BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Férias
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish
Mostrar mensagens com a etiqueta Férias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Férias. Mostrar todas as mensagens

Férias ao sul com a mãe da amiga!

22:26 0
Férias ao sul com a mãe da amiga!
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

22:53 0
Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

Férias Introvertidas

16:49 0
Férias Introvertidas

E
stava a preparar a minha caravana de férias para viajar para o sul quando um amigo meu perguntou se ele podia ir comigo, e que iríamos os dois juntos viajar sem destino certo, parando em vários sítios dependendo da nossa vontade.

A ideia de eu ter a companhia de uma pessoa, mesmo sendo meu amigo, não me agradava nada, havia sempre um pequeno período do ano que eu destinava para satisfazer os meus fetiches pessoais, e para isso nada melhor do que ter autonomia, viajando sozinho, e não ter ninguém para me censurar ou ficar a saber o que eu gostava de fazer.

E agora, que tinha acabado de fazer dezoito anos, a ideia de viajar como que à bolina do vento, indo ao encontro de momentos para que o meu corpo se completasse com outros corpos, era esse o meu maior desejo, sexo e mais sexo, todos os dias, e todas as noites, quando a química funcionasse.

E claro, não faria diferença eu ir acompanhado, para quem lê, pensará que esse meu amigo também deseja o mesmo que eu, ou seja, sexo e mais sexo, só que eu não sei se isso é verdade, porque o que eu mais desejava era piça, uma piça grossa de macho bruto, que me montasse e quisesse comer o meu traseiro.

Do que eu sabia dele era que ele dizia ser heterossexual, tinha tido várias namoradas, aliás como eu também, pelo que a ideia de ele poder saber que eu além de tudo isso, também gostava de estar com homens, podia tornar-se um problema para mim, e fazer com que eu, quando o sexo acontecesse, ter de andar escondido dele, ou ter de contar alguma mentira sem sentido.

Mas não sei porquê, naquele momento eu achei que isso seria possível, que eu poderia ter a companhia dele na viagem, e ao mesmo tempo conseguir ter os meus engates secretos, sem ele saber ou vir a descobrir, e por isso eu disse que sim, ao mesmo tempo que eu pensava na maneira de lhe dizer que eu queria ir para alguns sítios em especial.

Já tínhamos percorrido cerca de 200 quilómetros quando eu disse que gostaria de sair da rota e parar numa praia quase deserta, habitualmente frequentava por dezenas de nudistas, o que me agradava muito, num desejo voyeur de ver pessoas nuas a caminhar na praia ou deitadas ao sol na areia, ou mesmo, quando acontecia, a foderem em qualquer lado, e claro que, quando eu disse isso, o meu amigo concordou até com bastante excitação.

Ele perguntou-me a sorrir, “vais fazer nudismo?”, eu respondi, “vou, vou ficar completamente nu, vais poder ver o meu pau teso”, ele sorriu, e antes que ele dissesse alguma coisa, eu atrevi-me e continuei, “e o meu cu também”, durante segundos ele não disse nada e eu fiquei preocupado que ele pensasse que eu tinha sugerido alguma coisa diferente como dar-lhe o meu cu para ele foder, mas ele insistiu, “se tu mostrares o teu pau, eu mostro o meu”, e riu-se.

E uma ideia forçou de repente a minha imaginação, podíamos vir a estar sozinhos na praia, podia não estar ou aparecer ninguém, e a visão de nós os dois ali sozinhos, ambos nus, lado a lado, numa dimensão erótica, a correr para o mar, excitou-me tanto que pensei que podia acontecer qualquer coisa entre nós, fazermos sexo, ali mesmo, logo no inicio da viagem.

Por agora era apenas imaginação minha, depois pareceram segundos a passar, e já estávamos na areia, deitados ao sol nus como acabados de chegar ao mundo, eu olhei para a piça dele que estava excitada, a ficar cada vez mais dura, não muito grande mas suficientemente grossa para satisfazer uma tarde de sexo, e eu perguntei, “para estares com a verga tesa dessa maneira, deves estar a ver uma coisa que gostas!”, ele olhou para mim, “é o teu cu que me está excitar”, ele mostrou os dentes brancos e deve ter percebido que me deixou um pouco surpreendido.

Eu realmente estava numa posição virado de barriga para baixo e o meu cu empinava-se para o ar, redondo, luzidio, apetecível, com duas nádegas rijas perfeitas, um macho podia deitar-se sobre mim e possuir-me ali mesmo, agarrar nas minhas bochechas e abrir-me como uma fruta, cavalgar-me o traseiro, e eu aceitaria isso com prazer, eu olhei para o lado, estávamos sozinhos com exceção talvez de um casal mais ao longe, eu rodei a cabeça para ele e perguntei, “como é que o meu cu te excita? O que é que tu imaginas quando olhas para o meu cu?”.

Agora foi ele que pareceu surpreendido com a minha pergunta, “o que é que eu imagino?”, eu insisti, “sim, quando estás a dizer que o meu cu te excita, estás a pensar em quê? em montar-me?”, a piça dele estava ao rubro, roxa de tesão, eu continuei, “o que quero dizer, é que se o meu cu te excita é porque imaginaste deitares-te comigo e penetrar-me, comer-me o cu!!”.

Ele disse, "não sei, foi como um flash, devo ter sentido isso como uma possibilidade, de ter sexo contigo aqui", eu sorri e prossegui, “pensei que tu gostavas só de mulheres, a ideia de que gostavas de foder com um homem nunca me passou pela cabeça”, ele insistiu, "sim, eu sei, foi um devaneio meu, uma cena erótica, por momentos o facto de estarmos aqui os dois, assim nus, praticamente sozinhos, fez-me sentir isso, de podermos ter uma cena de sexo bareback".

Nós estávamos a falar quando passou por nós um homem, devia ter uns trinta anos, muito peludo no peito, um corpo de macho puro, ele aproximou-se a perguntar se guardávamos as suas coisas enquanto ia ao mar banhar-se, nós abanámos a cabeça a dizer que sim, ao mesmo tempo que mirámos a piça dele, como uma cobra do tamanho de um braço, com uma cabeça roxa do tamanho de um punho.

Eu virei-me para o meu amigo, “foda-se!! viste a piça dele?”, o meu amigo disse, “foda-se, a piça é enorme!! grossa e grande”, eu encostei o meu ombro ao ombro do meu amigo, e perguntei, “gostavas de ser montado por ele, já imaginaste aquela verga a entrar no teu cu? aposto que ias chorar de prazer”, ele riu-se, “e se fosse no teu cu?”, eu olhei para ele nos olhos, esperava que as nossas palavras fossem entendidas como uma brincadeira, como se fosse uma excitação de miúdos, mas também de uma verdade possível escondida, eu respondi, “eu não vou negar, se ele quisesse montar-me, eu acho que ia gostar, ter aquela piça enorme a foder-me, nunca te imaginaste nessa posição?”.

Ele olhou para mim, “qual posição? a de estar de joelhos a ser penetrado na anilha por um gajo? de vir um gajo por trás, agarrar-me, baixar-me as calças, e comer-me o cu? sim, eu acho que já tive pensamentos desses, mas ...”, eu fiquei curioso e pensei que talvez não tivesse sido má ideia ele ter vindo comigo, “mas pensamentos como? agora sou eu que estou excitado, imaginaste como? um macho a montar-te, a foder-te o traseiro, como?”

Eu acho que ele ia responder, disse qualquer coisa que eu não compreendi, mas entretanto o macho regressou com o corpo molhado, a verga grossa e arqueada de tesão, como se fosse um estado natural, deu-me uma excitação tão grande, mas que passou logo, ele agarrou nas coisas e foi na direção de uma gaja que estava a chegar e abraçou-a.


Achei que era hora de voltar à auto-caravana e seguir viagem, no caminho ele perguntou qual era a nossa próxima paragem, eu falei sobre um parque de campismo, e depois senti que ele voltava ao tema, ele disse, “eu estava a brincar quando disse que o teu cu me excitava, sabes bem que eu só gosto de mulheres”, eu respondi, “eu sei, eu também estava a brincar”.

Ele não estava convencido e disse, “quando estávamos a falar parece que ficámos a meio da conversa, não disseste nada quando eu disse que podíamos ter uma cena erótica, e de termos sexo? e depois quando o macho apareceu, disseste que gostavas que ele te montasse!", eu olhava para a estrada, virei os olhos rapidamente, “acho que foste tu que começaste, disseste que o meu cu te dava tesão, não foi? E eu só quis brincar, tentar saber o que tu estavas a imaginar, e tu também não respondeste muito bem”.

Fez-se um silêncio, e eu prossegui, “porque quando disseste que o meu traseiro te excita, eu imaginei logo que estavas em cima de mim a papar o meu ânus, foi isso que tu imaginaste, não foi? foder o meu cu? até disseste que viste isso como uma possibilidade? ou seja, de podermos foder os dois!”, ele balbuciou, “sim, e também não respondeste muito bem, tu dizes que falaste a brincar, mas eu sinto que gostavas mesmo! quando tu disseste que te entregavas ao macho para ele te papar o rabo, então é porque gostas de levar no cu”.

Eu continuei, “eu nunca disse isso, de que gosto de levar no cu, e tu?, já alguma vez deste o cu?”, ele respondeu, “e tu? Já deste o cu?”, eu sorri com a resposta e a maneira como fugia às perguntas, “eu perguntei primeiro, mas vou ser mais abrangente, já alguma vez fodeste com homens?”, ele pareceu estar a pensar uns segundos, “tu queres saber é se eu já comi algum cu?”, eu sorri novamente e esperei, ele continuou, “eu não devia contar isto, mas já, uma vez envolvi-me com um amigo da escola, ele chupou-me o pau, e depois eu enterrei o meu pau no cu dele, mas foi há muito tempo, e tu?”.

Estávamos a chegar ao nosso destino, e aproveitei a confusão para tentar não responder, “eu depois conto-te, agora o que quero mesmo é tomar um duche fresco dentro do parque”, ele respondeu, “eu também quero, e de água fria, estou a ferver com esta nossa conversa”, fomos para o nosso lugar e montamos uma espécie de tenda de volta da auto-caravana.

Um segundo depois, eu e o meu amigo tomávamos um duche nas casas de banho do parque, e quando acabou, ele disse que ia comprar umas coisas, enquanto eu voltei para a tenda, e dentro dela, por uma nesga da porta de lona embalada pelo vento, eu via ao lado uma espécie de reunião familiar com muito ruido de vários machos e fêmeas, mais umas quantas crianças, em que se destacava um deles, sentado numa cadeira virado para o sitio onde eu estava.

Eu estava no interior da sombra da tenda, numa atmosfera aquecida pelo sol do exterior, mas senti que quando ele olhou para o meu lado, foi como se com os olhos ele perfurasse a lona da porta e visse o meu corpo nu quando deixei cair a toalha, e isso deu-me uma excitação tão grande, que eu quis continuar, não me escondi, rodei o meu corpo sobre os pés, e tinha a certeza que ele via as minhas nádegas oferecidas como um pedido para que entrasse lá dentro e me fodesse ali mesmo, como um cavalo sendo eu a sua égua, até me deixar tombado de tanta foda e tanto caralho.

Os olhos dele faiscaram e da mesma maneira que ele se tinha esquecido do que estava à sua volta, eu tinha-me esquecido do meu amigo, era um engate inesperado e queria fazer coisas que o levassem a entrar para eu lhe oferecer o fruto proibido, o meu anel enrugado que naquele momento tremia de desejo de antecipação de ser penetrado com uma piça grossa de macho adulto.

Eu senti que tinha de o provocar, então puxei para mim uma daquelas cadeiras de plástico e sentei-me nu, de cada vez que o vento abria a porta os nossos olhos encontravam-se e ele via o meu pénis duro e também o meu buraco generoso, onde eu rodava dois dedos no meu ânus, quando eu levantava os joelhos colado aos ombros, numa dança de erotismo e promessa de que se entrasse no meu espaço, eu me submeteria à sua vontade, de joelhos para ser montado ali mesmo.

E ele entrou, como que em segredo, como um fugitivo que não quer que ninguém saiba onde está, e por isso não havia qualquer necessidade em trocar palavras, isso seria péssimo para denunciar o nosso caso, ele baixou os calções e eu vi, um galo grosso e ereto que eu agarrei na mão e que comecei a brincar, baixava o prepúcio, a pele de baixo para cima, ele tirou a t-shirt e parecia um pouco forte, mas sem ser gordo, apenas uma montanha de músculos e ossos, que eu sabia que seriam a força que ele usaria para enterrar em mim aquela piça poderosa.

Ele sussurrou-me ao ouvido, “não faças barulho, não quero que eles ouçam, a minha piça quando entrar no teu cu vai doer, mas depois passa, vais gostar, a minha mulher não quer outra coisa”, eu acenei que sim, baixei-me um pouco e comecei a chupar o caralho, mas depois ele insistiu, “podes fazer-me um broche depois, numa outra vez, agora não temos tempo, a minha mulher pode querer saber onde estou”.

Ele virou-me o corpo, encostou a minha barriga na cama e eu senti, como um braço a passar entre as minhas nádegas à procura do buraco do desejo, o caralho dele entrou em mim, a pouco e pouco, até ao fundo, primeiro vieram-me lágrimas aos olhos, e logo depois eu caí num poço de esquecimento, os pelos da piça dele roçaram-me no ânus e eu sentia, toda a verga dele estava dentro de mim, quando começou depois a montar-me por cima, batendo as ancas com força nas minhas nádegas.

Por momentos fechei os olhos para gozar todo aquele prazer, e quando os abri, eu olhei de lado para a janela traseira e vi que o meu amigo estava do lado de fora a ver tudo, o macho cavalgava em cima de mim, do meu traseiro, a piça malhava o meu ânus que a prendia numa mola apertada, e o meu amigo mirava os meus olhos inundados de prazer, fazendo com que minha língua saísse involuntária da minha boca a correr pelos meus lábios molhados.

Ao mesmo tempo, eu sabia, o meu amigo assistia àquela piça a entrar no meu cu, a partir-me o traseiro todo, o macho cavalgava em cima de mim a apertar-me as nádegas com força e, em cada investida, a piça entrava e saía, fazendo do meu ânus o que queria, abrindo-se todo a tanta fúria, pedi ao macho para me virar, e naquela nova posição, agora deitado de costas como se fosse a mulher dele, fechei os olhos e imaginei o meu amigo na janela, a ver a minha anilha tensa e apertada à medida que aquela verga enorme e grossa me fodia.

O macho tremeu, o momento em que ele jorrava a seiva do caralho dentro do mim tinha chegado, por várias vezes deu bombadas, a martelar as minhas ancas com força, a lançar gemidos contidos para que ninguém ouvisse, e depois veio-se todo, finalmente, dentro de mim, ele sussurrou-me ao ouvido, “foi mesmo bom, adorei comer-te o cu, vou cá estar uns tempos, se quiseres mais podemos combinar”, depois tirou a piça para fora, e saiu a correr vestindo os calções e a t-shirt.

Eu tombei na cama da auto caravana, ainda nu, de lado, exausto, pensei, o que dirá o meu amigo quando entrar, não me vou esconder, nem mentir, ele viu bem um macho a foder-me, ainda escorria nas minhas nádegas e coxas, a seiva branca daquele acontecimento, ele entrou e sentou-se ao meu lado, acho que ainda lhe faltava o fôlego, eu perguntei, "então?", ele sorriu, a mão dele pousou-se na minha anca, girando a minha nádega para ver o esperma que me saía do ânus, "ele fodeu-te bem, partiu-te o cu todo, acho que agora não temos dúvidas!".

Tentava perceber o que o meu amigo queria dizer, "dúvidas?", ele prosseguiu, "que gostas de levar no cu", eu interrompi, "mas excitou-te? gostaste de ver? viste o pau dele a enterrar-se dentro de mim?" ele respondeu, "vi, foi uma grande foda!, acho que me vim a ver-te a ser fodido, não estava à espera”, ele aproximou-se ainda mais e eu disse, “foda-se que fodão! ele disse que se eu quisesse ainda me comia mais, pela tua cara aposto que também gostavas de levar no cu!”

Ele sorriu e disse, “estou cheio de fome, vamos mas é comer, depois pensamos nisso”.

Conto erótico de passagem de ano - tudo chupado

16:45 0
Conto erótico de passagem de ano - tudo chupado

N
unca sei muito bem como é que certas conversas começam, estávamos presentes, a ouvir, a falar, mas porque não estamos ligados, não nos faz sentido dar-lhes importância, dar-lhes maior relevo do que o necessário, e depois só no fim, ou perto do fim, é que começamos a achar que seria bom termos estado atentos.

Mas enfim tudo isto foi só mesmo conversa fiada, tínhamos de começar esta história por algum lado, tendo por certo que ela é tão simples que merece ser contada, porque diabo! ainda estou a tentar saber como ou se fui enganado pelo meu cunhado.

Desta vez, a reunião de familia em final de ano fui eu e a minha mulher, e a minha irmã e o meu cunhado, numa espécie de mini-férias para colocar algumas coisas em dia, e para nos atualizarmos como familia, sem crianças, sem pais, enfim só nós mesmos, em momentos raros de união e reunião que era importante aproveitar.

E é neste contexto familiar e de fim de época ou de ano que o meu cunhado começou com a sua conversa que mais parecia uma brincadeira para nos divertirmos como homens, numa mesa, agarrados a umas cervejas, enquanto as mulheres andavam pela casa e pelo jardim, a fazer aquelas coisas que elas gostam de fazer, e que os seres masculinos mais sedentários não querem saber, embora fiquem sempre um pouco irritados com o ruido que elas provocam.

Ao longe a minha irmã e a minha mulher andavam a arrastar uma merda qualquer, por certo não lhes agradava o sitio onde a coisa se encontrava há mais de vinte anos, e eu só pensava quando iria chegar o momento em que elas iriam sujeitar-nos a fazer força numa porra que estava muito bem onde estava, e que não fazia diferença nenhuma estar ali ou noutro local.

Foi quando a dada altura o meu cunhado disse, “eh foda-se!! por favor não leves a mal o que vou dizer, a tua mulher é mesmo boa, foda-se, é um tesão”, eu olhei para ele um pouco surpreendido e agora que penso melhor terá sido aí que a conversa começou mesmo, e ele insistiu, “que sorte a tua, a tua mulher é uma maravilha, deves governar-te bem com ela!!”, eu perguntei, “que queres dizer com isso?”, ele prosseguiu, “eh, deves dar-lhe umas boas fodas, como é que é ela a foder?”.

Lá para o fundo, eu olhei para a minha mulher, andava com um top apertado, com umas daquelas leggins muito curtas e justas, que fazem aparecer os contornos todos do rabo, de maneira que eu pensei, não seria despropositado que o meu cunhado dissesse aquelas coisas, a minha mulher era realmente um tesão de mulher, que me dava um prazer do caralho foder, eu disse, “dou, claro, ela adora foder, pode não parecer, mas ela anda sempre muito esfomeada”.

Ele riu-se, fez um gesto com a mão como se tivesse a simular um pénis teso, “se calhar não andas a comê-la como deve de ser, já te questionaste se ela alguma vez sentiu necessidade de mais verga do que aquela que ela atualmente tem disponível? Acontece a muitos, meu cunhado! O que há mais por aí são homens que não dão às mulheres o que elas precisam”, eu senti-me levemente incomodado, “não me parece neste caso, acho que ela tem caralho suficiente para se entreter”, acho que demos uma daquelas gargalhadas masculinas que merecem um gole adicional de cerveja.

Ele voltou ao ataque, “meu cunhado, não te importas mesmo que eu admire a tua mulher? eu fico muito excitado com ela, mas sabes como é, é só a imaginar”, eu apreciei as palavras dele, e a ideia de um homem ficar excitado ao apreciar o corpo da minha mulher, excitava-me também, mas ao mesmo tempo ficava na minha ideia o desejo inútil de um homem ficar com a piça tesa a suspirar por uma cona que afinal só eu tinha o direito de comer.

Era um sentimento quase animal, pré-histórico, de homem ou homens poderem rodear a minha mulher, sentir o cheiro a cona e a cio, mas depois por direito de conquista, serem obrigados a afastar-se e ir à procura noutro lugar, ou então, por misericórdia, puderem apenas baterem uma punheta a imaginarem que a estão a foder.

Eu disse, “estás à vontade, meu cunhado, também gosto de te ouvir dizer o quanto aprecias a minha mulher”, ele sentiu-se livre, “eh, é mesmo boa, não leves a mal, eu adorava montar a tua mulher, e fico a imaginar, em cima dela a enterrar o meu rolo todo, acho que o tamanho do meu caralho, de certeza que ela ia adorar, o que achas?”, eu sorri, “nem todas as mulheres gostam de piças grandes!”, ele abriu a boca de descrédito, “onde é que caralho te ensinaram uma coisa dessas? Em alguma igreja?”, ele avançou o corpo para mim e sussurrou, “elas são loucas por piças volumosas, grossas e compridas, gostam de ter o que agarrar como se fosse um brinquedo a sério.

Ele prosseguiu, “a tua irmã é completamente doida pelo meu pau, nem imaginas o que eu passo com ela!”, eu fiquei curioso, “o que passas com ela? mas como, no sexo?”, ele fez um sorriso amarelo, “meu cunhado, chama sexo a isso”, ele depois perguntou, “já ouviste falar no chupa-cabra, no México? Um bicho que anda por lá a chupar sangue?”, eu não percebi a ideia e a relação, mas ele continuou, “esquece isso! a tua irmã é uma chupa-caralhos, é o que é, nem imaginas o quanto ela gosta de chupar a minha verga, chupa-me o esperma todo, chega a ser uma coisa doentia”.

Agora foi a vez de olhar para a minha irmã, e tentava ligar a imagem que ela desperta nas pessoas, quase angelical, ou melhor, aparentando uma quase virgindade natural, quase santa, como se nunca a perdesse, o cabelo loiro, os seios fartos, as coxas roliças, e o rosto de uma menina, com um sorriso matreiro de quem está sempre a preparar uma partida ou brincadeira, e não é que eu pensasse que ela não fodia, mas sempre a vi mais como uma mãe, que se fode, é mais para reprodução, como uma vaca ou qualquer outra parideira.

Eu disse, “não estou a ver a minha irmã nessa posição!!”, ele levantou-se, gritou uma espécie de “Ah” alto, e bebeu de uma vez a cerveja que restava na garrafa e foi buscar outras, ao regressar disse, “posição? meu cunhado, a posição que a tua irmã mais gosta é de joelhos, a chupar o meu caralho”, ele encostou a boca na minha orelha, como se fizesse uma confidência, “ela chupa-me o esperma todo já te disse, ando sempre com os colhões secos, foda-se!! secos e doridos, aposto que a tua mulher não faz isso”.

O assunto para ele parecia tão importante que eu fui deixando o meu cunhado falar, “às vezes estou a comer e ela vem por baixo da mesa, como uma espécie de alma do submundo, a boca dela abre-se como um peixe, e fica ali a chupar-me a verga, até eu me vir e ela extrair de mim todo o néctar que sai da minha piça”, ele não parava, “depois é na cama, estou a dormir e chego a acordar assustado, a sonhar que um daqueles peixes tipo cobra me está a comer o caralho, mas não! é a tua irmã, que acordou e chupa-me o pau até ao tutano”.

Eu disse, “foda-se!! custa a acreditar, eu não imaginava”, ele continuou, “acredita sim, e cu?”, eu fiz quase um eco, “cu?”, ele prosseguiu, “cu, sim, cu, depois de chupar caralhos, a seguir é o cu, a tua irmã adora ser fodida no traseiro, muitas mulheres não gostam, a tua mulher gosta?”, não sei se quase me engasguei, “eu acho que a minha mulher gosta, não é muito habitual, mas, sim, às vezes como-lhe o cu, mas é como te digo, não tenho bem a certeza”.

Ele mostrou os dentes e endireitou-se na cadeira, pareceu detetar uma fraqueza, “não tens a certeza? Meu cunhado, basta olhar bem para o traseiro delas, quando gostam de levar no cu, as nádegas delas estão mais soltas e abertas, como se estivessem sempre preparadas”, eu olhei para o rabo da minha irmã, e não pude deixar de imaginar o meu cunhado montado nela, a penetrar-lhe o ânus, e sim, ela tinha um traseiro adorável e levemente flexível sem ser flácido, que dava para sentir que o que o meu cunhado dizia era capaz de ser verdade.

E depois, muito tempo antes, de coisas que outros namorados dela me contavam, era que ela gostava de levar no cu, mas eu sempre tive a ideia idiota e secreta que era para proteger a virgindade no casamento e enquanto isso não acontecia, ela satisfazia com o traseiro os desejos dos homens com quem ela namorava, o meu cunhado voltou a dizer, “já viste o traseiro da tua irmã, nem imaginas, o meu rolo passa lá a vida enterrado naquele cu, o meu pau já nem se interessa por cona, e a tua mulher?”

Eu perguntei, “o que tem o cu da minha mulher?”, ele respondeu, “foda-se!! é como o da tua irmã”, os dois olhámos para o jardim, especificamente para o cu da minha mulher, ele continuou, “já viste bem aquele cu, o cu da tua mulher está a gritar por piça, vê-se logo, e se não andas a dar-lhe piça no cu, ela pode estar a necessitar muito”, ele apertou o pau dele com a mão, que eu notei estar teso debaixo do calção, “quem sabe, imagina eu a montar o cu da tua mulher com este pequeno que eu está aqui na minha mão!!”.

Ele continuou, “olha bem para o traseiro da tua mulher, que maravilha, ela é como a tua irmã, tenho a certeza, por vontade delas, andavam sempre com uma piça enterrada no cu, e se ela estivesse recetiva, o que achas? achas que ela iria comigo?”, eu dei um gole na cerveja, olhei para as duas mulheres lá ao fundo, agora por uma razão impossível de compreender, elas andavam as duas de gatas, a arrancar e a movimentar coisas, ocorrendo-me que a posição em que estavam era a ideal, para lhes baixarmos as leggins, e foder-lhes o cu ali mesmo.

Eu disse, “se a minha mulher iria contigo como? Ela dar-te o cu dela para tu foderes? Não acredito que ela quisesse, e depois, como a minha irmã é uma chupa-caralhos insaciável, que ela te extrai o esperma todo, que andas com os colhões secos, acho que eu posso ficar descansado, mesmo que a minha mulher estivesse para aí virada, provavelmente não ias ter piça para a foder”, e demos mais uma gargalhada masculina a levar a garrafa à boca.

Estivemos ali uns segundos de silêncio, depois o meu cunhado perguntou, “o que andarão aquelas duas a fazer? Aposto que têm a cona toda suada!”, eu retorqui, “devem ter sim, e o cu também, andam ali à horas a arrastar merdas, até estou cansado de as ver trabalhar”, demos mais uma gargalhada, ele continuou, “lambia a cona da tua mulher, suadinha, foda-se! um tesão”.

Eu continuei, “isso fica para mim, já tu dás o pau à minha irmã, para ela chupar novamente, acho que estás a precisar! Mas porque é que ela fará isso?”, ele perguntou, “o quê, dela chupar o meu caralho muitas vezes? Não sei, mas acho que é para não comer outras mulheres, foi como disseste, se tiver os colhões secos não consigo fazer sexo, é por isso que a tua irmã é a chupa-caralhos, e com aqueles lábios dela quem é que pode dizer não”, e demos mais uma gargalhada.

O tempo passou mais um pouco, até que o meu cunhado perguntou, “e se fizéssemos nudismo? Temos um muro, ninguém vê nada cá para dentro!”, eu devo ter aberto os olhos, “não me parece grande ideia!!”, ele gritou para a minha irmã, “amor, o teu irmão está a dizer que gostava de fazer nudismo!”, eu ainda abanei a cabeça a dizer que não, mas ela e a minha mulher deram um grito, e num segundo estavam nuas, as leggins tinham voado, e elas davam saltos no ar, pareciam estar num daqueles rituais da natureza.

E o meu cunhado foi um segundo, tirou os calções e dele saltou uma verga tesa, que ao levantar-se, exibia como prova do que dizia, um falo enorme e grosso, que ele mantinha rijo e direito à frente dele, e eu senti, ele virou-se de propósito para a minha mulher, para ela ver bem o que costumava esconder dentro das calças, e eu percebi também que, enquanto eu e despia, ela olhava com interesse para a piça dele, com um ar e uns olhos que pareciam trazer à ideia dela que ainda íamos fazer um bacanal, e que por isso o meu cunhado a ia comer.

Claro que era só uma impressão minha, o receio habitual de um homem inseguro, eu tinha a ideia, ou pelo menos imaginava, que a minha mulher era uma mulher satisfeita, e que por isso, não tinha de me preocupar, qualquer coisa que lhe passasse pela cabeça, não teria a ver com certeza de necessidade de sexo, embora como sempre eu saiba que as coisas inesperadas, por exemplo dar uma foda ali no meio do jardim com o meu cunhado, era daquelas coisas tão fortemente excitantes que provavelmente até ela seria incapaz de resistir, a minha sorte era estar ali a minha irmã que faria uma espécie de papel de policia para o caso de alguém se portar mal.

Elas acalmaram e continuaram os seus afazeres, enquanto nós, apreciávamos agora duas mulheres nuas que, quando se baixavam, ou quando se mexiam, mostravam tudo o que tinham, eu olhei para a minha irmã e, embora fosse minha irmã, pelo facto de a ver totalmente nua, eu achei que ela estava agora muito melhor com a idade, de meio gordinha, estava uma mulher roliça mas enrijada, umas mamas perfeitas com uns mamilos escuros e bastante salientes, a boca com uns lábios carnudos que me fez pensar no caralho do meu cunhado, um rabo cheio mas perfeito, sem o mínimo sinal de descuido no peso ou na idade, os pelos púbicos louros e numa penugem bem cuidada, e pensei, que, se não fosse minha irmã, também eu a fodia.

Tinha-me esquecido do meu cunhado, eu olhei para o rolo dele e o estado era o mesmo como estava, teso como pedra, arqueado para cima, como um pescoço curioso, e como os olhos dele brilhavam, pensei que ele estava a fazer a mesma avaliação que eu, mas sobre a minha mulher, a língua dele ia molhando os lábios, como a um moribundo se molha a testa, “foda-se! eu acho que a tua mulher está receptiva”, eu levantei uma perna, assentando-a na borda da cadeira, eu olhei para o falo nervoso que ele esmagava na mão, como um animal perigoso com necessidade de rédea curta, “oh, meu cunhado, eu acho que não, mas é assim, as mulheres têm uma mente própria, elas têm muitas fantasias, ela pode desejar deitar-se contigo, mas não acredito que chegue à ação”, e depois ri-me, “além disso estás incapaz, quando é que foi a última vez que a minha irmã chupou o teu caralho?”.

Ele gemeu, “esta noite, de manhã, vês como estão os meus colhões!”, eu olhei para as bolas gordas, e sinceramente não me pareciam mirradas, “estás a ver, não tenho nada, normalmente estão o dobro”, ele ia manipulando a piça que de pé, mais parecia uma sentinela, e ele disse, “eu acho que a tua mulher está receptiva, e não é de agora, noutras ocasiões, eu e ela estivemos juntos, assim, a conversar, e eu fiquei com essa sensação, mais um bocado, e eu e ela dávamos umas fodas”, eu ia dizer qualquer coisa, ele continuou, “e não demos por respeito, acho eu, mas se houver abertura, aposto contigo, que a tua mulher dá-me o traseiro para eu espetar a minha piça”.

Aquilo parecia quase um desafio, uma aposta, sei lá, de fidelidade, eu perguntei, “mas abertura como? da parte dela, eu dizer à minha mulher que não me importo?”, ele reagiu com calma e sussurrou, “não meu cunhado, o que digo é que jogamos esse jogo, e se ela ficar recetiva e foder, não quero é que fiques chateado comigo ou com a tua mulher, só isso, é essa a abertura de que falo”, mas eu insisti, “acho que a minha mulher não vai querer dormir contigo, mas e a minha irmã?”.

Ele abanou os ombros, “a tua irmã sabe, por muito chupa-caralhos que ela seja, de vez em quando eu e ela precisamos de outros pratos, se é que me entendes? A tua irmã o que gosta mesmo é de lamber, chupar, e pode não ser só caralhos, acho que ela sente também um desejo profundo de ser também lambe-conas, e depois já falei muitas vezes com a tua irmã que, se tu deixasses, ela não se importava que eu fodesse a cunhada”.

Ele estendeu-me a mão, “apostas?”, eu olhei para a mão dele, ainda por cima aquela que tinha mexido no caralho, eu sentia que fazia um pacto com o diabo, pensei na minha mulher, nos colhões vazios, ela seria capaz de resistir, e apertei a mão dele a dizer “está bem, vamos ver, mas traz-me prova, filma a foda se é que vai acontecer”, e foi dado um passo, que me fez beber mais um pouco e dizer, “vou buscar mais umas cervejas”.

Quando regressei, ele tinha desaparecido, olhei para o fundo e só lá estava a minha irmã de rabo para o ar, a minha vontade interior foi ir para junto dela para perguntar onde eles tinham ido, mas resisti, tinha apostado, e por isso, tinha de conter-me, no meu cérebro passou a imagem dele a enterrar o galo ereto na cona dela e ela a gemer, de sexo inesperado, invulgar e despropositado, uma rutura com o habitual, e um desvio ao convencional, e isso, não me fazia sentir mal, era aceitável, porque não? Ter algo que, num momento curto e especifico do tempo, a faça a ela e a mim, e ao meu cunhado e à minha irmã, sentirmo-nos mais vivos, afinal era só umas fodas dele com a minha mulher.

Passou algum tempo e eles apareceram e vinham do mesmo lado, ela deu-me um beijo e eu senti nela o cheiro dele, um cheiro reconhecível e distinto a rolo teso, ela correu para a minha irmã que a abraçou exageradamente, e enquanto as via a deitarem-se num tapete ou manto estendido no chão, ele sacou do video e mostrou-me.

Tinha acontecido, e eu estava aberto, e sinceramente até hoje da mesma maneira que não sei como começou a conversa, também não sei se perdi mesmo a aposta, porque nada mudou com a minha mulher.

Conto erótico de passagem de ano - noite desfeita

23:38 0
Conto erótico de passagem de ano - noite desfeita

E
u nem queria acreditar, depois de um planeamento de meses pela minha mulher, estávamos ali no lobby do hotel, em plena véspera da noite de 31 de dezembro, tínhamos vindo um dia antes para a passagem de ano, a discutir se havia um quarto ou não.

Acho que devo corrigir, por boa política de casal, quem tem responsabilidade resolve, e deste modo, devo dizer, quem discutia era a minha mulher com o recepcionista e um gajo, em boa forma, devo reconhecer, olhei para ele e via-se, tinha tudo no lugar, e pelo que percebi queria o mesmo quarto que o nosso.

A minha mulher de vez em quando aproximava-se de mim e com palavras ásperas, “estás a ver isto? Estes tipos reservaram o mesmo quarto para nós e para aquele homem”, eu olhava para ele encostado ao balcão, com um olhar próximo do desanimado, e pensei, “ninguém gosta de as coisas corram mal, e pior ainda, numa noite em que está tudo cheio”

Eu olhei para o individuo novamente, provavelmente um pouco mais novo que eu, mas muito pouco, estávamos todos mais ou menos no mesmo patamar, as pernas e coxas aparentavam ser pessoa que se cuidava muito, nas calças um volume bem percetível.

A minha mulher gesticulava, dentro do seu vestido de trintona a caminho da quadra, com uma racha de lado que abria nas coxas até meio da anca, e sentia-se, era daquelas mulheres que qualquer homem desperto queria foder, o que me agradava muito porque ela era minha.

Resolvi aproximar-me e intervir, antes que a situação se agravasse, coloquei-me entre a minha mulher e o homem, olhei para o rececionista, “afinal o que se passa?”, o rapaz do hotel no seu uniforme debruado, fez uns olhos de desalento, “houve um erro, do sistema”, os olhos da minha mulher faiscaram,aproximou-se dos meus ouvidos e murmurou, “um erro, o caralho”.

Eu arregalei os olhos e virei-me para o homem e percebi que ele ouviu o que a minha mulher disse, ela provavelmente pensou que falara baixo, mas todos entenderam, insisti com o rapaz do hotel, “mas não há mesmo nada? Para acomodar este senhor?”, o homem virou-se, “eu diria para acomodar o senhor e a senhora!! eu cheguei primeiro!!”.

A situação era insustentável, lá fora a noite de passagem de ano aproximava-se a passos largos, e eu pensei, “tenho de usar todos os argumentos”, puxei o braço do homem para um lado, afastei-me da minha mulher, “e se ficássemos os três no mesmo quarto?”, mostrei os meus dentes brancos num sorriso, e gracejei estúpido, “quem sabe, talvez pudéssemos fazer um menáge à trois”.

Ele sorriu também, aproximou os lábios dos meus ouvidos, lambeu-os e disse, “quem sabe? a sua mulher é muito apetitosa, um ménage agradava-me muito”, eu dei uma pequena gargalhada com o à vontade dele, e regressei à minha mulher, “querida, está combinado, dormimos os três no mesmo quarto”.

A minha mulher aliviou a tensão do corpo, “os três, no mesmo quarto?”, e sem que eu pudesse dizer nada, ela prosseguiu, “querido, só há uma cama, alguém vai dormir no chão e não vou ser eu”, eu encolhi os ombros, “logo se vê amor”, eu virava-me para o rapaz do hotel, mas ela insistiu, “o que é que falaram, estavam a rir”, abanei a mão, “nada querida conversa de homens”.

O rapaz do hotel também pareceu aliviado, a solução não era a melhor, mas com a azáfama no hotel e nas ruas, tudo servia para resolver problemas, ele entregou-nos uma chave e quando a minha mulher perguntou, “mas tem duas camas???”, o rapaz nem respondeu, fugiu como pode.

Subimos os três até ao quarto, no elevador a respiração e os olhares iam suspensos, eu mirei o homem novamente de alto a baixo, acho que a minha mulher fez a mesma coisa e ele também com ela, veio-me o pensamento à cabeça, “este gajo deve ser uma máquina a foder”, exalei o ar dos pulmões, e outro pensamento voltou, “ela a ser fodida pelos dois ia ficar doida!! seria uma grande passagem de ano”.

Quando cheguei à porta do quarto, eu senti que o meu pau estava duro como pedra, era quase difícil de esconder, ela entrou à nossa frente, e olhei para o homem e reparei que tanto eu como ele olhámos para o rabo da minha mulher, bem definido naquele vestido, e foi quase um reflexo, olhei para o volume das calças dele e estava cheio, e não era difícil de perceber que ele como eu estávamos tesos e excitados, ela girou o corpo e nós do rabo, passámos os olhos para as mamas, ela fez um trejeito com a boca, “só há uma cama querido, e é de casal”.

Ela olhou para o homem, ele circulou pelo quarto, sentou-se à beira da cama, ela disse, “então como é que o senhor acha que vamos resolver isto? nós somos um casal e ...”, ele levantou a mão, “minha senhora, peço desculpa mas isso não interessa nada, pelo menos hoje”, e antes que a minha mulher abri-se a boca, “por favor não vamos discutir a cama é grande e dá para todos”.


Eu abanei a cabeça a concordar, na minha opinião ele tinha razão, ela olhou para mim, “mas amor, eu quero tomar um duche e com ele aqui e depois na cama os três?”, eu apertei as pernas, os pensamentos regressaram, eu via a minha mulher nua a sair do banho com o gajo a fodê-la, e disse, “oh amor, querida, temos de ser adultos, com certeza aqui este amigo já viu uma mulher nua”, e virei os olhos para ele, “há algum problema ver a minha mulher nua?”.

Ele sorriu, abanou a cabeça, enquanto a minha mulher ripostou, “vou tomar um banho”, desta vez foi ela que virou a cabeça, fixou os olhos do homem, ela olhou para o volume alto dele, e disse, “se calhar o meu marido quer que eu o foda!!”, ela encaminhou-se para o banheiro e gritou, “se o meu marido continua com tantas facilidades ainda sou capaz disso”.

Ela bateu com a porta, e eu perguntei, “o que disseste amor? És capaz do quê?”, eu ouvi a água a correr e a voz dela, "foder com este nosso novo amigo!!”, eu voltei-me para ele e disse, “não ligue, a minha mulher anda excitada, é a proximidade dos quarenta”, e depois eu sussurrei, “pode não parecer mas ela só pensa em sexo, por vontade dela estava sempre a foder”.

Ele levantou-se, começou a tirar a camisa, e sorriu, “quer que eu dê uma ajudinha?”, eu ia dizer, “ajuda como?”, e ele insistiu, “eu posso fodê-la, ou fodemos os dois, um ménage, como disse lá em baixo”, eu olhei, “eu estava a brincar, eu não tinha coragem”, ele baixou as calças, e depois os boxers, de onde saltou uma piça tesa, com uma cabeça do tamanho de um punho.

O oxigénio inundou-me os pulmões, pensei, “e se a minha mulher entrasse agora no quarto?”, ele pareceu adivinhar os meus pensamentos, e disse, “tire a roupa também, acha que se ele me vir nu, se vai embora, ou não vai gostar?”, ele passou-me o braço por cima, “estou com um pau do caralho para a foder”, e encheu a mão com a verga tesa, “despe-te e vai tomar um duche”

A minha mulher saiu enrolada numa toalha grande, e antes que ela visse o gajo nu, eu corri para o interior do banheiro, eu pensei que alguma tempestade podia acontecer, mas só a queria ver no fim, demorei algum tempo, não ouvi som nenhum, pelo menos, um som grave, de discussão, entrei no quarto devagar, e na cama, a verga dura, ereta de tesão, eu vi, entrava na cona da minha mulher.

Ela tinha-se montado nele, e estava a foder o gajo, a cena excitou-me tanto, ver um macho a penetrar a minha mulher e ela a gemer de satisfação, e fou durante algum tempo, a fenda dela apertava-se em redor daquele caralho, e ela nem notava que eu existia, ali naquele momento, eu comecei a olhar para o cu dela, aquele buraquinho delicioso, pensei no ménage a trois.

Ela dizia que gostava de levar no cu, e eu já lá tinha entrado, mas agora era especial, a cona dela estava cheia com outro caralho, e a ideia de a penetrar no rabo quase me fez vir, aproximei-me e sussurrei-lhe ao ouvido, “querida vou comer o teu cuzinho”, enterrei-lhe o pau e ela gemeu, “hummm, ai, querido, entra mais, mais ..”, montei-a e enterrei a piça toda naquele ânus perfeito.

O tempo deve ter parado naquele momento, porque pareceram horas que os dois harmoniosamente fodemos a minha mulher e ondas combinadas de caralho a entrar-lhe na cona e no cu, até que eu me vim, e ele acabou a fodê-la pela frente como se fosse mulher dele, até ao limite, até ao momento que exalou suspiros de orgasmo e prazer, a porra dele a inundar a fenda da minha mulher em golfadas quentes e leitosas.

Nessa noite, antes de regressarmos ao quarto, acabámos no salão a jantar, a minha mulher estava esfomeada e eu perguntei ao homem, “o que é que aconteceu?”, ele sorriu para mim e para ela, “a tua mulher antes de dizer que não queria dar uma foda, já tinha dito que queria, são as mulheres, dizem sempre o contrário daquilo que querem”.

Eu virei-me para a minha mulher, “amor, como é que reagiste quando o viste todo nu?”, ela mastigou o que parecia uma cenoura, “querido, eu não complico, aproximei-me, agarrei no pau dele, deixei cair a toalha e ele gostou do que viu, o resto é história ...

Veio-me à cabeça o pensamento, “como seria a noite na cama com os três juntos?”

São só férias, aqui é assim !!

21:47 0
São só férias, aqui é assim !!


Recordo uma viagem que eu e a minha mulher fizemos à Jamaica. Pensando depois acho que a ideia de irmos visitar aquela ilha não era de todo inocente da parte dela. A minha cunhada, irmã da minha mulher, também fora no ano anterior e ela contou à minha mulher as férias maravilhosas que passou, o quê em concreto eu não sabia, eram segredos delas.

O
que eu notava era uma excitação invulgar na minha mulher, tanto à partida como à chegada, que eu percebia no gingar do corpo, nas roupas mínimas e floridas, no andar e falar acelerado, nas mamas espetadas e nos mamilos em cima, o rabo com tremores em movimento, e eu sentia, ela queria mostrar tudo o que tinha.

E quando digo mostrar, era mostrar aos homens o quanto era apetecível, o que me dava alguma alegria, de possuir uma mulher como a minha, bonita e desejável, com um corpo admirável, mas ao mesmo tempo, alguma vergonha, porque quando ela passava, os caralhos eram como radares, todos se viravam para ela, e eu percebia, eles pensavam, o quanto ela gostava de foder.

As férias eram curtas e embora eu quisesse passar algum tempo de dia, nas praias, naquelas águas cristalinas e areias brancas brilhantes, ou, à noite, nos muitos bares perto de nosso hotel, eu tinha alguma curiosidade de conhecer a cultura da ilha.

A minha mulher, por outro lado, o que queria mesmo era praia, com o corpo a arder ao sol, e noites bem festejadas, dançando e bebendo, dizia ela que o que conhecia da Jamaica já lhe bastava, e assim, nos primeiros dois dias, eu desaparecia de dia e só aparecia à noite.

As noites, habituamo-nos a passá-las num bar muito divertido, a minha mulher ia para a pista de dança, gingava o corpo ao som da música, e vários homens iam ao encontro dela, para a acompanhar na dança, a pele bronzeada rodava, num vestido muito curto, enquanto eu apreciava a minha mulher, ao gosto do meu cocktail gelado.

Com o andar da noite, do lugar onde me encontrava, eu via com os meus olhos de falcão no escuro, a minha mulher interessava-se por um rapaz negro, ele cortejava-a, ele dizia coisas ao ouvido dela, e ela depois respondia alegremente, naquele jeito sensual de mulher casada desafiada para o mal, os lábios humedecidos com um licor produzido pelo próprio corpo.

Ele insistiu outra vez e progrediu sobre ela, ela então procurou os meus olhos no escuro, com os seus dentes brancos refletiu um sorriso matreiro, ela aproximou-se ainda mais dele, a dizer-me em gestos que estava a ser desejada, e a mão fina desocupada do copo de gin percorreu as calças, olhou-me outra vez, e pousou no centro do pau dele.

Os meus olhos cintilavam como focos difusos, a mão do rapaz negro aventurou-se, primeiro nas costas e no rabo, e depois quando a boca dele se aproximou do pescoço, aquela mão possante procurou-a por baixo, num lugar onde eu sabia, não havia roupa intima, só um tufo de pelos, e dois lábios de cona, e um liquido de ostra permanente, fresco e viciante.

A distância entre mim e eles não era muita, talvez quatro ou cinco metros, mas eles foram-se aproximando mais, atravessaram a barreira normal de uma retina iluminada para a intimidade escura do anonimato, a minha mulher abraçou-me e disse alto num som de língua só entendida por nós, "viste, amor, eu apalpei a verga dele", eu dei um golo no meu cocktail a limpar a garganta, "eu vi, amor, estás muito atrevida".

Ela deu uma gargalhada sonora, com uma energia feminina contagiante, uma concentração de tesão pronta a explodir, contaminando-me de excitação, eu pensei, "apetece-me tanto lamber-te", o rapaz roçava nela e em mim, sem propósito ou provocação, apenas pessoas encontrando-se em algo mais, ela parou um segundo, sorriu adoravelmente, aquele que um homem sempre espera antes de uma tempestade, ela sussurrou, "queres sentir o tamanho da piça dele?".

Eu já devia ir no meu quarto ou quinto cocktail, fora os outros com rum que eu fui sorvendo ao longo da tarde, alguém me tinha dito que o rum arrefecia os corpos, esse enganou-me com certeza, eu disse, "quero, não vais querer que eu apalpe a piça dele? pois não?", ela puxou os cabelos para trás num abo de cavalo simulado, e sussurrou ao ouvido dele qualquer coisa, e depois ela encostou-se novamente em mim, "agarra nele com a mão, procura-o no escuro".

O rapaz encostou-se em mim, e não foi difícil sentir algo a roçar na minha coxa, ela disse, "agarra amor, sente a piça dele", eu devo ter fechado os olhos, a minha mão procurou e encontrou uma verga tesa, fora das calças, parecia não ter fim, procurei a cabeça roxa, a minha mão cheia, movimentei a pele para cima e para baixo, e uma humidade soltou-se nas minhas mãos, duas vontades mediam-me pela respiração, quando eu senti a mão dele a procurar a minha piça, no escuro, só lhe via os dentes, ele disse, "também estás teso, como eu", e riu-se.

Acho que foi com alguma relutância que deixei a minha mão abandonar o conforto daquela verga, não sei porquê, deverá ser um fenómeno qualquer psicológico, se agarrar na minha piça tesa posso sentir indecisão, ausência e falta, mas quando prendo na minha mão um galo grosso como ele, é como se o sentisse meu e completo, ele disse em segredo, "acariciei a cona da tua mulher", ela sorriu como se tivesse ouvido.

A minha mulher aproximou-se, sorveu um grande gole do meu cocktail, "o que é que vocês estão a combinar sem mim?", eu disse, "nada querida, ele estava a dizer que tu és um belo pedaço de mulher", ela riu-se espalhando erotismo, "porquê? estavam a dizer que sou boa?", eu respondi, "estávamos sim", ela insistiu, "boa como?", e antes que eu fosse dizer alguma coisa, ela continuou, “amor, estamos de férias, a minha irmã disse que aqui é assim”.

Eu olhei para ela, “assim como? o que é que a tua irmã disse?”, ela prosseguiu, “amor, ela e o marido arranjaram aqui uns amigos, e eles os dois gostaram muito", por momentos pensei que estava perdido, ela abraçou o rapaz, a mão dele subiu pela pela coxa dela, por baixo do vestido, o outro braço dela rodeou o meu pescoço, e apertou-me, como se estivesse suspensa no ar, a mão dele avançou mais para dentro, e ele sussurrou, "a tua mulher está toda molhada".


Ela fechou os olhos vítreos de humidade como de uma vaca, a mão dele agarrou na minha mão e puxou-a para dentro das coxas da minha mulher, "está toda tesa, ela é sempre assim?", com a minha mão ali junta, ele rolou os dedos no clitóris dela e no meio do ruido do bar consegui ouvi-la suspirar, "aihmm amor, aihmm caralho, estou tão tesa, amor", eu olhei para o rapaz negro, e sento como ele, a excitação a ferver o nosso sangue, ele procurou os meus ouvidos, "deixa-me foder a tua mulher, ela está desesperada por caralho".

Ele tirou a mão e eu vi na ponta dos dedos aquele licor vítreo, o vestido levantou-se um pouco, um vento divino interferia com a nossa consciência, a minha mulher suspirou, “ai querido, ai foda-se”, os dedos entraram novamente, prospecção em busca de sumo de deuses, ela abriu-se toda, o rapaz rolava os dedos nos lábios da cona, “aí, querido, que vergonha, estou com tanto tesão na cona, querido, estou toda molhada”, no escuro ninguém via nada, e ela disse, “aí amor, quero tanto ser fodida, quero tanto que ele me foda”.

Naquele momento, pelo desenrolar dos acontecimentos, era normal que o rapaz comesse a cona da minha mulher, e eu levantei-me e disse, "vamos querida", e ela disse, "não amor, hoje não, quero abandonar-me, quero sentir-me um animal selvagem, quero ser penetrada sem limites", não me agradou deixá-la, mas ela insistiu, "amanhã deixo-te ver, amor".

Ela apareceu talvez duas ou três horas depois, entrou no quarto e sentou-se numa cadeira, “foda-se, querido, estou exausta”, eu bati na colcha da cama e disse, “senta-te aqui e conta-me tudo”, ela levantou-se, mandou-se para a cama, e eu senti nela o cheiro a sexo, passei a mão pela cona dela e ainda estava molhada, e escorregadia do esperma do rapaz.

Ela continuou, “fomos para a praia, querido, o pau dele é tão grande, amor”, eu perguntei, “chupaste o caralho dele?”, ela sorriu dizendo que sim, “chupei querido, ele tem os colhões enormes”, como se eu quisesse saber mais, ela insistiu, “e depois fodeu-me a cona e o cu”.

Eu perguntei, “ele fodeu o teu cu também, querida?”, ela riu-se, “é o que ele mais queria, querido, foder-me o cuzinho”, o meu pau doía de tesão ao ouvi-la, a visão do rapaz negro a comer o cu da minha mulher na praia era tão intensa que eu sentia que a qualquer momento ejaculava, e depois ela disse, “mas há outra coisa, querido!!”.

Eu olhei para ela, para tentar perceber o que ela pretendia dizer, “querido, estavam lá mais rapazes na praia”, eu continuei a olhar para ela, “mais rapazes, amor, todos eles queriam foder”, eu perguntei, “e tu? o que fizeste?”, ela sorriu como se dissesse qualquer coisa inevitável, “eu deixei querido, o que eu podia fazer? por isso é que estou tão cansada”, eu ainda tentei saber, “quantos rapazes?”, mas ela respondeu, “não sei, querido, vários”.

No dia seguinte, eu e a minha mulher estávamos na praia, a saborear um sol e um mar perfeitos, quando apareceu outra vez o rapaz negro, ele sentou-se perto de nós, e ele disse para a minha mulher, “ontem, foste embora e eu ainda queria mais”, a minha mulher olhou para mim, “querido, aqui é assim, são férias, não fiques incomodado”.

Eu só levantei o braço a dizer que sim, que compreendia, e eles levantaram-se e foram para junto de uns arbustos, de onde eu vi a minha mulher a tirar o bikini, ela pôs-se de quatro e o rapaz enterrou o pau na cona, eu via o caralho apertado nos lábios tensos, e ela a gemer enquanto era fodida.

Estranhamente, eu reparei que havia vários homens como eu, deitados sozinhos no areal, e mais acima nos arbustos, eu percebi, havia muito movimento ....


Deixa lá, isso aqui está sempre a acontecer!!

21:56 0
Deixa lá, isso aqui está sempre a acontecer!!

Eram só umas curtas férias. Não era uma questão de dinheiro, mas do trabalho do meu marido que não nos permitia estar mais tempo. Ou muito pior, a ideia de gastar tempo sem fazer nada que não fosse, isso mesmo, fazer nada, era uma coisa que o meu marido já não aguentava.


A
ideia de outros o substituírem na empresa sem ele controlar o rumo dos acontecimentos, deixava-o angustiado, e a mim furiosa por afinal não ter férias nenhumas, curtas ou longas. 

Quantas vezes pensei no meu passado de juventude, privilegiado eu sei, em que aguardava serenamente o verão para me estender nos areais, gozar de um calor fraterno que me era dado de graça, de fazer sexo com os meus namorados, com uma plenitude de imortalidade, e de tempo preguiçoso como eu. 

Éramos deuses e deusas, mas agora, melhor seria ter vindo sozinha do que ter o meu marido comigo agarrado ao telefone!! Porque se há coisa que eu sei fazer é não fazer nada, e tenho a certeza, arranjo sempre qualquer coisa para me entreter, porque isso eu sei, só há vida se for um doce mel. 

Estávamos no segundo dia de férias e a verdade é que ele ainda não me tinha fodido. Ultimamente as férias serviam também para isso, para pretexto de uma foda, ou de umas quantas fodas, como se foder fosse uma experiência sazonal, coisa que só se faz numa certa época do ano, quando o tempo começava a aquecer, mas mesmo isso começava eu a sentir que para o meu marido era um sacrifício e uma perda de tempo. 

Esta tarde descíamos pelo elevador que sai da porta do hotel direto para a praia e eu, caída nos meus pensamentos, sorria sobre alguém que tinha tido a feliz inteligência de o construir na falésia junto ao mar, e abrir um fosso na rocha para o elevador passar. 

Foi quando o meu marido e eu entrámos no elevador que um homem negro também entrou. Éramos só os três no elevador que se movia lento pela encosta abaixo e eu reparei que o homem indiferente ao meu marido, como se ele ali não estivesse, analisou o meu corpo todo. 

Os olhos negros e profundos, dois lagos misteriosos que desceram e subiram dos meus pés até à cabeça, mirando cada centímetro de mim, os meus calcanhares, as minhas pernas e coxas, o meu ventre e mamas, o meu triângulo escondido no tecido fino, o meu pescoço, os meus lábios e boca, até que encontrou os meus olhos, e sorriu. 

Um sorriso sexual, de desejo declarado, um sorriso com uma proposta, que me obrigou a olhar para ele de alto a baixo também, as pernas grossas e peludas, o volume do pénis no calção justo, o tronco envolto numa camisa aberta, e aqueles olhos e aquele sorriso, meu deus!!, pensei, sou uma mulher casada!! 

Eu e o meu marido saímos no areal e fomos para um lado da praia um pouco mais discreta onde estendemos as toalhas, e enquanto o meu marido continuava ocupado, eu não podia deixar de reparar que o homem se sentou não muito longe de nós como se aguardasse por alguma coisa ou por alguém. 

A minha pele tremia com o interesse dele por mim, como se o simples facto de ele me mirar daquela maneira tão intensa fosse já uma experiência sexual, e o prelúdio de alguma coisa ainda mais forte e inesperada, e isso metia-me tanto medo. 

Porque era uma experiência que nunca tivera, não a de outros homens olharem para mim, que isso acontecia muitas vezes, mas o de eu corresponder e querer consumar com sexo o que ainda era só desejo. 

A minha visão era total, fechei os olhos e senti no corpo reações como se fossem reais, a imaginar que ele pedia para eu o chupar, e eu enchia a boca com aquele caralho teso, hirto de veias e cheiro, lambendo-o, apertando-o e engolindo, e depois no traseiro, ele a montar-me ali mesmo, na praia, no mato.

Eu como que acordei e disse ao meu marido, “olha querido vou ao banho até à água”, e comecei a andar em direção ao mar, quando reparei de relance que o homem fez o mesmo vindo um pouco mais atrás de mim, até que me alcançou quando os meus pés se cobriram com a espuma da maré. 

Ele aproximou-se de mim, e eu ouço-o dizer, “olá, está a gostar da praia?”, eu sabia que era conversa de engate, e estranho é que eu estava indiferente à presença do meu marido e até gostava, eu disse com um sorriso, “estou, é muito agradável”, sem poder deixar de olhar para o volume do pénis dele preso no calção de banho, que agora de perto eu via que era soberbo. 

Eu fiquei um pouco embaraçada, ele percebeu o meu olhar sobre o pénis, mas ele continuou, “você é muito bonita, uma bela mulher”, eu sorri e com esse sorriso veio a lembrança de ainda há segundos ter imaginado este homem a foder-me, eu disse, “obrigado”, a saber que a conversa de engate ia fazendo o seu caminho, eu sentia que ele queria sexo, quando eu o ouvi a ser direto, a apertar o pénis com a mão, “sabe? eu adorava fazer amor contigo”. 

Eu não esperava ouvir aquilo tão rápido, assim de um modo tão urgente, eu nem esperava que ele o dissesse alguma vez, não estava preparada para essa proposta, e disse, “eu mesmo que gostasse de fazer amor contigo, como vês não posso, e apontei para o meu marido”, mas ele continuou agora num outro tom, “ele não precisa de saber, eu dava-te uma foda agora mesmo, se queres vamos”. 

Por momentos eu quase respondi, “vamos onde? dás-me uma foda?”, mas consegui conter-me e disse, “agora não, eu vou regressar para junto do meu marido”, e dei meia volta e parti, a sentir que ele me olhava para o rabo e para as costas nuas enquanto eu caminhava. 

Quando eu cheguei à toalha reparei que uma mulher olhava muito para mim, desde que chegáramos à praia ela observava todos os meus movimentos, e eu disse ao meu marido, “não te devia dizer!”, ele virou a cara e eu continuei, “eu recebi uma proposta de sexo agora e eu quase aceitei”, o meu marido perguntou, “que proposta?”, e eu respondi, “ali junto ao mar, aquele homem disse que me dava uma foda agora mesmo”. 

O meu marido que estava preso a um jornal, olhou para mim, sorriu e respondeu, “deixa isso para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 

Lá ao fundo o homem continuava à beira-mar, ele sentara-se na areia e eu reparava que deixava vir as ondas pequenas de espuma tocar-lhe na pele e nas pernas, e eu insisti com o meu marido, “acho que vou ao banho outra vez, e não sei, talvez, se ele fizer a proposta novamente, vou aceitar”, e levantei-me a correr sem lhe dizer mais nada. 

Aproximei-me eu agora do homem e sentei-me também na areia, ele olhou para mim e perguntou, “você voltou?”, eu sorri e disse, “voltei, mas não para aquilo que você propôs”, e ele continuou em jeito de gozo, “mas o que é que eu propus? não me recordo”, e eu respondi, “você disse que me dava uma foda agora mesmo”. 

Ele voltou a olhar para mim, e pediu “chegue-se mais perto, quero mostrar-lhe uma coisa”, eu aproximei-me ainda mais, quase a tocar-lhe no corpo, sentados junto ao mar lado a lado, e foi quando ele puxou os calções para baixo, e dele saltou o caralho, uma coisa grossa e preta, “estás a ver como ele está teso? Gostavas de chupar nele?”, 

Agora fui eu a olhar para ele, “sabes que não posso”, perguntou ele, “não podes, mas queres muito eu sei?”, depois ele insistiu, “toca-lhe só, faz uma festa no meu caralho”, eu virei a cara lá para cima onde estava o meu marido, a falar no telefone e discutia, a tal mulher sempre atenta, e não me consegui conter, eu pus a minha mão fria no pau dele, e ele sorriu para mim. 

Não havia ninguém perto de nós, só a tal mulher se apercebia, e eu comecei a massajar lhe o pénis, apertado na minha mão bem cheia, e ele perguntou, “o teu marido está distraído, tens um cu tão bom, gostavas que eu te comesse o cu?”, eu batia-lhe uma punheta muito leve, “gostava muito, mas sabes que não posso”, e ele continuou, “chupa-me então só um bocado”. 

Eu voltei a olhar para o meu marido e nada tinha mudado, eu baixei-me então de lado, e pus o pau dele na boca, eu senti que ele largou um suspiro, dos meus lábios quentes na cabeça, em segundos uma eternidade, enterrei o pénis dele na boca, que ele retesou as pernas abertas, eu queria que ele se viesse para que tudo acabasse naquele momento, quando sinto a mão dele a pousar na minha cabeça, “anda vamos para as rochas, não aguento mais, quero comer-te a cona”. 

Eu levantei a cabeça, com a boca húmida do sabor almiscarado dele, “não, não posso, o meu marido está a olhar, deve estar à espera”, eu levantei-me e regressei a correr para a toalha, a tal mulher olhava para mim e sorria, e eu disse ao meu marido, “a água está boa, e não te devia dizer!”. 

O meu marido não me ouvia, ele dizia que o estavam a substituir, que lá na empresa haviam uns gajos a trabalhar, que ali em férias não os podia controlar, até que eu insisti, “sabes aquela proposta? Ele pediu para eu tocar no caralho dele!”. 

E vai o meu marido, ele respondeu, “tocar no caralho? deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 


Não sei porquê, daquelas palavras senti alguma liberdade, estaria eu a ser mal interpretada, e disse ao meu marido, “olha amor vou outra vez à água”, e o meu marido respondeu, “outra vez? Ainda agora chegaste!”, mas eu continuei, “vou ver o que o homem propõe de novo”, e o meu marido deu uma gargalhada, “pergunta lá a ele se te quer foder, isso aqui está sempre a acontecer.” 

Eu levantei-me, quase a correr e regressei à beira-mar, eu sentei-me ao lado do homem, e ele perguntou, “já sei que não podes, e que tal irmos para as rochas foder, eu conheço um sitio”, eu olhei lá para cima,  o meu marido telefonava, a tal mulher olhava, e eu disse, “vamos, mas tem de ser rápido”. 

Eu e ele caminhámos em direção a umas rochas, ali escondidos no areal, num recanto abrigado com arbustos e mato, o meu corpo tremia todo, numa excitação tão intensa, eu não conseguia respirar, as coxas abriam-se numa inércia incontrolável, eu imaginava o pau ereto a penetrar-me, ele tirou os calções e o caralho saltou como uma mola, preso a dois colhões pretos, grandes e imponentes, a exigirem-me submissão.

Ele abraçou-me pelas costas com dois braços vigorosos, "és uma bela mulher, gostas de levar no cu? querida", a mão dele desceu por dentro das cuecas do meu bikini, "foda-se! és tão perfeita, quero muito comer o teu cu, gostas?", eu devo ter gemido sem perceber, "gosto sim", a piça dele entrava pelo meio das coxas a roçar o meu clitóris, e eu sentia-a forte e dura.

O meu desejo intensificava-se, o calor quente que lhe saía da boca envolveu-me o corpo todo, o pau grosso procurou a minha cona, e eu só tive tempo de lançar um suspiro, “aihm, foda-se, aihm, humm, aihmm, caralho, aihmm, fode-me, parte-me toda”, era ele a entrar na minha fenda apertada. 

Eu ouço-o dizer ao meu ouvido, “ai, que mulher, caralho, que cu tão bom”, ele começa a mexer, saía e entrava dentro de mim, as mãos largas a apertar, as minhas nádegas empinadas, eu gemia, “aihm foda-se que não posso”, ele movia as ancas a acelerar, "humm, amor, deita-te, querida, quero foder-te toda, humm, queres no cu amor, queres?”, eu dizia, “quero dá-me no cu”. 

Eu senti o dedo dele a furar o meu ânus, “ai caralho aihm”, enterrou-o para dentro com cuspe na ponta, as pregas tesas aliviavam quando o pénis dele me atingiu, “aihm é tão grosso, aihm”, a enterrar-se até ao fundo, ele acelerava sem parar, quando eu olhei para o lado, era a tal mulher a olhar, ela tinha-se levantado e vindo à beira-mar, quando dei um grito e eu sabia que me estava a vir, "hai, foda-se, estou-me a vir toda", ele estremeceu e começou-se a vir, “urr caralho urr que foda amor”. 

Quando regressei à toalha para perto do meu marido, ao meu lado vinha a tal mulher comigo, ela sussurrou a dizer, "adorei vê-la a ser fodida, gostou do pau dele?, eu sorri a abanar a cabeça, ela foi sentar-se na toalha dela, enquanto eu chegava perto do meu marido e dizia, “não te devia dizer, mas estive ali com o homem nas rochas”. 

E vai o meu marido, respondeu, “nas rochas? deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”.