E das vezes em que a nossa patroa precisa de nós? - Biografias Eróticas

E das vezes em que a nossa patroa precisa de nós?

Estou com alguma vergonha de contar isto aqui no confessionário. Há algum tempo fiquei trabalhando para um casal aqui em Portugal, gente rica sabe, como doméstica e faço tudo lá pra eles, tomo conta da casa e dos filhos, são pessoal jovem com dinheiro e gostam de se divertir e, uma coisa eu digo, sempre me trataram muito bem e fui assim ganhando alguma confiança, mais com D. Cristina.

Seu Guilherme é mais reservado, está mais na sua, mas eu vejo ele sempre me galando, olhando para o meu rabo, minhas coxas e minhas mamas, e D. Cristina também vê, mas ela não se importa, é uma mulher muito bonita, muito erótica, sem medo de competição, e já me disse assim em segredo, que ele é um demónio, muito activo, e que está sempre querendo foder ela.

Tenho vergonha de dizer, mas se ele me olha o rabo, eu também já olhei para ele, um homem mesmo muito bonito, assim com um certo ar de príncipe, musculado e bem cuidado e se vê logo, deve ter um instrumento faz favor, porque eu digo, eles às vezes tão tão na deles que é como se não me vissem.

Vejo-os aos beijos a acariciarem-se, a saírem do banho nus, a pedirem-me toalhas e tudo, só faltava mesmo eu andar no meio deles toda nua também, gente solta, né, eu nem digo lá ao meu pastor, senão ele dizia logo "Dulcineia se afasta deles menina, isso é gente do diabo, eles vão acabar comendo você".

Só que eu adoro eles e adoro aquela alegria, nunca me faltaram, eu peço que quero ir ao Brasil ver minha família e seu Guilherme trata logo de tudo, dá instruções e isso, e eu vou na boa e volto logo para junto deles, e me estou sentindo como parte da família, e se digo que vou sair com meu namorado William, vou também na boa.

O probleminha foi nas férias deles, se meteram a ir para a neve, sabe, essas instâncias de inverno, como uma nova lua de mel, eu fiquei cá com os miúdos, e quando D. Cristina veio, ela coitadinha, vinha com as pernas partidas, eu não sei nada desse negócio, mas parece que caiu dos esquis ou assim, foi contra uma árvore e pronto, quebrou, né.

Estava tudo bem um tempo, mas D. Cristina me foi dizendo que seu Guilherme andava, como hei-de dizer, assim um pouco maluco, meio desvairado, ela me dizia, é do tesão Dulcineia, eu não estou capaz pra foder, e ele fica assim, pensei logo "deve andar batendo punheta", mas se calhar não chega, ele é dominador, macho alfa, sabe, e gosta mesmo de mexer em mulher, penetrar ela.

E eu também estava sentindo isso, dantes me olhava muito o rabo, tirando medidas né, me vendo nua com os olhos, mas agora era outra coisa, se aproximava muito, quase sentia o cheiro dele e ele o meu, sempre me fazendo perguntas, me pedindo para ir ao quarto ou ao escritório, e na última vez, descambou mesmo, seu Guilherme estava um caco, me apareceu na cozinha todo nu, com o caralho em pé, me perguntando onde estavam as cuecas.

Quando vi aquilo me assustei, dei assim um salto, mas sem medo de prazer, sabe, e de gratidão, como se tivesse à vontade comigo, me mostrando o caralho duro e rijo, e tadinho dele, senti pena e quase me ri dele me pedindo cueca, se o meu namorado soubesse me matava.

Estive falando com D. Cristina, entrevada na cama, lhe perguntando como estava seu Guilherme, nem pensar em dizer para ela que ele andava me procurando com o caralho em pé, e ela, de repente se virou para mim, confessionário, e me deixou para morrer "eu preciso de sua ajuda Dulcineia, posso perder ele, ele anda doido, ele já bateu punheta, eu já bati punheta para ele, há bocado antes de ir pro trabalho, ele me deu o caralho para eu mamar, mas não chega, ele é doido por cona e cu".

"Cu? D. Cristina?", "cu, ele não dispensa cu Dulcineia, é vidrado em cu, ainda mais do que eu, e eu que diga como gosto de levar no cu", estava ansiosa não sabia o que de lá vinha, "Ai D. Cristina, mas como quer que a ajude?", "Ora Dulcineia, preciso que lhe dês ou ofereças não sei a cona e o cu, senão não tenho mão nele, ainda vai pra aí à procura e depois é uma porra, faz-me lá esse favor, pensas nisso?".

Não vou mentir, muitas vezes sem o meu namorado ou D. Cristina pensarem nisso, eu tinha imaginado seu Guilherme me fodendo, a mamar o caralho dele, me comendo a cona e o cu, e eu sou como ela, também gosto né, William não aponta pra aí, lá nas ideias dele de que deus não deu esse buraco para foder, eu tenho vergonha de pedir.
Imagem de Tumisu por Pixabay
Fiquei pensando, via seu Guilherme abatido e enfim fui vestindo uma saínha mais curta, via-se as minhas coxas grossas até cá acima, uma blusinha mais solta mostrando as maminhas, tinha algum medo dele, podia ter um assalto de loucura, fui falar com D. Cristina a perguntar "eu dou pra ele a cona e o cu, mas como eu faço, D. Cristina?"

D. Cristina ficou contente, me disse "obrigado Dulcineia és uma santa", me pediu pra chamar ele no escritório, e acho que quando me viu, eu parecia uma boneca, o homem quase desfaleceu, se babando de tesão, lhe disse "D. Cristina está chamando", e ele foi no quarto dela, ouvindo ela "olha querido sei que andas mal, a Dulcineia disse-me que se sacrifica, dá-lhe umas fodas se quiseres, enquanto não fico boa, queres?".

Ouvi uma voz sumida de seu Guilherme, o homem dizendo que sim, e uma voz mais forte de D. Cristina, mandando "se quiseres pode ser aqui", eu balancei um pouco, né, levar na cona e no cu do seu Guilherme, era assim como uma boa acção, eu podia dizer ao Wiliam que tinha estado ajudando meus patrões, momento de dificuldade, sabe, mas com D. Cristina a ver?.

Mas seu Guilherme não me deu tempo, o homem estava no seu limite, tinha traços de sangue no branco dos olhos, mais parecia um lobo esfomeado, de dentes afiados a contar com a presa, tirou o robe a correr, a arrancar-me a mini saia e a blusinha, e olha confessionário, saiu logo me fodendo como se a mulher não estivesse ali.

Me sentou à beira da cama, e de D. Cristina ouvi um "ai", do meu rabo nu em cima das pernas dela, e me mandou aquele caralho gigante, para a boca para eu mamar nele, me agarrando a cabeça em movimentos, me fodendo a boca e eu ali asfixiada, apertando os lábios e fazendo barulhos estranhos.

Via ele contente olhando para D. Cristina, excitada brincando com o clitóris dela, ele tirando o caralho me beijando na boca, e pondo logo novamente para eu mamar, meu deus, e como mamava, descia por ali abaixo, lhe lambendo os colhões, os lados a cabecinha, as mãos dele apertavam meus mamilos, e rodeando os meus cabelos, estava gozando louca.

Me empurrou para cima da cama, quase lado a lado com D. Cristina, e não é que o cara seu Guilherme, me começou lambendo a cona, me fazendo um minete louco, uma língua se mexendo e tremendo, nos meus papos e no meu clitóris, me entrando na cona, com barulhos de porco comendo, os mãos dele a abrir-me as pernas, ia mais fundo com aquela língua medonha, "ai que horror, se pastor soubesse, tinha razão, estou sendo comida".

Virou-me depois e a minha boca, quase que tocava as mamas de D. Cristina, fechava os olhos de prazer, a masturbar-se quase a vir-se, de seu Guilherme me estar a foder, senti o caralho dele a atravessar-me, as bordas da minha cona, a enterrar-se para dentro de mim, agarrado ao meu cu de cabrita, às minhas mamas e mamilos tesos, a entrar e a sair, a cavalgar desalmado, e a abrir-me toda.

Guardava-me para o maior prémio que esperava, que nem o William nem ninguém hà muito me dava, passou-me pela memória o Leonardo, um miúdo que trabalhava comigo no supermercado, que escondido nas caixas da reposição, me lambeu a cona no trabalho, e depois já desfalecida de tanto tesão, me virou e enganou, em vez de me ir à cona, foi-me ao cu, quando senti seu Guilherme a espremer-me as nádegas, a sentir dores de me partir, do caralho dele a fazer força, e a entrar-me no cu.

"Aiiii", soltei um ai apetitoso, doeu-me um bocadinho a entrar, a mão de D. Cristina na minha face, a apaziguar e a agradecer, num beijo de sorrisos que me dava, é que o meu sacrifício valia a pena, salvava-se uma família, tinha a mão na minha cona, ela a mão na cona dela, e ele o caralho no meu cu, uma harmonia sincera, de aís e humms de prazer, sentia que me estava a vir, quando ouvi um urro medonho, seu Guilherme agarrado ao caralho dele, a libertar sémen a espremê-lo, de chuva condensada no ar, comigo e D. Cristina a beijarem-se molhadas.

Posso dizer que durante uns tempos tive que dispensar o William, D. Cristina e seu Guilherme estavam precisando muito dos meus cuidados.

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