BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Humor
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É duro ser extra-duro

20:24 2
É duro ser extra-duro


Dei-me ao trabalho de vir à cidade, deixei a minha agricultura e as minhas cabras e ovelhas e, e eu que pensava que vinha a esta merda de cidade para me curar deste meu problema e foda-se!! eu regressei à minha casa ainda pior.

O meu problema era complicado, isto nem era de agora, há muitos anos que andava sempre com o pau teso, e era, foda-se! desconfortável, um problema hormonal, as pessoas viam, principalmente as mulheres e depois diziam, “lá vai ele com aquilo em pé, e ainda por cima anda sozinho com as cabras”.

Não havia solução, já tinha feito de tudo, médicos não explicavam, depois foram curandeiros, bruxos, tudo me foi aconselhado, até quiropráticos, cansa isso nas putas, houve uma que dava palmadas, e espremia tudo o que podia, mas uns minutos depois tudo voltava ao que era.

Ainda arrisquei com umas namoradas, mas depois a coisa foi alastrando, sabia-se em todo o lado, era o gajo do pau teso, e nem as gajas esfomeadas, queriam alguma coisa comigo, fugiam desesperadas, dia e noite a bater punheta, era quase um trabalho, lá em baixo não queriam mais nada.

E foi a minha tia que ligou e disse, “filho, vem à cidade que resolvemos isso, vamos aqui a uma médica especialista que trata de tudo” e foi assim que vim por aí abaixo, disse logo “é só por alguns dias, não aguento a cidade, é chegar e fugir, voltar para o meu lugar”.

Mas a merda começou logo mal, a minha tia e o namorado não paravam de olhar, mas como é que é possível? pergunta que lhes estava na cara, iam-se rindo do fenómeno, “o rapaz precisa de ação com aquilo”, era o que o namorado dizia.


A minha tia arranjava o sofá para eu dormir, ela dizia, “não ligues, havemos de curar o teu excesso de tesão”, e ao mesmo tempo, ela esticava o lençol e foda-se!! foi quando eu vi, ela baixava-se um pouco, e no meio das coxas, o tufo de pelo, um molho encaracolado, parecia a lã das ovelhas, só que húmida e brilhante.

Tive um choque no caralho, que foda-se!! contorci-me todo, ela estava nua por baixo, só tinha uma bata vestida, mais curta um pouco e era camisola, eu estava sentado numa cadeira, ela andava à volta do sofá, eu via-lhe as dobras do rabo, “ai caralho que me dói tanto”, o meu pau queria rebentar, era tesão e mais tesão, estaria a minha tia a tentar-me?

Fiquei logo muito pior, as hormonas explodiram, como é que agora ia dormir, e depois amanhã, com a médica especialista, o que é que ela ia achar, arrastei-me para o sofá, e foda-se!! deixei-me estar, quase uma hora agarrado ao pau.

Quando estava quase a adormecer, depois de três ou quatro punhetas, o sofá estava todo colado, quando ouvi a minha tia no quarto, “anda amor, fode-me”, era ela a falar com o namorado, e eu caralho! que já estava a descansar, fiquei logo teso, “ele já está a dormir, fode-me toda”.

E depois foi a noite toda, a minha tia não parava, o namorado já não aguentava, ainda pensei que ela era como eu, tinha de ir à médica especialista, e depois levantei-me, fui andando no corredor, já não aguentava aquela merda, precisava de água fria, e foi quando eu vi o que não queria.

O quarto tinha a porta aberta, e quando passei, foda-se! lá estava ela em cima do namorado, o pau dele entrava na cona, estava um pouco molhado, ainda achei que desmaiava, o meu caralho estourava, eu quase não andava, fui agarrado à parede, a arrastar primeiro uma perna e depois a outra.

Durante a noite fui-me embora, que se fodesse a especialista, eu tinha de viver com isto, com tesão até ao fim da vida, ao pé das minhas cabras e ovelhas, mandei uma mensagem à minha tia, mas foda-se!! agora não me sai aquela imagem da cabeça ..

Como sei que os meus pubococcígeos estão a funcionar?

21:52 0
Como sei que os meus pubococcígeos estão a funcionar?

Se não sabe o que são os pubococcígeos, são os músculos que estão entre a base do caralho e do cu, enfim cá por baixo, e digamos, quando um gajo está sentado, está mais ou menos em cima deles.


Mas será que isso interessa a alguém?


Eh pá, isso não sei, por mim o que posso dizer é que fiquei de sobreaviso quando li as palavras:


Fique consistente. Faça o seu Kegel todos os dias ao mesmo tempo que está a mijar, a escovar os dentes ou a ver televisão.


Eh pá isso não há como não me chamar a atenção e enfim perceber o que é isto do kegel e dos pubococcígeos, coisas free-style que fui descobrindo quando fiquei curioso sobre um estudo de uma dessas universidades que querem descobrir tudo, e que dizia que o tempo de duração entre a penetração e a ejaculação demora entre 33 segundos e 44 minutos.

Eh pá, 33 segundos é pouco mas porra há animais que dão uma foda nesse tempo, e isso é quase normal, agora 44 minutos foda-se!!! é demais, a gaja e o bicha tem de ser avisado previamente, dizer-lhe "ouve dou-te uma foda, mas comigo vais aos 44 minutos".

E o que é que isto tem a ver com isso do Kegel e dos pubococcígeos?

Isto é coisa séria e tem tudo a ver, houve pra aí um gajo que descobriu que fazendo exercícios com os músculos do cu isso melhora o controle das mijas, o chamado relaxamento muscular, ou vagina lassa, eh pá, muito mais importante, aumenta o tesão e controle da ejaculação.



O gajo dos 44 minutos parece que passa a vida a fazer esses exercícios, o gajo quer chegar aos 60 minutos e ao que parece isto não é coisa de ginásio, pode-se fazer isso em qualquer lado, pá, no supermercado, no cinema, numa festa de amigos.

E é fácil, ou melhor parece fácil, basicamente é apertar o cu, só que um gajo nunca sabe bem se está a contrair os pubococcígeos, ou as nádegas do rabo que são os glúteos ou o cu em si que é o ânus, é complicado.

Sei que é difícil mas isto ainda me interessou mais quando li qualquer coisa do Dr. A. Chakravarthy, um indiano especialista em piças, aumentos, tesão acrescido, o homem sabe tudo, e diz que o Kegel é uma ferramenta fundamental.

1. E isso é o quê?

Dizem eles, são exercícios para notificar os músculos no "processo ejaculatório" e é preciso tonificá-los, no caralho não basta a punheta e no cu a introdução de coisas, é preciso fazer exercícios e o gajo que descobriu o Arnold Kegel até disse que não descobriu a pólvora e que foram os chineses e taoístas que faziam uso com os pubococcígeos e o cu.

2. Como localizar os músculos pubococcígeos para fazer os exercícios?

Dizem eles que a melhor maneira é sentar-se na sanita de perna aberta, começar a mijar e depois tentar reter a urina e que ao fazê-lo há uns músculos que reagem e esses são os pubococcígeos.

3. O que fazer com eles?

Dizem eles que os exercícios são tão simples e discretos que mesmo com pessoas ao pé ninguém topa.

Bom já lá vou, não topam mas é o caralho!!

Para localizar os pubococcígeos já foi complicado, apertava a pila a reter a mijadela e era o músculo do cu, dos tomates e não sei mais o quê a mexer, isto ao principio, depois melhorou que estava a torcer o pénis para baixo e não havia necessidade.

Depois pus-me a fazer exercícios em todo o lado, no café, no trabalho, nos transportes, punha-me a olhar para as pessoas a contrair o olho do cu e não conseguia fazer as duas coisas ao mesmo tempo, foda-se!! contrair e pensar, e com gente a olhar para mim com ar de suspeito, o que é que este gajo está a fazer.

Não, não, isto tem de ser em casa e pronto, e combinado com coisas, sei lá trabalho manual, arrumar umas coisas, fazer um bife ou outra coisa, porque contrair os músculos do cu e pensar está fora de questão.

4. Quantas vezes fazer Kegel?

Mas vamos lá, continuando, dizem eles que o ideal é pelo menos, ao principio, dois dias por semana, com contracções de 3 a 4 segundos, depois descansando, e depois repetindo isso umas dez vezes, seis vezes por dia e mais tarde, quando ganhar andamento, em vez de dez vezes passa a vinte.

Bom quando li isto até me ri, e aqui alinho no que diz o Dr. A. Chakravarthy, é fazer o mais possível, então se um gajo quer ter uma espécie de tesão continuado por 44 minutos, o melhor é passar a vida a contrair o cu, e foi o que eu fiz durante umas boas semanas.

Dizem eles então que a coisa é para ir aumentando pouco a pouco, não pode ser logo à bruta, porque o músculo do cu pode ficar exausto e até doer, por falta de treino.

5. E isto é bom para gajas ou só gajos?

Eh pá, quando isto foi descoberto era mesmo para as gajas, as de "coisa alargada", e algumas até, conta-se de tanto exercício, têm orgasmos a fazê-los e portanto se virem aí na rua uma gaja a arfar é bem provável que esteja a praticar este tipo de "desporto".

6. Posso adicionar outros elementos?

Há uns gajos que dizem, mas numa versão Kegel tântrica, que para além da contração dos músculos do cu, dá para juntar uns componentes eróticos, sei lá, umas revistas, uns filmes, e mais, usar a imaginação, pensar em gajas boas gajos nus todos em pelo.

Não me parece que isso tem algum efeito, cá para mim ou é trabalho, ou é brincadeira, as duas coisas combinadas nem sempre ajudam, ainda tentei imaginar a Melaina do Trump toda nua, a dar-me um tesão enorme mas com o cu a contrair isso foi sol de pouca dura.

7. Quando tempo para ver resultados?

Como dizia o outro, se se insiste muito alguma coisa deverá acontecer, mas isto mesmo sendo coisa séria, demora o seu tempo, e é preciso praticar muito, ser uma forma de vida.

Fazer, fazer, e fazer ..., e já agora, medir, dar uma foda bem dada, para contagem, cronometre a coisa mês a mês, com sorte e trabalho árduo poderá um dia chegar aos 44 minutos de recorde absoluto.

Corno com certeza

20:31 1
Corno com certeza


Ainda não sei como chegou aos ouvidos do meu marido o boato de que eu tinha tido um caso com outro homem, mas, ou muito me engano, a responsável foi a minha sogra. A mulher é um diabo, não gosta de mim, e pelas contas dela, ela acha que não sou boa para o filho.

O
meu marido é muito ciumento, mas agora que apareceu o boato, ele anda mais à procura de coisas, só para dizer que quer ter a certeza, de que eu sou uma puta.

Ou seja, ele não sabe se eu tive um caso ou não, o meu marido quer é que os ciúmes que o moem tenham uma justificação.

No outro dia, estávamos num café e apareceu um antigo namorado meu, e foda-se!! todo o meu corpo tremeu, porque quando ele se foi embora, o meu marido dizia, “foda-se! és mesmo puta, estavas a olhar para o volume dele nas calças, ele anda a comer-te? ele dava-te boas fodas?”.

Eu tive que dizer uma verdade e uma mentira ao mesmo tempo, que o meu namorado não me comia, e que dantes, eu não gostava das fodas.

Depois, foi na oficina de automóveis. Um jovem mecânico riu-se muito para mim e fez-me muitos elogios, inclusive, queria fazer-nos um desconto, mas o meu marido mais tarde dizia, “olhavas para ele, eu vi, só pensavas em chupar-lhe o pau, querias chupar-lhe o pau? e ele a comer o teu cu?”.

Neste caso não sabia se era verdade ou mentira, não era ser puta, era ser mulher, eu não me lembrava se tinha pensado no que ele dizia, que eu queria chupar o pau do mecânico, talvez fosse verdade, não sabia, e disse, “que era mentira e que só estava a ser agradável”.

Mas ele disparava, “agradável? Tu andas na rua quase nua, e eu vi, caralho, só faltou pores-te de joelhos e chupares-lhe o caralho, e se eu não me importasse tanto, saltavas para cima do mecânico para te foder a cona”.

Eu insistia com ele que não havia razões para ter ciúme, que o boato não era verdadeiro, que eu era casada e mulher só dele, que não tinha casos com outros homens, mas ele abanava muito a cabeça, a dizer, “não, eu sou corno, eu tenho a certeza de que sou corno, tu só me podes estar a mentir, tu andas com certeza a levar na cona”.

Passaram-se meses!!

No início da semana, regressávamos de uma festa, que posso eu dizer, que tinha corrido mal, saímos mais cedo só porque um homem na festa veio falar comigo.

O carro rolava na estrada e o meu marido dizia, “foda-se!! tu rias-te tanto para o gajo e o gajo só olhava para as tuas mamas e para as tuas coxas, e os sinais que davas, caralho, era para ele te comer, querias levar com o pau grosso dele no cu?”.

Eu dizia que não, mas o meu marido irritava-se ainda mais, “eu sou corno caralho, eu sei que sou corno, mas eu quero ter a certeza, caralho, que sou corno, eu quero ter a certeza de que um gajo qualquer andou a foder a tua cona, compreendes? eu não quero pensar que sou corno, eu quero ser corno e saber que sou corno, ter a certeza”.

Parámos algures numa estação de serviço.

Eu estava confusa, mas amo o meu marido, tinha de tentar outra saída, negar e negar já não dava, aproximei-me do ouvido dele e disse, “querido, para eu ser puta e tu corno, eu tenho mesmo de foder com outro homem, só assim vais ter a certeza, querido”.

As minhas palavras causaram efeito, a lógica do que eu dizia pareceu-lhe acertada, viver com a ideia de que é corno, com a sensação de que pode não ser, é muito pior do que ser corno, e ter a certeza de que se é corno a valer.

O que fazia sofrer o meu marido era o vazio, a ideia de viver com um sentimento como o do ciúme, admitindo que o mesmo poderia ser inútil, melhor mesmo seria preencher esse vazio, ter ciúme com razão, e ser corno com certeza.

Eu olhei para as mesas em redor e reparei que àquela hora da noite a maioria da clientela eram camionistas que paravam para jantar e que depois partiam em grandes camiões transportando mercadorias por todo o continente.

Não pareceu estranho ao meu marido que toda aquela clientela concentrava os olhares na minha pessoa, uns com olhos de bovino, outros com olhos de carneiro mal morto, todos eles com a ideia estampada na cara, de que se me apanhassem no camião,  fodiam-me toda.

Eu aproximei-me novamente dos ouvidos do meu marido e sussurrei, “querido, e se um deles me desse uma foda? assim já sabias que eras corno, mas corno com certeza”, ele olhou para os bovinos, “não sei, amor, parecem-me tão brutos! E tão mal-vestidos!”.

Mas eu prossegui, “deixa-me escolher um, querido, ele dá-me uma foda e pronto!! fica tudo resolvido”, ele perguntou, “e como é que vais fazer isso?”, e eu continuei, “vou à casa de banho, ou vou lá fora, no estacionamento, querido, vais ver que arranjo um que me coma”.

Ele olhou novamente em volta, depois disse que sim com os olhos, mas perguntou, “mas onde?”, eu respondi, “querido, ali mesmo no estacionamento, ou vamos para um camião”, ele queria saber mais, “e eu?”, eu perguntei, “mas tu, o quê?”, ele continuou, “como é que eu sei que não me vais mentir? tu podes fingir que vais dar uma foda, e eu fico na incerteza, não, eu tenho que ver com os meus próprios olhos”.

Eu levantei-me e preparei-me para sair, ainda disse, “está bem, tu ficas a ver, eu também quero que tenhas a certeza”, e no estacionamento cá fora, encontrei um camionista, fumava um cigarro, encostado ao camião, meio escondido na sombra das luzes, parecia que estava à minha espera.

Aproximei-me dele, pedi um cigarro, e depois disse, “o meu marido é um pouco tarado, perguntou-me se eu queria foder um camionista, eu disse que sim, e será que me podia ajudar, ando há procura de um por aqui?”.

Ele ajeitou os colhões com a mão, deitou o cigarro fora com uma última baforada, eu percebi logo, ele tinha um grande instrumento, olhou-me de alto a baixo, a admirar as minhas pernas longas, "o teu marido? a sério? e queres mesmo levar com uma verga grande? eu tenho aqui uma!", eu olhei novamente, ele apertava o caralho e os colhões, ele continuou, "anda, querida, põe aqui a mão na minha piça".

Eu aproximei-me mais dele, senti um cheiro intenso a homem de trabalho, a minha mão posou-lhe nas calças e apertei um pouco aquele volume, e num reflexo claro senti na minha mão um caralho grosso, a querer inchar a cada minuto que a minha mão ficava, naquele sitio, naquela posição, eu perguntei, "eu gostava de trazer o meu marido, importas-te?", e antes que ele desse uma resposta eu insisti, "ele quer assistir, quer ter a certeza que levo na cona".

Ele sorriu, "não querida, chama-o, isso ainda me dá mais tesão, ver o corno a ver-me foder-te", o meu marido esperava na estação de serviço, a aguardar um sinal meu, eu chamei-o, "querido!, e ele apareceu num salto na meia escuridão das luzes artificiais da noite, o camionista olhou, "queres mesmo que foda a tua mulher?", o meu marido respondeu logo, "quero, ao menos fico com a certeza, é a única maneira de ficar calmo, de saber que ela é mesmo puta". 

Eu sorri para o camionista, "não ligues ao meu marido, ele só quer ser corno com certeza", o meu marido parecia aliviado, os ciúmes acabavam, podíamos finalmente prosseguir com o nosso casamento, eu disse para o homem, "deixa-me ver o teu pau, tira para fora", ele baixou as calças e saltou de lá um caralho teso, "está aqui, amor, é todo teu, vou enterrar-te esta piça toda", eu sentia, o meu marido estava entusiasmado.


O camionista impaciente, esticou as ancas, fazendo a verga parecer ainda maior, e eu disse ao meu marido, “querido, eu vou chupar a piça dele, tens problemas com isso?”, e ele respondeu, “não querida, a puta és tu, eu sou só o corno”, e então eu pus-me de cócoras e engoli na minha boca o pau teso do camionista, o meu marido olhava de perto, a ver a minha língua a lamber a cabeça.

Estávamos ali na rua, à beira da estrada, no meio de camiões, o homem puxou-me para cima, encostou-me contra o carro, levantei o vestido e baixei as cuecas, e ele entrou em mim, por trás, no meio das pernas do meu rabo branco, o caralho imenso escorregou até à minha cona, e entrou, teso e duro, eu gemi, “ai querido, aihmm, ai, que pau tão grande, ai, foda-se, ai, amor, ele fode-me toda”, o meu marido olhava, e eu continuava, “estás contente de seres o meu corno e eu a tua puta, amor?”.

O meu marido dizia que sim, e o homem movimentava-se a bater as ancas nas minhas nádegas, eu sentia o pau que entrava e saía, meia dobrada, meia em cima, até que o homem parou e pediu, “está frio, vamos para a cabine do meu camião”, o meu marido ficou a olhar, e disse, “sim, querida, é melhor, vai, vai com ele, eu já vi o que tinha a ver, depois confessas tudo”.

Eu sorri para o meu marido, e disse, “sim amor, eu depois confesso que sou a tua puta e tu és o meu corno com certeza”, e subi para o camião, o camionista puxou-me para dentro, abriu-me as pernas ao meio, e deitou-se em cima de mim, enterrou-me o caralho na cona, e enquanto fodia, ele perguntou, “dá-me o cu, o teu marido não fica com ciúmes, se eu comer o teu cu?”.

Eu respondi, “não homem, o meu marido quer ter a certeza que é corno, come tudo, querido, come o meu cuzinho também, eu depois confesso”, eu virei-me para ele e senti o pau grosso a fazer força, o meu anel mais tenso abriu-se, a cabeça gorda entrou, e eu soltei um suspiro, “ai, vou gostar tanto de confessar, ai o meu cuzinho, fode o meu cuzinho”.

Não demorou muito para eu e o camionista nos começarmos a vir, quando tocou o meu telefone, era o meu marido, “então, querida, és mesmo puta, ainda estás a foder?”, e só tive tempo de dizer que estava a acabar.

No regresso a casa, o meu marido cismava com qualquer coisa, e eu então perguntei, “o que é que se passa? agora já és corno com certeza”, mas ele torceu o nariz, e respondeu, “humm, por definição ser corno é não ter a certeza que a mulher é puta, agora tenho a certeza e continuo com ciúmes, vais ter de foder mais amor e depois vais confessar”.



Estabilidade emocional de mulher se paga

17:02 0
Estabilidade emocional de mulher se paga

Posso contar aqui no confessionário que se não fosse a minha mulher, eu não tinha estabilidade emocional nenhuma. Sempre tive dificuldade para tomar decisões, penso demasiado nos prós e nos contras, se devo avançar ou recuar, e nem sei bem como é que consegui aqui chegar.

Foto de energepic.com no Pexels
E à medida que a idade foi avançando, bem, o problema agravou-se ainda mais, estou no escritório e o que esperam de mim, é que ouça os subordinados e faça escolhas por todos, dos caminhos a seguir, e bem dizia eu, andava num pânico tremendo, que pudesse tudo correr mal.

Eu fui a psicólogos e curandeiros, a bruxos e a xamãs, a terapeutas e a oráculos, a perguntar-lhes o que fazer, para resolver este stress, de ter medo de falhar, antes mesmo de eu começar, merda!! desta espécie de disfunção cerebral, até que um dia aconteceu, um acaso sem razão, quando a minha mulher apareceu, lá para os lados do meu escritório.

Ainda me lembro, ela entrou no meu escritório, ela pareceu ver o terror em que eu estava, e perguntou "mas amor o que se passa contigo? porque estás assim?", eu disse-lhe logo "estou fodido, a cabeça a aquecer, não me consigo concentrar", ouvi a voz doce da minha mulher "relaxa amor, eu trato de ti, senta aí um bocadinho para trás".

Ela foi fechar o escritório, depois veio e pôs-se de joelhos, ela tirou o meu pénis para fora, e merda!! que estava mole!!, mas mesmo muito mole, carne sem osso, se vocês me compreendem, pensei "era do medo que eu sentia", aquilo não dava nada.

Mas bem, a minha mulher começou a chupar no meu pau, ela estava a dedicar-se como eu nunca vira, colocou os lábios na cabeça, ela deu beijos molhados bem em cima, eu sentia um calor a pressionar, que lhe vinha da garganta cá para fora, o meu galo começou a engrossar, foda-se!! comecei mesmo a gozar.

Depois ela perguntou "então amor sentes-te mais calmo agora?", bem, eu estava flutuando, o meu cérebro não parava, eu olhava para os documentos, os meus funcionários tinham-nos posto na mesa, e comecei a funcionar, as minhas decisões a sair, de tão claras que eu as via, eu previa que ia ganhar.

Uma verdadeira profissional, ela chupava no meu caralho, ela sabia o que fazia, mas que tão boa execução, aquela sucção tão desejada, descia e subia pela minha verga, ela era tão safada, eu olhava os lábios a tremer, eu senti aquele fogo de me estar a vir, que disse à minha mulher "ai meu amor, não aguento mais!! ai!! não vou conseguir, ahhh, caralho, foda-se!!!".

Ela começou então a bater-me uma punheta, o ritmo não parava, ela obrigava o meu caralho a corresponder, o meu pau largou um jato, quando eu disse alto "já decidi já decidi, apostem tudo no ouro, é o que vai subir".

Foda-se!! que ainda não estava em mim, eu tinha gasto fortunas em médicos e charlatães, e a minha mulher só com a boca e a língua, tinha tantos conhecimentos e segredos, que resolvera logo o assunto.

À noite quando estávamos em casa, eu disse à minha mulher "olha amor, eu quero-te no meu escritório todos os dias", e ela assim para mim, "para quê?", eu respondi à minha mulher, "oh amor eu preciso de estabilidade emocional, preciso de tomar decisões", mas ainda assim ela não entendia "e o que é que isso tem a ver comigo?".

Então eu tive que dizer "é para tu chupares o meu caralho, isso ajuda a tomar decisões, querida", vocês sabem o que minha mulher respondeu? Que dava muito trabalho, todos os dias a ter de ir ao escritório, só para me chupar o pau, a puta queria dinheiro!!.

Foda-se!! pensei eu, o que um gajo faz para trabalhar, ser chefe não é para quem quer, eu tive que ir falar com a administração, para autorizarem a dar dinheiro à minha mulher, mas merda!! foi no outro dia, um invejoso que também queria, ele começou a perguntar no escritório, "mas que competências tem esta mulher para estar na folha de pagamentos".

Eu fui falar com ele e disse, "era melhor estar calado", talvez a minha mulher possa ajudar, e a coisa, tive sorte, ficou por aí, o que é bom mesmo, é que a empresa está a crescer. 


Setembro tempo para um blow job

09:40 0
Setembro tempo para um blow job

Em tempo de fim de verão ou de verão fora de tempo, nesta manhã de setembro não esperava que aparecesse gente na praia. Há anos que tenho esta rotina, de escolher os melhores lugares para estar isolado, e aí tiro a roupa e depois todo nu, caminho na areia como se tivesse acabado de chegar ao mundo. 


as hoje foi diferente, a areia debaixo dos pés ainda estava fria, o sol começava a fazer o seu trabalho, mas mesmo assim resguardei-me do vento frio num recanto escondido na rocha, onde estendi a toalha no chão quando os vejo chegar, um casal de nórdicos assim me pareceu, e ela mais me parecia a filha, do que ele marido dela. 

Eles não ligaram ao facto de eu estar totalmente nu, e preocuparam-se antes com o lugar abrigado, onde estenderam as toalhas logo ali ao meu lado, no principio daquela praia imensa, onde eu podia andar nu de lado a lado, mais do que um quilómetro ou o que eu quisesse, sem ninguém me ver ou perceber. 

Mas eles sorriram para mim, e pareceu-me agradar-lhes a minha presença, ela olhou-me de alto a baixo, apreciou intensamente o meu corpo, a mirar o meu pénis e o meu tronco, por momentos fiquei embaraçado, o homem mais velho de vez em quando olhava, mas fui-me esticando na toalha, fechei os olhos ao sol, e deixei-me ficar ali parado. 

Eu não os queria fixar, isso parecia-me má educação, mas reparei que ela á medida que tirava a roupa procurava os meus olhos, não pensava no marido, e admitia eu que era para me provocar, estávamos separados por alguns metros, mas a intensidade dos seus olhos azuis e da sua boca era tão grande, que também eu não conseguia desviar o olhar. 

Ela primeiro tirou o vestido quase transparente de um algodão fino, e deixou ficar um bikini tão reduzido que, pensei para mim, nenhuma utilidade tinha, via-lhe as mamas todas, o ventre liso e trabalhado, as coxas atléticas de estrangeira aplicada, e o risco da cona naquele triângulo pequeno, que quando dei por mim estava cheio de tesão. 

Foda-se!! era impossível de esconder, o meu caralho estava duro, tinha engrossado sem eu saber, ela riu-se para mim e eu ri-me para ela, quando de repente se levantou e correu para o mar, enquanto o velho dormitava, esticou-se na areia como um palito, esquecido nos pensamentos próprios, indiferente ao riso infantil da mulher. 

Quando ela regressou vinha encharcada, no caminho de regresso, eu reparei, ela tinha tirado tudo, as mamas eram agora duas peras livres, balouçavam ao vento agarradas a duas uvas rijas, na cona, uma fiada de pelos húmidos, água salgada que lhe escorria pelas coxas abaixo. 

Ela chegou, deitou-se na toalha e pousou a cabeça no colo do velho, ele acordou de um sono lúcido, virou os olhos para mim, ela abriu as pernas, e tenho a certeza, ela queria que eu visse a cona toda, encharcada de um tesão rosado, a minha piça era agora um verga dura, a levantar-se sozinha sem eu ter consciência.

Fui atacado por uma sede incrível, apetecia-me mergulhar naquela cona e bebê-la toda, chupar-lhe o clitóris e pô-la a gemer, com velho ou sem velho, que se fodesse!!, as mãos dela de veludo, percorreram as coxas por dentro e abriram-nas ainda mais, os dedos continuaram o caminho, e tocaram aquele recanto de prazer, girando em nó com cuidado, que eu pensei, eu vou-me vir agora mesmo.

Foda-se!! até os meus colhões gritavam para o meu caralho, estamos aqui a sofrer cheios de porra para sair, faz qualquer coisa com essa merda, e comecei a fixar-me nos olhos dela, a pouco e pouco batia uma punheta, até que ela olhou para o marido, ela sussurrou ao ouvido dele, e o homem virou os olhos, com um sinal de mãos pediu-me para estar mais perto, e caralho!!, nunca pensei que o fizesse, mas mexi-me para o lado e fui-me chegando mais para perto deles. 

Bem rapazes, ela aproximou a boca do meu caralho e começou a chupar, primeiro a cabeça, como a ponta de um gelado, depois a língua a beliscar os lados, depois engoliu a mergulhar até ao fundo, veio cá acima novamente, e foda-se!! o homem olhava para mim e eu percebi que ele estava a ter prazer, o pau dele tinha crescido, uma verga gigante a pôr-se de pé. 

Os lábios de seda a descer, um aperto firme na cabeça, a seiva na boca do meu suor, ela chupava os meus colhões e todo o rolo com atenção, de repente comecei-me a vir, quase pedi desculpa por não aguentar, ela deve ter pedido autorização, ele acenou com a cabeça, e ela bebeu o meu leitinho todo.

Magnetismo da minha mulher

17:36 0
Magnetismo da minha mulher


Acho que o que aconteceu com a minha mulher quando fez quarenta anos foi mais ou menos o mesmo que aconteceu comigo quando fiz cinquenta. Só que o caso dela é muito mais grave, quero dizer, acho eu, enquanto eu gastava dinheiro onde não devia, ela dizia que com a idade ela tinha agora um superpoder.


Não se se já tinha acontecido antes, mas depois eu vi em primeira mão os superpoderes dela a atuarem, era uma coisa milagrosa, quase mágica, mas a verdade é que a coisa funcionava, a minha mulher tinha-se tornado magnética.

Bom!! Não era bem a minha mulher, era mais a cona dela, não sei se foi uma descoberta, mas um dia fui com ela ao shopping, coisa caralho que eu nunca fazia, isso era uma loucura, mas agora eu preocupava-me com a roupa, e com o meu aspeto de homem mais velho.

O caralho foi na sapataria!! A minha mulher só falava em sapataria, ir à sapataria, ir à sapataria, eu sabia que ela era obcecada por sapatos, porra!!, mas havia ali um frenesim inesperado, ela dizia, “vais ver querido como sou eu a atuar”.

Entrámos na loja, eu senti logo aquele cheiro desagradável a couro e pele curtida, e depois o ruído, gajas por todo o lado a mexer e a falar, mais parecia um galinheiro, o que era estranho, nas sapatarias não se vê muitos homens e era só eu que também queria sapatos.

Eu ainda perguntei à minha mulher, “mas querida porra! tens tantos sapatos, ainda queres mais?”, ela respondeu que só queria ver e que isso valia como comprar, ela chamou um rapaz, era só mais um homem naquele lugar, com uma certa empatia que eu senti, e ela pediu-lhe sapatos para experimentar.

Ela sentou-se num banco à minha frente e foi quando eu tive oportunidade de olhar melhor para a minha mulher, trazia uma saia muito curta, daquelas que mostram as coxas nuas, um top curto e apertado, ainda pensei, “é muito desadequado”, quando o rapaz chegou com os sapatos.

O rapaz pôs-se de joelhos, de frente colado às pernas da minha mulher, agarrou o pé dela como se fosse uma Cinderela, e quando ia a pôr o pé no sapato, eu vi caralho!!, ela abriu as pernas, e lá estava, a cona à mostra e ela sem cuecas.

De onde estava, mesmo à frente, eu vi que o rapaz também viu, o pequeno risco de pelos, e uns lábios de cona molhados, ela sorriu para mim e para o rapaz, e naquele momento a realidade parou, aquele ruído frenético de gajas a ver sapatos, a música de fundo, as luzes muito brancas, e o couro, tudo desapareceu.

A cona da minha mulher era mesmo magnética, ela sorria para nós como uma oferta, no meio de toda aquela gente tinha-a bem aberta, e eu e o rapaz admirávamos, como se fosse uma coisa nova, o rapaz de joelhos lambia-se, os sapatos caídos no chão.

O meu novo sentido artístico que eu agora tinha descoberto, aquela imagem parecia uma obra de arte, uma tela inspirada, a minha mulher de perna aberta, de tesão a cona rubra, as coxas grossas e bem feitas, o rapaz, um semideus de louro na cabeça, e eu, o mais velho, de pedra feito de memórias.

Não me lembro como conseguimos sair da sapataria, só me lembro no trajeto de regresso para casa, ela perguntar, “gostaste, querido?”, eu respondi, “adorei querida, mas e o rapaz?”, ela riu-se, “porquê?”, eu continuei, “ele deve estar em sofrimento, ter estado tão perto de uma cona, e ..?”.

A minha mulher deu uma pequena gargalhada, “porquê? devia ter dado um bocadinho ao pobre coitado?”, eu olhei para ela, “bocadinho?”, ela prosseguiu, “sim, gostavas?”, eu não disse nada e ela continuou, “ai, querido, a minha cona é tão magnética, eu mostro e aparece logo um homem a querer comê-la”.


Eu pensei que ela devia andar há algum tempo a treinar o superpoder, e perguntei, “já mostraste a cona a outros homens?”, ela passou o braço pelo meu pescoço, “porquê? o meu amor está chateado? por a sua mulher andar a mostrar a coninha?”, e depois ela insistiu, “é só um divertimento amor, deixa-me excitada e erótica”.

Percebi que ela já tinha mostrado a cona a mais pobres coitados e então disse, “amor, preocupam-me é as tuas vítimas? já pensaste no sofrimento que causas, eles só vêm a tua cona e depois não fodem nada”.

Quando chegámos a casa, parei e travei o carro, a voz dela sussurrou no meu ouvido, longa, terna, e indolente, “queres muito que eu foda, amor … não quero que ninguém sofra”

Una dias depois fomos viajar, para um país quente das américas, a cona magnética funcionou sempre, e não houve vítimas, nem sofrimento, um verdadeiro momento divino, tudo aconteceu milagrosamente.

Parasita não faz cardio

23:30 0
Parasita não faz cardio


Acho que que cheguei a um ponto que estou viciada nele. Quando ele chegou não devia ter sido uma surpresa para o meu marido ter o parasita do irmão mais velho a viver lá em casa sem nada para fazer.

E as coisas aconteceram como acontecem sempre. Primeiro devagar, depois um pouco mais depressa, e quando se perde a vergonha, começa-se a acelerar, e numa casa, é quase sempre na cozinha.

O parasita, chamemos-lhe assim, ainda por cima é um oportunista, enquanto todos nós temos uma ocupação, é o meu marido no jardim, eu a arrumar e nas refeições, ele deambula por aqui, numa rotina conveniente, a aguardar as horas que as coisas aconteçam.

A primeira vez estava eu a aspirar o chão, ele a jogar jogos na televisão, e começou a olhar para o meu rabo, e a dizer baixo, “foda-se, tens um cuzinho tão bom”, eu respondia, “deves estar maluco?”, e ele prosseguia, “estou é com tesão”.

E depois põe-se a fazer barulhos com a língua, a apertar a mão no pau, e eu para não ter problemas vou aguentando, eu pergunto ao meu marido, “querido, temos de sair e ir às compras”, e ele diz, “leva o meu irmão”.

No carro, ele mira as minhas pernas, a minha saia recolhia um bocado, e ele dizia, “foda-se minha cunhada, dás-me um grande tesão”, e eu respondia, “se continuas assim conto ao teu irmão”, ele calava-se, mas apertava o pau, e eu via um volume teso que ele agarrava com a mão.

Depois foi na cozinha, enquanto eu lavava a louça, e o meu marido fazia cardio no aparelho, o parasita estava sentado, eu sentia os olhos no meu rabo, quando ele diz, “olha, vê se gostas?”, eu viro-me para o lado, ele tinha aberto a breguilha, e posto o caralho teso de fora.

Ele estava a acariciar o caralho, eu aproximei-me de perto, “estás doido e o teu irmão?”, e ele diz, “foda-se, deixa-me comer o teu cu”, eu abanava a mão, pensava, “este gajo é doente”, e ele continuava, “eu enterrava-o todo no teu cu, cunhada”.

Á noite fui deitar-me na cama, estava com o meu marido, mas foda-se!! só pensava naquele caralho, via o pau teso a passar à frente dos olhos, e a memória dele a dizer, “enterro-o todo no teu cu”, fechei os olhos a imaginar, estar deitada naquela cama com ele por cima, a foder-me o cu, com toda a força e energia.

No dia seguinte, perguntei ao meu marido, “amor, tínhamos combinado sair e ir a um restaurante”, e responde o meu marido, “oh querida estou ocupado, vai com o meu irmão, ele está cheio de fome”, foda-se, eu olhei para o parasita, estava com um sorriso malicioso, e foda-se!! fiz um gesto resignado, para ele a dizer, vamos comer.

O carro sozinha com o parasita esfomeado era um problema, como se soubesse o que podia acontecer, ele olhou para baixo, para as minhas coxas, a lamber-se como um animal saciado, e depois disse, “queres ver o meu caralho outra vez”, nem me deixou responder, ele tirou o pau para fora e perguntou, “podemos parar o carro, e tu chupas o meu caralho”.


Eu olhava para a estrada e para a vara tesa, “sabes, não posso”, e ele insistiu, “então deixa pôr a mão na tua cona”, eu ia dizer que não, mas sinto os dedos dele a percorrer as minhas pernas, dois dedos pousaram nas minhas cuecas, a rolar rápido no clitóris, e foda-se, eu não disse nada.

Estacionei o carro numa berma, e foi quase um impulso, agarrei no pau dele e comecei a bater uma punheta, ele dizia, “foda-se, deixa comer o teu cu”, as palavras saíram da minha boca, ”mas onde?”, e ele disse, “no restaurante”.

Eu abri os olhos de espanto, “no restaurante?”, e ele continuou, “pedimos a comida e depois vamos à casa de banho, fodo o teu cu e depois comemos”, e eu ainda disse numa voz sumida, “e o teu irmão?”, ele respondeu, “ele está em casa a fazer cardio”.

O empregado não estranhou, parecíamos amantes e fomos à casa de banho, o caralho grosso entrou no meu cu, agora estava viciada, ia querer aquele pau para toda a vida, porra!! mas ele é um parasita, tenho de continuar com o meu marido.

Quando chegámos, o meu marido tinha uma toalha para enxugar o rosto, de tanto cardio que tinha feito, ele perguntou, “e o jantar, estava bom?”, o parasita do irmão riu-se e disse, “tivemos de ir para a toilette”, o meu marido olhou surpreendido, “toilette, para quê? .. e eu aqui a fazer exercício”.