Contos Eróticos de Natal - Ruiva no aeroporto - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Contos Eróticos de Natal - Ruiva no aeroporto

Ela está a olhar fixamente para mim. Ela deve estar a pensar “porque é que este caralho gordo está a olhar para mim”, e foda-se!! eu não consigo deixar de olhar para ela. E foda-se!! caralho do meu patrão que me fez viajar a dois dias do Natal para aprender umas receitas especiais, foda-se!! com baunilha e açafrão. 

O caralho do gajo a dizer, tu é que és o chef, tu vai mas é aprender, e eu agora estou aqui preso, neste caralho de aeroporto, a esta hora da noite, foda-se!! com esta gaja boa e ruiva a olhar para mim. 
Fico doido com gajas ruivas, fazem-me lembrar a Julie Moore, como é que serão os pelos dela? os de baixo lá na cona, foda-se!! devo estar a suar, porra!! que não há nada pior para um gordo que é suar, ainda por cima aquele vestido curto, e a gaja não deixa de olhar, deve estar a pensar, “vou pôr o gordo maluco”. 

E eu não estou a aguentar, que belas pernas de leite ela tem, meu deus!! os pelos ruivos lá no meio, um gentil molho com que brincava, foda-se!! muitas horas mergulhado, a lamber baunilha e açafrão, caralho!! olha a diabetes!!, esta gaja ainda me mata de tesão. 

Foda-se!! foi-se logo sentar à minha frente, com tantos lugares por aqui, quase vejo a cueca dela, de renda branca transparente, com sombra de cenoura e traços de pimento, ai caralho!! que estou a delirar, é da tesão e da tensão, ainda vou é desmaiar, e é que a gaja não tira os olhos de mim, ai meu deus!! que a minha fome é tanta, as minhas bolas vão rebentar. 

E caralho!! nem me posso levantar, agora até ia parecer mal, mais feio que um gordo a suar, pior é um gordo a fugir, daquela visão de seda, de caracóis que se enroscam, abraçados a lábios púrpura, a guardar a nascente sagrada, fonte de baunilha e açafrão, que eu bebia sedento até morrer, de satisfação, caralho!! de satisfação. 

Foda-se!! que tenho de reconhecer, não há nada mais belo que uma cona peluda ruiva, mas para um cozinheiro como eu, é como cortarem os cabelos a Sansão, fodem-me toda a inspiração, conas destas de deusas rebeldes, feitas de fogo de céu e inferno, ai caralho!! tenho de me levantar, ai caralho!! ela está a abrir as pernas, ai caralho!! que continua a olhar. 

Ela deve estar a pensar “caralho do gordo está com tesão”, e foda-se!! o meu pau mexeu-se por aqui, lá em baixo nas calças largas, foda-se!! que visão aterradora, de coisa esticada sobressaída, no meio de banha enrolada, sem respirar apertada, e é que a gaja olha e nem se ri, ruiva sádica e malvada. 

Foda-se!! que se vai levantar, onde vai ela caralho!!, um rabo branco a bambolear, ai o meu colesterol, caralho!!, o meu coração vai explodir, foda-se!! que ninguém se sente ali, esse lugar não está vago, devo alertar qualquer incauto, que a minha deusa pode voltar, ai que a vejo regressar, foi à casa de banho. 

Foda-se!! os pelos húmidos, de açafrão encaracolados, de urina e de baunilha, ai foda-se!! que me doem as bolas, por dieta num minuto a deus rezo, para que é que um homem precisa de carne?, é que basta o esqueleto para segurar um caralho, é o sentido da vida que os homens pedem. 

Eu senti que lambi os lábios, foi meu reflexo de mim coitado, ai caralho!! para minha vergonha, ela sentou-se no mesmo lado, e agora olha outra vez fixamente, não se ri nem pestaneja, ela abre as pernas e eu abro a minha boca, ai foda-se!! que há ali um triângulo, ai caralho!! dourado que tirou as cuecas, um emaranhado de arbustos para descobrir. 

Foda-se!! ai que me venho!!, e se me venho o que vou fazer, é agora que um gordo vai fugir, bato uma punheta na casa de banho, mas como me movo e como me mexo, entre paredes a suar, a sonhar com ela e o açafrão, o vale de baunilha na minha imaginação, e se me esqueço onde estou? 

Devo ter tirado dos bolsos lenços de papel, que passei desesperado na minha cara, pelas minhas peles do pescoço, está um caralho de um frio lá fora, mas eu aqui estou no sahara, foda-se!! que ela se levantou, caralho!! ela olhou para mim muito segura, e pergunta a cabra ruiva, “está-se a sentir bem?”. 

Foda-se!! com ela veio o cheiro, a baunilha e açafrão, a cona ruiva húmida que eu vira, como num buraco da fechadura, ao nosso lado gente passava, que corria perdida sem grande propósito, ela repetiu várias vezes, “está-se a sentir bem?”, mais parecia estar-me a acordar. 

Abri os olhos moribundo, com ela em cima de mim, eram os cabelos e os lábios vermelhos, os mamilos sem soutien, o ventre leve encostado em mim, as coxas de mármore em tripé, foda-se!! seria isto um avc, até que balbuciei entre dentes, “é do açúcar, já recuperei”. 

Mas foda-se!! que ela insistiu, uma voz doce também ruiva, fez vibrar os meus tímpanos doridos, “não foi o açúcar, fui eu, estava aborrecida, desculpa!”, e acho que pela primeira vez ela sorriu, a dizer, "olhe, tu tens uma nódoa nas calças".

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