Mind-swingers em bar gay - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Mind-swingers em bar gay

O nosso jogo do mind-swing tinha sido pedido, e mais uma vez voltávamos ao mind-swing com alguns amigos que já tinham experimentado o nosso jogo, um jogo que eu e a minha mulher tínhamos descoberto há algum tempo e com o qual nos divertíamos.


O nosso jogo tinha-se espalhado entre os nossos amigos, ele tornara-se fascinante, talvez por ser tão radical e arriscado, mas no nosso terreno, meu e da minha mulher Ângela, onde havia regras de entendimento, podia-se perguntar e responder livremente, mesmo se fosse com a verdade ou com uma mentira.

E o prazer conseguido era especial, por sexo, criação e imaginação, era só rolar os dados para ver a quem saía o número mais alto, podendo questionar o outro parceiro sobre um facto ou um dito passado, podendo eles responder como quisessem.

Desta vez o número mais alto saiu à mulher, e era eu a fazer o papel de árbitro, e eu disse a ela “podes fazer a pergunta”.

Quer saber as regras? estão aqui - as dez regras do mind-swing

Ela virou a cara para o marido e devia ter-se lembrado que ele já tinha contado antes que tinha tido uma experiência gay num dia que tinha saído à noite numas festas da cidade. E que quando ela fez a pergunta se tinha sido a única vez, ele respondeu que isso era outra história que não podia contar desta vez.

Como foi da outra vez: as surpresas dos mind-swingers

Eram as regras do mind-swing, cada jogada dá para uma só pergunta.

Ele tremeu quando ela perguntou. ELA: quero saber se já foste a algum bar gay? ELE: Já sim. ELA: Isso foi antes ou depois de termos casado? ELE (ele tossiu): Não sei o que te dizer querida, mas foi tanto antes como depois ELA (ela arregalou os olhos como tivesse ouvido demais para o que ela queria perguntar): antes e depois? Foste a um bar gay antes e depois!! Para quê?

Eu e a minha mulher olhamos um para o outro a tentar perceber se a pergunta dela fazia sentido, quando o marido respondeu. ELE: o que achas? O que se faz quando se vai a um bar gay? ELA: foste para te foderem o cu!! ELE (ele abanou a cabeça): mais ou menos, mas acho que sim, houve uma primeira vez que foi diferente das outras ELA: das outras? Como assim?

Eu olhei para a minha mulher e concordámos que as perguntas não estavam a ir no caminho desejado, e interrompemos o jogo e dissemos que ela já sabia que a pergunta não era única e que ela tinha de escolher, e que o melhor era perguntar da primeira vez que o marido foi ao bar gay.

Ela abanou a cabeça com desagrado queria saber tudo do marido, mas regras eram regras e tinha de ser numa outra jogada.

ELA: Então conta lá como foi a primeira vez? ELE: Amor, não foi nada, eu era jovem e curioso ELA: curioso como? ELE: eu tinha vontade, mas eu não sabia o que fazer ELA: vontade como e de quê? de levar no cu? ELE: sim, era um desejo muito forte, eu sonhava com isso ELA: sonhavas como? ELE: amor, eu sonhava muito com um homem a penetrar o meu cu, e a chupar um caralho ELA: mas havia alguém em especial? ELE: não, eu só queria, eu acariciava o meu ânus e depois eu imaginava um homem a foder o meu cu ELA: e quando foste ao bar gay dessa primeira vez, alguém fodeu o teu cu? ELE: sim, foi como uma aventura, eu ia com medo, e sim, foderam o meu cu.

As coisas agora estavam a correr melhor, as perguntas e respostas estavam a fluir e eu e a minha mulher achámos melhor parar, tomar uns drinks e relaxar para a próxima sessão.

Eu já tinha reparado no marido dela, mas agora ainda mais, com um corpo franzino definido e pensei no cu dele, bem redondo e empinado, e imaginei que gostava de o foder.

A Ângela preparou as bebidas, e como era seu costume, a pouco e pouco foi-se despindo, até ficar toda nua e excitada, nós estávamos todos descontraídos, eu fui tirando também a roupa, e percebi que ele olhou para o meu caralho bem teso e arqueado.

ELA: mas já tinhas levado no cu antes?

Eu e a minha mulher tossimos a abanar a cabeça, aquela pergunta era proibida.

ELA (ela compreendeu e continuou): como descobriste o bar gay? ELE: eu sabia de ouvir outros falarem nele, os meus amigos diziam que era o bar dos bichas ELA (ela sorriu quase uma gargalhada): e tu foste lá espreitar? ELE: sim, fui lá várias vezes para perto da porta, mas não tinha coragem de entrar ELA: e um dia entraste? Como foi? ELE: acho que perdi a cabeça, eu via homens novos e velhos a entrar e foi num impulso, e entrei ELA: e como era lá dentro? ELE: um pouco escuro, quase não víamos as pessoas, e antigo também, não era como são hoje ELA (ela fez uma careta por causa da resposta): e depois? ELE: fui para o bar e pedi um gin tónico ELA: e ficaste a olhar! mas o que se passava lá? ELE: nada de mais, havia homens a falar uns com os outros nos sofás.

Era momento para uma pausa, eu fiz sinal para podermos descansar, eles agora também estavam nus, e a minha mulher percebeu, nós ouvíamos as palavras, e o meu tesão já era tanto que eu só já pensava em foder aquele cu e eu sabia que se ele deixasse, a minha mulher Ângela não se importava.


Custava a respirar, e quando fechei os olhos, eu imaginei a levantar-me e a pôr o pau na boca para ele chupar mesmo ali á frente da mulher dele e da minha que eu sei que gosta de me ver a comer o cu de um homem qualquer.

ELE: e alguns a dançar também, para mim foi um pouco estranho ELA: e depois? Estavas a olhar … ELE: depois houve um homem mais velho que me chamou ELA: e tu? ELE: sim, fui ter com ele, ele estava num recanto do bar sentado ELA: como é que ele era? ELE: ele tinha um aspeto duro, quase violento, peludo, reparei nas mãos e nos pulsos, grandes e grossos ELA: e ele o que fez? ELE: ele pôs a mão na minha coxa e perguntou o que eu fazia ali, nunca me tinha visto ELA: e tu? ELE: disse que era a primeira vez e encolhi os ombros ELA: e como acabou? ELE: ainda tinha começado, ele agarrou na minha mão e pôs em cima do pau dele e depois perguntou ao meu ouvido, se eu queria levar no cu com ele ELA: e tu? disseste logo que sim? ELE: eu não sabia o que havia de dizer! ELA: mas querias levar no cu? ELE: eu queria muito, eu tinha a mão no caralho dele e senti que era grosso e a visão dele a entrar no meu cu deixou-me excitado ELA: e depois? ELE: ele sussurrou que queria que eu chupasse o caralho dele e que queria foder o meu cu e para irmos para casa dele

Eles falavam e a minha excitação era tão grande que a cada palavra deles eu acariciava o meu caralho com a mãe e eu sentia que ele tinha um forte desejo de parar só para chupar o meu pau.

Mas tínhamos de continuar!!

ELA: foste para casa dele mesmo sem o conhecer? ELE: era uma aventura, e eu estava excitado, acho que nem conseguia pensar claro ELA: e depois? ELE: na viagem ele pediu para eu chupar o caralho dele e eu baixei-me e chupei ELA: e gostaste? meteste o pau dele todo na boca? ELE: meti, e ele veio-se na minha boca ELA (ela fez uma careta estranha): que nojo!! e engoliste a porra dele? ELE: engoli, ele fez força na minha cabeça, e eu chupei bem o caralho dele ELA: e em casa dele? ELE: estávamos tão excitados, que pediu para eu subir para um sofá e depois ele fodeu o meu cu ELA: e gostaste, querido? era grosso? ELE: gostei, ele partiu o meu cu todo.

Naquele momento, eu não aguentei e quando ouvi que o outro abriu o cu dele todo, eu comecei-me a vir e a puta da minha mulher começou a rir e eu sabia que um dia destes eu também o ia foder.

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