Meu primeiro encontro virtual - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Meu primeiro encontro virtual

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Foi uma coincidência. Eu reparei nele quando ele entrava no supermercado com a mulher e eu com o meu marido. Há alguns meses que não o via e nem me encontrava com ele. Este homem era como um vicio e um hábito que se entranha e é difícil de largar.

A nossa história não durara mais de que um mês, mas fora um mês tão intenso que me deixava ainda memórias e perguntas de como tudo tinha começado, ou se tinha sido por acaso ou em consequência de algo que eu procurava.

Eu tinha entrado numa daquelas redes sociais de videochat, eu comecei a falar com ele, um homem negro corpulento, e um pouco depois, quando eu menos esperava, ele perguntou: “queres ver o meu caralho preto?”.

O normal seria eu ter dito que não, que eu não era dessas mulheres, que eu era uma mulher bem casada, mas foi mais forte, eu deixei-me tentar, o meu corpo fervia do calor do verão, e quando o meu marido estava na sala e eu no quarto a descansar, eu disse que sim: “sim, quero, mostra”.

Eu vi que ele baixou os calções e que, apesar de impercetível devido à cor negra da pele, ele também tinha a marca do verão, e depois mostrou o pau, ereto e bem teso, e enquanto ele o acariciava, depois ele falou: “o que achas? é bem grande!”, e eu ri e respondi: “é bem comprido e grosso”.

Ele começou a simular uma punheta, muito devagar e sem pressa, e depois ele continuou: “aposto que gostavas de chupar o meu caralho?”, eu ainda pensei que me divertia, mas a visão daquele pénis teso, deixou-me toda excitada, que eu disse: “não sei se o meu marido ia gostar, ele pode ouvir”.

Eu parecia que estava hipnotizada, ele movimentava o pénis com a mão, e eu ouço-o dizer: “se calhar ele ia gostar de ver a mulherzinha dele a chupar o meu pau”, e depois ele prosseguiu: “acaricia a tua cona para eu ver”, e eu comecei a passar os dedos por cima das cuecas, mas ele insistiu: “não querida, tira as cuecas, para eu ver a tua cona molhada”.

Eu tirei as cuecas e abri as pernas para o ecrã onde ele estava e comecei a masturbar-me e eu via ele a fazer o mesmo, até que fechei os olhos e sentia que me vinha toda, soltei um suspiro brando, a contorcer-me na cama: “ai foda-se que me estou a vir”, e quando ele acabou, a porra a sair do pau, ele disse: “ai querida, gostava mesmo era de enterrar este pau grosso no teu cu.”

Isto passou-se durante uns dias, eu e o meu marido vínhamos da praia e eu ia para o quarto e ligava-me à rede e eu batia uma punheta com o meu homem secreto, até que ele disse para nos encontrarmos, e o meu desejo era tanto e incontrolável, eu queria tanto aquele pau dentro de mim a foder a minha cona e o meu cu que acabei por dizer que sim.

Não era fácil encontrar-me com ele, eu e o meu marido estávamos de férias e arranjar um tempo em que eu pudesse dizer que ia sair para ir a algum lado não era fácil de inventar, mas naquela noite eu combinei que arranjaria um tempo para estarmos juntos.

E foi assim, mas no dia seguinte quando o meu marido saiu e eu disse que iria um pouco mais tarde, eu tive medo, parecia-me uma má ideia, uma traição, uma loucura e uma aventura, era tudo ao mesmo tempo, e quando eu já pensava desistir, ele ligou: “estás sozinha? quero tanto comer o teu cu!!”.

Eu disse-lhe que sim, que estava sozinha, mas fodermos na minha casa?? na cama onde eu dormia com o meu marido? não, era uma loucura que de certeza eu me arrependeria, mas que teria de ser noutro lado, e combinei com ele e veio buscar-me de carro.

E foi uma das melhores fodas que tive!! fez-me lembrar a minha juventude, e talvez fosse por isso que fui fraca e me deixei tentar, mas quando parámos junto a um canavial perto do mar, nós fomos para o banco de trás, e enquanto eu tremia de medo, de desejo e da adrenalina, ele disse: “anda querida chupa aqui o meu caralho”.

Enquanto ele puxava e tirava os calções, e me chegou a visão daquele caralho preto e enorme, eu tirei também a parte de baixo do bikini, e quando ele empurrou a minha cabeça para eu chupar o pau, eu senti depois os dedos dele a entrarem na minha cona, húmida e a tremer de antecipação.

A mão dele saia da minha cona e percorrendo o meu corpo de baixo até cima, ela pousava nos meus cabelos, a forçar a entrada do caralho na minha boca, que eu chupava doida, a cabeça rosada, as veias do membro rijo, e o gosto a sal e tesão, e a voz dele: “o teu marido sabe que és puta? ele ia gostar de ver o meu pau na tua boca”.

E ele não parava: “vou partir o teu cuzinho todo, isso chupa chupa querida, estás a gostar, já alguma vez levaste com um pau tão grande na cona?”, eu gemia e respondia: “não, é muito grande, não sei se vou conseguir?”, ele riu-se e disse: “vais conseguir, vais, abro essa cona e esse cu todo, vais adorar”.

Quando depois o pénis dele escorregou pelo meio das minhas nádegas e mergulhou na minha cona, eu pensei que o meu marido podia ver, a praia onde ele estava era aquela, não mais do que alguns metros, eu soltei um grito: “ai foda-se, ai que dói”, o membro preto e grosso entrou todo na minha fenda, que eu senti os meus lábios apertados com a força que ele fazia.

Ele foi subindo por cima de mim, deu-me uma palmada no rabo, que por momentos quase chorei, quando ele disse: “vai, levanta o rabo, empina o rabo, quero foder a tua coninha branca, ainda vais chorar e querer mais”, e foi ondeando as ancas, o pau dele entrava e saía, a bater com força nas minhas coxas, e eu gritava e gemia.

Se eu pensava que o meu marido podia ver, quando o pau preto tocou no meu ânus, a fazer força e a escorregar, a cabeça rosada a entrar, eu soltei um grito alto: “ai caralho, o meu cu, ai foda-se!!”, eu pensei que agora o meu marido podia ouvir, o caralho foi entrando aos poucos, a abrir o meu cu todo, centímetro a centímetro, até que bateu no fundo.

Ele puxou os meus cabelos, entre um desejo forte não violento, com a outra mão agarrou uma das nádegas, e o caralho preto a foder o meu cu, entre movimentos duros, de uma experiência nunca tida, ele bateu e bateu com força: “ai caralho que tens um cu tão apertado, o teu marido fode este cu?”.

Eu não respondia, eu já tinha perdido a noção de tudo, podia estar num carro ou noutro sitio qualquer, ele batia com força e eu gemia, manipulava o meu clitóris por baixo, o meu cu estava a ser fodido, até que eu estremeci, um aviso de que eu me estava a vir, quando eu ouço ele a gemer: “humm, humm, urrr, que cu”, a retirar o pau do meu cu, e um liquido quente a cair na minha pele.

Naquela altura, quando acabou, eu saí do carro dele e fui em direção à praia ter com o meu marido, a minha cona e o meu cu ainda me doíam, quando eu me sentei na areia, eu ouço o meu marido a dizer: “estás a brilhar, a tua pele tão fresca, até parece que estiveste a foder, querida”.

Naquele momento eu queria dizer ao meu marido: "sim amor eu estive a foder e adorei", e agora no supermercado, quando eu vi ali o meu vicio secreto, eu queria dizer: "lembras-te amor daquele dia em que na praia perguntaste porque eu brilhava? foi aquele que me fodeu".

Quando cheguei a casa e eu fui para o quarto descansar, eu pensei que não me lembrava de ficar tão excitada por andar num supermercado a comprar carne e vegetais.

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