Memórias de um broche - Biografias Eróticas
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Memórias de um broche

Foi das melhores coisas que me aconteceu, por ser inesperado, ou melhor assim assim, a minha mãe tinha saído, o meu pai estava fora, e juntei-me com o Bruno em minha casa, num belo programa de fim de tarde, sozinhos os dois no meu quarto a ver videos e fotos pornográficas.

Não é que não soubéssemos a missa toda, mais até do que o padre talvez, e íamos abrindo videos com gajas a fazer broches a gajos, riamo-nos da cena deles, do trabalho todo a mamarem, depois o exercício todo a foderem, e aquelas caras que faziam.

Depois assim como quem não quer a coisa, puxei de um video pornogay, o gajo a mamar no caralho do gajo, eu e o Bruno ficámos em silêncio, a ver o outro agarrado, a executar com gosto o que fazia, e a dada altura o Bruno perguntou-me, se eu queria e que se quisesse,  me fazia um broche.

Eu abanei a cabeça a dizer que sim, ele pediu para lho mostrar, e quando pus o coiso de fora, ele agachou-se assim por baixo, e começou-me a mamar no caralho, e sabem aquela sensação quente de uns lábios, a beijar carinhosamente ao de leve, aquele toque suave e super erótico, que nos percorre o corpo até ao cérebro deixando-nos loucos? 


Pois era isso o que sentia. Aquela sensação de sentir uma mão quente e suave a segurar o pau, a apertá-lo e a deixá-lo crescer enquanto sentem o interior de uma linda boca húmida e quente? 

Sabem aquele movimento para cima e para baixo, a mão a prendê-lo, a língua brincando, a chupar profundo, e a sucção que a boca tem? Que bom .., gemia tanto. Aquela sensação escorregadia da saliva a percorrer o corpo erecto do meu pau teso? E a respiração ofegante, me contorcendo todo, empurrando-o para dentro, a minha mão a forçar a cabeça dele, comendo-lhe a boca, com os meus olhos fechados?

E aquele acelerar de movimentos que potencia uma explosão de prazer? E o esquecimento, o esquecimento, em que não há mais nada à volta? Solta-se-nos um ai, uma dor, naquele momento em que a gente quase se vem dentro daquela boca linda e doce, a alagarmo-mos com o nosso leite salgado? 

Não sabem?!

1 comentário:

  1. O que interessa é ter prazer. O como não interessa nada, ihihhihi

    Acredito que tenha sido uma tarde bem passada

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