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Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

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Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

Já se tinha tornado um hábito deste Verão, as aulas tinham terminado, e eu e a minha namorada aproveitávamos ao máximo as férias escolares, tínhamos escolhido para começo dos primeiros dias uma praia fluvial, muito perto das nossas casas, e a nós juntavam-se normalmente uns amigos da terra, sendo que um deles, um dos meus melhores amigos, estava sempre comigo e com ela.

Com o meio-dia, vinham o calor, o sol, e a fome, e então fugíamos da praia e refugiávamo-nos na minha casa, normalmente eu, a minha namorada e esse meu amigo, onde comíamos qualquer coisa simples, e passávamos a tarde, umas vezes a falar, outras vezes a dormir, até que chegava a hora de regressar e estar mais umas horas a apreciar a sensação do Verão, da água da ribeira, sem fazer nada que não fosse gozar os benefícios da juventude.

O Verão para nós tinha começado em maio e em julho já os nossos corpos tinham um belo bronzeado, conseguido com algumas boas horas de exposição ao sol, coisa que para o meu amigo não se nota muito, sendo negro, diz ele, já nasceu bronzeado e assim fica todo o ano, diferente para a minha namorada, que para além da beleza do seu corpo, da sua figura torneada, tem aquelas marcas do bikini que viram a cabeça dos homens.

Na praia, quando tínhamos oportunidade de estar mais isolados, longe dos olhares indiscretos das outras pessoas, mesmo de amigos ou conhecidos com quem temos menos confiança, a minha namorada adora exibir o belo corpo que tem, as mamas pequenas mas rijas, o ventre liso e as pernas longas e bem desenhadas, e eu, não me importava, até gostava, quando ela se despia completamente, estando só eu e esse meu amigo a admirá-la em cada movimento que faz.

E se acontecia com ela, também acontecia comigo e esse meu amigo, um dia ele perguntara se eu não me importaria ou se eu ficaria desconfortável se ele também se despisse e eu disse que não, que não me importava nada, embora soubesse que para a minha namorada podia ser uma surpresa ou até um choque porque ele tinha uma piça enorme, que eu bem conhecia, mas, no fundo, eu sentia uma curiosidade de saber como é que ela reagiria ao vê-lo nu.

E por isso perguntei, num momento em que estávamos só nós os três, eu aproximei-me do ouvido dela e sussurrei baixinho, “querida, ele perguntou-me se eu me importava que ele também se despisse? O que achas? Importas-te?”, ela olhou para mim, e respondeu com um sorriso, “claro que não, não me importo nada”, e a partir desse momento, foi como se algumas barreiras invisíveis tivessem desaparecido entre nós, quase desejando nas escolhas que fazíamos, encontrar sítios isolados onde pudéssemos estar os três assim nus a gozar o sol e a natureza.

Para a minha namorada, o meu amigo era um total desconhecido, ele era um colega de escola e tinha vindo passar férias comigo, estava lá em casa até decidir ir embora, de maneira que, quando ela o conheceu, ao principio, achou estranho ele estar sempre na nossa companhia, mas depois ultrapassou, fizeram amizade um com o outro, e agora, quando o viu nu, foi como se alguma coisa mais tivesse acontecido.

Lembro, quando ela disse que não se importava e ele se despiu, tirou os calções de banho, e no meio das pernas, estava um caralho preto, de palmo e meio, ela olhou para ele e logo assim para mim e disse, “já viste o tamanho dele?”, eu olhei para o mei amigo para lhe dar a entender o que ela estava a dizer, ele riu-se e eu respondi, “gostava muito de ter um daquele tamanho”.

Os dias foram passando, e sentia-se entre nós uma ligação mais intensa, era-nos permitida algumas liberdades, podíamos até fazer perguntas intimas, e um dia, estávamos os três na praia, deitados nas toalhas, todos nus e ela perguntou a esse meu amigo, se ele tinha namorada, e ele respondeu algo que a surpreendeu, “sim, mas não é bem namorada, é mais um namorado”, ela abriu a boca, olhando para mim e para a piça dele, e ele continuou, “é mais um ex, atualmente estou sozinho”.


Na altura fiquei um pouco triste quando ele disse aquilo do namorado, parecia que a chama erótica que estava acesa apagou-se de repente, uma espécie de intimidade privada desaparecia, mesmo que fossem só desejos hipotéticos, daquele caralho preto a poder foder um dia, para ela essa possibilidade desaparecia, o de ter dois machos disponíveis e de repente contar só com um, ou seja, comigo, deixou-a menos elétrica e até menos feminina, até ao dia em que quando ela disse qualquer coisa sobre ele ser gay, eu respondi que não era nada disso, ele era um assumido bissexual.

E isso via-se, secretamente eu sabia que ele desejava a minha namorada, eu via que ele a olhava com interesse, o pau dele acusava mesmo isso, ficava teso e rijo e ele não o conseguia esconder, e foi por isso que a chama erótica que se tinha perdido regressou, um dia, para o provocar, sussurrei ao ouvido da minha namorada e pedi, “querida, faz-me um broche”, ela estava estendida na toalha, olhou para mim desnorteada, e respondeu, “és maluco, com ele aqui?”, e eu insisti, “não te preocupes, tenho a certeza que ele vai gostar, vai, amor, chupa-me o caralho”, ela olhou para ele, alguma coisa lhe passou pela cabeça, agarrou no meu pau, e eu via a boca dela a aproximar-se e a engoli-lo até ao fundo.

O meu amigo não desviou os olhos, durante alguns minutos ele e eu observámos os movimentos dela, ela chupava-me a piça como se ele não estivesse presente, o que ainda me dava mais tesão, o caralho dele tinha agora crescido até ao máximo e ele acariciava-se a si próprio a masturbar-se com o que via, a minha respiração e a dele estavam ofegantes, até que decidi fodê-la ali mesmo, e disse, “amor, para, salta para cima de mim”, ela respondeu, “não, amor, aqui não”, ela apontou para uns arbustos, levantou-se e correu para o matagal, eu fui atrás dela, deitei-me no chão e ela pôs-se em cima de mim, enterrou o meu pau na cona e começou a cavalgar freneticamente.

No meio daquilo tudo, ele veio atrás, a cena era tão intensa e erótica, ela movia-se sobre mim em ondas sucessivas, o traseiro dela rolava sobre as minhas coxas freneticamente, enquanto isso, ela percebeu que ele assistia, cada vez mais excitado, com as mãos a agarrar o próprio caralho, os olhos deles encontraram-se, e ela fodia-me como se ao mesmo tempo fodesse com ele, a dar-lhe também prazer pela sua exibição, pelo seu corpo feminino em ação, ele masturbava-se, ela lambia-se toda, até que senti que ela e eu, atingimos o limite, ela começou a acelerar ainda mais, a gemer quase a chorar, “aihmm hummm, ai, estou-me a vir, aihh”, ela contorceu-se para trás e eu sabia, ela estava a ter o orgasmo, quando eu também já me estava a vir, lançando a minha porra para dentro dela, e ele também, lançando jatos de leite para a frente.

Depois do sexo, com a tarde veio a indolência, os nossos corpos estavam quebrados pelo sol, quando decidimos regressar a casa, neste caso à minha, beber limonada, tomar um duche fresco, era esse o plano mais próximo, e tudo isso aconteceu mesmo, fomos depois os três para a minha cama, uma cama king-size, para ver televisão e ali estarmos a falar e a rir do que se passara na praia e de outras coisas quaisquer.

Eu e ele estávamos em tronco nu, vestido apenas com uns boxers, ele com uns calções caqui, e ela no meio de nós, vestida com uma túnica branca de linho, mal lhe cobria os seios nus, deixando os mamilos salientes à mostra, e cobrindo apenas uma parte das ancas, não sendo difícil imaginar que por baixo de tão pouco tecido, ela estava totalmente nua, estávamos a ver televisão, quando ele disse para o ar, como se falasse sozinho, “sabem o que gostava de ver? um filme pornográfico!”, a minha namorada virou-se para ele e riu-se, “não te chegou a pornografia que viste à tarde?”.

Ele riu também, e ela continuou, “eu reparei que estavas a masturbar-te! Eu dei-te assim tanto tesão?”, ele virou a cara para mim, como que a pedir consentimento pelas palavras ditas, “muito tesão mesmo, não sei mais o que dizer”, eu agarrei no comando da televisão, “é smart tv, devo ter um canal porno”, ela insistiu com ele, “achas o meu corpo bonito?”, ele respondeu, “muito bonito”, os olhos dele rolaram de cima a baixo pelo corpo dela, ela voltou a insistir, “queres que eu me dispa, para veres melhor? Afinal, já me vês toda nua na praia!”.

Eu tinha andado com o comando da Smart Tv à procura de canais, “pronto, já está”, ouviu-se na televisão uns gajos a foder, eu disse, “coitado, ele já te viu nua, mas não papou nada! comeu com os olhos”, antes que eu ou ele fossemos dizer mais qualquer coisa, ela tirou a túnica do corpo, e num segundo, estava toda nua na cama entre mim e ele, ela deu então um gemido, “aihm foda-se, estou tão excitada, só me apetece é foder”, abriu as pernas e começou a acariciar-se sozinha, as mãos dela deslizavam nas pernas, vinham pela barriga acima, apertavam os seios, deixando os mamilos presos, e depois sussurrou ao ouvido do meu amigo, “tira os calções, deixa-me ver esse caralho preto”.

Ele obedeceu, os calções desceram pelas pernas abaixo, a piça preta saltou nervosa e tesa, desta vez era eu que estava de fora, e a minha excitação era tanta como a dela, ela prendeu o pau na mão, levantou-o e meteu-o na boca, como se fosse já um ato natural dela, chupar o que podia antes de ser penetrada, os meus olhos viam tudo como num filme, ele virou a cara para mim com os olhos turvos, ela estava a fazer um bom trabalho, se havia coisa que ela fazia bem era um broche, descia a língua pela piça, e subia a deixar um rastro de saliva, ele gemia, “aihm foda-se és mesmo boa, foda-se”.

Achei que ele podia estar assim horas, a ser chupado por ela, isso não faria qualquer diferença, mas ela estava ansiosa, a cona brilhava de tesão e desejo, saltou para cima dele e sentou-se na piça até ao fundo, o corpo dela era lindo, um traseiro magnifico, que dançava agora em bom ritmo, a piça preta entrava e saía, e eu sentia, ela estava a adorar a foda, como se fosse a primeira que dava, ela gemia a procurar a minha boca, “aihm querido, aihmm, foda-se, estou louca, adoro este caralho, aihmm”, e continuava a cavalgar sobre ele.

Ela saiu de cima dele, virou-se para mim, “estás a gostar, querido?”, eu ia dizer que sim, mas ela prosseguiu, “aihm caralho estou tão excitada, tanto tesão, amor”, ela virou-se de costas para cima e ele subiu para ela e começou a montá-la, como um macho a foder uma cadela, ela gritou, “aihm, humm, querido, aihmm, parte-me toda, aihmm”, ele começou furiosamente a bater por trás, pancadas das ancas batiam nas nádegas dela, e a piça preta, eu via, entrava presa nos lábios da cona, “aihm , amor tão bom, não estás chateado com a tua namorada, querido”, eu respondi com um beijo, e sussurrei ao ouvido, “não, eu estou a adorar”, o meu pau também estava teso, e num momento eu sabia, eu ia explodir, e a porra que eu tinha guardada ia sair.

Eu vi, ele tinha parado, ela fixou-se em mim, e eu percebi, a piça preta procurava o ânus, ela puxou-me pelo pescoço, e disse, “aihmm, querido, ele vai comer o meu cu, querido, aihmm”, a cabeça deve ter entrado, o corpo dela contorceu, não sei se de dor ou de prazer, ela gemeu, “humm, aihmm, o meu cu”, ele fez mais força e eu sentia nos espasmos que dava, a piça preta entrava nela, eu dizia, “querida, relaxa, está quase, relaxa”, ela gemeu, “aihm foda-se, aihmm, ele parte o meu cu todo, amor, aihm foda-se”, olhei por cima, olhei para o meu amigo e dava para ver, a piça preta agora está toda lá dentro, ela fechava os olhos, e caía algures de uma nuvem, quando ele começou a movimentar, em batidas cadenciadas, a penetrar-lhe o ânus até ao fundo.

Já só me lembro dele a tremer e a urrar quando se veio dentro do cu dela e a inundou de porra que saía e escorria pelas nádegas abaixo, e partir daí, lembro-me do dia seguinte, estávamos na praia nus, a foda do dia anterior já era uma lembrança, quando ela se vira para nós e diz, “acho que sou uma insatisfeita por sexo, se calhar vou precisar de dois homens para sempre”.

Ela não era mulher de um homem só, e por isso imaginei a minha namorada casada e com filhos de um homem qualquer, e certamente com outro ou outros para a entreterem também

Férias ao sul com a mãe da amiga!

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Férias ao sul com a mãe da amiga!
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Tocou-me à campainha!

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Tocou-me à campainha!

Talvez devesse perguntar-me se alguma vez me lembro, ou se alguém se lembra, de como as coisas boas ou más normalmente começam ou se atravessam na nossa vida? Talvez seja uma pergunta que se faz a meio do caminho ou já no fim, ou perto do fim, quando depois da turbulência dos mares e das marés da vida, já não faz sentido perguntá-la.

Apenas se diz, sim, podia ter sido diferente, podia ter tido mais cuidado, ser mais previdente, mais avisado, mais cauteloso, mas, pois, a memória de nada fazer, de não experimentar algo, talvez também tenha um inicio.

Coisa que não me incomodava, preferia não iniciar nada, não participar em nada, não observar nada, prosseguir uma vida silenciosa e anónima, sem emoções, sem sentimentos, sem escolhas, a frieza desse não sentir nada, desse vazio interior, traduzia-se em calma do meu espirito e no plano alinhado do que seria a minha existência.

Mas as coisas mudam, independentemente da nossa vontade, e foi quando um dis, ou melhor, já seria quase noite, tocaram à campainha da minha casa; o simples facto de tocarem à minha campainha incomodava-me, os tempos tinham mudado e se alguém queria falar comigo, contatar-me que mandasse uma mensagem texto no W ou por qualquer outra maneira. Já ninguém usa campainhas de porta e se usam tenho sempre algumas reticências em abrir a porta para ver quem é.

Costumo gritar junto à porta, “quem é? caralho? vão-se embora, vão vender a vossa merda para outro lado, foda-se”, e quase sempre tenho sucesso, há vizinhos que nunca conheci apesar de viver aqui há mais de 20 anos, e penso que eles já compreenderam que a minha empatia para relacionamentos é quase zero.

Mas desta vez fui ver, olhei pelo olho mágico da porta, e reconheci uma rapariga, ou pareceu-me reconhecer, era a jovem que a puta da minha irmã estéril adotara para ela não se sentir tão inútil e esvaziada de maternidade, queria ter uma filha e foi buscar esta ainda criança a um lar juvenil, ou o que era aquilo.

Não percebi o que ela fazia ali, á minha porta, a tocar no caralho da campainha, eu não a vira mais do que meia dúzia de vezes, mas abri a porta, e perguntei, “o que estás aqui a fazer?”, olhei primeiro para ela e depois para o chão, estava ali um saco com roupas, ela disse, “olá, tio! quero pedir um favor grande”, e depois continuou, como se eu já esperasse algo inevitável, “tio, se me deixavas viver aqui, uns dias só, talvez”.

Olhei para ela, depois para o interior de casa, procurava saídas, e perguntei, “e a casa da tua mãe?”, ela respondeu, “a mãe pôs-me na rua, não tenho onde viver, tio”, eu pensava, “foda-se!!”, abri mais a porta e disse que entrasse, a minha voz carregava a exigência de uma avaliação, talvez também tivesse que a mandar para a rua, ela foi para o sofá e eu sentei-me no cadeirão em frente, que eu chamo o meu cadeirão dos pensamentos.

Não sabia por onde começar, talvez pelo aspeto físico dela, ela teria 16 anos ou quase, pensei, bonita, com um rosto que transparece personalidade, individualidade, mas também loucura, o cabelo caía em cachos, descuidados, os lábios grossos, o busto dentro de um top apertado, que faziam sobressair dois seios que cabem na palma da mão e uns mamilos espetados naturalmente, e naturalmente excitados.

Fui descendo os olhos por ela, uma saia curta, talvez até curta demais, pensei, “parecia pouco normal, as jovens de hoje só gostam de calças”, as coxas bem torneadas saiam debaixo daquele tecido minúsculo, numa perfeição inusitada pelas pernas até aos pés descalços dentro de umas chinelas de Verão.

Ela podia chamar-me tio, mas eu e ela sabíamos bem, a nossa ligação de sangue era nula, e a emocional ou da ficção familiar tinha o mesmo valor, ou seja nada, e o que eu via era uma mulher jovem, um concentrado de hormonas pronto a explodir, eu perguntei, “o que fizeste para a tua mãe te pôr na rua?”, ela respondeu, “ela diz que eu só penso em sexo”.

A minha garganta secou por segundos e tive que a molhar com saliva fresca, “sexo? como assim?”, ela prosseguiu, “ela não gosta que leve rapazes para casa”, ela moveu as pernas, traçou uma em cima da outra, e depois, como essa posição era desconfortável, voltou a tirá-la e abriu as duas de par em par, por segundos, não sei, talvez uma ilusão de óptica, uma criação da mente, vi no meio um tecido branco que guardava algo inchado.


Eu disse, “pois eu compreendo isso, porque levas os rapazes? não me faz sentido”, ela riu-se talvez da minha ingenuidade, e continuou, “ora, tio, para foder, claro, que outra razão eu teria?”, eu sentia-me surpreendido, a minha irmã era daquelas mulheres secas, perguntava-me se ela ainda seria virgem, e ter a filha em casa a foder com gajos, não devia ser a coisa mais agradável.

A minha avaliação tinha de prosseguir e agora não havia volta a dar, ou ela ia já embora e não era aceite, ou para ficar eu teria de ir ao fundo desta questão, “mas ouve lá, a tua mãe estava em casa?,” ela perguntou, “quando eu estou a foder?”, eu abanei com a cabeça, ela prosseguiu, “sim, algumas vezes, outras não”, eu continuei, “mas é um namorado? ou são mais?”, ela respondeu, “tio, não gosto de namorados, gosto é de foder”.

E como se a resposta estivesse incompleta, “sim, tio, já fodi com muitos, alguns assim como tu, mais velhos, gosto de foder com homens mais velhos”, eu olhava para ela como se estivesse petrificado, tinha perdido a sensibilidade do meu próprio corpo, e estava a reavê-la aos poucos, também eu apertei as pernas porque senti que estava com a piça tesa, embora a consciência repetisse de que não devia, era uma sobrinha de faz de conta, mas era.

Não sei bem porque a deixei ficar, é como eu disse ao principio, não sabemos como as coisas começam, eu disse, “podes ficar, mas ... “, não tinha mais palavras, vi na face dela um sorriso de alivio, mas também de promessa, “obrigado, tio”, ela levantou-se em direção ao quarto de hóspedes, deu-me a oportunidade de olhar para a forma do rabo dela, e recostar-me no cadeirão dos pensamentos, “foda-se! Se ela trouxer gajos para foderem com ela? Como vai ser?”.

As coisas pareciam correr bem, falei com a minha irmã, coisa que fazia raramente, ela contou, “é todos os dias, ela é insaciável, vi de tudo, ela a chupar caralho, a levar na cona, no cu, a minha filha só pensa em caralho”, eu tentava imaginar essas situações, “eu já não aguentava, mas depois o limite foi quando ela disse que era inveja minha, que eu também queria caralho, mas não tinha coragem de admitir”.

Claro que eu sorria para dentro quando ela dizia isso, eu podia ser um celibatário que só fazia sexo muito raramente, e claro sempre a dinheiro, mas a minha irmã era um extremo do puritanismo, que a tinha apanhado numa curva da vida e lhe negara, não por opção, mas pela sua própria natureza, esses prazeres da carne.

Eu devia saber, não era que não me tivesse convencido de que aconteceria, um dia quando cheguei do trabalho, ouvi uns ruídos estranhos vindos do quarto de hóspedes, aproximei-me silenciosamente, ela nem se preocupara em fechar a porta, um gajo negro ou meio mulato, fodia a minha sobrinha por trás, e eu via um enorme pau grosso entrava e saía apertado nos lábios da cona, ela gemia, “ai, foda-se, fode-me mais, parte-me toda, humm, ahimm”.

Não vou negar o momento pareceu-me idílico, como se eu estivesse a ter uma experiência sensorial única, animal, terrena mas ao mesmo tempo mística, o pénis grosso entrava para dentro dela com uma fúria masculina que crescia ainda mais, ao som dos gemidos dela, e eu via que ela se contorcia de prazer, e que ele estava próximo do limite, começou a tremer e logo a seguir, a largar um jacto de porra quente a escorrer translúcido pelas nádegas dela.

Achei que seria o momento ideal para me sentar no meu cadeirão e aguardar, ouço-a falar no quarto, a rir-se de prazer, numa espécie de obrigado informal, ela passou pela sala e teve quase um susto ao ver-me, mas continuou inabalável até à porta a mandar o mulato embora, e a dar-lhe um beijo na face, regressou e sentou-se no sofá à minha frente.

Pensei se ela tinha reparado que estava toda nua à minha frente, eu procurava palavras na minha cabeça, ela perguntou, “gostaste de ver?”, eu olhava para ela, para os seios nus, os mamilos como amoras, as pernas abertas e um certo brilho no rosto e no meio das coxas, não conseguia deixar de imaginar a piça preta a fodê-la, ela continuou, “se tivesses chegado mais cedo, tinhas visto eu a chupar o caralho dele”.

Ela tomou o rumo dos acontecimentos, “eu vi-te a ver-me a ser fodida, o meu tiozinho, estava a adorar”, eu pensei no espelho, nem me tinha ocorrido, eu perguntei, “fizeste de propósito, estás a testar-me?”, ela prosseguiu com um tom de irritação, “tu não fazes nada, estou aqui há um mês e não vejo da tua parte, um comentário, nada”.

Estávamos certamente a ter a nossa primeira discussão, quase parecia um daqueles arrufos de namorados, tentei reviver a passagem do mês desde que ela entrara na minha casa, ela sempre fora descontraída e eu, digamos, tinha-me habituado a vê-la praticamente nua depois do banho, ou aparecia-me no quarto de cuecas e com os seios à mostra, de manhã, à tarde e à noite, a caminhar pela casa, até a ouvi-la a masturbar-se.

Eu disse, “o que queres que eu faça? Só não gosto que tragas homens para aqui, pelo menos, sem eu saber, ou sem estar preparado”, ela riu-se, num esgar de gozo, “e se souberes? E se eu disser que vou engatar um gajo num bar?”, ela continuou, “e queres vir comigo, podemos ir os dois, eu e tu, e trazemos dois gajos, um para mim e outro para ti”, eu ia dizer qualquer coisa como, “o que queres dizer com isso”, mas ela continuou, “eu acho que gostas de homens, de levar no cu, és como a tua irmã, querem muito uma coisa mas não têm coragem”.

Eu ouvia, e pensava, não é que não tivesse pensamentos homossexuais, de homens a penetrar-me, mas não era uma inclinação definitiva, as mulheres excitavam-me mas eram um pouco como ir a um ginásio, ou fazer uma caminhada, era uma coisa estética ou uma espécie de tratamento físico, esvaziar os testículos era o objetivo único, e se alguma coisa me tinha excitado de verdade era ver a minha suposta sobrinha a ser fodida.

Ela levantou-se do sofá, “vou tomar um banho e vou sair, acho que ainda não estou satisfeita”, aproximou-se de mim, perto para a poder cheirar, abraçou-me e disse, “vamos os dois passear pela cidade”, menos de uma hora depois os dois estávamos num bar, homens aproximam-se de mim e perguntam, “é tua?”, eu respondo, “é, por enquanto, podemos sempre divertir-nos”.

Intimidades perfeitas

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Intimidades perfeitas

Lembrava-me dele quando conheci a minha mulher, ou melhor, segunda mulher, naquela idade de quem sabe que já gastou metade da vida, e que a parte que nos restava tinha de ser vivida ao máximo, com todas as loucuras que fizéssemos juntos.

Mais até, era preciso recuperar o que faltara fazer na juventude, porque poupar agora seria a coisa mais estúpida, como não gastar ao contrário, a vida boa pedia, não sermos moralistas, nem tão pouco promíscuos demais.

Só digo isto porque uma noite estávamos em casa e a minha mulher atendeu o telefone e era o Mateus, perguntava ele se sabíamos de uma casa, a mulher dele tinha-o colocado na rua, no horizonte havia uma ameaça de divórcio, porque, contou ele depois, tinha andado a foder com outra gaja.

Quando a minha mulher disse quem era, eu torci logo o nariz, e percebi que o Mateus ao perguntar se sabíamos de uma casa, percebia-se logo, andava à procura de abrigo barato, de preferência na nossa casa, e quando ela insistiu para ele ficar, assustou-me que ele pudesse gostar demais, ao ponto de não conseguirmos depois, ser nós, e já não a mulher dele, a colocá-lo na rua.

Mas a minha mulher ganhou, digamos a nossa pequena luta familiar, a ideia de ter um homem em casa, ainda por cima sozinho com a minha mulher, quando eu fosse trabalhar para fora, assombrou-me logo com pensamentos perversos, imaginava a minha mulher a ser fodida na nossa cama por este invasor.

E o perigo, se lhe podemos chamar assim, era real, em cima eu dizia que me lembrava dele porque quando conheci a minha fui a uns eventos com ela em que o Mateus estava lá e das reações entre eles, olharem-se mutuamente com intensidade, os pequenos toques das mãos, a forma como ela ria de coisas sem sentido que ele contava, dava para perceber, ela já tinha feito muito sexo com ele.

E eu compreendia isso, quando a conheci estava sozinha há muito tempo, saída de um divórcio estranho, e sendo ela uma mulher de quase quarenta anos, que melhor podia ter ela do que um jovem como o Mateus, que tinha metade da idade dela, basicamente um amigo do filho dela, que fodia a mãe do amigo quando esta o chamava.

Claro que nunca tive uma confirmação segura, nunca me atrevi a perguntar nessa altura, mas agora com ele dentro da nossa casa, não sabia se esse assunto viria outra vez à minha cabeça com a mesma força que tivera anteriormente.

Ele chegou algumas horas depois e trazia com ele pouco mais que uma mochila, como se fosse acampar alguns dias, ele beijou a minha mulher na face, e por segundos muito curtos, o corpo dela colou-se ao dele quando ela lhe deu um abraço, quase como se fosse a um filho acabado de chegar de uma viagem longa.

Ele cumprimentou-me, mas ela não perdeu, curiosa empurrou-o para o sofá, onde eu os olhava da minha poltrona à distância, e deu para mirar como ele estava passados talvez uns cinco anos, continuava o rapaz que era, um corpo seco e elegante, as pernas fortes como troncos de árvores, uns olhos e um sorriso demolidor, que mostrava ao reagir aos afetos da minha mulher.

A minha mulher, eu só agora reparava melhor nela, decididamente, tinha-se vestido de propósito para ele, já não me lembrava do dia em que tivesse feito o mesmo para mim.

Ela vestia uma saia de ganga, escandalosamente curta, realçava as pernas esguias, e em cima uma t-shirt de cavas, que faziam saltar os seios generosos dela, e eu sabia, vem bem fundo, nem soutien, nem lingerie, a minha mulher dispensava isso tudo.

Acho que me admirei, pelo menos imaginei isso, que ela não o tivesse recebido toda nua, mas calculei que da forma como ela lhe tocava, nas pernas que ele abria solicitamente, ela algumas vezes punha as mãos perto do pénis, um alto grande que forçava as bermudas, que parecia querer saltar para fora, e cuja probabilidade de vir a penetrar a cona da minha mulher era muito grande.

Não foi logo no primeiro dia, mas cada dia que passava não era difícil perceber, a excitação da minha mulher aumentava, falar-me dele era o seu único assunto, e não sei porquê, o mesmo acontecia comigo, numa das noites seguintes, excitou-me tanto sentir que ele estava no quarto ao lado, que eu enterrei a minha piça na cona da minha mulher, e quando ela correspondeu e começou a gemer alto, eu sabia, o Mateus do outro lado da parede estava a ouvir, e isso amplificou o meu orgasmo e o dela.

Na manhã seguinte, reunimo-nos na cozinha, eu sentia, a intimidade crescia entre nós, a minha mulher vestia uma túnica curta que os raios de sol atravessavam e faziam perceber o seu corpo nu, os pelos da púbis, um emaranho gracioso, os bicos espetados dos mamilos, as mamas, as coxas, uma visão quase espiritual do corpo dela.

Ele e eu tínhamos apenas umas boxers simples, estávamos de tronco nu, bastava deixá-los cair e os nossos pénis ao alcance do olhar do outro, e foi isso que senti quando ele entrou, mirei os boxers dele e por muito pouco vi a piça dele a querer sair para fora.

E foi como ver um filme a passar pelos meus olhos, que me surpreendeu por segundos, imaginei-o a foder a minha mulher ali mesmo, a baixar as boxers, a sacar do caralho teso, e a penetrá-la por trás quando ela se ocupava na cozinha, ela gemer de prazer e de gostar ainda mais por eu estar a ver.

Eu virei-me para ele, “então Mateus? Dormiste bem?”, a minha mulher olhou para ele, ele respondeu a sorrir, “sim, dormi bem, ao principio é que foi mais difícil”, ela perguntou, “difícil? Porquê?”, ele respondeu sem meias palavras, “vocês fazem muito barulho”, ela insistiu, “estávamos a foder, tu sabes como eu sou a gemer, não me contenho”.

A intimidade entre nós tinha atingido o ponto máximo, nós podíamos agora falar de tudo, eu perguntei, “querida, disseste que o Mateus sabia como tu eras a gemer?”, ela riu-se, “disse sim, amor, o Mateus já me fodeu muitas vezes”, ele sorria a ouvir as confidências.

Ela continuou, “quando estava sem homem antes de te conhecer, eu telefonava ao Mateus e ele vinha a correr para dormir na minha cama, não era Mateus? foi a minha salvação, amor, nunca me faltou pau”, e deu uma gargalhada.

Eu olhei para ele, “como é que é a minha mulher?”, ele engasgou-se um pouco, “como?”, eu insisti, “sim, o que achas dela a foder?”, ele olhou para ela, a minha mulher fervia de excitação, ele respondeu, “uma loucura”, a minha mulher sorriu e eu não consegui deixar de fazer o mesmo, “uma loucura, o que é que isso quer dizer?”, ele prosseguiu, “é uma loucura a foder, a contorcer-se, ela foi a que me deu mais tesão, nunca me cansei de a comer”.

A minha mulher levantou-se e deu-lhe um abraço, e eu percebi, a piça dele tinha saído para fora dos boxers, eu conseguia ver, ele tinha o galo arqueado e teso, grande e grosso, um comprimento enorme, imaginei que se continuássemos a falar assim, a manhã ainda iria começar com sexo na cozinha, com ele a foder a minha mulher.

E perguntava-me se era o que eu queria, sabendo que a minha mulher, o seu maior prazer é o meu, gosta que eu a esteja a ver, e gosta de ser filmada como se fosse uma atriz porno, e a ideia de tudo isso acontecer já lhe tinha passado pela cabeça.

Mirei a minha mulher a abraçá-lo e a roupa dela era pouca ou nenhuma, era como estar nua, apenas uma fina túnica de dormir, praticamente transparente, os mamilos faziam pressão no tecido, o rabo dela, as ancas, a cona, formavam um conjunto apetecível, e vi que ela olhou para mim e sem pergunta nenhuma, apertou-lhe o pénis com a mão, e começou a acariciá-lo.

Percebi que o Mateus fechou os olhos, exalou um suspiro longo, que eu sentia que era prazer, ela abriu as pernas e montou-se em cima dele sentado na cadeira, a cena era perfeita e intima, ela mexeu o rabo, levantou-se um pouco para cima e agarrou na piça dele e meteu-a na fenda, escorregou pelo rolo abaixo, e contorceu-se para trás a demonstrar que o tinha todo enterrado até ao fundo.

Ela olhou para mim e sorriu, “ele tem um bom pau, não achas, amor?”, eu acenei com a cabeça que sim, libertei o meu pénis dos boxers e comecei a acariciá-lo, via a minha mulher a subir e a descer pelo pau do Mateus, ela gemia alto, “ai foda-se tão bom”, ela começou a acelerar, e mais e mais, movia as ancas freneticamente contra ele, para enterrar ainda mais e mais fundo, até que ela estremeceu e gemeu alto, “ai foda-se que me estou a vir toda”.

Da visão dos olhos e da boca húmida do Mateus, eu percebi, tinha-se vindo dentro da minha mulher, ela levantou-se e eu vi, o pau dele saía da cona da minha mulher molhado em porra, e num segundo, vi a minha mão, o meu esperma escorria para o chão, ela aproximou-me e deu-me um beijo, agora eu só conseguia pensar como seria com ele nos próximos dias, ou nas próximas semanas a viver na nossa casa.

A virgindade não foi com a amiga

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A virgindade não foi com a amiga

Volto às biografias quando alguém me perguntou como tinha sido com a minha primeira namorada ou com a mulher que me tirou a virgindade, e isso fez-me recordar essa altura da minha vida em que por acaso namorada e virgindade foram mais ou menos coincidentes.

Lembro-me bem que foi uma prima minha, um pouco mais velha que eu, ela apresentou-me o que seria a rapariga que podia ser a primeira namorada, com aquele sentido mais sério de que, embora não gostássemos especialmente um do outro, ela e eu íamos chegar a um acordo porque precisávamos dos órgãos sexuais de um e do outro, eu da cona dela e ela da minha piça, para deixarmos de ser virgens.

Pelo menos era isso que eu pensava, os anos começavam a passar e já percebera que as mulheres não sentiam por mim qualquer tipo de atração, algumas até manifestavam uma certa repulsa, e assustava chegar àquela idade em que todos os meus amigos já tinham provado do fruto proibido, enquanto eu ainda não tinha sequer visto uma cona ao vivo, só em fotografias quando batia punhetas.

E ver não é praticar, a ideia de ter à minha frente uma cona peluda e não saber bem o que fazer com ela, como enterrar lá o meu pau, provocava-me muitos pesadelos e medos, uma sensação de perigo e um sentido de urgência que me obrigava a aceitar tudo o que a divina providência me desse, porque a partir daqui era para esquecer isso, passar à fase seguinte diretamente para o profissional, ou seja, para uma cona alugada.

Falando dessa namorada, ela nem era má de todo, era ligeiramente cheia sem ser gorda, tinha umas mamas grandes, uma boca gulosa de gostar de chupar caralhos, o rabo era generoso, uma medida acima do normal, mas bom para cavalgar, e uma alegria e um sorriso antecipado de quem vai passar a vida a procriar e a ter filhos, não sabendo, nessa altura, o que era mais assustador foder ou não foder com ela.

Na nossa primeira vez, eu e ela, mais a minha prima e um amigo dela, fomos todos para uma praia interior, dessas juntos a um lago, a um rio ou barragem, e esta era de uma barragem, onde havia areia mais branca que a do mar , e sítios escondidos entre árvores e arbustos onde podíamos estar todos nus, e se quiséssemos a foder, sem ninguém para nos incomodar.

Mas uma coisa é ir, destemidamente, outra é chegar e pôr-me ali nu à frente da minha prima, do outro gajo que a queria foder, e da minha alegada namorada, foi quando cheguei que percebi que não estava preparado, mesmo sabendo muito sobre bater punhetas, a minha confiança sobre sexo era zero, pelo menos antes de tentar dar uma foda na gorda, e para isso precisava de habilidade, uma reação rápida.

Aproximei-me da minha prima e disse, “não estou à vontade, vou com ela (a minha namorada) até lá ao fundo”, e apontei para um banco de areia suficientemente distante, pensei eu, para iniciar o meu projeto, e comecei a puxar pela mão da rapariga a pedir-lhe ao ouvido, “vamos até lá ao fundo, vamos deixar a minha prima com o amigo”, ela sorriu compreensiva e começamos a andar, ela já estava nua, e eu via o rabo a dançar, as nádegas mexiam-se em ondas de carne de um lado para o outro, e ocorreu-me a ideia, de quanto o sexo dá trabalho, mas neste caso, tinha mesmo de ser.

Chegámos e ela correu para a água enquanto eu preparava o cenário, agradou-me a alegria dela a ajudar-me com a ideia de que é mais fácil foder uma mulher que se ama, do que uma puta qualquer, embora isto não fosse bem certo, ou se era certo era só comigo, porque amigos meus fodiam tudo o que calhasse na sorte ou na rede, como se fosse, não um ato de amor, mas como um desporto ou um exercício do caralho com direito a contagem de fodas dadas, como a quilometragem de um carro, e a troféus ganhos com o acontecimento.

Eu estava no limbo da experiência, no grau zero, tudo o que acontecesse seria expôntaneo, seria improviso, ela veio a abanar-se toda, como uma cadela molhada a sacudir o pelo, chegou perto de mim, olhou para o meu caralho teso que eu tinha estado a preparar, a ideia de que qualquer coisa pudesse falhar era horrível, não podia acontecer, ela riu-se, do que era não sei, seria por estar teso, seria por ser eventualmente pequeno.

Ela deitou-se ao meu lado, e sem me perguntar ou dizer qualquer coisa, agarrou no meu pau e começou a chupar, o minha piça desapareceu dentro da boca dela, e depois apertou-se como um elástico, começou a aparecer aos poucos, um lindo brilho a saliva, e os lábios dela, grossos vermelhos, a língua a enrolar-se na cabeça, e depois novo mergulho até ao fundo, eu gemia, “humm tão bom foda-se!”.

Eu perguntava-me se com um broche já podia dizer que não era virgem, não, tinha de haver cona, que ansiedade, foda-se!, ela prosseguiu e as minhas mãos procuraram-lhe as mamas, apertei-lhe os mamilos rijos e ela deu um gritinho, fui por ali abaixo e apalpei-lhe a cona, uma emaranhado de pelos como um pequeno gatinho, aventurei-me e os meus dedos procuraram-lhe a cona, adorei, estava encharcada, procurei um buraco e com dois dedos entrei por ali adentro.

Ela mexeu as ancas e abriu ainda mais as coxas, os meus dedos eram mestres, aprenderam rápido, giravam frenéticos e ela estava a gostar, chupava-me a piça desconcentrada, um trabalho desleixado, e eu pedi para meter a minha verga na fenda dela, já não era sem tempo, ela atrasava e eu começava a achar que a virgindade dela era coisa de história e quem estava ali em problemas era eu.

Eu tirei o pau da boca dela, e disse, “deixa-me meter-te na cona”, e comecei a tentar deitar-me em cima dela, mas ela empurrava-me, “não, não pode ser, não tens preservativos”, eu agarrado à piça dizia, “foda-se!! o quê?”, mas ela insistia, “não vou foder contigo, não temos preservativos”, eu retorqui mais uma vez, “mas eu meto só a ponta”, a ponta era suficiente para eu deixar de ser virgem, “eu tiro para fora e não me venho”

Ela não cedia, e disse, “se queres bato-te uma punheta”, eu estava incrédulo, finalmente tudo estava tão perto, uma garota gorda queria dar-me uma oportunidade, a minha boca abriu-se, “punheta?”, ela abanou a cabeça, “eu não dou cona logo à primeira e ainda por cima sem preservativos!”.

Eu estava estático e sem reação, ela agarrou-me no pau outra vez e começou a bater-me uma punheta, eu estava deitado e comecei a contorcer-me e quando dei conta estava a vir-me, “foda-se! Caralho!! estou a vir-me todo”, ela lavou a mão na água e disse, “vou-me embora”, começou a correr e desapareceu.


Durante minutos fiquei ali, deitado, a ver as nádegas dela a abanar por todos os lados, doía-me a piça, e doíam-me também os colhões, pelo menos aprendera que não há nada mais desastrado do que uma mulher a bater-te uma punheta, uma violência descontrolada, embora com resultado conseguido, levantei-me e fui andando, esperava que a minha prima e o outro gajo ainda estivessem á espera.

Cheguei e vi só a minha prima, ela vinha da água, com uma calma tremenda, a água morna da lagoa escorria pelo corpo, no centro vi um mato negro generoso de pelos encaracolados, não resisti pensar, “a minha prima tem uma cona peluda”, os seios e as dimensões do peito, do ventre e das ancas eram perfeitos, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, deitou-se na toalha e abriu as pernas.

Eu tentava não olhar, o meu centro de visão era por cima dela, desta maneira nem as mamas dela eu via, eu perguntei, “e o teu amigo?”, ela respondeu, “estava a incomodar-me, hoje estava aborrecido, quando a tua namorada apareceu, eu disse para ele ir embora com ela”, eu fiquei em silêncio, e ela continuou, “costumo dar umas fodas com ele, quando me apetece, mas hoje não estava a funcionar?”.

Ela rolou o corpo para o lado á procura de um cigarro, e isso deu-me a oportunidade para a olhar sem reserva, os pelos molhados na cona, os mamilos rijos como uvas rosas, ela apanhou os meus olhos a mirarem o corpo nu dela, ela mostrou os dentes brancos, “tira os calções, escusas de estar a esconder o teu pequeno pauzinho”, deu uma gargalhada e depois ela continuou, “e então? E tu? Comeste alguma coisa? Ela passou por aqui e nem parou”.

Eu tirei os calções, deitei-me ao lado da minha prima, “não fodi nada, ela não quis, estava com medo, sem preservativos, acho que estou condenado”, a minha prima riu-se, eu continuei, “acho também, ela não me excita, acho que acabei com ela”, a minha prima olhou para a minha piça, “mesmo assim vocês demoraram bastante!!”, eu prossegui, “ela chupou-me o pau e bateu-me uma punheta, mais nada, o meu caralho ainda dói dela bater com força”.

Não sei se foi uma oportunidade dela, eu senti os dedos frios dela a agarrem-me no caralho, e ela a dizer, “coitadinho! Dói muito?”, a mão dela começou a acariciar o meu pau, prendia os meus colhões entre os dedos, e num segundo fiquei teso, arqueado para cima, ela perguntou, “hummm, está tão duro, ainda dói?”, as minhas pernas retesaram-se, eu disse, “agora dói pouco”.

Ela prosseguia a acariciar a minha piça, as mãos dela tinham aquecido, ela agarrou na minha mão e puxou-a para dentro da cona dela, eu senti aquele mar de pelos negros, e os meus dois dedos acariciaram-lhe o clitóris, ela abriu as pernas, deitou a cabeça para trás, e gemeu, “continua, com mais força”, os meus dedos estavam frenéticos dentro da fenda, e ela gemia cada vez mais alto, “aihhmmm, continua, hummm, aihmm”.

As ancas dela moviam-se como ondas, ela encostou o corpo dela ao meu, a agarrar-me pelo pescoço, “isso, mais!”, e depois perguntou-me, “queres lamber-me a cona, anda lambe-me a cona”, eu não aguentei, acho que era o que mais desejava, eu mergulhei a cabeça entre as pernas dela, e molhei os meus lábios, de um sabor salgado, um cheiro divino intoxicante, a minha língua chupou-lhe os lábios e prendi-lhe as ancas nos meus braços, e chupei-lhe a cona, lambendo-a de alto a baixo.

A experiência era mágica, o corpo da minha prima contorcia-se a cada lambidela minha, prendia-lhe o clitóris entre os lábios, e ela gemia para trás, as pernas eram molas, o peito, o ventre, os mamilos rijos, subiam e fugiam-me das mãos, era a minha primeira vez com tudo isto.

Até que ela parou, as pernas fecharam-se de repente, ela suspirou, “aihmmm, estou quase a vir-me, não”, ela rodou sobre o meu corpo, e sentou-se em cima de mim, eu não conseguia falar, tudo era uma novidade, ela contorceu o rabo para trás, e com a mão, agarrou no meu galo ereto, e deixou-se cair sobre ele, e enterrou-o na cona, pouco a pouco até ao fundo.

Ela não falou, nem me pediu explicações, o corpo dela subia e descia no meu pau, ela dizia ao meu ouvido, “podes vir-te, eu tomo a pílula”, puxou-me as mãos para as mamas dela, que ali se prenderam como ventosas, ela subia e descia, e era maravilhoso, sentia o meu pau constrangido nas paredes da cona, como um rato preso sem saída.

O rabo dela era maravilhoso, houve segundos em que esqueci tudo, até que ela deu um grito, eu também estava no fim, as pernas dela apertaram-se e eu sabia, ela gemeu, “aihmm foda-se estou a vir-me toda ahimm”, e eu larguei toda a porra que restava nos meus colhões para dentro dela.

A minha prima sussurrou ao meu ouvido, “agora já não és virgem”, eu sorri, e ela continuou, “já não precisas daquela namorada”, eu respondi, “não, vou dispensá-la mas ....”, ela perguntou, “mas? Mas o quê?”, eu disse, “quero-te a ti”.

Depois desta primeira vez ainda marcávamos encontro no meio da natureza e durante algum tempo, nós passávamos tempo um com o outro.

Não tinham interesse em sexo

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Não tinham interesse em sexo

È sempre mau começar uma história a dizer que a história que se conta é real, porque parece que ao dizer isso mesmo, é o mesmo que dizer que se está a inventar, só que esta não se passou comigo e com a minha mulher, mas com uma amiga dela.

Essa amiga desabafou com a minha mulher, depois pediu-lhe confidencialidade, para não me contar nada a mim, que, tratando-se de mulheres, é o mesmo que estar a pedir o contrário do que é suposta ela fazer, e foi o que aconteceu, mal a minha mulher teve oportunidade desabafou comigo os desabafos da amiga.

Na altura, eu pensei, bom, é a natureza humana a falar, neste caso, mais particularmente a natureza humana das mulheres, estarem caladas e guardarem um segredo, só se for o da sua própria infidelidade, porque no resto é como estarem a guardar uma bomba pronta a explodir, têm de a deitar fora o mais rapidamente possível.

E a bomba era um pouco desagradável, a minha mulher contou-me que a amiga e o marido não tinham relações sexuais há muitos anos, o que não teria importância nenhuma, seria mais uma fofoca entre mulheres, se eu não conhecesse e convivesse com o rapaz, tínhamos umas atividades comuns entre homens, daquelas atividades de homem das cavernas, em que nenhum prima pela discrição, gritam, bebem muita cerveja, enchem o peito, são todos muito machos.

Ora aí está um bom exemplo, mesmo sabendo que mulheres caladas é um exercício impossível, aqui a minha devia ter feito um esforço, deixar a memória esquecer-se até aparecer outro assunto, assim sabia de um facto que não serve para nada, de que me relembraria eternamente sempre estivesse com a pessoa, o gajo não fodia a mulher.

E o caralho!! é que não é só saber do facto, é também obrigar-nos a desenvolver teorias, mesmo não querendo, e inconscientemente, foda!! agora em vez de discutir futebol, beber cerveja, carros e motas, mulheres e snoker, caralho!! vou passar os encontros a tentar descobrir porque é que não monta a mulher, foda-se!! e eu conheço-a também.

A mulher do gajo é linda, mais nova do que a minha mulher uns anos, é um pecado capital de cortar o pescoço, melhor, uma condenação a cortar a cabeça da piça, se o gajo não a foder, e muito pior, um desperdício, se não libertar a “propriedade”, para que outros possam avançar e ocupar o espaço que está vazio.

E é assim, com uma bola de neve, primeiro era conhecer o gajo, depois são as teorias da falta de foda, e finalmente, ou talvez não, é a ideia, a conclusão, se não devemos fazer o que está ao nosso alcance para salvar esta mulher, de certeza que está necessitada de piça, é quase um dever, uma boa ação, ir mais além neste assunto, e isso põe-me, claro, um novo problema, é se devo passar a informação para alguém.

Informação secreta que não valia nada, só dava dores de cabeça, mas na mão errada pode ter algum aproveitamento inesperado, e nós que tínhamos esse privilégio ficamos a ver navios, e foda-se!!, a mulher é um anjo, já a vi na praia, já a vi nos cafés, vestidos curtos, mamas salientes, mamilos espetados, lábios inchados, tudo junto é quase, um grito, lancem-me uma boia de salvação, mandem-se um pau e eu agarro, mas como é que eu não tinha visto isso antes.

O que só era uma informação, agora é um padecimento, agora eu quero aquela cona, ela quer muito ser montada, são muitos anos de privação, eu quero ser o seu herói, quero libertá-la, eu dou-lhe caralho, e foda-se!! aqui estou eu neste inferno, entre trair a minha mulher ou resolver o problema que me criou, talvez ela esteja de acordo, talvez queira ajudar a amiga, diz-me a minha mulher, “ela está presa”, eu e a minha curiosidade, “presa? Como?”, conta-me a minha mulher, ela ama o marido, eles foram deixando de foder, até que a chama do sexo foi-se apagando, ficou a comodidade e a amizade, e foram continuando, as estações passando, e a libido esfriou, e depois hibernou.

Eu já tinha ouvido falar nisso, mas são coisas que se lê nos jornais, casais que vivem juntos, tudo bem, têm as suas vidas profissionais, viajam muito, muitos restaurante, conhecem tudo, falam de tudo, dão-se como bons amigos, a vida prossegue, uma vezes alegre, outras melancólica, mas o ruído, o tempo, as alterações, as preocupações, a ausência delas, tudo serve para esquecer o que está em falta, o sexo como reflexo da paixão e da união dos corpos, do estar vivo e em comunhão, foda-se! eu tinha lido, só não sabia que existia mesmo.

Sempre me pareceu que aquilo que não é real, ou que não se apresenta sequer como possível que o venha a ser, não tem significado racional, porque se houver disfunção há sempre solução, nem que seja umas fodas com amigos, ou uma qualquer criação do espírito que permita a um casal sobreviver, qualquer coisa é sempre melhor do que não ter sexo nenhum, a gaja devia de estar a sofrer, falar disto abertamente com a minha mulher é um forte sintoma, será que ela conhecendo a minha natureza estaria a pedir à minha mulher para ele lhe emprestar o meu caralho? Talvez!! com isto tudo já não sei.

No dia seguinte a minha mulher, à primeira informação resolveu juntar uma segunda, que tinha combinado um jantar com a amiga e o marido na nossa casa, dizia a minha mulher, “eu e tu temos de os ajudar a espevitar a relação, talvez na nossa companhia, eles reacendam a paixão e o sexo?”, eu olhei para ela, “querida, eles não fodem à anos, eles podem viver pacificamente, mas aquilo que queres reacender são cinzas queimadas”, a minha mulher fez o beicinho autoritário, e tive de encolher os ombros e aceitar, já sabia, ia passar a noite a olhar para as mamas, rabo, e coxas da amiga, a desejar fodê-la, e sei lá, também para o pau dele, se havia ali alguma atividade, ou se estávamos a falar de um cadáver.

Não há soluções para aquilo que chega ao fim, e só não será assim, se acharmos que o fim que vemos é uma ilusão, uma miragem enganosa, como nos desertos, e que há mais destino lá para a frente, na sede que se tem e do que se morre por beber, porque até as coisas boas tornam-se más quando são demais, o que podia fazer eu para ajudar?

A minha mulher disse-me, “sabes, querido, a minha amiga está a perder um pouco da sua autoestima, está ficar transtornada, acha que já não é desejável como mulher”, eu senti os meus colhões a terem um choque de ansiedade, e eu deixei escapar algumas palavras, “mas querida, a tua amiga é uma mulher que transborda sexualidade, qualquer homem ia gostar de a foder”, a minha mulher manteve um silêncio preocupante, eu devia ter dito uma asneira, comprometido os meus pensamentos íntimos, a minha mulher perguntou, “tu fodias a minha amiga?”.


Foi a minha vez de ficar calado, a pergunta cheirava-me a uma armadilha, a minha mulher em algumas situações era de desconfiar, eu já tinha passado por isto muitas vezes, perguntas fora de contexto, uma espécie de teste de fidelidade, como um policia em busca de contradições, ela olhava para mim e abanava a cabeça, queria uma resposta rápida, eu disse, “quer dizer, eu amo-te amor”, ela irritou-se, “deixa-te disso, isso não é para agora, isto é uma urgência”, com a voz sumida, à espera de levar uma paulada, eu disse, “fodia sim, amor, a tua amiga é um desejo intenso, depois dela ter estado tantos anos sem foder, eu teria medo do que pudesse acontecer”.

Eu desconhecia o plano da minha mulher, se isto era uma espécie de intervenção, de ela querer saber se eu fodia a amiga, não pensava que fosse uma coisa que acontecesse de facto, seria com certeza para ter tema de conversa, e sempre pensei que se quisesse libertar a amiga, mais facilmente o convenceria a ele para eu foder a mulher dele, do que convencer a minha mulher a deixar-me comer a racha da amiga, era um caminho desconhecido.

Nós enquanto casal também tínhamos tido os nossos resfriamentos, as coisas sempre foram mais ou menos regulares, alinhadas com o estado do tempo e as estações, e do que eu me lembro e sei, só numa altura houve uma separação, a do “espaço para pensar”, que afinal não era espaço nenhum, mas foi o suficiente para um gajo a montar, e eu ficar a saber que a minha mulher tinha estado um fim de semana numa estância qualquer a ser fodida, depois regressou até hoje, deixando um rasto, não de destruição, mas de crescimento.

Tinha chegado o momento, eles entraram pela porta da nossa casa, houve um abraço entre nós e um beijo na face que dei na amiga da minha mulher, e foi como uma chapada boa na cara, o perfume parecia escolhido de propósito, e até a quantidade era precisa, apenas aquele pingo supremo que diz, aqui não há excesso, é tudo genuíno e perfeito, o vestido era prateado, uma espécie de tecido lamê, que lhe definia as formas, também no limite do necessário, um mini mini, de coxas a meio, o decote robusto, dois seios como marmelos bicudos, o cabelo apanhado em cima com uma prega, pronto a ser solto ao menor movimento, foda-se! Que tortura!! que mulher!! que irracionalidade, não levar na cona e no cu! Há anos!

Eu não tinha noção do que pudesse acontecer, mas o normal era sempre o mesmo, a minha mulher arranjava o problema e eu resolvia-o, tínhamos acabado de comer qualquer coisa, estávamos na sala, à procura de um tema de conversa, eu dirigi-me a ele e perguntei, “então, quando estivemos juntos da última vez?”, ele respondeu com neutralidade, “no clube, aquele jogo de futebol”, eu fingi esquecer-me, “humm, ah, sim, jogo terrível, estivemos mal”, a conversa não avançava, ia a caminho do aborrecimento, quando a minha mulher deu um salto, ”vamos embebedar-nos?”, nós começamos todos a rir.

Ela entendeu isso como uma aprovação, e num segundo regressou com um arsenal de vodca, gin, tequila, sumos de laranja, água tónica e muito gelo, e ela deu um grito inesperado, “quem não beber os primeiros três shots é maricas”, e todos queriam ir à frente, ninguém quis recusar o desafio, a minha mulher fez uma mistura complicada e quando acabou aquela rodada estávamos todos a rir, eu não sabia bem do quê, mas o mais certo era da nossa figura de parvos.

Eu não conseguia imaginar o que pudesse acontecer, a minha mulher era a chefe da orquestra, eu só sentia que ela atingiria o seu propósito, levando-me arrastado a ela, ainda o álcool procurava um sitio nos nossos cérebros, a minha mulher deu um segundo salto, levantou-se de um cadeirão, e gritou, “música”, correu para o telemóvel, “estive a fazer uma playlist para esta noite”, e num segundo, um som louco, soltou-se das paredes, um blues profundo, lento lento, para o gingar das ancas da minha mulher, dançava com os braços no ar, ondas simuladas de prazer, ela fechou os olhos, a língua brincava-lhe nos lábios, e nós que a víamos estávamos petrificados.

Eu rodei o dimmer da luz, ela dançava ao som hipnótico, constante e sinuoso, o ambiente intimo refletia a nossa intenção, e olhei para o marido da amiga da minha mulher, a boca dele aberta era como se visse uma aparição, as pernas dele abriam-se e fechavam-se, como um frio quente e frio que os prende os músculos, que necessitasse de bater e esfregar, ele admirava o corpo da minha mulher, a sensação era eloquente, e como me cabia, ao que parecia, avaliar se o membro dele estava morto, olhei para o volume das calças e assisti a alguma reação, o cadáver ressuscitava e parecia querer voltar à vida.

A minha mulher correu para a amiga e puxou-a para dançar, as duas rodopiavam ao som da música, moviam as ancas eroticamente, como se fosse a dança do ventre, uma em frente da outra roçavam-se mutuamente, eu olhei para ele e fixei-o no olhar a rir, tive um reflexo descontrolado, a minha mão pousou na minha piça, apertei os colhões, o meu caralho estava teso e ele percebeu, e agora que ele viu, eu não conseguia tirar a mão do caralho, eu aproximei-me dele, “a tua mulher é uma fêmea de primeira”, a mão dele também pousou no pau dele e eu pude confirmar, estava duro e saliente, ele respondeu e riu-se, “também a tua, tens uma mulher erótica, o que dizer”.

Fiquei com a sensação que devia entrar no assunto, na raiz do problema como se diz, eu disse, “nunca me canso de foder a minha mulher, mas às vezes ...”, ele virou-se, pareceu-me ver-lhe os olhos baixos, e continuei, “...às vezes também me apetece outros pratos, se é que me entendes?”, ele queria saber, “pratos? como pratos?”, eu prossegui, “não se pode passar a vida a comer só filetes, por muito que gostemos de os comer”, ele riu-se, e perguntei, “e tu? deves passar a vida a foder a tua mulher, mas não te apetece às vezes comer outra gaja?”, o ambiente quente e íntimo esfriava, e eu não podia deixá-lo ir, havia ali um perigo, podia estar a conduzir a coisa de uma maneira errada.

Concentrei a minha atenção novamente nas nossas mulheres, o som do blues era agora mais slow, elas tinham-se colado uma à outra como amantes e dançavam juntas, a minha mulher decididamente conduzia e fazia um papel masculino, a mulher dele, submissa, deixava-se ir, a minha próstata pulsava e enchia-me a cabeça da piça de pressão, ele aproximou-se, sussurrou, “não quero mentir, não é o que parece, eu e a minha mulher temos problemas”.

Ele parecia receoso, devia pensar que eu daria alguma gargalhada viciosa e gozada, eu insisti, “conta-me, não receies”, o rosto dele iluminou-se, como uma libertação, a abertura de um dique, quantas vezes apenas precisamos de um ouvinte, ele continuou, “não a tenho fodido há algum tempo”, eu olhei para as mulheres, era como se elas se tivessem esquecido de nós e que sequer existíamos, a minha mulher beijava a mulher dele na boca, elas abraçavam-se intensamente, como se desejassem deitarem-se ali mesmo, à nossa frente, e foderem juntas, eu virei-me para ele e ri-me, “se elas continuarem assim, ainda vamos ser nós a foder um com o outro, mas esquece!! porque razão não fodes a tua mulher, ela é um tesão?”

O silêncio impôs-se durante alguns segundos, elas duas despiram-se, lançaram os vestidos para um lado, e abraçaram-se de novo, como se a noite estivesse feita, e iam permanecer coladas uma à outra, a foderem-se á nossa frente, ele reagiu, “não sei, acomodação, o desejo passou para segundo plano, havia sempre coisas que pareciam mais prioritárias, e eu e ela fomos arrefecendo no assunto do sexo”.

Eu sorri condescendente, compreendia o problema, mas era preciso resolvê-lo, reacender a chama, eu levantei-me e tirei as roupas, lancei-as para o mesmo monte elas tinham deixado a delas, a minha verga estava dura e arqueada pronta a disparar, aproximei-me do ouvido dele, “não posso garantir que a minha mulher queira comer-te, mas eu gostava muito de foder a tua mulher, o que achas?”, ele tremia de ansiedade, eu olhei para a minha mulher, foi mais uma transmissão telepática, ela disse qualquer coisa ao ouvido da amiga, pestanejou para mim e foi ao encontro das mãos dele, “amor, eu trato dele, não te importas, pois não, querido”, ela prosseguiu, “vamos, vou levar-te para um sitio mais privado, não te preocupes, o meu marido ocupa-se da tua mulher”.

A minha mulher agarrou-o pela mão, ele levantou-se do sofá hipnotizado, parecia uma pessoa com problemas de coluna, ela puxou-o ainda com mais força, e fiquei a olhar o rabo da minha mulher nua a levá-lo ao lado, como um cão com trela, desapareceram no corredor escuro, eu virei então os olhos para a nossa convidada, que prémio!!, eu sentei-me no sofá e disse, “vem querida, vem até mim”, ela moveu-se ao meu encontro, e disse-lhe ao ouvido, “há muitos anos que não vês piça, estás destreinada, amor?”, ela riu-se, “vamos ver”, a mão dela prendeu-me o galo ereto, e a boca com os seus lábios grossos desceu e prendeu-me a cabeça gorda como uma ventosa, foda-se!! suspirei, “caralho, tão bom, que mulher”.

Ela chupava-me o pau, como se fosse a novidade, um gelado novo, uma coisa que nunca tinha provado, mas depois foi melhorando, ela chupou-me os colhões, a boca percorria toda a altura, por dentro e por fora, ela levantou a cara e perguntou, “estás a gostar?”, eu respondi, “estou a adorar amor, chupa mais, não pares até eu dizer”, ela mergulhou novamente na minha piça, e deu para ouvir, a minha mulher gemeu lá ao fundo, e eu percebi que estava a ser fodida, a minha puta era isto que queria, novidade, um caralho novo, diferente, um homem diferente, a precisar de ajuda, a minha mulher era assim, não resistia a alguém em dificuldades, e agora ele estava a montá-la e ela a dar-lhe a cona ou o cu.

Puxei a amiga da minha mulher, “anda querida, quero comer-te essa cona e esse cu, gostas de levar no cu, querida?”, ela foi rápida a responder, “gosto, sim”, mas quando ela disse isto já o meu pau ia a passar entre as nádegas e a escorregar na fenda, ela soltou um grito, “ai, foda-se!! ai, humm, dói-me”, eu disse, “vou pôr um lubrificante”, eu passei óleo no pau e na vagina, e apontei ao centro, a minha piça entrou decidida e foi direta ao fundo, ela contorceu-se de prazer, “humm, ai, foda-se! Humm”, e comecei a bombeá-la, a minha verga entrava e saía, e o rabo dele empinava-se e pedia mais, as minha ancas iam-lhe batendo, e eu ouvia-a a gemer, da mesma maneira da minha mulher.

Ela contorcia-se debaixo de mim, a cona era carne feita em água, ela estava a ter orgasmos sucessivos, e puxei o rolo para fora, a piça foi ao cu, e entrou com força e ela empinou-se como uma égua, soltou um grito, “ai o meu cu, ai o meu cu”, eu gemi, “aguenta querida, eu estou quase”, ela masturbava-se com os dedos, e sentia-a tremer mais uma vez, mais um orgasmo, e comecei-me a vir, a encher-lhe o cu de porra, que eu deixava a entrar mais uma vez, até libertar tudo dentro dela.

Passaram uns minutos e a minha mulher e ele apareceram, depois foram-se embora, eu estava mais curioso do que ela, “e então?”, a minha mulher respondeu, “e então? fui bem fodida, adorei, acho que eles estão curados”, e deu uma gargalhada sonora.

Escondidos no provador

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Escondidos no provador

Acredito que existe uma lei natural que impede qualquer homem de gostar de acompanhar a mulher a fazer compras nessas lojas da moda, caras para caralho, o sacrifício é imenso, é o chin-chin do cartão de crédito a sair a cada segundo, e como se isso não fosse já mau, ainda temos de carregar com o peso e o produto dos nosso infortúnio.

De cada vez que a minha mulher diz, “gostas amor?”, uma dor imensa ataca-me o ânus, como um dedo a entrar-me no cu, a subir pela espinha a cima até ao cérebro, “foda-se!! mais um”, a minha mulher não compreende, amo-a muito mais quanto está nua que vestida e ela insiste em movimentar o guarda-roupa e a minha carteira a uma velocidade que contraria a razão até de um rico que vive bem.

Mas foda-se! se pudesse e soubesse quando me casei com ela tinha ficado só com a boca, a cona e o rabo, bom, talvez também as mãos, o resto dispensava, não me fazia falta nenhuma, e foda-se!! tinha de haver condições, a boca tinha de estar fechada, e só se abria para me chupar o caralho, a cona e o cu tinham de estar disponíveis para eu esvaziar os testiculos, mas porra! não se pode ter tudo, ou melhor, com isto tem de se ter tudo ou nada.

Eu só brincava com os meus pensamentos, visivelmente cansado, estas andanças dão cabo de um gajo, sentado num banco estofado, a vê-la como uma louca drogada por roupa, mas é estranho, doloroso é verdade, mas dava-me prazer vê-la naquela correria, a infernizar os funcionários da loja, como se não houvesse mais ninguém que merecesse atenção.

Vi a minha mulher a entrar no provador e um negro atrás dela com montes de merdas na mão, imaginei que o negro entrava lá para dentro e fodia a minha mulher, mas clarifiquei, não, este não, é daqueles negros que têm postura de bicha, devia de gostar de ser cavalgado, de levar com um pau grosso no cu,

Foda-se!! pensei, que desespero, não acontece nada de novo, o cheiro a tecido fresco irritava-me os pulmões, a minha mulher estava entregue, o negro bicha ocupava-se dela, havia de convencê-la, tudo lhe fica bem, e agora, não era só o cheiro de tecido fresco, era também o morno da atmosfera controlada, apeteceu-me cochilar e esquecer, ficar inconsciente enquanto o meu património era dissipado, e quando acordasse que levasse a porrada de uma vez.

Os meus olhos estavam pesados, as pálpebras fechavam-se, só a música torturante e irritante impedia o meu sono profundo, um filho da puta qualquer tinha vendido a ideia a alguém de que isso era bom para as vendas por impulso, e todos os idiotas foram atrás, devia ser outro bicha sem mulher, o peso na testa, nos sobrolhos, levou-me para o meio das nuvens, sonhava e pensava se estaria a ressonar, quando senti um toque, depois outro e depois outro, até emergir de novo acordado na loja.

Acordar de um coma não devia ser diferente, os meus lábios mexeram-se e encontraram a minha boca seca, a minha garganta, eu olhei para cima e vi uma rapariga, amparava-me o ombro, o sorriso era bonito, “você adormeceu”, mexi-me no banco estofado, e mirei-a melhor, farda de miúda de loja, saia um palmo acima do joelho, as lojas sabem o que fazem, nem ar de puta com saia curta, nem longa de mais, com ar de púdica, o meio termo é como uma promessa.

A camisa branca impecável, quase masculina, justíssima, com dois seios perfeitamente desenhados e salientes, caralho!! ela estava a dar-me tesão, ainda piscava os olhos, mas parecia uma daquelas coisas novas que podem acontecer, e meias de seda nas pernas e coxas com uma leve transparência esbranquiçada, pensei, quem precisa de música com uma mulher destas a atender desesperados como eu, a minha mulher desapareceu, devia andar por aí a gastar o meu dinheiro.


A mão da rapariga mantinha-se no meu ombro, com certeza sem pressão alguma, não era para me mandar para a rua, eles sabiam o que eu gastava, melhor conheciam quem gastava por mim, há clientes de que não eles não podem abdicar, e ela perguntou, “não quer vir comigo? Haverá alguma coisa que goste para si”, eu perguntei, “onde, amor”, ela riu-se da minha insinuação, “vamos para a secção masculina, vai-se sentir melhor, fica mais á vontade, vai ver”

Devo ter dado um pequeno salto, nós humanos lutamos diariamente para não fazer figuras ridículas, e ela levou-me quase de mão dada, em direção à secção masculina, ela perguntou, “o que tinha em mente escolher para si?”, eu respondi, “normalmente é a minha mulher que trata disso, ela gasta para ela e para mim, bem, mais para ela”, ela riu-se, um daqueles risos jovens que nos fazem lembrar que estamos quase fora do prazo, ela prosseguiu, “hamm, não faça isso!!”, ela fez um beicinho tão agradável que me fez olhar para a boca dela e imaginei a minha piça a ser lambida por aquela língua, o corpo jovem de menina dada a fazer vendas, a insinuação estimulante, eu desejei muito fodê-la ali mesmo, no provador.

Eu disse, “escolha uma coisa para mim, eu vou confiar no seu bom gosto”, ela esboçou um sorriso de dentes muito brancos, uns olhos negros profundos, ela perguntou, “que peça estava a pensar?”, eu respondi, “talvez umas calças, mas ...”, ela aproximou o ouvido, eu continuei, “mas tem de ir comigo ao provador, para ver se fica tudo perfeito”, ela conhecia a minha mulher, “podia pedir à sua mulher?”, eu insisti, “não por favor, isso não, tem de ser você”, e depois disparei, “eu pagarei isso por fora”.

Não sabia que reação esperar, se é que haveria alguma, ela olhou fixamente para mim, “quer que eu o ajude a despir-se e a vestir-se?”, eu acenei que sim, ela estava mais ou menos na minha onda, eu prossegui, “sim, podíamos estar mais à vontade, eu não teria tanto stress”, ela mirou-me de alto a baixo, deu uma gargalhada alta, eu temi que atraísse a minha mulher, ela continuou, “vamos escolher umas calças e depois vemos quanto à vontade você quer que os dois fiquemos”.

Fomos circulando por um corredor, e a minha preocupação era agora a minha mulher parar com as compras, tudo podia acontecer, com ela mora a arte de ser inconveniente, e se eu queria que ela não gastasse o meu dinheiro, este era o pior momento para isso acontecer, tinha depois de andar depressa, eu olho para umas calças, “podem ser estas”, ela agarrou no par e perguntou, “sério? não fazem bem o seu género”, realmente estavam fora de contexto e eu disse, quase a sussurrar ao ouvido dela, “não quero as calças, quero-a a si”.

Foi um suspiro tão intenso que ela parou, ela olhou em redor, pensei eu, ver se ninguém tinha a atenção em nós, ela depois disse, “normalmente não faço isto”, antes que eu falasse, ela insistiu, “quer-me como?”, eu não sabia bem o que responder, ela voltou à carga, “diga tudo, seja porco, é a minha fraqueza, não diga a ninguém”, e sempre a aproximarmos a boca do ouvido do outro, como se falássemos em segredo, “eu quero fodê-la!!”, ela prosseguiu, “aqui no provador? Não acha um pouco arriscado? E se alguém nos ouvir?”.

Eu queria aquela experiência mais do que tudo, não pensava nos perigos, nem nas consequências, eu disse, “pensamos nisso depois”, ela acedeu, “vamos, traga as calças, e se a sua mulher nos vê?”, e foi como se atraísse o diabo, num cruzamento de corredores, lá estava ela a medir qualquer coisa, ela chamou-me, “querido, querido, que achas deste?” e antes que eu abrisse a boca, ela olhou para as calças, “o que é isso?”, eu mostrei, “umas calças?”, ela atacou, “mas querido, isso não condiz nada contigo”, a rapariga interveio, “foi o que eu disse”.

Decidi interromper, “amor, só quero ver como fica, mudar um pouco o meu estilo, amor, compra mais qualquer coisa, vai”, eu agarrei no braço da rapariga, “vamos, vamos, venha ajudar”, e deixei a minha mulher para trás, que ficou a olhar curiosa, a ver a rapidez com que me mexia a andar pelo corredor, quando demos a volta, ela perguntou, “ai meu Deus, se a sua mulher vê?”, eu respondi, “esquece-a, quero que me chupes a piça, queres?”.

Ela olhou e franziu a testa, “porque não, eu chupo o teu caralho todo, vou engoli-lo todo, vou-te levar à loucura, mas fazes o que prometeste, vais pagar e podes chamar-me puta se quiseres”, enqaunto andávamos, eu fiz uma pergunta que pareceu estúpida, “tens namorado, querida?”, ela mostrou os dentes, “tenho namorado sim, mas ele gosta mais do dinheiro que ganho do que da minha racha”, ela puxou a cortina do provador, depois abriu uma porta fechada, e entrámos, a minha mão agarrava o pau que me doía de tanto tesão.

Parecia que estávamos combinados, ela tirou a camisa, foi largando as peças de roupa, eu ia seguindo, calças, cuecas e tudo, e ela colocou-se depois de joelhos e não perdeu tempo, a mão pequena agarrou-me a piça e engoliu-a de uma só vez, até ao fundo, e foda-se!! fechei os olhos e voei, a língua dela saltava na cabeça, e eu só ouvia os ruídos da boca dela, a percorrer a verga de cima abaixo, depois olhava-a no espelho, a mordiscar a cabeça gorda, e eu gemia baixinho no meio do som da loja de pessoas que esperavam a sua vez.

Eu desejava muito comê-la, mas o tempo tinha acabado, o limite estava perto, e ela disse, “vem-te menino, vem-te”, a voz foi tanto doce e segura, que um jacto de porra saiu direto para a garganta dela, eu contorci as ancas, parecia eletrocutado, e toda a minha seiva saiu disparada dos colhões.

Num segundo, a minha energia desaparecia e eu voltava a um estado de sono agradável, ela dizia quando se vestia, “temos de voltar”, saímos, um grupo de pessoas olhava-nos com censura, e pensei, quando lhe entreguei dinheiro, aquele provador cheirava a piça.

Ela olhou para mim, com os olhos bonitos, com uma humidade inesperada, “volte quando quiser, nesta loja temos boa roupa, quem sabe, talvez para a próxima possamos experimentar outras coisas, la deu uma gargalhada pequena e voou pelo corredor a parecer uma adolescente endiabrada.

Tentava recompor-me, quando tocam no meu ombro, “então, não me digas que compraste aquelas calças horriveis?”, eu olhei para ela cheia de sacos de coisas, “preciso de ajuda para carregar isto, onde é que diabo te meteste este tempo todo?, eu respondi, “estive a fazer provas”, a minha mulher olhou desconfiada.