Minha Nora brinca com o fogo - Biografias Eróticas
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Minha Nora brinca com o fogo

Estou vendo ela confessionário, essa safada anda enganando o meu menino, já ontem à noite fui-lhe dizendo, "Verónica menina, você anda brincando com o fogo", e ela com cara de pau, "mas D. Juliana não estou fazendo nada", lhe respondi logo que eu sou assim, "não está fazendo nada o caralho", e fui logo continuando, "esse cara malandro o Maurinho anda rodeando você, e vi bem, você lhe dando troco".

Verónica é minha nora, meu filho Juninho foi pro Mato Grosso, à procura de um dinheirinho, que isto agora é crise e tá difícil, mas o coitado se casou com essa puta, que além de puta, a bandida é também gostosa, sempre mostrando mama e anca aí pra rapaziada, eu bem ouço do galpão, os assobios maneiros quando ela passa, antes pensava que era só brincadeira, mas esse Maurinho é caso sério.

"Verónica, você anda fodendo com o Maurinho que eu sei", a ordinária me respondeu, "D. Juliana não é verdade, eu amo o Juninho, você sabe!!", ela pensa que me engana, pensa ela que sou otária, também tive meus momentos quando era nova, o falecido pai do Juninho percebia, que este corpinho aqui tinha muita rodagem, e só ele não me chegava, mas eu não era puta, eu fodia e ele sabia.

No outro dia vi Maurinho passando, carinha malandro problemático, seu negócio é mulher casada, com maridos trabalhando duro, ele espetando elas em casa, mandou ele um olhar na Verónica, e, eu bem vi, ela foi correndo assim mais atrás, até que entraram no anexo que meu filho construiu, com tanto sacrifício digo eu, pra ter um tecto em cima pra dormir.

A ordinária ia rodando a bunda, toda ela apertada, nessa roupa que as putas usam, mostrando as coxas grossas bronzeadas, que essa doida quer bem bom, sua vida é na praia desfrutando, e meu filhinho se matando, Maurinho ia se babando, vendo ela se gingando, já pensando eu de caralho teso, pra foder ela no anexo, fui assim sorrateira, que eu sei meus modos de mulher sabida, queria apanhar ela no ato, para ver e fazer prova, dizer depois ao Juninho "meu filho esquece ela".

A sem vergonha foi pro anexo do meu filho, levando atrás dela o Maurinho, a imprestável se fez de difícil, fazendo seus jogos de puta sabida, pondo o macho em rebuçado, o menino estava ficando doido, já despido todo mostrando o pau, teso grosso em pé espetado, "ai minha Nossa Senhora", pensei eu, mas que ma...ra...vilha, coisa tão grande ele tinha, fazia tempo não via nada assim, estou velha mas não estou morta.

Ela ia fugindo dele, brincando com o seu tesão, bem via que estava excitada, mamilos tesos na roupa apertada, aquele top de tesuda, acha que vai ser nova toda a vida, calçaozinho quase sem nada, ele afiando o caralho, "vai Verónica tira logo essa roupa, tou ardendo de tesão, me deixa comer você vai", era o que ele falava, estava perdendo a paciência, aquele pau grosso não esperava, ela bailarina se contorcendo.


Vi ele agarrando ela, lhe dando beijos pra não fugir, dando-lhe uma cantada maneira, de safado esperto de boa vida, "vai, nóquinha tira essa roupa, não vê meu pauzinho duro, mama nele que está sofrendo, vai", ela ria do choro dele, se esquivando sádica pensando, que Maurinho aturava o que queria, mas ele não aguentou mais, puxou o top dela, saltaram-lhe duas mamas tesas, que ele começou logo chupando, menino estava sôfrego, parecia que não fodia há anos, mas culpa de Verónica que era assim, de gostosa que enlouquecia os homens.

Eu vi que ela viu que não dava, homem com tesão grande é problema, não vê sentimentos mas só buceta, de minha experiência em bem sabia, se mulher quer foder, é melhor tirar proveito, ir logo abrindo a perna, deixar o resto para outro momento, Verónica estava misturando, Maurinho queria foder se gozando, baixou-se e começou chupando, aquela coisa grossa na boca dela, "Minha nossa,  a safada sabe o que está fazendo", era o que eu pensava, Maurinho gemia se contorcendo e falando, "aihhm danada chupa tão bem onde aprendeu isso".

Quanto mais ela mamava, lhe apertando os lábios de cima abaixo, olha pra ele mostrando oficio, essa menina era mesmo puta, ou se não era fora noutra vida, fodia e já nasceu adaptada, bem percebia agora, porque Juninho gostava dela, o menino devia ficar doido, com o trabalho dessa ordinária, Maurinho crescia ainda mais, quando mais ela chupava.

Ouço Maurinho, "vai menina abre essas pernas, quero comer essa buceta e esse cu", pela primeira vez ela fala, como um ser humano se expressando, até ali se sorria e brincava, como uma concubina manipulando, "quer me comer o cu, não sei se dou o cu pra você, não sei se merece, você é tão mau pra mim", ele respondendo, "vai Verónica você sabe que eu gosto de comer seu cu, vai", ela se riu, "tá bem eu dou, hoje acho que merece".

"Ordinária, bandida, lambisgóia", pensei, há quanto tempo enganava Juninho, fodendo com este malandro na cama dele, se calhar com outros que eu não via, que grande puta me saiu ela, não sei o que deu em meu filho, para casar com esta galdéria, enganando ele a toda a hora, dando o cu dessa maneira, até eu dizia pro falecido, "meu querido você sabe, fodo muito porque preciso, mas no cu eu me reservo, pra si meu bem é todo seu", ele compreendia e percebia, que sendo mulher casada, ele tinha seus privilégios.

Maurinho se pôs em cima dela, deitados na cama do meu filho, o menino estava sofrendo, de tanto tesão quase explodia, vi ele enterrando o pau duro, abrindo apertada a buceta dela, de onde estava eu bem via, ela gozando espetando o rabo, Maurinho fazia força entrando, com as ancas em movimento, batendo forte nas coxas dela, "que menino", pensava eu, "olha só pra ele como fode",  bem gostava de ser fodida, daquela maneira o queria, não estava esquecida era certo, que isto de levar na buceta e no cu, é como andar de bicicleta.

A Verónica gemia "ai Maurinho você é tão grande, está me fodendo com tanta força, aihmm", Maurinho lhe perguntando no ouvido, "me diz seu marido a come assim, como tou comendo, vai diz?", ela gritava "aiii não fala assim, eu amo meu marido", ordinária eu ouvia ela, Maurinho estava meio enraivecido, com aquelas palavras saindo, "sua puta ama seu marido né, e tá me dando seu cu, vou partir ele todo desgraçada", "aiii Mauro aihmm aimm".

Ele estava ficando doido, agarrou ela forte como um touro, puxou pelas nádegas de Verónica, abrindo-as ao meio como fruta, cuspiu no ânus dela como bruto, logo logo enterrou a cabecinha, daquele pau enorme no cu dela, a desgraçada saltou um grito, "aihmm Maurinho você me aleija tá me doendo aihmm", que boa foda Maurinho, tava dando na minha nora, bem que ele é artista, malandro passa o dia treinando, fodendo tudo o que é mulher casada, com aquele instrumento danado.

Ele estava partindo ela, vendo o cu apertado sofrendo, tenso à passagem daquele caralho, ela gemendo desnorteada, "aihmm Mauro me está fodendo toda", ele zurzindo uma voz rouca, "sua puta você gosta de levar no cu, e Juninho, esse corno, come seu cu? assim como eu?", "aihhm não chama isso, aihmm, tou me vindo, aihmm, tou toda molhada, aihmm", vi ele estremecendo e se vindo todo, esguichando em cima dela, agarrado àquela coisa medonha.

Me fui depois embora e foi aí que estava falando com Verónica, "ouça, não me faz de otária, eu vi com esses olhos, você fodendo com o Maurinho, no anexo na cama do meu filho, aquele pau duro lhe espetando no rabo, e você estava gostando", ela ficou calada, agora percebia que eu sabia, brincadeira estava ficando séria, eu continuava assustando, "você sabe menina Juninho pode ser corno, acho que ele até sabe que é corno, aceita por querer você, mas olha, ele não é corno manso, quando vira, aiii menina".

Via que ela estava temendo, havia reações que não esperava, "você vai contar para ele D. Juliana? que me viu fodendo com Maurinho?", "não sei menina não sei, é meu filho né, não gosto de ver isso assim", "D. Juliana não conta pra ele vai, foi só uma vez, não faço mais, você sabe, Juninho está fora há seis meses e, compreende, tenho fome, né, esse tesão todo em meu corpo, não aguento", ri-me bem alto "você é mesmo vadia, uma vez só, estou sabendo? esse cu tem boa história, menina, Maurinho vem-se governando nele, né, a toda a hora".

"Ele aparece, dá-lhe aí uma chamada, e você sai correndo dar o cu pra ele, é você é mesmo lambisgóia, sabia", "D. Juliana não dou nada, sabe eu gosto de seu filho, mas à noite fico sofrendo, me rebolando na cama, sozinha e toda molhada, querendo pau vou-me ficando, até não aguentar mais até não aguentar mais, D. Juliana".

"Mas há quanto tempo dura isso", perguntei, "Isso como, D. Juliana", "Ora, isso de ficar mamando na rapaziada, se enrolando na cama do meu filho", via ela pensando o que dizia, fazia barulho aquela cabecinha, eu que queria saber tudo, "Faz algum tempo, D. Juliana, mas é coisa passageira, logo logo Juninho regressa", ela me fazendo de otária.

"Não conta vai, o que posso fazer pra senhora D. Juliana?", bom quando ela disse isso, minha mente e meu corpo despertou, com uma promessa que não esperava, afinal até a compreendia, o Juninho saía ao falecido, não ligavam ao sexo como o queríamos, vinham aliviavam-se e pronto, era só o que queriam, o bom procurava-o em outro lado, e bem melhor que uma sonsa, era melhor ter uma puta como nora.

"Você pode fazer uma coisa para mim e eu perdoo você por andar a enganar meu filho", "o quê D. Juliana, me diz e eu faço", "e então você pode pedir pro Maurinho, né", ela estava assim meio esquisita, vendo meus trejeitos e minha língua, que tremia de desejo e de esperança, "pedir o quê D. Juliana, como assim?", "Ora, menina, não se faça de estúpida, pede pro Maurinho me vir foder, menina, me dar uma ou umas quantas, minha filha, sabe, tou precisando também", ..... minha nora ficou de boca aberta .... e agora confessionário, tenho ela e a de Maurinho na mão ....

1 comentário:

  1. Gostei do conto mto bom

    Kique
    https://caminhos-percorridos2017.blogspot.com/

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