BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Contos Fantásticos
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Noite em Tânger

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Noite em Tânger


Sempre foi uma obsessão da minha irmã, ir para Tânger, não em férias, mas para passar lá um tempo, como um nómada, que acampa num lugar e por ali fica até que a estação mude, mas ela não queria ir sozinha.

E pediu-me “são só dois ou três meses, vai ver que vais gostar” e eu respondia, “mas que caralho vou eu fazer para Tânger”, e ela insistia, “podemos arranjar um pequeno hotel junto ao mar, um que seja bem barato”.

Essa história do bem barato não me agradava, isso era a segunda obsessão da minha irmã, tinha uma tendência para locais sórdidos, dizia ela, “aí é que está o centro da existência”, onde as pessoas nas margens se encontram, como se estivessem no escuro, protegidas da luz lá fora, a observar quem passa.

Bom, foda-se!!, eu fiz-lhe a vontade, aterrámos em Tânger e fomos para o Hotel El Muniria, de onde se vê o mar da esplanada, aquelas cores azuis-cobalto do prédio, pintadas no branco da cal, e ainda uma palmeira antiga, que davam uma paz ao espírito, de uma experiência conseguida.

Já era tarde, o sol ia descendo no horizonte e a noite era uma promessa, a minha irmã disse, “quero ir a um desses bares que há em Tânger, confusos”, eu perguntei, “confusos?”, ela respondeu, “sim, onde apenas se vê pessoas que estão, que aguardam sem pressas, sem propósito algum, sem definição”.

Eu nunca tinha estado em Tânger, e que eu soubesse, ela também não, e perguntei, “ok, e como vamos encontrar isso?”, ela continuou, “vamos por aí, descendo, e quando virmos, eu sei que encontrámos”, e foi o que fizemos, a noite prometia.

Entrámos num espaço estranho, uma placa dizia “Pequeno Hotel”, lá dentro, uma música persa, uma receção e um bar, num canto, uma mulher velha e uma mesa, ao fundo, uns sofás grandes numa roda, em que dois homens falavam e bebiam.

A mulher velha trouxe-nos cerveja, e enquanto bebíamos, a minha irmã ria-se alto, eu sentia, ela chamava a atenção dos homens, um era magro e seco e o outro um pouco gordo, eles chamaram-nos para perto deles, e começámos a falar.

A minha irmã colou-se ao homem gordo e eu sentei-me ao pé do homem magro, falávamos coisas sem sentido, do estarmos ali naquele sítio, eu reparava, o gordo olhava para a minha irmã, o vestido subia-lhe pelas pernas, que ele tinha puxado, até a um ponto em que se via tudo, a renda fina das cuecas.

O magro olhava para mim, a medir o meu corpo de homem, com um interesse pouco habitual, a perna dele subiu no sofá, eu senti-a encostar ao meu rabo, colocou o braço por trás, e o gordo aproximou-se do ouvido da minha irmã e sussurrou qualquer coisa.

Ela sorriu, e depois aproximou-se ela do ouvido dele, eu não conseguia perceber, mas depois o gordo beijou o pescoço da minha irmã, a mão dele pousou nas coxas dela, e entrou por baixo do vestido, pela frente das cuecas dela, que eu via puxadas para fora, os dedos acariciam-lhe a cona.

A minha irmã abriu a boca de prazer, a mão dele vibrava depressa, ela estava toda entesada, os bicos das mamas saiam espetados, abriu as pernas de lado a lado, a mão dele enchia-se de cona, os olhos dela brilhavam de humidade, até que o gordo disse, “vamos para cima? tenho um quarto”.

Ela abanou a cabeça a dizer que sim e olhou para mim, “já venho, maninho”, e eu fiquei com o homem seco, ele aproximou-se do meu ouvido, “ele vai comer o cuzinho todo da tua irmã”, virei a minha cara para ele, e eu disse, “é do que ela gosta, ela adora levar no cu”, e ele perguntou, “e tu?”.

A mão dele roçava no meu cabelo, o olhar dele fixo nos meus olhos, eu perguntei, “eu, o quê?”, senti a boca dele próxima da minha, “pergunto se também gostas de levar no cuzinho?”, eu respondi, “não sei se gosto”, ele insistiu, “e já chupaste algum caralho?”, eu continuei, “não, mas ….”, e ele sorriu.

Ele e eu olhámos para a velha, ela continuava no mesmo lugar, por ali não havia mais clientes, ele sussurrou, “a tua irmã deve estar a adorar, deve estar a levar no cuzinho agora”, eu imaginava a gordo a comer-lhe a cona e o cu, e isso pôs-me excitado, o meu pau estava duro.


O corpo dele encostou-se mais ao meu, e a voz dele chegou de novo ao meu ouvido, “queres pôr a mão no meu pau?”, a mão dele subiu na minha perna, tocou no meu pau por fora, depois abriu o zip das calças, e entrou para dentro, acariciou o meu caralho, e disse, “foda-se, está teso”, ele depois abriu o zip das calças deles, e prosseguiu, “acaricia o meu pau querido, vou enterrar o meu caralho no teu cuzinho”.

A minha mão voou para as calças deles e ele tirou o caralho para fora, e eu perguntei, “e a velha?”, ele riu-se, “ela também gosta”, e eu disse, “gosta?”, e ele respondeu, “se estivermos sozinhos ela gosta de ver”, e depois continuou, “eu posso comer o teu cuzinho neste sofá, que ela vai adorar ver”.

Eu tinha o pau dele na mão, de cheio e grosso difícil de apertar, acariciava a cabeça entre os meus dedos, e ele disse, “disseste que nunca chupaste um pau, mas eu sei que queres chupar”, ele puxou a minha cabeça para baixo, e eu senti o gosto amargo de caralho na boca, comecei a lambê-lo de cima abaixo e com a velha a observar-nos.

Os quadris dele mexiam-se em contorções, do tesão que lhe davam os meus lábios, a minha língua molhada enrolava-se, na ameixa grossa por cima, ele puxou-me para cima, e disse, “querido, vira-te um bocadinho, baixa os calções”, ele desapertou as calças que caíram sozinhas, e depois continuou, “mais perto, assim, querido, foda-se!! que cuzinho tão bom”.

Eu virei-me no sofá, os meus olhos encontraram os olhos da velha, ela também parecia excitada, senti o tronco dele nas minhas costas, “vou comer o teu cuzinho, a tua irmã também está a levar no cuzinho”, ele levantou-me as nádegas e eu senti o caralho teso a forçar, o meu ânus foi-se abrindo, e eu gemi, “ai foda-se!! não, mais devagar!! , aiii”.

Ele continuou a entrar, o caralho estava cada vez mais fundo, eu prendi-o na perna, “aii, foda-se, estou-me a abrir todo”, os quadris dele batiam no meu rabo, e senti um prazer enorme, eu estava a dar o cu a um homem, e ele fodia-me a acelerar.

Eu batia uma punheta no meu pau, e eu senti que ele e eu, estávamos a um segundo de atingir, o orgasmo veio a seguir, saíram-me jatos de porra do caralho, e ele tremeu em cima de mim, a porra dele inundou-me o rabo, e ele tirou o caralho e voltou logo a metê-lo, veio-se outra vez no meu ânus, e depois caiu para trás cansado.

Nós tínhamos acabado de vestir quando apareceu a minha irmã, ela disse, “o seu amigo ficou no quarto”, eu olhei para ela, o vestido fino esvoaçava no corpo, eu senti-lhe o cheiro a caralho, ela estava satisfeita e eu perguntei, “então como foi?”,

Ela olhou para mim a sorrir, “ele fodeu-me o cuzinho todo maninho, nunca tinha levado com um caralho tão grosso”, e depois ela disse, “e tu aqui à minha espera, coitadinho”.

Chantagem por amor

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Chantagem por amor


A vida foi e tem sido muito boa para mim. Posso dizer que sou um daqueles privilegiados da natureza que nunca ficou intimidado com esse poder oculto das mulheres que fazem a maioria dos homens sentirem-se pequenos e incompetentes, por nunca saberem se têm caralho que chegue para elas.

Eu sempre tive muito pau, nas dimensões corretas, grande e grosso, sem ser monstruoso, sem causar receio, o meu problema era alimentá-lo, se é que era um problema, já que tive sempre muita cona, porque o radar da mulher sente a fraqueza, mas também ainda mais, a oportunidade perdida.

E quando me casei? foi um drama!! Tinha uma lista repleta, muita cona habituada, um martírio crónico, pela falta do meu caralho, a abstinência custava, andar sóbrio era difícil, havia gajas desesperadas, que eu não tinha esse direito, que há coisas que não se juntam.

Depois divorciei-me logo a seguir, não que não gostasse da minha mulher, mas realmente acabei por perceber, o meu caralho estava ligado a um bem maior, era como uma vocação, um destino, as gajas que me procuravam, na sua maioria casadas, precisavam deste sossego, como uma aspirina, um tratamento, e uma mensagem, levar na cona era o seu remédio.

Mas foda-se! estou a falar de uma coisa que já não é presente, porque depois casei-me novamente, com uma gaja fantástica, mas caralho, apanhou-me no fim da carreira, quando pendurei as chuteiras, está cá tudo no sítio, mas falta-lhe aquela emoção antiga quando, não era bem foder, era mais prestar os meus serviços.

A Rosa, minha mulher, que sabe tudo da minha vida, que facilitou as minhas atividades antigas, quando ela me via a olhar para o telefone, ela perguntava logo “vais sair?”, e eu respondia, “vou só ali foder uma cona, estou de volta para o almoço”, agora anda um pouco estranha.

Ou melhor andou, porque já não anda, está tudo esclarecido, eu via-a sair e algum tempo depois, voltar afogueada e vermelha, e para mim que sou um profissional, eu disse logo, “foste foder, mulher?”, e ela finalmente respondeu, “fui, já ando há algum tempo a levar na cona do nosso vizinho”.

Eu pensei, “vizinho … vizinho .. foda-se só se for o caralho do gajo preto”, e perguntei, “mulher, no nosso prédio o único homem com categoria para te foder é o gajo preto do segundo”, ela respondeu, “é esse querido”, e eu insisti, “e estás a gostar? o pau dele é tão eficiente como o meu?”, ela continuou, “ele não tem a tua qualidade, amor, mas está a aprender, eu estou a ensinar algumas coisas que tu me disseste, importas-te, querido”.


Eu estava sentado no sofá, o meu caralho sentiu um leve tremor de tesão, “querida, não, tu também és uma profissional, os meus segredos já não me fazem falta, se estás a levar na cona para transmitir esses conhecimentos acho bem”, e ela perguntou, “e querido? quando fodias as gajas todas, os maridos gostavam de ver?”.

Parecia que ela tinha tocado numa tecla, “muitos amor, houve uma vez que eu vivi na casa deles, eu estava lá para prestar um serviço, comer a cona da mulher, era tudo incluído”, a minha mulher suspirou, “eu gostava muito, querido”.

Eu perguntei, “gostavas que eu te visse foder?”, ela abanou as mamas de satisfação, “eu amo-te muito amor, se não fores ver a tua mulher a levar na cona fico muito triste”, eu sorri, “querida, isso é chantagem emocional, e se eu não gostar de ver o caralho do gajo preto a foder a tua cona?”.

Ela riu-se, parecia que era eu agora que me sentia intimidado, foi desse receio que nasceu o meu negócio, as gajas procuravam homens e eles fugiam com medo, ela disse, “tens que ver amor”, ela olhou para o relógio, “está na hora da minha foda, vou ter com o Marcelo”, ela puxou-me por um braço, “vem querido”.

Eu respondi, “vai querida, faz a tua terapia, eu vou pensar no assunto”, e ela saiu porta fora.

Educação de uma Donzela vitoriana

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Educação de uma Donzela vitoriana

Estamos em 1870. Plena era vitoriana. Esta é a história de Beatrice, escolheu-me para seu confidente e deu-me autorização para a contar. Para ela eu não sou, nem um homem, nem uma mulher, eu sou um ser híbrido, sem sexo definido, sem género único, podendo ser os dois quando quero, e talvez por isso ela confia-me os seus segredos mais íntimos.

A Beatrice casou-se há uns meses com o primo, filho de um aristocrata importante, e nessa altura as amigas deram-lhe os parabéns, como galinhas sorridentes, miraram-lhe a aliança, e em gritos estridentes, diziam que devia estar contente, e que tinham inveja dela.

Estamos deitados, Beatrice e eu num canapé gigante, do seu quarto e ela diz-me que casar com o filho do Duque não a satisfez, foi um casamento prometido há muitos anos, mas, diz ela, que nunca viu isso com entusiasmo, e nem mesmo o primo, que o primo Randall sempre foi um pouco alheado, como se ela não fizesse diferença nenhuma.

A Beatrice tinha sido entregue ao pai de Randall que passou a ser o seu tutor, e quem passou a orientá-la como ser mulher no mundo fechado da aristocracia, como se devia comportar nas relações com as outras pessoas, principalmente com homens que não pertencessem à família.

Estava calor, eu sentia alguma comichão no corpo, tinha um vestido imenso com folhos, apesar de não ter nada vestido por baixo, e pedi a Beatrice, queria estar nu, mais fresco, e ela sorriu, tinha curiosidade, como seria eu, se seria másculo, com um bom instrumento, porque, perguntava ela, que eu gostava de conviver com cavalheiros, e que gostava de os satisfazer e fazer de mulher.

Ela ficou admirada, quando me libertei do vestido, deixei à vista o meu masculino, uma piça enorme e bem fornecida, a Beatrice deu um pequeno grito, “Meu Deus, que coisa tão grande”, a minha verga tombara muito perto da mão dela, não mais que uns centímetros, ela podia tocar-lhe quando quisesse.

Mas Beatrice continuou a falar, quando fez 18 anos, o seu tutor, o pai de Randall, disse que ela iria deixar de ser menina e iria passar a ser mulher, e que para isso acontecer iria ser ensinada como uma boa esposa a satisfazer o seu esposo, e um dia a duquesa mãe chamou-a para ir para o quarto, mandou-a despir a roupa toda, só deixando as meias de renda, e que devia esperar.

Uns minutos depois o pai de Randall entrou no quarto e com ele vinha também o irmão, ou seja, o tio de Randall, e qualquer deles devia ter entre quarenta a cinquenta anos, eles rodearão o corpo de Beatrice e o meu tutor disse, “que achas, Max? Uma bela fêmea para o meu filho?”, o tio riu-se, “talvez seja mulher demais para o teu filho, mas ela saberá fazer dele um homem”.

O meu tutor disse, “queres tu começar?”, diz Beatrice que eles despiram-se os dois, e o tio de Randall puxou-a para a cama e disse para ela se deitar, depois começou a beijar-lhe o seios e com dois dedos acariciou-lhe o clitóris, até o sentir húmido e excitado, e diz Beatrice que se sentiu obrigada a gostar, soltou um pequeno gemido, porque o toque dos dedos nos lábios vaginais, foi gentil e persistente.

Ele agarrou-lhe na mão e pediu-lhe que agarrasse no pénis dele e diz Beatrice que sendo a primeira vez que tocava numa piça, sentiu nela uma espécie de energia vibrante, a mão pequena e feminina acariciou o caralho dele como se soubesse fazer isso de nascença.

Ela conta que começou a puxar a pele da piça para baixo para ver a cabeça roxa, ela sentiu que a respiração dele ofegava e diz Beatrice que gostou, ele dizia “mais querida mais”, e ela continuou a brincar com o pau, surpreendida que ficava cada vez mais duro, como pedra.

Enquanto isso, Beatrice conta que o pai de Randall circulava no quarto a acariciar a própria piça, e ela reparou que já estava tesa e encurvada para cima, ele depois aproximou-se, caminhou de joelhos na cama, e disse, “Beatrice, vou-te ensinar a satisfazeres o teu futuro marido com a boca”, e que depois, puxou-lhe a cabeça devagar e meteu-lhe a piça na boca.

Beatrice disse que não sabia o que fazer, mas ele avisou, “cuidado com os teus dentes, amor, é só para chupares, mamas no caralho, com a boca, amor, engoles a piça dentro da boca”, e Beatrice disse que começou a chupar como se fosse um gelado, e começou a gostar, havia um cheiro da piça dele, um travo amargo que a apanhou desprevenida, e depois ouviu o tio de Randall, “estás a ver, ela aprende depressa, o teu filho vai ter do melhor que há”.

E depois o tio de Randall prosseguiu, “agora, deixa ela chupar-me a piça”, e Beatrice conta que a boca dela passou para o caralho dele e sentiu uma mudança de volume, o caralho dele era ainda maior do que o do seu tutor, agarrou no galo ereto e começou a chupar mas tinha dificuldade de o meter todo dentro da boca, lambeu-lhe a cabeça roxa, dos lados da piça e sentiu que estava no caminho certo porque ele gemia, “foda-se meu irmão, vais ter uma nora que é uma loucura, olha para o rabo que ela tem”.

Beatrice conta que sentiu as mãos do pai de Randall a acariciar-lhe o rabo, a virá-la de lado, mas ouviu o tio de Randall, “não a fodas já, lambe-lhe a cona, irmão, isso é divino, se não queres, lambo eu”, Beatrice conta que tinha a piça do tio de Randall na mão quando teve um tremor frenético e sentiu que a língua do pai de Randall lambia-lhe os lábios da cona, e foi quando ela esticou o corpo de prazer, como se fosse uma coisa única.

Beatrice já tinha sentido prazeres de sexo, mas eram prazeres da masturbação, muitas vezes até com a sua amiga mais intima, acariciavam-se as duas, mas nunca a este ponto, de um homem estar a lamber-lhe as zonas mais intimas e ela estar a gostar, diz que o corpo dela contorceu-se e quando vinha por aí acima, o pai de Randall agarrou-lhe o corpo e continuava a lamber.

Até que ele parou, o tio de Randall disse, “não a faças vir já, ainda quero comer-lhe o cu e quero que ela aprenda a gostar”, depois ele virou-se para Beatrice, “querida, quando o teu esposo quiser cona e não puderes, dás-lhe cu, amor, eu até gosto mais”, depois virou-se para o pai de Randall, “vais dar-lhe por trás?”, ele acenou a cabeça e virou Beatrice com o rabo para cima, e disse, “querida, eu agora vou penetrar-te, pode doer um bocado, mas depois vai adorar”.

Beatrice não sabia bem o que esperar, não é que não soubesse o que ia acontecer, já tinha visto os animais a foder, cavalos a montar éguas por trás, e até uma amiga que não tinha aspirações, lhe tinha contado que já tinha sido fodida, uma vez viu uma criada da casa a ser montada pelo pai de Randall e a mãe de Randall que não fodia com o marido há anos, também tinha os seus segredos.

Ela esperou, fechou os olhos, e tentou preparar-se como podia, o corpo dela estava excitado e depois de ele ter-lhe lambido a cona, o corpo queria piça, só que era daquelas coisas incompreensíveis que só depois de experimentar é que se percebe, ela sentiu a cabeça a encostar, a piça passou-lhe entre as nádegas e depois tocou no ponto sensível, a piça começou a roçar.

Ouviu o pai de Randall, “querida, empina o cu um bocado”, ela moveu o cu para cima e espetou-o para receber a verga, ela fechou o olhos e imaginou a vulva exposta e molhada, e foi quando a piça começou a entrar, a enterrar-se dentro dela, “aihh, senhor Duque, aihhm, que dói tanto”.

Ele continuava a mexer-se a fazer força, “está quase querida, todas as mulheres passam por isto, está quase”, e depois avançou mais, a sair e a entrar, até que a piça escorregou toda para dentro, e ele disse a rir-se para o irmão, “já temos mulher irmão, o meu filho vai ficar satisfeito”, o tio de Randall torceu o nariz como se tivesse um pensamento escondido.

Beatrice conta que o pai de Randall começou a montá-la e que cada vez que vinha à frente era um pouco como uma mola, quando lhe batia com as ancas nas nádegas, ia para trás novamente, o tio de Randall aproximou-se e começou a acariciar-lhe os seios, enquanto isso dizia, “irmão, fode-a bem, ela tem de aprender a ser sabida, é a melhor maneira de fazer um casamento feliz”.

Ela fechou os olhos, e à medida que os segundos passavam, foi sentindo um prazer em crescendo, Beatrice conta que lambia os lábios e ficou à espera de um clímax, como um pequeno vulcão que explodia dentro dela, o pai de Randall continuava a fodê-la, até que o tio de Randall disse, “deixa-me comê-la agora, tu ainda vais ter outras oportunidades, ela não aprende tudo de uma vez”.

O pai de Randall saiu de dentro dela e deu lugar ao irmão, Beatrice sentiu uma pequena palmada no rabo e foi como que um alerta que quando lhe chupou a piça, era enorme na boca e não sabia como seria aquela verga dura dentro da cona, ele montou-se em cima dela, e disse, “foda-se irmão, esta tua nora tem um cu maravilhoso, irmão, tens tanta sorte, tu e o teu filho”, e depois avançou, a piça escorregou-lhe na cona e não sentiu que doesse, a piça era grande mas estava a gostar, o pai de Randall já a estivera a foder e ela estava estava preparada para receber uma piça ainda maior.

Beatrice conta que passado uns minutos do tio de Randall estar a fodê-la, ele disse, “querida, vamos à parte mais difícil, mas esta vai ser a melhor lição para o futuro, vais ter muito cu para dar ao meu sobrinho”, e depois torceu o nariz outra vez, “se ele gostar”, e depois Beatrice ouviu o pai de Randall, “vais ver querida que dares o cu é uma das maiores fontes de prazer”.

O tio de Randall apontou-lhe a piça ao ânus, e Beatrice conta, tinham-lhe dito, às vezes doía ao principio mas depois passava, ele forçou o ânus e ela gemeu, “aiiii, dói tanto”, o pai de Randall disse, “relaxa querida, quando levares no cu, vais aprender a gostar, relaxa”, Beatrice conta que soprou, fechou os olhos com força como se isso atenuasse a dor, e sentiu o ânus a abrir, a cabeça a entrar, ela prendeu com a mão a pedir para parar.

Mas o tio de Randall estava determinado, sabia que a piça dele era enorme para um cu que, embora tivesse dúvidas, acreditava que ainda pudesse ser virgem, naquela altura muitas meninas davam o cu para guardarem a virgindade, ele parou, mas depois avançou novamente, Beatrice conta, que o incentivou, puxou-lhe na perna a dizer, “mais, entra agora, para acabar a dor, penetra-me, fode-me o cu”.

Centímetro a centímetro, como uma cobra a esconder-se na toca, molhada, húmida, dos líquidos de Beatrice, estava toda lá dentro, Beatrice conta que ouviu os irmãos a rir, “estás a ver irmão, esta é das boas, que sorte a tua, já tem a minha piça toda e parece que ainda quer mais”, o pai de Randall disse, “monta-a um bocado que também quero comer-lhe o cu, quero vir-me nela”.

Beatrice como que acordou e regressou ao quarto onde ela e eu estávamos, deitados no canapé, eu todo nu, um homem-mulher, ela a contar-me a sua história, depois tocou-me no pénis, como se fosse importante para lhe avivar a memória, “depois o pai de Randall fodeu-me o cu e veio-se em mim, e naquele dia acabou o meu treino para o meu casamento com o Randall”.

Ela suspirou, e eu senti-me na obrigação de perguntar, “mas depois parece que tudo correu mal? Disseste que ele nunca te satisfez?”, não era que eu não soubesse, Beatrice provavelmente não sabia, talvez ao principio, que Randall tinha uma inclinação para preferências masculinas, rodeava-se de uns amigos com os mesmos gostos, e num bacanal de meninos em que eu tinha participado, ele pediu-me para lhe comer o cu, e eu comi, por isso eu sabia, se Beatrice queria piça não a ia encontrar no Randall.

Beatrice contou novamente, depois daquele dia, quando o primo Randall não estava, a duquesa, mãe dele, ia ter comigo onde eu estivesse, e dizia, “Beatrice, vá para o seu quarto, o meu marido, o duque, quer continuar as lições, prepare-se para ele, minha querida”, e eu ia, e quando chegava, algumas vezes já lá estava à minha espera, eu despia-me e ele fodia-me, algumas vezes ouvi a respiração da duquesa a tentar ver ou ouvir o que acontecia.

Depois do casamento tudo isso acabou, agora era Randall que devia continuar com os meus treinos e era isso que eu esperava quando fomos de lua de mel, eu tinha tudo preparado, o pai de Randall dera-me as últimas instruções de como agradar a um marido, e à noite quando me deitei na cama, toda nua, excitada, iria ser a primeira vez que eu fodia com ele, ele ficou a olhar para mim e não fez nada.

Beatrice conta que perguntou ao Randall se ela não lhe agradava, ela diz que ele respondeu que não era isso, que ela era muito bonita, e nessa altura fui eu que parei para mirá-la, os lábios eram como dois morangos, os olhos azuis profundos mas matreiros, o rosto de menina perfeito e belo, imaginei-a nua e tive a visão de a ver a ser fodida pelo pai e o tio de Randall, ela a chupar-lhes a piça e depois a levar no cu com a piça gigante deste último, que uma vez tentei ser fodido por ele, mas ele recusou e disse talvez um dia.

Ela tinha tudo o que era perfeito para dar prazeres a um marido, e pensei, quem sabe talvez a um amigo, eu era capaz de comê-la mesmo não sendo o meu prato favorito, Beatrice conta que a lua de mel passou e ele não a fodeu nunca e sempre pensou que ela é que tinha algo de errado.

Desde essa altura tinham passado alguns anos, e Beatrice conta que passou muito tempo e ele não a fodia, já estavam na nova casa que o pai de Randall comprara para eles, e um dia quando chegara de um chá com as amigas, percorreu a casa toda até que encontrou Randall com um amigo que nos visitava muitas vezes, Beatrice conta, eles estavam nus e a fazer sexo, com Randall por baixo a ser montado e a levar no cu.

Beatrice conta que ele nem se surpreendeu, ela fugiu e ele foi atrás dela a gritar, que ela era uma ingénua, e que ela já devia ter percebido, eram tantas as vezes que os amigos o visitavam e se fechavam num quarto ou numa sala, e que ela já devia ter entendido do que ele gostava, e quando discutiam de forma acesa, Randall disse, “mas eu gosto de si, você é a menina ideal para mantermos as aparências”.

Nessa altura esbocei um sorriso, a minha boca aproximou-se do pescoço dela, um perfume divino de carne e alfazema atacou-me o espirito e o meu caralho foi automático, ficou teso e grosso como uma estaca, Beatrice riu-se também ao ver a minha piça dura, ela perguntou, “o que é que eu disse para o meu amigo ficar assim?”, eu respondi, “foi o seu cheiro minha amiga, eu tenho pena de não a ver nua, estou sempre a imaginá-la”.

Ela sorriu para mim, “mas o meu amigo gostava de me ver nua, eu pensava que as mulheres não o atraíam? Que o seu sexo preferencial era com cavalheiros?”, eu sorri novamente, “sim, mas a minha amiga parece estar em sofrimento, a precisar de piça”, eu depois continuei, “e sabe o que o Randall disse de manter as aparências dá vontade de rir, toda a gente sabe que o Randall desde jovem sempre gostou de satisfazer os amigos, os empregados domésticos e muitos outros, ele sempre foi estimulado por piça”.

Beatrice sorriu, “pois, eu naquela altura era ingénua”, e depois eu perguntei, “mas minha querida, como faz agora?”, ela levantou-se e começou a despir a roupa, a cada peça que saia, a minha piça tremia, ela disse, “na altura contei o que sabia ao pai de Randall, e agora visito-o sempre que posso, já não são aulas, nem treinos, o tio do Randall também aparece e fazemos pequenos serões juntos”.

E depois olhou para mim e para a minha piça, “e também às vezes apanho tudo o que posso, a minha amiga gostava de me comer?”, eu olhei para aquele corpo nu perfeito, e disse, “minha querida amiga, não quereria outra coisa hoje, a menina é divina, uma deusa, e foder deusas eu gosto muito.

Desaparecidos #3 magia e carne

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 Desaparecidos #3 magia e carne

Recebi hoje um telefonema do meu filho, finalmente decidiu visitar-me, passaram alguns anos que não nos vemos, desde que aconteceu o “episódio”, ele ficou tão zangado comigo, que naquela tarde de sol, agarrou na mão da namorada e desapareceu.

E
u sempre fui um solitário, sou daqueles que têm uns quantos filhos espalhados pelo mundo, mas mulheres daquelas de ter por casa, a andar de um lado para o outro, sempre irrequietas, não tenho nenhuma, elas mais ou menos a determinada altura, desaparecem todas.

Imagino que deve ser coisa minha, esta de não conseguir fixar as pessoas perto de mim, sejam filhos, mulheres, ou mesmo amigos, vão ficando os animais, porque esses enfim não se queixam.

Mas agora havia essa possibilidade, o passado estava esquecido, eu estava a ficar mais velho, e a companhia de pessoas na minha vida, e ainda por cima do meu sangue, é uma necessidade importante, desculpem se eu sou calculista, mas se eu precisar, quem é que me vai limpar o rabo?

Não quero recordar essas memórias, mas, não tenho dúvidas, tenho de trazer isso para cima da mesa, falar no diabo do “episódio”, quando ele chegar os nossos olhos vão lembrar-se e falar nisso, eu tenho de estar preparado.

Mas foda-se !! tenho medo, estou um pouco mais velho, mas não estou morto, o que é que irá acontecer? se ele trouxer uma mulher? Eu vim para este distante recanto do mundo para não sofrer desse mal, não posso cheirar conas, fazem-me mal, abalam a minha racionalidade, os meus pensamentos passam a ser um, controlar a baba que cai da minha boca e a minha própria luxúria animal.

Passei por muitos médicos, de muitas espécies e saberes, mas a opinião era sempre a mesma, “você é uma aberração, nenhum homem sofre disso, só você”, até me analisaram o pau, com máquinas caralho!!, e não havia solução, se uma cona passava a não mais de uns palmos da minha mão, contorcia-me de dores, sofria uma transformação.

Naquela altura os tempos eram outros, estou afastado há alguns anos da humanidade, quem sabe, posso ter-me curado sozinho, isso acontece muitas vezes, e o meu filho sabia, eu era um perigo, e no tal “episódio” se ele trouxesse uma namorada cá para casa, só podia estar a testar-me, espero que não seja isso desta vez.

A namorada dele era um anjo de menina, quando me deu a mão, cumprimentando-me, eu perdi todo o sentido de equilíbrio, eu ejaculei sem qualquer controle, eles não viram, não sei se ela sentiu, se o meu calor e eletricidade a atingiu, mas o cheiro dela, a cona, foi como um murro no estômago, foda-se!!, eu pensava que estava curado.

Eles vinham para passar uns dias, e foda-se!! foi um suplicio, ela acordava sempre mais cedo que o meu filho, e eu já estava à espera, no alpendre, na mesa com frutos frescos do pomar, por onde ela caminhava alguns minutos, como uma Afrodite pertencente ao lugar, e eu não respirava, o meu apetite voraz tinha caído, não dormia, sentia em mim um suor colado ao corpo, o meu pau e os colhões eram pedras.

Ela aproximou-se e os meus olhos raio x analisaram cada célula daquele corpo feminino, dentro de um vestido vaporoso e desnecessário, a pouca distância, lambi-me de um cheiro a cona e a cu, como se preso a uma bolha de rata, que me prende e sequestra, não consigo pensar, ela mostra os dentes perfeitos e tão brancos, como um beijo de neve, eu morro ao pé dela a cada minuto, e ela diz como música, “não fica triste de aqui estar tão só?”.

Não sabia ela do meu mal, dos meus tormentos, devia eu dizer-lhe? Pedir-lhe, por favor amor, deixa-me ver a tua cona, deixa-me ver-te nua, para eu chorar, lança água para a minha fogueira, eu sorriu com um estalido tranquilo, como aquelas almas que testam as suas próprias palavras, no seu cérebro antes mesmo de as proferir, “sabe? até o compreendo, isto aqui é tão calmo, tão bonito, tão simples, tão inesperado, tudo tão diferente do que eu vivo”.

Ela sentou-me ainda mais perto de mim, ocorreu-me o pensamento estúpido, será que com este tesão todo, a atraio como um íman e a pele dela pode tocar na minha num micro segundo e numa micro célula, pode acontecer, eu disse, “meu Deus, você é tão bonita, tão radiosa, tão feliz”.

“Foda-se!!”, foram estes os meus pensamentos, porque disse estas palavras, devo estar louco, é o cheiro dela, apanhou-me desprevenido, e o meu corpo, deve estar a explodir de testosterona e ela deve estar a sentir-se desagradada, não tenho armas, estou totalmente indefeso, que crueldade esta do meu filho, ele sabe.

Ela fixou-me nos olhos, a minha maça de Adão tremia com certeza, ela perguntou, “feliz como uma criança? É assim que o pai do meu namorado me vê?”, eu corri a dizer, irrefletido e sem ponderar, “não, eu queria dizer que você é uma bela mulher”, os olhos dela seguiram os meus, baixaram para as pernas dela, com uma finura tão simples, tão fresca e tão jovem.

Se os meus olhos se fixaram nas pernas dela, eu tenho desculpa e ela sabia, eu estava hipnotizado, os dela continuaram e, pareceu-me sentir isso, pararam na minha virilha tesa, como se estivesse no meio das minhas pernas qualquer coisa grande e desconfortável, que ela quisesse estudar e ali ficássemos os dois presos naquele instantâneo.

Foram só segundos, ela salvou-nos, “seria eu capaz de viver aqui, como você, tão isolado do mundo, não sente falta das pessoas? Você está a fazer-me chorar”, eu tremi e pelo que mais me custava, atravessar a barreira do simples físico para a ditadura dos sentimentos, eu disse, “por favor não chore, porque chora?”.

Eu bastava-me com as obrigações do corpo, manter-me limpo, alimentado, saudável, com a natureza, com a chuva, o sol, a água do mar, a frescura das brisas inesperadas, ela disse, “não ligue, eu choro por não compreender, gostava de não ser eu?”, eu pensei, “mas que ideia mais estúpida”.

E era isto que me preocupava, trocar a minha doença por outra coisa, de repente era como se não a cheirasse mais, como se o meu desgraçado olfato de cão fosse substituído, os vapores de cona, de mamas, da saliva dos lábios dela, ou do liquido divino das suas partes mais secretas, estivesse a desaparecer, eu deixava de ter o meu eu conhecido, para ser uma analista do meu interior, foda-se!! deixava-me sem nada.

Eu aproximei um copo de sumo da boca dela, frutos que eu colhia do meu pomar e que via crescer em silêncio e devagar, tão devagar que parecia um crime consumi-los, mas aquela boca era uma troca admissível, o sumo de pera pintou-lhe os lábios, uma pequena cova nas maças do rosto, eu voltava a pouco e pouco a querer o meu eu ainda mais perto de mim, a minha doença, os seios dela tremeram de prazer, o gosto doce, o ser liquido, eu acho que sorri porque ela correspondeu, uma correspondência feita de carne, eu pensei, “tenho a certeza”, e disse, “acho que está a compreender, basta sentir e admirar humildemente”.

Ela riu-se, eu senti-o, agora como uma criança, “não sei se compreendo, mas vou fingir que sim”, nesse momento, o meu filho apareceu ensonado, “vais fingir o quê, amor?”, ela respondeu, “nada, falava de sexo com o teu pai”, o meu filho quase gritou a olhar para mim intensamente, “de sexo?”, ela prosseguiu, “dos anjos, sexo dos anjos, amor”

No dia seguinte, ela encontrou-me no meio da horta e do pomar, aproximou-se de mim e fui atacado novamente pela minha luxúria, olhei para as pernas, para as mamas, ele substituíra o vestido fino por um daqueles saris indianos, imaginei que se o soltasse no nó que trazia junto ao peito, ele cairia e deixava à vista o objeto do meu desejo, a atmosfera de fêmea com o cio envolveu-me numa bolha, ela sorriu, “estava a vê-lo aí parado a olhar”.

Eu olhei intensamente para o corpo dela, deixando-me sem reação, preso ao chão, incapaz de fugir, e eu sorri, “tempo é o que não me falta”, e continuei, “ou melhor falta, mas tenho tempo para apreciá-lo”, e eu ri novamente da minha saída espirituosa, ela moveu-se ainda mais para perto de mim, o corpo dela quase que tocava no meu, a minha carne explodia em convulsões e ondas internas, sentia nas cílios do meu nariz o cheiro a sabonete com que ela se lavara de manhã, e o toque amargo desse cheiro submetido aos suores das coxas e da vagina.

O olhar dela sobre mim era mais firme, “o seu filho disse-me para eu não me aproximar muito de si”, eu procurei um sitio para me sentar, mas ela perseguiu-me e eu perguntei, “mas porquê?”, ela prosseguiu, “ele diz que você é uma espécie de ninfomaníaco masculino”, eu devo ter mostrado um sorriso amarelo, ela insistiu, “só pensa em sexo, é verdade?”, eu respondi, “não, isso é uma ideia dele, eu sou é sensível às mulheres e se tiverem na conjunção astral e mágica para ....”

Ela deu uma gargalhada, tinha-se sentado ao meu lado nas ervas, quase deitada, as pérolas da geada noturna ainda se viam nas plantas, e arrepiavam lhe a pele, e num segundo, um tempo mínimo, um lampejo, quase que me apercebi que as pernas dela se abriram um pouco, ela perguntou “eu excito-o?”, eu não me lembro de ter gaguejado, não sabia se devia ser honesto, dizer que sim, ou fazer com que este frémito de sangue fervente, fosse contido em mentira, “quer mesmo saber? Sim excita-me”, ela fez com que os olhos esverdeados brilhassem, “gostava de ter sexo comigo?”

Não me lembro também se respondi, ela tomou as rédeas da situação, o sari abriu-se e ela deitou-se sobre mim, e o que senti naquela altura, foi sexo, mas mágico, como se Deus estivesse a olhar, que eu não era culpado, mais todos os animais e seres da Terra, ela procurou o meu pau e subiu e desceu por ele quanto tempo ela quis, obrigou-me a sentir e a querer mais, até que o meu sémen, o meu liquido perpetuador entrou nela, e ela gemeu e chorou.

Não demorou muito a deixar-me outra vez só, foram-se embora logo depois, e só depois é que vim a saber que o “episódio” tinha sido visto também pelo meu filho.

Ouvi tocar à campainha e fui abrir, aguardo alguns minutos, espero que ele apareça e já o vejo, vem acompanhado de alguém, foda-se!! uma mulher, eles vêm andando na minha direção, as formas mais difusas vão ficando mais definidas e alguns metros, é ela outra vez, “então pai como vai isso”, ela sorriu, ele continuou, “tem sido uma tortura, ela nunca te esqueceu, espero que estejas curado”

Contorci-me um pouco a esconder o meu pau teso.

O quanto sou ou fui bem educada!!

18:46 0
O quanto sou ou fui bem educada!!

Sempre achei que a educação, quando pensamos ter chegado ao fim, àquele ponto em que achamos, agora já não há nada para mudar em nós, ou se adquiriu educação ou não, e pronto, a que temos é o fruto das circunstâncias e também das situações que nos foram acontecendo e influenciando, umas que, pela nossa vontade, fizemos por acontecerem, outras, por nada, por acaso.

O
lhando para trás, era eu, o meu irmão, e a nossa mãe solteira, ela com dois empregos, nós com todo o tempo do mundo, para andarmos aos trambolhões, sozinhos, e mais eu por ser mulher.

Tudo serviu, e mesmo o que era pouco se aproveitou, fosse a leitura de um livro abandonado num jardim, uma conversa entre mais velhos num café, as reações e o cansaço da minha mãe, a fome de homens que ela atraia de vez em quando.

E não sei porquê, de tudo isso, hoje, para mim, o que recordo é do sexo, como se o sexo fosse a coisa mais marcante da vida, a única que valesse a pena registar na memória, desses pequenos pedaços de história que, bons ou maus, traumatizam, e empurram e ajudam a rolar.

Nunca tivemos espaço para moralidade, religião, ou outras coisas que interessam pouco à sobrevivência, isso ocuparia muito tempo, bastava a realidade, e começo a lembrar-me do que tinha dentro de casa.

Eu e o meu irmão somos quase da mesma idade, ele é um ano mais velho, e não é difícil compreender que começámos a ter as mesmas necessidades mais ou menos ao mesmo tempo, que basicamente era a masturbação, eu masturbava-me, ele masturbava-se, fazíamos isso sem mostrar, umas vezes no banho, outras vezes no quarto, ele ouvia-me a gemer, disso tenho eu a certeza, eu ouvia-o também, enfim a casa era pequena.

Um momento de viragem foi quando o meu irmão me deu acesso à sua importante coleção de revistas pornográficas, que ele escondia na cama, para a minha mãe não ver, daquelas antigas, em que havia como que folhetins de histórias fotográficas em que se podia ver todo o tipo de maneiras de foder.

Para mim, acho até mais do que o meu irmão, dava-me um prazer imenso ler as palavras dos balões, em que parecia banda desenhada, com uns homens mais velhos com uns pénis enormes a entrar nas vaginas e cus de umas mulheres.

A dada altura, sempre que o meu irmão trazia uma novidade, ficávamos a ler, para depois discutir a qualidade do trabalho, comparando com as revistas que ele já tinha, e lembro-me que a excitação que nos dava era normalmente contrabalançada pela risada.

Só umas quantas, poucas vezes, nos excedemos, em que as histórias eram tão boas, ás vezes com cenas de orgias, em que falávamos e muito excitados, não aguentávamos e masturbávamos um junto ao outro.

Uma vez ele perguntou, “o que achas do pénis dele?”, eu respondi, “eu acho enorme, é gigante”, eu dei uma pequena risada, ele continuou, “o meu é pequeno, achas que alguma vez vou ter um assim grande?”, eu olhei para ele e disse, “mostra!”, ele baixou as calças, e eu vi o pequeno pau murcho, “se ele tivesse teso!”.

Ele olhou para mim, depois fechou os olhos, começou a acariciar o pénis, e em segundos ficou teso e duro, eu disse, “é grande mano, ele cresceu muito”, e ri-me novamente, mas ele não me ouvir continuou a bater a punheta, e em segundos, contorceu-se ao meu lado e veio-se, jatos de porra saiam da cabeça da pila.

Outra vez, ele trouxe umas revistas gay, e onde costumava estar um homem a foder uma mulher, eu vi que apareciam agora homens, a chupar o pénis ou a comerem o cu uns aos outros, e quando perguntei ao meu irmão sobre o tema das revistas, ele disse que gostava, dava-lhe prazer ver homens a montar outros por cima, e aí, ele também sacou do pau para fora excitado, e bateu uma punheta.

Depois acho que fomos aprendendo com a nossa mãe, o que estava nas revistas, saltou para o quarto dela, quando trouxe um homem lá a casa, e, como se fossemos ingénuos, nos pediu que fossemos para o quarto, mais valia ter dito logo, não liguem, vou foder com este gajo.

E foi assim nós saímos de cena, ou pareceu que saiamos de cena, e uns minutos depois, ouvimos vindo da sala, uma espécie de gritos altos, que nos assustou e fomos à procura, quando vimos, tal como nas revistas, o homem montado na nossa mãe, uma vara enorme comia-lhe o rabo, a entrar e a sair com força, e que a fazia gemer.

Nessa altura aconteceram duas coisas, o de ver a cena ao vivo, do homem peludo, um pouco acima do peso, a foder a minha mãe, excitou-me o corpo todo como nunca tinha acontecido antes, e quando fui para o quarto, desejei ter aquele pénis a enterrar-se na minha vagina, masturbei-me a imaginar isso, e vi-me toda com o meu irmão a ver.

A outra coisa que aconteceu foi mais tarde, quando o homem saiu e se foi embora, ainda olhou para mim com olhos de foda, e a nossa mãe começou a falar, que era a primeira vez que trazia um homem para casa, que nós já não éramos miúdos, que ela tinha desejos de foda, e estava farta de ser fodida na rua ou em carros.

Não sei se na altura pensei nisso, ou se foi só agora, mas como ela explicou, não parecia que as fodas dela fossem só isso, as mulheres solteiras sentem a necessidade de ter um homem, e as fodas eram mais desejos de agradar a um homem do que desejo de se satisfazerem a si próprias, sentimos isso, e por isso, dissemos que ela trouxesse os homens que ela quisesse para a foder.

Claro que isso criou uma espécie de conflito de igualdade, eu e o meu irmão andávamos a descobrir muita coisa, não é que tivéssemos namorados ou isso, era mais o prazer de estar e curtir sem estarmos obrigados a nada, e por isso quando o meu irmão trouxe uma gaja para foder, a situação ficou mais que acordada, com o argumento aceite por todos de que foder por foder, que fosse em casa.

Naturalmente, nunca acreditei nesse argumento, a nossa casa era pequena, o quarto da minha mãe era a sala, e um só quarto que havia era para nós, e foder nessas circunstâncias, obrigava a muita organização para qualquer um de nós foder sem os outros estarem a ver ou a ouvir.

Por isso a minha educação ganhava agora um novo rumo, eu já era suficientemente grande para administrar o sexo como queria, de tal modo que percebi rápido, umas boas mamas e um bom rabo, faziam milagres conseguindo quase sempre os meus desejos.

E não que fossem os desejos prolongados, os homens tendem a prometer tudo para ter uma rata à disposição, para depois logo que a fodem, verem-se com falta de memória e, logo a seguir, quebrarem todos os contratos.

Estas percepções e o que aprendi em casa a assistir à vida da minha mãe, contribuiu muito para a minha educação e, por isso, não foi difícil decidir que forneceria os homens mais velhos de um bom pedaço de mim, de maneira a que esses queridos me ajudassem a dar um salto para um qualquer lugar mais perto de onde eles estavam na vida.

E não era só uma questão de dinheiro e sobrevivência, era de escolha de prazer mesmo, pareceria ridículo isso, de gostar de ser fodida por homens mais velhos e estabelecidos, e em vez de mostrar esse agrado, ter de mostrar que levar na cona deles era uma coisa neutra, e só um negócio.

E quase sempre não era, salvo raras exceções, de encontros com homens mais violentos, todos os outros me agradavam à sua maneira, uns que desejavam mesmo sexo descomprometido, mas que depois, além do dinheiro, me ofereciam um pouco da sua visão e da personalidade, outros que procuravam em mim um carinho infantil, conversa fácil e intima por horas, e quase sempre, nem me fodiam nada.

Foi rápido na minha educação de jovem pós-adolescente, eu perceber que eu dava a esses homens adultos, um refúgio de seda, um refúgio de veludo, num qualquer motel escondido, ou na parte de trás de um carro, horas de conforto, horas de realidade, era preciso estarem comigo, para sentirem a terra debaixo dos pés.

Podia contar histórias: uma que mais me agradava era a de um homem muito rico que aparecia à porta da minha casa de carro com motorista para me vir buscar e, quase sempre à noite, bem entrado na idade, percorríamos a cidade, sempre em andamento e ia-me falando quase como um pai querendo saber como passou o dia a filha.

As mãos dele de homem velho, mas não envelhecido, percorriam as minhas pernas, quando da boca dele iam saindo palavras sábias em que eu, como uma esponja, absorvia tudo, “hoje estás muito bonita, querida, como estás na escola?”, as mãos subiam levemente pela minha barriga, “estou muito contente, vestiste a saia que eu te ofereci”.

A saia era uma minissaia, do tipo plissada, mesmo muito curta, em estampado de quadrados, como os homens mais pervertidos gostam de ver nas adolescentes de escola, eu ri-me, “não penses que a levei para a escola”, ele riu-se, a perversão era benigna, ele riu-se também, “esperava que não”, as mãos tocaram-me nos seios e depois na boca e nos lábios, “és mesmo linda, vais ser uma mulher fantástica”.

As mãos vinham por aí abaixo, “como está a tua mãe e o teu irmão, precisam de mais dinheiro? Como estão a correr os estudos dele?”, nos últimos anos este homem mais velho, pervertido, mas gracioso, tinha financiado os nossos estudos, duma maneira estranha, como se pagar tudo isso fosse uma forma de penitência, por causa de eu lhe satisfazer os desejos da libido.

A uma certa altura a minha educação com ele evoluiu, se havia exploração da minha ingenuidade de jovem mulher, ela desaparecia quando tanto ele como eu tínhamos consciência desse contrato, ou dessa aceitação, ao ponto de eu gozar sexualmente, com o que ele fazia, as mãos dele desceram até abaixo, ele perguntou, “tens as cuequinhas, amor?”, eu respondi, “eu sei, que o meu amigo gosta que eu não traga nada por baixo”.

Os olhos dele molharam-se de alegria, naquela altura há mais de uma hora que o carro circulava, “Amaro, para um pouco naquele sitio que nós gostamos”, o Amaro era o motorista, um negro gigante e bem constituído que estava com ele há alguns anos, devia conhecer todos os segredos do patrão, e, mais tarde pensei, quando ele e eu deixámos de nos visitar, que seria com o motorista que ele trocava os mais íntimos sentimentos sobre o que era a sua vida.


A mão dele entrou no meio das minhas pernas e ele disse, “estás toda molhadinha, querida!!”, os dedos dele tinham penetrado na minha vagina e girado em círculos, fazendo-me abrir as pernas todas, para os lados, ele dobrou-se sobre mim, e ele disse, “fecha os olhos amor”, a língua dele tremeu no meu clitóris, e durante muitos segundos, que pareceram minutos de prazer, lambeu-me a cona, deixando-me num êxtase que guardo para a vida toda.

Enquanto isso, a minha mão procurou o pénis, abri o zip das calças e senti uma verga dura e comprida, que eu já chupara muitas vezes, quando ele se levantou e disse, “hoje amor podíamos fazer uma coisa diferente”, eu perguntei, “diferente? Estás a cansar-te de mim?”, ele abanou a cabeça, “não amor, não é verdade, é o Amaro”, eu insisti a olhar para a frente e para o motorista, “o que tem o Amaro?”, ele prosseguiu, “ele já não aguenta, querido, ele vê tudo, quando te fodo, e pensei, talvez se trocássemos os papéis”.

De facto era uma coisa estranha, o Amaro tinha uma intervenção tão grande na vida dele, que quando ele saía à procura de mim, ou sei lá, de sexo noutro lado, o Amaro estava sempre presente, até quando íamos para um motel, em que ele dizia, “não querida, eu quero o Amaro presente, parte do meu prazer é ele estar a ver-me foder, deixa estar, amor, ele só bate uma punheta”.

Agora invertiam-se os papéis, eu já tinha visto aquele pau dele muitas vezes, se o do patrão era grande, aquele era de classe superior, uma verga grossa que ele batia e mostrava, quando o seu senhor me fodia de todas as maneiras.

Não sei se isso era aconselhável para a minha educação, mas a certa altura deixei de reparar, era como se ele não estivesse lá no sitio, fosse no carro ou e qualquer lugar.

Quando ele disse aquilo, “deixa meu amor, vais gostar de foder o Amaro, eu já vi e ele é muito competente”, durante uns poucos segundos estive a considerar as possibilidades, o Amaro, depois de pensar nisso também me excitava muito, um namorado negro tinha-me fodido e eu tinha gostado, mas isto era diferente, o Amaro era um homem, e um homem fisicamente poderoso, e quanto mais pensava mais me agradava a ideia.

Eu suspirei a dizer que sim, o tempo estava de chuva, e enquanto o Amaro passava para o banco de trás, ele correu para o lugar do motorista e começou a olhar, sorriu e eu vi aqueles dentes pervertidos a brilhar, algo me dizia que seria a última vez que iria estar com ele.

O Amaro despiu-se todo e pediu-me para eu tirar a roupa, e mesmo no escuro, fechei os olhos e fui à procura daquele rolo grosso, e encontrei-o duro e arqueado como uma lança, ele disse para eu saltar para cima dele, e foi instantâneo, o pénis escorregou na minha cona, todo até ao fundo, e vieram-me lágrimas aos olhos, de prazer e dor juntos, “ahummm, ai, ai, humm”, as mãos dele cravaram-se nas minhas ancas e sussurrou-me aos ouvidos, “fode-me tu, querida, fode-me”.

A voz dele era tão mais hipnótica que a voz do patrão, a voz que alguém que vive calado e apenas ouve, eu arqueei as ancas e o cu, e começei a subir e a descer pelo pau dele, a entrar até abaixo, eu revirei os olhos por segundos, e ele lambia os lábios de ver o Amaro a comer-me, “ai amor, se continuas assim, vou querer foder mais com o Amaro”, ele dizia, “fode-o amor, fode-o”.

O Amaro sussurrava, “não te venhas, não te venhas”, ele falava como se o meu corpo estivesse sob meu domínio, com aquele pau furioso a penetrar-me, “ai não sei se aguento, não sei”, ele disse, “mete no cu, mete no cu”, eu levantei-me, agarrei na galo ereto com a mão e meti-o no meu cu, e foi instantâneo também, comecei-me a vir, e o Amaro também.

Quando fomos embora nunca mais os vi, nem o Amaro, nem o patrão, tinham contribuído para a minha educação durante muito tempo, e quando naquele dia, o Amaro não comeu o meu cu totalmente, ainda pensei que, pelo menos ele, um dia ainda fosse voltar. Não voltaram mais.

Setembro tempo para um blow job

09:40 0
Setembro tempo para um blow job

Em tempo de fim de verão ou de verão fora de tempo, nesta manhã de setembro não esperava que aparecesse gente na praia. Há anos que tenho esta rotina, de escolher os melhores lugares para estar isolado, e aí tiro a roupa e depois todo nu, caminho na areia como se tivesse acabado de chegar ao mundo. 


as hoje foi diferente, a areia debaixo dos pés ainda estava fria, o sol começava a fazer o seu trabalho, mas mesmo assim resguardei-me do vento frio num recanto escondido na rocha, onde estendi a toalha no chão quando os vejo chegar, um casal de nórdicos assim me pareceu, e ela mais me parecia a filha, do que ele marido dela. 

Eles não ligaram ao facto de eu estar totalmente nu, e preocuparam-se antes com o lugar abrigado, onde estenderam as toalhas logo ali ao meu lado, no principio daquela praia imensa, onde eu podia andar nu de lado a lado, mais do que um quilómetro ou o que eu quisesse, sem ninguém me ver ou perceber. 

Mas eles sorriram para mim, e pareceu-me agradar-lhes a minha presença, ela olhou-me de alto a baixo, apreciou intensamente o meu corpo, a mirar o meu pénis e o meu tronco, por momentos fiquei embaraçado, o homem mais velho de vez em quando olhava, mas fui-me esticando na toalha, fechei os olhos ao sol, e deixei-me ficar ali parado. 

Eu não os queria fixar, isso parecia-me má educação, mas reparei que ela á medida que tirava a roupa procurava os meus olhos, não pensava no marido, e admitia eu que era para me provocar, estávamos separados por alguns metros, mas a intensidade dos seus olhos azuis e da sua boca era tão grande, que também eu não conseguia desviar o olhar. 

Ela primeiro tirou o vestido quase transparente de um algodão fino, e deixou ficar um bikini tão reduzido que, pensei para mim, nenhuma utilidade tinha, via-lhe as mamas todas, o ventre liso e trabalhado, as coxas atléticas de estrangeira aplicada, e o risco da cona naquele triângulo pequeno, que quando dei por mim estava cheio de tesão. 

Foda-se!! era impossível de esconder, o meu caralho estava duro, tinha engrossado sem eu saber, ela riu-se para mim e eu ri-me para ela, quando de repente se levantou e correu para o mar, enquanto o velho dormitava, esticou-se na areia como um palito, esquecido nos pensamentos próprios, indiferente ao riso infantil da mulher. 

Quando ela regressou vinha encharcada, no caminho de regresso, eu reparei, ela tinha tirado tudo, as mamas eram agora duas peras livres, balouçavam ao vento agarradas a duas uvas rijas, na cona, uma fiada de pelos húmidos, água salgada que lhe escorria pelas coxas abaixo. 

Ela chegou, deitou-se na toalha e pousou a cabeça no colo do velho, ele acordou de um sono lúcido, virou os olhos para mim, ela abriu as pernas, e tenho a certeza, ela queria que eu visse a cona toda, encharcada de um tesão rosado, a minha piça era agora um verga dura, a levantar-se sozinha sem eu ter consciência.

Fui atacado por uma sede incrível, apetecia-me mergulhar naquela cona e bebê-la toda, chupar-lhe o clitóris e pô-la a gemer, com velho ou sem velho, que se fodesse!!, as mãos dela de veludo, percorreram as coxas por dentro e abriram-nas ainda mais, os dedos continuaram o caminho, e tocaram aquele recanto de prazer, girando em nó com cuidado, que eu pensei, eu vou-me vir agora mesmo.

Foda-se!! até os meus colhões gritavam para o meu caralho, estamos aqui a sofrer cheios de porra para sair, faz qualquer coisa com essa merda, e comecei a fixar-me nos olhos dela, a pouco e pouco batia uma punheta, até que ela olhou para o marido, ela sussurrou ao ouvido dele, e o homem virou os olhos, com um sinal de mãos pediu-me para estar mais perto, e caralho!!, nunca pensei que o fizesse, mas mexi-me para o lado e fui-me chegando mais para perto deles. 

Bem rapazes, ela aproximou a boca do meu caralho e começou a chupar, primeiro a cabeça, como a ponta de um gelado, depois a língua a beliscar os lados, depois engoliu a mergulhar até ao fundo, veio cá acima novamente, e foda-se!! o homem olhava para mim e eu percebi que ele estava a ter prazer, o pau dele tinha crescido, uma verga gigante a pôr-se de pé. 

Os lábios de seda a descer, um aperto firme na cabeça, a seiva na boca do meu suor, ela chupava os meus colhões e todo o rolo com atenção, de repente comecei-me a vir, quase pedi desculpa por não aguentar, ela deve ter pedido autorização, ele acenou com a cabeça, e ela bebeu o meu leitinho todo.

Relógio em noite suada

21:59 0
Relógio em noite suada

Mas que noite do caralho!! Imaginem cada célula da minha pele a largar água toda a santíssima noite. Lembro-me de passar a noite a passar as costas da mão na testa e de retirar para o lado uma espécie de líquido espesso gorduroso que eu salpicava para o chão.

E foda-se!! houve momentos em que o meu sono era substituído por tempo acordado a segurar na ponta do meu caralho murcho, a apontá-lo para o alto, só para dar oportunidade aos colhões de respirarem e não morrerem afogados.

Os colhões esses, eu tinha de os ir virando, como se viram os frutos, do aquecimento que vem por baixo, para desgraçados, apanharem um pouco de ar fresco, duas bolas gordas coladas, do suor que escorria nas minhas pernas.

O sol parecia que queria aparecer, e lembro-me de ter decidido levantar-me, deambular nu pela casa, ainda olhei para a minha mulher deitada, também um corpo nu molhado, o rabo redondo para cima, um brilho de suor no rego, ontem à noite comi-lhe o cu, e foi o que me ocorreu.

Agora estou aqui sentado no sofá. A minha única atividade, para além de respirar, claro, e de estar a afagar os colhões, é olhar para um relógio de parede enorme, que a minha mulher decidiu comprar recentemente, e que diz que são quase oito horas da manhã.

Na altura que ela comprou esta merda a única coisa que me ocorreu dizer foi que apesar daquela merda ser enorme, o tempo que passava era sempre o mesmo.

Mas acho que me perdi no tempo, acho que desde as sete horas da manhã que estou a olhar fixamente para esta merda enorme, como se o tempo, ou melhor, a passagem dele, não fosse já uma coisa deprimente, tinha ainda isto para me lembrar.

Cada segundo olhado, parece e é, caralho!! cada segundo perdido, e a merda não é só do relógio, é do que vamos fazendo com o tempo, e este sobressalto que me dá, é que nada vai acontecendo, e vejam bem, nem que fosse qualquer coisa pequena, que dissesse que alguma coisa tinha mudado.

Agora estou aqui a olhar para o caralho do relógio enorme, estou a brincar, ou melhor a descolar, os meus colhões molhados, que vou girando na mão, à medida que penso, o meu caralho a ficar teso, e eu a pensar em quê? na amiga da minha mulher que conheci ontem à noite.

Para além do caralho do relógio enorme, a minha mulher também tem destas coisas!! Ao longo do tempo ela apresenta umas amigas que eu já sei que existem há muito tempo, mas de forma racionada, mais ou menos uma por ano, principalmente depois de ela saber que se casaram, para eu as poder conhecer.

Pelas minhas contas, algumas dessas amigas que eu imagino que são as melhores, as “peligrosas” como a minha mulher lhes chama, só as conhecerei já depois de velhas, ou se tiverem um problema qualquer, diz ela que eu não sou de confiar, com as minhas crises existenciais.

Agora que estou aqui a pensar e a olhar para o caralho do relógio, a sentir no corpo cada segundo que passa, eu gostava que a minha mulher se levantasse, e sem palavras, vendo o meu sofrimento, se ajoelhasse entre as minhas pernas, e chupasse o meu caralho, eu fechava os olhos e viajaria um tempo no espaço.


Isso não seria uma mudança, mas seria um começo!! E o caralho da amiga dela de ontem à noite e o seu marido de fresco? Mas que suplicio!! Um calor do caralho, expetativas e planos, um futuro exige tempo, e eu a sonhar com cona.

Imaginava-me a penetrar aquela amiga, a olhar insistentemente aquelas pernas roliças, a ver se via mais qualquer coisa, mas também penetrava aquela mente, politizada como a da minha mulher, já estava tudo decidido, os planos eram os de todos, quando eu me perguntava, “não era mais fácil serem só putas”.

As pessoas quando estão dominadas por estes planos riem-se muito, e ocorreu-me pensar se algum dia poderia foder o cu daquela amiga, como fodi esta noite o cu da minha mulher, quando ela decidisse chorar, compreender a passagem do tempo, e que as melhores coisas não se planeiam.

Se calhar nem me importaria que o marido de fresco alegre, fodesse o cu da minha mulher, enquanto eu fodia o cu da mulher dele, isso é que era uma mudança!! E caralho, era imediata, não teríamos todos de esperar que os sonhos, como acontece sempre, se desvanecessem no tempo.

Só os sonhos reais se aguentam um pouco mais!!

Ouvi agora um som vindo do quarto. A minha mulher acabou de dar um peido, e isso é bem real.

Ontem à noite quando chegámos a casa, não aguentei mais, eu fiz o que podia, eu comi o cu da minha mulher logo ali na sala, gozei no cu da minha mulher a imaginar a foder o cu da amiga.

Olho para o caralho do relógio a pensar que se calhar é a única mudança que podemos ter agora.