Minha primeira vez com trans - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Minha primeira vez com trans

Eu e a minha irmã ao termos uma diferença de idade de cerca de dez anos, sendo eu o irmão mais velho, era como termos nascido e vivido em planetas diferentes, a educação que eu tinha tido era um abismo daquela que tinha sido recebida pela minha irmã.

A minha educação fora autoritária, presa a valores da época, ou pelo menos, daquilo que era entendido como tal, para mais tarde, cerca de uma década, ser radicalmente diferente com a minha irmã, ao dar para ver que até os pais, que tinham uma rigidez moral inabalável, a terem flexibilizado à medida da flexibilização da própria sociedade.

Naquela época ser gay, ou paneleiro, como se diz na minha terra, era com certeza uma coisa estranha que dava logo para afastamento da herança, senão mesmo coisa pior, como ser posto na rua e ter de ir viver para a rua, o mesmo se passando em outras circunstâncias, como seja darmo-nos com putas, em particular aquelas mesmo muito putas, desculpando-se toda a boa mulher, aquela mulher que tem graça, essa não pode deixar de ser puta, e isso assim tinha um certo perdão.

Com a minha irmã, tudo isso mudou, desde poder ser lésbica, sem qualquer tipo de censura, andar com putas ou paneleiros, os meus pais que evoluiram, passaram a aceitar qualquer tipo de comportamento, diziam eles, que era o ar dos novos tempos.

Tudo isto para dizer que a minha irmã um dia apareceu lá em casa com uma amiga, dava para perceber que ela tinha alguma coisa de invulgar, atraia o meu olhar de tal maneira que eu me questionava, tinha um certo ar masculino, quase viril, as coxas grossas, uma espécie de musculatura, mas ao mesmo tempo intensamente feminina, de uma menira que nunca tinha acontecido, de eu interessar-me pelas amigas da minha irmã.

Uma, duas, três vezes era apareceu lá em casa e eu ia deixando tudo o que me ocupava, só para ter a oportunidade de a ver e forçar que os nossos olhos se trocassem, e o tesão que ela me dava era tão forte, que eu acho, fiquei obcecado de a tentar foder.

Um desses dias, a minha irmã veio ter comigo e disse, “não podes estar fixado a mirar a Fábia, a minha amiga pode estar a sentir-se incomodada com a tua atenção”, eu confidenciei logo à minha irmã, “a tua amiga está-me a deixar louco”, e era verdade, eu olhava para a Fábia, as pernas esguias, o tronco forte, as nádegas poderosas, a pele muito branca, a boca tão redonda e carnuda, eu imaginava o meu pau a ser chupado por ela, e montado nela a comer-lhe a cona.

A minha irmã insistiu, “deixar-te louco como?”, eu respondi, “só penso em fodê-la, podias falar com ela, gostava de a ter no meu quarto”, a minha irmã sorriu, não era bem uma gargalhada, era mais um esgar da boca, ela aproximou-se da minha orelha, pensei, devia ser importante para ela fazer aquilo, e ela disse, “meu irmão, a Fábia é trans, meu irmão”.

Eu abri muito os olhos, não estava a perceber nada, ela prosseguiu, “ela já foi Fábio, já foi homem”, eu devia estar com cara de parvo, “trans, como? Queres dizer travesti?”, ela respondeu, “não, travesti não, é só um homem que se veste de mulher, a Fábia é mais do que isso, ela sente-se mulher e vive como mulher”, eu mantinha a curiosidade, “mas mulher, como?”, a minha irmã resolveu o dilema, “irmão, ela só pode dar-te o cu, não tem vagina, compreendes, mas posso-te garantir, no lugar da vagina ela tem um pénis enorme, eu já vi”.

Por momentos achei que a minha obsessão tinha desaparecido, a minha maneira de estar não aceitava estas coisas, a ideia de comer um cu de um homem fazia-me confusão, e durante uns dias, o fogo interior, o tesão que ela me dava, parecia ter-se apagado.

Durante semanas talvez, eu via a minha irmã e ela a entrarem em casa, depois desapareciam para o quarto e eu punha-me a imaginar se ela e a minha irmã tinham alguma relação e se não andariam as duas a foder, o que me deixava ainda mais excitado, ao imaginar o pau dele bem teso a penetrar a cona da minha irmã.

A obsessão começou a voltar. Ela podia ter um caralho, mas era extremamente feminina, ao ponto de parecer ainda mais feminina que as mulheres, umas vezes usava uma saia curta, outras vezes um vestido de Verão solto, um calções curtos que lhe favoreciam o rabo, uma noite ao deitar, adormeci a sonhar com o meu pénis a entrar-lhe no cu, e ela a gemer de prazer, a vir-me no cu dela.

Só que agora tudo seria mais dificil, a minha irmã sabia que eu era heterossexual e a ideia de ter uma relação intima com um homem, não lhe passaria sequer pela cabeça, e depois eu não queria nenhuma relação profunda, eu só queria que ela passassse um tempo comigo para eu comer-lhe o traseiro.

Podia falar com a minha irmã, dizer-lhe para ela passar a mensagem que eu estava louco por ela, ou ser eu mesmo a aproximar-me dela e tentar conseguir alguma coisa, e achei que o melhor mesmo era esta última, de maneira que esperei como o leão a aguardar pela presa e um dia consegui, ela bateu à porta de casa, a minha irmã não estava e eu quase a empurrei para o meu quarto.

Claro que ela achou estranho, ou melhor, pensei, ela devia de estar habituada a pedidos como aquele que estava na minha cabeça, e decidi avançar, “sabes, eu já disse à minha irmã que estou obcecado por ti”, ela riu-se, “obcecado como? acho que já sabes que é impossivel termos uma relação”, mas eu não desisti e fui direito ao assunto, “adorava foder contigo!”.

Ela rodou a cabeça adorável, apalpou o colchão da cama, e depois disse, “tu és heterossexual, eu sou como uma mulher, mas tu podes não entender assim”, eu olhei para as pernas dela, estavam escondidas dentro de um vestido justo, as nádegas salientes reforçavam o meu desejo, eu disse, “deixa-me ser eu a pensar nisso, eu quero muito penetrar-te”

Ela pareceu estar a pensar na proposta, “e se a tua irmã sabe?”, eu respondi rápido mesmo sem dar um sentido ao que ela dissera, que teria a minha irmã a ver se eu e ela fodemos, “Fábia, querida, ela não precisa de saber, só quero saber se gostavas que eu te comesse, aqui e agora nesta cama?”, ela olhou para mim de alto a baixo, “sabes eu não sou assim, não ando aí a foder com qualquer um”, mas depois continuou, “mas tu, não compreendo, tambés me excitas, como agora neste momento, estou tão tesa”.

Eu também ardia em desejo, o meu pau crescera e ficara duro, puxei por ela para a cama, para mim já dissera tudo o que eu queria ouvir, deitei-a de costas e pus-me ao lado dela, e com a minha mão puxei o vestido para cima até chegar a um slip de renda branca, onde ela tinha apertado um enorme pau teso, e aí não resisti, meti a minha mão por dentro, baixei a lingerie para baixo e prendi na minha mão o rolo dela, puxei a pele para baixo, para sentir na minha mão a cabeça do caralho dela.

A minha mão procurou todos os detalhes do corpo dela, o ventre, os seios por aí acima, até passar às costas descer por elas até ao rabo, e a mão dela também não parou, puxou-me as calças para baixo, prendeu-me o caralho com força e sem eu dizer nada, como se houvesse um guião escrito, desceu pelo meu corpo e meteu na boca o meu caralho.

Foi uma sensação incrivel, obrigou-me a fechar os olhos, a lingua e os lábios molhados, senti uma espécie de fresco quando ela começou a lamber o meu pau, engolia e saía sem parar, fazendo-me sonhar que já era mais que suficiente, mas ela insistiu, tirou o vestido todo e com uma voz, quase não se ouvia, pediu, “abaixa um pouco a luz, e come o meu cu, querido”.

Desliguei a luz deixando apenas a de um candeeiro sumido, o meu pau era uma vara espetada pronta a furar, e não consegui aguentar mais, abri as nádegas dela como abrisse um pêssego e ali estava o centro do meu desejo, um circulo a pedir o meu contato, a ponta do meu caralho tentou forçar a entrada, um pouco mais de força depois e o anel abriu-se para deixar passar o meu rolo, como quem entra num túnel pela primeira vez.

Ela gemeu, “aihm, devagar, querido, não me fodas à bruta”, prendeu a minha perna e eu esperei, veio a ordem de querer mais, o rolo foi escorregando devagar, pouco a pouco e depois um pouco mais, até eu sentir que estva todo dentro dela, bati com um toque nas nádegas, como se desse uma palmada, para ter a certeza o meu caralho tinha penetrado tudo o que havia para penetrar.

Era um sensação incrivel, deixaria considerações sobre a minha sexualidade para depois, agora sentia o corpo dela unido ao meu, procurei com a minha mão o pau dela, agarrei-o e estava teso, ela também estava excitada, o ânus tremia de desejo, pulsava contra as veias do meu pau, uma espécie de aperto, tão bom e tão intenso, muito melhor que uma cona de gaja, procurei a boca dela e ela deu-me um beijo, e ali estivemos por segundos presos naquela união.

Aos poucos fui acordando daquele transe e as minhas ancas entraram em ação, a máquina dos meus músculos ganhava vida a cada minuto, e com a energia de um pistão, o meu caralho entrou e saiu daquele orificio apertado, elevava-me ao céu, afastando-me da realidade, ela gemia e eu temia pelo som, a cada bombada cada vez mais, “ohhhh, hummm, aihm, fode-me, querido, aih, que loucura”, eu martelava o cu, prendendo-lhe as nádegas com as minha garras, estando ela indefesa às minhas investidas.

Eu continuava a querer mais, não estava preparado para parar, pedi-lhe que mudasse de posição, ficou por baixo de mim como uma mulher apaixonada, e comcei a fodê-la novamente, levantei-lhe as pernas para o alto, e o meu rolo entrou nervoso, imagina o meu pau a abrir o cu dela, quando ela se agarrava a mim, pelos ombros e pelo pescoço, com uns olhos lacrimejantes, a pedir que eu continuasse, as minhas ancas moviam-se em ondas, a entrar e a sair sem parar.

Senti que ela estava a vir-se, tinha-se masturbado bastante, e eu também sentia que o meu limite estava próximo, dei uma estocadas finais, e comecei a vir-me todo dentro do cu dela, até tombarmos os dois pelo cansaço desta foda bem dada, soprei-lhe ao ouvido, e disse, “estou esgotado, adorei o teu cu, não imaginava que pudesse gostar tanto”, e depois ouvi um som, alguém batia na porta, e foda-se era a minha irmã.

A minha irmã gritou, “estás aí, a Fábia está contigo?”, a Fábia olhou para mim com um ar comprometido, mas a dizer-me com os olhos para eu dizer que sim, eu gritei, “está, ela já vai”, ouço a minha irmã a resmungar qualquer coisa e a afastar-se da porta, “diz-lhe que estou lá em baixo à espera dela”, a Fábia vestiu-se depressa a vejo-a a sair do meu quarto apressada, e os passos dela ao fundo a edscer a escada.

Deixei-me estar deitado, estava nu e com a mão a afagar o pau, a pensar que queria repetir a foda, ou que para a próxima, poderia ser ainda melhor, adormeci, acordei à noite, tomei um banho e desci, para encontrar a minha irmã com uma cara que mais parecia zangada.

A minha irmã falou e riu-se, “não me importo que a fodas, eu e ela já fizemos sexo, mas é só isso, desejo e prazer, se ela gosta que tu a comas, eu gosto também, não podes é andar a dizer que és heretossexual, a partir de agora és bissexual, senão mesmo com gostos mais requintados, e gostares só de homens”.

Eu olhei para ela, pensei se devia ficar preocupado, mas naquele momento só imaginava, quero comer a Fábia muitas mais vezes.

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