Como dar o rabo - 3 passos - Biografias Eróticas

Como dar o rabo - 3 passos

Não me ligo nessa coisa do estereotipo do homossexual. Não quero, não desejo, não amo, não gosto, nem penso ter uma relação com outro homem. Tenho só esta coisa de gostar da sensação erótica, livre e espontânea de ser enrabado. Sexo, erotismo, sentidos sem sentimentos. 

Mas dar o rabo a outro homem pressupõe que se retire prazer. Aí o prazer pode ser de vários tipos dependendo da pessoa que dá e que recebe o cu. Pode ser sensual erótico, sadomasoquista, ou outro, como de submissão ou dominio.

Poderá ser só abrir as pernas e pronto, como poderá ser algo mais, como uma experiência emocional e afectiva, que envolve os sentidos, e para quem o deseje, sentimentos mais descomplicados como o de amizade.

Elenco alguns pontos a ter em conta:

1. Desmistificar o ânus:

O ânus, talvez por não ser instrumento de órgão reprodutor como o pénis e a vagina, e ao mesmo tempo estar associado à libertação dos resíduos não desejados pelo corpo, tem associada a carga pejorativa de local sujo.

Só que por vezes parece esquecer-se que também o pénis e a vagina são instrumentos de libertação de resíduos não desejados pelo corpo. Está bem, uns são líquidos e outros sólidos, mas tal não significa que sejam igualmente sujos. 

O ânus, mais propriamente o recto, se vazio, possui elementos internos que o tornam limpo e fazem dele um meio sexual mais higiénico até que a vagina ou o pénis.

A maioria das doenças sexualmente transmissíveis têm origem na utilização de uma vagina não higienizada.

Donde a questão é sempre a mesma, saber escolher com quem se tem relações, aproveitando o potencial erógeno do ânus, sabendo distinguir uma pessoa de carácter e corpo limpos, daqueles que o não são.

E não se esqueça que dar o cu é natural, olhe bem para os animais, não todos é certo, mais os parecidos com o homem, gostam de dar, levar e comer o cu.


2. Preparação e ambiente

A preparação e o ambiente são muito importantes de quem gosta de dar o cu. Só que há sempre muitas circunstâncias que podem colocar em causa esses factores, tendo que adaptar-se às várias situações que ocorrem.

Um engate ocasional é diferente do contacto ou ligação com um amigo com quem se combina previamente um encontro e há tempo para se preparar tudo.

Ter uma relação em casa, é diferente de tê-la num hotel, num carro, ou até numa casa de banho. O ideal é tê-la em casa no recato da habitação, com alguém que se conhece, moderando o ambiente, uns cheirinhos que contam, umas luzes mais tranquilas,  uns espelhos que são muito importantes, lubrificante e óleos essenciais.

Mas compreendo que por vezes no carro à saída de um bar, ou até numa casa de banho de uma discoteca ou qualquer outro sitio, pode ser mais excitante. Aí na preparação contam os gestos, a colocação da voz, o saber entender e excitar o outro.

3. Execução de dar o cu

Esta deve ser a parte mais fácil. Mas cuidado o cu devido à sua dinâmica própria tem tendência para fechar. Mesmo para aqueles que sabem ir ao cu, tem que se dar sempre umas instruções e pedir paciência. Se estiver lubrificado a pénis pode escorregar melhor, mas isso não implica que não custe um bocadinho ao principio.

Quando me estão a penetrar, eu costumo bater na perna dele, como que a dizer "agora só a cabecinha, espera um pouco". Vou sentindo o cu a abrir devagarinho, mais fácil se estiver com muita tesão, e vou dando instruções para meter mais lá dentro. 

Quando o cu está bem lubrificado de cima a baixo, eu gosto de dizer "parte-me o cuzinho todo", para manter o homem focado no meu cu. Para o incentivar ainda mais, gosto de olhar para ele, a abrir uma nádega e a empinar o rabo, para o excitar.

Há mais, mas isto é o mais importante.

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