BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Traição
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Tinha que pôr o meu marido na ordem

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Tinha que pôr o meu marido na ordem

Eu e a minha amiga Mafalda tínhamos perdido a noção do tempo, estacionámos o carro algures numa zona arborizada a caminho de casa, para combinar o que havíamos de fazer com os nossos maridos, e claro, uma coisa fora fácil decidirmos, não pensaríamos em divórcios e iriamos tirar o melhor partido possível da situação.

No inicio, foi um choque, aconteceu comigo e com ela, tínhamos dúvidas se os nossos maridos nos andariam a enganar com outras mulheres, mas ao ir espiar se isso era verdade, acabámos por descobrir que o assunto deles era outro, o meu marido e o marido da minha amiga tinham uma relação intima, eles relacionavam-se sexualmente, o meu andava a levar no cu do marido dela, e foi isso que nós vimos, os dois na oficina, o meu marido vestido com umas roupas de mulher, e o marido dela, a enrabá-lo a ele por trás.


Quando assisti àquela cena, o meu marido a fazer um broche ao marido da Mafalda, depois a virar-se e a levar no traseiro, deixou-me confusa, entre a excitação e a surpresa, não é que não desconfiasse de uma hipótese dessas, dele procurar homens para foder, mas só mesmo vendo eu poderia acreditar, enquanto a minha amiga pareceu ficar satisfeita de sentir que não era outra mulher que fodia com o marido, e assim não se sentia tão traída.

Outra coisa também tinha acontecido comigo e com ela, não sei se foi do choque do que nós vimos, uma espécie de reação alérgica, ou um abalo psíquico, eu e ela beijámo-nos, tocámos nos corpos uma da outra, e naquela noite antes de irmos para casa, no carro, durante um momento, fizemos sexo uma com a outra, uma necessidade de nos satisfazermos, para selarmos um segredo, mas que é matéria de outra história.

Eu e a Mafalda tínhamos decidido não confrontá-los, nem o meu marido, nem o dela, era preciso deixar a poeira assentar, para decidir o que fazer, que decisão tomar, a coisa tinha sido tão inesperada, de maneira que quando cheguei a casa, o plano era esse, manter-me em silêncio como combinado, o meu marido já tinha chegado e feito o que era habitual nos outros dias, tomava um banho, e depois metia-se na cama comigo.

Desta vez, foi ele a perguntar, “estás a chegar tarde, onde é que andaste para chegar a esta hora?”, estranhei a inversão da situação, nas outras vezes era eu a perguntar, mas respondi, “estive com a minha amiga”, ele insistiu, “até agora? O que andam as duas a fazer a esta hora?”, eu estava quase a explodir, tinham passado pouco mais de duas horas, ainda via o ânus dele aberto a deixar entrar o caralho grosso do marido da Mafalda, dele a gemer de prazer e do esperma a correr pelas nádegas.

Tentava resistir, não dizer o que tinha na cabeça, manter o plano combinado, ainda estava tonta com o que vira, não só do meu marido a levar no cu, mas também de ver a piça do marido dela, que coisa tão grande e bonita, tão tesa, rija e grossa, entesou-me toda, que lhe disse "minha amiga, tens de partilhar, se vimos os dois a foder, podemos ser amigas queridas, o que achas do teu marido me comer", ela riu-se e disse "adoro, vou querer muito que ele te foda, para o castigar, vai ter de comer muita cona de mulher".

Tomei também um banho e meti-me na cama, o meu marido tinha acalmado um pouco, encostei-me a ele e passei a mão pelas nádegas dele, acho que tentava sentir com as mãos se havia alguma alteração, o marido da minha amiga tinha aberto o traseiro dele e tinha enterrado ali a piça grossa, de maneira que não resisti e perguntei, “ e tu? Onde é que andaste?”, ele respondeu, “já te disse, estava com o marido da tua amiga”.

Naquele momento, eu senti que o plano ia ruir, a minha curiosidade era demasiado forte, “sim, estavas com ele, mas a fazerem o quê?”, ele virou a cara para mim, “sei lá, a conversar um com o outro”, eu ouvi e decidi que não ia irritar-me, nem discutir com ele, veio à minha mente o que a minha amiga disse, eu perguntara, “e se o meu marido quiser levar mais no cu do teu marido ou de outros homens?”, ela tinha respondido, "olha fode-o tu, há umas gajas que comem o cu aos maridos", eu perguntei, "mas como?", ela respondeu, “com um caralho de plástico, um strap-on, já vi na internet".

Eu insisti, “mas que conversas têm vocês? Tantas noites seguidas?”, ele mostrou alguma irritação, “ora, querida, são coisas nossas”, eu não podia esperar mais, aproximei a minha boca do ouvido dele, “querido, eu sei, tu e o marido da minha amiga fodem juntos, eu sei, querido, ele anda a comer o teu cu, eu vi tudo”, ele ficou gelado, “viste o quê?”, eu respondi, “eu e a minha amiga fomos à oficina, nós bem vimos o que vimos, o marido dela a ir-te ao cu”.


Eu sentia-o a tremer, eu continuei, “ela até que gostou, mas eu, ai que vergonha, o meu marido parecia uma puta, a ser enrabado pelo marido dela", ele estava chocado, como que parado no ar, a boca abria-se e fechava, a de um peixe sufocado, sem voz ou reação, foi-se levantando devagar, sentado à beira da cama, devia estar à espera do que se ia passar.

"E agora?", perguntou ele, eu encostei-me nas costas da cama, “agora nada, querido, já se percebeu que a tua onda é levar no cu, diz-me, querido, à quanto tempo é que dás o traseiro a outros homens?", desde sempre disse-me ele, que quando casou a coisa abrandou, mas depois que voltou ao mesmo, de engates e ligações ocasionais, homens que ia conhecendo, em sítios de encontros habituais, que era paneleiro passivo, por gostar de apanhar no cu.

Continuava ele, "eh querida, desculpa, mas ...é mais forte do que eu", dizia ele, "adoro levar no cu, é mais do que sexo, sabes?", eu perguntei, “e o marido da minha amiga?”, ele questionou, “o que tem?”, eu perguntei, “não sei, tens alguma afeição por ele?”, ele riu-se, “tenho sim, pela piça dele, só isso, adoro chupar aquele caralho, e senti-lo dentro de mim, só isso, e dá-me prazer satisfazê-lo, como se fosse uma gaja, mas é isso que adoro, satisfazer machos”.

Puxei o meu marido para dentro da cama, “querido, eu também vou querer essa piça?”, ele olhou, “o quê? O que quer isso dizer?”, eu respondi, “quer dizer que eu e a minha amiga combinamos que o marido dela ia comer a minha cona”, antes que ele fosse dizer alguma coisa, “e também cu, querido, o teu amigo gosta de foder o teu cu, também pode foder o meu”, ele pareceu confuso, era a vez dele, eu insisti, “e quem te vai foder o cu umas vezes pode ser ele, outras vezes vou ser eu”.

Eu tinha de testar isto, e no dia seguinte, fui à oficina, levava comigo a intenção de falar com o marido da minha amiga, sentir se os desejos dele por mim se mantinham, se ainda havia nele uma vontade de comer a minha cona, encontrei-o e perguntei, “o meu marido diz-me que tem estado à noite contigo”, ele acenou, levou-me para a zona do quarto, “sim, porquê?”, eu continuei, “ele chega tão tarde a casa, vocês andam a fazer alguma coisa?”, ele respondeu, “não, não, nós só falamos”, eu insisti, “não foi isso que ele disse”.

Ele parecia surpreendido e também curioso, talvez de querer saber o que eu sabia, ele perguntou, “mas ele disse o quê?”, eu respondi, “o meu marido disse que estás sempre a falar de mim, que gostavas de me foder, é verdade?”, ele pareceu aliviado, olhou para o meu corpo, eu lembrei-me da piça dele, ele respondeu, “é verdade, queres chupar o meu pau?”, ele desceu os calções, a piça dele saltou para fora, a minha mão foi rápida a apanhá-lo e num segundo, pus-me de cócoras a fazer um broche naquele rolo grosso que eu mal conseguia apertar com a mão.

Ele agarrou em mim como se eu fosse uma boneca sem peso, fez-me encostar na cama e veio por trás, baixou-me as cuecas para baixo, e senti que ele subia pelas minhas costas e montava-me, o rolo grosso passou no meio das nádegas e entrou na cona, fechei os olhos e deixei-me voar, os lábios abriram-se e apertaram com força o caralho dele, que insistia em entrar e sair da minha fenda, longos minutos de prazer como há muito tempo não sentia.

À noite, quando regressei a casa, sexualmente satisfeita, aguardei a chegada do meu marido, eu estava com um tesão novo, agora só pensava em foder o meu marido, ir como ele queria ao cu dele, disse-lhe "meu querido, não mais vais precisar de homens, quem te vai ao cu é a tua querida", ele ficou atónito e surpreendido, disse-lhe então para se despir, fomos depois para a cama foder, a minha amiga já me tinha dito, agora que sabes tudo muda, tens de o submeter, ele agora é o teu escravo, come o cu dele até doer.

Eu tinha o strap-on bem posto, que gritei para ele , "amor, vira para cá o cu, vou-te foder", via-o contente e excitado, quando ele pediu para chupar, começou a chupar-me o caralho, que empurrava para a boca dele, era eu o homem dele, ele a minha mulher, passou-me depois um creme por ele, virou-me o traseiro, e comecei-o a foder.

Enterrei o meu strap no cu dele, escorreguei devagarinho a vê-lo a gemer, que gozo me dava entrar no cu, de ver o ânus dele a abrir-se todo para mim, matraqueava-lhe o cu devagarinho, perguntava-lhe "amor estás a gostar?", ele respondia, "estou amor estou vai come-me todo, come-me o cu todo, vai amor aihmm parte-me todo, faz-me doer bate-me amor".

Não queria fazê-lo sofrer, mas ele pedia-me, "mais, mais", que enterrasse até doer, que o deixasse sem respiração, era o que ele queria, fiz mais força e mais rápido o fodia, de vê-lo a masturbar-se, "aimmm, amor querida aihhm partes-me o cu todo, venho-me todo", estremeceu nas minhas mãos, não aguentava mais, veio-se todo, e ficámos ali prostrados, estava exausta de o enrabar, ele virou-se para mim "mas meu amor, assim não tens prazer nenhum, fodes-me e eu nada, não consigo".

Ele tinha razão, os centros do prazer conjugal tinham mudado, eu não sabia se a minha amiga falara com o marido, mas uma espécie de amizade intrínseca mudara tudo, talvez o meu marido e o marido dela não rejeitassem verem-me a fazer amor com a minha amiga, ou o contrário, eu aceitar ver o marido dela a foder o meu, ou o meu aceitar ver o marido dela a foder-me a mim, podíamos misturar as nossas emoções e os nossos desejos mais profundos.

Longe de mim, perto de mim

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Longe de mim, perto de mim

Passaram-se talvez dois meses desde que fui viver para a casa dos fundos, uma espécie de barraca de madeira, na ponta mais longínqua da propriedade, escondida atrás de umas sebes naturais e um bocado de floresta, mas com todas as comodidades de uma casa normal.

Era a casa para onde o meu pai ia quando queria isolar-se ou, com maior precisão, fugir da minha mãe sem ter de sair de casa, bastava-lhe caminhar duas ou três centenas de metros, afastar-se da casa principal, e pronto, refugiar-se nos seus próprios pensamentos ou atividades, e agora eu, como que herdava o refúgio dele.


Só que para mim não era um refúgio, era mais uma consequência do divórcio dos meus pais, e do que a pouco e pouco veio a suceder, o meu pai tinha arranjado outra mulher e a minha mãe, talvez pelas suas razões, também tinha arranjado uma mulher ao mesmo tempo que descobrira que era ou se dava bem em ser lésbica.


E as coisas como que aconteceram normalmente, talvez o que é normal com gente rica, toda a gente sabe o que se está a passar, todos vão aguentando em silêncio até ao ponto final, e no fim de tudo isso, em segundos, ao contrário do que se suportou uma vida, dá-se uma ruptura e cada um vai para seu lado, sem sofrimento.


A minha mãe já tinha essa tendência antiga, de gostar de mulheres com quem se dava, saía e dormia, de maneira que só por causa das aparências, tudo se foi arrastando até ao limite, e o meu pai, era também um pouco do mesmo, atraia-o mulheres mais novas que, por seu lado, atraiam-se pelo seu dinheiro e estilo de vida.


Eu não nego, achava-os ridículos, mas em coisas que podem acontecer a qualquer pessoa, reservava-me a minha opinião para momentos futuros, quando agora o que me preocupava é se as tendências de um e do outro, podiam de alguma maneira afetar também o meu estilo de vida e aqui, quando eles perguntaram com quem gostaria de viver, limitei-me a ser pragmático, com o meu pai, que era quem me dava uma boa mesada e quase tudo o que eu lhe pedia.


Mas com condições, claro, a principal que eu fosse viver para a casa dos fundos, dizia o meu pai, “tens de compreender, eu tenho aqui a minha namorada, e eu quero estar á vontade com ela”, ou seja, que me mantivesse longe da nova mulher que ele tinha, longe da casa principal para não haver tentações, e se cumprindo e não o aborrecesse, eu teria tudo o necessário até muito mais do que isso, passava a ter liberdade para um certo tipo de aventuras que normalmente chegam com o isolamento.


Para todos os efeitos eu também passaria a estar mais ou menos divorciado deles, poderia fazer o que eu bem entendesse desde que me mantivesse longe da minha mãe e das gajas que ela andasse a foder e do meu pai e da gaja que tinha agora ou de que outra que a viesse substituir.


A vida corria-me bem, na minha espécie de casa nova, que também tinha uma porta dos fundos, eu sentia-me uma espécie de inquilino, tolerado se andasse desaparecido, e era isso o que eu fazia, havia semanas em que eu saía e entrava, não via ninguém, nem a namorada do meu pai, nem o jardineiro, ou o homem da piscina, apenas uns convidados que eu trazia comigo para dar continuidade a uma festa mais divertida.


Mas lembro-me, devia ser meio da tarde, em casa estava com uma amiga que trouxera da noite passada, tinha-lhe comido a cona, mas ela não parecia satisfeita, e àquela hora da tarde, aproximou-se de mim, meteu-se entre as minhas pernas, puxou para baixo os boxers que eu tinha vestidos, e começou a chupar-me o caralho.


Deixei-me tombar para trás, e pensei, quando me viesse na boca dela, e ela engolisse tudo, aquilo seria o epilogo daquele encontro, seriam horas de ela voltar para casa, eu continuar com a minha vida, e com o que viesse a preparar para o tempo seguinte, quando tive um sentimento estranho, de alguém que estaria a observar, como aqueles momentos em que sem querermos os nossos olhos se movem e vão ao encontro dos de outra pessoa que está a olhar para nós, uma espécie de telepatia natural sentida mas ainda não totalmente descoberta.

 

E os meus olhos encontraram-se com os dela, a nova mulher do meu pai observava da janela, a minha amiga subia os lábios húmidos pelo meu caralho acima, ela parou na cabeça e eu fixei o meu olhar com um sorriso, e murmurei com a boca, “estás a gostar de ver o meu pau teso? a ser bem chupado? se calhar gostavas de chupar no meu pau também?”, ela não largava a janela a ver tudo o que estava a acontecer dentro da casa.


Não tinha sido minha intenção, mas agora que tinha uma espetadora, levantei a minha amiga, dobrei-a sobre uma mesa, levantei-lhe o vestido, o enfiei o meu rolo teso de 20 centímetros na cona dela, e olhei para a namorada do meu pai, ela mantinha os olhos muito abertos, hipnotizada pelo meu pau a penetrar na cona da minha amiga, acelerei, queria vir-me ali naquele momento, e foi isso que aconteceu, dei uma última estocada, e uma goma translúcida jorrou do meu caralho nas nádegas que eu estava a foder.


Olhei para a janela e verifiquei, a mulher do meu pai já lá não estava, deixei-me tombar no sofá, e disse à minha amiga, “querida, não quero mais cona hoje, vai embora, deixa-me sozinho”, ela foi e eu fiquei com a visão na memória da mulher proibida a admirar o meu pau teso, devia abandonar esses pensamentos, esquecer aquele momento como se nunca tivesse existido.


Não me consigo lembrar, talvez tenha sido ou não no dia seguinte, tocou o telefone, do outro lado ouço uma voz de mulher, era ela, a mulher do meu pai, “o seu pai não está cá, viagem de negócios, eu estou a sentir-me sozinha nesta casa grande”, eu olhei pela janela, na rua fazia um calor infernal, mantive-me em silêncio, ela continuou, “podíamos dar uns mergulhos na piscina!”.


A imagem da minha amiga a chupar o meu pau e a mulher do meu pai a assistir não me saía da cabeça, pensei “o que quereria ela?”, eu disse, “sabe, o meu pai não gosta que eu apareça por aí, ainda pior se ele não estiver cá”, ela perguntou com uma espécie de alegria adorável como se já soubesse a resposta, “mas porquê?”, eu prossegui, “se calhar não quer que eu tenha intimidades com a mulher dele?”.


Ela deu uma pequena gargalhada, “que tipo de intimidades podíamos nós os dois ter? o seu pai é tão inseguro!”, antes que eu dissesse qualquer coisa, ela continuou, “fazemos assim, o meu querido vem e não dizemos nada ao seu pai nem a ninguém, o que acontecer entre nós fica entre nós, venha, eu estou na piscina à sua espera”, e que posso dizer, acho que voei, o meu pau endurecera como pedra e a minha preocupação mais imediata era saber como ia esconder o meu galo teso dentro dos calções de banho apertados.


Cheguei e à medida que me ia aproximando conseguia concentrar melhor o meu olhar no que apenas tinha visto de passagem, e agora via praticamente nua, dentro de um bikini reduzido, um triângulo cor branca apertado com cordões de tecido e um top que não era mais que dois pontos estrelados e também triangulares em cima de dois bicos eretos encimando uns seios retesados de perfeição nas medidas certas.

Suspirei e quase tive medo de me aproximar, ao ponto dela sentir a minha presença e levantar-se da espreguiçadeira, ela dizia com alegria mostrando os dentes brancos, “que bom, veio!”, eu sorri e abanei a cabeça, ela olhou-me de alto abaixo, parou os olhos no meu volume, parecendo imaginar o que já vira, o caralho teso de 20 centímetros, grosso e ereto na boca da minha amiga, tentei não vacilar, e ela continuou, “está tanto calor meu querido, espero conseguir aguentar-me!”.


Ela sentou-se outra vez na espreguiçadeira e puxou-me para baixo para que eu me sentasse na outra mesmo ao lado, as pernas dela tocaram nas minhas, sem malicia ou intenção, um acaso, pareceu-me, mas que me obrigou a vê-la melhor, uma silhueta perfeita, umas pernas longas e esguias, uns seios do tamanho do interior de uma mão fechada, um cabelo loiro e longo, a pele levemente bronzeada, e uns lábios grossos que me fizeram tremer a maçã de adão.


O silêncio parecia comprometedor, não sabíamos como iniciar a conversa, as pernas dela abriram-se levemente, como um espasmo, um mero reflexo das circunstâncias, eu perguntei, “já foi ao banho, a água deve estar boa”, e olhei para a piscina apetecível, com o mesmo prazer de uma mulher muito desejada, ela disse, “ainda não, estava à tua espera”, notei um aumento de intimidade, como se uma porta estivesse a ser aberta pela primeira vez, e ela continuou, “oh meu deus, está tanto calor, estou tão suada”, e abriu ainda mais as pernas, quase exigindo que eu olhasse para o seu infortúnio.


E eu olhei, os meus olhos centraram-se na fenda do triângulo do bikini, e ela percebeu, deu-me uma pequena palmada na testa e disse, “mas, para onde o meu querido está a olhar?”, eu levantei os olhos, e ela deu uma gargalhada contida, “o meu querido está com fome?”, eu disse, “fome? não!”, ela insistiu, “está sim, está com fome de mulher?”, eu retribui o sorriso, não tinha dado conta que o meu caralho sufocava dentro dos calções, crescera e era ela agora que olhava para mim.


As mãos dela procuraram as minhas coxas, e ela disse, “puxe a cadeira mais para perto de mim”, eu fiz esse esforço levantando-me um pouco, o suficiente para que as mãos dela tocassem nos meus calções e no volume que os percorria de lado a lado, assinalando um rolo teso esmagado contra o meu corpo mas desejoso de ser liberto da prisão de tecido e elásticos que o prendiam.


Ocorreu-me de repente que eu ainda não tinha pensado no meu pai, ela também não tocara no assunto e talvez não fosse necessário, o que estava combinado era que o que acontecesse entre nós ficava entre nós, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “o teu pai viaja muito, ela nunca está cá, e eu sinto tanta necessidade de afeto”, antes que eu fosse dizer alguma coisa, as mãos dela saíram das minhas coxas, procuraram as minha mãos e puxaram-nas para as coxas dela.


Foi elétrico, o calor das coxas, a leveza da pele dela, inundaram-me os sentidos, ela abriu as pernas ainda mais, e ela disse, “faz-me falta afeto físico, carne contra carne”, as mãos dela apertaram-me as mãos, pressionando-as sobre o próprio corpo, ela disse, “fecha os olhos”, e eu fechei, ela continuou, “não digas nada por favor”, mantive-me calado e senti com surpresa a minha mão esquerda a viajar no ar e a poisar naquele centro de tecido branco, ela prosseguiu, “estou toda molhada”.


O meu dedo do meio percorreu a fenda de alto a baixo, eu sabia bem onde é que estava, acariciava lhe o clitóris por cima da tanga, e o desejo de querer mais, procurei o centro de prazer da mesma maneira que um cego hábil o faria, afastei o tecido e meti o meu dedo na cona dela até ao fundo a escorregar entre lábios apertados que vibravam com espasmos de prazer.


Ocorreu-me que as nossas decisões eram tomadas sem consciência, eram apenas ordens da carne, pensei, eu vou foder esta mulher daqui a minutos sem ressentimentos, remorsos ou questões, é apenas o desejo a falar e a ser cumprido, ela disse, “quero despir-me toda?”, com um gesto rápido ela retirou do corpo aqueles pequenos obstáculos à nudez total.


Ela olhou para mim como se faltasse qualquer coisa, olhou para os meus calções e puxou-os, eu deixei-os deslizar pelas pernas e o meu caralho saltou como uma mola, a libertar-se da dor que lhe era infligida pelas convenções da indumentária, as mãos dela percorreram as minhas coxas, apressadamente, um desejo de chegarem ao destino, prendeu o meu pau com as mãos e engoliu-o entre os lábios quentes.


Revisitei as memórias da noite anterior, e nunca pensei que a mulher do meu pai depois de assistir à minha amiga a chupar o meu pau, também ela estaria a fazer o mesmo umas horas mais tarde, puxei-a para o meu lado, e enquanto ela chupava o meu caralho, os meus dedos desceram pelo vale dela entre as pernas, e mergulharam no banho quente dos seus lábios mais íntimos, comecei a masturbá-la, acariciar-lhe o clitóris, uma febre atingia-me os olhos e a fronte.


Ela baixou-se mais, os seios tocaram nas minhas coxas, senti o roçar dos mamilos, como um castigo e um sacrifício, pedi-lhe que parasse, ela posicionou-se na espreguiçadeira, empinou o rabo delicadamente e suspirou, “fode-me amor, estou tão carente, come-me toda”, e montei-a como um cão monta a cadela, a minha verga grossa de 20 centímetros entrou nela e escorregou até ao fundo da cona, fechei os olhos e com o sol a bater-me na face cavalguei-a como um cowboy em direção ao horizonte.


Os gemidos dela dela era insistentes e contínuos, “ohhh foda tão bom, ai estou doida, humm”, continuei a martela-la por trás, num movimento continuo e ondeante, o meu pau entrava e saia nela, até que tremi, o meu limite aproximava-se, ela gritou, “ai amor que me venho toda”, foi um orgasmo simultâneo, a minha lava ejaculou dentro dela e ela veio-se também toda molhada, ela deixou-se cair na espreguiçadeira e eu em cima dela, e ali permanecemos em silêncio, à espera que a consciência acordasse.


Disse-lhe, “vou dar um mergulho”, a água fresca da piscina tocou em todas as minhas células e os meus sentidos vibraram duplamente de prazer, uma outra forma de realidade atingiu o meu cérebro, a água da piscina era mais azul, o sol mais quente, a relva mais verde e os contornos dos objetos inertes muito mais definidos.


Ela mergulhou de seguida, o corpo dela entrou na água e moveu-se como uma sereia, ela emergiu depois nas escadas, saiu a apertar o cabelo entre as mãos, e a água escorria pelos ombros, seios e pela barriga, e uma humidade brilhante entre as coxas, riu-se para mim e fez um sinal com o dedo, “vem”.


Eu fui, ela dobrou-se novamente sobre mim, e à espera, em silêncio, a desfrutar do acontecimento, não havia pressa, a casa estava vazia, éramos só nós, e os nossos corpos saciados, animais com desejo, o melhor agora não era fazer, o melhor era guardar, como se faz a um vinho ou a qualquer outra coisa que beneficia com o tempo, a mão dela acariciava o meu rolo grosso, devagarinho, e disse, “fica entre nós, querido, afinal amo o teu pai”.


Uns dias depois, o meu pai telefonou-me, “filho, espero que fiques contente com a novidade, vais ter um irmãozinho, a minha mulher está grávida, não me perguntes como!!” 


Corno com certeza

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Corno com certeza


Ainda não sei como chegou aos ouvidos do meu marido o boato de que eu tinha tido um caso com outro homem, mas, ou muito me engano, a responsável foi a minha sogra. A mulher é um diabo, não gosta de mim, e pelas contas dela, ela acha que não sou boa para o filho.

O
meu marido é muito ciumento, mas agora que apareceu o boato, ele anda mais à procura de coisas, só para dizer que quer ter a certeza, de que eu sou uma puta.

Ou seja, ele não sabe se eu tive um caso ou não, o meu marido quer é que os ciúmes que o moem tenham uma justificação.

No outro dia, estávamos num café e apareceu um antigo namorado meu, e foda-se!! todo o meu corpo tremeu, porque quando ele se foi embora, o meu marido dizia, “foda-se! és mesmo puta, estavas a olhar para o volume dele nas calças, ele anda a comer-te? ele dava-te boas fodas?”.

Eu tive que dizer uma verdade e uma mentira ao mesmo tempo, que o meu namorado não me comia, e que dantes, eu não gostava das fodas.

Depois, foi na oficina de automóveis. Um jovem mecânico riu-se muito para mim e fez-me muitos elogios, inclusive, queria fazer-nos um desconto, mas o meu marido mais tarde dizia, “olhavas para ele, eu vi, só pensavas em chupar-lhe o pau, querias chupar-lhe o pau? e ele a comer o teu cu?”.

Neste caso não sabia se era verdade ou mentira, não era ser puta, era ser mulher, eu não me lembrava se tinha pensado no que ele dizia, que eu queria chupar o pau do mecânico, talvez fosse verdade, não sabia, e disse, “que era mentira e que só estava a ser agradável”.

Mas ele disparava, “agradável? Tu andas na rua quase nua, e eu vi, caralho, só faltou pores-te de joelhos e chupares-lhe o caralho, e se eu não me importasse tanto, saltavas para cima do mecânico para te foder a cona”.

Eu insistia com ele que não havia razões para ter ciúme, que o boato não era verdadeiro, que eu era casada e mulher só dele, que não tinha casos com outros homens, mas ele abanava muito a cabeça, a dizer, “não, eu sou corno, eu tenho a certeza de que sou corno, tu só me podes estar a mentir, tu andas com certeza a levar na cona”.

Passaram-se meses!!

No início da semana, regressávamos de uma festa, que posso eu dizer, que tinha corrido mal, saímos mais cedo só porque um homem na festa veio falar comigo.

O carro rolava na estrada e o meu marido dizia, “foda-se!! tu rias-te tanto para o gajo e o gajo só olhava para as tuas mamas e para as tuas coxas, e os sinais que davas, caralho, era para ele te comer, querias levar com o pau grosso dele no cu?”.

Eu dizia que não, mas o meu marido irritava-se ainda mais, “eu sou corno caralho, eu sei que sou corno, mas eu quero ter a certeza, caralho, que sou corno, eu quero ter a certeza de que um gajo qualquer andou a foder a tua cona, compreendes? eu não quero pensar que sou corno, eu quero ser corno e saber que sou corno, ter a certeza”.

Parámos algures numa estação de serviço.

Eu estava confusa, mas amo o meu marido, tinha de tentar outra saída, negar e negar já não dava, aproximei-me do ouvido dele e disse, “querido, para eu ser puta e tu corno, eu tenho mesmo de foder com outro homem, só assim vais ter a certeza, querido”.

As minhas palavras causaram efeito, a lógica do que eu dizia pareceu-lhe acertada, viver com a ideia de que é corno, com a sensação de que pode não ser, é muito pior do que ser corno, e ter a certeza de que se é corno a valer.

O que fazia sofrer o meu marido era o vazio, a ideia de viver com um sentimento como o do ciúme, admitindo que o mesmo poderia ser inútil, melhor mesmo seria preencher esse vazio, ter ciúme com razão, e ser corno com certeza.

Eu olhei para as mesas em redor e reparei que àquela hora da noite a maioria da clientela eram camionistas que paravam para jantar e que depois partiam em grandes camiões transportando mercadorias por todo o continente.

Não pareceu estranho ao meu marido que toda aquela clientela concentrava os olhares na minha pessoa, uns com olhos de bovino, outros com olhos de carneiro mal morto, todos eles com a ideia estampada na cara, de que se me apanhassem no camião,  fodiam-me toda.

Eu aproximei-me novamente dos ouvidos do meu marido e sussurrei, “querido, e se um deles me desse uma foda? assim já sabias que eras corno, mas corno com certeza”, ele olhou para os bovinos, “não sei, amor, parecem-me tão brutos! E tão mal-vestidos!”.

Mas eu prossegui, “deixa-me escolher um, querido, ele dá-me uma foda e pronto!! fica tudo resolvido”, ele perguntou, “e como é que vais fazer isso?”, e eu continuei, “vou à casa de banho, ou vou lá fora, no estacionamento, querido, vais ver que arranjo um que me coma”.

Ele olhou novamente em volta, depois disse que sim com os olhos, mas perguntou, “mas onde?”, eu respondi, “querido, ali mesmo no estacionamento, ou vamos para um camião”, ele queria saber mais, “e eu?”, eu perguntei, “mas tu, o quê?”, ele continuou, “como é que eu sei que não me vais mentir? tu podes fingir que vais dar uma foda, e eu fico na incerteza, não, eu tenho que ver com os meus próprios olhos”.

Eu levantei-me e preparei-me para sair, ainda disse, “está bem, tu ficas a ver, eu também quero que tenhas a certeza”, e no estacionamento cá fora, encontrei um camionista, fumava um cigarro, encostado ao camião, meio escondido na sombra das luzes, parecia que estava à minha espera.

Aproximei-me dele, pedi um cigarro, e depois disse, “o meu marido é um pouco tarado, perguntou-me se eu queria foder um camionista, eu disse que sim, e será que me podia ajudar, ando há procura de um por aqui?”.

Ele ajeitou os colhões com a mão, deitou o cigarro fora com uma última baforada, eu percebi logo, ele tinha um grande instrumento, olhou-me de alto a baixo, a admirar as minhas pernas longas, "o teu marido? a sério? e queres mesmo levar com uma verga grande? eu tenho aqui uma!", eu olhei novamente, ele apertava o caralho e os colhões, ele continuou, "anda, querida, põe aqui a mão na minha piça".

Eu aproximei-me mais dele, senti um cheiro intenso a homem de trabalho, a minha mão posou-lhe nas calças e apertei um pouco aquele volume, e num reflexo claro senti na minha mão um caralho grosso, a querer inchar a cada minuto que a minha mão ficava, naquele sitio, naquela posição, eu perguntei, "eu gostava de trazer o meu marido, importas-te?", e antes que ele desse uma resposta eu insisti, "ele quer assistir, quer ter a certeza que levo na cona".

Ele sorriu, "não querida, chama-o, isso ainda me dá mais tesão, ver o corno a ver-me foder-te", o meu marido esperava na estação de serviço, a aguardar um sinal meu, eu chamei-o, "querido!, e ele apareceu num salto na meia escuridão das luzes artificiais da noite, o camionista olhou, "queres mesmo que foda a tua mulher?", o meu marido respondeu logo, "quero, ao menos fico com a certeza, é a única maneira de ficar calmo, de saber que ela é mesmo puta". 

Eu sorri para o camionista, "não ligues ao meu marido, ele só quer ser corno com certeza", o meu marido parecia aliviado, os ciúmes acabavam, podíamos finalmente prosseguir com o nosso casamento, eu disse para o homem, "deixa-me ver o teu pau, tira para fora", ele baixou as calças e saltou de lá um caralho teso, "está aqui, amor, é todo teu, vou enterrar-te esta piça toda", eu sentia, o meu marido estava entusiasmado.


O camionista impaciente, esticou as ancas, fazendo a verga parecer ainda maior, e eu disse ao meu marido, “querido, eu vou chupar a piça dele, tens problemas com isso?”, e ele respondeu, “não querida, a puta és tu, eu sou só o corno”, e então eu pus-me de cócoras e engoli na minha boca o pau teso do camionista, o meu marido olhava de perto, a ver a minha língua a lamber a cabeça.

Estávamos ali na rua, à beira da estrada, no meio de camiões, o homem puxou-me para cima, encostou-me contra o carro, levantei o vestido e baixei as cuecas, e ele entrou em mim, por trás, no meio das pernas do meu rabo branco, o caralho imenso escorregou até à minha cona, e entrou, teso e duro, eu gemi, “ai querido, aihmm, ai, que pau tão grande, ai, foda-se, ai, amor, ele fode-me toda”, o meu marido olhava, e eu continuava, “estás contente de seres o meu corno e eu a tua puta, amor?”.

O meu marido dizia que sim, e o homem movimentava-se a bater as ancas nas minhas nádegas, eu sentia o pau que entrava e saía, meia dobrada, meia em cima, até que o homem parou e pediu, “está frio, vamos para a cabine do meu camião”, o meu marido ficou a olhar, e disse, “sim, querida, é melhor, vai, vai com ele, eu já vi o que tinha a ver, depois confessas tudo”.

Eu sorri para o meu marido, e disse, “sim amor, eu depois confesso que sou a tua puta e tu és o meu corno com certeza”, e subi para o camião, o camionista puxou-me para dentro, abriu-me as pernas ao meio, e deitou-se em cima de mim, enterrou-me o caralho na cona, e enquanto fodia, ele perguntou, “dá-me o cu, o teu marido não fica com ciúmes, se eu comer o teu cu?”.

Eu respondi, “não homem, o meu marido quer ter a certeza que é corno, come tudo, querido, come o meu cuzinho também, eu depois confesso”, eu virei-me para ele e senti o pau grosso a fazer força, o meu anel mais tenso abriu-se, a cabeça gorda entrou, e eu soltei um suspiro, “ai, vou gostar tanto de confessar, ai o meu cuzinho, fode o meu cuzinho”.

Não demorou muito para eu e o camionista nos começarmos a vir, quando tocou o meu telefone, era o meu marido, “então, querida, és mesmo puta, ainda estás a foder?”, e só tive tempo de dizer que estava a acabar.

No regresso a casa, o meu marido cismava com qualquer coisa, e eu então perguntei, “o que é que se passa? agora já és corno com certeza”, mas ele torceu o nariz, e respondeu, “humm, por definição ser corno é não ter a certeza que a mulher é puta, agora tenho a certeza e continuo com ciúmes, vais ter de foder mais amor e depois vais confessar”.



Deixa lá, isso aqui está sempre a acontecer!!

21:56 0
Deixa lá, isso aqui está sempre a acontecer!!

Eram só umas curtas férias. Não era uma questão de dinheiro, mas do trabalho do meu marido que não nos permitia estar mais tempo. Ou muito pior, a ideia de gastar tempo sem fazer nada que não fosse, isso mesmo, fazer nada, era uma coisa que o meu marido já não aguentava.


A
ideia de outros o substituírem na empresa sem ele controlar o rumo dos acontecimentos, deixava-o angustiado, e a mim furiosa por afinal não ter férias nenhumas, curtas ou longas. 

Quantas vezes pensei no meu passado de juventude, privilegiado eu sei, em que aguardava serenamente o verão para me estender nos areais, gozar de um calor fraterno que me era dado de graça, de fazer sexo com os meus namorados, com uma plenitude de imortalidade, e de tempo preguiçoso como eu. 

Éramos deuses e deusas, mas agora, melhor seria ter vindo sozinha do que ter o meu marido comigo agarrado ao telefone!! Porque se há coisa que eu sei fazer é não fazer nada, e tenho a certeza, arranjo sempre qualquer coisa para me entreter, porque isso eu sei, só há vida se for um doce mel. 

Estávamos no segundo dia de férias e a verdade é que ele ainda não me tinha fodido. Ultimamente as férias serviam também para isso, para pretexto de uma foda, ou de umas quantas fodas, como se foder fosse uma experiência sazonal, coisa que só se faz numa certa época do ano, quando o tempo começava a aquecer, mas mesmo isso começava eu a sentir que para o meu marido era um sacrifício e uma perda de tempo. 

Esta tarde descíamos pelo elevador que sai da porta do hotel direto para a praia e eu, caída nos meus pensamentos, sorria sobre alguém que tinha tido a feliz inteligência de o construir na falésia junto ao mar, e abrir um fosso na rocha para o elevador passar. 

Foi quando o meu marido e eu entrámos no elevador que um homem negro também entrou. Éramos só os três no elevador que se movia lento pela encosta abaixo e eu reparei que o homem indiferente ao meu marido, como se ele ali não estivesse, analisou o meu corpo todo. 

Os olhos negros e profundos, dois lagos misteriosos que desceram e subiram dos meus pés até à cabeça, mirando cada centímetro de mim, os meus calcanhares, as minhas pernas e coxas, o meu ventre e mamas, o meu triângulo escondido no tecido fino, o meu pescoço, os meus lábios e boca, até que encontrou os meus olhos, e sorriu. 

Um sorriso sexual, de desejo declarado, um sorriso com uma proposta, que me obrigou a olhar para ele de alto a baixo também, as pernas grossas e peludas, o volume do pénis no calção justo, o tronco envolto numa camisa aberta, e aqueles olhos e aquele sorriso, meu deus!!, pensei, sou uma mulher casada!! 

Eu e o meu marido saímos no areal e fomos para um lado da praia um pouco mais discreta onde estendemos as toalhas, e enquanto o meu marido continuava ocupado, eu não podia deixar de reparar que o homem se sentou não muito longe de nós como se aguardasse por alguma coisa ou por alguém. 

A minha pele tremia com o interesse dele por mim, como se o simples facto de ele me mirar daquela maneira tão intensa fosse já uma experiência sexual, e o prelúdio de alguma coisa ainda mais forte e inesperada, e isso metia-me tanto medo. 

Porque era uma experiência que nunca tivera, não a de outros homens olharem para mim, que isso acontecia muitas vezes, mas o de eu corresponder e querer consumar com sexo o que ainda era só desejo. 

A minha visão era total, fechei os olhos e senti no corpo reações como se fossem reais, a imaginar que ele pedia para eu o chupar, e eu enchia a boca com aquele caralho teso, hirto de veias e cheiro, lambendo-o, apertando-o e engolindo, e depois no traseiro, ele a montar-me ali mesmo, na praia, no mato.

Eu como que acordei e disse ao meu marido, “olha querido vou ao banho até à água”, e comecei a andar em direção ao mar, quando reparei de relance que o homem fez o mesmo vindo um pouco mais atrás de mim, até que me alcançou quando os meus pés se cobriram com a espuma da maré. 

Ele aproximou-se de mim, e eu ouço-o dizer, “olá, está a gostar da praia?”, eu sabia que era conversa de engate, e estranho é que eu estava indiferente à presença do meu marido e até gostava, eu disse com um sorriso, “estou, é muito agradável”, sem poder deixar de olhar para o volume do pénis dele preso no calção de banho, que agora de perto eu via que era soberbo. 

Eu fiquei um pouco embaraçada, ele percebeu o meu olhar sobre o pénis, mas ele continuou, “você é muito bonita, uma bela mulher”, eu sorri e com esse sorriso veio a lembrança de ainda há segundos ter imaginado este homem a foder-me, eu disse, “obrigado”, a saber que a conversa de engate ia fazendo o seu caminho, eu sentia que ele queria sexo, quando eu o ouvi a ser direto, a apertar o pénis com a mão, “sabe? eu adorava fazer amor contigo”. 

Eu não esperava ouvir aquilo tão rápido, assim de um modo tão urgente, eu nem esperava que ele o dissesse alguma vez, não estava preparada para essa proposta, e disse, “eu mesmo que gostasse de fazer amor contigo, como vês não posso, e apontei para o meu marido”, mas ele continuou agora num outro tom, “ele não precisa de saber, eu dava-te uma foda agora mesmo, se queres vamos”. 

Por momentos eu quase respondi, “vamos onde? dás-me uma foda?”, mas consegui conter-me e disse, “agora não, eu vou regressar para junto do meu marido”, e dei meia volta e parti, a sentir que ele me olhava para o rabo e para as costas nuas enquanto eu caminhava. 

Quando eu cheguei à toalha reparei que uma mulher olhava muito para mim, desde que chegáramos à praia ela observava todos os meus movimentos, e eu disse ao meu marido, “não te devia dizer!”, ele virou a cara e eu continuei, “eu recebi uma proposta de sexo agora e eu quase aceitei”, o meu marido perguntou, “que proposta?”, e eu respondi, “ali junto ao mar, aquele homem disse que me dava uma foda agora mesmo”. 

O meu marido que estava preso a um jornal, olhou para mim, sorriu e respondeu, “deixa isso para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 

Lá ao fundo o homem continuava à beira-mar, ele sentara-se na areia e eu reparava que deixava vir as ondas pequenas de espuma tocar-lhe na pele e nas pernas, e eu insisti com o meu marido, “acho que vou ao banho outra vez, e não sei, talvez, se ele fizer a proposta novamente, vou aceitar”, e levantei-me a correr sem lhe dizer mais nada. 

Aproximei-me eu agora do homem e sentei-me também na areia, ele olhou para mim e perguntou, “você voltou?”, eu sorri e disse, “voltei, mas não para aquilo que você propôs”, e ele continuou em jeito de gozo, “mas o que é que eu propus? não me recordo”, e eu respondi, “você disse que me dava uma foda agora mesmo”. 

Ele voltou a olhar para mim, e pediu “chegue-se mais perto, quero mostrar-lhe uma coisa”, eu aproximei-me ainda mais, quase a tocar-lhe no corpo, sentados junto ao mar lado a lado, e foi quando ele puxou os calções para baixo, e dele saltou o caralho, uma coisa grossa e preta, “estás a ver como ele está teso? Gostavas de chupar nele?”, 

Agora fui eu a olhar para ele, “sabes que não posso”, perguntou ele, “não podes, mas queres muito eu sei?”, depois ele insistiu, “toca-lhe só, faz uma festa no meu caralho”, eu virei a cara lá para cima onde estava o meu marido, a falar no telefone e discutia, a tal mulher sempre atenta, e não me consegui conter, eu pus a minha mão fria no pau dele, e ele sorriu para mim. 

Não havia ninguém perto de nós, só a tal mulher se apercebia, e eu comecei a massajar lhe o pénis, apertado na minha mão bem cheia, e ele perguntou, “o teu marido está distraído, tens um cu tão bom, gostavas que eu te comesse o cu?”, eu batia-lhe uma punheta muito leve, “gostava muito, mas sabes que não posso”, e ele continuou, “chupa-me então só um bocado”. 

Eu voltei a olhar para o meu marido e nada tinha mudado, eu baixei-me então de lado, e pus o pau dele na boca, eu senti que ele largou um suspiro, dos meus lábios quentes na cabeça, em segundos uma eternidade, enterrei o pénis dele na boca, que ele retesou as pernas abertas, eu queria que ele se viesse para que tudo acabasse naquele momento, quando sinto a mão dele a pousar na minha cabeça, “anda vamos para as rochas, não aguento mais, quero comer-te a cona”. 

Eu levantei a cabeça, com a boca húmida do sabor almiscarado dele, “não, não posso, o meu marido está a olhar, deve estar à espera”, eu levantei-me e regressei a correr para a toalha, a tal mulher olhava para mim e sorria, e eu disse ao meu marido, “a água está boa, e não te devia dizer!”. 

O meu marido não me ouvia, ele dizia que o estavam a substituir, que lá na empresa haviam uns gajos a trabalhar, que ali em férias não os podia controlar, até que eu insisti, “sabes aquela proposta? Ele pediu para eu tocar no caralho dele!”. 

E vai o meu marido, ele respondeu, “tocar no caralho? deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 


Não sei porquê, daquelas palavras senti alguma liberdade, estaria eu a ser mal interpretada, e disse ao meu marido, “olha amor vou outra vez à água”, e o meu marido respondeu, “outra vez? Ainda agora chegaste!”, mas eu continuei, “vou ver o que o homem propõe de novo”, e o meu marido deu uma gargalhada, “pergunta lá a ele se te quer foder, isso aqui está sempre a acontecer.” 

Eu levantei-me, quase a correr e regressei à beira-mar, eu sentei-me ao lado do homem, e ele perguntou, “já sei que não podes, e que tal irmos para as rochas foder, eu conheço um sitio”, eu olhei lá para cima,  o meu marido telefonava, a tal mulher olhava, e eu disse, “vamos, mas tem de ser rápido”. 

Eu e ele caminhámos em direção a umas rochas, ali escondidos no areal, num recanto abrigado com arbustos e mato, o meu corpo tremia todo, numa excitação tão intensa, eu não conseguia respirar, as coxas abriam-se numa inércia incontrolável, eu imaginava o pau ereto a penetrar-me, ele tirou os calções e o caralho saltou como uma mola, preso a dois colhões pretos, grandes e imponentes, a exigirem-me submissão.

Ele abraçou-me pelas costas com dois braços vigorosos, "és uma bela mulher, gostas de levar no cu? querida", a mão dele desceu por dentro das cuecas do meu bikini, "foda-se! és tão perfeita, quero muito comer o teu cu, gostas?", eu devo ter gemido sem perceber, "gosto sim", a piça dele entrava pelo meio das coxas a roçar o meu clitóris, e eu sentia-a forte e dura.

O meu desejo intensificava-se, o calor quente que lhe saía da boca envolveu-me o corpo todo, o pau grosso procurou a minha cona, e eu só tive tempo de lançar um suspiro, “aihm, foda-se, aihm, humm, aihmm, caralho, aihmm, fode-me, parte-me toda”, era ele a entrar na minha fenda apertada. 

Eu ouço-o dizer ao meu ouvido, “ai, que mulher, caralho, que cu tão bom”, ele começa a mexer, saía e entrava dentro de mim, as mãos largas a apertar, as minhas nádegas empinadas, eu gemia, “aihm foda-se que não posso”, ele movia as ancas a acelerar, "humm, amor, deita-te, querida, quero foder-te toda, humm, queres no cu amor, queres?”, eu dizia, “quero dá-me no cu”. 

Eu senti o dedo dele a furar o meu ânus, “ai caralho aihm”, enterrou-o para dentro com cuspe na ponta, as pregas tesas aliviavam quando o pénis dele me atingiu, “aihm é tão grosso, aihm”, a enterrar-se até ao fundo, ele acelerava sem parar, quando eu olhei para o lado, era a tal mulher a olhar, ela tinha-se levantado e vindo à beira-mar, quando dei um grito e eu sabia que me estava a vir, "hai, foda-se, estou-me a vir toda", ele estremeceu e começou-se a vir, “urr caralho urr que foda amor”. 

Quando regressei à toalha para perto do meu marido, ao meu lado vinha a tal mulher comigo, ela sussurrou a dizer, "adorei vê-la a ser fodida, gostou do pau dele?, eu sorri a abanar a cabeça, ela foi sentar-se na toalha dela, enquanto eu chegava perto do meu marido e dizia, “não te devia dizer, mas estive ali com o homem nas rochas”. 

E vai o meu marido, respondeu, “nas rochas? deixa para lá, isso aqui está sempre a acontecer”. 

Óleo indígena no Oriente Médio

21:48 0
Óleo indígena no Oriente Médio

Թ
Levar a minha mulher comigo numa viagem normal de negócios nunca me pareceu uma grande ideia, e então a minha que tem uma capacidade tão grande de persuasão, motivação e energia, que me deixa totalmente desconcentrado, e no fim, descubro, há coisas que não se podem misturar, e pior ainda no Dubai.

Entrámos no hotel com ela à frente carregada de eletricidade, e eu uns metros atrás a parecer um seu criado, os homens observam-na nas suas curvas perfeitas, o rabo espetado, as mamas na medida certa, para eles não devo ser o marido, e as malas, foda-se!!

As malas são umas quantas apesar dos negócios serem só uns dias, nas mulheres há sempre esse desvio, consideram todas as hipóteses por muito improvável que seja a sua concretização e por isso andam preparadas, o pior são as costas dos empregados que as carregam e claro o meu dinheiro.

Mas claro por esta mulher eu faço tudo, ela tem o que parece a ingenuidade de uma menina, mas está sempre atenta, e quando importa, o espírito decisivo aparece, e como uma leoa ferida solta as garras, e é por isso, que no nosso real aceitamos tudo.

E por isso quando ela disse, “amor, vai trabalhar, querido, se precisares de mim .., eu vou vadiar ..”, eu ainda ia perguntar, “para onde?”, mas ela adivinhou os meus pensamentos, “para onde eu quiser, querido, para já vou para a piscina, há lá sempre rapazes bonitos”, ela fez um beicinho com os lábios, a passar a mão na minha careca, “importas-te, amor? tu sabes que eu gosto de relaxar”.

Eu ainda insisti, “querida, o trabalho pode esperar, eu posso ir contigo”, ela olhou para mim, “amor, tu sabes, eu gosto que vejas a tua querida brincando, mas hoje ..”, eu percebi ela queria estar sozinha, e aproximou-se do meu ouvido, “eu depois conto tudo”.

E vi sair a minha mulher num bikini minúsculo, o preto ficava-lhe bem, enrolada num quimono florido, sentado na beira da cama, eu tremia de excitação, lá em baixo devia já estar um árabe à minha espera, eu desci minutos depois.

Desci para o átrio, o árabe estava impaciente, “temos de ir”, eu perguntei, “não viu uma mulher passar por aqui?”, ele aproximou-se como se fosse contar um segredo, “eu vi mas não posso dizer abertamente, mas por Alá, caralho, que mulher!!”.

Para ele dizer aquilo daquela maneira, era o suficiente para perceber o efeito que ela tinha nestes homens, eu disse, “é a minha mulher”, ele fez uma curvatura com o corpo, “ai desculpe, desculpe”, eu disse, “não peça desculpa, eu sei o tesão que ela causa nos homens, eu tenho de ir à piscina”.

Ele fez um movimento com a cabeça, “as coisas mesmo importantes podiam esperar”, tomámos a direção da piscina, os nossos pés eram penas que quase não tocavam no chão, e eu vi, ela estava deitada numa espreguiçadeira, ela tinha aliviado a parte de cima do bikini, e quando se levantou, no corpo nu apenas se via um triângulo negro de tecido a cobrir-lhe a cona.

Um pouco afastado eu e o árabe, escondidos, víamos um jovem sentado numa cadeira vestido com uma farda branca, eu pensei, “um empregado?”, que olhava para a minha mulher e quando ela saiu da água e agarrou na toalha, ela virou-se para ele a limpar o corpo e eu vi o contorno do caralho teso dele nas calças justas.

Eu reparei que a minha mulher olhou em volta para os lados para ver se havia alguém à espreita, e não nos vendo, nem a mim, nem o árabe, ela avançou para o jovem, “trabalhas aqui?”, ele sorriu apreciando o corpo dela de alto a baixo, “faço massagens”, ela pareceu surpreendida, “mas és massagista?”, ele sorriu novamente agora mais intensamente, “as minhas massagens são alegres com final feliz”.

Eu reparei que a minha mulher sorriu com uma gargalhada quase impercetível, aproximou o corpo muito perto da face dele, e depois segurando-lhe o queixo com a mão, “eu gosto muito dessas massagens, estás disponível para mim? achas que me aguentas?”, ele retorquiu, “depende do que gosta”, eu e o árabe ouvíamos, “eu gosto de tudo, querido”.

Ela aproximou-se ainda mais, baixou o tronco e pondo-se quase de cócoras, eu vi a minha mulher a passar a mão na verga grossa que o jovem exibia saliente nas calças, ela dizia, “isto ajuda-te nas massagens?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, e ela continuou, “vais massajar-me com este pau amor?”, a voz da minha mulher deixou-me tão teso que tinha medo de fazer algum ruido que me denunciasse a mim e ao árabe.

Ela continuou, “não está aqui ninguém, posso ver?”, ele disse que sim, e eu vi a minha mulher a puxar as calças e a saltar delas para fora uma vara grossa que devia de ter mais de 20 centímetros, ela agarrou no caralho a massajá-lo levemente, “onde me vais dar a tua massagem?”.

Ela continuou a bater o pau, o prepúcio vinha para baixo, e mostrava a cabeça gorda e rosada, ela mal conseguia prender na mão o caralho tão grosso, e foi então que eu vi, ela conduziu os dedos do jovem para o clitóris dela, e ela gemeu de prazer, “hum ai mais mais”, os dedos dele rolavam pelos lábios da cona entre o bikini, a boca dela apertou o pau nos lábios, a língua correu na cabeça grossa, quando começou a estremecer, a cair de joelhos, e eu sabia, a minha mulher estava a ter um orgasmo.

Durante uns segundos ela agarrou no caralho dele, como uma vara para não cair, e ele disse, “vamos para o meu sítio, quero acabar a massagem”, e vi-os a andarem juntos para uma cabana de cortinas de pano, como um solário, mas mais privado, quando o vento batia eu e o árabe conseguíamos ver tudo.


Ela tirou as cuecas do bikini, e o jovem colou o corpo ao da minha mulher, “você gosta no cu”, a minha mulher sorriu de alegria, “gosto muito querido”, ela dobrou-se numas almofadas e ele montou-a por trás, o caralho grosso entrou no vale delicado e entre as nádegas mergulhou na cona, prosseguiu até ao fundo e depois, como se se tivesse enganado no caminho, saiu rápido e espetou-se no cu da minha mulher, “aihmm hum querido”.

O jovem começou a bombeá-la com força, entrava e saia, com as mãos abria-lhe as nádegas, “ai amor massaja-me o cuzinho todo”, ele acelerava empinando-lhe o rabo para cima, para o caralho entrar mais fundo, “aim foda-se que massagem no cu amor mais fundo mais força”, ele estimulado ao limite pela minha mulher começou a tremer e não demorou tempo, ele e ela gemeram e uma golfada de porra saia do ânus da minha mulher.

Eu sabia que era tempo de eu e o árabe irmos embora, mais tarde ela contar-me-ia tudo e eu ficaria a saber se ela era fiel a dizer mesmo o que se tinha passado, eu sentia uma dor tremenda no pau e acho que também tinha me vindo, no carro a caminho dos negócios, o árabe que normalmente falava muito, não abriu a boca, só olhava para o telefone.

Quando cheguei mais tarde, a minha mulher deu-me um beijo na boca e um abraço, “então amor, os negócios?”, eu respondi, “correram bem, melhor do que esperado, o meu amigo árabe ajudou-me muito”, e depois continuei, “e tu?”, ela rodou o corpo, “amor, fiz só uma massagem, depois conto-te tudo”, passaram uns segundos, “vamos estar cá mais tempo, gostei das massagens, acho que vou fazer mais, não te importas querido?”

Eu ia dizer que não, quando ela disse, “humm, e querido, ligou para aqui um teu amigo árabe a perguntar se podia ser o meu massagista”, ela moveu-se suite e eu fiquei ali parado a olhar …

Não podia acontecer, não resistir ....

22:43 1
Não podia acontecer, não resistir ....

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Lembro-me da minha mulher ter dito que teria de ir durante uma ou duas semanas para um país africano em trabalho e não sendo nada de anormal desde que estávamos casados há cerca de cinco anos, encarei isso com normalidade.

As duas semanas passaram e quando ela regressou o meu desejo era tão forte que pensei que fosse reciproco, era muito difícil que eu e ela passássemos sequer dois dias sem dar uma foda, os meus colhões doíam sempre muito, e ela sentia isso de uma maneira que às vezes bastava fazer-me um broche para me aliviar, e chupar-me o meu pau como só a minha mulher sabe chupar.

Mas desta vez parecia diferente, tínhamos saído para jantar, fomos depois para um bar saborear uns cocktails, e no regresso, eu percebi que alguma coisa nova se passava, ainda nem tínhamos falado da viagem, eu parei o carro num parque, via-se o mar daquele sitio, e eu perguntei, “passa-se alguma coisa amor?”.

Ela olhou para mim, sem que os olhos se fixassem nos meus, “eu acho que não vais gostar de ouvir?”, ela deixava-me preocupado, e ela continuou, “foi uma coisa que se passou na viagem”, eu olhei para ela, a luz da lua que vinha do mar com o seu manto de estrelas apanhava a minha mulher no seu caminho, “eu fiz uma coisa que talvez não devesse ter feito”.

A minha mão pousou na coxa da minha mulher, a pele nua descoberta em baixo de um vestido curto, “o que podes ter feito amor? Foda-se querida estou cheio de tesão”, eu puxei a mão dela para cima do meu pau, “está a ferver amor”, a minha mão subia pela perna, “tira as cuecas, amor, quero dar-te uma foda mesmo aqui estou a sofrer”.

Pareceu-me ver na boca dela um sorriso, mas que desapareceu logo a seguir, “oh querido mas .... eu tenho de dizer”, ela soltou um suspiro, “eu lá não aguentei, amor .... eu estive com um homem”, eu perguntei, “não aguentaste como?”, ela respondeu, “ele levou-me até ao meu quarto e .... entrou ... conversámos um pouco e ... estive com ele”.

Eu virei a cabeça, sem pensar que o meu tesão tinha diminuído muito, “estiveste com ele como , amor, não estou a entender?”, ela deu uma pequena explosão como se o que tivesse de sair dela saísse com pressão, “amor, estive com ele no meu quarto do hotel, nem eu percebi o que aconteceu comigo, quando acordei eu estava a ser fodida”, eu ainda disse, “quando acordaste??”. mas depois parei para pensar.

Foram alguns segundos que passaram, eu de um lado e ela do outro, olhávamos para o reflexo do mar, e eu perguntei, “quem é, é teu colega ou isso?”, ela respondeu, “não amor, apenas alguém que apareceu, viu-me sozinha no bar do hotel, e ....”, eu olhei de lado, “e ....?”, ela prosseguiu, “ele atraiu-me amor, um homem negro enorme, bem vestido e com boa pinta, e não resisti, eu estava sozinha e estava a arder em tesão”.

Ela depois prosseguiu novamente, “e a voz dele hipnotizou-me”, eu voltei à carga, “hipnotizou-te como?”, ela olhou para mim e parecia mais relaxada, como o criminoso depois de confessar o crime, “no hotel estávamos naqueles bancos altos e ele meteu a mão como fizeste agora”, eu perguntei, “ele meteu-te a mão na cona?, ela disse, “literalmente querido, tu não sabes o que é África, é difícil andar com cuecas”.

O que a minha mulher tinha acabado de dizer tinha feito regressar o meu tesão, a visão de um homem negro a abrir as pernas da minha mulher e a meter-lhe a mão na cona excitou-me mais do que pudesse estar irritado, e eu perguntei, “ele meteu a mão e tu, gostaste?”, desta vez ela sorriu, “gostei, querido, senti-me como se estivesse num filme, ela começou a acariciar-me os lábios e depois aproximou a boca dele dos meus ouvidos e disse que eu estava toda encharcada”.

A minha mulher rodou o corpo para o meu lado, a mão dela procurou o meu caralho e junto ao meu ouvido, “não foi nada amor, foi só uma foda, antes de nos casarmos eu fodi com muitos homens, e este foi só mais um, só isso querido”.

A mão dela abriu a braguilha das calças, sacou o meu galo ereto para fora, e dobrou-se para baixo, eu fechei os olhos e senti o calor dos lábios a apertar-me a cabeça e a fazer um ruído de chupar, a minha mão passeou pela rabo dela, “amor, e ele como é?”, ela levantou a cabeça, “grande querido, como um gorila, a piça grande e dura como uma estaca, foi uma grande foda, amor”.


E depois abrandou a mamada, e disse, “se fosse cá seria um problema”, e riu-se com uma pequena gargalhada, eu disse, “porquê amor, ias querer mais!!”, ela respondeu, “ia querido, mas só se tu quisesses”, ela levantou a cabeça, “se quisesses ver a tua mulher a ser comida”, e antes que eu dissesse alguma coisa, “gostavas de ver amor?”.

A minha respiração fazia um barulho esquisito, e ela continuou, “lá em cima no quarto ele partiu-me toda, querido, foi de mais”, eu aproveitei para dizer, “gostava de ter visto”, ela prosseguiu, “montou-me toda, como um touro, eu não conseguia resistir, há muito tempo que não era fodida desta maneira, à bruta, mesmo contigo”, eu disse, “nunca fodi contigo à bruta”, e ela continuou, “isso mesmo, por isso é que digo, foi à muito tempo”.

A questão parecia ter acabado, o meu tesão estava como pedra, eu disse, “amor tira as cuecas, quero dar-te uma foda”, ela sorriu, levantou as pernas e deixou escorregar as cuecas para fora, “anda amor, senta-te no meu pau, ela encaixou-se nas minhas pernas, a minha piça penetrou-lhe a fenda, ela apertou-me os ombros, “tenho mais uma coisa para dizer amor”

Eu levantei a cara e ela prosseguiu, “no dia seguinte ele ligou-me, foi ter comigo ao hotel novamente, e .... deu-me mais uma foda, e foi assim quase todos os dias até vir embora”, ela dizia-me isto ao ouvido, o corpo dela ondeava como uma onda, em cima da minha piça, “humm, ai querido, tão bom, também gosto delas pequeninas”.

Eu devo ter rido naquele momento, porque ela continuou, “aihmm querido, imaginas a tua mulher a levar com uma piça grossa?”, eu dizia que sim e quase estava no meu limite, “queres ver a tua mulher a levar com piças grossas?, eu dizia, “quero amor, ele fodeu o teu cuzinho?”, ela respondeu, “fodeu amor muitas vezes, arranjas piças para a tua mulher comer?,”, eu disse “arranjo”, já num gemido agudo, e foda-se comecei a vir-me todo, “arranjo querida, quero ver um grande pau a foder-te”.

Só tivemos tempo de ir para casa e eu estava feliz, a minha mulher estava satisfeita e isso era o que mais importava.

Abre a racha por favor!!

22:45 0
Abre a racha por favor!!
🌙
Tudo começou com a festa anual da empresa, quando o verão se aproximava eles lá tinham aquela ideia, de reunir os patetas para lhes dar uns trocados, e fazer uns elogios para os enganar e motivar, diziam a todos, que trouxessem as mulheres, e uns quantos idiotas até apareciam com elas, umas delas gordas ruidosas, ou outras mais sabidas, com um belo aspeto de putas.

Levar a minha mulher, era coisa que eu nem sonhava, a uma festa de servos que odiava, um sacrifício para poder viver, era nisto que eu pensava, idiotas riam-se da piada do chefe, quando olhei para ela sentada, foi sem querer com certeza, que ela estava aborrecida, que a racha do vestido abriu, foi culpa da seda!!, deslizou perna abaixo, alargou as pernas a agarrar, e foi quando lhe vi a cona nua.

Não tinha cuecas, o vestido abrira de lado, os nossos olhos se encontraram, lambi os meus lábios de prazer, água na boca que me ficou, de ostra acabada de sorver, ela puxou o vestido a correr, a fechar as pernas para eu não ver, ficámos sós naquele ruído, era o mal que estava feito, ela com vergonha por não esconder, eu com um tesão enorme, por lhe ter visto a cona.

A cona vi-a toda, os lábios húmidos tremidos, terra virgem desconhecida, o triângulo de pelos louros, a púrpura do rego molhado, eu lambia-me e era sede dela, duas montanhas de sonho, era uma de cada lado, lago de luar onde se nasce, é que estava atordoado, não tirava os olhos dela, daquela cona tão bela.

Incrível!! Já tinha passado perto desta mulher e não a tinha visto!! Visto como atenção a uma pessoa ou a uma coisa, é-se indiferente a quase tudo, somos deficientes nesse ponto, mas eu vi-lhe a cona, mas que caralho!! mas que trauma tão grande, mas que mulher tão bonita


O marido, ou o lá que fosse homem dela, era um idiota, é daquelas coisas que se percebe, esta mulher é demais para este gajo, mas vai-se lá saber, elas gostam disso, de idiotas, se calhar vão-se entretendo, vivendo as suas vidas secretas, e ali estava aquela cona, tão perfeita e tão boa, na sua qualidade e momento, que pensei logo para mim, adorava lambê-la nesta festa, enquanto os idiotas se divertiam.

Ela fugia com os olhos, sempre que os meus a encontravam, estava vermelha na cara, de eu saber que estava nua, também o meu caralho, olhos, cérebro, boca e peito, todos eles juntos conspiravam, punha-me parvo a olhar para as pernas, a pedir que as cortinas abrissem, para ter de novo uma visão, da fenda viva daquela mulher.

Olhei para ela de novo, vi-lhe na face um sorriso, pus a mão no bolso, a apertar o meu caralho teso, molhava a língua nos lábios, limão, sal e tequilla, ai meu deus!! gosto na minha boca, amargo doce em conjunto, o meu corpo falava-lhe por gestos "deixa-me lamber-te a cona!!", ela reagia abrindo as pernas, podia eu ver-lhe aqueles papos.

Caralho!! tinha de fazer alguma coisa!! os idiotas estão-se a rir, a comer e a beber, a fazer ruído alto, ai meu deus!! ai quero comer esta cona!! ai foda-se o que faço?? ai caralho!! ai os meus colhões!! foda-se!! até que a vejo levantar-se, num vestido até ao chão, a racha de lado abria, vela batida ao vento, quando a longa perna saia, ai que caralho!! pensei "vou atrás dela?".

Mas foi ela que me deitou um olhar, virou os ombros e deu-me a ordem, de um modo definido e seguro, "se queres cona vem comigo", dei um salto rápido obedecido, no meio dos idiotas que cantavam, "vou ali e já venho", encontrei-a cá fora a fumar um cigarro.

Aproximei-me e perguntei "está a gostar da festa?", respondeu "tanto como tu, um aborrecimento", ri-me e por segundos não falámos, quando a ouço dizer "quero dar-te uma coisa, se quiseres claro?", ainda perguntei estúpido "o quê?", riu-se ela agora, a encostar o ombro no meu, como se fosse um camarada, a falar-me ao ouvido "a minha cona, gostavas de comer a minha cona?".

Disse-lhe sim claro vamos!! mas caralho! agora estava com medo dela, ela disse, vai andando para o parque, vou buscar a chave ao meu marido, ela apareceu depois no manto escuro, era a noite que caía, caia uma chuva miúda, que embaciava os vidros, entrámos no carro dela, deitou-se para trás a abrir a racha, ali estava a cona que queria, virou-se para mim "parecias um gato a lamber os beiços, a olhar-me para a cona, anda, chupa-me a cona, faz-me gozar, amor".

Ai caralho!! era o que mais queria, ela fechou os olhos a aguardar, mergulhei a aterrar, nas coxas de seda onde me agarrei, ali preso não caía, abri aquele vale a entrar, pousei os lábios juntos, dei um beijo na ostra vítrea, a chupar o gosto salgado, de rebentos gomos e flores.

Percorria com a minha língua, seiva doce procurava, minha língua em ponta dura, aqueles caminhos desbravava, ela gemia e se contorcia, quanto mais se abria toda, mais ela me dava, "ai hum ai aihm mãe foda-se aihm aihm caralho tão bom ai chupa".

Ela fazia força na minha cabeça, um mergulho ainda mais fundo, a minha língua a entrar nela, "ai foda-se! chupa-me toda aihm", tinha perdido tudo à volta, sentidos e consciência, o cheiro a cor a luz da cona dela, um afrodisíaco no ar, eu percorria outro mundo, movimentos rápidos nos olhos, como passagens de um filme, sons antigos de outro tempo.

Agarrado ao meu pau eu batia, de mamilos espetados tremia toda, as ancas esticavam como molas, em solavancos e vazios, "aihmm mãe foda-se! ai mãe aihm caralho tão bom me venho toda aihmm" saiu-lhe alto num só grito, "ai caralho", droga ambrósia na minha boca, vi-me todo a tombar, num deleite de deuses, nuvens, e absinto.

Ouço-a a acordar-me, "anda vamos, a festa!! o meu marido!!", chegamos até junto dos idiotas, o marido já se ia embora, perguntou-lhe "onde é que tens andado?", ela virou-se para mim, "eu e o teu colega fomos para o carro", ele abriu os olhos surpreso, olhava para mim para o vestido e para a racha "carro? qual carro? o nosso? tu e o meu colega?", continuou ela "foi só descansar e fumar um cigarro", ele olhava para mim, quando eu pensava, "foda-se!! o carro cheira a caralho e a cona".