O que se é capaz de fazer por causa de um bom cu? - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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O que se é capaz de fazer por causa de um bom cu?

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Há uma coisa de que ninguém me pode acusar. Eu sempre me preocupei mais a ficar calado e a gastar esse tempo a ouvir os outros. A minha mãe dizia que isso era ser inteligente. Dizia ela que as pessoas que falam muito dizem muitas asneiras, cometem muitos erros, e nós os calados, dizia ela, só temos de estar atentos.

Mas porquê toda esta conversa!! Por causa da Jéssica.

Foi uma mulher que eu consegui ter por ser calado de mais e, lembrei-me agora, por ver, ou querer ver, de menos. Acho que as mulheres gostam de homens calados, e ao contrário do que a minha mãe dizia, nem é preciso que sejam inteligentes, basta que os homens não abram a boca para elas terem todo o tempo para falarem, e que, porra!!, é sempre pouco.

A Jéssica entrou no nosso grupo de amigos e a primeira coisa que eu vi, e vi bem, vimos todos, era a perfeição do cu. Não tendo uma cara bonita, tinha, porém, um corpo perfeito, mas o rabo, meu deus, o rabo!!, era simplesmente maravilhoso, alguém no céu se tinha dado a tanto trabalho para esculpir aquelas curvas divinas.

O caralho era conseguir fodê-las!! E o caralho do trabalho que deu!!

A Jéssica não era diferente das outras mulheres. Gostam que os homens admirem o cu delas, mas tudo tem de ser feito discretamente, quase num só relance passageiro, como quem olha para uma paisagem imensa, e o cu está ali por acaso.

Mas foda-se!! o cu movia-se, não estava parado, e quando o cu passava por perto, olhava os meus amigos de lado, e eles, foda-se!!! pareciam como num jogo de ténis e só eu, calado como estava, fazia-me de cego, a torcer o pescoço ao máximo, “mas que belo cu caralho”, era tudo o que eu pensava, mas sem a Jéssica se aperceber de nada.

Um dia ela falou comigo e acabou por dizer que era de mim que gostava, porque eu não era como os outros, os outros só queriam o cu dela, e dizia ela que sentiu, que eu tinha um verdadeiro interesse, mas eu pensei: “porra!! é tudo mentira, eu quero é foder esse cu”.

Agora, ajudem-me!! Digam-me!! Como é que se põe tudo junto? um cu maravilhoso, o meu pau com desejos de fodê-lo, e depois aquele amor inoportuno.

Ela não queria levar no cu, naqueles dois globos trementes, que se abrem como pêssegos frescos, nervosos e exibidos, numa simetria perfeita, onde se esconde o anel enrugado, muito feio, mas mais desejado, quando o pau entra e ele se dilata, para entrar na gruta proibida.

E o dilema? era horrível!! houve um momento que roguei pragas à minha mãe, para quê ser inteligente? muito calado e com atenção, se depois temos um cu, tão maravilhoso e disponível, mas que não conseguimos foder.

A minha primeira intimidade com a Jéssica foi uma experiência estranha e contraditória. Era como olhar para uma moeda, que de um lado está gasta, do uso e do passar de mãos, mas do outro lado, está nova e brilhante como se nunca tivesse sido usada.

Ela não parecia, mas porque enganava, pela frente a Jéssica era uma máquina de foda, já por trás era virgem como uma donzela, e caralho!! que eu sofria tanto, eu queria mesmo era aquele cu.

Nessa nossa primeira vez foi ela que pediu, ela queria muito chupar o meu caralho, ela despiu as minhas calças, e quando se dobrou abriu a boca e eu senti, foda-se que senti!! os lábios molhados, a suave brisa da respiração, e depois aquele aperto perfeito, e depois a voz dela: “ai querido, gosto tanto de mamar caralhos”.

Estávamos em casa dela, e quando ela se despiu toda, eu não via o corpo dela, tudo eram nuvens difusas, tudo tinha desaparecido, as paredes do quarto, as cores, texturas e linhas, apenas o cu dela estava presente, como uma entidade única e espiritual, o caralho duma aparição!!

Quando ela subiu para cima de mim para me foder, mais do que para eu a foder a ela, eu fui autorizado a tocar nas luas cheias, boias de salvação que não largava, e enquanto ela descia e subia, pelo meu caralho a deslizar, sem saber se estava teso ou estava murcho, na cona funda e bem aberta, eu dizia: “amor, foda-se! deixa foder o teu cu”.

Ela respondia que não, dizia: “já vi o meu padrasto a foder o cu da minha mãe e ela não gosta”, eu perguntava num lamento perdido: “mas porquê amor?”, continuava ela: “ela geme muito quando ele entra no cu dela”, e eu insistia: “amor, é porque ela está a gostar, e eu amo-te tanto”.

Porra!! que sofrimento interior, nunca tinha descido tão baixo, até onde eu iria, e o que estava disposto a arriscar, para foder o cu da Jéssica, foda-se!! estar calado não resultava, eu tinha era de chorar, ou de a apanhar distraída, ou sei lá!! entrar à força naquele cu, para ela perceber o tanto que perdia.

Foram semanas e meses de trabalho intenso, todos os dias a fodia, mas o cu dela foda-se!! era a única coisa que eu via, ficava sempre de lado, à espera, perto, virgem e adormecido, até que um dia sussurrei: “amor, querida, amo-te muito, porque é que não perguntas á tua mãe se ela gosta de levar no cu?”.

Digo-vos eu agora!! quando eu fiz esta pergunta houve um click na cabeça da Jéssica. Alguma coisa tinha mudado. Ainda me lembro dos grandes olhos negros dela bem abertos, ela tinha compreendido, o cu dela punha-me doente, não era coisa de eu ir ao médico, mas porra!! eu tinha de ser tratado.

Ela ouviu e disse: “como é que queres que eu pergunte isso á minha mãe?”, eu dizia: “pergunta amor, pergunta, ela vai dizer que gosta de levar no cu, amor, e eu sei que tu vais gostar, amas-me ou não? deixa só pôr a cabecinha dentro”.

Meus caros amigos, quando eu via a Jéssica a morder os lábios, eu percebi que a longa travessia no deserto, a batalha dura que durava à muito tempo, estava quase a ser vencida, quando a ouço dizer: “está bem querido, amas-me muito?”, eu respondia: “amo amor muito mesmo amo amo, e não é só o teu cu”.

Pela primeira vez, depois de longos meses, as duas luas cheias viravam-se para mim, como duas irmãs gémeas, o meu caralho endureceu, ao rubro no ponto até que dói, as cortinas afastaram-se e lá estava ele á espera, o anel enrugado, ela disse: “ai amor, só a cabeça, não enterres tudo, só a cabeça do caralho”.


Todo eu tremia de emoção e antecipação, vocês devem saber o que é esperar, lutar e trabalhar tanto pelo desejado, e quando chega afinal o dia, não se está preparado, eu agarrava no pau, e a ideia de pensar: “foda-se!! só a cabecinha, caralho!! só a cabecinha, agora, não comas tudo de uma vez”, quase que me deixou desesperado.

A cabecinha entrou, havia esperança, a porta abriu-se toda, era agora ou nunca, porra!! ela estava de costas, e eu pensava: “porra! ela vai gostar, vai cabecinha e vai tudo”, eu agarrei-a pelas costas, pelos cabelos ou por onde podia, e quando o meu caralho entrou, todo bem até ao fundo, ela gritou num gemido profundo: “ai foda-se!! amor, enterraste o caralho todo”.

Nessa altura, e tenho a certeza, quando o meu caralho abria o cu virgem, estrangulado a entrar e a sair, alguém bateu na porta do quarto, era a porra!! da mãe da Jéssica: “está tudo bem com vocês?”, a Jéssica a levar no cu respondia: “sim mãe não entres agora estou ocupada”.

Eu sei que é feio, mas uns dias depois desapareci, arranjei outro grupo de amigos, apesar daquele grupo ter um enorme sucesso tudo por causa do cu da Jéssica.

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