Ai doutor Manecas que já não aguento a bathmate dele - Biografias Eróticas
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Ai doutor Manecas que já não aguento a bathmate dele

A Dona Odete resolveu contar ao Biografias Eróticas como foi:


Já não aguentava mais, uma amiga disse-me que havia um doutor que fazia milagres e fui procurá-lo. Encontrei-o e fiquei logo impressionada, nem sabia se me recebia, é um bocado exclusivo, mas gostou de ouvir o meu problema.

Era um jovem, muito bem vestido, muito bonito, com ar de professor, esperava alguém mais velho, e pelo que se dizia, psicólogo de mentiras iluminadas durante o dia e ensinador de verdades ocultas à noite. Um corpo fantástico, coxas grossas e, não consegui deixar de olhar, senti-me tão pecadora, imaginei-o nu, o volume generoso, entre as pernas.

"Ai doutor Manecas, o meu marido anda-me a trair, não aguento mais", disse-lhe, "então dona Odete, tenha calma, eu resolvo, conte lá", "ele não larga a bathmate", "a bathmate?", perguntou o doutor Manecas quase rindo.


"Sim senhor doutor, a bomba de aumentar o pénis, e agora tem também vaginas e cus de borracha, e não larga aquilo senhor doutor, é de manhã à noite".

Vi que o doutor Manecas vacilava em falar, se calhar nunca tivera um caso como o do meu marido, era muito grave, não sei porquê, o homem havia de dar nisto, a caminho dos 50, já tinha bathmates de vários tipos, a coleccionar vaginas e cus com nomes de atrizes.

Começava de manhã com a bathmate no banho, e depois com o pénis inchado, punha-se a foder as vaginas ou os cus de borracha, e isso prolongava-se para a noite, e eu sem nada poder fazer, a vê-lo passar.

"Diga lá Dona Odete, porque é que ele faz isso?", "ah, não sei senhor doutor, ele sempre teve a mania que o pénis dele é pequeno", "e diga-me lá dona Odete, acha que é?".

"Oh senhor doutor, estou com tanta vergonha, mas sim acho pequeno", disse-lhe, "e depois não sei, fiquei um bocado gordinha e, acho que ele via que nunca me excitou, e se calhar foi por isso que ele anda agarrado à bathmate".

Disse-me ele "olhe lá, se ele tem o pénis pequeno, se nunca a excitou, como é que se governa?", "oh senhor doutor, assim até me ofende, quem acha que eu sou, eu sou uma boa católica, eu perdi o interesse também, deixei de ligar, só que agora, não sei, sinto-me traída, eu sei que ele se masturbava no banho para se aliviar, mas isto é diferente".

"Volte cá com ele e ele que traga a bathmate as conas e o lubrificante", foi o que me disse, fiquei muito chocada com a palavra "conas", mas voltei lá com o meu Tomé. 

Quando entrei ele disse logo pro meu marido "eh pá você está com ar encovado, anda a abusar da bathmate, mostre lá isso?", "o quê?", "o seu caralho, homem, dispa-se, e você também dona Odete".

Respondi-lhe logo "ai senhor doutor, eu sou uma mulher séria, frequento a igreja, despir-me? ai senhor doutor", respondeu-me ele "dona odete, para vos ajudar a senhora tem que perder essas ideias, olhe as coisas não são todas direitas, há equilíbrios, diga-me, gosta de café?", "sim", "pois, mas precisa do doce do açúcar para moderar o amargo, não é verdade?", "sim", "então na vida é tudo assim, as coisas completam-se".

"Vá, quero-a nua para lhe ver a cona e o cu", e eu só sei que estava com os cabelos em pé, mas despi-me com muita vergonha minha, e ele olhou então para o pénis do meu marido e disse "oh homem isso realmente é muito pequeno, tem consciência que a bathmate não resolve, ele não vai crescer", respondeu o meu marido também envergonhado "eu sei, mas tenho prazer, imagino que ele é grande e fodo as vaginas depois".

"E a sua mulher?", perguntou-lhe, "eu sei que não a excito, sinto-me humilhado e ela também não pensa noutra coisa que não a igreja e as ideias quadradas dela, podíamos divertir-nos de outra maneira, não sei".

Disse o doutor Manecas "olhe Tomé, eu não gosto de mulheres muito gordas, a Odete podia ajudar, fazer um esforço e emagrecer um pouco, mas diga-me se eu lhe fosse à cona, importava-se?", respondeu ele logo "eu não doutor Manecas, até gostava de ver", eu só sei que ouvia aterrorizada, com certeza ia ser castigada, mas ao mesmo tempo, imaginava-me a ser fodida por aquele homem lindo.

Ele despiu-se e foi quando eu vi aquilo, um pénis enorme já meio teso com os tomates gigantes a acompanhá-lo, e todo ele músculos e corpo definido, aproximou-se de mim, disse-me para me sentar no sofá, e apontou o caralho dele à minha boca.

Vi de lado o Tomé a olhar-me com um sorriso matreiro, a abanar a cabeça como que a dizer "vá, agarra-te a ele", e eu não sei como fiz, agarrei aquele monstro com as mãos e comecei a lambê-lo, enquanto o Tomé afagava o pénis pequenino dele.

O doutor Manecas agarrava a minha cabeça e mexia as ancas a dar-me instruções "vá isso, Odete, eu sei que tu gostas, estás é presa, com esse  rabo grande vejo que gostas de levar no cu, queres que te vá ao cu?, diz-me", "não sei, doutor Manecas, acho que quero", "e tu Tomé, queres que lhe vá ao cu?", "quero muito senhor doutor quero", disse o Tomé a ferver.

Ele disse-me para lhe virar o rabo, vi-o a pôr lubrificante no caralho, "Odete vai doer um bocadinho, mas vais gostar", e depois, nosso senhor jesus cristo, enterrou-me aquela estaca na vagina. 

Acho que há mais de dez anos não sabia o que era foder, o Tomé coitado não se aguentava, e eu, nem pensar em traí-lo, "não sou uma puta, nem uma mulher desleixada, respeito os mandamentos da santa madre igreja".

"Ai meu deus", gemia, ele estava a partir-me toda, a agarrar-me nas nádegas gordas, sentado quase em cima de mim, e a entrar e a sair, e quando pensava vir-me, abriu-me o ânus, e enterrou-me aquela coisa animal no cu, só sei que soltei um grito de dor, vieram-me as lágrimas aos olhos, como se fizesse de propósito, um suplicio que tinha de suportar, "vá Odete, estás a adorar, não tenhas vergonha de ser malandra, ou puta para o teu marido".

Fodia-me o cu e já não chorava, tanto tempo que tinha passado e eu esquecida do prazer, só pensava naquele caralho grande, "meu deus o que vou fazer? confessar-me, penitenciar-me, que pecados meu deus, por estar aqui de cu no ar a foder".

"Vá Tomé, entre em acção, meta-lhe o caralho na boca", chupava o meu marido, com o doutor Manecas a matraquear-me o rabo, não sabia se me vinha, se continuava, já não queria saber de nada, só do momento e do prazer, era feio, era natural, pecaminoso, mas eu gostava, eu queria, só sei que gritava "aiiii que vou pro inferno", quando me vim.

Quando descansávamos o doutor Manecas disse "terão que procurar brincadeiras, fazer trocas e cedências, se o caralho do Tomé não chega, fodam a três, arranjem um amigo ou um prostituto, estes serviços tão maltratados são a mais antiga profissão do mundo e o garante de equilíbrio, onde há um Yang tem de se procurar pelo Yin e vice-versa, não insultem as bathmates ou as conas de borracha, brinquem com elas, já agora arranjem também caralhos e procurem outras formas de prazer, estou a olhar aqui para o Tomé, e algo me diz que adorava que a Odete lhe pusesse um caralho no cu, vão em paz e não voltem".

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