BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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O Tauismo - # 1 Conselhos do Dr. Manecas

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O Tauismo - # 1 Conselhos do Dr. Manecas
O Dr. Manecas, já conhecido pelas suas intervenções, está a reunir alguns ensinamentos, saberes antigos e de experiência feita, que vem registando a dando a conhecer, e um deles é:

1. O Tauismo

O Tauismo desenvolvido pelo dr. não tem a ver com o Taoismo como filosofia espiritual chinesa embora lhe tenha ido buscar muitos dos seus princípios, como a procura do êxtase.


Tauismo é a arte do tau-tau. Sim, a palmadinha. Anos e anos de estudo, permitiu-lhe definir alguns conceitos na aplicação do tauismo durante os momentos íntimos.

O Tauismo tem inúmeras possibilidades, todos os dias o dr. Manecas encontra-lhe novas aplicações.
Vamos ao que interessa:

a) A palmadinha ou tau-tau, não deve ser utilizada em excesso, melhor ainda, só deve ser utilizada no momento certo, como uma nota musical ou um actor que aguarda a sua entrada, a coisa anda vai vai e de repente bamm, sai a palmadinha.

b) Depois o tau-tau exige extremos cuidados ao nível da pressão exercida, o tau-tau não pode ser forte nem leve e tem de ser subtil a ponto de transferir prazer e não ser sentida como uma agressão ou um ato machista.

c) A mulher e o homem gostam do tau-tau, mas o verdadeiro, o sofisticado, o que faz tremer levemente o clitóris e o ânus, deixando-os excitados mas também descontrolados e taralhocos, não o tau-tau bruto.

d) Tem inúmeras aplicações, mas as melhores são preparar o parceiro para a brincadeira e também influenciar o orgasmo, porque um tau-tau no momento certo, leva o parceiro ao climax.

e) O parceiro também tem de participar no tau-tau, mesmo que seja só ameaço, tem de pedir, ansiar por mais, é uma prática a dois, é o dá-me a palmadinha que eu gosto, ou o toma lá tau-tau nesse cuzinho, elas e eles adoram.

Dicas úteis do dr: O tau-tau pode ser antes durante ou depois da relação tendo em cada um dos momentos propósitos diferentes, se for durante, com som à mistura, um tau-tau mais firme, faz tremer as estruturas mentais, uma explosão, e o orgasmo é mais eficiente.

Confissões de fim de tarde

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Confissões de fim de tarde
Para mim aquele foi um ano de transição, e se ainda tinha inocência perdia-a toda, um ano fantástico internado no colégio interno enquanto os meus pais se organizavam, de dia aulas, há noite fugas nocturnas com o meu amigo Fragoso, deambulávamos pela cidade em busca de experiências.

O Colégio era de padres, vigiavam-nos os quartos os padres mais jovens, o Estefânio e o Alberico, e conhecíamos as suas fraquezas, o Estefânio então que gostava de ir ao cu, e o Alberico, ao contrário, que andava sempre de volta do Fragoso para que lhe fosse ao cu.

Estes não nos davam problemas, pedíamos e eles davam, mau mau era mesmo o Padre Rafael director do colégio, e se sabia que tínhamos fugido, mandava-nos chamar, aos aposentos dele, para nos castigar.

Até esta vez já me tinha castigado, um velho repelente com o seu gosto estranho, mania de comer rins grelhados, que se valia de informadores, para saber tudo o que acontecia, forma hábil de nos dominar, já lhe tinha feito uma mamada e já me tinha ido ao cu, uma punição dizia ele, porque havia muita responsabilidade.

Desta vez chamou-me novamente, já nem me lembro bem, se tinha discutido com alguém, viu-me no recreio, fazia ginástica naquela altura, não sabia porque era, se calhar dos meus calções apertados, e disse-me "quando acabares vai ao meu quarto".

Subi ao quarto dele no meu uniforme de ginástica, ainda lhe perguntei "há algum problema Padre Rafael?", "não não entra, vi-te a fazer ginástica, e estás um jovem muito bonito, só isso", a sentar-se numa cadeira.

Via-o a olhar para o meu corpo, a correr-lhe a língua pela boca, naqueles modos que já conhecia, a lançar palavras pesadas de quem manda, ocorreu-me dizer "obrigado Padre Rafael", e continuou ele "como é que te tens comportado? sabes estou com saudades de te castigar", sabia o que ele queria, só não sabia o que dizer.
Imagem de kropekk_pl por Pixabay
"Gostavas que te castigasse?", perguntou-me, e logo de seguida nem me deixou responder, subiu a sotaina até à barriga, a mostrar-me o caralho teso, rodeado de pelos brancos e velhos, de um homem com mais de sessenta, que sempre me surpreendia, pensava eu que os padres não tinham sexo, ou se o tinham era pequeno e murcho.  

Mas aquele era enorme, o Padre Rafael tinha um caralho grande, muito rijo e comprido, abanava-o para mim a olhar-me nos olhos, a mão na base a apertá-lo, a dizer-me "quando te via há pouco, a saltar na ginástica, parecias-me uma menina, sabes que tens um rabo lindo?".

Desta vez o velho parecia-me diferente, quase que não me obrigava a nada, valia-se da persuasão para ver o que fazia, "diz-me sei que gostas de levar no cu, gostas não gostas?", abanei a cabeça, "sei pelo Padre Estefânio que o Fragoso foi-te ao cu e ele também, e disse-me que gostaste".

"Gostaste?", continuou, "gostei", disse a olhar-lhe para o caralho que ele ia manobrando a hipnotizar-me, a aquecer e a acelerar o meu sangue e o dele, "conta-me como foi?", dizia ele com a língua a percorrer-lhe os lábios secos, "então despi-me e o Padre Estefânio deitou-se na minha cama e veio-me ao cu".

"E mamaste-o?", "mamei sim", "queres mamar este?" abanou o caralho, nem me deixou responder, "anda chega aqui põe-te de joelhos", agarrou na minha cabeça a empurrá-la para o caralho, e apertando-o com os dedos, empurrou-me o caralho para dentro da boca.

Desta vez cheirava-me melhor, como se se tivesse preparado para mim, devia de andar à dias a mirar-me, a pensar como faria, e ali estava eu a mamá-lo, lambia-lhe a cabeça do caralho, a mamá-lo de alto a baixo, o velho deitado pra trás a gozá-lo, agarrava-lhe com uma mão que não chegava.

O Padre Rafael tinha aquele ar de homem velho, pernas cor de leite, secas e magras sem sol há décadas, no meio delas o caralho grosso, sentia-o nas minhas mãos, rijo como pedra, e como se não tivesse pressa, mandava-me parar, e dizia "há pouco na ginástica olhei pro teu rabo e fiquei teso como estou agora, não me viste?", "não" respondi.

"Como é que gostas?", perguntou enquanto me empurrava a cabeça para o mamar mais um bocado, "o quê?", "de levar no cu, costuma doer-te?", "ás vezes, um bocadinho", "quero comer-te o cu, mas não quero que te doa, põe este óleo", passei-lhe as mãos pelo caralho a untá-lo como a um pau, de cima até baixo. 

Levantou-se depois, a baixar-me os calções da ginástica, passou a mão pelo meu rabo, ouvia-o a dizer "que rabinho tão bom", a oleá-lo a abrir-me as nádegas e o ânus, "olha quero que te deites com o cuzinho pro ar", pôs-me uma mão nas costas a apertar-me, sentia almofadas na minha boca.

Alçou-me o rabo, a empiná-lo para cima, com as pernas dele ao meu lado, senti-o a forçar-me o ânus, e o caralho dele a abrir-me todo, sem quase respirar a aguentar aquele momento, foi tirando e pondo, de leve pouco a pouco, sentia-o a arfar a descer até ao fundo, com aquele caralho comprido que me comia, a bater-me nas nádegas com toda a força.

Tirou o caralho de mim, cansado sentou-se na cadeira, subi pedido para cima dele, meti o caralho no cu, era agora eu que mandava, a cavalgar nele como queria, sentia-lhe as mãos a apertar-me as nádegas, a puxar-me todo de encontro a ele, gemia o velho como um danado, até que estremeceu todo e se veio.

Quando o passado nos visita?

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Quando o passado nos visita?
O Telmo conta ao Biografias Eróticas como foi:

Já vivia com a Nanda há algum tempo, tínhamos decidido alugar uma casa e fazer vida em comum, pensava cá para mim "algum dia tinha de assentar" e mesmo não podendo dizer que era amor ou paixão o que sentia por ela, a Nanda era uma mulher intensa, e mais ou menos, sentia que me dava o que eu precisava para a altura, uma mulher que fosse mais forte do que eu.

Já lhe conhecia os pais, tios, família toda, menos a irmã Mariana e o marido dela e pensava eu que se fosse tão boa e com os mesmos genes da irmã devia de ser uma mulher de perder a cabeça, como a Nanda era, um vulcão a foder, e com o verão à porta, lá os ia finalmente conhecer.

Tínhamos acabado de chegar à quinta que os pais delas tinham recuperado na Vidigueira quando os vi pela primeira vez, a Mariana e o marido Patrício, vieram cumprimentar-nos, apertei-lhe a mão e foi como se uma bomba rebentasse em mim.

Vi logo que era ele, tinham passado, sei lá vinte anos ou mais, mas ali estava ele o Patrício da minha adolescência, a olhar para mim, a minha mão presa na mão dele, a memória a percorrer-lhe as lembranças todas, até que tombou a cabeça para trás, surpresa, lembrou-se de mim.

Estávamos em silêncio, a olhar um para o outro, a perguntar-nos mentalmente, devemos dizer-lhes? que já nos conhecíamos?, que fomos amigos em miúdos?, a parecer-me maior a dúvida dele, vamos ser todos uma família e depois?.

O Patrício era o meu maior amigo em miúdo, fazíamos tudo na escola na rua nas brincadeiras até que um dia mudaram-se os pais mudou-se ele e nunca mais o vi, só agora passados estes anos.

Veio-me à memória as nossas curiosidades na garagem dos pais, experiências de descoberta do nosso corpo, dos nossos sentidos e dos nossos desejos, a ver revistas e filmes de homens e mulheres nus, ríamo-nos delas a fazer broches, e de homens a irem-lhes ao cu.

Escondidos naquele lugar intimo e protegido, deitados numa espécie de carpete velha e peluda, batíamos punhetas todos nus, a ver grandes caralhos e conas, sempre devagar para brincar, a afiar o pénis pra crescer, até que nos vínhamos juntos, entre jogos eu o ouvia, "Telmo, vamos a mais uma?", e lá íamos para a garagem a correr.

Pixabay
Não me esqueci da tarde, em que brincávamos nus, quando o Patrício me pediu, queria tocar-me no pénis, cai pra trás na carpete fofa, a passar-me a mão leve no caralho, a descer cuidado pros meus colhões, as minhas coxas e o meu ventre, até que fechei os olhos e ele me bateu uma punheta.

Era quase sempre ele que dizia, "anda vamos para a garagem", despíamo-nos num ritual já compreendido, um dia bateu-me uma punheta, no outro quis saber do prazer de um broche, e vi-o descer sobre mim sobre o meu pénis, a passar-lhe a língua a beijá-lo, a lambê-lo a dizer-me que era bom.

Não passou muito tempo, queria que lhe fosse ao cu, e ali jovens com o meu caralho maior, comecei a enrabá-lo, a imitarmos posições dos filmes, penetrava-o por trás, cavalgava sobre mim, a enterrar-lhe o caralho no cu.

Ele sempre "anda Telmo queres ir?", ele mamava-me e depois, abria-lhe as nádegas como um prémio, unia o meu corpo ao dele, e ali carne com carne, entrava-lhe no rabo, até que um dia estragámos tudo, quando fomos para o quarto dele, entre jogos de video, despimo-nos e estava a enrabá-lo, deitado nas costas dele, quando a mãe entrou e nos surpreendeu.

Ele desapareceu desde aquele dia, até hoje, e um aperto de mão que começou neutro, das minhas lembranças e das dele, sentia-lhe agora a mão macia na minha, e o meu calor no dele, a misturarem-se rápido, algo tinha parado a recomeçar agora.

Durante dias andámos nisto, a trocar olhares à distância, trauma passado de ser apanhado, poucas palavras trocávamos, até que o ouvi dizer para a mulher "olha vou dar uma volta com o Telmo", respondi-lhe com um sorriso que sim e a pé descemos e caminhámos juntos pela encosta árida e quente até à barragem.

O caminho era pedregoso e irregular, não sabíamos bem o que dizer, só de estar com ele estava teso, olhava pros meus calções e o meu caralho duro, via-me a olhar para o rabo dele, redondo e firme nuns calções lisos, já sabíamos o que queríamos, continuávamos onde tínhamos ficado, como se dissesse de novo "andas vamos?", passámos uma vereda escondida, por um abrigo.

Éramos meninos outra vez, tirei a tshirt e os calções, a saltar dele o meu caralho erecto, mostrou-me o rabo branco, nus deitados beijou-me o umbigo, a correr por mim até baixo, começou a mamar-me o caralho, apertar-me com os lábios determinado, lambia-me todo até baixo.

Não quis esperar, outras vezes viriam, o meu tesão era muito, meu desejo de lhe comer o cu, fome antiga que perdurava, virou-me aquele rabo lindo, espetei-lhe logo o caralho no cu, gritou um "aiii" a agarrar-me a coxa, numa espécie de "espera aí", dei-lhe tempo pro ânus abrir, redondo a puxar pelo meu pénis, depois a mão dele a dizer, "vem entra mais fundo, quero-o todo".

Escorreguei-lhe o meu caralho no cu, ligados carne com carne outra vez, puxava o meu rabo e os músculos, vinham atrás a fazer força, a entrar nele rijo até ao fundo, éramos homens agora, nunca o beijara, mas fazia-o desta vez, encontrou a minha boca a boca dele, quando me saiu um urro grosso, e depois me vim.

Regressámos bem dispostos, foi o que nos disseram as nossas mulheres e a Nanda a perguntar-me "o que é que achas do Patrício, gostas dele? parece ser boa pessoa", respondi-lhe "gosto disse é divertido também acho".

Que boas lições de cozinha

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Que boas lições de cozinha
Estava há dois dias a trabalhar num restaurante de comida austríaca de uns amigos da minha mãe e andava danado, era coisa para um mês, mas estas coisas de existirem pessoas a terem ideias e a tê-las em posições de domínio sem que possam ser questionadas é de facto um problema.

Os meus pais tinham essa coisa de acharem que eu era um caso perdido e, nisso concordo que teriam as suas razões, mas a porcaria aqui é que acabavam por ter a mesma ideia de todos, pôr-me a trabalhar.

"Se queres dinheiro, saberes o que custa a ganhar, vais trabalhar, e desta vez, não é para nós, é para uns amigos nossos, vais para o restaurante deles ajudar no verão, parece que precisam de um empregado de mesa, e está decidido, se queres dinheiro para as férias, vais ganhá-lo".

A amiga da minha mãe, a Guida, era daquelas mulheres muito bonitas, um cabelo liso maravilhoso, sorriso, olhos tudo, da cabeça aos pés, excepto o rabo, pelo menos para quem desgosta, e quem lhe descesse as mãos pelas costas vinha por aí a baixo muito certinho, só que quando chegava àquele sitio, deparava-se com duas nádegas gigantes e uma peida de elefante.

A mulher tinha um cu "se faz favor", e se há gajos que fazem da visão uma ocupação exacerbada, a analisar tudo o que é rabos, o da Guida merecia pela dimensão, tinha mesmo um rabo enorme, e pela exposição também, com as gangas apertadas, leginns, collants ou o que era aquilo, deambulava entre os clientes, sem vergonha de o exibir.

Já o marido dela, nunca fixei o nome dele, tinha aquele ar esquàlido e sem carne, de pele translúcida e amarelecida, de que se fosse peixe seria lula, a movimentar-se sempre muito direito, uma estátua ambulante, muito mais velho que a Guida, a aparecer à noite para jantar ou receber, sentado ao fundo numa mesa, a abanar a cabeça de lagosta, e dizia ele "ver como está a coisa a andar".

Ainda havia o cozinheiro, o Wicent, um polaco que importaram, especialista em goulash e outros pratos, tudo austríaco era esse o mote da casa, que falava muito alto na cozinha, ouvia-se a sua voz rude e ordinária, um gigante jovem que me atraía, e que olhava muito para o rabo da Guida.

Dois dias a servir à mesa, a comer o goulash que sobrava, considerado um incompetente, clientes queixavam-se de ser mal encarado, provocador e respondão, com o esquálido a vigiar-me, recebi a sentença da Guida, ia corrido pra cozinha, lavar pratos pra ajudar o Wincent.

No meio ensurdecedor de pratos e panelas, de coisas que o Wincent me pedia, ele a fazer-me perguntas, a que eu respondia, ia olhando para o corpo dele, a mirar-lhe o rosto duro, os meus olhos desciam e subiam, pelo peito, os braços, as pernas grossas, aquele volume saliente que tinha, a tremer de desejo e de antecipação, a que ele não correspondia, nem pelo meu querer efeminado, para que me viesse ao cu.

Não passou muito tempo, quando o apanhei a sair do banho, era fim do dia de trabalho, nu peludo como um macaco, vi-lhe então o caralho grande tombado, lambi os lábios a querer mamá-lo, e no meu rabo passei as mãos, num sinal de oferta e autorização, "Wincent despe-me tira-me as calças", a que fugiu embaraçado.

No dia seguinte, no meio daquele ruído, estava também o nosso silêncio, olhava para os olhos dele, ele olhava para os meus, não falávamos e só apontava, a pedir-me isto ou aquilo, havia qualquer coisa para resolver, todo o dia neste jogo, a Guida a queixar-se do goulash que saía mau, a apanhá-lo a mirar-me, o cu e ao meu corpo, ele a ver-me a oferecer-me, naquele espaço quente e apertado.
Photo by Austin Ban on Unsplash
Após os almoços, descansávamos, o Wicent encostou-se na bancada da cozinha, aproximei-me dele, e num acordo sem voz aceite, pus-me ao lado de frente dele, e olhando-o nos olhos e ele a mim, passei-lhe a mão pelas calças, a sentir um volume quente que crescia e acariciava.

Sentia a minha respiração e a dele ofegantes, quando ele desceu o zip das calças e me deixou entrar, a minha mão sorrateira, naquele local desejado e húmido, um cheiro de almíscar e pelos, o caralho e os colhões, juntos redondos como uma jibóia apertada, por onde deslizavam os meus dedos, ele e eu de olhos fechados.

Ia embalado nesta onda de prazer, quando senti os passos pesados e rápidos da Guida, descia de cima pra baixo pra cozinha, a roçegar o cu pelas paredes, tirei a mão do caralho do Wincent, ao mesmo tempo que se recolhia para o lado, curvado sobre si a esconder a braguilha aberta, fechava o zip a correr.

"Ela viu", pensei, "ela viu-me mesmo a fazer festas no caralho do Wincent, e ele a corresponder, o que vai acontecer?", ela ficou assim surpresa, não estava a espera, sabia que eu gostava de levar no rabo, não lhe passava pela cabeça com o cozinheiro dela, ou que ele quisesse vir-me ao cu.

Ela disfarçou, como se não visse nada, teria que tomar uma decisão, se corria comigo, se ficava zangada com a minha mãe, se corria com o cozinheiro, se depois tinha problemas no restaurante, deve ter pensado "que tenho eu a ver que o rapaz goste de levar no cu?", era só um mês, depois eu ia embora, os dias passaram e nada aconteceu.

Bem, não foi bem assim, no dia seguinte, noite de trabalho finda, esperei o Wincent a sair do banho, e entrei na casa de banho, no chuveiro e não me deu tempo, atirou-se tirou-me a roupa, puxou-me para baixo de joelhos, empurrou-me o caralho para a boca.

Quanto mais lambia mais endurecia, a tornar-se maior, mergulhado nos pelos húmidos, num cheiro forte a entrar-me pelas narinas, a entesar-me o meu caralho, a abrir-se o meu ânus de promessas futuras, com a mão dele a forçar a minha cabeça.

Acho que estava doido e perdido por mim, arrastou-me para uma bancada de alumínio, dobrou-me sobre ela, sentia o frio do metal na minha barriga, as mãos dele a abrir-me as nádegas, e o caralho a escorregar pelas bordas do meu rabo, a bater insistente à porta do ânus, e a entrar "aiii foda-se", a entrar grosso a alargar-me todo, a deixar-me sem ar, ele a esperar a querer meter mais, eu a aguentar, o caralho grande a partir-me.

Devo ter gritado, lá em cima devem ter ouvido, a Guida a fazer contas, "não sei não queria saber", o Wincent quase que me levantou no ar, a ajeitar o caralho no meu rabo arrebitado, senti-o a penetrar-me fundo, a entrar e a descer em mim, e depois a bater a bater com aquele caralho grande e duro, para dentro do meu cu, sem contemplações sem remorsos, indiferente aos meus gritos de prazer e aos dele, "se alguém ouvisse, aiii que se fodesse".

Puxou-me para cima de uma bancada, com os braços por baixo das minhas pernas, levantou-as e penetrou-me o cu, o meu ânus abriu todo, a deixar passar aquele caralho, abri a boca a fechar os olhos, os quadris do Wincent a malhar o meu rabo, músculos e molas a mover-se sem parar, ouvi aquele roçegar conhecido, do rabo da Guida a descer, abri os olhos e lá estava ela, calada silenciosa a ver-me, o Wincent a comer-me.

Não parámos não disse nada, masturbava-me para ter mais prazer, os olhos dela nos meus a ver, de boca húmida a sonhar, com o caralho grande do Wincent a fodê-la, senti o Wincent a estremecer, a soltar um "aii" de dor a vir-se, a tirar o caralho do meu rabo a espremer, e eu a vir-me também.

A Guida tinha desaparecido, quando saímos do restaurante, eu e o Wincent, ouvia-a a dizer até amanhã, naquele dia os clientes não tinham reclamado do goulash.

Última novidade - Fantástico

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Última novidade - Fantástico
Não queria acreditar mas fiquei agradavelmente surpreendido. E depois de ler tudo, acabei irritado com essa gente da ordem dos nutricionistas de pretender censurar a opinião de um, mais um, livre pensador deste país.

A questão é que parece que um gajo nutricionista disse aí ao pessoal, até escreveu um livro "A dieta da meditação", que gajo que sofre de disfunção eréctil normalmente deixa crescer a barriga só para não ter que ver o pénis.

Não é invenção minha, está escrito no Observador, e se não fosse assim não acreditava, desafia toda e qualquer lógica, pelo menos a ocidental, e digo ocidental, porque o homem é também especialista em Desprogramação Biológica, Biodescodificação, Leitura de Aura, Reiki, Angeologia, Mahikari, Anjos de Belvaspata (wikipedia desconhece), e, foda-se !!!, até Banda Gástrica Imaginária.
Imagem de Ryan McGuire por Pixabay
Mas porra, se esses gajos não apontam o dedo aos gajos da paleolítica, dos da dieta da melancia, dos que só comem raízes, uma agora só com bagas goji, outros que não comem é nada, os da uma duas e três semanas, dos dez e vinte e um dias, da dos pontos, a citogénica, da detox, a liquida, a low carb, a proteica, uns só comem vaca, outros só galinhas, foda-se que há tanta merda e tinham logo que embirrar com o homem.

A ideia do gajo é bem simples, eh pá come o que quiseres, mas para emagrecer não te esqueças, medita, e sinceramente não percebo o que tem de diferente dos gajos que apregoam as outras dietas, os outros dizem para comer ou não comer isto ou aquilo, este não diz para comer nada, diz só para meditar na comida.

Ainda hoje comi um cozido à portuguesa, lá no meio com uma chouriça de Vinhais, e disse logo para mim, "não quero saber", vou seguir o gajo, vou comer e depois meditar.

E até me faz sentido, meditar é pensar, e isso queima calorias, mais até que correr, não percebo a ordem dos nutricionistas a quererem por-lhe um processo disciplinar, sempre achei que havendo mais opções, mais escolhas haverá, e nestas aqui, a de pensar e meditar, depois de enfardar, coisa cada vez menos habitual, revela até uma certa abertura refrescante e cosmopolita.

Mas quanto a isso tudo bem, já manifestei a minha indignação contra a ordem dos nutricionistas, mas enfim não posso deixar de estar em desacordo com o gajo sobre a história da barriga e da disfunção eréctil.

Primeiro, é um bocado chato, se um gajo tem barriga pode logo haver aqueles olhares de lado, a dizer "eh pá aquela merda será de cerveja, dos enchidos ou da disfunção eréctil?"

Segundo, não se percebe bem a coisa da barriga, um gajo pode nem ver o caralho, mas eh pá a maior parte da comunicação nem sequer é visual, olhos nos olhos, um gajo pode estar lá em cima, eh pá, e mesmo sem o ver, sabe que o caralho, enfim, está disfucionado.

Terceiro, a barriga só se podia compreender, enfim, para não ter aquela relação a dois, mais intima, de um gajo estar permanentemente a brincar com o caralho, "meu lindo para aqui, meu abono para acoli, etc", mas porra, deixar crescer a barriga?, uma espécie de divórcio, "não te quero ver mais", "não sobes, não levantas, então vamos aqui levantar esta muralha de gordura e de carne.

Eh pá, parece-me exagerado mas como estou perplexo ainda estou a meditar sobre o assunto.

Quais as 3 maiores preocupações do homem de hoje?

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Quais as 3 maiores preocupações do homem de hoje?
Ou a TRILOGIA PSICO-SEXUAL MASCULINA

Não recomendo este post a ninguém. Não é um estudo, nem sequer uma reflexão, digamos que é uma espécie de inspiração, como se estivesse num buraco, viesse à superfície, respirasse profundamente, e depois da confusão de cheiros e cores, retirasse deles uma espécie de sentimento comum.

E desta vez o que chegou é que o ser masculino passa a maior parte do tempo da sua vida agarrado ao pénis ou preocupado com ele, e neste caso com todas as suas funções. 

Os outros órgãos estão ali na boa, quietinhos, a produzir o que têm a produzir, mas o pénis tem de fazer tudo e mais alguma coisa, o desgraçado tem de mijar, tem de foder, tem de estar mole pra uma coisa, rijo pra outra, está exposto aos elementos, foda-se!!! que é um stress, se está frio, lá está a mão no bolso a aconchegá-lo, se está calor, há que dar-lhe margem pra respirar, e o pior, nem sequer sabe bem o que é, se é músculo só, se é órgão, falta-lhe identidade.

E pra quem não é nada, ou coisa pouca, há religiões por sua conta, outras que por sua conta o sequestram, judeus e outros a cortá-los, são só bocados mas caralho, o Adão a foder a Eva, "maçã e cobra é mentira, foi o caralho sim senhor", falos em estátuas, pedregulhos por todo o lado, só o sol é seu amigo, gajos, nudistas, a ocupar a sua existência a abaná-los.

E os medos, foda-se os medos, de perdê-lo, "aconteceu um acidente, foi só um braço, o caralho salvou-se? sim, então o resto que se foda, e os pesadelos horríveis, canibais em volta dele, gajas a darem-lhe dentadas, vais-me dar um murro, "não batas no caralho, men", tudo serve para o encolher, sempre a recato do que possa suceder. 

E no percurso de vida? ao principio, mija bem e fode bem?, está tudo bem, mais ao meio, mija bem e fode mais ou menos? bom vamos ver como corre, mais lá para a frente, ele que pelo menos mije, porra que um gajo não faz mais nada que viver nos intervalos do que quando pensa no caralho.

Resumindo e concluindo o centro da existência masculina é o caralho, porque se não houvesse caralho era como se não houvesse nada, e se houvesse alguma coisa, não tinha piada.

Mas depois deste sofrimento todo, nesta guerra surda e interior, vêm a seguir os traumas da execução da sua função mais nobre, servir para reproduzir sim, mas convenhamos com uma pilinha pequena e umas pingas, para isso de reproduzir, dá para desenrascar, não não, o que importa mesmo é que sirva para foder.

1. O Tamanho

E aqui começamos pelo tamanho. A preocupação primeira é esta, e para o homem o coiso nunca é grande mais. As gajas e, já agora, os gajos que gostam de levar no cu, até podem não gostar, dizem é grande demais, dói muito quando entra, é mais dor que prazer, mas não, para o homem grande é sempre bom. 

Até que mais importante do que foder é poder agarrá-lo com a mão cá em baixo e ainda haver muito caralho lá para a frente. É o prazer de exibir, pôr em display, calças de ganga ou calções e ver-se que ali há coisa, há chamariz.

Poderão até dizer por aí "ah o tamanho não importa", revistas, jornais, blogs etc, os médios é que são bons, se for pequeno a coisa resolve, mas a verdade é que o homem não liga a isso, o homem com o caralho é como a anorética com a gordura, só que ao contrário, o gajo olha pro espelho e a coisa é sempre pequena.

Photo by Aarón Blanco Tejedor on Unsplash
O gajo estica a coisa, estrangula o coitadinho cá em baixo, quando mede murcho, quanto mede teso, e porra!! e terapêuticas, ou whatever, foda-se que há mais medicamentos, técnicas e merdas que pros doentes do coração ou coisa pior. 

Um gajo pode estar a estrabuchar tem direito a um comprimido, uma angioplastia e pros gajos que querem um caralho maior, há de tudo, é comprimidos, pomadas, gajos a esticar o caralho com técnicas, o bicho preso a uma pedra, bathmates, flash vaginas, merdas tipo Frankenstein, alumínios com parafusos e porcas tipo ortopédicas, e operações, foda-se!! por favor senhor doutor eu quero mais cinco centímetros, uma do tipo homem preto.

E há ainda os ilusionistas, cortam a pintelheira para parecer maior, é anéis a apertar, elásticos, uns até dois e três preservativos ao mesmo tempo, a criatividade não tem limites, a necessidade aguça o engenho, só para superar tanto sacrifício.

Ou seja, resumindo e concluindo, gajo importa-se com o tamanho do caralho, melhor, não pensa em outra coisa.

2. A duração 

E o tempo de espera, com tamanho ou sem tamanho, aqui mais que sofrimento é sonho, e a seguir àquele, o que o homem mais deseja é ter absoluto controle da foda.

Por vontade dele, o gajo metia o caralho num buraco, começava a mover para cima e para baixo, e depois enfim fazia as tarefas do dia a dia, tratar dos assuntos, da papelada, ler o jornal, consultar os emails, e o caralho sempre a dar sempre a dar.

Gagos do clube da ejaculação precoce sentem-se quase todos, uns mais, outros menos, e então quando perguntam no fim "gostaste?", tá tudo fodido, é um sintoma, podem ter estado meia hora a foder, mas é pouco, satisfeitos só se a vitima ficasse toda rota e aproveitasse uma distracção para se porem a milhas.

Foda-se e aqueles que batem duas e três punhetas antes, a ideia é estar tipo estátua, furar e furar a assobiar para o ar, até coca-colas porra!, fresquinhas encostadas aos colhões, a ver se o gajo não se vai abaixo e explode sem controle, sem domínio.

Ou seja, gajo preocupa-se e cronometra a duração da foda e cuidado com aqueles que dizem "hum foi rápido". 

3. A frequência

Depois temos a frequência. Isto já é matéria de especialistas. O gajo comum médio contenta-se com o tamanho e um tempinho bom mais ou menos, mas o técnico, o next-level, o competidor não.

Se não sofre com o tamanho ou a duração sofre com a frequência, é o comum "dei dez sem tirar", o gajo quer foder foder e enquanto a gaja não tiver pra aí uns dez orgasmos não está satisfeito. 

Há ali um certo orgulho, uma reputação a defender, não querem que as gajas de hoje para amanhã se queixem, e digam "eh pá foi muito fraquinho, deu só cinco ou seis sem tirar".

O gajo especialista sofre se não atinge ou supera o seu record, o comum sonha por manter uma marca modesta de dar duas numa noite toda se se conseguir. 

E por aqui também há de tudo, é suplementos, produtos naturais, folhas de bananeira a enrolar o instrumento, é oleado e tratado como se fosse um animal, uma peça sempre bem cuidada, para que na hora da verdade não falhe nada.

Estes meus senhores, os mistérios mais insondáveis da psique masculina, tanta guerra e tanto sofrimento que podia ser evitado....

E das vezes em que a nossa patroa precisa de nós?

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E das vezes em que a nossa patroa precisa de nós?
Estou com alguma vergonha de contar isto aqui no confessionário. Há algum tempo fiquei trabalhando para um casal aqui em Portugal, gente rica sabe, como doméstica e faço tudo lá pra eles, tomo conta da casa e dos filhos, são pessoal jovem com dinheiro e gostam de se divertir e, uma coisa eu digo, sempre me trataram muito bem e fui assim ganhando alguma confiança, mais com D. Cristina.

Seu Guilherme é mais reservado, está mais na sua, mas eu vejo ele sempre me galando, olhando para o meu rabo, minhas coxas e minhas mamas, e D. Cristina também vê, mas ela não se importa, é uma mulher muito bonita, muito erótica, sem medo de competição, e já me disse assim em segredo, que ele é um demónio, muito activo, e que está sempre querendo foder ela.

Tenho vergonha de dizer, mas se ele me olha o rabo, eu também já olhei para ele, um homem mesmo muito bonito, assim com um certo ar de príncipe, musculado e bem cuidado e se vê logo, deve ter um instrumento faz favor, porque eu digo, eles às vezes tão tão na deles que é como se não me vissem.

Vejo-os aos beijos a acariciarem-se, a saírem do banho nus, a pedirem-me toalhas e tudo, só faltava mesmo eu andar no meio deles toda nua também, gente solta, né, eu nem digo lá ao meu pastor, senão ele dizia logo "Dulcineia se afasta deles menina, isso é gente do diabo, eles vão acabar comendo você".

Só que eu adoro eles e adoro aquela alegria, nunca me faltaram, eu peço que quero ir ao Brasil ver minha família e seu Guilherme trata logo de tudo, dá instruções e isso, e eu vou na boa e volto logo para junto deles, e me estou sentindo como parte da família, e se digo que vou sair com meu namorado William, vou também na boa.

O probleminha foi nas férias deles, se meteram a ir para a neve, sabe, essas instâncias de inverno, como uma nova lua de mel, eu fiquei cá com os miúdos, e quando D. Cristina veio, ela coitadinha, vinha com as pernas partidas, eu não sei nada desse negócio, mas parece que caiu dos esquis ou assim, foi contra uma árvore e pronto, quebrou, né.

Estava tudo bem um tempo, mas D. Cristina me foi dizendo que seu Guilherme andava, como hei-de dizer, assim um pouco maluco, meio desvairado, ela me dizia, é do tesão Dulcineia, eu não estou capaz pra foder, e ele fica assim, pensei logo "deve andar batendo punheta", mas se calhar não chega, ele é dominador, macho alfa, sabe, e gosta mesmo de mexer em mulher, penetrar ela.

E eu também estava sentindo isso, dantes me olhava muito o rabo, tirando medidas né, me vendo nua com os olhos, mas agora era outra coisa, se aproximava muito, quase sentia o cheiro dele e ele o meu, sempre me fazendo perguntas, me pedindo para ir ao quarto ou ao escritório, e na última vez, descambou mesmo, seu Guilherme estava um caco, me apareceu na cozinha todo nu, com o caralho em pé, me perguntando onde estavam as cuecas.

Quando vi aquilo me assustei, dei assim um salto, mas sem medo de prazer, sabe, e de gratidão, como se tivesse à vontade comigo, me mostrando o caralho duro e rijo, e tadinho dele, senti pena e quase me ri dele me pedindo cueca, se o meu namorado soubesse me matava.

Estive falando com D. Cristina, entrevada na cama, lhe perguntando como estava seu Guilherme, nem pensar em dizer para ela que ele andava me procurando com o caralho em pé, e ela, de repente se virou para mim, confessionário, e me deixou para morrer "eu preciso de sua ajuda Dulcineia, posso perder ele, ele anda doido, ele já bateu punheta, eu já bati punheta para ele, há bocado antes de ir pro trabalho, ele me deu o caralho para eu mamar, mas não chega, ele é doido por cona e cu".

"Cu? D. Cristina?", "cu, ele não dispensa cu Dulcineia, é vidrado em cu, ainda mais do que eu, e eu que diga como gosto de levar no cu", estava ansiosa não sabia o que de lá vinha, "Ai D. Cristina, mas como quer que a ajude?", "Ora Dulcineia, preciso que lhe dês ou ofereças não sei a cona e o cu, senão não tenho mão nele, ainda vai pra aí à procura e depois é uma porra, faz-me lá esse favor, pensas nisso?".

Não vou mentir, muitas vezes sem o meu namorado ou D. Cristina pensarem nisso, eu tinha imaginado seu Guilherme me fodendo, a mamar o caralho dele, me comendo a cona e o cu, e eu sou como ela, também gosto né, William não aponta pra aí, lá nas ideias dele de que deus não deu esse buraco para foder, eu tenho vergonha de pedir.
Imagem de Tumisu por Pixabay
Fiquei pensando, via seu Guilherme abatido e enfim fui vestindo uma saínha mais curta, via-se as minhas coxas grossas até cá acima, uma blusinha mais solta mostrando as maminhas, tinha algum medo dele, podia ter um assalto de loucura, fui falar com D. Cristina a perguntar "eu dou pra ele a cona e o cu, mas como eu faço, D. Cristina?"

D. Cristina ficou contente, me disse "obrigado Dulcineia és uma santa", me pediu pra chamar ele no escritório, e acho que quando me viu, eu parecia uma boneca, o homem quase desfaleceu, se babando de tesão, lhe disse "D. Cristina está chamando", e ele foi no quarto dela, ouvindo ela "olha querido sei que andas mal, a Dulcineia disse-me que se sacrifica, dá-lhe umas fodas se quiseres, enquanto não fico boa, queres?".

Ouvi uma voz sumida de seu Guilherme, o homem dizendo que sim, e uma voz mais forte de D. Cristina, mandando "se quiseres pode ser aqui", eu balancei um pouco, né, levar na cona e no cu do seu Guilherme, era assim como uma boa acção, eu podia dizer ao Wiliam que tinha estado ajudando meus patrões, momento de dificuldade, sabe, mas com D. Cristina a ver?.

Mas seu Guilherme não me deu tempo, o homem estava no seu limite, tinha traços de sangue no branco dos olhos, mais parecia um lobo esfomeado, de dentes afiados a contar com a presa, tirou o robe a correr, a arrancar-me a mini saia e a blusinha, e olha confessionário, saiu logo me fodendo como se a mulher não estivesse ali.

Me sentou à beira da cama, e de D. Cristina ouvi um "ai", do meu rabo nu em cima das pernas dela, e me mandou aquele caralho gigante, para a boca para eu mamar nele, me agarrando a cabeça em movimentos, me fodendo a boca e eu ali asfixiada, apertando os lábios e fazendo barulhos estranhos.

Via ele contente olhando para D. Cristina, excitada brincando com o clitóris dela, ele tirando o caralho me beijando na boca, e pondo logo novamente para eu mamar, meu deus, e como mamava, descia por ali abaixo, lhe lambendo os colhões, os lados a cabecinha, as mãos dele apertavam meus mamilos, e rodeando os meus cabelos, estava gozando louca.

Me empurrou para cima da cama, quase lado a lado com D. Cristina, e não é que o cara seu Guilherme, me começou lambendo a cona, me fazendo um minete louco, uma língua se mexendo e tremendo, nos meus papos e no meu clitóris, me entrando na cona, com barulhos de porco comendo, os mãos dele a abrir-me as pernas, ia mais fundo com aquela língua medonha, "ai que horror, se pastor soubesse, tinha razão, estou sendo comida".

Virou-me depois e a minha boca, quase que tocava as mamas de D. Cristina, fechava os olhos de prazer, a masturbar-se quase a vir-se, de seu Guilherme me estar a foder, senti o caralho dele a atravessar-me, as bordas da minha cona, a enterrar-se para dentro de mim, agarrado ao meu cu de cabrita, às minhas mamas e mamilos tesos, a entrar e a sair, a cavalgar desalmado, e a abrir-me toda.

Guardava-me para o maior prémio que esperava, que nem o William nem ninguém hà muito me dava, passou-me pela memória o Leonardo, um miúdo que trabalhava comigo no supermercado, que escondido nas caixas da reposição, me lambeu a cona no trabalho, e depois já desfalecida de tanto tesão, me virou e enganou, em vez de me ir à cona, foi-me ao cu, quando senti seu Guilherme a espremer-me as nádegas, a sentir dores de me partir, do caralho dele a fazer força, e a entrar-me no cu.

"Aiiii", soltei um ai apetitoso, doeu-me um bocadinho a entrar, a mão de D. Cristina na minha face, a apaziguar e a agradecer, num beijo de sorrisos que me dava, é que o meu sacrifício valia a pena, salvava-se uma família, tinha a mão na minha cona, ela a mão na cona dela, e ele o caralho no meu cu, uma harmonia sincera, de aís e humms de prazer, sentia que me estava a vir, quando ouvi um urro medonho, seu Guilherme agarrado ao caralho dele, a libertar sémen a espremê-lo, de chuva condensada no ar, comigo e D. Cristina a beijarem-se molhadas.

Posso dizer que durante uns tempos tive que dispensar o William, D. Cristina e seu Guilherme estavam precisando muito dos meus cuidados.