Eu aguento!! Chama-me de puta!! - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Eu aguento!! Chama-me de puta!!

Tenho 40 anos, mas tenho-me cuidado, acho que estou bem conservado, sempre fiz e faço muito desporto, de maneira que pareço, ou pelo menos acredito que sim, mais novo do que a idade que realmente tenho. Sou casado, tenho mulher, duas filhas, e uma enteada, filha da minha mulher, que vive connosco.

Não sei porquê, mas sempre senti uma forte atração por homens, que fui escondendo da minha mulher, filhas e enteada.

E não é por todos, sinto, não sei, uma forte excitação por aqueles homens mais efeminados, quando passam por mim a bambolear o rabo, e eu fico com tesão. Tive algumas experiências em mais novo, mas foram apenas brincadeiras, nada de sério.

Também não sei porquê, tenho sonhos eróticos acordado de me imaginar como mulher a ter relações com homens machos e com pénis grandes a irem-me ao traseiro.


Muitas vezes, quando a minha mulher e as raparigas estão fora de casa, eu visto-me com roupas delas, e adoro sentir aquelas cuecas de renda minúsculas no rego do meu cu. Adoro ver-me ao espelho com a mini-saia da minha enteada tendo por baixo a tanga curta. 

Quantas vezes vejo anúncios, nos jornais e na net, a querer avançar, arranjar um homem, ou ter um encontro, mas sempre tive, não sei, medo, que as coisas corram mal, sem saber bem o que ia encontrar e como fazer as coisas. 

E depois sinto também alguma vergonha, inibição, afinal apesar de ter mil fantasias em relação ao sexo, não me sentia promiscuo ou devasso, como se tivesse restrições e barreiras pessoais que me impedissem de me entregar aos meus desejos.

Mas um dia perdi a cabeça, ou melhor, fui de cabeça!!

Liguei para um travesti que encontrei no jornal. Tinha aquela ideia de que os travestis por serem travestis só levam no cu. Mas acho que me enganei, querendo ser enganado.

Mais ou menos pela tarde fui ter com ele a um prédio, e encontrei um travesti, mais mulata brasileira, com umas pernas e um corpo deslumbrante, vestido com uma lingerie em renda preta que lhe realçava as mamas, as curvas do rabo e o volume entre as pernas.

Sentia-me estranho, mas também muito excitado.

Fomos para o quarto e ele disse-me para me despir e ele, quando se despiu, vi logo um pénis enorme meio tombado. Quando se aproximou de mim, perdi logo as ideias feitas que tinha, e agarrei no pénis dele, levei-o logo à boca e comecei a chupá-lo.

Afinal era isso mesmo que eu queria!! Fazer sexo com um homem, experimentando o desejo intenso de me sentir mulher e ser penetrado.


A cada chupada que dava o pénis dele ficava ainda maior, bastante duro na minha mão, lambia-o com experiência, com a língua e os meus lábios a apertar-lhe a cabeça, como se já tivesse chupado muitos.

Sentia-lhe o cheiro doce do corpo a entrar-me pelas narinas, um gosto a salgado dos testículos, olhava para ele já sem vergonha a cada chupada como se lhe pedisse aprovação, e quando já estava bem teso perguntou-me o que eu queria ou como queria. 

Acho que não tive escolha, eu sabia bem o que tinha ido à procura, e só sei que lhe virei o rabo a dizer-lhe que gostava que me viesse ao cu.

Do meio dos seus cabelos pretos compridos, ele sorriu acenando que sim, depois ele deitou-me de barriga para baixo, eu senti o seu peso nas minhas costas, e depois o pau dele tocou no meu ânus, e eu senti-o a entrar no anel da minha fenda, a fazer força a entrar.

Ele pediu-me para alçar o cu, colocou uma almofada por baixo, e depois enterrou o pénis fundo dentro de mim, estando ele um bom bocado até a suar a partir-me o cu. 

Sentia pelo tom de voz dele, quase carinhoso, afinal não parecia ser só uma troca de dinheiro e favores, que ele estava a gostar de mim e de me foder.


Mesmo para a minha idade, acho que tenho um rabo de fazer inveja. E acho que ele se desforrou no meu cu, ou então não sei, achou que comendo-me forte eu voltaria lá para mais.

A partir daí, eu voltei muitas mais vezes, só que a minha maior fantasia era difícil de conseguir. Eu gostava de foder com um homem mas como se eu fosse uma mulher, com lingerie, e que ele me chamasse puta.

Um dia falei num desses sites com um homem, que depois descobri mais tarde, fiquei vermelho e até com medo quando o vi, que vivia no mesmo bairro que eu. 

Pensei coisas más, ele deve ter pensado o mesmo, mas depois vi-o com a mulher e o filho e ele viu-me com a minha mulher e as raparigas, e percebemos a coincidência. 

Naquela altura, decidimos encontrar-nos num desses hotéis baratos, falámos pouco, ele era simpático, bonito, bem constituído, eu disse-lhe que gostava que me fossem ao cu e gostava de me vestir de mulher, ele disse que sim que gostava e fomos para o quarto.

No quarto, eu vesti-me escondido dele com uma saia pequena da minha filha, uma lingerie de renda preta, uma meias de renda fina até acima também pretas, e apareci-lhe quando ele já estava na cama nu a acariciar o pénis teso.


Eu deitei-me com ele, e ao principio tratou-me de uma forma doce, como se estivesse enamorado de mim, deu-me beijos na boca, passava-me a mão pelo corpo todo e eu pelo dele. Tinha um cheiro agradável, perfumado, a pele jovem e macia, de um homem de pouco mais de 30 anos. 

Ele tinha um pénis generoso que comecei a chupar e sentia a mão dele a passar pelo meu rabo e pelo meu ânus, entre as cuecas apertadas, pelas minhas costas, a dar-me um tesão muito grande.

Eu chupei o pénis dele, bem de cima para baixo a saborear aquele gosto salgado de caralho, a prepará-lo para mim excitado com a antecipação crescente.

Depois, eu senti-o mais duro e violento comigo quando me começou a comer o cu. Dava-me palmadas no rabo e dizia "sua puta, és a minha putinha, dá-me esse cu todo, puta".

Não era nada que eu não gostasse, era o que eu queria, que ele me fodesse com força e me martelasse o cu a chamar-me o que lhe viesse à cabeça, puta e porca, que me dava muito prazer e gozo. Ele comia o meu cu, a bater forte com as coxas nas minhas nádegas, a enterrar o caralho dele.

Depois eu cavalguei em cima dele, a querer sentir-me uma puta desalmada, com as minhas ancas a dar a dar a descer pelo pau dele, a deixá-lo louco de tesão, a beijá-lo na boca como se fosse a amante e puta dele. Eu vi-me todo húmido e ele também.

Adorei. E como disse encontrei-o uns dias depois no café do meu bairro. Foi uma surpresa. Depois conto mais.

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