BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Não há má sorte que sempre perdure

16:29 0
Não há má sorte que sempre perdure
A Sandra conta ao Biografias Eróticas como foi: 

Mas por onde começar, confessionário? Todos os dias levanto-me, tomo banho, visto-me, como qualquer coisa, levo algum comer, e aí vou, desço a avenida, percorro um quilómetro a pé, faça chuva faça sol, para apanhar um comboio, depois um autocarro, para chegar a um emprego de merda.

A manhã estava muito fria, sai-me fumo pela boca, deixei o Joaquim a dormir, o homem não quer trabalhar, anda deprimido diz, com estas guerras na cabeça, pro que quer não há lugares, uma gare à pinha de gente, mais uma greve dos comboios.

Tiritava ao vento, encolhida em mim própria, porque escolhi esta roupa?, "está um frio do caraças", "tenho de ir neste comboio", apertei-me naquela gente doida, levada no ar contra uma porta, senti o apoio de um jovem, não fosse eu cair, amparou-me pelos quadris, senti-lhe as mãos frias na barriga, recebeu o meu sorriso agradecido.

Confortava-me o calor da carruagem, vapor que saia da minha roupa, cheiro do meu corpo ainda adormecido, o jovem a fazer-me de almofada, preso nas minhas costas o corpo dele, um volume encostado ao meu rabo, que inchava e não parava, e num entre olhar rápido compreendido, ele percebeu que o sabia teso, e que se excitava com o meu cu.

Não sabia o que fazer, se me devia afastar, não sei talvez mostrar-me indignada, o diabo do rapaz a encostar-se, a desculpar-se com a greve e muita gente, saia dali e ia para outro lado?, merda já o vira não sei onde, que pensei "de má já me basta a vida", olha confessionário deixei-me ficar.

Momento atrás de momento, naquele martelar de carris, para meu equilíbrio o poste da carruagem, agarrada a ele para não cair, havia sempre alguém que se mexia, empurrada nessa onda, deixava o meu corpo ir, na inércia da minha vontade, a esmagar-se contra aquela coisa dura, que me roçava por detrás.

Estava a fechar os olhos, a apreciar a minha sorte, meia indolente e esquecida, desperta só pelo tesão daquele caralho, quando senti uns dedos a entrar, a percorrer o meu casaco, como animalzinhos em debandada, à procura do meu corpo, pele com sede da minha pele, pra beber da fonte das minhas pernas.
Photo by Oleg Sergeichik on Unsplash
Num rasgo, pensei virar-me e esbofeteá-lo, gritar àquela gente o que fizera, mas que puto endiabrado, está com os dedos na minha cona, mão grossa que desce pela minhas calças, pelas minhas cuecas adentro, a abraçar os meus pelos macios, a agarrar-me os papos grossos, dedos a banharem-se no meu clitóris húmido.

Confessionário, não sou estúpida, já tinha acordado vencida, não cuspo ao sol nem ao vento, encostei a cabeça ao poste da carruagem, a caírem-me as pálpebras sobre os olhos, abri-lhe as pernas ao de leve, e para cima o rabo um bocadinho, deixei-o entrar ao que vem, gente à minha volta que tossia, a olhar pro tecto e para os lados.

Os dedos dele grossos e rústicos, escorregavam hábeis pelo meu clitóris, bafo quente na minha orelha, nas minhas costas o peito e o caralho dele, tocava em mim como num piano, entregava-lhe o meu rabinho todo, a gemer por dentro em pé à espera.

Esfregava-me a cona em frenesim, aqueles dedos, um dois três quatro, desciam-me pelo clitóris, como carros de corrida lado a lado, entravam juntos dentro da fenda húmida, fugiam pelas nádegas até ao rabo, a puxá-las a abri-las a falarem comigo, "se pudesse aqui comia-te a cona e o cu".

Queria gritar, queria gemer alto e não podia, o meu prazer era silencioso e interior, só eu, aquela mão e os meus sentidos, o nosso cheiro à procura um do outro, no meio de todos, de corpos, de afazeres, de pensamentos, estava calor estava abafado, a língua percorria-me os lábios, tinha a boca aberta? viam-me?, não sabia.

Ele e os dedos não paravam, prazer que me dava sem retribuição, procurava em mim um sinal, se tinha lágrimas nos olhos ou um rubor na face, um estremecer no corpo, ou uma rejeição sensível, fui até ao fundo do meu ser, e subia agora veloz por mim, pela minha própria pele.

Apertou-me os papos da cona, o clitóris todos de mão cheia, a fazer-me doer de prazer, "vem-te" quase a dizer, um choque eléctrico atingiu-me as palmas dos pés, subiu-me pelas pernas, a cona e o ânus, tremeu-me ventre, umbigo, peito, mamilos, um dique a partir, água leitosa translúcida a descer, soltei um "aihhum" intimo e doloroso de me estar a vir.

Os meus olhos foram-se abrindo aos poucos, tinha lá lágrimas para limpar, sentia-me a acordar a regressar à vida, tinha sido tele-transportada de volta àquele lugar, gente a abanar a cabeça, como pequenos martelinhos, a fungar impacientes com relógios e telemóveis, alguns a acordar de tempo perdido, era a minha estação de saída.

Sentia-o colado a mim ainda, vergonha de nos olharmos nos olhos?, saiu atrás de mim virando à esquerda e eu á direita, deixei-me ir até que me voltei para trás, e ainda o vi a fazer o mesmo a sorrir.

Cântico dos Cânticos

22:09 0
Cântico dos Cânticos
"Osculetur me osculo oris sui!", que significa «Beije-me ele com os beijos de sua boca!»



Cântico dos Cânticos, conhecido também como CantaresCânticos de Salomão ou Cântico Superlativo, é o quarto livro da terceira secção da Bíblia hebraica e um dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento da Bíblia cristã. 
No contexto das escrituras cristãs, Cântico dos Cânticos é único por celebrar o amor sexual. 

Ele dá "voz a dois amantes que se elogiam e se desejam com convites para o prazer mútuo".
Os dois desejam-se e estão felizes na sua intimidade sexual. As "filhas de Jerusalém" formam um coro para os amantes, funcionando como uma audiência cuja participação nos encontros eróticos dos amantes facilita a participação do leitor.

O Cântico dos Cânticos de Salomão.

PRIMEIRO CANTO

Anseios de amor

Ela .

2 Sua boca me cubra de beijos! São mais suaves que o vinho tuas carícias,

3 e mais aromáticos que teus perfumes

é teu nome, mais que perfume derramado;

por isso as jovens de ti se enamoram.

4 Leva-me contigo! Corramos!

O rei introduziu-me em seus aposentos.


Coro.

Queremos contigo exultar de gozo e alegria,

celebrando tuas carícias, superiores ao vinho.

Com razão as jovens de ti se enamoram.

Canção da amada

Há cus que dão para tudo

17:21 1
Há cus que dão para tudo
Certo dia um menino ouviu na escola a seguinte frase: "Vai apanhar no cu". 

Surpreso e desconhecendo o significado de tal frase vai para casa e pergunta à sua Mãe:

- Mãe! Pode dizer-me o significado de "ir ao cu"??

A Mãe, apanhada de surpresa, tenta enganar o seu filhinho...

- Ó meu filho, isso não se diz e depois é uma coisa muito feia que não se deve fazer.
Photo by dylan nolte on Unsplash
E o menino insiste:

- Mas, ó Mãe eu quero saber o que é.

Então a Mãe responde:

- Olha, meu filho, é "Roubar"! Mas tem cuidado que isso é um pecado muito grande e não se deve fazer.

O menino acata o conselho da sua Mãe, mas a certa altura, quando se encontrava a brincar, deu-lhe a fome e resolveu ir ao quintal da Mãe roubar umas maçãs! 

Uns dias à frente na casa da sua Avó, igualmente com fome, resolve roubar umas peras do quintal da Avó! 

Num Domingo, depois da missa e à espera de começar a catequese, resolve ir ao quintal do Padre e roubar umas bananas. 

Quando lá chega depara com o "chiar" do portão do quintal e repara que se encontra um balde com óleo ao lado... então unta o portão com um pouco de óleo, entra e lá come as tão desejadas bananas!

Bem mais tarde, o Padre proclama que vai haver confissões no sábado seguinte.

Como bom rapaz e filho de família católica, lá se destina o menino para a igreja, para se confessar.

Diz-lhe o Padre:

- Então meu menino, diz-me lá os teus pecados...

- Olhe sr. Padre eu... eu fui ao cu à minha Mãe...

Diz-lhe o Padre:

- O quê?!!! Mas isso não se faz... isso é um pecado muito grande!

- Mas, ó sr. Padre, eu estava cheio de fome...

O Padre pensa e diz:

- Bom, como é a 1.ª vez vou ter isso em consideração... estás perdoado! Tens mais pecados?

- Tenho sim, sr. Padre! É que eu também fui ao cu da minha Avó!!

O Padre já quase que não aguenta, e então:

- Meu filho! Meu filho! Tens que entender que isso não é coisa que se faça. É um pecado enorme... enormíssimo!

- Está bem, sr. Padre!! - Acata o menino.

- Tens mais pecados?

- Tenho sim! É que eu fui... eu fui... eu fui ao cu ao sr. Padre!

- O quê??!!!! - diz o Padre... quando pensa e diz:

- Espera lá, meu menino... como é que tu me foste ao cu se eu não senti nada??!!

Responde-lhe o menino:

- É que eu deitei-lhe óleo, sr. Padre!!!

Bathmate Review – Como Usar Bathmate No Chuveiro, Banheira, E Sem Água

17:02 0
Bathmate Review – Como Usar Bathmate No Chuveiro, Banheira, E Sem Água
É sempre bom ter alguma cultura geral sobre assuntos importantíssimos como saber de tudo o que existe no mercado e no mundo capaz de fazer coisas pequenas ficarem maiores ......

Será que com a Bathmate se consegue fazer crescer coisas e obter resultados?

Não sei, mas aqui está o que dizem sobre o seu funcionamento 



Usar sempre água morna ou quente quando tomar um duche ou na banheira para conseguir o efeito máximo. 

Nunca bombear ao ponto de sentir dor no pénis e nunca bombear durante mais de 15 minutos, devendo fazer uma pausa e massajando o pénis e depois fazer jelqing por 3-5 minutos para restabelecer o fluxo sanguíneo natural. 

Usando o Bathmate na banheira 

Encha a banheira com água morna. 

Deixe-se ficar confortável e relaxe por alguns minutos para permitir que o seu escroto se solte. 

Submerja o bathmate na água, e, em seguida, deslize-o no pénis. Garantir que a etiqueta de medição à prova de água está virada para cima para a montagem correta 

Bombeie o bathmate algumas vezes até o vácuo ser criado. Então, relaxe e continue a bombear mais de cada vez alguns minutos. Para os iniciantes, comece devagar e vai-se movendo para garantir uma sucção mais forte durante 15 minutos. Cuidado para não causar danos ao pénis. 

Depois de 15-20 minutos, remova o bathmate pressionando a válvula de escape de segurança localizada na parte superior da unidade. Você também pode usar essa válvula para baixar a pressão enquanto bombeia, se sentir que a pressão está demasiado forte. 


Usando o Bathmate no chuveiro 

Fique no chuveiro por um período de tempo até que você tenha afrouxado o seu escroto, o mesmo que com a banheira. 

Encha a unidade com água do chuveiro. Use a sua mão para bloquear qualquer água de escapar da parte inferior da unidade, enquanto se encher. 

Uma vez completo, rapidamente colocar o pénis dentro da unidade e bombeia algumas vezes para criar um selo de vácuo. Aumentar a pressão em intervalos regulares enquanto bombeia a bathmate. Isto deve ser feito a cada cinco minutos. 

Se você comprou a pulseira para chuveiro, fixar a alça para que possa tomar banho sem o dispositivo de vazamento. 

Uma vez terminado, use a válvula de alívio de pressão para remover a unidade. 

Usando o Bathmate sem água 

Aplique um lubrificante ao longo da base e da cabeça de seu pénis. 

Deslize o bathmate e bombeie várias vezes para criar sucção. Se a cabeça do pénis ficar presa à parede do bathmate, agite a unidade para “mexer” em torno de seu pénis no tubo até que deixe de ficar preso. 

Bombear por 15-20 minutos, em seguida, pressione a válvula de alívio de pressão para retirar o aparelho do seu pénis. 

Dicas úteis:

Use o Bathmate em intervalos de 5 minutos, e jelq por 2-3 minutos entre cada sessão de 5 minutos.

Tente utilizar o bathmate com uma erecção de 70% e vai sentir a bomba muito mais, e experimentar resultados melhores.

Nunca bombear durante mais de 15 minutos ao mesmo tempo para evitar a retenção de água. 

Haverá amores por quem sempre se espera?

18:43 0
Haverá amores por quem sempre se espera?
A Sal conta ao Biografias Eróticas como foi:

Tinha posto o meu livro de lado não há muito tempo. Os meus olhos mergulhavam agora no ecrã da televisão, sem atenção ou interesse, nos ouvidos um sentido único, zurziam-me as vozes de fantasmas idiotas e disformes presos nos seus egos infantis e nas suas manias, sem escola, sacrifício ou dor.

Pensava "escravos", quando ele me telefonou. O Mauro. Sei lá, acho que tinham passado cinco anos e de repente do nada regressava-me esta representação do passado.

Convém avisar confessionário que eu já fui homem e era o Salvador. E se hoje sou esta nova pessoa foi o Mauro que ma fez.

Conheci o Mauro quando fazia escala num aeroporto de fim-de-mundo para onde tinha ido como enfermeiro voluntário. Convém dizer também confessionário que eu já nasci com essa coisa interior de viver com uma mágoa solitária pelo sofrimento dos outros e por isso nunca consigo ter ou entender o que são férias, é estúpido, eu sei, mas é o que é. 


Eu estava ali sozinho naquele inferno abrasador onde se sua por dentro e por fora, mente e corpo em alta tensão, e ele com uma amiga namorada não sei nem queria saber, a aguardarmos todos a ligação para regressarmos a Portugal. 

Por momentos, penso que por falta de seres humanos no local, um silêncio quase lúgubre em que se ouviam ruídos de vento, objectos, chávenas a tinir, olhámos um para o outro, e não uma mas várias vezes. 

Mais uma confissão confessionário hoje sou uma mulher, todos os meus amigos me reconhecem a beleza, mas antes como homem, dou o braço a torcer, era muito efeminado, e acho que foi isso, não sei, como uma explosão, que despertou qualquer coisa no Mauro, esse meu amor.

Levantei-me em direcção à casa de banho e vi logo os olhos vidrados dele presos ao meu rabo, às minhas pernas, corpo e tudo, e não passaram minutos, ele lá estava também. Sorri-lhe, olhei-lhe para os calções volumosos, alguma coisa que o afligia, a namorada dele lá fora, e a coisa aconteceu sem palavras sem pensamentos. Estendi-lhe a mão a oferecer-lha e ele agarrou-a.

Puxei-o para dentro do privado, baixei-lhe os calções e ali, naquele planeta esquecido e sem história, mamei-lhe o caralho e dei-lhe o cu. 

Na viagem com mais uma escala em Madrid não tirávamos os olhos um do outro, e reconheço, fiquei logo apaixonada por ele querer dar-me outra vez a ele, mas a namorada a coisa não o deixava.

Corria-me no peito a ansiedade de o não mais ver, os transportes as viagens têm esse efeito interior, de o acaso nos oferecer o impossível, e o medo a cobardia o que podíamos dominar, deitar tudo a perder, deixar escapar o possível.

Vi-o forçar a ida à casa de banho com a dita namorada e fui atrás dele, num ambiente mais movimentado, do silêncio passáramos ao ruído e à vertigem, mas venci, deixei-lhe o meu contacto e um beijo.

Encontrá-mo-nos em Lisboa, passámos a andar juntos e nas vidas de cada um, meses sem fim, de amor que tinha por ele e ele, acho, que por mim, só que a mãe passou a fazer parte e a interferir, alguma coisa não estava bem com o Mauro, a namorada já tinha ido, e o tempo dele era agora passado comigo.

E o pior aconteceu!!! Um dia estávamos na casa dela, o Mauro era estudante e dependente, e já lhe tinha dito "amor deixa a tua mãe, vem viver comigo", só que ele empurrava, e só sei que ela entrou no quarto, sem licença ou aviso, estávamos os dois na cama, nus e abraçados, com ele a comer-me o cu.

Ali ficou embasbacada, o Mauro em cima de mim, o meu lindo rabo empinado, com o caralho teso a penetrar-me o ânus, cheios de tesão a custar-lhe parar, como aquelas máquinas que demoram tempo a desligar, até que começou aos gritos "Mauro Mauro o que estás a fazer filho, não foi para isto que te criei"

E o que é que podia acontecer, confessionário? Correu comigo, claro. Sai dali espavorido, como uma puta amante a fugir da principal, até nos voltarmos a ver depois, na minha casa e em outros locais. Mas nunca mais foi igual, eu sabia que vivíamos escondidos, numa relação que aguarda à espera de melhores dias, mas ela infernizava-lhe a vida "tens que arranjar uma mulher, tens que ter filhos", até que um dia desapareceu.

Até hoje, confessionário, passados cinco anos, telefona-me. E neste período fiz-me mulher, por ele, para o voltar a ter se aparecesse, transformei-me, tive alguns homens, muitos que me desejam todos os dias, que nem notam que eu já fui homem, mas confessionário, nenhum amor.

Telefonou-me e eu disse-lhe "amor estou no sitio de sempre à tua espera". Só não sei como vai ser agora.

O que é o Jelqing - um antigo procedimento árabe que faz o pénis crescer?

16:46 1
O que é o Jelqing - um antigo procedimento árabe que faz o pénis crescer?
Uma antiga técnica afirma ajudar os homens a aumentar o tamanho dos pénis: Mas será que isso realmente funciona?

Algumas pessoas dizem que o jelqing (pronuncia-se jelquing) vem de uma prática enraizada na antiga sociedade árabe, mas outros afirmam que na verdade é uma técnica muito mais recente projectada para apelar ao desejo desesperado de alguns homens de ter um membro maior. 

Quaisquer que sejam as suas origens, o jelqing envolve basicamente exercícios de alongamento para o pénis que supostamente aumenta o comprimento e a grossura do órgão.

Isto parece ser uma surpresa, mas é daquelas coisas que aparecem muito por aí, a falar delas como se fosse uma novidade, mas a verdade é que de pequenino passo a vida a mexer no membro a esticá-lo esticá-lo para ver se aumenta.

Mas enfim o que é o jelqing?

Jelqing é o nome de uma espécie de técnica de massagem para o pénis. Acredita-se que para melhorar o tamanho de sua erecção, massaja-se o dito de uma forma que o alonga e melhora o fluxo sanguíneo.

O Jelqing envolve a aplicação de pressão e puxar do pénis, na tentativa (isto sim é verdade) de fazer com que o órgão cresça em comprimento e perímetro. Antes de jelq(ar), é melhor tomar antes um banho quente e/ou aplicar lubrificante ao seu pénis. 

Em seguida, coloque-se em uma posição confortável, como deitar de costas ou sentado em uma cadeira confortável.


Como fazer?

1. Aplique lubrificação no pénis antes de começar o jelq(ue) e pode ser vaselina, loções, óleo de bebé ou qualquer um com o qual você se sinta confortável. 

2. Acaricie o pénis gentilmente até que esteja 70% erecto - certifique-se de que ele não esteja totalmente erecto, a ideia é que ele ainda esteja relaxado o suficiente para permitir que você empurre o sangue através dele.

3. Depois agarre a base do pénis com o dedo indicador e o polegar de uma mão, com um aperto com o polegar e o dedo indicador para fazer quase um gesto de "polegar para cima" ou "em forma de OK"


4. Deslize depois os dedos da base para a parte superior do pénis, aplicando pressão leve e puxando. Deve demorar cerca de 3 segundos para se deslocar da base para a ponta. Não aperte a glande e solte a mão quando alcançar a ponta, completando o Jelq.

5. Repita o processo - com cada jelq demorando cerca de 2-3 segundos. Pode usar uma das mãos para cada repetição ou alternar entre as mãos, dependendo do que preferir.

Deve gastar cerca de 10 a 15 minutos de jelqing por sessão e Jelq(ue) quatro a cinco vezes por semana para obter melhores resultados.

Qual é a base para o jelqing?

Os proponentes do jelqing têm várias explicações possíveis sobre o porquê de funcionar, embora haja muitas pessoas que dizem que isso não faz com que o pénis cresça. 

Uma é a ideia de que o movimento aumenta o fluxo sanguíneo no pénis, permitindo que o órgão “aprenda” a acomodar mais e mais sangue durante uma erecção. 

Outra explicação é que os movimentos de pressão e tração provocam rasgos minúsculos no tecido peniano, de maneira que novas células são produzidas para preencher essas falhas e o pénis aumenta de tamanho.

Qual a pesquisa cientifica sobre o assunto?

Não há nenhuma. O que há é conversa, em que homens  relatam ter conseguido ganhar uma polegada de comprimento e meia polegada de perímetro depois de praticar jelqing rotineiramente durante oito meses. 

Mas como diz um médico, especialista em saúde e pesquisa sexual e reprodutiva masculina, “a física do tempo e da pressão pode levar a mudanças em quase tudo nesta terra” e se é assim para quase tudo porque não para o membro.

Portanto, ao aplicar esse conceito a jelqing, paciência e meses de pressão aplicada, pode resultar em que esta técnica realmente alongue o pénis de um homem. 

A maioria dos profissionais médicos, no entanto, dizem que há uma "falha fundamental com o  jelqing", que envolve uma "má compreensão da anatomia do pénis pelos seus proponentes".

Segundo um urologista especializado em cirurgia reprodutiva masculina diz que com o jelqing há também o risco de prejudicar o pénis se os homens aplicarem muita pressão, sendo que a pressão excessiva pode resultar em dano vascular, disfunção eréctil, cicatrizes penianas e talvez até curvatura do pénis.

Porra!!!!

Será que pode realmente fazer com que o pénis fique maior?

Os homens tentam uma variedade de outras técnicas para tornar o pénis maior. 

Um deles é um dispositivo de alongamento peniano (extensor de pénis) que envolve o uso de um peso preso ao seu pénis todos os dias por cerca de oito horas durante seis meses. 

Outra maneira muito mais segura é através de ilusão de óptica, perdendo peso, uma vez que ao baixar a gordura ao redor da região púbica, o pénis parecerá maior. 

Até mesmo um trabalho eficiente de mão-de-obra, onde você depila bem a área da púbis vai parecer que o pénis cresceu.

Outras opções incluem cirurgia, mas é melhor não falar delas aqui.

Pergunto: será que punheta bem espremida não é jelqing?

Se filha quer casar, será que mamã dá atenção ao noivo?

21:40 3
Se filha quer casar, será que mamã dá atenção ao noivo?
O noivo, ou coisa parecida, da minha irmã Carlota tinha pedido à minha mãe que fosse lá a casa, porque ao que parecia ela tinha tido mais um dos ataques de loucura, o que para nós já não era coisa desconhecida, ela quando explodia não se sabia bem quem ia atingir ou como as coisas iriam acabar.

O Guedes como a minha mãe lhe chamava, ainda educação antiga do meu avô com mania de tratar todos pelo nome de família, era um mulato endinheirado, negociante namibiano de pedras preciosas, que tinha tudo para dar tudo à minha irmã, mais pele vermelha que mulato, e para mim um pouco estranho, por ser exageradamente sofisticado.

Tudo nele batia certo como um relógio suíço, roupa sempre primorosamente cuidada, carros casa, nele tudo brilhava, a pele dele o corpo todo, como depois vi então, sem sinais marcas manchas e estranho, sem qualquer pelo que não as sobrancelhas e até essas de tal modo arranjadas que pareciam de pelos contados em simetria, x pelos na da esquerda e os mesmos x na da direita.

Pediu-me a minha mãe para ir com ela, aguentá-la talvez só mesmo eu, e entrámos naquela casa perfeita e perfumada, incólume como uma clínica cara, e recebeu-nos o Guedes "Clara a sua filha está de mais", "O que foi agora", perguntou a minha mãe, "esqueceu-se que vai casar-se comigo, passa a noite fora, traz-me gente para casa e gajos".

Olhava para o careca pele vermelha e pensava "a Carlota já deve estar noutra, a fazer sofrer este desgraçado", via-lhe os olhos de irritação, barulhos vindos do andar de cima, aquilo era um mansão, "Clara, ela está com um gajo lá em cima, acabei de chegar e dei com isto, sabe o que ela fez quando me viu? riu-se".

A minha mãe olhava para mim, quase a perguntar-me "o que faço?", a pensar, o Guedes aqui em baixo, vou lá acima mexer com a Carlota, ainda a apanho nua com o tal gajo, "Guedes você tem aqui em baixo outro quarto?", respondeu logo irritado "Quartos é o que não falta nesta casa", "então vamos, relaxar um pouco e descansar" ri-me para dentro eu "até o outro gajo passar".

Também conhecia a minha mãe, a Carlota tinha de onde sair, li-lhe nos olhos a artimanha, entrámos no tal quarto em silêncio, uma cama enorme trabalhada, à medida do querer ser grande do Guedes, cores vermelhos e veludos, espelhos no tecto e por todo o lado, mais parecia um quarto pra foder, ele levado pela mão da minha mãe, como criança a ir para a escola.

Esgueirei-me como sempre para um local recuado, coisa parecida com um guarda fato, e dali esperei a acção da minha mãe, dar-lhe o relaxamento que o Guedes desconhecia, sentou-o à beira da cama, dizia-lhe "tem calma tudo se há-de arranjar, a Carlota é uma boa menina e isto há-de-lhe passar", passava a mão pela careca do Guedes a rodeá-la na face e no queixo.

Talvez as hormonas se tenham encontrado, o Guedes parecia-me excitado, a minha mãe de erótica fazia inveja até à Carlota, mulher bonita e perfeita, e foi soltando a roupa à medida daquele olhar hipnotizado, o Guedes abria a boca "num uau", ao ver-lhe as mamas douradas, os mamilos arrebitados, compensação que a minha mãe lhe dava, pelo sofrimento que lhe causava a minha irmã.

Ela dobrou-se de joelhos, ao tirar-lhe a camisa, abriu-lhe o cinto e a braguilha, puxou o elástico dos slips de marca, dele saltou um caralho teso e perfeito, sem pelos simétrico e direito, como o Guedes em tudo quando eu vi então nu, sem um único pelo ou marca, luzidio de cremes e cuidado, "o homem tem um corpo do caralho", pensei.
Foto de Ana Bregantin no Pexels
O Guedes sentado na beira da cama, para trás, com os braços a fazer de contraforte, olhos fechados já esquecera a Carlota, via a minha mãe no espelho a mamar o caralho dele, também eu fora esquecido, a gemer palavras desconhecidas, uma língua lá dele do povo de onde veio, mexia as ancas sem controle, a razão fora-se com o beijo da minha mãe, na cabecinha do caralho quando os lábios o apertavam, a correr de cima abaixo num carrocel infernal.

Acontecia com a minha mãe, não era a primeira vez que a via foder, afectos antigos destinaram-nos a querer isto, de ela gostar que eu a olhar, e muitas vezes acontecera, homens e mulheres que a desejavam, ou como o Guedes por ela simplesmente o querer.

Acho que quando a minha mãe o conheceu, a Carlota levou-o lá a casa, a minha mãe mirou-o de alto a baixo e pensou logo "acho que te vou comer, é só apanhar-te desprevenido", e o dia era hoje, empurrou-o para trás a sorrir e saltou-lhe para cima, o Guedes parecia um menino incompetente nas mãos dela, enterrou o caralho direito a escorregar pela vagina, esmagado pelas comissuras da cona.

Ela mexia-se, o rabo ondeava na guia rija, o Guedes não tinha opinião, para ela bastava o gemer dele e o prazer, tudo estava por conta dela, as mamas tesas mamilos apontados à boca dele, a querer agarrá-los chupá-los deixar-se ir, tão violento tão intenso, ela a matraqueá-lo, a não dar-lhe descanso.

Via no espelho em frente as nádegas da minha mãe abertas como pêssegos, pelinhos de seda atravessados por sol de tarde suave, visto à luz de través como pequenos seres de coral ondeantes, como o rabo da minha mãe, calor doce a acarinhar-lhe os corpos, o caralho do Guedes entrava nela a fustigar-lhe os músculos das coxas.

Cansaram-se da posição, a minha mãe saiu dele, e virou-se para que ele subisse nela por trás, olhei o espelho e vi aquele caralho vermelho direito, olhei-a nos olhos pela primeira vez, via-me escondido e excitava-a saber que a via, quando pensava "já a conheço, ela quer que ele lhe vá ao cu", o Guedes acanzanou-se no rabo empinado dela, enterrou-lho na cona e começou a batê-la, músculos puxados atrás como uma arma, e disparados para dentro da minha mãe.

Ele gemia, quase se vinha, vi-a puxar a mão a segurar uma nádega, a abrir-lhe o ânus tremente e húmido, a ditar-lhe ordens com os olhos, um general ao seu soldado, e ele correspondeu submisso, puxou o caralho para fora da cona da minha mãe, e escorregando-o ao de leve pelo ânus da minha mãe, deu-lhe várias pancadinhas forçadas, e enterrou-lho no cu.

Soltou-se um "aiiiii" dela, eu sabia que às vezes doía, dor e prazer junto num só, que depois de abrir bem passava,  já dera o cu muitas vezes, e algumas vezes ela o vira, de homens e amigos a irem-me ao cu, umas vezes por acidente outras porque lhe pedira, num acerto mal compreendido, mas que tinha sido aceite e ficado.

A minha mãe arqueou-se e tombou logo, gemia de boca na almofada, olhos nos meus que a via, agora era a vez do Guedes, agarrado às nádegas da minha mãe, tinha que dar tudo por tudo, ser grande é comprovar o que se diz, e demonstrar que era bom para a Carlota.

Ele e a minha mãe gemiam, sem qualquer ordem ou razão, os corpos deles a estremecer, e vejo-os a querer vir-se cada um, a língua a correr-lhe a boca húmida, num grito tinha-se vindo com prazer, o caralho dele a sair do cu da minha mãe, a deitar um esguicho de esperma para o ar, a minha mãe para o lado a tombar.

Pouco a pouco, saímos do quarto, a Carlota, qual deusa egípcia, descia a escadaria a perguntar "onde é que se meteram?", "a culpa é da mamã filha, tive que estar a ajudar o Guedes a compreender um pouco esse teu feitio, filha", "Hum, sim eu sei, gostas muito de ajudar", respondeu a Carlota a olhar para a cara comprometida do Guedes.