia muitas vezes estar com os meus amigos e de repente, sair da mesa, dizer que ia ali ou acoli, sempre em sentimento de engano e proibição, divertindo-me com ele, para ir ter com homens e mulheres, das que me agradam, para foder ou ser fodido.

Quase natural, sem esforço, encontrava parceiros disponíveis, em momentos mais improváveis, homens com mulher e filhos numa mesa de um restaurante, num cinema em qualquer lado, mulheres não resolvidas, a quererem mais do que está ali para elas, com aquele toque do proibido desejado para se sentirem vivos.

Na primeira noite, assentámos arraiais todos na discoteca do sitio, reunidos todos a beber e a dançar.

Não sei como, ao longo da noite fui trocando olhares com quem parecia ser o dono ou organizador do espaço. Bastante mais velho do que eu, era daqueles homens tranquilos com ar de vida organizada que têm tudo o que querem, a passar por nós a perguntar se estava tudo bem.

Olhava-o desenvolto a perscrutar-lhe o corpo a face as coxas tudo e ele a mim pelo meu interesse a cada momento que passa mais indiscreto e preocupante, como se me desse a ele em promessa de qualquer coisa que ele mais sabe do que eu a mirar-me agora sentado ao longe, os meus olhos nos dele e ele nos meus.

Levantei-me e dirigi-me na direcção do bar que era a mesma da dele para o provocar para esperar que alguma coisa acontecesse sozinha, sem fôlego ou respiração, os meus lábios e garganta secas, o meu ânus a pedir-me, reflectido no meu andar, ao passar por ele "estás bem precisas de alguma coisa", tocou-me na mão e perguntou-me.

Olhei-o, não sei se envergonhado, a dizer-lhe "não sei bem o que quero", cúmplices já definidos como se não houvesse mais ninguém, nem som aos gritos, nem luz, nem cheiro, "vem comigo, mostro-te o meu escritório", disse. 

Olhei de relance se os meus amigos se apercebiam, correndo quase atrás dele, para o interior dos bastidores daquele local encantado e secreto.

"Reparei que olhavas muito fixamente para mim", disse. "é o que estou a pensar?", perguntou.

Arrisquei doido, como faço quase sempre, "não sei talvez". Pus-lhe a minha mão entre as pernas, afagando-lhe o pénis quente e teso, apertado nas calças, a querer soltar-se, puxou-me contra ele, "anda".

Aproximámos-nos de um sofá, despiu-se todo, soltando-se dele um pénis entesado de dor, tirou-me a roupa e sentado, mamou-me o caralho, deixou-me teso, puxou-me para baixo a meter na minha boca o pénis duro, a ajeitá-lo mais fundo.

Ocorria-me e dava-me prazer estarem os meus amigos lá fora e eu ali a foder com aquele homem experiente a apertar-me o cu a prepará-lo para mo comer. 

Levantou-me as pernas e penetrou-me leve devagarinho como se eu fosse uma mulher, o peito peludo dele, o bafo quente da boca na minha, a entrar-me pelo ânus dentro, e gemer baixinho, com as ancas a baterem-me no rabo, a apertar-me contra ele, sempre e sempre em movimento.

Pediu-me para subir para cima dele encavei o caralho dele pelo meu cu adentro, movimento as minhas nádegas em harmonia com os movimentos dele, a penetrar-me como um amor perfeito, a beijar-me na boca, com o meu rabo nas mãos dele, a foder-me todo por baixo.

Virei-lhe o rabo, e senti-o a puxar-me pelas nádegas a dar-me umas palmadas duras, a penetrar-me fundo. 

Lá de fora vinha o som da música, via as luzes da discoteca nos meus olhos de memória, espetava-lhe o cu a dar-lhe ainda mais, duro, suado, colado a mim, um só corpo, os quadris dele a desferirem os meus, um caralho grosso a entrar em mim, estava a vir-me com uma punheta e zurrar dele de satisfação a vir-se com um esguicho em mim, a vir-me doido também.

Como se nada fosse apareci depois juntos dos meus amigos, pensando eles que eu tinha andado a arranjar qualquer coisa.


A minha mãe apanhou-me a ter sexo com outro homem

19:02 0
A minha mãe apanhou-me a ter sexo com outro homem

Era daqueles dias em que vinha por ali abaixo já a meio da tarde em que ou ia a casa ou ia para a propriedade. Na propriedade passava o tempo por lá a aguardar o regresso com os meus pais.


Encontrei o Sandro no caminho, perguntei-lhe se queria ir ter comigo à camarata. Na propriedade havia escritório, armazém, e uma camarata onde se recolhiam trabalhadores no período das monções com camas, chuveiros e casas de banho. O Sandro disse que sim e que ia lá ter.

Uns meses antes, eu e o Manel conhecemos o Sandro, filho da Aurélia, empregada dos pais dele, com os seus 15, quando ficou de castigo e ela levou-o para lá. Olhávamos para ele e não sabíamos o que fazer com ele.

Negro retinto saído ao pai, a Aurélia, com filhos de vários pais, era clarinha com os olhos verdes azeitona chocantes, deixou-o connosco e foi-se embora.

Andava a enrabar o meu amigo Manel há algum tempo. Apanhou-me a ser enrabado pelo irmão mais velho e quis saber. É como eu, tem tesão em levar no cu.

Olhávamos o Sandro, maior que nós, com um pénis saliente muito preto a sair-lhe pela folga dos calções. Ria-se silencioso, fazia de propósito, no quarto do Manel ali com ele, tudo se conjugava para nos ir ao cu.

Dois miúdos branquelas, dois rabinhos redondos generosos, não sei se sabia pelo Rafa que eu gostava de levar no cu.

O Rafa apanhou-me um dia na camarata. Já era maior, trabalhava na propriedade, viu-me um dia, deitado na cama nu a masturbar-me, os meus dedos a acariciar o ânus, o meu cu oferecido.

Vi-o chegar, silencioso, com o caralho preto na mão entesado a sair-lhe dos calções, empinei o rabo, sem respiração, abri-lhe uma nádega, mostrei-lhe o ânus húmido preparado e disse-lhe com os olhos "vem é teu come-me".

Aproximou-se, tirou os calções, um pénis grosso e comprido, tive medo, um homem grande, dor, prazer, expectativa, pôs-se em cima de mim, senti o caralho a abrir-me o ânus, arqueei o corpo, doeu-me, cuspiu no caralho, insistiu devagar a pouco e pouco, o meu ânus abriu-se para ele, as ancas dele, a força, enterrou-o todo e comeu-me o cu.

O Manel despiu-se todo e pediu ao Sandro "mostras o teu pau?", o Sandro nem respondeu, baixou os calções e mostrou-nos um pénis grande e preto já meio entesado.

Perguntou se queríamos mamar-lhe o pénis e que nos fosse ao cu, e foi.

Por aqueles dias, a Aurélia trazia o Sandro, afastava-se e ele ia-nos ao cu.

A Aurélia já me apanhara a ser enrabado pelo Bernardo, também me vira a enrabar o Manel, e um daqueles dias vi que ela viu, só nos meus olhos como sempre, o filho a enrabar-nos.

Pensei que nunca mais veria o Sandro, mas nos dias seguintes apareceu sempre. Talvez não tenha querido saber ou que seria pior impedir.

Já o esperava quando o vi chegar à camarata. Tinha passado pelos meus pais, tinha dado um beijo à minha mãe, tinha-me escapulido para ali, para o esperar.

Nus na cama junto à janela onde batia o sol da tarde, agarrei-lhe no pénis grande e preto, a minha boca, os meus lábios apertaram-no, devagar sem pressas, mamei-o de cima a baixo.

A mão dele a pressionar-me a cabeça contra o pénis, as nádegas dele a subir para mo enterrar na boca. Lambia-o em cima dos lados até abaixo.

Rodou-me o rabo a acariciar-me, a friccionar-me o ânus, a abri-lo e a entesá-lo. Longos e doces minutos a beijar-lhe o corpo os mamilos e ele os meus "estás a gostar?", perguntei "estou", disse.

Contorcia-se na cama em sintonia com o meu corpo "vira-te", disse, "deixa-me roçar".

Abriu-me as pernas encostou o peito dele ao meu, esfregou o pénis no meu ânus, forçou-o até entrar.

Sentia-o a enterrar devagar devagar à medida que o deixava. Agarrei-lhe as nádegas a minha força respiração a dizer vem vem mais, sentia-o a entrar todo dentro de mim.

Sentia a mesma presença, física, que sentira quando o Manel viu o Bernardo ir-me ao cu. A de que alguém nos observava. A minha mãe. Olhou-me nos olhos "estou aqui, estou a ver-te", como se dissesse.

Não se intrometeu nem o Sandro a viu. Não lhe largava os olhos, com o prazer aumentado de vê-la a ver-me o Sandro a comer-me o cu e o pénis dele a entrar a abrir-me o ânus.

Senti que a provocava. O Sandro virou-me, acanzanou-se no meu rabo, empinou-o, abriu-me as nádegas, enterrou o caralho grosso e preto no meu ânus, batia forte saindo e entrando a matraquear-me o rabo.

Gemia de prazer a olhar para ela vendo-a a ver-me a levar no cu, o Sandro a entrar em mim, as ancas dele a bater com força nas minha nádegas, o calor do corpo dele nas minhas costas, baixo, sem respirar, ela parada, um tempo congelado, o meu ânus aberto, de onde estava e de onde via, sem nos interromper, aceitando-me assim, o pénis bruto e preto a entrar-me no cu.

Virei-me de lado, o Sandro a enterrar o caralho preto no meu ânus húmido, de desejo, a partir-me, a acelerar, com os meus olhos, eu nos da minha mãe, de aceitação, sem censura, de prazer compreendido de me estar a ver, masturbava-me também, sem vergonha, estremecemos juntos, caídos e indolentes a vir-nos.

A minha mãe saíra. Fui ter com ela. Esperava-me "não sei o que diga", disse, "nem sei, gostas?", "de quê?", perguntei, "ora, de levar no traseiro", respondeu. "Gosto", disse.

"Há muito tempo?", "Algum", "com quem? Com o Sandro?", "sim", respondi.

"Estou fodida", disse, "nem sei o que pensar", continuou. "O meu filho a apanhar no rabo.".

"Não fizeste nada, gostaste de me ver?", "o quê?", "de me ver", continuei. "o quê ver um miúdo a penetrar-te?, porque havia de gostar de ver?", disse-me.

"não sei, disse, "eu gosto de ver-te", "o quê?", disse a minha mãe, "ver-me o quê?".

"Já te vi a foder com o Braz", retorqui. "já onde?", "na estufa na casa da praia", "mas viste o quê?", "tudo", disse-lhe, "tudo gosto de ver-te".

"Mas viste o quê?", perguntou, "queres mesmo saber?, tudo, a lamberes-lhe o pau, a ir-te à cona, e ao cu", ri-me.

Bateu-me na cabeça, "não se diz assim".

"Vi também o Carlão", disse. "o Carlão na casota do pomar, vi-te a foder com ele", "nem quero pensar o que é que viste", disse.

"Também te vi a foder com o Braz no escritório", "sim, disse ela", "e sei que tu viste que eu estava a ver-te", "sim vi-te", disse-me.

"E não paraste continuaste como eu hoje", "sim, não sabia o que fazer", "gostaste por eu te estar a ver, mãe?", "não sei acho que sim, devo ser maluca", "eu gostei de me estares a ver".

"Sim, mas tu és um miúdo e o Sandro já é grande tem um pénis grande e tu és pequeno. "não me dói mãe", "sim, mas custa a aceitar querido peço-te não faças mais arranja uma namoradinha", "sim, não aceito, mas acho que também gostei de te ver. Fica um segredo só nosso.

Sou mesmo rabo

09:59 1
Sou mesmo rabo

Não sei se nasci assim, se foi um gosto adquirido com o tempo, sei é que adoro levar no cu e desde a minha primeira vez, quando o Bernardo me desflorou, não posso dizer que era uma coisa que já não quisesse antes.


Como a minha linda mulher Ângela, com quem sempre senti e continuo a sentir prazer em foder, e agora desde que temos o nosso acordo, de gostar de a ver foder com outros homens e ela a mim.

Não pelo acto em si, mas pela conquista, pelo momento, por uma espécie de resistência ao convencional, da perturbação que crio, de me sentir vivo, e pelo inebriamento de ter um homem, que me atrai fisicamente, colado ao meu corpo a penetrar-me.

Em mais jovem, até em adulto, sempre me bastou um aceno, uma postura, umas palavras, sobretudo uns olhares, para conseguir homens, nas condições mais incríveis, para me foderem.

Talvez seja do cheiro dos outros homens, da testosterona, mas sempre tive esse desejo incontido de gostar de ser enrabado.

Também não posso dizer que estes anos todos em que fiz sexo com outros homens tenha, como se diz, vivido no armário, escondido sim, isso é verdade, porque nunca me senti propriamente um homossexual, no sentido de que gostar de levar no cu fosse uma orientação sexual.

Também não me revejo nessas categorias de bissexual ou outra, por ter e gostar de ter sexo com mulheres, daquelas que, como os homens, me despertam interesse, e se à categoria em que caio, é nessa, de paneleiro ou de rabo.

Gosto de ir ao cu a outros homens e gosto que me venham ao cu.

Agora que tenho vivido escondido, isso é verdade, faz parte do manual de sobrevivência, em jovem, e depois em graúdo, sempre tive cautelas nas escolhas que faço, e o meio ambiente sempre foi adverso com os paneleiros.

Em jovem, depois do Bernardo, procurava mais velhos, fora do meu meio, em que pudesse confiar, que estivessem de passagem, e da escola só se quisessem, que eu lhes fosse ao cu.

Em jovem, com um grupo de amigos muito fechado, muito convencional, muitos cheios de "comer as gajas todas", de exibir uma masculinidade prática, fazia-o por escapadelas, muitas vezes perto ou junto deles, com homens de momento, o que era parte do prazer.

Em adulto, sempre procurei os comprometidos, os que calam a boca por si próprios, os atores perfeitos, com mulheres e filhos, com algo a perder, que os via uma vez e depois nunca mais.

Só os meus sabiam, a minha mãe que me viu pela primeira vez, quando o Sandro me estava a comer o cu, a minha irmã mais nova, a Bárbara quando me viu a comer o Manel, e depois o Chesko a enrabar-me, e mais tarde a minha mulher, Ângela, quando me apanhou a comer o rabo do Kane.

Eu falarei deles à medida que me lembro, e escrevo, mas o importante é que, não sei porquê, nunca me faltaram homens para foder ou para me foderem a mim.

Festas, viagens, idas à praia, eventos, no meu emprego, em muitas situações, tive essa coisa de atrair e ser atraído, para momentos de erotismo homossexual, se quiserem, e sexo proibido.

Cabrão do meu marido traiu-me

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Cabrão do meu marido traiu-me
Há dias apareceu-me a Gabriela no meu gabinete. Não bateu à porta, sentou-se à frente de mim, quase que me abriu as pernas, com a saia recolhida, olhei-lhe para as coxas grossas sem que sentisse desconforto. Queria falar comigo. Desabafar. Preciso de desabafar, dizia.
Disse-me sem mais, com um riso solto não desejado, meio envergonhada, "o meu marido traiu-me. Aquele cabrão traiu-me. Foi ao estrangeiro e fodeu lá com uma puta qualquer da empresa dele".
É assim há muito tempo. Não me perguntem porquê. É um dom, algo natural, de toda a minha vida desde miúdo, para as pessoas que se cruzam comigo, sou seu confessor, confidente e conselheiro. 

Empatia confiança segurança liberdade devo, não sei, transferir isso para os outros que tudo me contam, os seus segredos mais íntimos, sem censura, sem receio. 

Até um colega do escritório me contou que andava a ir ao cu a uma boneca de plástico e que precisava de ajuda minha.

Não lhe conhecia aquela linguagem, a Gabriela é daquelas mulheres contidas, acredita na paixão, mas sinto-lhe um desejo interior de se libertar de fazer coisas, limitada por uma educação qualquer que a impede. 

Assenta-lhe aquele ar húmido de mulher útero que nasceu só para procriar, apesar do belo corpo redondo e rijo a querer foda.

A Gabriela sempre me deu muito tesão. Não sei, se calhar por essas limitações. Excita-me aquele ar de menina certinha e de bem, mas lá no fundo com pensamentos contraditórios de fidelidade e desejo.

Há muito que sou dos poucos ou único autorizado a olhar-lhe para o rabo, para as mamas, para as coxas e de tudo o que me queira mostrar. 

Noto-a no escritório a olhar-me para o enchumaço das calças, sem esconder, a cruzar de propósito os olhos com os meus, para me dizer com eles "tens um belo caralho, gosto dele".

O corpo da Gabriela grita e não engana. Casou cedo, teve filhos, mas sinto-lhe o desejo de quer abrir-se, foder, levar no cu, mamar caralhos, e depois, foder mais e levar mais no cu, e mamar mais caralhos.

Quando estamos perto, sem outros, é isso que os gestos, as mamas tremelentes, a língua húmida a correr-lhe os lábios, a forma de perna aberta como se senta, as vezes que se baixa, os olhares dela me dizem "come-me a cona fode-me vem ao cu", com aquele desejo latente e surdo prestes a explodir de querer ser fodilhona e gostar de sê-lo.

"O que é que eu faço?", pergunta-me. "O cabrão veio-me pedir perdão. Que não volta a acontecer. Que a outra puta não lhe diz nada, foi só sexo, diz ele. É a mim que me ama. Está arrependido e por isso achou que me devia contar. Por respeito, disse. E as minhas filhas? Grandessíssimo filho da puta".

Dizia isto a mover-se irritada na cadeira, via-lhe as cuecas, um papo saliente, e não sei bem, se o fazia de propósito. 

Para punir o marido, pensei. Deixei-me estar quieto, era melhor não me levantar, o meu caralho já estava teso e notava-se. 

Queria pô-la em cima da secretária e fazer-lhe um minete. Ela falava e eu imaginava-me a comer-lhe o cu ali mesmo, à bruta, a agarrar-lhe nas mamas fartas de mamã, e por trás, a parti-la.

"Já ouvi isto outras vezes", disse eu. 

"e só há três opções, uma perdoas, outra sais do casamento e de casa, a outra ainda, ficas no casamento e na casa, mas independente", continuei.

"Na que perdoas, na verdade só perdoas a carne fraca dele, que aliás perdoas em todas as opções, porque nunca perdoarás em qualquer delas a traição dele"

"Se perdoares a carne fraca, sem mais, a primeira opção, ficas por baixo, ele por cima, e na próxima pedir-te-à outro perdão". 

"Na segunda opção perdoas-lhe a carne fraca, não perdoas a traição, e ficas por cima, só que sacrificas as tuas filhas". 

"Na terceira opção perdoas-lhe a carne fraca, não perdoas a traição, não sacrificas as tuas filhas, ficas por cima, e com um bom acordo, és independente e fodes quando onde e com quem tu quiseres. Com uma diferença, sem traição da tua parte porque ele sabe".

"Estás-me a dizer que devo continuar casada com aquele filho da mãe, mas dizer-lhe que a partir de agora ele que foda a puta dele e eu passo a foder com quem quiser?", perguntou. 

"Sim", disse eu, "com um bom acordo, em que fique a amizade dos dois pelo bem das tuas filhas", respondi..

Ainda não te compreendo bem, disse. O escritório ficara vazio entretanto. Levantei-me e ela olhou-me logo para o tesão das calças. Senti as coxas dela a abrirem-se de surpresa e expectativa. 

Aproximei-me junto dela, abri as calças e soltei um caralho teso perto da boca dela. Não sei se me cheirou a púbis e o pénis, não falou, não disse nada, agarrou nele na boca com os lábios apertados e começou a mamar.

Agarrava-lhe na cabeça e nos ombros e sentia-lhe a sofreguidão de ou nunca ter feito uma mamada ou não a fazer há muito tempo. 

Apalpava-lhe as mamas fartas e via-lhe aquele cuspo erótico em redor da boca de tanto lamber. Mamava-me e friccionava o papo de cona com a força de quem não quer perder mais tempo.

Trago-a para o sofá do gabinete, viro-lhe o rabo e comecei a penetrá-la na vagina, como imaginei, à bruta. 

A agarrar a nádega para que eu entrasse ainda mais, saltava-lhe no rosto aquele ar de actriz pornográfica, a lamber os lábios e a boca de prazer, quando lhe enterrava o caralho mais e mais.

A Gabriela tem um cu lindo. Rechonchudo sem ser gordo, faço-lhe força nos ombros, e vejo o meu caralho a matraquear-lhe uma após outra as comissuras da cona.

Quase que lhe grito, "hoje tens de dar-me tudo", geme e diz-me "é tudo teu", tiro o caralho da cona e começo a enterrar-lho no cu. 

Não se nega, empina-se como uma égua com o cio, quando enterro o meu caralho todo no cu dela. Martelo-lhe o cu sem desconto ou perdão, sem negas, até que nos sentimos estremecer e viemo-nos.

Pensei, gostava de a ter fodido mais. Disse-lhe, "dizias que não me compreendias, compreendes agora?", "acho que sim", disse.

"estás satisfeita, gostaste?", perguntei. "Estou.  Adorei". 

Disse-lhe, "Então, não me vou casar contigo, nem nos vamos apaixonar, mas fodeste comigo, sentiste-te livre. Só tens de decidir uma das três opções. Ou melhor das quatro, se calhar a anterior do casamento morno também não te servia."

Como perder a virgindade?

23:48 0
Como perder a virgindade?

Foi num daqueles Verões africanos próximo das férias da escola em Moçambique, tudo me começou mais, seria eu quê, muito jovem.


Os meus pais, mais o Braz e a D. Sílvia, pais do Bernardo, estavam nas propriedades, a Carlota e a Bárbara em casa, nas coisas delas, e eu lá decidi ir ter a casa do Manel, irmão mais novo do Bernardo.

Era um daqueles dias, entre muitos, de muito calor, muita humidade, foi a Aurélia, empregada lá em casa do Manel que me disse que não sabia dele, achava que tinha saído com os pais.

Fui lá baixo ao barracão do fundo do quintal, e encontrei o Bernardo, deitado de lado em cima do colchão que ali está e onde em tempos dormia o Américo, um empregado do pai dele.

O Bernardo, via-o como o irmão mais velho do Manel, mas não muito mais, admirava-lhe a experiência, já o vira a rodear a Carlota, pouco mais nova que ele.

Encontrei-o todo nu, meio encostado à parede, de olhos fechados, com o caralho na mão a bater uma punheta, tinha as coxas retesadas e com a mão rodeava o caralho e batia-o para cima e para baixo.

Meio assustado, voltei-lhe as costas para sair, o Bernardo levantou-se e baixinho, disse "não vás, fica", ao pé de mim, olhei-lhe o corpo, alto, definido, rabo rijo, abdominais salientes, mamilos tesos, cabelos pretos.

"Anda, senta-te, aqui comigo, na cama". Assaltou-me logo a expectativa de um acontecimento, a mão dele a massajar o pénis para cima e para baixo enquanto me encaminhava para a cama. 

"Já tinhas visto um assim grande?", perguntou-me, "Já", respondi-lhe, "o do Carlão é ainda maior".

Nem sei o que terá pensado quando lhe disse que já tinha visto o pénis do Carlão, o Carlão era um preto, encarregado na propriedade dos nossos pais, e não fora a primeira vez que vira o Carlão a escapulir-se para o meio dos bananais para comer uma empregada da fazenda, era casado mas muito requisitado pelas mulheres e a mulher dele sabia-o bem.

Vi-o uma vez a comer a Rosa, uma negrita, bonita e muito jovem, o Carlão de pau grosso teso a encavar-se nela, fazia-me impressão vê-la a gritar, eu ali escondido a ver, e o Carlão, quanto mais ela gritava, mais ele a fodia.

O Bernardo abanou o caralho para baixo e para cima a gabar a resistência "e então? Achas grande e grosso?", "Acho", disse-lhe. "Gostavas de mamar nele, de pô-lo na boca", continuou. "Não sei, talvez", respondi-lhe.

O caralho, grande volumoso, entesado à minha frente, com um tufo denso de pelos pretos húmidos encaracolados em cima, assustava-me um bocado, ao mesmo tempo que tinha medo, também lhe queria agradar, como se me desse prazer, dar-lhe prazer.

Vi-lhe aquele sorriso compreensivo do meu rabinho branco e do meu pénis pequeno, ao dizer-me "Despe-te", "Tira os calções", "Vais gostar", sussurrava. 

Nunca percebi se me pediu para me despir, e depois ir-me ao cu, como que por vingança, foi por ele que soube primeiro que o pai dele, o Braz, andava a comer a minha mãe. 

Não sei se o revoltava o facto do pai dele não ligar grande coisa à mãe dele, apesar de descobrir depois que ela se governava com o Américo, um preto mais velho, capataz da propriedade, que dormira no barracão, e um certo dia a começou a comer.

O Bernardo puxou-me para baixo, sem sobressaltos ou medos, para que o cheirasse em baixo, nos pelos, no caralho, nos testículos, "mete-o na boca, isso vais gostar". 

Apontou-me o caralho dele para a boca, e senti logo no meu nariz os pelos dele, almíscar, sabor doce e salgado ao mesmo tempo, começo a chupar-lhe o caralho, ao som da voz dele, enquanto me acaricia o rabo, como promessa de outras coisas, sentindo-lhe os dedos a massajarem-me o ânus devagarinho.


Lambo-lhe a ponta, os lados do caralho, como me ia dizendo, para baixo e para cima, a mão dele na minha cabeça, as nádegas dele a retesarem-se, a empurrarem-no para a minha boca.

"Mais foda-se com a boquinha isso isso cima e baixo", empurra-me o caralho para me entrar mais na boca e sinto ainda as mãos dele a puxar-me as nádegas que se abrem devagarinho como um pêssego.

Preparado, de caralho entesado, o Bernardo com as duas mãos, agarrou-me no corpo nu, deitou-me ao seu lado, e senti o calor dele junto de mim, quase abraçados um ao outro, a levantar-me as pernas, peito dele no meu, o caralho a roçar-me o ânus, a prepará-lo, a abri-lo um pouco. 

Toco o meu corpo no dele, suo e sinto-lhe o suor de calor e de humidade, e um cheiro a terra e erva que me entra pelas narinas e pela garganta, agarra-me por trás, faz força nas minhas nádegas e abre-as, "vais gostar foda-se que tesão que cuzinho".

Já sabia o que ia acontecer, o Bernardo quer meter o caralho dele no meu cu e eu não me importo, quero saber como é, e quero dar-lhe prazer, não reagi, não queria, com a cabeça num braço dele, mexia as ancas, abriu-me as nádegas, para que me chegasse melhor.

Agarra-me depois como um boneco, põe-me de costas e o peito dele, a barriga, o pénis, sinto-os atrás colados a mim, cospe e veio-me a sensação fresca dele a acariciar-me o ânus, "não tenhas medo, não dói vais ver vais adorar"

Roça-me o pénis dele grande e grosso no ânus para baixo e para cima, empina-me o rabo e esfrega-o nele ainda mais, põe-me a mão nas costas, fez força, o meu ânus abre-se e, gemo de dor, quando sinto o caralho dele a enterrar-se em mim devagarinho. "é só mais um bocadinho já passa", ouço-o a dizer. 

"Ai mãe, dói-me tanto", gritei em silêncio, quando ele a pouco e pouco tira e põe, em que, de cada vez mais, o caralho dele entra em mim a abrir-me, a alargar-me até ao fundo, os quadris e as coxas dele batem-me agora repetidamente nas minhas nádegas, puxa o caralho atrás e sinto-o a enterrar-se todo dentro de mim. 

Puxa-me o rabo para cima e enterra ainda mais o caralho a abrir-me o cu todo, e que estou a sentir e a gostar, quando bate-me bate-me, enraba-me o cu, encurvado sobre mim, o Bernardo martela-me o cu mais e mais depressa e eu gemo, já não me dói, tenho prazer e sinto prazer dele ter prazer comigo.

Sinto-o depois a estremecer todo "foda-se que me tou a vir todo", com o caralho na mão espreme-o até lhe doer, da ponta sai-lhe um líquido branco a escorrer.

Ao principio não sei se o queria, sei que aconteceu e só sei que gostei quando o Bernardo me foi ao cu e me desflorou.