Trocas de desejo swing - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Trocas de desejo swing

Talvez alguém ache isto fora de comum, mas comigo e com a minha mulher foi o que aconteceu, ela nasceu numa aldeia pequena do interior de Portugal, um lugar ameno, na maior parte do ano com bastante calor, mas como muitas outras coisas, fomos deixando para trás, não parecia uma prioridade, e só depois de alguns anos de casados, ela decidiu voltar.

Para mim era uma experiência nova, mas para ela o motivo nem era especial, não era por apego á terra, ou para recordar velhas memórias, era mais por obrigação, ou por oportunidade, o de vender património sem cuidado, o de largar lastro inútil, como ela dizia.

Se a nossa vida em comum não tinha mais de três anos , para ela, talvez uma década, ou mais, tinha-se passado desde que saíra da aldeia em direção á cidade próxima e daí, com outros saltos, para a cidade maior, de maneira que, pensava eu, seria normal que ninguém a conhecesse, ou ela, sequer se lembrasse de alguém.

Bom, acho que estava enganado, íamos entrando na aldeia, e eu reparava no ar de surpresa, ela olhava pela janela do carro, as casas estavam bem ordenadas, no que é possível numa construção sem arbítrio, o caiado branco típico da terra, e ela lá ia caçando memórias, apontando um dedo para um lado, e pestanejando os olhos para o outro.

Pensei para mim, procurava um café, um restaurante, um sitio qualquer, onde pudéssemos assentar e a partir daí, reorganizar as ideias, fazer um plano, o que iriamos ver ou fazer, e foi isso que acabou por acontecer.

Eu pedi café, ela uma água fresca, e no quando ela dizia “há quanto tempo eu ....”, aproximou-se da nossa mesa um homem robusto, fez-se sentir pequeno, começou a rir-se para a minha mulher, “olha quem é ela!!”, a minha mulher reconheceu-o logo, e abraçou-o de uma maneira um tanto quanto familiar.

Enquanto falavam e riam os dois num dialeto que eu desconhecia, mais dois ou três homens foram aparecendo, e sucessivamente, e da mesma maneira que o anterior, ela abraçou-os calorosamente, dando-lhes beijos na cara, até me fizeram sentir mal, como se eu, na relação entre eles, que me pareceu tão intima e pessoal, estivesse eu ali a mais.

Eles olhavam para mim, mediram-me de alto a baixo, pensava eu, estavam a avaliar se seria uma boa escolha, cumprimentavam-me e iam-se embora, mantinham distanciamento, até que eu disse à minha mulher, “amor, os homens não se esqueceram de ti”

Juro, não disse isto para ser irónico, aquelas palavras saíram como outras quaisquer, não estava era preparado para o que vinha, ela puxou o meu ouvido, e com uma voz baixinha, “amor, eles foderam-me todos”, eu ainda estava a assimilar, ela continuou, “ou melhor, se calhar fui eu que os fodi, eles queriam muito sexo, e eu acho que só tive que dar-lhe o qe queriam”.

Neste momento, fui eu que olhei para os homens, eles estavam entretidos a falar entre eles, do que seria, eu nem queria pensar, mas não consegui deixar de imaginar qualquer um deles montado na minha mulher a enterrar o pau na cona dela, a sensação era estranha, eu sei que era história antiga, não sabia se me incomodava, ou se me dava um prazer inesperado.

Tudo podia ficar ali naquele momento, num relato síntese da afirmação dela, “eles comeram-me todos”, não havia mais nada para dizer, mais nada para aprofundar, mas a curiosidade mostrava-se no silêncio, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “querido, o que é que queres saber?”, eu pensei, “foda-se!! neste momento eu não queria saber nada, ou então, saber o menos possível”.

Mas ela insistiu, “a tua cara diz tudo!! éramos jovens e as opções na aldeia não eram muitas, não era só eu, nós fervíamos de desejo, e muitas vezes até trocávamos de homem, era consensual”, eu ouvia e as coisas pareciam complicar-se, já não eram só umas fodas, eram as mulheres a partilhar o que tinham, eu perguntei, “trocavam como?”, ela sorriu, “sei lá, eu andava com um e uma amiga andava com outro, e nós trocávamos, pronto!”.

A minha boca abriu-se de surpresa, isso seria há muito tempo, pensei, mas ela interrompeu esse pensamento, “não me admirava que ainda fosse assim”, ele perguntei, “assim, assim como?”, ela continuou, “ora, amor, que eles andassem a foder uns com os outros, a trocar de mulher”, eu fiz, “humm, não sei, isso seria possível?”, afirmativamente, ela só se riu.

Era o momento de partir, regressar a uma casa que tínhamos alugada por uns dias, ela levantou-se e foi ter com os homens com beijos, eles acenaram ao longe, vi-lhes um sorriso nos lábios, à noite havia uma festa local, e o desejo repentino da minha mulher lá estar, não deixava margem para dúvidas, não íamos descansar.

Tínhamos tomado um duche, nus na cama ainda húmidos, apeteceu-me foder a minha mulher, o corpo dela com uma forma perfeita, as coxas grossas, com os lábios rosados da fenda, apeteceu-me lambê-los, os lábios da boca, carnudos a apertar o meu pau, e o rabo, duas nádegas que cabiam na minha mão, guardavam o anel enrugado.

Eu imaginei os machos do restaurante, a visão deles a penetrá-la, um na cona, outro no cu, outro na boca, e um de fora à espera da sua vez, a minha piça era uma estaca, eu gemi de tesão, “queres contar como foi?”, ela deu uma gargalhada contida, “como foi o quê?”, eu continuei, “tu sabes o que eu quero saber!”.

Ela prosseguiu, “o que é que queres saber, como é que é o pau deles, se são bons a foder, se eu me vinha sempre?”, eu abanei a cabeça, acrescentei, “e como é que aconteceu”, ela deu outra gargalhada, “não sabia que o meu marido era um pervertido”, eu rolei na cama, mostrei-lhe o meu rolo teso, e disse “conta amor”.


Houve um segundo de silêncio, as memórias estavam a voltar, ela deitou-se novamente na cama e eu percebi, os mamilos estavam rijos como duas uvas gordas, havia um suor nela de tesão, um ruborescer na face, nas seios, na barriga, até à cona, até o cheiro dela vinha de uma humidade lúbrica entre as pernas.

Ela disse, “todos eles têm um caralho enorme, mas aquele primeiro que nos cumprimentou, é gigante”, eu ouvia e ela continuava, “mas nunca me fez doer, eu gostava de lhe dar o cu e isso dava-me prazer”, a minha piça tremia de pulsões internas, ela insistiu, “a primeira vez com ele, foi assim numa festa como a de hoje à noite”.

Eu só ouvia, “nem namorávamos nem nada, ele pediu-me ao ouvido para lhe chupar o caralho, e eu fui chupar, fomos para casa dele, e ele pôs-me o caralho na boca, eu mal conseguia engolir, mas eu lambi-o todo, depois ele montou-se em mim, eu pus-me de quatro, e nunca mais esqueço, a verga dele enorme a entrar na minha cona, e eu, querido, vi-me toda que nem uma maluca”.

Ela continuou, “eu dei gritos, e a irmã dele apareceu, e ela apanhou-nos a foder, ela viu bem o irmão com a piça na minha cona”, eu achei que era a minha deixa, “ela depois não disse nada?”, a minha mulher continuou, “daquela vez não, ficámos mais amigas embora ela fosse mais velha, e depois, passado algum tempo, eu e ela trocámos de namorado”.

A minha boca continuava aberta desde a última vez, ela continuou, “que não era o irmão claro!! o irmão dela nunca foi namorado, de vez em quando, ele pedia, e eu deixava ele montar-me, só isso”, a minha curiosidade aumentara, “mas trocaram como? Não percebo!”, ela disse, “fazíamos tipo swing, o namorado dela comia-me e o meu fodia com ela, trocámos muitas vezes, e ao mesmo tempo, ela ia para um quarto e eu ia para outro, e fodiamos ao mesmo tempo”.

Eu ia dizer qualquer coisa, mas a minha mulher continuou, “os namorados dela eram sempre mais velhos, um pouco rústicos como ela gostava, mas depois eu também gostava, eram um pouco brutos a foder, mas isso agravava-me, dava-me prazer satisfazer homens mais velhos”.

Achei que devia interromper, “homens mais velhos?”, ela riu-se, “sim, foram vários, a irmã dele mudava muito, mas do que sei continuava a satisfazer todos da mesma maneira”, eu mostrei os dentes, “mas como é que faziam?”, ela prosseguiu, “eu e ela combinávamos, falávamos com os namorados e pronto, íamos para casa dela ou outro lugar, e pronto, eu puxava o homem dela para um quarto e ele fodia-me”

Ficamos em silêncio uns segundos, era eu à procura de perguntas, “voltando ao principio, disseste que o irmão dela pedia ..como é que era isso ”, ela abriu as pernas e eu vi, os lábios da fenda estavam molhados, uma espécie de seiva turva, ela respondeu, “de muitas maneiras, ele ligava e eu ia ter com ele, houve dias que fodemos no carro, uma vez eu estava com o meu namorado naquele restaurante que fomos, ele olhou para mim, eu fui ter ao carro, e chupei-lhe o pau e depois comeu-me, era noite amor, ninguém viu”

Disse eu, “e esse teu namorado?”, ela riu, “não disse nada, e acho que ele sabia, mas depois também o compensei”, ela prosseguiu, “outras vezes era eu que ligava, apetecia-me foder e ela dava-me tesão”, ela esteve um segundo a pensar, “e acho querido que ainda me dá”, eu perguntei, “dá o quê, amor, desejo?”, ela insistiu, “sim querido, é como reviver esse passado, no restaurante senti essa vontade, de ter o caralho dele dentro de mim”.

Os meus lábios, a minha garganta, estavam secos, eu estava a ouvi-la, ela olhou para mim, “não é amor, querido, é carne, sexo, sentir os machos a possuírem-me, uma vez um desses homens mais velhos que fodiam a irmã dele, encontramo-nos por acaso no campo, e ele fodeu-me mesmo ali, encostou-me a uma árvore, levantou-me o vestido, eu mesma baixei as cuecas e ele penetrou-me, na cona e no cu, eu vibrei, querido”.

Ela continuou, “e agora é a mesma coisa, eu sei que não devia, mas sinto um desejo tremendo, acho que estou a ferver e a perguntar-me se devia ter vindo, como disse, não são sentimentos, gosto de ter vergas grossas a partir-me o cu, e ele é assim, amor, ele parte-me o cu todo.

Eu também fervia, “mas amor, ele deve ser casado?!”, ela não aguentou, deu uma gargalhada sonora, “viste bem o que acabaste de dizer?”, eu abri os olhos e ela prosseguiu, “disseste, ele deve ser casado, estás a dizer amor que não te importavas!? se ele não for casado, posso dar uma foda com ele, querido?”.

Ela tocou no meu pau, curvou-se, os lábios dela apertaram-me a glande, ela deu um beijo sonoro, e ela disse “posso, querido, enquanto estivermos aqui na aldeia, se eles quiserem e eu também, posso comê-los?”, quase que senti que estava a negociar com a minha mulher, se podia foder só com um, ou se podia foder com mais”, não respondi, mas pareceu-me que seria inevitável.

A noite tinha chegado, e a festa era local, típica das aldeias, em que aparecem muitas pessoas à volta das mesas a comer, com muitos velhos e velhas a assistir de bancada, um tribunal a julgar as parvoíces dos mais novos, quando ele apareceu, pensei para comigo, “foda-se!! o do pau grande, que gosta de partir o cu da minha mulher”, com ele vinha uma mulher mais nova, um pouco gordinha, e ao lado, outra mais velha, que assumi ser a tal irmã.

Foi estranho, mas a minha atenção esqueceu-o a ele, e virou-se para as mulheres, a irmã que estava sózinha tinha uma postura agradável, quase parecia uma mulher vitoriana que esconde os seus segredos mais profundos, e só quem tenha a chave, a passe, para ir para dentro dela é que perceberá quem é a pessoa, e esta era uma mulher bonita, esquálida, sem ser magra, um vestido simples que lhe caía direito, e eu questionei-me se trazia cuecas, eu não via marca nenhuma.

A mais nova que devia ser a mulher dele, talvez dez ou mais anos de diferença, era um pouco mais robusta, uma mulher rústica que nunca deixou que o campo saísse de si, umas boas mamas, uma anca generosa, e eu pensei, “esta leva com o pau grande todos os dias”.

Regressei à realidade e vi que a minha mulher falava com ele, sentaram-se na mesa e os meus olhos regressaram àquela irmã, a mulher interessava-me mesmo, lembrava-me o que a minha mulher tinha dito, e tive aquela visão de a ver nua a ser fodida por um gajo qualquer, enquanto no quarto ao lado, a minha mulher chupava um pau a um gajo mais velho que depois lhe comia o cu.

Eu olhei para ela, fomos dizendo banalidades, mas o meu pau endureceu, o desejo da minha mulher ser fodida pelo gajo da verga grande, era o mesmo ou mais, que eu sentia por aquela mulher, imaginei-me a montá-la, a meter o rolo duro na cona e depois de a fazer gemer, meter no cu até a fazer vir.

Depois olhei para a mulher do gajo, também eu era mais velho que ela, da forma que ela mordiscava uma água fresca com limão, apreciei os lábios dela, não era difícil de perceber, ela gostava de chupar, e as ancas robustas que eu vira antes, anteviam um desejo forte de levar no cu, e pelo que a minha mulher contara, esta estava bem martelada.

Por momentos cruzámos algumas palavras entre todos, o que nos fez rir e aliviar o ambiente, até que sinto a minha mulher a puxar-me e a dizer-me ao ouvido, “ele quer-me foder, amor, e eu também quero, se quiseres fode a mulher dele!”, eu virei a cabeça, “e ela?”, a minha mulher respondeu, “ela já sabe, amor, ela concordou ir contigo”.

Eu fiquei a olhar para ela, e sussurrei-lhe ao ouvido, “amor, e a irmã dele, eu preferia”, a minha mulher moveu a cabeça para os lados surpreendida, eu disse, “talvez seja como tu, também gosto de uma mulher mais velha, mas ela excita-me”, a minha mulher curvou-se para a irmã e logo a seguir vi um sorriso cúmplice, um quero também, a minha mulher voltou ao meu ouvido, “olha fode as duas!!, as duas querem, vai com elas”.

Segundos depois, ele sai da mesa e logo atrás vejo a minha mulher a ir no mesmo sentido, até que a escuridão da noite os ocultou e eu fiquei sem saber para onde iam, as duas mulheres olharam para mim, e a irmã disse, “vamos para minha casa, se não puderes com nós as duas, podes começar sempre por mim”.

Já noite, regressei à casa, esperei pela minha mulher chegar, ela entrou, tombou na cama, um cheiro intenso a homem e sexo pairava nela, e ela disse com os olhos molhados, “amor, estou toda fodida”.

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