Ensinando a oferecida - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Ensinando a oferecida

Eu não estava à espera que o meu irmão ficasse tão zangado como ficou quando trouxe um amigo dele lá para casa. Não foi a primeira vez que isso aconteceu, mas foi a primeira vez que eu me insinuei mais para o amigo dele, passando a mensagem que eu queria algo mais do que um beijo na face.

Normalmente, eles entravam em casa, o amigo cumprimentava, e depois, ignorando a minha presença, iam diretos para o quarto do meu irmão, onde se fechavam a jogar jogos de vídeo e a fazer não sei o que mais.

Desta vez eu estava decidida e quando eles entraram eu mostrei bem o que tinha para oferecer, o meu corpo perfeito de jovem menina, as minhas coxas, as mamas empinadas, o cu redondo, e roupa muito pouca, uma saia curta e um top apertado.

Eu percebi logo quando eu olhei para o amigo dele de alto a baixo e ele para mim que o meu irmão não tinha gostado. Os meus olhos percorreram o peito dele, a barriga e sempre a descer, até ao sítio do pénis, em que eu quase pedia para ele me mostrar.

Eu não conseguia ver-me a mim própria, mas o meu desejo de foder com ele, de ele foder a minha cona jovem, era tão forte, tão violento, que a cara deles não enganava, eu devia estar vermelha de gozo e de tesão, quanto eles estavam impressionados com a maneira como eu me oferecia.

Noutras alturas quando perguntei ao meu irmão sobre o amigo dele, se tinha namorada, do que é que ele gostava, e se eu pedisse picha? o meu irmão respondia sempre que ele não era desses, e eu não compreendia.

Uma ou duas horas depois, quando ele saiu o meu irmão veio ter comigo e disse, “foda-se!! tu estás doida? ofereces o teu corpo dessa maneira”, mas eu perguntei logo de seguida, “mas ele gostou? Achas que ele me fode? Gostava tanto de ser fodida por ele”.

O meu irmão continuou, “tu estás é cheia de tesão, deves estar com a cona a ferver, quem te come o cu sou eu”, e eu respondi a brincar, “nunca ninguém comeu o meu cu, sou virgem e o teu amigo, ele podia comer o meu cu, falas com ele?”.

“Humm”, disse o meu irmão, “deixa ver se tens um cu que vale a pena foder? Encosta-te na cama”, e eu deitei, ele veio por trás, ele continuou, “empina o cu mais um pouco, assim!!”, e eu senti a mão dele a subir pelas minhas coxas, a levantar a saia curta, os dedos entraram no meio das pernas, e ele acariciou as minhas nádegas e a minha cona.

Eu perguntei ao meu irmão, “achas que o teu amigo ia gostar do meu cu?”, e ele respondeu, “o meu amigo não sei, mas eu gosto!!”, e continuei a sentir os dedos dele a baixarem as minhas cuecas, que escorregavam pelas minhas pernas, e eu fechei os olhos.

Ouvi a voz dele, “estás toda molhada, e toda tesa, caralho!! e tens um cu tão bom!!”, ouvi um ruido de roupa a cair e percebi que o meu irmão se tinha despido, “vou comer o teu cu para aprenderes, não podes ser tão oferecida”, e eu disse, “não podes comer o meu cu!”.

O meu irmão respondeu, “é para aprenderes, vou enterrar o meu pau nesse cuzinho, e vais gostar vais ver, quando o meu amigo comer o teu cu, já vais saber como é?”, e quando ele disse aquilo parecia uma boa promessa, o meu cu e a minha cona ardiam de tesão.

Fechei ainda mais os olhos, sem saber se me arrependia, ou se esperava um castigo ou uma espécie de punição, quando o pau dele me apertou, entre os lábios da cona a entrar, naquela altura eu gemi, “ai foda-se! irmão!! Aihm a minha cona”.

Os braços dele esticaram-se como pilares de uma ponte, ao lado de cada um dos meus ombros, os quadris dele movimentaram-se e o caralho do meu irmão penetrou fundo, a voz dele juntou-se aos meus ouvidos, “isto é só um aperitivo, depois vou partir esse cuzinho todo para aprenderes a não ser oferecida”.

O meu irmão começou a foder a minha cona, o pau grosso que eu já tinha visto um dia, entrava com força e acelerava, eu gemia, “aihm aihm caralho aihm”, e ele dizia, “oferecida!! Tens de aprender, vou partir esse cu para saberes o que é bom”.

Ele depois parou um pouco, eu senti o caralho dele a sair, da minha cona húmida e apertada, ele roçou perto do meu ânus enrugado, mexendo e brincando com as minhas nádegas, até que soltei um grito, “aiiiii, foda-se! Aii”, a cabeça gorda entrava, fazia força e forçava, o anel abriu como uma prenda, e ele dizia, “vou entrar com este caralho todo, que cu tão bom!! desgraçada, é para aprenderes”.

Eu gritava, “aimm irmão dói tanto, aihiim o meu cu”, e ele dizia, “já passa, é um cuzinho virgem, vais gostar tanto de levar no cu, depois vais querer mais”, eu gemia, “aihhim não aguento é tão grosso!”, ele continuava, “já está quase todo, mana, abre as pernas mais para entrar bem fundo”.

Eu senti depois o peso dele em cima de mim, o caralho a entrar e a abrir o meu cuzinho virgem, ele puxou as minhas nádegas para cima, e soou nos meus ouvidos, “ai caralho que cuzinho tão bom!! Foda-se que tesão!!”, ele começou a bombear com força, “parto o teu cuzinho todo, oferecida”.

Eu já não tinha forças para gritar, a penetração era profunda e forte, ele tirava o caralho para fora, e depois muito rápido entrava fundo, a bater com força nas minhas nádegas, ele continuava, “que cu, que maravilha, já me tinha esquecido que cu de mulher também é bom”.

O corpo dele curvou-se a procurar os meus ouvidos, “estás a gostar, mana, acaricia a tua cona, vou me vir todo no teu cuzinho”, os meus dedos percorreram os lábios em baixo, eu martelava o clitóris furiosa, quando me senti inundada, era a porra do meu irmão, estremeceu o meu corpo de gozo, num orgasmo rígido e explosivo, e eu disse, “aihm foda-se! irmão, que me estou a vir”.

Quando descansávamos na cama juntos, lado a lado, alguma coisa tinha soada mal nas palavras do meu irmão e perguntei, “não percebi o que disseste?, e ele perguntou, “o quê?”, eu continuei, “que te tinhas esquecido que cu de mulher é bom?”.

O meu irmão olhou para mim e sorriu, “achas que eu e o meu amigo passamos a tarde a jogar videojogos?”, eu olhei para ele hesitante e ele prosseguiu, “nós nunca jogamos videojogos!”, e eu perguntei, “então fazem o quê?”, eu não acreditei quando o meu irmão disse, “ele gosta de levar no cu, é como tu que agora também gostas?”.

E continuou, “gostaste, não?”, e eu tive que dizer que sim, se tinha tido tanto trabalho …

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