Contos eróticos de Carnaval # dei-lhe a minha mulher - Biografias Eróticas

Contos eróticos de Carnaval # dei-lhe a minha mulher

O Dino tinha-nos ligado de Itália, aproximava-se o Carnaval de Veneza, e este italiano maluco tinha alguma coisa na ideia, convidava-nos para sua casa, para grandes festas que ali aconteciam, muito excêntricas era o seu propósito, pela qualidade dos seus amigos, e disse logo à Ângela "eu nunca te contei, o Dino não é certo, tem mania de bacanais, nunca se sabe o que vai acontecer".

A Ângela tinha mudado muito, desde o dia do nosso acordo, estávamos mais livres, aceitávamos mais coisas, de entender que isto de viver, não se pode esperar, via-a a ser fudida, era ela que me pedia, do mesmo modo que a mim, via-me ela a fuder, com homens ou mulheres, ou como da última vez, com o nosso amigo Valdir a ir-me ao cu.

O Dino era um milionário exótico, dizia-se italiano mas sem certezas, há dois anos conhecera-o, em trabalho e em negócios, e não perdeu muito tempo, levou-me ele lá pra casa, uma mansão veneziana, a apresentar-me a mulher, de seu nome Giovana, cortesã perfeita e bem habituada, pediu-me ele prá fuder, para assistir e perceber, se eu tinha algum dom ou saber, que fizesse a mulher gostar e agradecer.

Agora estava ali de novo, só que com a Ângela, o Dino logo que a viu, não mais a largou, dizia-me ele "temos aí um jogo, mais logo à noite", "jogo?", perguntava eu, "foi coisa que imaginei, e estou a contar contigo", "posso saber?", "podes, roleta sexual, não é perfeito?", ria-se num esgar diabólico.

"Mas que caralho?", pensava eu, "era a roleta sexual", quando a Giovana apareceu, deu-me um beijo quente na boca, "que ideia é essa do Dino, da roleta sexual?", "ora amor", sorri-me ela, "é vocês homens sortearem-nos a nós mulheres e a quem sair, tem o prémio de a fuder".
Apanhei a Ângela esbaforida, fugia do Dino que a não deixava, disse-lhe logo "sabes o que ele quer fazer?", "uma espécie de jogo, em que rifamos a mulher, a quem sair pode-a fuder, o que achas?", perguntei-lhe.

Ouço da boca da minha mulher, "acho bem", a dar uma gargalhada, "gosto dos homens que aqui estão, sabe-se lá o que pode acontecer, até tu meu maridinho podes-me ganhar, é só esperar para ver".

Aproximava-se a hora do diabo, os convivas andavam mascarados, de lantejoulas e carmins, máscaras nobres de reis passados, tão perfeita estava a Ângela, que admirava junto a mim, quando ouço a voz do Dino, gritava alto "meus amigos, vamos ao jogo do desejado, cada homem oferece a sua mulher, põe o nome num papel, aqui dentro nesta tômbola, e o mesmo faça a mulher, oferecendo o seu homem, com o seu nome num papel, e põe-no naquela taça."

E assim fizeram todos, os corpos moviam-se em silêncio, trajes e máscaras rocejavam, a parecer votação secreta, homens pondo papéis na tômbola, mulheres a porem-nos na taça, e quando acabaram logo gritou o Dino, "vou escolher estes meus amigos", a apontar para mim e para a Ângela, "cabe-lhe a ele escolher um homem, e a ela uma mulher".

Aproximei-me da taça, na minha máscara e traje reluzente, a minha mão tremente a rodar aqueles papéis, pensava eu "quem será o agraciado?", trouxe na minha mão um papel, que abri e tinha "Dino", dei-lho prá mão que ele gritou eufórico, "sou eu ganhei, nunca tinha ganho", e da mão da Ângela sai outro papel, que abriu e escrito tinha "Ângela".

"Foda-se", pensei, "o Cabrão vai comê-la", "a minha mulher!", "bem que lhe comi a mulher", "mas não era na presença de todos", a Ângela arreganhou os dentes para mim, lançou-me um beijo pelo ar, via-a agora movimentar-se, ao chamado da mão do Dino, sorria ele de dentes brancos, atrás de uma máscara de cornos, em traje vermelho de diabo, curvava-se num trejeito, como súbdito à sua rainha.

Encaminhou-a para uma mesa ou cama, "mas o que era aquilo?", altar ou local de sacrifício, de deuses carnais que aguardavam, pelo sangue de quem goza, observavam e esperavam.

Eram mais de vinte pessoas, talvez dez, quinze casais, todos em volta deles, a assistir àquele ritual, a Ângela deixou cair o traje, só a máscara a escondia, aquele belo corpo de mármore, a todos se exibia, escultura divina achava-a eu, o Dino aproximou-se dela, nu e teso em carne viva, atrás da máscara d´ouro com cornos, admirava-a de lado.

Ela ali indefesa, naquelas mãos tão intensas, vi o Dino a aproximar-lhe os lábios, uma língua húmida que saia, rodeou-lhe os mamilos espetados, em volta deles devagarinho, eu a vê-los molhados, lambia-os a jeito e a mordiscá-los, a minha mulher fechava os olhos, deixando-lhe de pedra o corpo tenso.

O Dino agarrou-lhe na mão, a puxá-la para o caralho, que tinha teso e curvado, coisa grande e grossa que mostrava, que a Ângela manobrava, em suaves gestos de afago, de baixo e para cima, como se fosse um animal, a tomar-lhe o peso e a brincar, sabia bem o que era, rijo e duro como espeto, que mal esperava prá fuder.

O Dino era mais velho que nós, talvez com uns cinquenta anos, de muita experiência acumulada, de inveja nos outros pela vida vivida, de saber que o bom se vive lentamente, como um vinho que aguarda, absorvendo história que não pode ser contada, só sentida do registo que em si fica, quando por ele o tempo passa.

Encostou-a à mesa e levantou-a no ar, deitou-a no altar do sacrifício, espaço em pedra fria, coberta de veludos e sedas, correu a língua pelo corpo da Ângela, beijou-lhe o umbigo e o ventre, a trazer-lhe a pele colada, abriu-lhe as pernas num gesto de intenção, de mergulho em lago fresco e doce, e beijou-lhe o clitóris.

O Dino virou para mim a cona da Ângela, que eu a visse a ser beijada, a ser lambida por ele, os meus olhos atravessaram o espaço, até ali bem perto deles, quase senti o cheiro dela, aquele perfume inebriante que me toldava, o meu cérebro quando a lambia, a língua dele movia-se com escola, como cobra que sabe para onde vai, de baixo para cima, naquele fenda húmida e molhada, vale de esperanças e de esquecimento.

A Ângela soltou um suspiro, gemeu num "aihhhmmm" tremendo, ouvido por todos que ali estavam, espectadores silenciosos que apreciavam, o seu mestre de cerimónias, o corpo dela arqueou, a língua os lábios nela entraram, numa cona húmida e encharcada, de prazer e volúpia.

Deixou-a de olhos fechados, de boca aberta em que lhe corria a língua pelos lábios, como fêmea com cio e sedenta pelo macho, veio ele de lado a agarrar-lhe a cabeça, agarrava no caralho a aproximá-lo da boca dela, num acordo tácito e antigo, começou ela a mamá-lo.

Os meus olhos não estavam mais longe que centímetros, daquele caralho e da boca dela, grande e grosso a entrar-lhe, que lhe era difícil rodeá-lo, com a mão e os lábios todos, mas ela sabia o que fazia, bem conhecia eu a minha mulher, não era nada que a assustasse, sabia dar a volta e foi o que fez, lambia-lhe a cabecinha a mordiscá-lo, corria-lhe de lado a beijá-lo, o Dino curvado, dominado por ela, mexia as nádegas para dentro dela.

Conhecia o ritmo da minha mulher, li-lhe nos olhos atrás da máscara, a Ângela a dizer-me "quero fuder, quero sentir este caralho", sabia que o tempo se encurtava, o Dino pareceu perceber, incubus, rodou por ela como um diabo, agarrado ao caralho teso a abaná-lo, meteu-se entre as pernas dela, levantou-lhe uma delas, olhava para mim sem rodeios, quando lhe correu o caralho pelas bordas, e lho enterrou depois fundo sem reservas.

Soltou um grito que me arrepiou, a assistência tremeu do que sentiu, devia ser de dor o que ouvia, de um caralho grosso e rijo que a abriu toda, a Ângela arqueou o corpo pro ar, quando lhe vinham as lágrimas aos olhos, o Dino fustigava-a sem parar, num movimento de ancas que batiam nela.

Virou-a, subiu para cima daquele altar, mais parecia um macaco mascarado e diabólico, abriu-lhe as nádegas e enterrou-lhe o caralho na cona, comia-a por trás e eu bem via, grosso e comprido a sair todo, ele a entrar na cona dela, violento a massacrar-lhe as coxas, os papos da cona apertados e tensos, à passagem daquele monstro, no meio de um arfar de boi, só a ouvia gritar e gemer.

Ao meu lado uma ninfeta mascarada, era a Giovana a mulher do Dino, a soprar-me aos ouvidos, vinda mandada pelo seu senhor, "ele adora cu, vai-lhe partir o cu, sabes disso, não sabes?, era o que me dizia, "a tua mulher gosta?", ria-se meio possuída, a Ângela adorava levar no cu, mas aquele eu não sabia, um caralho tão grande e grosso, o que iria ela sentir?, não sabia o que fazer.

Ouvia-a novamente, a Giovana possuída do demónio, "não te preocupes, o Dino sabe o que faz, gosto de levar no cu, mas é apertadinho como sabes, e não sei como ele faz, mas nunca me doeu", o Diabo fustigava a Ângela, quando parou a ajeitá-la, abriu-lhe as nádegas como quem parte um fruto, ecomeçou a bater com o caralho no ânus dela.

Como estivesse ali à porta, a bater a bater deixa-me entrar, olhei para os olhos da Ângela, que me compreendeu, e com eles me disse, "deixa-te estar que não vai doer, quero dar-lhe o cu pra ele me fuder", sentia-a a relaxar, o Dino sem pressa ia-a abrindo, escorregando o caralho grosso por ela, forçando o ânus devagarinho, a tirá-lo e a enterrá-lo, a pouco e pouco a pedido dela, de rabo espetado no ar, a querê-lo todo lá dentro, quando ele lho meteu até ao fundo.

Via-lhe os olhos dela, vidrados de prazer, de égua satisfeita, o Dino comia-lhe o cu, fazia-o como um demónio, a Ângela a sua presa terrena, gemia e gritava, quando o Dino lançou um berro, de touro que não aguentava, e veio-se a estremecer, a cair tombado em cima dela.

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