BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Estabilidade emocional de mulher se paga

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Estabilidade emocional de mulher se paga

Posso contar aqui no confessionário que se não fosse a minha mulher, eu não tinha estabilidade emocional nenhuma. Sempre tive dificuldade para tomar decisões, penso demasiado nos prós e nos contras, se devo avançar ou recuar, e nem sei bem como é que consegui aqui chegar.

Foto de energepic.com no Pexels
E à medida que a idade foi avançando, bem, o problema agravou-se ainda mais, estou no escritório e o que esperam de mim, é que ouça os subordinados e faça escolhas por todos, dos caminhos a seguir, e bem dizia eu, andava num pânico tremendo, que pudesse tudo correr mal.

Eu fui a psicólogos e curandeiros, a bruxos e a xamãs, a terapeutas e a oráculos, a perguntar-lhes o que fazer, para resolver este stress, de ter medo de falhar, antes mesmo de eu começar, merda!! desta espécie de disfunção cerebral, até que um dia aconteceu, um acaso sem razão, quando a minha mulher apareceu, lá para os lados do meu escritório.

Ainda me lembro, ela entrou no meu escritório, ela pareceu ver o terror em que eu estava, e perguntou "mas amor o que se passa contigo? porque estás assim?", eu disse-lhe logo "estou fodido, a cabeça a aquecer, não me consigo concentrar", ouvi a voz doce da minha mulher "relaxa amor, eu trato de ti, senta aí um bocadinho para trás".

Ela foi fechar o escritório, depois veio e pôs-se de joelhos, ela tirou o meu pénis para fora, e merda!! que estava mole!!, mas mesmo muito mole, carne sem osso, se vocês me compreendem, pensei "era do medo que eu sentia", aquilo não dava nada.

Mas bem, a minha mulher começou a chupar no meu pau, ela estava a dedicar-se como eu nunca vira, colocou os lábios na cabeça, ela deu beijos molhados bem em cima, eu sentia um calor a pressionar, que lhe vinha da garganta cá para fora, o meu galo começou a engrossar, foda-se!! comecei mesmo a gozar.

Depois ela perguntou "então amor sentes-te mais calmo agora?", bem, eu estava flutuando, o meu cérebro não parava, eu olhava para os documentos, os meus funcionários tinham-nos posto na mesa, e comecei a funcionar, as minhas decisões a sair, de tão claras que eu as via, eu previa que ia ganhar.

Uma verdadeira profissional, ela chupava no meu caralho, ela sabia o que fazia, mas que tão boa execução, aquela sucção tão desejada, descia e subia pela minha verga, ela era tão safada, eu olhava os lábios a tremer, eu senti aquele fogo de me estar a vir, que disse à minha mulher "ai meu amor, não aguento mais!! ai!! não vou conseguir, ahhh, caralho, foda-se!!!".

Ela começou então a bater-me uma punheta, o ritmo não parava, ela obrigava o meu caralho a corresponder, o meu pau largou um jato, quando eu disse alto "já decidi já decidi, apostem tudo no ouro, é o que vai subir".

Foda-se!! que ainda não estava em mim, eu tinha gasto fortunas em médicos e charlatães, e a minha mulher só com a boca e a língua, tinha tantos conhecimentos e segredos, que resolvera logo o assunto.

À noite quando estávamos em casa, eu disse à minha mulher "olha amor, eu quero-te no meu escritório todos os dias", e ela assim para mim, "para quê?", eu respondi à minha mulher, "oh amor eu preciso de estabilidade emocional, preciso de tomar decisões", mas ainda assim ela não entendia "e o que é que isso tem a ver comigo?".

Então eu tive que dizer "é para tu chupares o meu caralho, isso ajuda a tomar decisões, querida", vocês sabem o que minha mulher respondeu? Que dava muito trabalho, todos os dias a ter de ir ao escritório, só para me chupar o pau, a puta queria dinheiro!!.

Foda-se!! pensei eu, o que um gajo faz para trabalhar, ser chefe não é para quem quer, eu tive que ir falar com a administração, para autorizarem a dar dinheiro à minha mulher, mas merda!! foi no outro dia, um invejoso que também queria, ele começou a perguntar no escritório, "mas que competências tem esta mulher para estar na folha de pagamentos".

Eu fui falar com ele e disse, "era melhor estar calado", talvez a minha mulher possa ajudar, e a coisa, tive sorte, ficou por aí, o que é bom mesmo, é que a empresa está a crescer. 


Setembro tempo para um blow job

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Setembro tempo para um blow job

Em tempo de fim de verão ou de verão fora de tempo, nesta manhã de setembro não esperava que aparecesse gente na praia. Há anos que tenho esta rotina, de escolher os melhores lugares para estar isolado, e aí tiro a roupa e depois todo nu, caminho na areia como se tivesse acabado de chegar ao mundo. 


as hoje foi diferente, a areia debaixo dos pés ainda estava fria, o sol começava a fazer o seu trabalho, mas mesmo assim resguardei-me do vento frio num recanto escondido na rocha, onde estendi a toalha no chão quando os vejo chegar, um casal de nórdicos assim me pareceu, e ela mais me parecia a filha, do que ele marido dela. 

Eles não ligaram ao facto de eu estar totalmente nu, e preocuparam-se antes com o lugar abrigado, onde estenderam as toalhas logo ali ao meu lado, no principio daquela praia imensa, onde eu podia andar nu de lado a lado, mais do que um quilómetro ou o que eu quisesse, sem ninguém me ver ou perceber. 

Mas eles sorriram para mim, e pareceu-me agradar-lhes a minha presença, ela olhou-me de alto a baixo, apreciou intensamente o meu corpo, a mirar o meu pénis e o meu tronco, por momentos fiquei embaraçado, o homem mais velho de vez em quando olhava, mas fui-me esticando na toalha, fechei os olhos ao sol, e deixei-me ficar ali parado. 

Eu não os queria fixar, isso parecia-me má educação, mas reparei que ela á medida que tirava a roupa procurava os meus olhos, não pensava no marido, e admitia eu que era para me provocar, estávamos separados por alguns metros, mas a intensidade dos seus olhos azuis e da sua boca era tão grande, que também eu não conseguia desviar o olhar. 

Ela primeiro tirou o vestido quase transparente de um algodão fino, e deixou ficar um bikini tão reduzido que, pensei para mim, nenhuma utilidade tinha, via-lhe as mamas todas, o ventre liso e trabalhado, as coxas atléticas de estrangeira aplicada, e o risco da cona naquele triângulo pequeno, que quando dei por mim estava cheio de tesão. 

Foda-se!! era impossível de esconder, o meu caralho estava duro, tinha engrossado sem eu saber, ela riu-se para mim e eu ri-me para ela, quando de repente se levantou e correu para o mar, enquanto o velho dormitava, esticou-se na areia como um palito, esquecido nos pensamentos próprios, indiferente ao riso infantil da mulher. 

Quando ela regressou vinha encharcada, no caminho de regresso, eu reparei, ela tinha tirado tudo, as mamas eram agora duas peras livres, balouçavam ao vento agarradas a duas uvas rijas, na cona, uma fiada de pelos húmidos, água salgada que lhe escorria pelas coxas abaixo. 

Ela chegou, deitou-se na toalha e pousou a cabeça no colo do velho, ele acordou de um sono lúcido, virou os olhos para mim, ela abriu as pernas, e tenho a certeza, ela queria que eu visse a cona toda, encharcada de um tesão rosado, a minha piça era agora um verga dura, a levantar-se sozinha sem eu ter consciência.

Fui atacado por uma sede incrível, apetecia-me mergulhar naquela cona e bebê-la toda, chupar-lhe o clitóris e pô-la a gemer, com velho ou sem velho, que se fodesse!!, as mãos dela de veludo, percorreram as coxas por dentro e abriram-nas ainda mais, os dedos continuaram o caminho, e tocaram aquele recanto de prazer, girando em nó com cuidado, que eu pensei, eu vou-me vir agora mesmo.

Foda-se!! até os meus colhões gritavam para o meu caralho, estamos aqui a sofrer cheios de porra para sair, faz qualquer coisa com essa merda, e comecei a fixar-me nos olhos dela, a pouco e pouco batia uma punheta, até que ela olhou para o marido, ela sussurrou ao ouvido dele, e o homem virou os olhos, com um sinal de mãos pediu-me para estar mais perto, e caralho!!, nunca pensei que o fizesse, mas mexi-me para o lado e fui-me chegando mais para perto deles. 

Bem rapazes, ela aproximou a boca do meu caralho e começou a chupar, primeiro a cabeça, como a ponta de um gelado, depois a língua a beliscar os lados, depois engoliu a mergulhar até ao fundo, veio cá acima novamente, e foda-se!! o homem olhava para mim e eu percebi que ele estava a ter prazer, o pau dele tinha crescido, uma verga gigante a pôr-se de pé. 

Os lábios de seda a descer, um aperto firme na cabeça, a seiva na boca do meu suor, ela chupava os meus colhões e todo o rolo com atenção, de repente comecei-me a vir, quase pedi desculpa por não aguentar, ela deve ter pedido autorização, ele acenou com a cabeça, e ela bebeu o meu leitinho todo.

O que se perde e ganha

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O que se perde e ganha

Estava com um amigo meu a falarmos sobre sexo, mulheres, homens, casais e isso tudo, quando em dado momento ele disse uma coisa que acho que só a disse por se sentir à vontade comigo a falar sobre certos assuntos.

Ao principio, ele tinha perguntado sobre como é que eu podia saber se quando fodia uma mulher ela ficava satisfeita, e eu fiquei ali um tempo a balbuciar, meio engasgado com as palavras, até que disse que não sabia.

Eu pensei um pouco naquilo antes de responder mais e recordei-me que sempre fora fraco com as mulheres e as que fodera tinham sido antigas namoradas e, na verdade, eu só presumia que gostavam, mas ter a certeza que elas tinham gostado, isso não tinha.

Ele pareceu estar à espera de uma resposta, mas depois continuou, “eu nunca tenho a certeza, eu sou um homem pequeno com um pau pequeno, e sabes o que às vezes eu penso?”, eu olhei para ele à espera, “quando olho para aqueles homens mais corpulentos fico a imaginar o pénis deles, maiores e mais tesos”.

Eu e ele estávamos no carro a trocar segredos junto ao mar, de tempos a tempos fumávamos um cigarro, eu disse, “eu acho que isso é normal, eu também quando olho para esses homens, com aquelas barbas rijas, tatuagens, mãos grandes, também imagino que têm grandes paus”

Ele prosseguiu, “eu acho que me comparo e sabes, uma mulher minha devia ficar mais satisfeita com um pénis desses do que com o meu, não achas?”, eu mantive algum silêncio e depois disse, “não sei, se calhar há outras coisas, não é só pau”.

Nós falávamos e eu sentia alguma excitação na voz dele e na minha, ele riu-se, “e quando imaginas os paus desses homens como fazes?”, eu ri-me também, “não faço nada, olho apenas”, as pernas dele tremeram, “olhas como? Para o rolo? Para veres se é grande mesmo?”, eu continuei, “é um reflexo, acho eu, olho para aquela zona das calças”.

Eu dei uma baforada no cigarro, e ele disse, “eu acho que faço o mesmo, é como um reflexo, mas como se quisesse ver mesmo, não imaginar só, compreendes?”, eu recostei-me para trás no banco do carro, as minhas pernas abriram-se e eu sentia o meu pequeno galo ereto e teso, a nossa conversa ia ficando mais profunda, eu disse, “também, não sei, é confuso, eu gostava de agarrar com a mão, sentir como é uma verga de verdade, capaz de foder uma mulher e vê-la a gemer de prazer”.

A noite estava fria e embaciava o carro, só pelas pontas de cigarro acesas alguém perceberia que estavam pessoas dentro do carro, ele perguntou, “queres sentir o meu?”, e antes que eu pudesse responder, baixou os calções até aos tornozelos, agarrou na minha mão e puxou, senti o pénis espetado, duro como pedra, e eu disse, “não é pequeno, é normal, eu acho”.

A minha mão moveu-se na cabeça, uma gota de liquido colou-se na palma da mão, apalpei a piça a apreciar a sensação, enquanto via a língua dele a tremer nos lábios secos, ele disse, “deixa ver o teu”, eu puxei os calções para baixo, e a mão dele quente, com almofadas de seda, acariciou o meu pau, “o teu é como o meu, não gostava de ter um daqueles grossos e enormes?”.

A respiração dele alterava-se a cada minuto e tudo isso juntamente com a minha quando ele fez a pergunta que eu não estava à espera, “já tiveste sexo com um gajo?”, eu olhei e sorri, “não, acho que ainda sou virgem”, e dei uma pequena gargalhada seca, e eu perguntei, “e tu?”, ele rodou os olhos, “já, já fodi o cu a um gajo”.

Acho que era grande a minha curiosidade, “a sério? Como foi?”, e ele continuou, “uma vez aqui no carro, estava a chover, e eu comi o cu dele no banco de trás”, e ele prosseguiu, “outra vez foi num sitio que há aqui perto de onde nós estamos agora”, ele deve ter percebido na minha cara um desejo de saber, “na mata ali ao fundo”.

Não era nada de novo, eu já tinha ouvido dizer que na mata ali ao fundo se juntavam homens a altas horas da noite para foderem uns com os outros e muitas vezes eu tinha pensado nisso, que gostava de ir ver, mas tinha medo, podia acontecer qualquer coisa.

Ele olhou para mim e disse, “podíamos ir lá agora”, eu respondi, “não sei, como é aquilo?”, ele continuou, “nós entramos e procuramos um gajo para foder, é só isso, uns gostam de levar no cu, outros gostam de os foder”, e antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ele tirou a mão do meu pénis, puxou os calções para cima e ligou o carro para arrancar.

Passaram-se alguns minutos talvez, e estávamos numa espécie de clareira iluminada onde estavam vários carros parados, eu disse, “tanta luz”, e ele sussurrou, “lá dentro não há luz”, e começámos a caminhar e depois de alguns metros, passámos como que uma fronteira e a luz dos candeeiros de rua desapareceu para ser substituída pela noite.

Eu ouço o meu amigo a dizer, “vai por ali que eu vou por aqui”, eu avancei e o que via eram sombras de árvores que pareciam pessoas e pessoas que pareciam árvores a moverem-se, afinei os meus ouvidos e de vários sítios eu ouvia, “humm, aimm, fode-me”, avancei mais uns metros e foi quando senti um abraço pelas minhas costas que me rodeou pelo tronco e me prendeu.

Não me era difícil perceber que era um homem grande, bem constituído e fisicamente poderoso, agarrava-me mas não me magoava, era como disse um abraço gentil, mas definitivo, da boca dele senti-lhe o hálito e o vapor que lhe saia dos lábios, “estou a sentir o teu cuzinho, toca o meu caralho”.

A minha mão caminhou cega à procura e encontrou um rolo grosso comprido, não conseguia apertá-lo todo de tão grande, senti-o liso na mão, perfeito, e incrivelmente direito sem saliências ou nervos, apenas uma estaca grossa como um braço, ele perguntou, “como gostas?”, a mão dele percorreu os meus calções, entrou e desceu até ao meu rabo, apertou-me uma nádega, “ai caralho, que sinto o teu cheiro, vou partir-te o cu todo”.

Eu não conseguia resistir, aliás era impossível resistir, ele apertava-me, quase me levantava no ar, os meus calções já estavam no chão, e aquela piça grossa com um diâmetro tão grande, apontou ao meu cu, a mãos dele puxou-me a perna, logo a seguir uma nádega, começou a bater no meu ânus, e eu disse, “ai é tão grande, não vou conseguir”.

Ele não ouvia, a verga grossa como um tronco a bater à porta de um castelo para o derrubar, ia penetrando, pouco a pouco, minuto a minuto, eu gemia, “aihm, ukhmm”, um calor atravessava o meu corpo, a subir pela espinha, até ao cérebro, que se fechava à realidade, quando eu tive a certeza e senti, “ele está todo dentro de mim, está-me a comer o cu”.

A força que ele fazia era tão grande e incontrolável que a cada bombada no meu rabo, ele levantava-me no ar, o vapor da boca atingia os meus sentidos, o gosto amargo do seu hálito, a procurar a minha boca, “ai foda-se que cu, fodo-te o cu todo”, o meu ânus aberto ao máximo, sem saber como aguentava, até que o senti a tirar a piça de dentro de mim, moveu-me no ar como um boneco e empurrou-me para o chão.

Num segundo tão rápido, a minha face encontrava-se com o chão, o cheiro da terra e das ervas atingia a minha consciência toda, numa dinâmica tão rápida que eu não via nada, a mão dele forçou as minhas costas e empinou-me o cu para cima e penetrou-me com força.

Eu fechei os olhos e apenas os sentidos da minha pele falavam, o rolo grosso entrava e saia a bater com força, eu estava totalmente submetido, a minha vontade tinha-se escapado, deixando-me ali sozinho, à mercê daquele toiro, a mão dele procurou o meu cabelo e puxou-o para cima, e montava-me agora como se eu fosse uma égua.

Ele não parecia querer parar e a minha excitação era tão grande e violenta, eu acariciava o meu pau que de meio teso saía o meu esperma pegajoso, as pernas dele tremeram, molas a apertarem-me as ancas de cada vez que ele tinha um espasmo, ele tirou o preservativo e a porra dele largou-a no meu ânus aberto e depois entrou para largar ainda mais, até à palmada final na minha nádega, a minha deixa de que a foda tinha acabado.

Levantei-me e senti o corpo dele a procurar-me no escuro, como se agora depois dos olhos habituados já nos reconhecêssemos, a boca dele procurou a minha, e na minha boca a minha língua, chupou-me a língua e os lábios, e ele disse, “portaste-te bem, podias ser a minha puta, comia-te o cu todos os dias”.

Depois desapareceu e achei que era altura de ir em busca do carro e do meu amigo, ele estava à espera, entrei e ele perguntou, “e então?”, eu respondi, “então o quê? Estive a foder com um gajo”, ele sorriu, “da maneira que o dizes e da maneira que vinhas a andar, ele fodeu o teu cu”, eu sorri também, “a andar como?”, ele continuou, “vinhas a andar com uma mão a agarrar a tua nádega”, e deu uma gargalhada.

Eu perguntei, “e tu? Também estás com cara de que te comeram o teu rabo”, ele abanou a cabeça, “ali não há muitas regras, ou fodes ou és fodido, e às vezes depende dos dias, hoje apetecia-me dar o cu, de ser submetido, de me sentir uma mulher, uma puta, de ter gajos a montarem-me, e estive a chupar umas piças e ao mesmo tempo penetravam-me.

Já íamos a caminho de casa, eu disse, “foda-se, tenho o cu cheio de porra do gajo, veio-se várias vezes, e o rolo, foda-se, o dobro dos nossos, e grosso, agora dói-me o ânus”, ele riu-se, “já não és virgem”.

Vampiro Gay com ereção

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Vampiro Gay com ereção

𐐏
Alguma coisa tinha tocado na minha cabeça para me lembrar que hoje era o dia do meu aniversário, há 1000 anos que vagueava pela terra como vampiro, sempre discreto, sempre escondido, quase sabendo que, senão era único, poucos mais existiam.

Todos os outros tinham morrido com estacas no peito, ou balas de prata, monte de alhos e cruzes, e quase sempre, ou se exibiam de mais, ou então eram arrogantes, ao pensar que os humanos não conseguiam batê-los.

Bem me lembro do que fazia há centenas de anos para sobreviver, procurava sempre, ou o desconhecido, ou de quem não gostavam, de maneira que ninguém desconfiava, quando dava a dentada e lhes bebia o sangue.

Bom para mim que agora não preciso disso, o mundo foi evoluindo e os vampiros também, de modo que tive uma ideia fantástica, trabalho num hospital, faço as análises clinicas, gosto em especial do hemograma, puxo o sangue com as seringas, quase sempre um bom bocado mais, e vou-me alimentando desses tubinhos, como se fossem garrafinhas, daquelas das viagens nos aviões.

Eu sei que não é o ideal, mas desta maneira ninguém desconfia de mim, como bastante bem, e não preciso de morder ninguém, acham só que sou anémico natural, branco como a cal vidrada, só tenho de ir mudando de sitio, para que ninguém se aperceba, que com o tempo não mudei nada.

Mas o problema é sempre o mesmo, resolve-se uma preocupação e logo a seguir substitui-se com outra, descobri que consigo foder que é coisa que não se via, os vampiros tinham uma piça gelada, encolhida num molho de múmia, até que um dia um vampiro bicha disse-me, “engole bastante esperma e ficas logo com a picha tesa, ele até pensou que tinha deixado de ser gay.

Só que a ideia de chupar um pau e engolir o esperma todo, ainda por cima o vampiro bicha meu amigo tinha dito que eram precisos muitos, não era, bem, uma coisa apreciada, está bem que eu queria o meu caralho teso, mas chupar um monte de paus grossos, não caía bem com os meus planos.

Mas eu tinha de experimentar, diria o meu amigo vampiro bicha a verdade? que melhor forma de ser humano do que andar por aí sempre ereto, por algum lado tinha de começar, estava cansado de falar com as meninas e depois quando chegava o momento especial, elas começavam a pedir, eu punha a mão na piça gelada, ficava sem poder reagir, e ia-me embora a fugir.

Enquanto tirava sangue aos humanos, passei a tarde a pensar, o que vou fazer? Onde arranjo esperma para foder? Ainda pensei numa clinica de inseminação, mas aí o meu amigo vampiro bicha, disse que tinha de ser porra fresca, acabadinha de sair da piça, como se tivesses a mugir leite fresco numa cabra.

Lembrei-me então de uma boîte techno, onde era o meu terreno de caça, cá fora fica a humanidade, lá dentro são todos os mesmos, corpos seminus e carne suada, movem-se ao ritmo da batida, vou estudando o terreno, sempre abanando os ombros, passo num recanto escuro e mexo as ancas para um gajo, ele olha para mim e diz, “não sou paneleiro vai para o caralho”,

Depois entro nos lavabos, não me dou por vencido, ouço um som no privado, corpos unidos ali estavam, um gajo comia o cu ao outro, falei muito baixinho na porta, “posso entrar, quero chupar”, a porta abriu-se e uma mão puxou-me para dentro, o caralho entrava e saía do rabo, ele disse a gemer, “foda-se, chupa-me o pau enquanto ele me fode o cu”.

Eu pus-me então de joelhos, agarrei com a mão o pau encolhido, mais debaixo as bolas até eram boas, comecei a pensar, “foda-se vou mas é usar os dentes, e dar uma dentada nos tomates, e chupar o liquido dentro do coco”

E foi assim, ouviu-se um grito lancinante na boîte, “cabrão, mordeu-me os colhões, cabrão de vampiro, caralho, sorveu-me os colhões, parecem uma noz enrugada, tão pequeninos”, eu caminhei a passo apressado, com o meu galo bem teso e ereto, à procura de uma gaja, queria espetá-lo na cona, e finalmente saberia o que os humanos gozavam.

Ouvia-se o grito, “sugou os meus tomates, vampiro do caralho”, vi uma loira num canto, numa mini saia tão curta, bem acima das coxas, quase se via uns pelos íntimos, cheguei-me perto dela a roçar o meu volume rijo, ela gostou do meu interesse, ela disse baixinho, “estou a ouvir o meu namorado”, eu perguntei, “o quê?”, “parece que é ele que está a gritar”.

Eu aproximei-me ainda mais dela, a encostar-me atrás de uma coluna, eu disse, “cheiras tão bem, anda sente com a mão, o teu namorado não quer saber”, eu tirei a piça a ferver para fora, e ao ouvido dizia, “anda agarra nela, ela quer-te comer”, ela soltou um risinho, “está tão dura!”, eu disse, “mete na cona, ninguém vê”, “e o meu namorado?”, “estás aqui sozinha querida, ele deve andar a levar no cu”.

Ela olhava para mim incrédula, com uns olhos de bezerra medrosa, eu disse, “levanta a saia, só um bocadinho”, a verga quente avançou, ela deu um pequeno jeito com a coxa, e depois entrou no ninho protegido, entrava e saía encharcada, ela dizia, “ao caralho, que não aguento”, ouvia-se o barulho, “aihmm os meus colhões, sacana do vampiro sugou-me as bolas, deu-me uma dentada fodida, parecem nozes mirradas”.

O techno continuava, os corpos suados oscilavam como molas, as luzes frenéticas inundavam tudo, a verga quente saiu rápida, e eu disse, “vira-te, dá-me o cu, querida”, ela queria dizer que não, mexia-se e revoltada, “o meu cu não, vai doer muito, caralho”, e quando ela dizia que não, a verga começou a entortar, lembrei-me do meu amigo vampiro bicha, dizia ele, “o esperma é como as baterias, se tiveres mamado mais, tens mais tempo de utilização”.

Preparava-me para fugir, quando aparece o namorado aos gritos, “foda-se amor eu estava na casa de banho e um vampiro cabrão ..”, ele ainda olhou para mim, a pensar que me reconhecia e o que eu estava ali a fazer, “deu-me uma dentada ..”, ela mandou parar e disse, “devias estar a levar no cu, como é que os teus colhões foram parar á boca dele...”

Trabalhador de sexo retirado

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Trabalhador de sexo retirado

Era tarde na esplanada, anotava algumas tarefas num bloco, entre um café e um cigarro, um dos momentos mais sagrados do dia, o da manhã e o de agora, eram horas de deuses e de silêncios, que tinham encontro marcado comigo. 



“Ouvi risos”, rodei e levantei a cabeça, e o que vejo? três rapazes ali bem perto, trocavam gracejos do meu espanto, até que percebi que “era comigo”, eu levantei também a voz, “há algum problema?”, e ouço “não, não há, sua bicha do caralho”. 

Olhei melhor para eles, e não era difícil de perceber que se metiam comigo por, sendo homem, gostar de ter sexo com outros homens, e talvez até eles sabendo que vivi muitos anos por aqui a fazer dinheiro dando o cu e o caralho. 

Agora, digamos, que estou reformado, nos últimos vinte dos meus quarenta anos consegui fazer dinheiro suficiente para viver os próximos vinte a ter só sexo por amor, não implicando deixar de ser quem sou, ser homem sentindo-me mulher. 

Na rua gosto de ver em mim um toque marcado de elegância, uma espécie de Coco Chanel, sendo ela mulher gostava de marcar o poder dos homens, o fato, as calças típicas, os chapéus, permitem-me passar discreta entre as trevas da ignorância sem deixar de me sentir mulher. 

Em casa, eu parto a loiça, é o meu mundo reservado, gosto de lingerie exuberante, vestidos finos e bem curtos, e maquilhagem muito suave, cabelos compridos e pestanas, não tenho, porém, o que procuro, um homem que me ame. 

Mas não é uma falta que não entenda, em todos estes anos os homens que recebi em minha casa, e que vivem e se apresentam como homens, queriam sempre a mesma coisa, a maioria das vezes o meu caralho, alguns raros o meu cu, e nenhum a minha companhia, por isso o dinheiro que recebia sempre foi muito bem ganho. 

Eu voltei a olhar para os três rapazes e entre o ruido de frases como “comias o cu dele? se calhar queres comer o cu dele? vai lá perguntar”, eu reparei que um deles já eu conhecia, e nem sequer era aquele com ar mais frágil na aparência, digamos que era o do meio. 

Um dia, penso eu que ele devia ter visto o meu anúncio no jornal, ele ligou-me para o meu número de contacto a perguntar se podia subir a minha casa, eu disse que sim e o preço, e quando ele chegou, ele entrou e tremia como folhas ao vento, e eu percebi que para ele era uma experiência. 

Fomos para o quarto, eu disse-lhe para se despir, e quando cheguei nu de saltos altos e ligas pretas, ele olhou para o meu caralho, ainda tombado e indolente, e balbuciou algumas palavras, “eu não sei se devia ter vindo?”, e eu perguntei, “mas então porque viestes?”, ele encolheu os ombros, e disse, “não sei, acho que queria saber como era”. 

Eu pus a mão no caralho dele, ainda murcho e encolhido, senti calor naquele corpo, e enquanto o acariciava, eu continuei, “sim, mas o que é que achas que é, o que queres saber?”, eu encostei-me para trás para que ele apreciasse o meu corpo por completo, o meu pau já meio teso, e ele respondeu, “não sei, diz-me tu”. 

Eu olhei para ele com um sorriso, ele é um rapaz bonito, o normal para a idade em peso e altura, tem uns olhos profundos, um sorriso maroto inteligente, e eu perguntei, “já alguma vez chupaste um pau?”, ele numa voz débil disse que não, “já alguma vez apanhaste no cu?”, e eu ouço “não”, e continuei, “e cu? já alguma vez comeste algum?”, “não”. 

Eu fiquei uns segundos em silêncio, eu tinha o meu caralho teso, e com ele a atenção dele, e perguntei, “gostas do meu caralho?”, ele respondeu, “é grande, eu achava que os travestis tinham um caralho pequeno”, eu ri da ingenuidade dele e disse, “acho que somos como todos, uns maiores, outros mais pequenos.” 

Mas eu continuei a insistir, “mas gostas do meu caralho? se calhar é isso que querias saber”, ele interrompeu-me, “saber o quê?”, eu continuei, “saber se gostavas de chupar o meu caralho e se gostavas de levar no cu!”, enquanto ele ficou à procura de uma resposta, eu prossegui, “queres que eu foda o teu cuzinho?”. 

Eu puxei a mão dele para o meu pau, o contacto da pele dele com a minha era também uma experiência duradora, ele começou a apalpar-me às apalpadelas, como se o meu caralho fosse um brinquedo novo à espera de ser descoberto, a minha mão percorreu-lhe as costas, voou como brisa pelas nádegas e parou no ânus de tão apertado. 

Os meus dedos giravam naquele círculo mágico, e eu insisti, “ainda não respondeste, eu gostava muito de foder o teu cuzinho”, ele sorriu amarelo, “eu pago e ainda fodes o meu cu”, eu ri-me mais uma vez, “só te dou o que tu queres”, eu apontei o caralho para a boca dele e disse, “chupa vais gostar do meu sabor salgado”, e ele gentilmente debruçou-se e engoliu-o para dentro. 

Eu fechei um pouco os olhos e disse, “deixa-te ir querido chupa isso lambe”, naquele momento ele não me ouvia, eu não sei se a tarefa era nova, mas havia uma experiência, um desejo intenso de querer, a língua dele os lábios percorriam o meu caralho todo, enquanto a minha mão brincava com o ânus. 

Passou um momento, eu puxei-o para mim, e disse, “deixa querido deixa gozar no teu cuzinho”, eu virei-o de costas, e montei-me em cima dele, eu percebi que ele esperava, o ânus tremente pedia um caralho, eu aconcheguei a cabeça do pénis nas nádegas, e entrei um pouco, as mãos dele bateram com força, “ai ai não ai devagar aihmm”, eu sussurrei compreendendo, “eu sei querido dói ao principio mais um bocado”, e fui carregando centímetro a centímetro. 

Eu senti que o tinha metido todo dentro do cu, mas esperei a aguardar que a dor o abandonasse pelo prazer, “já está querido espera um pouco já o tens todo no cuzinho”, eu debrucei-me sobre ele e vi que os olhos estavam vítreos de humidade e intenção, ele queria agora que eu fodesse o cu. 

Todo o meu corpo se colou ao dele como se fossemos um só, as minhas nádegas entraram em movimento, e por longo tempo de que nos esquecemos, penetrei aquele rabo, ele colocou os braços de bruços, a boca e os lábios estavam molhados, o rabo empinado, e eu ouvia, “foda-se aihm humm fode o meu cuzinho”. 

Eu fui perto dos ouvidos dele e disse, “acaricia-te querido”, ele começou a bater uma punheta, e eu percebi que, não servindo o meu negócio o meu prazer, naquele momento não aguentei e ejaculei ao mesmo tempo que ele. 

Depois de me lembrar desse momento, eu olhei de novo para os rapazes e eu olhei para o meu amigo e ele olhou para mim, desviando os olhos comprometido.

Relógio em noite suada

21:59 0
Relógio em noite suada

Mas que noite do caralho!! Imaginem cada célula da minha pele a largar água toda a santíssima noite. Lembro-me de passar a noite a passar as costas da mão na testa e de retirar para o lado uma espécie de líquido espesso gorduroso que eu salpicava para o chão.

E foda-se!! houve momentos em que o meu sono era substituído por tempo acordado a segurar na ponta do meu caralho murcho, a apontá-lo para o alto, só para dar oportunidade aos colhões de respirarem e não morrerem afogados.

Os colhões esses, eu tinha de os ir virando, como se viram os frutos, do aquecimento que vem por baixo, para desgraçados, apanharem um pouco de ar fresco, duas bolas gordas coladas, do suor que escorria nas minhas pernas.

O sol parecia que queria aparecer, e lembro-me de ter decidido levantar-me, deambular nu pela casa, ainda olhei para a minha mulher deitada, também um corpo nu molhado, o rabo redondo para cima, um brilho de suor no rego, ontem à noite comi-lhe o cu, e foi o que me ocorreu.

Agora estou aqui sentado no sofá. A minha única atividade, para além de respirar, claro, e de estar a afagar os colhões, é olhar para um relógio de parede enorme, que a minha mulher decidiu comprar recentemente, e que diz que são quase oito horas da manhã.

Na altura que ela comprou esta merda a única coisa que me ocorreu dizer foi que apesar daquela merda ser enorme, o tempo que passava era sempre o mesmo.

Mas acho que me perdi no tempo, acho que desde as sete horas da manhã que estou a olhar fixamente para esta merda enorme, como se o tempo, ou melhor, a passagem dele, não fosse já uma coisa deprimente, tinha ainda isto para me lembrar.

Cada segundo olhado, parece e é, caralho!! cada segundo perdido, e a merda não é só do relógio, é do que vamos fazendo com o tempo, e este sobressalto que me dá, é que nada vai acontecendo, e vejam bem, nem que fosse qualquer coisa pequena, que dissesse que alguma coisa tinha mudado.

Agora estou aqui a olhar para o caralho do relógio enorme, estou a brincar, ou melhor a descolar, os meus colhões molhados, que vou girando na mão, à medida que penso, o meu caralho a ficar teso, e eu a pensar em quê? na amiga da minha mulher que conheci ontem à noite.

Para além do caralho do relógio enorme, a minha mulher também tem destas coisas!! Ao longo do tempo ela apresenta umas amigas que eu já sei que existem há muito tempo, mas de forma racionada, mais ou menos uma por ano, principalmente depois de ela saber que se casaram, para eu as poder conhecer.

Pelas minhas contas, algumas dessas amigas que eu imagino que são as melhores, as “peligrosas” como a minha mulher lhes chama, só as conhecerei já depois de velhas, ou se tiverem um problema qualquer, diz ela que eu não sou de confiar, com as minhas crises existenciais.

Agora que estou aqui a pensar e a olhar para o caralho do relógio, a sentir no corpo cada segundo que passa, eu gostava que a minha mulher se levantasse, e sem palavras, vendo o meu sofrimento, se ajoelhasse entre as minhas pernas, e chupasse o meu caralho, eu fechava os olhos e viajaria um tempo no espaço.


Isso não seria uma mudança, mas seria um começo!! E o caralho da amiga dela de ontem à noite e o seu marido de fresco? Mas que suplicio!! Um calor do caralho, expetativas e planos, um futuro exige tempo, e eu a sonhar com cona.

Imaginava-me a penetrar aquela amiga, a olhar insistentemente aquelas pernas roliças, a ver se via mais qualquer coisa, mas também penetrava aquela mente, politizada como a da minha mulher, já estava tudo decidido, os planos eram os de todos, quando eu me perguntava, “não era mais fácil serem só putas”.

As pessoas quando estão dominadas por estes planos riem-se muito, e ocorreu-me pensar se algum dia poderia foder o cu daquela amiga, como fodi esta noite o cu da minha mulher, quando ela decidisse chorar, compreender a passagem do tempo, e que as melhores coisas não se planeiam.

Se calhar nem me importaria que o marido de fresco alegre, fodesse o cu da minha mulher, enquanto eu fodia o cu da mulher dele, isso é que era uma mudança!! E caralho, era imediata, não teríamos todos de esperar que os sonhos, como acontece sempre, se desvanecessem no tempo.

Só os sonhos reais se aguentam um pouco mais!!

Ouvi agora um som vindo do quarto. A minha mulher acabou de dar um peido, e isso é bem real.

Ontem à noite quando chegámos a casa, não aguentei mais, eu fiz o que podia, eu comi o cu da minha mulher logo ali na sala, gozei no cu da minha mulher a imaginar a foder o cu da amiga.

Olho para o caralho do relógio a pensar que se calhar é a única mudança que podemos ter agora.

Resultados? Vagina elástica!!

16:49 0
Resultados? Vagina elástica!!


Porra!! que estou mesmo exausto. Foda-se!!! Caralho!! trinta minutos sempre a bombar, desde que me dediquei por completo ao meu novo modelo Masters A330yii, que me sinto um homem novo.


Foram trinta anos, trinta anos, caralho!! de disfunção erétil, de ejaculação precoce, de encolhimento, de muitas merdas nos colhões, para agora estar a funcionar por completo.

A minha mulher não quer saber, ela agora apanhou a mania de ler as histórias da Elsee Noor, mete aquela merda na TV, umas vezes ela ri-se, outras vezes, vejo-a a tremer, diz ela que fica excitada, com tanto tesão a ver, não consigo perceber.

E enquanto ela está a ler as histórias eróticas da Elsee Noor, estou eu ali agarrado, a foder a minha vagina de borracha, a modelo Masters A330yii, foda-se que é maravilhoso.

Ou melhor maravilhosa, é que aquilo não é só uma cona, é uma máquina de treino, foda-se que faz bem à saúde, agarro-me àquela merda, e foda-se!! que suo, mexo os músculos todos, é menos colesterol e peso, sempre a espetar com força, e porra!! quando comecei eram só dois minutos.

Agora não, agora já consigo foder a minha cona de borracha quase trinta minutos seguidos, ela não reclama, nem a minha mulher que está entretida, a ler as confissões eróticas da Elsee Noor.

No outro dia, um colega meu do escritório que é preto, uma aberração da natureza, não por ser preto, mas por ser preto com um caralho pequeno, olhou para mim e disse, “foda-se!! o que é que se passa contigo? tu estás mais vigoroso, perdeste a barriga antiga, muito mais confiante, enérgico e elástico”.

E foda-se!! quando ele disse as palavras enérgico e elástico, eu tive de contar tudo, que agora tinha a minha cona de borracha, a Masters A330yii, que aquilo era um sucesso, fazia um aquecimento em 10 minutos, depois mais uns alongamentos, e porra!! a seguir era só foder durante trinta minutos.

E ele perguntou logo, “e foda-se!! para o meu caso? essa merda é um aparelho médico, será que dá também para caralhos pequenos?”, e foda-se!! eu já tinha algum conhecimento, e aconselhei-lhe a Masters A320haz, um modelo mais antigo, que é só de mamas, mas que funciona muito bem, no infortúnio do meu amigo.

E acertei mesmo, no dia seguinte, ele disse que já tinha o modelo de mamas Masters A320haz, e já estava a treinar, que era só o começo, mas que a coisa escorregava tão bem que acreditava que ia ter resultados.

Aí eu tive que refrear-lhe as expetativas, eu disse, “eh foda-se!! tem paciência que isto demora, uma coisa é ter um caralho pequeno, outra diferente, é aquele que não se levanta”.

Mas porra!! ele está confiante, que num só dia cresceu meio centímetro, não sou eu que vou dar cabo de sonhos, por estes gajos que sonham, às vezes vêm coisas que não existem.

Eu ainda não tinha contado nada ao meu amigo, e disse, ”eu estou há três meses pelo menos a treinar, e é todos os dias com muita esperança, e até a minha filha que me viu a exercitar, percebeu logo, pelo tamanho, que alguma coisa estava a mudar”.

Ele pareceu espantado por eu falar na minha filha, e disse, “foda-se!! a tua filha? viu-te a foder a cona de borracha, a Masters A330yii?”, e eu respondi, “foda-se!! não há problema, ela dá-me algum estímulo, ela incita-me a continuar, compreendes? estou a pensar bater o meu record, e foder a Masters A330yii durante mais de 40 minutos”.

O meu amigo preto estava atónito, e no meio disso com alguma inveja, esta gente de caralho pequeno!! não têm confiança em nada!!, e então ele perguntou, “foda-se!! quarenta minutos? a foder uma cona de borracha? será que isso é humanamente possível? mesmo com o estímulo da tua filha?”.

Eu tive de contar que a minha filha e a minha mulher deitam-se na cama juntas a ler os contos eróticos da Elsee Noor, ou é no tablet, ou no caralho da TV, até altas horas da noite, aquilo incomoda um bocado, e desconcentra-me do exercício, mas eu ali ao lado, vou fodendo a Masters A330yii até onde posso, que elas não ligam.

Depois eu continuei, “a minha mulher, como sabes, não quer saber de nada, ou melhor, não queria, nos longos anos que passei a pão e água ela dizia que batia, batia, e batia, a punheta, e que ficava cansada, porque o meu caralho não reagia a nada”.

Fui contando então que a minha mulher agora diz “ele estava morto e ao terceiro dia ressuscitou”, e por isso está contente com o meu esforço com a Masters A330yii, embora diz ela, que eu abano demais a cama, e isso não ajuda à leitura que tanto aprecia.

O meu amigo então disse, “foda-se!! apesar de tudo, tens a tua filha, eu não tenho nada, com um caralho destes, e ainda por cima preto, nem mulher, nem esperança de mulher, porque se elas vêm isto, quando esperam por uma coisa grande, eh porra!! fico mal visto”.

Eu bati-lhe nos ombros, com um toque afetuoso, “tens de continuar, disseram-me que a Masters de mamas A320haz, faz maravilhas, é preciso é persistência, um dia destes, em vez dos 10 centímetros, não sei onde vais parar”.

Ele depois perguntou, “a tua mulher já vi que não dá, mas a tua filha dá-te algum apoio? a puxar por ti ainda mais, quero dizer?”, eu respondi, “muito apoio, amigo, muito apoio, às vezes a mãe está lá nas leituras, e a minha filha vem ter comigo, e puxa muito por mim, ela sabe que os exercícios exigem muito”.

Ele parecia não estar a compreender, “foda-se!! mas que exercícios?”, eu continuei, “vais dizer que achas pouco eu estar quase uma hora a espetar o pau na minha Masters A330yii? é que não é só cona!! a minha Masters também tem cu, e a minha filha costuma gritar, pai, agora cu, agora cu, e porra!! e eu tenho de corresponder”.


Eu contei que a minha filha ficava ali perto, primeiro a ver o meu pau meio mole, e depois muito mais duro, a entrar na cona da Masters e depois a fazer transições para o cu, a puxar por mim, a puxar por mim, e foda-se!! eu não conseguia parar.

Depois o meu amigo preto disse, “eh foda-se!! tens de me emprestar a tua filha, era uma grande ajuda, eu ia batendo as punhetas nas mamas da minha Masters A320haz, e ela vendo os resultados à medida”.

Aí foda-se!! eu tive de colocar um ponto nos ii, e disse, “a minha filha não, a minha filha é essencial agora nos meus treinos, se quiseres eu posso emprestar-te a minha mulher, pode ser até que me faças um favor e ela deixe de ler os contos da Elsee Noor, e pelo que percebo, ela não vai ver se tens ou não um caralho pequeno”.

Ele disse que logo que não, a minha mulher não, que isso era um problema meu, que queria bater nalgumas horas, umas quantas punhetas de mamas, e foda-se!! a minha mulher só ia atrapalhar.

Só sei que quando cheguei a casa, fui logo para a cama, foder a minha Masters A330yii, e estava lá a minha filha à espera, e foda-se!! porra!! que estou mesmo exausto, foda-se!!! caralho!! foram quase quarenta minutos sempre a bombar.