BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Corno
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Tinha que pôr o meu marido na ordem

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Tinha que pôr o meu marido na ordem

Eu e a minha amiga Mafalda tínhamos perdido a noção do tempo, estacionámos o carro algures numa zona arborizada a caminho de casa, para combinar o que havíamos de fazer com os nossos maridos, e claro, uma coisa fora fácil decidirmos, não pensaríamos em divórcios e iriamos tirar o melhor partido possível da situação.

No inicio, foi um choque, aconteceu comigo e com ela, tínhamos dúvidas se os nossos maridos nos andariam a enganar com outras mulheres, mas ao ir espiar se isso era verdade, acabámos por descobrir que o assunto deles era outro, o meu marido e o marido da minha amiga tinham uma relação intima, eles relacionavam-se sexualmente, o meu andava a levar no cu do marido dela, e foi isso que nós vimos, os dois na oficina, o meu marido vestido com umas roupas de mulher, e o marido dela, a enrabá-lo a ele por trás.


Quando assisti àquela cena, o meu marido a fazer um broche ao marido da Mafalda, depois a virar-se e a levar no traseiro, deixou-me confusa, entre a excitação e a surpresa, não é que não desconfiasse de uma hipótese dessas, dele procurar homens para foder, mas só mesmo vendo eu poderia acreditar, enquanto a minha amiga pareceu ficar satisfeita de sentir que não era outra mulher que fodia com o marido, e assim não se sentia tão traída.

Outra coisa também tinha acontecido comigo e com ela, não sei se foi do choque do que nós vimos, uma espécie de reação alérgica, ou um abalo psíquico, eu e ela beijámo-nos, tocámos nos corpos uma da outra, e naquela noite antes de irmos para casa, no carro, durante um momento, fizemos sexo uma com a outra, uma necessidade de nos satisfazermos, para selarmos um segredo, mas que é matéria de outra história.

Eu e a Mafalda tínhamos decidido não confrontá-los, nem o meu marido, nem o dela, era preciso deixar a poeira assentar, para decidir o que fazer, que decisão tomar, a coisa tinha sido tão inesperada, de maneira que quando cheguei a casa, o plano era esse, manter-me em silêncio como combinado, o meu marido já tinha chegado e feito o que era habitual nos outros dias, tomava um banho, e depois metia-se na cama comigo.

Desta vez, foi ele a perguntar, “estás a chegar tarde, onde é que andaste para chegar a esta hora?”, estranhei a inversão da situação, nas outras vezes era eu a perguntar, mas respondi, “estive com a minha amiga”, ele insistiu, “até agora? O que andam as duas a fazer a esta hora?”, eu estava quase a explodir, tinham passado pouco mais de duas horas, ainda via o ânus dele aberto a deixar entrar o caralho grosso do marido da Mafalda, dele a gemer de prazer e do esperma a correr pelas nádegas.

Tentava resistir, não dizer o que tinha na cabeça, manter o plano combinado, ainda estava tonta com o que vira, não só do meu marido a levar no cu, mas também de ver a piça do marido dela, que coisa tão grande e bonita, tão tesa, rija e grossa, entesou-me toda, que lhe disse "minha amiga, tens de partilhar, se vimos os dois a foder, podemos ser amigas queridas, o que achas do teu marido me comer", ela riu-se e disse "adoro, vou querer muito que ele te foda, para o castigar, vai ter de comer muita cona de mulher".

Tomei também um banho e meti-me na cama, o meu marido tinha acalmado um pouco, encostei-me a ele e passei a mão pelas nádegas dele, acho que tentava sentir com as mãos se havia alguma alteração, o marido da minha amiga tinha aberto o traseiro dele e tinha enterrado ali a piça grossa, de maneira que não resisti e perguntei, “ e tu? Onde é que andaste?”, ele respondeu, “já te disse, estava com o marido da tua amiga”.

Naquele momento, eu senti que o plano ia ruir, a minha curiosidade era demasiado forte, “sim, estavas com ele, mas a fazerem o quê?”, ele virou a cara para mim, “sei lá, a conversar um com o outro”, eu ouvi e decidi que não ia irritar-me, nem discutir com ele, veio à minha mente o que a minha amiga disse, eu perguntara, “e se o meu marido quiser levar mais no cu do teu marido ou de outros homens?”, ela tinha respondido, "olha fode-o tu, há umas gajas que comem o cu aos maridos", eu perguntei, "mas como?", ela respondeu, “com um caralho de plástico, um strap-on, já vi na internet".

Eu insisti, “mas que conversas têm vocês? Tantas noites seguidas?”, ele mostrou alguma irritação, “ora, querida, são coisas nossas”, eu não podia esperar mais, aproximei a minha boca do ouvido dele, “querido, eu sei, tu e o marido da minha amiga fodem juntos, eu sei, querido, ele anda a comer o teu cu, eu vi tudo”, ele ficou gelado, “viste o quê?”, eu respondi, “eu e a minha amiga fomos à oficina, nós bem vimos o que vimos, o marido dela a ir-te ao cu”.


Eu sentia-o a tremer, eu continuei, “ela até que gostou, mas eu, ai que vergonha, o meu marido parecia uma puta, a ser enrabado pelo marido dela", ele estava chocado, como que parado no ar, a boca abria-se e fechava, a de um peixe sufocado, sem voz ou reação, foi-se levantando devagar, sentado à beira da cama, devia estar à espera do que se ia passar.

"E agora?", perguntou ele, eu encostei-me nas costas da cama, “agora nada, querido, já se percebeu que a tua onda é levar no cu, diz-me, querido, à quanto tempo é que dás o traseiro a outros homens?", desde sempre disse-me ele, que quando casou a coisa abrandou, mas depois que voltou ao mesmo, de engates e ligações ocasionais, homens que ia conhecendo, em sítios de encontros habituais, que era paneleiro passivo, por gostar de apanhar no cu.

Continuava ele, "eh querida, desculpa, mas ...é mais forte do que eu", dizia ele, "adoro levar no cu, é mais do que sexo, sabes?", eu perguntei, “e o marido da minha amiga?”, ele questionou, “o que tem?”, eu perguntei, “não sei, tens alguma afeição por ele?”, ele riu-se, “tenho sim, pela piça dele, só isso, adoro chupar aquele caralho, e senti-lo dentro de mim, só isso, e dá-me prazer satisfazê-lo, como se fosse uma gaja, mas é isso que adoro, satisfazer machos”.

Puxei o meu marido para dentro da cama, “querido, eu também vou querer essa piça?”, ele olhou, “o quê? O que quer isso dizer?”, eu respondi, “quer dizer que eu e a minha amiga combinamos que o marido dela ia comer a minha cona”, antes que ele fosse dizer alguma coisa, “e também cu, querido, o teu amigo gosta de foder o teu cu, também pode foder o meu”, ele pareceu confuso, era a vez dele, eu insisti, “e quem te vai foder o cu umas vezes pode ser ele, outras vezes vou ser eu”.

Eu tinha de testar isto, e no dia seguinte, fui à oficina, levava comigo a intenção de falar com o marido da minha amiga, sentir se os desejos dele por mim se mantinham, se ainda havia nele uma vontade de comer a minha cona, encontrei-o e perguntei, “o meu marido diz-me que tem estado à noite contigo”, ele acenou, levou-me para a zona do quarto, “sim, porquê?”, eu continuei, “ele chega tão tarde a casa, vocês andam a fazer alguma coisa?”, ele respondeu, “não, não, nós só falamos”, eu insisti, “não foi isso que ele disse”.

Ele parecia surpreendido e também curioso, talvez de querer saber o que eu sabia, ele perguntou, “mas ele disse o quê?”, eu respondi, “o meu marido disse que estás sempre a falar de mim, que gostavas de me foder, é verdade?”, ele pareceu aliviado, olhou para o meu corpo, eu lembrei-me da piça dele, ele respondeu, “é verdade, queres chupar o meu pau?”, ele desceu os calções, a piça dele saltou para fora, a minha mão foi rápida a apanhá-lo e num segundo, pus-me de cócoras a fazer um broche naquele rolo grosso que eu mal conseguia apertar com a mão.

Ele agarrou em mim como se eu fosse uma boneca sem peso, fez-me encostar na cama e veio por trás, baixou-me as cuecas para baixo, e senti que ele subia pelas minhas costas e montava-me, o rolo grosso passou no meio das nádegas e entrou na cona, fechei os olhos e deixei-me voar, os lábios abriram-se e apertaram com força o caralho dele, que insistia em entrar e sair da minha fenda, longos minutos de prazer como há muito tempo não sentia.

À noite, quando regressei a casa, sexualmente satisfeita, aguardei a chegada do meu marido, eu estava com um tesão novo, agora só pensava em foder o meu marido, ir como ele queria ao cu dele, disse-lhe "meu querido, não mais vais precisar de homens, quem te vai ao cu é a tua querida", ele ficou atónito e surpreendido, disse-lhe então para se despir, fomos depois para a cama foder, a minha amiga já me tinha dito, agora que sabes tudo muda, tens de o submeter, ele agora é o teu escravo, come o cu dele até doer.

Eu tinha o strap-on bem posto, que gritei para ele , "amor, vira para cá o cu, vou-te foder", via-o contente e excitado, quando ele pediu para chupar, começou a chupar-me o caralho, que empurrava para a boca dele, era eu o homem dele, ele a minha mulher, passou-me depois um creme por ele, virou-me o traseiro, e comecei-o a foder.

Enterrei o meu strap no cu dele, escorreguei devagarinho a vê-lo a gemer, que gozo me dava entrar no cu, de ver o ânus dele a abrir-se todo para mim, matraqueava-lhe o cu devagarinho, perguntava-lhe "amor estás a gostar?", ele respondia, "estou amor estou vai come-me todo, come-me o cu todo, vai amor aihmm parte-me todo, faz-me doer bate-me amor".

Não queria fazê-lo sofrer, mas ele pedia-me, "mais, mais", que enterrasse até doer, que o deixasse sem respiração, era o que ele queria, fiz mais força e mais rápido o fodia, de vê-lo a masturbar-se, "aimmm, amor querida aihhm partes-me o cu todo, venho-me todo", estremeceu nas minhas mãos, não aguentava mais, veio-se todo, e ficámos ali prostrados, estava exausta de o enrabar, ele virou-se para mim "mas meu amor, assim não tens prazer nenhum, fodes-me e eu nada, não consigo".

Ele tinha razão, os centros do prazer conjugal tinham mudado, eu não sabia se a minha amiga falara com o marido, mas uma espécie de amizade intrínseca mudara tudo, talvez o meu marido e o marido dela não rejeitassem verem-me a fazer amor com a minha amiga, ou o contrário, eu aceitar ver o marido dela a foder o meu, ou o meu aceitar ver o marido dela a foder-me a mim, podíamos misturar as nossas emoções e os nossos desejos mais profundos.

Porque é que me sinto uma cornuda?

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Porque é que me sinto uma cornuda?

Não queria acreditar na história, embora fosse bastante normal, soube dela através da minha mulher, que por sua vez soube através de outra que lha contou, talvez fossem apenas rumores ou fofocas, poderá alguém dizer se é mesmo verdade? Quanto a isso não sei, mas pela forma que foi contada, podemos talvez confiar que é uma situação real.

Não posso dizer que a Marilia e a Mafalda são amigas da minha mulher, diria antes que são apenas conhecidas dela, mas por alguma razão desconhecida, talvez por causa da beleza tranquila da minha mulher, fazem dela sua confidente, como se fossem ao confessionário, irritando-a muito quando a tratam por “Dona”, como se fosse uma mulher mais velha, ou, acredito eu, muito mais sábia.

Quanto a mim, eu mal as conheço, são pessoas que vejo no café, ou algumas vezes no mercado local, posso dizer com segurança, são duas mulheres muito bonitas, e muito agradáveis, algumas vezes vejo-as juntas, a Marilia acho que é casada com um taxista chamado Mateus, e a outra, a Mafalda, vive junta com um mecânico, esse eu conheço bem, que não podia ter um nome mais adequado, que é o de Ferro.

E a história começa com o que a Marilia disse à minha mulher, pedindo segredo e silêncio sobre tudo, e contava ela: “Dona Ângela, acho que é desta que me vou divorciar, acho que tive um bom casamento com o Mateus, sempre fui uma boa mulher para ele, nunca o traí, podia ter fodido com muitos outros homens que me desejavam, mas nunca fodi, mas agora descobri uma coisa sobre ele, e não sei se vou aguentar.

Eu sei que é uma coisa que pode acontecer a uma mulher, muitas mulheres descobrem tarde coisas que não nos passam sequer pela cabeça, embora eu tivesse algumas suspeitas, há muito tempo que o meu marido não me fodia, já nem sabia se há meses ou mais tempo, acreditava que ele estava a passar por uma fase, eu perguntava porque razão ele chegava tão tarde a casa, ele respondia, "querida, estou com o meu amigo Ferro na oficina, estou quase a ir", e eu cá na minha ideia, comecei a duvidar se era mesmo verdade, ou se ele não me andava a encornar com uma gaja qualquer.

Essa minha desconfiança aumentou quando uma vez fui arrumar a garagem e encontrei umas roupas femininas, um tanto ou quanto estranhas, pareciam-me daquelas que se compram nas sex-shops, roupa de empregada de hotel ou de enfermeira de hospital, daquelas que algumas putas usam para representar papéis sexuais, saias muito curtas, tops apertados, lingeries pretas e vermelhas, até chicotes para vergastar, o que me fez pensar, isto só podia ser obra do meu marido, e o que andaria ele a fazer?

Ele chegava a casa, muitas vezes a horas em que eu já estava deitada, ele ia para a casa de banho, tomava um duche rápido, e quando se deitava, dava-me um beijo e dizia, “hoje estou muito cansado”, eu perguntava, “mas estiveste mesmo com o marido da Mafalda?”, ele respondia, “sim, querida, ficamos os dois a conversar”, e eu insistia, “mas todos os dias até tão tarde, amor?”, e ele continuava, “ele e eu perdemos a noção do tempo, querida”.

Com essas respostas, assim tão evasivas, a minha intuição dizia, “ele anda a enganar-me com uma puta qualquer”, lembrei-me da roupa feminina que encontrara na garagem, era ainda um segredo meu, não tinha falado disso com o meu marido, aumentavam-me as dúvidas todos os dias, ele estaria mesmo com o marido da minha amiga?, um homem que eu achava rude e grosseiro, muitas vezes ele vinha ter comigo e ao mesmo tempo que apertava o volume do caralho com a mão, dizia-me coisas como, “és capaz de ser uma boa foda! Comia-te esse cu! O teu marido, costuma comer esse teu cu?”.


Claro que eu não respondia, o Ferro fazia isto às escondidas, a minha amiga Mafalda não sabia, e eu seguramente também não lhe contava, achava que ele só queria mostrar que era macho, fazia aquele papel de força, com muitos pelos no peito, que tinha uma piça grossa, o que não tem nada a ver com o meu marido, que é um homem muito mais delicado.

Uma tarde, já quase noite, o meu marido não chegava, comecei a imaginar que ele estava com uma mulher, ele não me fodia, eu andava totalmente nua na casa, mas sentia uma certa indiferença, liguei para a minha amiga para saber se ele estava com o marido dela, se isso era ou não mesmo verdade, quando ela responde, “olha amiga, não sei, eu também acho que ele me anda a trair, sempre que eu pergunto, ele diz que está com o teu marido, quem sabe andam os dois a foder umas putas, sabes como são os homens, é costume protegerem-se uns aos outros.

O problema adensava-se, afinal as dúvidas não eram só minhas, a minha amiga dizia, “ele na oficina tem lá uma espécie de segunda casa, às vezes quando tem coisas para acabar no serviço, dorme lá e só aparece no dia seguinte, mas agora acho que não é isso, eles devem andar a levar putas para lá, e andam por lá a fodê-las antes de regressarem a casa”, e isso fez-nos a nós decidir ir até lá à oficina para saber o que se estava a passar, e, quem sabe, apanhá-los em flagrante no ato.

A oficina é um espaço grande na entrada onde estão os carros em reparação e todas aquelas ferramentas, e só lá mais ao fundo, a seguir a uma porta mais pequena é que há um quarto, uma pequena cozinha, e uns lavabos, eu e a Mafalda entrámos com uma chave dela, percorremos a nave maior, fomo-nos aproximando cada vez mais, ouvíamos vozes a falar, e nuns segundos em que tivemos à escuta, tínhamos a certeza, não ouvíamos vozes femininas, por isso só estavam ali os nossos maridos.

Olhámos uma para a outra, a nossa figura era um pouco ridícula, agachadas atrás de uns carros, as duas a espiar os nossos maridos, tentávamos decidir se íamos embora, ou se lhes pregávamos um susto, quando ouço a Mafalda a sussurrar, “já que aqui estamos vamos ver o que eles estão a fazer”, ela fez-me sinal para a acompanhar, caminhámos agachadas até uma escada, e ela voltou a sussurrar, “subimos esta escada e há ali uma janela que se vê o quarto e vamos poder ver o que eles estão a fazer”.

Ela tocou-me com um dedo nos lábios e insistiu, “não podemos é fazer barulho”, e agora conto algo que queria ter esquecido, quando ela me tocou nos lábios acendeu-se em mim um desejo, olhei para ela, agachada de cócoras como eu, ela vestia um vestido curto e consegui ver que estava nua por baixo, como se tivesse vestido a roupa à pressa por causa de alguma urgência, percebi que estava excitada, via-lhe os lábios da cona húmidos e um tufo de pelos por cima, ela percebeu e disse, “não ligues, ando muitas vezes assim, gosto de sentir a minha cona fresquinha”, e deu um riso pequeno.

Ela fez sinal, começámos a subir a escada até à tal janela, olhámos para dentro do quarto, e não sei como o dizer, ficámos sem palavras, olhámos uma para a outra, tentávamos absorver a nossa incredulidade, não podia estar a acontecer, o meu marido estava vestido de mulher, com uma espécie de farda qualquer, e o marido da Mafalda estava todo nu, com o caralho teso e o meu marido a chupar.

Estávamos petrificadas com a cena a que assistíamos, não sabíamos o que pensar ou o que fazer, restava-nos observar, a minha amiga sussurrou no meu ouvido, “já viste, estes paneleiros, o que estão a fazer?”, olhei melhor para o meu marido, vestia aquela roupa de coquete, e por baixo não tinha nada vestido, via o caralho dele e o traseiro nu, a imaginar o que ainda ia suceder, e via a piça tesa do marido da minha amiga, imaginando o quanto ela devia ser feliz por ser fodida com aquele pau grande e grosso.

O meu marido engolia o pau dele com alguma sofreguidão e não sabia se devia sentir alguma vergonha por o meu marido estar no papel de submisso, enquanto o marido da minha amiga se preparava, talvez entre as muitas dezenas de vezes que já o tinha feiro, de o foder mais uma vez, talvez não sentisse esse sentimento de maneira tão forte se fosse o meu marido a estar na outra posição, eu respondi à minha amiga, “são mesmo paneleiros”, e antes que ela dissesse alguma coisa, “há meses que o meu marido deve andar a levar no cu do teu marido”, ela soltou um espécie de sorriso e acrescentou, “não sabes, temos de ver mais, se calhar comem o cu um do outro”.

Não respirávamos sequer, eles não podiam aperceber-se que estavam a ser observados, ouvi o que a minha amiga dissera, mas não acreditava, entre os dois homens não existiam dúvidas, o marido dela era o macho, e o meu a mulher submissa que o satisfaz, o meu marido mexia a língua a lamber o caralho do marido da Mafalda, as nádegas dele a gingarem, em músculos e tendões rijos, a forçar-lhe a boca até ao fundo, e a ver-se na cara dele, eram só preliminares, aguardavam o momento certo pelo prato mais desejado, que seria o traseiro do meu marido.

Aproximei-me da face da minha amiga, puxei-a para baixo da janela, como se quisesse confiar-lhe um segredo, e disse, “estou excitada de vê-los, não devia estar?”, ela aproximou-se da minha boca, senti o hálito doce, e uma espécie de desespero quente, e disse, “também eu”, ela abriu as pernas, agarrou na minha mão, “vê, sente, vê como estou”, a minha mão tocou-lhe nas coxas, desceu até à cona, senti que estava húmida e tesa, o clitóris intumescido, ela voltou ao meu ouvido, “estou com tanto tesão que não consigo explicar”.

Ela estava tão em cima de mim, e perguntou, “e tu? Não estás com tesão?”, e antes que eu respondesse alguma coisa, a mão dela também procurou as minhas coxas, desceu até à minha cona e encontrou a minha lingerie, o meu sentimento era ambíguo, sentia prazer da mão de uma mulher como ela a entrar em mim, mas também uma espécie de prazer prometido, entre os mamilos tesos como rebites da minha amiga e a piça do marido dela, eu queria os dois.

A mão dela estacionou na minha lingerie, acariciava o meu clitóris, ela sussurrou, “tira as cuecas”, e não ofereci resistência, com um movimento elas saíram pelas pernas e a mão dela entrou mais fundo, “estás como eu, toda molhada”, e foi quase involuntário, eu e ela demos um beijo na boca, antes de decidirmos voltar para a janela, a nossa missão era outra, via o caralho do marido dela, comprido e grosso como pedra, a sair da boca do meu marido, molhado em saliva realçava o tamanho da cabeça cor violeta.

O marido da minha amiga virou o meu marido, colocou-o na posição de quatro, eu antecipava o que ia acontecer, e tinha curiosidade, como é que ele ia reagir, o marido dela dobrou-o sobre a cama, eu e a minha amiga víamos bem as nádegas do meu marido, o Ferro abanou a piça, apontou-a ao ânus enrugado e oferecido do meu marido, e enterrou a cabeça no cu dele, ele contorceu-se para cima e, foi como se aquele caralho entrasse na minha cona, ele começou a montá-lo, em cima dele empurrou a piça mais para dentro, o meu marido contorceu-se ainda mais, ouvia-o a gemer, “aihmm, humm, foda-se!! mete todo, parte-me o cu todo”.

Da janela, eu e a Mafalda assistíamos a tudo, era como um filme, ao principio a surpresa dos nossos maridos a foder um com o outro, tinha desaparecido, em vez dela, aparecia um desejo novo, apertei a Mafalda contra o meu corpo, e disse, “adoro a piça do teu marido”, o caralho do marido dela penetrava o cu do meu marido em ondas sucessivas, entrava e saía, ele soltava gemidos, “aihmm, aihhh" bem alto, de onde estava via-lhe o traseiro, o caralho e os colhões do Ferro, o ânus a ser bem aberto, com o meu marido a gemer, "aii aii mais devagar".

A minha amiga correspondeu ao que eu dissera, “o meu marido é uma boa foda, depois de saber que é paneleiro posso pô-lo de castigo, depois disto, vou obrigá-lo a foder-te, gostavas?”, a minha reação foi quase absurda, a minha mão meteu-se no meio das pernas dela, dois dedos meus mergulharam na cona, e eu disse, “claro que gostava, estes paneleiros vão ter de aprender a respeitar-nos”, a mão dela também foi ao meu encontro, ela começou a masturbar-me, e sussurrava ao meu ouvido, “acho que estamos doidas”, eu perguntei, “porquê?”, respondeu ela, “o meu marido está a comer o cu do teu marido, e eu estou com vontade de te comer a ti”.

Acho que nos beijamos, olhei para baixo e vi, o marido dela Virou o meu para cima, peito contra peito, o caralho dele entrou no ânus do meu marido, e começou a fodê-lo como se fosse sua mulher, entrava teso e rijo, a arfar da força exercida, as nádegas fortes a recolher, molas a saltar a disparar, o meu marido a gemer "aii foda-se!! não estou a aguentar mais, vou-me vir, aihm foda-se”, as bocas deles a tocarem-se, aquela piça a não parar, "aiii foda-se, és um tesão", eles dois a estremecer, a virem-se agarrados um ao outro.

Tinha chegado a hora, não tardaria muito, eles regressariam a casa, iriam dar-nos a mesma desculpa de sempre, tinham estado um com o outro, o que até era verdade, nós saímos da oficina, corremos para o carro e tomámos o caminho de volta, no caminho a Mafalda pediu-me, “estaciona aí, temos de falar, sobre o que vamos fazer”, eu entrei por um caminho, e parei, olhei para ela no escuro, “o que achas que devemos fazer?”.

Ela riu-se, “ficaste fodida de ver o teu marido a levar no cu e com aquelas roupas?”, eu respondi, “um pouco, já devia ter adivinhado, acho que ele sempre se sentiu atraído por homens”, e depois continuei, “mas gostei de ver o teu marido, sabias que ele sempre foi um pouco rude comigo?”, ela abriu os olhos de dúvida, e eu prossegui, “o teu marido já me quis foder várias vezes, eu é que disse que não, por lealdade”, ela mostrou os dentes, “ e agora?”, eu sorri, “agora vou aceitar, com a tua autorização claro amiga, devíamos partilhar a piça do teu marido, é dessa maneira que eles vão aprender”.

E o que estava para acontecer, teríamos de combinar, uma coisa era certa, não nos íamos separar.

Noite sem lua em jardim noturno

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Noite sem lua em jardim noturno

O acaso levara-me a mim e à minha mulher para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.

Nem devia perder tempo a descrever a atmosfera por aqui, uma mesa corrida, daquelas comunitárias, e sendo nós estrangeiros nesta terra, é estranho, os portugueses insistem em matar-nos a fome, com camarão e outras comidas invulgares, vinho e cerveja para gostar, que nos deixam um cheiro a mar nas mãos, na roupa, em todo o recanto onde consiga entrar.

Depois de uma semana a deambular nas praias desta ponta da Europa, a minha mulher e eu estávamos deslumbrantes, o sol e o mar juntos têm essa capacidade de curar feridas, de apaziguar a alma, de esquecer as dificuldades de tudo, de desfrutar em plenitude, mesmo que seja uma ilusão passageira.

Olhei para a minha mulher, pelo canto do olho, sentada ao meu lado, não era difícil para mim perceber, havia nela uma alegria interior que tinha regressado, claro que a brisa suave que vinha do mar, o marisco fresco e o vinho verde, tudo isso ajudava, mas mais do que alegria, a minha mulher estava excitada.

Ainda não tinha reparado, havia uma qualquer explicação?, ao seu lado na mesa estava um miúdo bonito, e ao meu lado um individuo corpulento, com barba, devia ser um familiar dele, e mais à esquerda, uma mulher um pouco gorda, arrancava as pernas de uma lagosta, um pouco de força e zás, depois ria-se do feito, como uma hiena em redor da carcaça.

Os meus olhos regressaram à minha mulher, o vestido fino às flores, há uma hora atrás tínhamos estado a foder, não acontecia há muito tempo, os mamilos ainda estavam tesos, um suor brilhante no pescoço, muito perto das orelhas, denunciava isso nela, tinha estado a levar com o meu pau, e soube tão bem, comi-lhe a cona e depois o cu.

Socialmente a minha mulher é um pouco tímida, o rapaz olhava para ela, oferecia-lhe pernas de lagosta, que ele mesmo arrancava, para lhe sacar um sorriso, nem que fosse por gentileza, e não achei que ela retribuísse, apenas o iluminava com um discreto tremor dos lábios, para ele parecia suficiente, isso deixava-me desconfortável, esperava que ela fosse mais aberta, não se comportasse como uma mulher pudica.

Mas na intimidade ela não é assim, liberta-se completamente, é uma outra pessoa, exige de mim sexo que eu nem sempre consigo dar, é capaz de se pôr de joelhos e estar horas a chupar-me o pau, ou como hoje, na cozinha, levantou o vestido, lavava a loiça, e pediu-me para eu a penetrar, o meu pau estava teso desses pensamentos, quando aconteceu uma coisa horrível.

E depois ela gosta de tudo, de todas as posições que conhece, de ficar por baixo a ser submissa, ou por cima como cavaleira, gosta de levar tanto no cu como na cona, gosta de se masturbar e eu a ver, mas nunca fomos além da nossa ideia de sermos só os dois na nossa casa, quando a coisa depois esfriou.

A perna do gajo barbudo roçou na minha e foda-se!!!! eu senti os pelos suados dele a enrolarem-se nos meus, isso fez-me acordar dos devaneios, um choque de repulsa e nojo, ele encolheu logo a perna como eu, trocámos olhares perturbadores, não voltaria a acontecer, quando a minha mulher disse baixinho ao meu ouvido, “o rapaz encostou a perna dele à minha, e acho que fez de propósito”.

Eu virei a cara para a minha mulher ainda com o horror a pensar na perna peluda e suada do gajo barbudo a roçar na minha, e eu perguntei, “mas querida, de propósito como?”, ela respondeu, “ele encostou a perna à minha e deixou-a ficar, e depois roça-se na minha”, eu insisti, “mas querida, pode ser sem querer!”, ela continuou, “acho que não, amor”, ela riu-se e depois continuou outra vez, “ele meteu a perna dele à frente da minha e fez força para me abrir as pernas”.

Ela não parecia importar-se com o meu ar de surpresa, ela voltou a sussurrar, “eu fiz força para fechar as pernas, e ele fez ainda mais força que eu”, ela aproximou-se do meu ouvido, “tenho as pernas abertas e a dele roça-se no meio das minhas”, eu não sabia o que fazer, como reagir, e disse, “talvez seja melhor eu falar com ele!”, mas a minha mulher prendeu-me o braço, “não amor, é bom, não faz mal nenhum, e estou a gostar”.

Eu tentava interpretar a minha mulher, e já agora também o rapaz que com o adiantar da noite, parecia cada vez menos rapaz e mais homem, jovem sim, mas apesar de tudo um homem, bem dimensionado, musculado, com um bronzeado intenso que brilhava na pele, e não conseguia deixar de imaginar a perna dele entre as pernas da minha mulher, ainda mais abertas numa espécie de promessa futura.

Eu aproximei-me do ouvido dela, “então querida, estás a sentir a perna dele nua nas tuas?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “o barbudo enrolou a perna dele na minha, foi horrível”, ela deu uma gargalhada adorável, e ela disse, “pois, eu estou a adorar, ele tem feito movimentos dentro das minhas coxas”, a voz dela tremia de emoção, e isso excitou-me, o meu pau endureceu.

O jovem virava a cara para o lado, como que a olhar para mim, e depois para a minha mulher, os olhos dele iam saltitando entre os dois, e parecia que havia uma espécie de aceitação do que ele estava a fazer, a esfregar a perna nua entre as coxas da minha mulher, forçando que ela abrisse as pernas ainda mais, até que, depois de segundos, a minha mulher murmurou, “querido, ele pôs a mão nas minhas coxas”.

Eu processava aquelas palavras, o meu pau estava rijo como pedra, quando a minha mulher voltou a falar, “querido, estou sem cuecas, ele tocou na minha cona”, eu insisti, “eu posso pedir para ele parar”, mas ela pousou energicamente a mão no meu braço, “não querido, não há mal nenhum, estou-me a divertir muito”, eu tentei ver o que ele fazia e reparei, a mão dele estava debaixo do vestido da minha mulher a acariciá-la no clitóris.

A visão do jovem a tocar a cona da minha mulher, a masturbá-la devagarinho, deixou-me a tremer de excitação, imaginei-a ainda húmida do meu pau, o tufo de pelos dela sem proteção, eu olhei para o rapaz fixamente, o meu braço moveu-se para baixo e pus a mão na outra coxa da minha mulher, depois abri também as coxas da minha mulher, e os meus dedos tocaram nos dele e ambos começamos a acariciar a minha mulher ao mesmo tempo, como se estivéssemos os dois a fodê-la naquele momento.

A minha mulher tremia de gozo e satisfação, num terreno que nós não tínhamos pisado ainda, não sei se foram segundos ou minutos, ele e eu acariciamos a cona da minha mulher, e eu sabia que o seu desejo aumentava, podia a qualquer momento começar a gemer, e eu não previa o que pudesse acontecer em público.

Aquilo que estávamos a fazer era uma verdadeira aventura, talvez por causa deste sítio especial, ou da nossa tórrida tarde no hotel, o jovem continuou a masturbar a minha mulher, ela escondia a cara entre as mãos, não queria dar sinal pelo que estava a passar, imaginei os dedos dele a girarem frenéticos, e o clitóris dela, teso e encharcado.


Eu aproximei-me do ouvido da minha mulher, “estás a gostar, amor?”, ela abanou a cabeça, “estou, mas não me quero vir aqui, está aqui tanta gente, querido, acho que vou gritar”, eu fiz sinal com os olhos para ele parar, e senti, ela aliviava-se da sensação de gozo e de prazer, olhei em volta, as pessoas estavam demasiado alegres, do vinho ou de outra coisa qualquer, para perceberem o que estava a acontecer.

Segundos passaram e a minha mulher soprou ao meu ouvido, “querido, estou com o pénis dele na mão”, acho que fiquei surpreendido pelo arrojo, ele tinha aberto o zip dos calções e tinha puxado a mão dela para dentro dos calções, eu olhei, parte do caralho dele para fora, tão grande que mais parecia um braço teso, e foda-se!! eu imaginei o rolo de carne na boca dela e pensei que ela não conseguiria engoli-lo de tão grosso que era..

Perguntei à minha mulher, “como é?”, ela largou um sorriso alargado, “está apertado na minha mão, é enorme, querido”, ela acariciou o pau, puxou a pele para cima e para baixo, quando ele sussurrou ao ouvido dela, ela veio ao meu encontro e disse, “ele está a perguntar se eu quero que ele me dê uma foda!”, eu mirei os olhos dele e os da minha mulher, e ela continuou, “ele diz que o jardim por trás de nós tem uma zona escura”.

Claro que fiz uma pergunta de resposta nula, “é isso que queres, amor, que ele te dê uma foda”, a noite estava quente, a lua escondera-se atrás de umas nuvens e a luz era a que vinha da iluminação pública, ela disse, “viste o pau dele, amor? enorme, hã?”, eu abanei a cabeça, “é grande e grosso, amor, sim”, ela prosseguiu, “eu quero amor, mas só se tu quiseres também”, e antes que eu dissesse alguma coisa, “amor, querido, ele tocou-me na cona, masturbou-me querido, e eu estive com o caralho dele teso, amor, na minha mão, sim quero, amor, quero muito que ele me dê uma boa fodal!!

Ficámos ali uns segundos em silêncio, e depois ela aproximou-se dele, alguma coisa disse, que o fez levantar-se a caminhar em direção para o escuro, e uns segundos depois, fomos atrás dele, a entrar no jardim, e em poucos metros estava negro como breu e mal nos conseguíamos ver todos, o meu corpo fervia da pele bronzeada e da excitação combinada, e eu sentia que com ela se passava o mesmo, ela disse, “não vejo nada”, senti que as mãos dele nos puxavam, ele sussurrou, “vamos para aqui”.

Um banco estava ali abandonado entre árvores, arbustos e sebes, sentamo-nos os três juntos, com a minha mulher ao meio, e senti que ele tomou a iniciativa, ele levantou o vestido da minha mulher, e disse, falando para mim, “és tua mulher é tão boa, é um tesão, quero tanto comer a tua mulher”, meteu a mão entre as pernas dela, “quero foder esta cona molhada e inchada de tesão”.

Foi aqui que reparei que ele já tinha retirado os calções, o galo dele estava ereto, apontado ao céu, grande como uma estaca, ele continuou, “diz à tua mulher para me chupar o pau”, ela não precisou da minha autorização, e dobrou-se sobre ele e mergulhou com os lábios, engolindo o caralho dele que se perdeu dentro da boca dela, senti que ela quase sufocava da grossura, mas ela continuou, agarrou-se ao pau, e moveu-se de lado de baixo para cima até à cabeça redonda, que beijava com uma saliva húmida que se acumulava nos beiços dela.

Ela gemia ao chupar, com ruídos repetidos como se não conseguisse respirar, “ai amor, tão bom, adoro muito chupar”, o caralho era enorme, a mão pequena dela tinha dificuldade em o prender, eu engolia a cabeça, lambia de lado, ele dizia para mim, “foda-se! que mulher, a tua mulher é um tesão, caralho, és um gajo de sorte”.

Já não seria só ela, mas também eu, a imaginar aquele rolo de carne rija a entrar na cona ou no cu da minha mulher, a excitação era tão forte que eu vi, ela não aguentava mais não foder, ele perguntou, “por favor, deixa-me comer a tua mulher, quero dar-lhe uma foda tão boa que ela nunca mais vai esquecer”, eu respondi com uma pergunta, “ela é adorável, não é? é um fodão de mulher, ela adora levar no cu, sabes?”.

O rapaz insistiu, “eu quero muito foder o cu da tua mulher, aqui e agora, ela vai chorar”, eu disse que sim, ela meteu-se em posição, colocou-se em cima do banco, com o rabo empinado para trás, ela olhou para mim e disse, “o meu marido é um corno malandro, quer tanto ver a mulher a ser comida, queres muito ver, amor?”, acho que fiquei ainda mais excitado do que já estava, ao ouvir aquelas palavras, eu disse, “quero amor, quero ver o pau dele a entrar no teu cu”

Ela sorriu, o rapaz veio por trás dela, dobrou-a ainda mais contra o banco de jardim, agarrou no pau dele com a mão e apontou-o à conta dela e escorregou entre as nádegas e como uma cobra esguia moveu-se entre as pernas e entrou no seu esconderijo, ele começou a bater enquanto ela se agarrava ao banco, “ai foda!! ai amor, que caralho tão grande, aii amor que não aguento, ai amor, ele parte a minha cona toda”.

A noite tinha já uma história e passados uns segundos, ele continuou a bater ainda mais forte a acelerar, tirou o pau para fora e forçou-lhe o cu, bateu bateu à porta do ânus até que ele se foi abrindo, como um anel enrugado, um diafragma fechado, a minha mulher contorceu-se e gemeu alto de dor, “ai caralho amor, aih o meu cu, ai não aih”, eu não conseguia dizer nada, apenas admirava o espetáculo da minha mulher a ser fodida, e antes mesmo deles acabarem, comecei a ejacular, um jorro de porra quente saiu do meu caralho e espalhou-se pela relva do local.

E não demorou muito, o rapaz puxou a minha mulher para cima, apertou-lhe o pescoço com força, e ouço a tremer de prazer e a gemer, “humm, estou a vir-me todo no teu cu, foda-se!! tão bom”, ele deu mais umas bombadas, ela estremeceu toda, e eu percebi, ela estava a vir-se naquele momento de uma foda boa que não tinha há tanto tempo.

A nossa aventura tinha acabado, pelo menos naquele dia, estávamos a regressar à mesa, ouço um ruído nos arbustos, um vulto a afastar-se, chegados à luz saídos do escuro, percebi que era o gajo barbudo que tinha roçado a perna dele na minha, foda-se!!!! veio-me aquele momento à memória, quase estragou o que tinha vivido há minutos atrás.

Longe de mim, perto de mim

20:49 0
Longe de mim, perto de mim

Passaram-se talvez dois meses desde que fui viver para a casa dos fundos, uma espécie de barraca de madeira, na ponta mais longínqua da propriedade, escondida atrás de umas sebes naturais e um bocado de floresta, mas com todas as comodidades de uma casa normal.

Era a casa para onde o meu pai ia quando queria isolar-se ou, com maior precisão, fugir da minha mãe sem ter de sair de casa, bastava-lhe caminhar duas ou três centenas de metros, afastar-se da casa principal, e pronto, refugiar-se nos seus próprios pensamentos ou atividades, e agora eu, como que herdava o refúgio dele.


Só que para mim não era um refúgio, era mais uma consequência do divórcio dos meus pais, e do que a pouco e pouco veio a suceder, o meu pai tinha arranjado outra mulher e a minha mãe, talvez pelas suas razões, também tinha arranjado uma mulher ao mesmo tempo que descobrira que era ou se dava bem em ser lésbica.


E as coisas como que aconteceram normalmente, talvez o que é normal com gente rica, toda a gente sabe o que se está a passar, todos vão aguentando em silêncio até ao ponto final, e no fim de tudo isso, em segundos, ao contrário do que se suportou uma vida, dá-se uma ruptura e cada um vai para seu lado, sem sofrimento.


A minha mãe já tinha essa tendência antiga, de gostar de mulheres com quem se dava, saía e dormia, de maneira que só por causa das aparências, tudo se foi arrastando até ao limite, e o meu pai, era também um pouco do mesmo, atraia-o mulheres mais novas que, por seu lado, atraiam-se pelo seu dinheiro e estilo de vida.


Eu não nego, achava-os ridículos, mas em coisas que podem acontecer a qualquer pessoa, reservava-me a minha opinião para momentos futuros, quando agora o que me preocupava é se as tendências de um e do outro, podiam de alguma maneira afetar também o meu estilo de vida e aqui, quando eles perguntaram com quem gostaria de viver, limitei-me a ser pragmático, com o meu pai, que era quem me dava uma boa mesada e quase tudo o que eu lhe pedia.


Mas com condições, claro, a principal que eu fosse viver para a casa dos fundos, dizia o meu pai, “tens de compreender, eu tenho aqui a minha namorada, e eu quero estar á vontade com ela”, ou seja, que me mantivesse longe da nova mulher que ele tinha, longe da casa principal para não haver tentações, e se cumprindo e não o aborrecesse, eu teria tudo o necessário até muito mais do que isso, passava a ter liberdade para um certo tipo de aventuras que normalmente chegam com o isolamento.


Para todos os efeitos eu também passaria a estar mais ou menos divorciado deles, poderia fazer o que eu bem entendesse desde que me mantivesse longe da minha mãe e das gajas que ela andasse a foder e do meu pai e da gaja que tinha agora ou de que outra que a viesse substituir.


A vida corria-me bem, na minha espécie de casa nova, que também tinha uma porta dos fundos, eu sentia-me uma espécie de inquilino, tolerado se andasse desaparecido, e era isso o que eu fazia, havia semanas em que eu saía e entrava, não via ninguém, nem a namorada do meu pai, nem o jardineiro, ou o homem da piscina, apenas uns convidados que eu trazia comigo para dar continuidade a uma festa mais divertida.


Mas lembro-me, devia ser meio da tarde, em casa estava com uma amiga que trouxera da noite passada, tinha-lhe comido a cona, mas ela não parecia satisfeita, e àquela hora da tarde, aproximou-se de mim, meteu-se entre as minhas pernas, puxou para baixo os boxers que eu tinha vestidos, e começou a chupar-me o caralho.


Deixei-me tombar para trás, e pensei, quando me viesse na boca dela, e ela engolisse tudo, aquilo seria o epilogo daquele encontro, seriam horas de ela voltar para casa, eu continuar com a minha vida, e com o que viesse a preparar para o tempo seguinte, quando tive um sentimento estranho, de alguém que estaria a observar, como aqueles momentos em que sem querermos os nossos olhos se movem e vão ao encontro dos de outra pessoa que está a olhar para nós, uma espécie de telepatia natural sentida mas ainda não totalmente descoberta.

 

E os meus olhos encontraram-se com os dela, a nova mulher do meu pai observava da janela, a minha amiga subia os lábios húmidos pelo meu caralho acima, ela parou na cabeça e eu fixei o meu olhar com um sorriso, e murmurei com a boca, “estás a gostar de ver o meu pau teso? a ser bem chupado? se calhar gostavas de chupar no meu pau também?”, ela não largava a janela a ver tudo o que estava a acontecer dentro da casa.


Não tinha sido minha intenção, mas agora que tinha uma espetadora, levantei a minha amiga, dobrei-a sobre uma mesa, levantei-lhe o vestido, o enfiei o meu rolo teso de 20 centímetros na cona dela, e olhei para a namorada do meu pai, ela mantinha os olhos muito abertos, hipnotizada pelo meu pau a penetrar na cona da minha amiga, acelerei, queria vir-me ali naquele momento, e foi isso que aconteceu, dei uma última estocada, e uma goma translúcida jorrou do meu caralho nas nádegas que eu estava a foder.


Olhei para a janela e verifiquei, a mulher do meu pai já lá não estava, deixei-me tombar no sofá, e disse à minha amiga, “querida, não quero mais cona hoje, vai embora, deixa-me sozinho”, ela foi e eu fiquei com a visão na memória da mulher proibida a admirar o meu pau teso, devia abandonar esses pensamentos, esquecer aquele momento como se nunca tivesse existido.


Não me consigo lembrar, talvez tenha sido ou não no dia seguinte, tocou o telefone, do outro lado ouço uma voz de mulher, era ela, a mulher do meu pai, “o seu pai não está cá, viagem de negócios, eu estou a sentir-me sozinha nesta casa grande”, eu olhei pela janela, na rua fazia um calor infernal, mantive-me em silêncio, ela continuou, “podíamos dar uns mergulhos na piscina!”.


A imagem da minha amiga a chupar o meu pau e a mulher do meu pai a assistir não me saía da cabeça, pensei “o que quereria ela?”, eu disse, “sabe, o meu pai não gosta que eu apareça por aí, ainda pior se ele não estiver cá”, ela perguntou com uma espécie de alegria adorável como se já soubesse a resposta, “mas porquê?”, eu prossegui, “se calhar não quer que eu tenha intimidades com a mulher dele?”.


Ela deu uma pequena gargalhada, “que tipo de intimidades podíamos nós os dois ter? o seu pai é tão inseguro!”, antes que eu dissesse qualquer coisa, ela continuou, “fazemos assim, o meu querido vem e não dizemos nada ao seu pai nem a ninguém, o que acontecer entre nós fica entre nós, venha, eu estou na piscina à sua espera”, e que posso dizer, acho que voei, o meu pau endurecera como pedra e a minha preocupação mais imediata era saber como ia esconder o meu galo teso dentro dos calções de banho apertados.


Cheguei e à medida que me ia aproximando conseguia concentrar melhor o meu olhar no que apenas tinha visto de passagem, e agora via praticamente nua, dentro de um bikini reduzido, um triângulo cor branca apertado com cordões de tecido e um top que não era mais que dois pontos estrelados e também triangulares em cima de dois bicos eretos encimando uns seios retesados de perfeição nas medidas certas.

Suspirei e quase tive medo de me aproximar, ao ponto dela sentir a minha presença e levantar-se da espreguiçadeira, ela dizia com alegria mostrando os dentes brancos, “que bom, veio!”, eu sorri e abanei a cabeça, ela olhou-me de alto abaixo, parou os olhos no meu volume, parecendo imaginar o que já vira, o caralho teso de 20 centímetros, grosso e ereto na boca da minha amiga, tentei não vacilar, e ela continuou, “está tanto calor meu querido, espero conseguir aguentar-me!”.


Ela sentou-se outra vez na espreguiçadeira e puxou-me para baixo para que eu me sentasse na outra mesmo ao lado, as pernas dela tocaram nas minhas, sem malicia ou intenção, um acaso, pareceu-me, mas que me obrigou a vê-la melhor, uma silhueta perfeita, umas pernas longas e esguias, uns seios do tamanho do interior de uma mão fechada, um cabelo loiro e longo, a pele levemente bronzeada, e uns lábios grossos que me fizeram tremer a maçã de adão.


O silêncio parecia comprometedor, não sabíamos como iniciar a conversa, as pernas dela abriram-se levemente, como um espasmo, um mero reflexo das circunstâncias, eu perguntei, “já foi ao banho, a água deve estar boa”, e olhei para a piscina apetecível, com o mesmo prazer de uma mulher muito desejada, ela disse, “ainda não, estava à tua espera”, notei um aumento de intimidade, como se uma porta estivesse a ser aberta pela primeira vez, e ela continuou, “oh meu deus, está tanto calor, estou tão suada”, e abriu ainda mais as pernas, quase exigindo que eu olhasse para o seu infortúnio.


E eu olhei, os meus olhos centraram-se na fenda do triângulo do bikini, e ela percebeu, deu-me uma pequena palmada na testa e disse, “mas, para onde o meu querido está a olhar?”, eu levantei os olhos, e ela deu uma gargalhada contida, “o meu querido está com fome?”, eu disse, “fome? não!”, ela insistiu, “está sim, está com fome de mulher?”, eu retribui o sorriso, não tinha dado conta que o meu caralho sufocava dentro dos calções, crescera e era ela agora que olhava para mim.


As mãos dela procuraram as minhas coxas, e ela disse, “puxe a cadeira mais para perto de mim”, eu fiz esse esforço levantando-me um pouco, o suficiente para que as mãos dela tocassem nos meus calções e no volume que os percorria de lado a lado, assinalando um rolo teso esmagado contra o meu corpo mas desejoso de ser liberto da prisão de tecido e elásticos que o prendiam.


Ocorreu-me de repente que eu ainda não tinha pensado no meu pai, ela também não tocara no assunto e talvez não fosse necessário, o que estava combinado era que o que acontecesse entre nós ficava entre nós, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “o teu pai viaja muito, ela nunca está cá, e eu sinto tanta necessidade de afeto”, antes que eu fosse dizer alguma coisa, as mãos dela saíram das minhas coxas, procuraram as minha mãos e puxaram-nas para as coxas dela.


Foi elétrico, o calor das coxas, a leveza da pele dela, inundaram-me os sentidos, ela abriu as pernas ainda mais, e ela disse, “faz-me falta afeto físico, carne contra carne”, as mãos dela apertaram-me as mãos, pressionando-as sobre o próprio corpo, ela disse, “fecha os olhos”, e eu fechei, ela continuou, “não digas nada por favor”, mantive-me calado e senti com surpresa a minha mão esquerda a viajar no ar e a poisar naquele centro de tecido branco, ela prosseguiu, “estou toda molhada”.


O meu dedo do meio percorreu a fenda de alto a baixo, eu sabia bem onde é que estava, acariciava lhe o clitóris por cima da tanga, e o desejo de querer mais, procurei o centro de prazer da mesma maneira que um cego hábil o faria, afastei o tecido e meti o meu dedo na cona dela até ao fundo a escorregar entre lábios apertados que vibravam com espasmos de prazer.


Ocorreu-me que as nossas decisões eram tomadas sem consciência, eram apenas ordens da carne, pensei, eu vou foder esta mulher daqui a minutos sem ressentimentos, remorsos ou questões, é apenas o desejo a falar e a ser cumprido, ela disse, “quero despir-me toda?”, com um gesto rápido ela retirou do corpo aqueles pequenos obstáculos à nudez total.


Ela olhou para mim como se faltasse qualquer coisa, olhou para os meus calções e puxou-os, eu deixei-os deslizar pelas pernas e o meu caralho saltou como uma mola, a libertar-se da dor que lhe era infligida pelas convenções da indumentária, as mãos dela percorreram as minhas coxas, apressadamente, um desejo de chegarem ao destino, prendeu o meu pau com as mãos e engoliu-o entre os lábios quentes.


Revisitei as memórias da noite anterior, e nunca pensei que a mulher do meu pai depois de assistir à minha amiga a chupar o meu pau, também ela estaria a fazer o mesmo umas horas mais tarde, puxei-a para o meu lado, e enquanto ela chupava o meu caralho, os meus dedos desceram pelo vale dela entre as pernas, e mergulharam no banho quente dos seus lábios mais íntimos, comecei a masturbá-la, acariciar-lhe o clitóris, uma febre atingia-me os olhos e a fronte.


Ela baixou-se mais, os seios tocaram nas minhas coxas, senti o roçar dos mamilos, como um castigo e um sacrifício, pedi-lhe que parasse, ela posicionou-se na espreguiçadeira, empinou o rabo delicadamente e suspirou, “fode-me amor, estou tão carente, come-me toda”, e montei-a como um cão monta a cadela, a minha verga grossa de 20 centímetros entrou nela e escorregou até ao fundo da cona, fechei os olhos e com o sol a bater-me na face cavalguei-a como um cowboy em direção ao horizonte.


Os gemidos dela dela era insistentes e contínuos, “ohhh foda tão bom, ai estou doida, humm”, continuei a martela-la por trás, num movimento continuo e ondeante, o meu pau entrava e saia nela, até que tremi, o meu limite aproximava-se, ela gritou, “ai amor que me venho toda”, foi um orgasmo simultâneo, a minha lava ejaculou dentro dela e ela veio-se também toda molhada, ela deixou-se cair na espreguiçadeira e eu em cima dela, e ali permanecemos em silêncio, à espera que a consciência acordasse.


Disse-lhe, “vou dar um mergulho”, a água fresca da piscina tocou em todas as minhas células e os meus sentidos vibraram duplamente de prazer, uma outra forma de realidade atingiu o meu cérebro, a água da piscina era mais azul, o sol mais quente, a relva mais verde e os contornos dos objetos inertes muito mais definidos.


Ela mergulhou de seguida, o corpo dela entrou na água e moveu-se como uma sereia, ela emergiu depois nas escadas, saiu a apertar o cabelo entre as mãos, e a água escorria pelos ombros, seios e pela barriga, e uma humidade brilhante entre as coxas, riu-se para mim e fez um sinal com o dedo, “vem”.


Eu fui, ela dobrou-se novamente sobre mim, e à espera, em silêncio, a desfrutar do acontecimento, não havia pressa, a casa estava vazia, éramos só nós, e os nossos corpos saciados, animais com desejo, o melhor agora não era fazer, o melhor era guardar, como se faz a um vinho ou a qualquer outra coisa que beneficia com o tempo, a mão dela acariciava o meu rolo grosso, devagarinho, e disse, “fica entre nós, querido, afinal amo o teu pai”.


Uns dias depois, o meu pai telefonou-me, “filho, espero que fiques contente com a novidade, vais ter um irmãozinho, a minha mulher está grávida, não me perguntes como!!” 


Trocas de desejo swing

21:52 1
Trocas de desejo swing

Talvez alguém ache isto fora de comum, mas comigo e com a minha mulher foi o que aconteceu, ela nasceu numa aldeia pequena do interior de Portugal, um lugar ameno, na maior parte do ano com bastante calor, mas como muitas outras coisas, fomos deixando para trás, não parecia uma prioridade, e só depois de alguns anos de casados, ela decidiu voltar.

Para mim era uma experiência nova, mas para ela o motivo nem era especial, não era por apego á terra, ou para recordar velhas memórias, era mais por obrigação, ou por oportunidade, o de vender património sem cuidado, o de largar lastro inútil, como ela dizia.

Se a nossa vida em comum não tinha mais de três anos , para ela, talvez uma década, ou mais, tinha-se passado desde que saíra da aldeia em direção á cidade próxima e daí, com outros saltos, para a cidade maior, de maneira que, pensava eu, seria normal que ninguém a conhecesse, ou ela, sequer se lembrasse de alguém.

Bom, acho que estava enganado, íamos entrando na aldeia, e eu reparava no ar de surpresa, ela olhava pela janela do carro, as casas estavam bem ordenadas, no que é possível numa construção sem arbítrio, o caiado branco típico da terra, e ela lá ia caçando memórias, apontando um dedo para um lado, e pestanejando os olhos para o outro.

Pensei para mim, procurava um café, um restaurante, um sitio qualquer, onde pudéssemos assentar e a partir daí, reorganizar as ideias, fazer um plano, o que iriamos ver ou fazer, e foi isso que acabou por acontecer.

Eu pedi café, ela uma água fresca, e no quando ela dizia “há quanto tempo eu ....”, aproximou-se da nossa mesa um homem robusto, fez-se sentir pequeno, começou a rir-se para a minha mulher, “olha quem é ela!!”, a minha mulher reconheceu-o logo, e abraçou-o de uma maneira um tanto quanto familiar.

Enquanto falavam e riam os dois num dialeto que eu desconhecia, mais dois ou três homens foram aparecendo, e sucessivamente, e da mesma maneira que o anterior, ela abraçou-os calorosamente, dando-lhes beijos na cara, até me fizeram sentir mal, como se eu, na relação entre eles, que me pareceu tão intima e pessoal, estivesse eu ali a mais.

Eles olhavam para mim, mediram-me de alto a baixo, pensava eu, estavam a avaliar se seria uma boa escolha, cumprimentavam-me e iam-se embora, mantinham distanciamento, até que eu disse à minha mulher, “amor, os homens não se esqueceram de ti”

Juro, não disse isto para ser irónico, aquelas palavras saíram como outras quaisquer, não estava era preparado para o que vinha, ela puxou o meu ouvido, e com uma voz baixinha, “amor, eles foderam-me todos”, eu ainda estava a assimilar, ela continuou, “ou melhor, se calhar fui eu que os fodi, eles queriam muito sexo, e eu acho que só tive que dar-lhe o qe queriam”.

Neste momento, fui eu que olhei para os homens, eles estavam entretidos a falar entre eles, do que seria, eu nem queria pensar, mas não consegui deixar de imaginar qualquer um deles montado na minha mulher a enterrar o pau na cona dela, a sensação era estranha, eu sei que era história antiga, não sabia se me incomodava, ou se me dava um prazer inesperado.

Tudo podia ficar ali naquele momento, num relato síntese da afirmação dela, “eles comeram-me todos”, não havia mais nada para dizer, mais nada para aprofundar, mas a curiosidade mostrava-se no silêncio, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “querido, o que é que queres saber?”, eu pensei, “foda-se!! neste momento eu não queria saber nada, ou então, saber o menos possível”.

Mas ela insistiu, “a tua cara diz tudo!! éramos jovens e as opções na aldeia não eram muitas, não era só eu, nós fervíamos de desejo, e muitas vezes até trocávamos de homem, era consensual”, eu ouvia e as coisas pareciam complicar-se, já não eram só umas fodas, eram as mulheres a partilhar o que tinham, eu perguntei, “trocavam como?”, ela sorriu, “sei lá, eu andava com um e uma amiga andava com outro, e nós trocávamos, pronto!”.

A minha boca abriu-se de surpresa, isso seria há muito tempo, pensei, mas ela interrompeu esse pensamento, “não me admirava que ainda fosse assim”, ele perguntei, “assim, assim como?”, ela continuou, “ora, amor, que eles andassem a foder uns com os outros, a trocar de mulher”, eu fiz, “humm, não sei, isso seria possível?”, afirmativamente, ela só se riu.

Era o momento de partir, regressar a uma casa que tínhamos alugada por uns dias, ela levantou-se e foi ter com os homens com beijos, eles acenaram ao longe, vi-lhes um sorriso nos lábios, à noite havia uma festa local, e o desejo repentino da minha mulher lá estar, não deixava margem para dúvidas, não íamos descansar.

Tínhamos tomado um duche, nus na cama ainda húmidos, apeteceu-me foder a minha mulher, o corpo dela com uma forma perfeita, as coxas grossas, com os lábios rosados da fenda, apeteceu-me lambê-los, os lábios da boca, carnudos a apertar o meu pau, e o rabo, duas nádegas que cabiam na minha mão, guardavam o anel enrugado.

Eu imaginei os machos do restaurante, a visão deles a penetrá-la, um na cona, outro no cu, outro na boca, e um de fora à espera da sua vez, a minha piça era uma estaca, eu gemi de tesão, “queres contar como foi?”, ela deu uma gargalhada contida, “como foi o quê?”, eu continuei, “tu sabes o que eu quero saber!”.

Ela prosseguiu, “o que é que queres saber, como é que é o pau deles, se são bons a foder, se eu me vinha sempre?”, eu abanei a cabeça, acrescentei, “e como é que aconteceu”, ela deu outra gargalhada, “não sabia que o meu marido era um pervertido”, eu rolei na cama, mostrei-lhe o meu rolo teso, e disse “conta amor”.


Houve um segundo de silêncio, as memórias estavam a voltar, ela deitou-se novamente na cama e eu percebi, os mamilos estavam rijos como duas uvas gordas, havia um suor nela de tesão, um ruborescer na face, nas seios, na barriga, até à cona, até o cheiro dela vinha de uma humidade lúbrica entre as pernas.

Ela disse, “todos eles têm um caralho enorme, mas aquele primeiro que nos cumprimentou, é gigante”, eu ouvia e ela continuava, “mas nunca me fez doer, eu gostava de lhe dar o cu e isso dava-me prazer”, a minha piça tremia de pulsões internas, ela insistiu, “a primeira vez com ele, foi assim numa festa como a de hoje à noite”.

Eu só ouvia, “nem namorávamos nem nada, ele pediu-me ao ouvido para lhe chupar o caralho, e eu fui chupar, fomos para casa dele, e ele pôs-me o caralho na boca, eu mal conseguia engolir, mas eu lambi-o todo, depois ele montou-se em mim, eu pus-me de quatro, e nunca mais esqueço, a verga dele enorme a entrar na minha cona, e eu, querido, vi-me toda que nem uma maluca”.

Ela continuou, “eu dei gritos, e a irmã dele apareceu, e ela apanhou-nos a foder, ela viu bem o irmão com a piça na minha cona”, eu achei que era a minha deixa, “ela depois não disse nada?”, a minha mulher continuou, “daquela vez não, ficámos mais amigas embora ela fosse mais velha, e depois, passado algum tempo, eu e ela trocámos de namorado”.

A minha boca continuava aberta desde a última vez, ela continuou, “que não era o irmão claro!! o irmão dela nunca foi namorado, de vez em quando, ele pedia, e eu deixava ele montar-me, só isso”, a minha curiosidade aumentara, “mas trocaram como? Não percebo!”, ela disse, “fazíamos tipo swing, o namorado dela comia-me e o meu fodia com ela, trocámos muitas vezes, e ao mesmo tempo, ela ia para um quarto e eu ia para outro, e fodiamos ao mesmo tempo”.

Eu ia dizer qualquer coisa, mas a minha mulher continuou, “os namorados dela eram sempre mais velhos, um pouco rústicos como ela gostava, mas depois eu também gostava, eram um pouco brutos a foder, mas isso agravava-me, dava-me prazer satisfazer homens mais velhos”.

Achei que devia interromper, “homens mais velhos?”, ela riu-se, “sim, foram vários, a irmã dele mudava muito, mas do que sei continuava a satisfazer todos da mesma maneira”, eu mostrei os dentes, “mas como é que faziam?”, ela prosseguiu, “eu e ela combinávamos, falávamos com os namorados e pronto, íamos para casa dela ou outro lugar, e pronto, eu puxava o homem dela para um quarto e ele fodia-me”

Ficamos em silêncio uns segundos, era eu à procura de perguntas, “voltando ao principio, disseste que o irmão dela pedia ..como é que era isso ”, ela abriu as pernas e eu vi, os lábios da fenda estavam molhados, uma espécie de seiva turva, ela respondeu, “de muitas maneiras, ele ligava e eu ia ter com ele, houve dias que fodemos no carro, uma vez eu estava com o meu namorado naquele restaurante que fomos, ele olhou para mim, eu fui ter ao carro, e chupei-lhe o pau e depois comeu-me, era noite amor, ninguém viu”

Disse eu, “e esse teu namorado?”, ela riu, “não disse nada, e acho que ele sabia, mas depois também o compensei”, ela prosseguiu, “outras vezes era eu que ligava, apetecia-me foder e ela dava-me tesão”, ela esteve um segundo a pensar, “e acho querido que ainda me dá”, eu perguntei, “dá o quê, amor, desejo?”, ela insistiu, “sim querido, é como reviver esse passado, no restaurante senti essa vontade, de ter o caralho dele dentro de mim”.

Os meus lábios, a minha garganta, estavam secos, eu estava a ouvi-la, ela olhou para mim, “não é amor, querido, é carne, sexo, sentir os machos a possuírem-me, uma vez um desses homens mais velhos que fodiam a irmã dele, encontramo-nos por acaso no campo, e ele fodeu-me mesmo ali, encostou-me a uma árvore, levantou-me o vestido, eu mesma baixei as cuecas e ele penetrou-me, na cona e no cu, eu vibrei, querido”.

Ela continuou, “e agora é a mesma coisa, eu sei que não devia, mas sinto um desejo tremendo, acho que estou a ferver e a perguntar-me se devia ter vindo, como disse, não são sentimentos, gosto de ter vergas grossas a partir-me o cu, e ele é assim, amor, ele parte-me o cu todo.

Eu também fervia, “mas amor, ele deve ser casado?!”, ela não aguentou, deu uma gargalhada sonora, “viste bem o que acabaste de dizer?”, eu abri os olhos e ela prosseguiu, “disseste, ele deve ser casado, estás a dizer amor que não te importavas!? se ele não for casado, posso dar uma foda com ele, querido?”.

Ela tocou no meu pau, curvou-se, os lábios dela apertaram-me a glande, ela deu um beijo sonoro, e ela disse “posso, querido, enquanto estivermos aqui na aldeia, se eles quiserem e eu também, posso comê-los?”, quase que senti que estava a negociar com a minha mulher, se podia foder só com um, ou se podia foder com mais”, não respondi, mas pareceu-me que seria inevitável.

A noite tinha chegado, e a festa era local, típica das aldeias, em que aparecem muitas pessoas à volta das mesas a comer, com muitos velhos e velhas a assistir de bancada, um tribunal a julgar as parvoíces dos mais novos, quando ele apareceu, pensei para comigo, “foda-se!! o do pau grande, que gosta de partir o cu da minha mulher”, com ele vinha uma mulher mais nova, um pouco gordinha, e ao lado, outra mais velha, que assumi ser a tal irmã.

Foi estranho, mas a minha atenção esqueceu-o a ele, e virou-se para as mulheres, a irmã que estava sózinha tinha uma postura agradável, quase parecia uma mulher vitoriana que esconde os seus segredos mais profundos, e só quem tenha a chave, a passe, para ir para dentro dela é que perceberá quem é a pessoa, e esta era uma mulher bonita, esquálida, sem ser magra, um vestido simples que lhe caía direito, e eu questionei-me se trazia cuecas, eu não via marca nenhuma.

A mais nova que devia ser a mulher dele, talvez dez ou mais anos de diferença, era um pouco mais robusta, uma mulher rústica que nunca deixou que o campo saísse de si, umas boas mamas, uma anca generosa, e eu pensei, “esta leva com o pau grande todos os dias”.

Regressei à realidade e vi que a minha mulher falava com ele, sentaram-se na mesa e os meus olhos regressaram àquela irmã, a mulher interessava-me mesmo, lembrava-me o que a minha mulher tinha dito, e tive aquela visão de a ver nua a ser fodida por um gajo qualquer, enquanto no quarto ao lado, a minha mulher chupava um pau a um gajo mais velho que depois lhe comia o cu.

Eu olhei para ela, fomos dizendo banalidades, mas o meu pau endureceu, o desejo da minha mulher ser fodida pelo gajo da verga grande, era o mesmo ou mais, que eu sentia por aquela mulher, imaginei-me a montá-la, a meter o rolo duro na cona e depois de a fazer gemer, meter no cu até a fazer vir.

Depois olhei para a mulher do gajo, também eu era mais velho que ela, da forma que ela mordiscava uma água fresca com limão, apreciei os lábios dela, não era difícil de perceber, ela gostava de chupar, e as ancas robustas que eu vira antes, anteviam um desejo forte de levar no cu, e pelo que a minha mulher contara, esta estava bem martelada.

Por momentos cruzámos algumas palavras entre todos, o que nos fez rir e aliviar o ambiente, até que sinto a minha mulher a puxar-me e a dizer-me ao ouvido, “ele quer-me foder, amor, e eu também quero, se quiseres fode a mulher dele!”, eu virei a cabeça, “e ela?”, a minha mulher respondeu, “ela já sabe, amor, ela concordou ir contigo”.

Eu fiquei a olhar para ela, e sussurrei-lhe ao ouvido, “amor, e a irmã dele, eu preferia”, a minha mulher moveu a cabeça para os lados surpreendida, eu disse, “talvez seja como tu, também gosto de uma mulher mais velha, mas ela excita-me”, a minha mulher curvou-se para a irmã e logo a seguir vi um sorriso cúmplice, um quero também, a minha mulher voltou ao meu ouvido, “olha fode as duas!!, as duas querem, vai com elas”.

Segundos depois, ele sai da mesa e logo atrás vejo a minha mulher a ir no mesmo sentido, até que a escuridão da noite os ocultou e eu fiquei sem saber para onde iam, as duas mulheres olharam para mim, e a irmã disse, “vamos para minha casa, se não puderes com nós as duas, podes começar sempre por mim”.

Já noite, regressei à casa, esperei pela minha mulher chegar, ela entrou, tombou na cama, um cheiro intenso a homem e sexo pairava nela, e ela disse com os olhos molhados, “amor, estou toda fodida”.

Intimidades perfeitas

22:16 4
Intimidades perfeitas

Lembrava-me dele quando conheci a minha mulher, ou melhor, segunda mulher, naquela idade de quem sabe que já gastou metade da vida, e que a parte que nos restava tinha de ser vivida ao máximo, com todas as loucuras que fizéssemos juntos.

Mais até, era preciso recuperar o que faltara fazer na juventude, porque poupar agora seria a coisa mais estúpida, como não gastar ao contrário, a vida boa pedia, não sermos moralistas, nem tão pouco promíscuos demais.

Só digo isto porque uma noite estávamos em casa e a minha mulher atendeu o telefone e era o Mateus, perguntava ele se sabíamos de uma casa, a mulher dele tinha-o colocado na rua, no horizonte havia uma ameaça de divórcio, porque, contou ele depois, tinha andado a foder com outra gaja.

Quando a minha mulher disse quem era, eu torci logo o nariz, e percebi que o Mateus ao perguntar se sabíamos de uma casa, percebia-se logo, andava à procura de abrigo barato, de preferência na nossa casa, e quando ela insistiu para ele ficar, assustou-me que ele pudesse gostar demais, ao ponto de não conseguirmos depois, ser nós, e já não a mulher dele, a colocá-lo na rua.

Mas a minha mulher ganhou, digamos a nossa pequena luta familiar, a ideia de ter um homem em casa, ainda por cima sozinho com a minha mulher, quando eu fosse trabalhar para fora, assombrou-me logo com pensamentos perversos, imaginava a minha mulher a ser fodida na nossa cama por este invasor.

E o perigo, se lhe podemos chamar assim, era real, em cima eu dizia que me lembrava dele porque quando conheci a minha fui a uns eventos com ela em que o Mateus estava lá e das reações entre eles, olharem-se mutuamente com intensidade, os pequenos toques das mãos, a forma como ela ria de coisas sem sentido que ele contava, dava para perceber, ela já tinha feito muito sexo com ele.

E eu compreendia isso, quando a conheci estava sozinha há muito tempo, saída de um divórcio estranho, e sendo ela uma mulher de quase quarenta anos, que melhor podia ter ela do que um jovem como o Mateus, que tinha metade da idade dela, basicamente um amigo do filho dela, que fodia a mãe do amigo quando esta o chamava.

Claro que nunca tive uma confirmação segura, nunca me atrevi a perguntar nessa altura, mas agora com ele dentro da nossa casa, não sabia se esse assunto viria outra vez à minha cabeça com a mesma força que tivera anteriormente.

Ele chegou algumas horas depois e trazia com ele pouco mais que uma mochila, como se fosse acampar alguns dias, ele beijou a minha mulher na face, e por segundos muito curtos, o corpo dela colou-se ao dele quando ela lhe deu um abraço, quase como se fosse a um filho acabado de chegar de uma viagem longa.

Ele cumprimentou-me, mas ela não perdeu, curiosa empurrou-o para o sofá, onde eu os olhava da minha poltrona à distância, e deu para mirar como ele estava passados talvez uns cinco anos, continuava o rapaz que era, um corpo seco e elegante, as pernas fortes como troncos de árvores, uns olhos e um sorriso demolidor, que mostrava ao reagir aos afetos da minha mulher.

A minha mulher, eu só agora reparava melhor nela, decididamente, tinha-se vestido de propósito para ele, já não me lembrava do dia em que tivesse feito o mesmo para mim.

Ela vestia uma saia de ganga, escandalosamente curta, realçava as pernas esguias, e em cima uma t-shirt de cavas, que faziam saltar os seios generosos dela, e eu sabia, vem bem fundo, nem soutien, nem lingerie, a minha mulher dispensava isso tudo.

Acho que me admirei, pelo menos imaginei isso, que ela não o tivesse recebido toda nua, mas calculei que da forma como ela lhe tocava, nas pernas que ele abria solicitamente, ela algumas vezes punha as mãos perto do pénis, um alto grande que forçava as bermudas, que parecia querer saltar para fora, e cuja probabilidade de vir a penetrar a cona da minha mulher era muito grande.

Não foi logo no primeiro dia, mas cada dia que passava não era difícil perceber, a excitação da minha mulher aumentava, falar-me dele era o seu único assunto, e não sei porquê, o mesmo acontecia comigo, numa das noites seguintes, excitou-me tanto sentir que ele estava no quarto ao lado, que eu enterrei a minha piça na cona da minha mulher, e quando ela correspondeu e começou a gemer alto, eu sabia, o Mateus do outro lado da parede estava a ouvir, e isso amplificou o meu orgasmo e o dela.

Na manhã seguinte, reunimo-nos na cozinha, eu sentia, a intimidade crescia entre nós, a minha mulher vestia uma túnica curta que os raios de sol atravessavam e faziam perceber o seu corpo nu, os pelos da púbis, um emaranho gracioso, os bicos espetados dos mamilos, as mamas, as coxas, uma visão quase espiritual do corpo dela.

Ele e eu tínhamos apenas umas boxers simples, estávamos de tronco nu, bastava deixá-los cair e os nossos pénis ao alcance do olhar do outro, e foi isso que senti quando ele entrou, mirei os boxers dele e por muito pouco vi a piça dele a querer sair para fora.

E foi como ver um filme a passar pelos meus olhos, que me surpreendeu por segundos, imaginei-o a foder a minha mulher ali mesmo, a baixar as boxers, a sacar do caralho teso, e a penetrá-la por trás quando ela se ocupava na cozinha, ela gemer de prazer e de gostar ainda mais por eu estar a ver.

Eu virei-me para ele, “então Mateus? Dormiste bem?”, a minha mulher olhou para ele, ele respondeu a sorrir, “sim, dormi bem, ao principio é que foi mais difícil”, ela perguntou, “difícil? Porquê?”, ele respondeu sem meias palavras, “vocês fazem muito barulho”, ela insistiu, “estávamos a foder, tu sabes como eu sou a gemer, não me contenho”.

A intimidade entre nós tinha atingido o ponto máximo, nós podíamos agora falar de tudo, eu perguntei, “querida, disseste que o Mateus sabia como tu eras a gemer?”, ela riu-se, “disse sim, amor, o Mateus já me fodeu muitas vezes”, ele sorria a ouvir as confidências.

Ela continuou, “quando estava sem homem antes de te conhecer, eu telefonava ao Mateus e ele vinha a correr para dormir na minha cama, não era Mateus? foi a minha salvação, amor, nunca me faltou pau”, e deu uma gargalhada.

Eu olhei para ele, “como é que é a minha mulher?”, ele engasgou-se um pouco, “como?”, eu insisti, “sim, o que achas dela a foder?”, ele olhou para ela, a minha mulher fervia de excitação, ele respondeu, “uma loucura”, a minha mulher sorriu e eu não consegui deixar de fazer o mesmo, “uma loucura, o que é que isso quer dizer?”, ele prosseguiu, “é uma loucura a foder, a contorcer-se, ela foi a que me deu mais tesão, nunca me cansei de a comer”.

A minha mulher levantou-se e deu-lhe um abraço, e eu percebi, a piça dele tinha saído para fora dos boxers, eu conseguia ver, ele tinha o galo arqueado e teso, grande e grosso, um comprimento enorme, imaginei que se continuássemos a falar assim, a manhã ainda iria começar com sexo na cozinha, com ele a foder a minha mulher.

E perguntava-me se era o que eu queria, sabendo que a minha mulher, o seu maior prazer é o meu, gosta que eu a esteja a ver, e gosta de ser filmada como se fosse uma atriz porno, e a ideia de tudo isso acontecer já lhe tinha passado pela cabeça.

Mirei a minha mulher a abraçá-lo e a roupa dela era pouca ou nenhuma, era como estar nua, apenas uma fina túnica de dormir, praticamente transparente, os mamilos faziam pressão no tecido, o rabo dela, as ancas, a cona, formavam um conjunto apetecível, e vi que ela olhou para mim e sem pergunta nenhuma, apertou-lhe o pénis com a mão, e começou a acariciá-lo.

Percebi que o Mateus fechou os olhos, exalou um suspiro longo, que eu sentia que era prazer, ela abriu as pernas e montou-se em cima dele sentado na cadeira, a cena era perfeita e intima, ela mexeu o rabo, levantou-se um pouco para cima e agarrou na piça dele e meteu-a na fenda, escorregou pelo rolo abaixo, e contorceu-se para trás a demonstrar que o tinha todo enterrado até ao fundo.

Ela olhou para mim e sorriu, “ele tem um bom pau, não achas, amor?”, eu acenei com a cabeça que sim, libertei o meu pénis dos boxers e comecei a acariciá-lo, via a minha mulher a subir e a descer pelo pau do Mateus, ela gemia alto, “ai foda-se tão bom”, ela começou a acelerar, e mais e mais, movia as ancas freneticamente contra ele, para enterrar ainda mais e mais fundo, até que ela estremeceu e gemeu alto, “ai foda-se que me estou a vir toda”.

Da visão dos olhos e da boca húmida do Mateus, eu percebi, tinha-se vindo dentro da minha mulher, ela levantou-se e eu vi, o pau dele saía da cona da minha mulher molhado em porra, e num segundo, vi a minha mão, o meu esperma escorria para o chão, ela aproximou-me e deu-me um beijo, agora eu só conseguia pensar como seria com ele nos próximos dias, ou nas próximas semanas a viver na nossa casa.

Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido

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Contos eróticos de Ano Novo – amigo deprimido
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